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Entrevista com

LetĂ­cia

Bufoni skatista profissional

SKATEBOARD

MAGAZINE 1


NIKE STEFAN JANOSKI

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TENIS FEITO POR UM SKATISTA

PARA SKATISTAS

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EDITORIAL ESTA É UMA REVISTA QUE TRATA DE ESPORTE, MAIS PRECISAMENTE FALA SOBRE ESTILO DE VIDA, SKATE E SUAS MODALIDADES, ESTAMOS AQUI PARA FAZER A DIFERENÇA NO MERCADO E TRAZER PRA VOCÊ O MELHOR DO SKATE NACIONAL E INTERNACIONAL, ASSIM COMO NOTÍCIAS SOBRE O MUNDO DO SKATE, COMO TAMBÉM SOBRE A PARTE SOCIAL. QUEREMOS MOSTRAR PARA O MUNDO QUE O SKATE É UM ESPORTE QUE ESTA CRESCENDO CADA VEZ MAIS E TAMBÉM QUE É PARA TODOS. SEM CLASSE SOCIAL, OU DE SEXO. ESPERO QUE GOSTEM E APROVEITEM A LEITURA!

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íNDICE


04 EDITORIAL 06 A HISTร“RIA DO SKATE 08 SKATE E SUAS MODALIDADES

10 PROJETO SOCIAL - SKATE 18 LETICIA BUFONI 24 INFOGRรกFICO 5


A historia do skate no mundo! 1950 O skate nasceu na Califórnia, por volta do ano de 1950. Os surfistas queriam arrumar alguma coisa para fazer quando o mar estava sem ondas, então surgiu a ideia de pegar pranchas de madeira e colocar algumas rodinhas de patins embaixo.

1970 Uma grande seca atingiu a Califórnia no começo da década de 70, e foi daí que nasceu o skate Vertical. Piscinas foram esvaziadas e os skatistas descobriram que as paredes lembravam as transições das ondas. Foi também nessa década que o skate começou a evoluir. Larry Stevenson inventou o tail, o que ajudou a melhorar o equilibrio e as manobras. Em 1972, o surfista Frank Nashworthy inventou as

No início, o esporte era chamado de surfe de calçada e, em muito pouco tempo, se espalhou por todo os Estados Unidos. O primeiro skate fabricado e comercializado em série foi o Roller Derby em 1959. Até então o skate era apenas visto como uma coisa divertida para se fazer depois de surfar.

1960 No ano de 1963, além da oficialização do esporte como Skateboarding, foi realizada a primeira competição da modalidade em Hermosa Beach, Califórnia, vencida por Larry Stevenson. Depois desse evento, foram vendidos mais de 50 milhões de carrinhos em todo o mundo. Torger Johnson, Woody Woodward and Danny Berer eram alguns dos principais nomes da época, onde as modalidades eram basicamente o Downhill, o Slalom e o Freestyle. 6

rodinhas de uretano, tornando o skate muito mais veloz. Antes, as mesmas eram feitas de ferro ou de um tipo de plástico duro, que eram muito escorregadias e inseguras. Três anos depois, em 1975, na cidade de Del Mar, também no Estado Dourado, aconteceu a primeira competição de slalom e freestyle. Foi aí que os garotos do Zephyr Team (os Z-boys Jay Adams, Sid, Stacy Peralta, Tony Alva, Shogo Kubo, Bob Biniak, Nathan Pratt,


Jim Muir, Allen Sarlo, Chris Cahill, Paul Constantineau, Peggy Oki e Wentzle Ruml) mostraram a verdadeira potência do skate para o mundo. Alan Gelfand inventou o Ollie, em 1978, outro grande salto (literalmente) na história do skate. O título da manobra foi dado em homenagem a Alan, que era carinhosamente apelidado de Ollie, por seus amigos e familiares. O feito foi tão significativo, que, em 2002, Gelfand entrou para o Hall da Fama do esporte.

mundo passaram a registrar suas sessões em cima dos carrinhos. Stacey Peralta and George Powell se juntaram e criaram o coletivo Bones Brigade, com inúmeros jovens talentos, como Steve Caballero, Tony Hawk, Mike McGill, Lance Mountain, Rodney Mullen, Stacy Peralta, and Kevin Staab. Stacey tinha facilidade para as filmagens e, em 1984, filmou o primeiro vídeo de uma série revolucionária, o Bones Brigade Video Show.

