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Jornal Escolar

Edição Nº 14 Março 2014

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14.º SEMINÁRIO ESCXEL NO AGRUPAMENTO VERDE HORIZONTE

SEMANA DA LEITURA

CARNAVAL

ASSEMBLEIA

FUTURÁLIA


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Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Professor José António Almeida, Diretor do Agrupamento

EDITORIAL Afirmação pela diferença, Qualidade das ideias e ações e... Muito trabalho!!!

Como é do conhecimento de todos, Mação tem‐se afirmado em termos regionais e nacionais nas mais variadas áreas, tendo a educação acompanhado essa tendência. Praticamente todas as estruturas educativas do país ou já vieram a Mação ou conhecem o que vamos fazendo por cá. Nos últimos tempos tivemos cá o

Senhor Ministro da Educação, o Diretor Geral dos Estabelecimentos Escolares, o Diretor Geral da Administração Educativa, muitos Diretores de Serviços Regionais e muitos Diretores de Agrupamentos de Escolas. Já começa a ser habitual aparecermos em projetos de referência, quer de dimensão nacional quer internacional; tivemos, por exemplo, a oportunidade de integrar uma comitiva de dez diretores à Alemanha onde pudemos confrontar as nossas ideias com aquilo que se pensa e faz num dos países mais desenvolvidos do mundo; Integrámos o projeto de formação de quadros para Timor, tendo Mação assumido, neste projeto em particular, um grande protagonismo recebendo todos os intervenientes para, em conjunto com o Senhor Ministro da Educação, discutir as mais valias de todo o projeto. A escolha de Mação não foi por razões geográficas dado que era a escola mais distante de Lisboa a integrar o projeto; houve certamente algum reconhecimento, alguma confiança na nossa capacidade

organizativa. Nos últimos dias também tivemos oportunidade de organizar o Seminário da Rede de Escolas de Excelência trazendo até Mação diretores, mediadores e professores de muitos pontos do país. Parece óbvio que o objetivo de afirmação de Mação no panorama educativo está a ser plenamente atingido. Outro objetivo, que nos tem acompanhado desde o início, é criar dinâmicas internas de sucesso; nos últimos tempos ancorados no projeto Aluno 100% temos dado passos decisivos rumo a uma organização, com monitorizações contínuas, que nos vão levar, estou convicto, a resultados interessantes em termos académicos. Está em fase de preparação o passo decisivo, eventualmente o mais arriscado, rumo à dimensão que todos pretendemos; estamos a preparar o nosso contrato de autonomia. Também ancorado no projeto aluno 100%, vamos solicitar ao MEC que acredite em nós e nos deixe trabalhar com as nossa diferenças. Tentaremos levar a negociação desse contrato o mais longe possível em termos de autonomia porque

temos confiança nas nossas capacidades. Nada disto seria possível se não estivéssemos rodeados de gente fantástica na dedicação, na competência e na motivação. O Conselho Geral tem dado todo o conforto, inspiração e motivação; o Conselho Pedagógico não se tem furtado a procurar soluções mais ou menos inovadoras, mais ou menos criativas para caminhar de forma sólida rumo ao sucesso; os professores têm tido a inteligência de saber distinguir que uma coisa é o descontentamento com algumas, discutíveis, decisões do governo, outra é o brio profissional… e nós temos tido a sorte de ter connosco profissionais briosos e competentes; os Assistentes Técnicos e Operacionais têm feito um grande esforço para acompanhar esta dinâmica coletiva. Temos ainda uma quantidade de parceiros dos quais se destaca a Câmara Municipal de Mação, que se desdobram em esforços para que nada falte. Obrigado e parabéns a todos. Professor José António Almeida

A equipa do jornal "Horizontes" agradece o contributo de todos e deseja‐vos uma Páscoa feliz!

Ficha técnica Horizontes n.º 14 ‐ março 2014 Coordenação ‐ Anabela Ferreira ‐ Luísa Morgado ‐ Maria José Mendes ‐ Maria da Luz Faria

Reportér fotográfico ‐ José Gonçalves Redação ‐ Toda a comunidade escolar Projeto gráfico ‐ Ilídio Vicente

Este jornal foi elaborado com recurso exclusivo a software open source.

Scribus

GIMP


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Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

O MUNDO EM MAÇÃO

Eu sou uma chinesa que, por opção dos meus pais, vive cá, em Mação. A minha família é grande, mas eu não consigo ver quase todos os membros durante muito tempo, pois a maioria está na China e alguns estão noutros países do estrangeiro. Em 2008, quando eu cheguei pela primeira vez a Portugal, achava tudo esquisito e tinha muita curiosidade, parece que o meu cérebro tinha cem mil perguntas acerca deste país diferente, pessoas de diferentes raças, diferentes costumes e a língua que não se percebia nada, mas pouco a pouco eu habituei‐me. No início, antes de ir à escola, eu pensei que deveria ser parecida com a escola da China, mas o que eu vi foi totalmente diferente: lá não nos levantávamos às 8 da manhã; as regras não são tão rigorosas aqui como na China (temos posições corporais obrigatórias quando se está dentro de uma sala de aula); aqui não levamos trabalhos de casa na hora de

“(...) as regras não são tão rigorosas aqui como na China (temos posições corporais obrigatórias quando se está dentro de uma sala de aula) (...)” almoço e os trabalhos de casa não são tantos; mas, em Portugal, em vez de dois períodos temos mais um período (três períodos);etc. Na verdade, a minha mãe, para eu e o meu irmão não nos esquecermos do mandarim, inscreveu‐nos e nós fomos estudar para a Escola Chinesa de Lisboa todos os sábados. Lá aprendo costumes, histórias dos antepassados, poemas, etc. Algumas coisas que eu aprendi: ‐Os poetas chineses são muitos, eu não os conheço a todos, mas o que eu gosto mais é o Li Bai, considerado o maior poeta romântico da dinastia Tang, e a obra dele “Poésies de

Uma paisagem chinesa

l'Époque des Thang”. ‐Na China, existem muitas festas, entre elas, a maior é a do Ano Novo Chinês. Num dia antes do Ano Novo Chinês, as crianças compram fogos de artifício para brincar à noite depois da passagem do ano, ao jantar comemos várias comidas típicas chinesas e cada um dos adultos dá às crianças 100¥ (RMB) ou mais e à Imagem fornecida por Xu Biying e Xu Bichen

Portugal ou China?