1990 A partir dos anos 90, os brasileiros começaram a ter destaque internacional nas grandes competições. O primeiro a escrever seu nome no cenário foi Bob Burnquist, que além de se tornar campeão diversar vezes, também inventou o switch. Um jeito novo de andar de skate, com as bases dos pés trocadas. Nessa época o street era uma das modalidades mais fortes. As manobras evoluiram e ficaram bem mais diversificadas.

2000 1980 Foi nessa década que surgiram Rodney Mullen e Tony Hawk. Mullen foi responsável por 39 manobras, como kickflip, heelflip, hardflip, casper, darkslide, rockslide, entre outras. Tony inovou o Skate no Half Vertical, sempre ultrapassando limites nas manobras.

O brasileiro Sandro Dias, o Mineirinho, acertou a manobra tão sonhada de 900 graus (dois giros e meio no ar). O esporte vem crescendo, vencendo barreiras e inovando cada vez mais.

O audio visual passou a fazer parte do skate também durante os anos 80. Com a invenção do VCR, crianças de todo o 7


MODALIDADES EXISTENTES NO SKATE Downhill e Freestyle

Bowl e Vertical

A história do surgimento do skate mais conhecida é a dos "surfistas de calçada" da Califórnia na década de 1950. Frustrados com a falta de ondas, eles tentavam substituir o surfe andando pelas ruas em pranchas de madeira montadas em cima de rodinhas de patinete ou patins. No primeiro pico de popularidade do esporte, no início da década de 1960, a diversão era principalmente descer ladeiras (downhill) ou andar livremente pelas ruas, inventando manobras que lembravam uma dança (freestyle). Foi também nessa época que os primeiros skates começaram a ser comercializados pela Roller Derby, que produzia shapes retos.

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Já no início da década seguinte, dois acontecimentos influenciaram ainda mais o desenvolvimento do skate. Primeiro, a Califórnia passou por uma grande seca e os adeptos do surfe descobriram que era possível se divertir nas piscinas vazias, pois as curvas e ângulos das paredes lembravam as ondas. Em muitas delas, o ângulo era reto. Surgiram então as modalidades bowl e vertical. Em seguida, foram inventadas as rodinhas de poliuretano - até então, eram feitas de ferro ou baquelite, um plástico duro, e escorregavam e dificultavam as manobras. Foram anos de ouro para o skate: em 1977, Tony Alva deu o primeiro aéreo; no ano seguinte, Allan Gelfand criava o ollie; e, em 1979, Duane Peters realizou o primeiro looping.


Street Com a popularização, porém, os acidentes também aumentaram, e as pistas públicas foram fechadas aos poucos. Mas, se há males que vêm para o bem, este talvez tenha sido o caso do skate. Sem pistas para praticar, o skatistas novamente invadiram as ruas e passaram a usar obstáculos - bancos, corrimões, escadas - em suas manobras. Surgia o street, na década de 1980, modalidade que até hoje tem o maior número de praticantes, com cerca de 15 mil só no Brasil. Ao mesmo tempo, a falta de incentivos levou muitos skatistas a construírem suas próprias pistas em casa, como half pipes de madeira para a prática do skate vertical. O ápice das construções veio no começo dos anos 2000, quando o americano Danny Way criou a mega rampa, a maior pista de skate do mundo. Além de existirem diversos campeonatos pontuais para cada modalidade, os mais importantes são os X Games, organizados pela ESPN desde 1995, e a Copa do Mundo de Skate (WCS). E, atualmente, a possibilidade de o esporte ser incluído nas Olimpíadas de Tóquio de 2020 anima muitos skatistas. A resposta final deve vir pouco antes do início das Olimpíadas do Rio de Janeiro, que ocorrem em agosto deste ano. 9


SAIBA MAIS SOBRE O PROJETO SOCIAL QUE ESTÁ FAZENDO A CABEÇA DA MOLECADA!! 10


“Não tem mágica. Tem força de vontade. Se o trabalho das comunidades for depender de política, etc, a coisa não anda. Somos independentes, e skate é isso, liberdade, é voar. Como dizia o Chorão: 'Os homens podem falar, mas os anjos podem voar.'”