Imagem fornecida por Xu Biying e Xu Bichen

A China é um país enorme, situado a cerca de 9000 km de Portugal...

A minha família que está em Portugal

noite nós ainda temos o Shou Sui (é quando os membros da família ficam acordados durante toda a noite, após o jantar de reunião, para receber um novo ano), além disso, os adultos ainda telefonam aos familiares e aos amigos para os cumprimentarem e para lhes desejarem um Bom Ano Novo e, no dia seguinte, as crianças vestem roupas novas para dizer que é um novo ano. Para concluir, ainda posso dizer que muitas pessoas me perguntam se eu gosto mais da China ou de Portugal e eu ficava sempre...sem saber o que responder, mas agora, ao refletir, penso que eu gosto dos dois. Em Portugal há muitas comidas, há as que eu gosto, mas não é como na China, onde há as que eu adoro. Na China, eu raramente via o arco‐íris, mas aqui, quase sempre depois da chuva, o vejo. Trabalho elaborado por: Xu Biying 7ºA e Xu Bichen 10ºA


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Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

ENGENHARIAS

CATÁSTROFES

O porquê das Engenharias

CATÁSTROFES NATURAIS

Ligo a televisão, leio um livro, como o meu almoço ou ando de comboio. O que tudo isto tem em comum? Todos têm a intervenção de uma engenharia. A palavra Engenharia tem origem no latim “ingenium” que significa “engenho”, associado à habilidade de resolver problemas, sendo que o conceito existe desde a antiguidade, com a invenção da roda e da alavanca. As áreas da engenharia são muitas e diversas, como Química, do Ambiente, Mecânica, Eletrotécnica, Informática, Civil, Agronómica, Florestal, Naval , dos Materiais, Geológica e Minas ou Geográfica. No seu conjunto têm uma grande importância no dia a dia das pessoas, proporcionando uma melhor qualidade de vida e muita influência no futuro do planeta. A engenharia está presente em quase todos os gestos e tarefas que fazemos. O simples ato de abrir uma torneira envolveu o desenvolvimento de um equipamento – a torneira ‐ e de um processo – aberta ou fechada, bem como a maneira como a água chega até à torneira. Foi também preciso avaliar os materiais que constituem a torneira (que não contaminem a água por exemplo) e desenvolver moldes e máquinas para a sua produção. Terá sido ainda necessário recorrer aos processos de reciclagem de metais (ou extração de minério) para obter o material da torneira. Uff! o que uma simples torneira precisa! Pois… E a engenharia esteve presente em todas as etapas.

As catástrofes naturais são ocorrências que acontecem sem intervenção do ser humano. São exemplos: incêndios, secas, sismos, erupções vulcânicas, inundações e tempestades. No nosso distrito é frequente ocorrerem dois tipos de catástrofes naturais: incêndios e inundações. Um incêndio pode ter origem natural, através de raios e de temperaturas excessivas, associadas a baixo teor de humidade e ventos mais ou menos fortes. Nos últimos anos, tem havido um aumento de incêndios florestais provocados pela ação humana. Estes incêndios ocorrem por negligência (cigarros lançados na floresta, lixo e vidros deixados nos terrenos florestais, queimadas feitas em épocas de maior calor) ou intencionalmente. Os incêndios provocam perdas humanas, danos ambientais e prejuízos económicos. Esta catástrofe provoca a destruição dos ecossistemas florestais, sendo a comunidade clímax devastada, levando a que haja uma sucessão

Fonte: Wikimedia Commons

requisitos. A principal tarefa do engenheiro é identificar, compreender e interpretar os constrangimentos de um projeto, de modo a produzir o resultado esperado mas sem descurar outros aspetos que podem estar associadas, por exemplo, as limitações em termos físicos, criativos, técnicos ou de recursos disponíveis, a flexibilidade para permitir modificações e adições futuras, além de fatores como os custos, a segurança, a atratividade comercial, a funcionalidade e a suportabilidade. Através da compreensão dos constrangimentos, os engenheiros obtêm as especificações para os limites dentro dos quais um objeto ou sistema viável pode ser produzido e operado.

Texto coletivo do 8ºA, Ciências Naturais, turno 1, Orientação: Professora Helena Aparício Antunes

Fonte: Wikimedia Commons

Esta peça foi, certamente, desenhada por um engenheiro

ecológica secundária, em que as populações antes existentes são substituídas por outras. Este tipo de sucessão demora vários anos a atingir novo equilíbrio. As inundações resultam de tempestades ou da invasão das águas que saem do leito de rios ou ribeiros. Quando a água cobre terrenos, normalmente secos, diz‐se que há uma inundação. Podemos verificar que, no nosso distrito, as terras que inundam são aquelas que ficam perto dos rios Tejo e Zêzere. Abrantes, Rossio ao Sul do Tejo, Constância e Reguengo do Alviela são exemplos de localidades muitas vezes afetadas por inundações. Durante as inundações, há destruição de vegetação e perda de alguns animais, cortes de estradas e destruição de habitações devido à submersão dos terrenos. No entanto, as inundações também ajudam a criar solos férteis. Muitas das consequências das catástrofes naturais são agravadas pela ação humana.

Apesar de inicialmente um engenheiro se formar normalmente numa especialidade específica, ao longo da sua carreira, na maioria dos casos, irá tornar‐se polivalente, penetrando com o seu trabalho em diferentes áreas da engenharia.

Os incêndios florestais são catástrofes infelizmente comuns

Fonte: Wikimedia Commons

CATÁSTROFES NATURAIS DE ORIGEM ANTRÓPICA

A engenharia permite, entre outras coisas, criar sistema mecânicos complexos

São os engenheiros que desenvolvem a engenharia ao resolverem problemas práticos através da aplicação das diversas áreas da ciência. Se existirem opções múltiplas, os engenheiros pesam as diferentes escolhas de projeto com base nos seus méritos e escolhem a solução que melhor corresponda aos

Recorrendo a modelos, técnicas e com o conhecimento das ciências é possível assim à engenharia resolver problemas e satisfazer as necessidades humanas, num processo cíclico que se repete constantemente. Professora Luísa Gonçalves

Muitas vezes os humanos intervêm no meio ambiente provocando desequilíbrios nos ecossistemas. Por exemplo, ao poluir as águas (poluição hídrica), o ar (poluição atmosférica), os solos e subsolos. Existem várias fontes de poluição hídrica: efluentes domésticos e industriais, lixiviação de resíduos, agricultura e derrames de petróleo. Na agricultura, os agricultores, utilizam pesticidas e herbicidas, que se infiltram no solo e podem, por lixiviação, atingir os lençóis de água subterrânea, afetando assim o meio hídrico. Estas águas não podem ser consumidas, pois estão contaminadas e podem provocar doenças nos seres humanos, animais e plantas. Na poluição atmosférica existem também diversas fontes de poluição, como por exemplo, as fábricas, os meios de transporte, os incêndios, a queima de resíduos, libertando gases tóxicos para a atmosfera (CO2, CO, S, N, Cl e CH4). O dióxido de carbono e o monóxido

de carbono são gases que contribuem para o efeito de estufa. Este fenómeno resulta da acumulação daqueles gases na atmosfera aumentando a temperatura da superfície do planeta Terra. Estes gases derivam da queima de combustíveis fósseis (carvão, petróleo e gás natural) nas fábricas e meios de transporte, principalmente. As consequências do efeito de estufa são as seguintes: degelo nas regiões polares, aumento do nível médio das águas do mar, alterações climáticas, extinção de espécies e aumento da quantidade de pragas e epidemias. Para prevenir o efeito de estufa devemos reduzir a emissão de gases responsáveis por este efeito, substituindo os combustíveis fósseis por energias renováveis (energia solar, eólica e hídrica) e utilizar mais os meios de transporte públicos. Texto coletivo do 8ºA, Ciências Naturais, turno 2, Orientação: Professora Helena Aparício Antunes


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Activités de Français Club de Français en Activité Le quatre février, le Club de Français a fêté La Chandeleur, la Fête des Chandelles. En France, les français célèbrent cette fête avec la confection de très bonnes crêpes qu’ils mangent avec la famille et les amis, le deux février. Pour faire la décoration de la salle de l’élève, nous avons fait des tresses et des fleurs tricolores (bleu, blanc et rouges). Nous avons fait aussi des affiches et des travaux sur la Chandeleur. Il y avait des crêpes à différentes garnitures: de la confiture, du miel, de la crème chantilly et du chocolat. Les crêpes au chocolat étaient délicieux! Il y avait aussi du Milk‐shake. Le Club de Français remercie bien au professeur et chef de cuisine Rosa Almeida et à tous les élèves et professeurs qui nous on aidé. C’était une belle et inoubliable

Foto: Clube de Francês

La Fête de La Chandeleur à l’école: un vrai succès

Français...

journée où on a aussi écouté de la belle musique française! C’était vraiment chouette! Les élèves du club de français (8è B) et le Prof. Clara Neves

O Dia Internacional da Língua Materna é comemorado a 21 de fevereiro e foi proclamado pela UNESCO em 17 de novembro de 1999. Foi reconhecido formalmente pela Assembleia Geral das Nações Unidas, que estabelece 2008 como o ano Internacional das Línguas. O dia é comemorado anualmente pelos estados membros da UNESCO e nas suas matrizes para promover o multilinguismo e a diversidade linguística e cultural. O dia Internacional da Língua Materna teve origem no Dia do Movimento da Língua, que é comemorado no Bangladesh (anteriormente Paquistão Oriental) desde 1952.

Día de los Enamorados en Nuestro Instituto El día 14 de febrero fue el día de los enamorados. Puesto esto, en nuestro instituto el Atelier de Español, con ayuda de los alumnos de la asignatura, hicieron actividades relacionadas con este día. Por la mañana, hubo ventas de productos alusivos al día y también dulces que rellenaron la boca y los corazones de los novios. También hubo un original cambio

Uma moldura portuguesa...

Na escola sede do nosso Agrupamento, os alunos escreveram frases alusivas à língua materna que foram selecionadas e copiadas para uma moldura que esteve no átrio da secretaria. Agradecimentos a todos os que deram o seu contributo para recordarmos o valor da nossa língua, vetor importantíssimo da nossa identidade. Professora Anabela Ferreira

de corazones con mensajes románticos o de amistad. Cada uno hacía un corazón y ofrecía mitad a su amante. Por la mañana e inicio de la tarde, en el salón de los alumnos, hubo karaoke, donde los corazones enamorados pudieron declarar sus sentimientos o entonces sólo divertirse cantando canciones románticas españolas. En conclusión, ¡nuestro Instituto respiró el amor en el Día de los Enamorados! Amélia Silva e Maria Leonor Bento ‐ 9ºA

était devenu un magnifique jardin pour les amoureux. Sur chaque pétale avait aussi des petits messages très beaux et colorés. Et comme l’amour est si doux, on a vendu des beaux et délicieux cupcakes! C’était génial!