Em 2014 conversamos com Testinha e haviam algumas previsões positivas, mas nada muito concreto para o futuro da Social Skate: “A missão continua a mesma, na raça e na mão... Temos que continuar, afinal os problemas que assolam a nossa comunidade não esperam para prejudicar a vida das crianças e jovens, e eles dependem de nós como alternativa a isso." Depois de quase duas décadas dedicados aos trabalhos sociais, Sandro Testinha, tem o orgulho de poder divulgar a nova fase da ONG Social Skate. E as mudanças já começaram na ONG Social Skate. As aulas que só aconteciam aos sábados já estão, a mais de uma semana, funcionando diariamente. Essa mudança proporcionou a abertura de 200 novas vagas para as crianças de Poá e região, além das 100 já atendidas, para participarem das atividades culturais e esportivas oferecidas.

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“Agradeço a todos que já nos ajudaram de alguma forma e gostaria que estivessem aqui conosco nesse momento especial para o Social Skate.” 12


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Não importa se você é do skate ou não, provavelmente você já deve ter ouvido falar do trabalho inspirador da ONG Social Skate, encabeçada pelo skatista e ativista social Sandro Testinha e a pedagoga Leila Vieira. Mesmo que este projeto já tenha sido homenageado diversas vezes, inclusive pelo conceituado prêmio Trip Transformadores (2013), a Ong Social Skate sempre dependeu de doações e da ajuda de voluntários.

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“É o momento de comemorar depois de 18 anos dedicados aos trabalhos sociais com skate é a primeira vez que conseguimos recursos para realizar nossas ações”

Sandro Testinha, idealizador da Ong.

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ano de 2000. Onze anos e mais de 1.200 jovens atendidos depois, Testinha deixou para trás o ambiente murado, mas não sua ferramenta de ensino. Criou em Poá, no extremo leste da Grande São Paulo, onde vive, a ONG Social Skate e o projeto Manobra do Bem, por meio dos quais promove a inserção social de crianças das redondezas.

A cada final de semana, ele oferece café da manhã, lanche da tarde e aulas de skate para mais de 50 crianças e adolescentes de sua cidade natal. Com o apoio da mulher, a pedagoga Leila Vieira, a formação cultural e educacional dos jovens também cresce junto com as manhas nas rodinhas. Além das aulas de equilíbrio sobre a pranchinha, oficinas de grafite e artesanato e atividades de dança de rua, a ONG acompanha o rendimento na escola dos participantes.

SANDRO ’TESTINHA’ SOARES

O skatista que ensina as manobras da vida Companheiro inseparável do skate desde os 14 anos de idade, Sandro Soares aprendeu com a pranchinha a cair e a se levantar, a corrigir seu posicionamento e a tentar de novo até conseguir acertar. Lição aprendida, lição compartilhada. Com esse aprendizado, Sandro transformou o skate em ferramenta de inclusão social. Se o que Testinha, como é conhecido, tinha a ensinar era como superar os tombos que a vida dá, sua primeira escola não podia ser mais adequada: seus primeiros alunos foram os internos da Fundação Casa, a antiga Febem, no 16

"Não tem mágica. Tem força de vontade. Se o trabalho das comunidades for depender de política, etc, a coisa não anda. Somos independentes, e skate é isso, liberdade, é voar." Sandro Testinha é o maior fã dos Transformadores. Conhece o projeto desde a primeira edição, se identifica com cada homenageado e sempre teve a vontade de ser um deles. Com três anos de sua ONG Social Skate e o projeto Manobra do Bem ele chegou onde sabia que chegaria graças a sua dedicação. Mas sua história com trabalhos sociais é mais antiga. Depois de mais de uma década trabalhando na Fundação Casa em um projeto social ensinando skate para os internos, ele se viu sem chão. Estava desempregado e pior do que isso: sem o poder de transformar a vida dos jovens. Um poder que ele valoriza demais e tinha