Foto: Clube de Francês

Les élèves du club de français (8è B) et le Prof. Clara Neves

Clube de Francês

SuperTmatik de Francês Cumprindo a tradição, realizou‐ se o Campeonato Supertmatik de Francês na nossa escola. Apurados o campeão e vice‐campeão por turma, procedeu‐se, quando necessário, à final interturmas da qual saíram os vencedores nesta fase escolar que jogarão na grande final nacional. 7º ano Campeão: Clara Silva Minhoto Vice‐campeão: Leandro Filipe Rodrigues Dias 8º ano

Dia Internacional da Língua Materna

Día de los Enamorados

La Saint Valentin Le 14 février, les élèves de Français ont commémoré la grande fête des amoureux à l’école avec une belle exposition où des petits cœurs bleus à messages et pensées d’amour entouraient la magnifique Tour Eiffel. Il y avait des fleurs partout: on dirait que l’atrium du pavillon A

Língua Materna

Campeão: Raquel Fernandes da Costa Heitor Parente Vice‐campeão: Matilde Ladeira Matias 9º ano Campeão: Milton Filipe Cruz Silva Vice‐campeão: Daniela Filipa Martins Parabéns a todos os participantes e boa sorte para os nossos representantes a nível nacional!

O karaoke foi animado

Saint Patrick’s Day No dia 17 de março, os alunos do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte comemoraram o Dia de São Patrício, santo padroeiro da Irlanda. Na Irlanda este dia é feriado nacional. Os Irlandeses celebram‐no com desfiles nas ruas ostentando elementos que simbolizam a Irlanda e São Patrício. Nos pubs Irlandeses podem encontrar‐se bebidas verdes que fazem as delícias de todos. Na escola, o dia foi lembrado com um almoço na cantina escolar sendo a

ementa tipicamente britânica – “Vegetable Soup, Fish and Chips and Apple Pie”, com uma exposição de trabalhos realizados pelos alunos e um Concurso de Chapéus que teve uma grande adesão por parte dos participantes. Os alunos também puderam usufruir dos serviços de manicura numa parceria com o Gabinete de Estética do Agrupamento ou ainda trazer uma peça de roupa ou acessório de cor verde fazendo deste dia um dia diferente! Andreia Bessa e Helena Lopes, 12º B

Professora Anabela Ferreira Alunos em plena celebração de St Patrick

Chapéus há muitos


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VISITAS DE ESTUDO JULGAMENTO NO TRIBUNAL DE MAÇÃO O tribunal é um lugar público, portanto qualquer pessoa pode entrar e assistir a um julgamento. Apenas nos casos mais mediáticos existe alguma dificuldade para entrar por causa da afluência de público. Assim, no dia 13 de março, as turmas A do 10º e do 11º de Línguas e Humanidades e Ciências Socioeconómicas deslocaram‐se ao Tribunal de Mação, no intuito de assistir a uma audiência de julgamento. Nesta visita, simpaticamente recebidos, foi possível perceber o funcionamento de uma sala de audiências: os seus trâmites, os diferentes atores judiciários, os lugares que cada um deles ocupa na sala de julgamento, as “vestes” que identificam cada um, o modo como se processa a defesa e a acusação do arguido(a). A observação de um julgamento abriu uma outra perspetiva sobre a noção de justiça e de como se processam os atos que socialmente são condenáveis na sua vertente formal e material. Neste julgamento, estiveram envolvidos a juíza, o advogado de defesa e a procuradora do ministério público. Ficamos a saber que o local onde o acusado de senta se chama “Teia” e que o “traje” do Juiz/Juíza se chama “Beca”. Esta experiência foi extremamente enriquecedora pela oportunidade de perceber que a capacidade de argumentação e a capacidade de persuasão são dois elementos importantes para a que o juiz acredite nos nossos factos. Por fim, congratulo as Professoras Maria José Cavaco e Luísa Morgado pela excelente ideia em proporcionar‐nos esta atividade. Leonardo Martins ‐11ºA

"OS MAIAS"

Fernando Pessoa sempre na "Casa Havaneza", mesmo ao lado d'"A Brasileira"

No âmbito da disciplina de Português, foi realizada no dia 12 de março, para todos os 11º anos, uma visita de estudo a Sintra e Lisboa tendo como enquadramento a obra “Os Maias” de Eça de Queirós. Deste modo, pretendeu‐se com esta visita, assistir à peça de teatro no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra, durante o período da manhã e efetuar o percurso queirosiano lisboeta, integrado na obra, durante a tarde. Pelas 10.30 horas começou o teatro. Os amores incestuosos de Carlos da Maia e Maria Eduarda decorrem numa Lisboa repleta de personagens realistas, envolvendo os protagonistas e o seu destino trágico. A presente versão dramatúrgica consiste na condensação dramática dos principais momentos, conflitos, personagens e acontecimentos da obra “Os Maias”, de Eça de Queirós, captando a essência estruturante da obra literária, traduzida para a linguagem cénica num espetáculo que harmoniza os atores em palco, o filme e a música. Mas aquela curiosidade que tinha / tenho para ver como eram as personagens que Eça de Queirós tinha criado não ficou saciada. Porventura só ficará em setembro de 2014 quando estrear, no circuito comercial, o filme “Os Maias” com realização de João Botelho e cenários do pintor João Queirós. Terminada a atuação, deslocámo‐nos até ao centro da vila de Sintra, passeámos pelas ruas e comprámos lembranças no comércio tradicional, bem como as famosas queijadas e travesseiros típicos da “Piriquita”, uma pastelaria e casa de chá, referida também na obra literária de Eça. Na verdade, e falo por mim, a única coisa que lamentaria no meu regresso de Sintra era ter a mesma lamentação de Cruges: “‐ Com mil raios! ‐ exclamou de repente o Cruges, saltando de dentro da manta, com um berro que emudeceu o poeta, fez voltar Carlos na almofada, assustou o trintanário. O break parara, todos o olhavam suspensos; e, no vasto silêncio da

charneca, sob a paz do luar, Cruges, sucumbindo, exclamou: ‐ Esqueceram‐me as queijadas!” Depois do almoço e do “IC 19”, visitámos a Lisboa Queirosiana, percorremos os espaços onde se cruzam a fantasia e a realidade. Começamos no Cais de Sodré, antigo Largo dos Irmãos Sodré, onde ficava o Hotel Central, ponto de encontros e desencontros, de chegada e partida de navios. Subindo a Rua do Alecrim, bem conhecida das personagens queirosianas, encontramos, à esquerda, a réplica da estátua de Eça de Queirós (a verdadeira está no Museu da Cidade no Campo Grande) e da sua musa.

O autor de "Os Maias"

«Sobre a nudez crua da verdade, o manto diáfano da fantasia» «A Relíquia” de Eça de Queirós Subimos em direção ao Chiado. À esquerda, e passando pelo Largo de Camões, marcado pela “estátua triste de Camões”, entra‐se no Largo do Loreto, onde Carlos, após os seus 10 anos de Paris, reencontra a mesma mornidão e o mesmo marasmo. Tomámos a Rua da Misericórdia

e seguimos até ao Miradouro de São Pedro de Alcântara. Descemos a Rua Nova da Trindade, observámos o exterior do Teatro da Trindade, palco do célebre sarau repleto de clichés e mau gosto e eis‐nos no Largo Ribeiro Chiado. No Chiado, ponto de encontro de artistas, intelectuais e jornalistas, estão os locais de convívio: a “Bertrand”, a “Casa Havanesa” e “A Brasileira”. Descendo a Rua Garrett, encontramos, à direita, a Rua Ivens, antiga Rua de S. Francisco, e Grémio Literário. Ao fundo desta rua ficava a casa que a mãe do Cruges alugou a Maria Eduarda e onde irrompeu a paixão entre Carlos e Maria Eduarda. Voltando à Rua Garrett, e virando à direita, entramos na Rua do Carmo e por fim o Rossio. Aqui, no Rossio, Praça D. Pedro IV, Eça viveu no nº 26, 1º andar e foi aqui que situou o luxuoso consultório de Carlos. Este é também um dos percursos do desencantado passeio final de Carlos e Ega. O capítulo final de “Os Maias” menciona a demolição do Passeio Público, em cujo lugar se construíra um obelisco, atual Praça dos Restauradores e se rasgara “a larga avenida”, mais tarde batizada como Avenida da Liberdade. Um percurso carregado de simbolismo, onde diariamente passam milhares de pessoas que desconhecem algumas das histórias que estes lugares encerram. As viagens de ida e de regresso decorreram sem notas de reparo e os objetivos foram plenamente alcançados. Do meu ponto de vista, atendendo que a obra em destaque é estruturante no programa da disciplina, considero a visita bastante benéfica na medida em que pudemos aprofundar e assimilar alguns conhecimentos que, apesar de já terem sido tratados em sala de aula, se tornam mais reais e mais claros quando observados diretamente. Agradeço deste modo às professoras Anabela Ferreira, Isabel André e Clara Neves pela iniciativa. Leonardo Martins, 11º A


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Futuros apresentadores?

Le 14 janvier, les classes de 8ème A et B sont allées à Lisbonne avec leurs professeurs de portugais, français et anglais, pour visiter le musée et les studios de RTP 1. Nous sommes partis de l’école vers huit heures en autobus. Pendant le voyage, nous avons bavardé, écouté de la musique et parlé avec nos copains et nos professeurs. La visite a commencé à dix heures, au musée. Nous avons vu de vieux appareils de radio et de télévision, des microphones, des tourne‐disques et un

A "equipa" no estúdio

phonographe. Le guide était amusant et agréable. Nous avons déjeuné à « Pizza Hut  », avec nos amis. Au Centre Commercial, nous avons vu les boutiques et on a aussi acheté des petits trucs. Aux studios de RTP, où les assistants, les opérateurs et les journalistes préparaient les émissions, nous avons assisté à l’enregistrement du journal télévisé. Nous avons appris beaucoup de choses sur le fonctionnement de la télévision. Vers dix –huit heures, nous sommes arrivés à Mação. Nous avons surtout aimé l’enregistrement d’un fait divers et d’une interview que nous avons préparée, dans un studio virtuel. C’était formidable, amusant et surprenant. À notre avis, cette visite d’étude a été très importante, car elle nous a permis d’apprendre plus de choses sur les medias.

IMIGRAÇÃO ILEGAL E DIREITOS HUMANOS As questões relacionadas com a imigração ilegal chegaram ao topo das prioridades da agenda europeia. Estima‐se que haverá entre três a cinco milhões de imigrantes ilegais no território da União Europeia. Hoje em dia a imigração ilegal está mais forte do que nunca. As pessoas que se sujeitam a esta prática desumana, geralmente pobres oriundos de países do norte de África, as quais nadam dezenas de quilómetros, ou fazem‐se transportar em embarcações sem as mínimas condições de alimentação, higiene e de navegabilidade, pagando avultadas quantias a grupos de crime organizado, esperando chegar com vida, o que nem sempre acontece, aos países do sul da Europa, nomeadamente Malta, Itália e também ao sul de Espanha em busca de uma vida melhor. Estes imigrantes indocumentados, considerados ilegais pela União Europeia, estão teoricamente proibidos de entrar em países membros do espaço da união. Não obstante,

Les élèves de 8ème B et le professeur Clara Neves

Idosos

Imagem encontrada na internet...