aprendido há muito tempo seu valor. "O trabalho de prevenção é mais barato e muito mais eficaz. Evita o contato com a coisa negativa, como costumo dizer" Testinha começou a se importar com o social quando foi em um evento de amigos na Fundação quando ainda se chamava Febem. “Nós descobrimos esse evento de skate na unidade Tatuapé, conhecida pela violência e rebeliões, e entramos de penetra. Lá dentro percebi que as crianças que estavam lá vinham de um lugar muito parecido com o meu. A diferença é que eu tive a oportunidade de conhecer a cultura do skate. Eu pensei que tinha que dar essa oportunidade pra eles”, diz. Ensinar skate fez Testinha aprender coisas novas. O que ele chama de maior aprendizado de sua vida foi ter a noção de que o trabalho na Fundação Casa era maravilhoso, mas não funcionava tão bem. Ajudar as crianças a se reintegrar com a sociedade era ótimo, muito legal, mas por que não trabalhar pra evitar que elas saíssem dela? “O trabalho de prevenção é mais barato e muito mais eficaz. Evita o contato com a coisa negativa, como costumo dizer. A influência da criminalidade e da promiscuidade são coisas que tiram a parte lúdica da infância, a inocência da brincadeira”.

são necessários. Hoje você tem uma entidade firme que vai lutar por editais ou tem algum projeto bancado com patrocínio. Isso desestimula porque tudo parece muito difícil. Aqui nós tentamos obter novas maneiras de obter os recursos”. Testinha arriscou um caminho. Para um cara com sua experiência, um cara que andou com Bob Burnquist e viu Sandro Dias ganhar o primeiro campeonato profissional, ele tinha uma rede de amigos e contatos fiel. “Meus recursos são minhas amizade, meus contatos”. E assim ele conseguiu mais rampas, mais skates, fazer camisetas para o projeto. As redes sociais são outro veículo que Testinha usa sempre. “Não tem mágica. Tem força de vontade. Se o trabalho das comunidades for depender de política, etc, a coisa não anda. Somos independentes, e skate é isso, liberdade, é voar. Como dizia o Chorão: 'Os homens podem falar, mas os anjos podem voar.'”

Depois de um mês terrível desempregado e triste, uma escolinha de surf de um amigo que Testinha viu na praia o fez conectar as ideias. Era hora de fazer o tal trabalho de prevenção. Ele não tinha perdido seu poder. E assim, uma semana depois, ele já estava na rua com uma rampa e um skate trabalhando. Era o começo de uma nova fase. Como dar aula só com um skate? Testinha não ligava para esse questionamento que alguns faziam. Ele pôs o projeto na rua e queria ver no que ia dar. “Recursos 17


LetĂ­cia Bufoni "Eu quero mostrar que as mulheres podem andar de skate e ter uma vida normal, sem preconceitos" "Corra atrĂĄs dos seus sonhos e nunca desista!"

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A skatista Leticia Bufoni vem sendo cotada por diversos especialistas para subir ao pódio quando a modalidade estrear nos Jogos Olímpicos, em Tóquio, em 2020. A atleta de 24 anos pratica a modalidade desde os nove anos e teve de superar muitas barreiras para atingir o alto nível no esporte radical. “Nos meus primeiros anos no skate sofri muito preconceito, principalmente no início, que andava só na rua e não era boa ainda. As pessoas me chamavam de Maria João, Maria Homem, Sapatão, então sofri muito preconceito. Falavam que lugar de mulher era na cozinha, não em cima do skate. Eu era a única menina no meio de dez moleques”, conta. Até mesmo em casa ela era vista com desconfiança, mas isso mudou com a persistência da garota. “No começo meu pai não apoiava e até chegou a cortar meu skate com uma serra Makita. Mas ele viu que eu não iria desistir e passou a me apoiar. Hoje minha família é fã do skate, pois o esporte trouxe muita felicidade para mim e minha família. Agora consigo viver do skate, moro na Califórnia, viajo o mundo, então pude realizar meus sonhos.”

Leticia Bufoni conquista o mundo em cima do skate e sonha alto

Atleta supera preconceito, ganha títulos mundiais e é a esperança do Brasil em Tóquio, quando o esporte radical vai estrear na Olimpíada 20

O skate vai fazer sua estreia olímpica em 2020 e isso terá um impacto significativo na modalidade, que era vista antes muito mais como um estilo de vida e agora entrou no seleto programa esportivo dos Jogos. A tendência é que esteja presente na versão street, especialidade de Leticia, e no vertical, em ambas no masculino e feminino.