Terceira idade em risco Existem muitas injustiças neste mundo e o nosso país não é exceção… mas quem sofre de mais injustiças são os idosos, pois são pessoas que, por serem de mais idade, são ignoradas pela maior parte da população e por vezes até por parte dos próprios familiares. Estes sofrem de injustiças variadas, como por exemplo: trabalham uma vida inteira e recebem uma miserável reforma, precisam de serviços médicos e pagam demasiado e como se não bastasse não têm companhia para partilhar todas as experiências de vida pelas quais passaram. Para estas injustiças serem resolvidas

arriscam uma travessia inglória e que em muitos casos os leva à morte. Por fim, muitos deles são resgatados com vida, pelas patrulhas de vigilância, embora fracos e doentes, para logo depois serem repatriados para os seus países de origem. Estas pessoas, consideradas persona non grata pelos países que integram o espaço europeu, vindas de países onde a pobreza é a nota dominante e a preocupação pela subsistência é uma constante diária, deveriam ter, no meu ponto de vista, direito à vida, mas sobretudo mais dignidade no seu tratamento. É lamentável que em pleno século XXI, a solidariedade não se pratique ao mais alto nível e não se discuta em consciência aspetos essenciais à vida humana, quer seja no espaço da união ou fora dele. Deste modo, urge criar sistemas de entre ajuda para que esta situação se resolva, no mais curto espaço de tempo, a bem de europeus e de não europeus. A humanidade agradece! Leonardo Martins, 11º A

Imagem encontrada na internet...

Une Journée aux studios de RTP 1

bastava que toda a população lhes ligasse e tentasse ajudar todos os idosos que lhes são próximos, nem que fosse para lhes fazer companhia e ouvir uma das suas histórias ou então levá‐los a uma consulta, pois estes têm que pagar o transporte para se deslocarem para um hospital. A todos os leitores apelo que pensem um pouco mais em todos os que nos rodeiam, mas, em particular, nos idosos, pois muitas das coisas que existem atualmente e de que nós temos conhecimento foram eles que nos ensinaram e que nos motivaram a conseguir, não é por acaso que as nossas mães sabem cozinhar e tratar de uma família. Cláudia Crispim, 11ºA


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Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

ESCRITA CRIATIVA ‐ Língua, gesto e tradições O Projeto de Turma do 7º A, designado “Língua, gesto e tradições”, numa parceria com o Museu de Mação, engloba uma componente de escrita criativa que consiste na seleção de excertos ao acaso de lendas e outros textos do património maçaense para com eles elaborar um texto original. Outros trabalhos, em escultura, pintura e fotografia, estão a ser realizados. Apresentamos o resultado de um grupo de trabalho. Histórias, mitos e lendas, crendices e rezas… Todos as conhecemos, mas será que são verdadeiras? “Foi notícia que andou de boca em boca e veio até nós, vinda dum passado ainda não muito distante, pelo que nos foi dito. Referimo‐nos à história contada de um ascendente da família conhecida pelo nome de «FRANCISQUITOS», do Monte Novo, da Ortiga, que foi lobisomem quando solteiro.”

A população começou por ser dois ou três casais com os filhos, a pouco e pouco foi aumentando até formar uma povoação. Porém, à noite a metamorfose ocorria e ouvia‐se pelos campos, na escuridão da noite, e entre os muros do casario os uivos do que se julgava ser um animal feroz. A própria situação económica familiar foi mudando e melhorando. A família passou de pobre a modesta e rapidamente a uma situação abastada. A casa aumentou, as terras dilataram‐se, as colheitas multiplicaram‐se e o jovem homem acabou por casar. Contudo, a esposa, Antónia, estava longe de ser uma pessoa bondosa. Em vez de repartir a sua sorte com os menos afortunados, era egoísta, cruel e vaidosa. Proibia a criada de dar os seus sobejos aos pobres. “A criada lembrava‐lhe então que seria mais agradável a Deus dar os sobejos aos infelizes que nunca comem nada que lhes alegre o coração, por serem pobres e nada possuírem; mas a senhora, que nem uma sede de água mataria nunca a um pobre, por tudo lhe parecer pouco para ela, respondia sempre: «Não quero que dês aos pobres aquilo de que necessito para engordar os que me hão de encher a salgadeira! Eu como carne dos meus cevados e não como carne dos pobres!»” Lenda “O cão negro” de Francisco Serrano, do livro Elementos históricos e etnográficos de Mação, recolhida por Gonçalo Maia.

A mulher era má porque não tinha tido mãe, mas sim madrasta, que por sua vez também era má. Ela recordava muitas vezes o seu passado e uma história que lhe contavam: “Em certa terra morreu uma mulher que na hora extrema chamara dois filhos que tinha, ainda meninos, os quais educara na Lei de Deus, e disse‐lhes: ‐ Como ides ficar sem mãe da terra encomendo‐vos à Mãe do Céu, e aconselho‐ ‐vos a que, quando estiverdes em qualquer aflição imploreis a proteção de Nossa Senhora,

Lenda da Ortiga recolhida por Maria Eduarda.

Homem que tinha duas caras, homem de dia e lobisomem à noite, assim que as doze badaladas estivessem completas. De dia era um homem de família, trabalhador, que com a força dos seus braços conseguiu fixar uma população. “O esforço de um homem, a sua tenacidade no trabalho e a sua honradez, aliados aos seus costumes patriarcais, cheios de bondade, puramente cristãos, fizeram surgir daqueles terrenos áridos e incultos, quase desprezados, a florescente povoação que ali se patenteia.” Excerto de Francisco Serrano, Elementos históricos e etnográficos de Mação, cujo título é: “Um homem feliz”, recolhido por Tiago Fernandes.

dizendo sempre; «Valha‐nos a Virgem Maria Nossa Senhora!»” Lenda “ À madrasta, o nome lhe basta” de Francisco Serrano, do livro Elementos históricos e etnográficos de Mação, recolhida por Diogo Alves.

Antónia recordava‐se com frequência desta história. Uma certa noite, Antónia, com dores na cabeça, ergueu‐se da sua cama quentinha, e dando pela ausência do seu marido foi até ao pátio. Era uma noite gelada de inverno. Contudo, bastante clara porque o céu limpo permitia observar uma belíssima, luminosa e plena lua cheia que irradiava uma claridade esplendorosa e que permitia alcançar todo o pátio. De seguida, ouviram‐se, ao longe, as badaladas certeiras do sino da torre da igreja na aldeia. Logo depois, a vegetação estremeceu e por de trás da agitação, vislumbrou uma sombra crescente que projetou um uivo aterrador. Antónia estremeceu e depois ficou imóvel como se fosse uma estátua de pedra. Caminhou em direção ao local onde ouvira o horrível som e confrontou‐se com uma horrenda criatura que bruscamente a atacou agarrando‐a e empurrando‐a contra um muro do pátio. De novo imobilizada, caiu ao chão e de imediato exclamou: ‐“Valha‐nos a virgem Maria, nossa Senhora.” De súbito, o monstro afastou‐se e fugiu, mas já não era o monstro que fugia, era o seu marido que no instante em que ela pronunciara tais palavras se metamorfoseara de novo, desta vez na sua forma humana. Num estado de choque e com muitos gritos, Antónia chamou a criada que logo acorreu. Esta ajudou a patroa e espalhou a notícia por toda a aldeia. Esta história passou de geração em geração. E, apesar de se dizer que o homem‐lobo, como passaram a designá‐lo desde então, tinha um tesouro escondido nas terras da sua quinta, ninguém nunca se aproximou do local. As crianças, nas suas brincadeiras, cantavam sempre alegremente a seguinte quadra: “Tanto medo lhes meteram Para os afugentar Ali estaria a riqueza Que a lenda manda falar” . In Penhascoso‐ Mação e seu concelho (15.06.85, Cremildo Tomás), recolhido por Maria Margarida.


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O Beijo da Palavrinha

Era uma vez uma menina que nunca tinha visto o mar. A menina chamava‐se Maria Poeirinha. A menina e a sua família eram pobres, eles viviam numa aldeia interior e acreditavam que o rio que passava ali não tinha fim, nem foz. A menina tinha um irmão chamado Zeca Zonzo, que tinha sempre a cabeça no ar. Um dia, o Tio Jaime Litorâneo veio visitá‐los e achou grave que nunca tivessem visto o mar. Ele achou isso porque pensava que o mar tinha poderes curativos. Certo dia a Maria adoeceu gravemente, o tio achou que deviam levar a menina até ao mar, para se curar. Mas a menina já estava muito fraca e a viagem foi impossível. Então o irmão escreveu a palavra mar, numa folha para que a mana pudesse conhecer o mar. Por fim, Maria Poeirinha já não aguentava mais e acabou por morrer.

FILOSOFIA PARA CRIANÇAS No dia 13 de março, uma quinta‐ feira, fomos surpreendidos por uma ideia ‐ estiveram presentes dois professores noruegueses a dar uma espécie de uma aula, um workshop que nos ajudou a pensar mais e facilmente conseguindo fazer com que nós pudéssemos apresentar mais e melhor os nossos argumentos. Naquele momento, estavam presentes muitos professores, alguns fotógrafos para retratar o mesmo e os elementos da direção. Antes do professor norueguês começar a questionar‐nos acerca do assunto, veio Pedro Cura, o “Andakatu” do museu de Mação, que recriou uma arte rupestre que representava um veado, depois utilizou a tinta que antes tinha feito à base de óxido de ferro, de ovo e de água, para reproduzir uma mão de um dos alunos presentes na sala (a nossa colega Jéssica disponibilizou‐se para exercer essa tarefa). Depois o professor norueguês, com a ajuda da pintura feita por Pedro

Cura, fez‐nos uma pergunta que era: “Gostam dos museus?”. Respondemos todos “sim”. Adiante, o mais engraçado, pelo menos que nós achássemos todos, foi o facto de ele falar em inglês, pois para nós é difícil de o compreender. Falou‐nos um pouco, ou melhor, fez‐nos pensar em várias questões (entre as quais umas que nos fizeram rir) que ele próprio nos fez, para podermos argumentar. Os nossos argumentos iam todos no mesmo sentido: os museus são importantes para o ser humano e devem ser preservados. Para concluir, podemos afirmar que, para além de não nos rirmos de uma determinada coisa, podemos achá‐la divertida, o que aconteceu com o caso deste worshop. Adorámos conhecer novas pessoas,

Rede de Escolas de Excelência O projeto Escxel ‐ Rede de Escolas de Excelência, associa 29 agrupamentos, pertencentes a oito munícipios e o centro de investigação CESNOVA ‐ Centro de Estudos de Sociologia da Universidade Nova.