No street, o atleta percorre uma pista que simula os obstáculos que são encontrados nas ruas. O skatista, assim, usa um repertório de manobras para ganhar pontos. “Ninguém sabe como vai ser o lance do uniforme, do julgamento, então são alguns pontos para acertar. Mas tudo indica que será um sucesso”, diz Leticia, considerada a atleta mais vitoriosa do skate na história e sedenta por novos títulos.

A atleta sabe que disputar uma Olimpíada é atingir o ápice na carreira. “É meu sonho estar nos Jogos de Tóquio, representar o Brasil e ganhar uma medalha olímpica. Estou fazendo de tudo para que eu chegue lá e possa competir muito bem, mas sei que ainda tem muito chão pela frente. O skate é um esporte que machuca bastante, então não tem como planejar 100%”, explica a atleta. Desde que o skate entrou para o programa olímpico, o impacto foi muito grande no meio, principalmente para as mulheres, que contam com menos eventos internacionais que

os homens. “Acredito que neste ano vai mudar bastante e devemos ter mais etapas do Mundial. Estou vendo grandes marcas de carros, bebidas, sapatos e roupas investindo no skate e montando equipes já pensando na Olimpíada. É legal ver isso. Acho que só vai melhorar e os próximos anos prometem.” Leticia consegue viver do esporte e tem a vida que escolheu. Possui bons patrocínios, é agenciada pela Go4it, empresa que trabalha com atletas como Gabriel Medina, Thiago Silva e Daniel Alves, e costuma fazer trabalho também para revistas de moda e beleza. “Uma skatista profissional precisa cuidar do corpo. Eu tento ser vaidosa ao máximo, também faço coisas fora do skate, como fotos para revista de fitness ou como modelo. No esporte eu fico suada, caio no chão, fico ralada, machucada, mas quando faço essas outras coisas eu estou maquiada, bonita, super diferente. Gostei de fazer, mas sei que tudo isso é fruto do meu trabalho no skate”, comenta. Leticia sabe que precisa se cuidar para não ter grandes lesões, principalmente por causa das competições e não apenas por vaidade. “Eu amo minhas cicatrizes, não escondo nenhuma, pois elas mostram que realmente amo o que eu faço”, afirma a paulistana da zona leste, que é referência feminina no skate. Conta com três medalhas de ouro nos X-Games e foi quatro vezes campeã Mundial de Street Skate (2010, 2011, 2012 e 2013), entre outros feitos. Em 2017, foi prata na Liga Mundial. 21


Letícia Bufoni é Ouro no X-Games 2018

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Skateboard O que é O Skateboard, também chamado simplesmente de skate, é uma atividade esportiva em que uma pessoa (skatista) faz manobras sobre um skate. O skate é uma prancha de madeira (shape) com quatro rodinhas de borracha ou material similar.

Onde foi criado O skateboard foi criado em Los Angeles (Califórnia, Estados Unidos) no começo da década de 1960. Foi criado por surfistas que queriam reproduzir as manobras do surfe nas ruas. Por isso, criaram o skate e o esporte.

Benefícios da prática O skateboard foi criado em Los Angeles (Califórnia, Estados Unidos) no começo da década de 1960. Foi criado por surfistas que queriam reproduzir as manobras do surfe nas ruas. Por isso, criaram o skate e o esporte.

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Onde e como é praticado É praticado nas ruas ou em pistas de skate. Existem três modalidades principais: street (praticado nas ruas das cidades), freestyle (skatista faz várias manobras no chão) e vertical (praticado em pista em formato da letra U).

Principais regras: Fazer manobras radicais (quanto mais difícil é a manobra, mais pontuação ganha o skatista). Ficar em cima do skate, evitando quedas. Usar equipamentos de segurança (protetores para o corpo). É de fundamental importância o uso destes equipamentos, pois ocorrem muitas quedas durante a prática deste esporte radical.

Você sabia? É comemorado em 21 de junho o Dia Mundial do Skate.

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TÊNIS DE SKATE COM ESTILO E CONFORTO É NIKE SB! 26


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Skate Life - Skateboard Magazine  

Trabalho de faculdade. UNISO - Universidade de Sorocaba Guilherme Rodrigues - RA: 93268

Skate Life - Skateboard Magazine  

Trabalho de faculdade. UNISO - Universidade de Sorocaba Guilherme Rodrigues - RA: 93268

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