Mação. Na quinta‐feira, dia 20, foi preparada uma receção aos participantes que se deslocavam de mais longe, tendo constado de um jantar no Restaurante Pedagógico do Agrupamento. A sessão de abertura realizou‐se, no

POEMA Direitos Humanos

O Homem sente‐se ameaçado… A miséria, a fome e a guerra Neste mundo sem saída Destroem toda a terra. Há crianças sem escola Sem direito à educação No entanto, enfrentam a guerra Cheios de ódio no coração. Um dos direitos do homem É dar a sua opinião Sem ninguém lhe tirar A sua liberdade de expressão!!! Poema coletivo – CEF ‐1A

novas opiniões, mas sobretudo novas línguas. Marta Mousaco, Tiago Fernandes e Xu Biying ‐ 7º A

14.º SEMINÁRIO ESCXEL

Mafalda Antunes Veríssimo Mac 6, 4º ano

Todo o homem tem direito a ser feliz Tem direito a construir a sua família Com saudade e alegria Vivendo o seu dia a dia.

Todos queriam participar

120 participantes, de 8 concelhos, deslocaram‐se ao nosso Agrupamento

O projeto pretende promover, de forma sustentada, processos escolares de maior qualidade. Além da produção e divulgação de estudos, dinamização de ações de formação e publicação de artigos científicos, a rede organiza também, anualmente, três seminários para troca de experiências e partilha de ideias entre os membros do projeto. O nosso agrupamento associou‐se, no presente ano letivo, à rede Escxel,tendo‐se desde logo disponibilizado para organizar um seminário. Assim, o XIV Seminário ESCXEL realizou‐se no Agrupamento Verde Horizonte, no dia 21 de março, subordinado ao tema: Projetos Educativos face aos desafios colocados pelos Novos Agrupamentos. A organização deste Seminário esteve a cargo do professor Ilídio Vicente, mediador do Projeto na Escola de

dia 21, no auditório da escola sede, que se revelou pequeno para acolher os 120 participantes, oriundos das Escolas dos distintos concelhos que integram o Projeto: Constância, Vila de Rei, Oeiras, Amadora, Castelo Branco, Loulé, Batalha e, é claro, Mação.O evento contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal — Dr. Vasco Estrela; Diretor do Agrupamento

— Dr. José António Almeida; Coordenador do Projeto ESCXEL — Professor Doutor David Justino e com o Diretor Geral dos Estabelecimentos Escolares, Dr. José Alberto Duarte. O programa da manhã iniciou‐se com uma conferência plenária proferida pelo Professor Doutor David Justino, no âmbito do tema do Seminário, seguindo‐se um espaço para debate de ideias entre os participantes. O coffee‐break foi servido pelos alunos do 2º ano do Curso Profissional Técnico de Restauração. A concluir o período da manhã, foram dinamizados três workshops: «Conhecer e atuar sobre uma Nova Realidade»; «Construção de Identidade» e «Processos de Monitorização e Avaliação». O almoço foi servido no Restaurante Pedagógico do Agrupamento, tendo envolvido todos os chefes e alunos dos Cursos de Cozinha e Restauração. No período da tarde, uma vez mais foi aberto um espaço de debate para troca de ideias. Lançaram‐se ainda as sementes para o tema do próximo seminário a realizar em Loulé. Professora Rufina Costa, Professor Ilídio Vicente

Os alunos dos cursos de Cozinha e Restauração fizeram um excelente trabalho


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COMEMORAÇÃO DOS 12 ANOS DA C.P.C.J. DE MAÇÃO No passado dia 14 de março realizou‐se o 12º aniversário da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) do concelho de Mação. O evento foi comemorado com um seminário intitulado: “Sementes de Felicidade – Ontem, Hoje e Amanhã”, contando como oradora a Drª Catarina Rivero, tendo decorrido no Auditório do Centro Cultural Elvino Pereira. A assistir à palestra esteve cerca de uma centena de pessoas de todas as faixas etárias e com as profissões mais variadas. O tema é delicado e o ser humano tem o hábito de nunca estar contente com o que é e com o que constrói, isto é, não valoriza as suas realizações e conquistas. Essa mentalidade tem que ser contrariada aos poucos, por isso devemos acreditar que ontem é passado, hoje é uma dádiva, por isso se chama presente e amanhã é futuro. Para refletirmos um pouco: O ALFABETO DA FELICIDADE “(A): É muito difícil definir a FELICIDADE, esse bem tão desejável. No entanto, podemos falar sobre ela, expondo diferentes ângulos pelos quais pode ser vista, apreciada e compreendida. Assim, podemos afirmar, por exemplo, que a felicidade está presente quando não somos obrigados a fazer o que não queremos. O simples facto de termos de engolir o que não queremos nos torna infelizes, não é verdade? Outro exemplo: as coisas complicadas raramente trazem felicidade; ela é mais

facilmente encontrada nas coisas simples. (B): A felicidade não se permite ser egoísta. Quando verdadeira, ela quer espalhar‐se, contaminar tudo à sua volta. Ela quer doar‐se! Nesse sentido, é uma riqueza que a todos quer enriquecer. (C): Não existe felicidade completa. Quando compreendemos e aceitamos esse facto, ficamos mais sábios, passando a saborear melhor cada gota de felicidade proporcionada pelo nosso destino e pelos nossos esforços. (D): A felicidade tem de ser procurada ativamente. Se ficarmos passivamente à espera de alguém ou de algum facto que nos traga felicidade, veremos que ela nunca chegará. Ao contrário, é muito provável que a tristeza chegue antes. (E): A felicidade é uma graça exigente, pois requer inteligência, energia, atenção e empenho. Só quando esses requisitos estiverem presentes, se poderá aproximar de nós. (F): Ser gentil traz felicidade, pois é uma atitude pertencente à família do AMOR. (G): A felicidade é uma árvore cujas raízes estão dentro de nós mesmos; apenas as suas folhas dependem das coisas exteriores. (H): Por incrível que pareça, o facto de termos sido infelizes permite‐nos apreciar melhor a felicidade. (I): A verdadeira felicidade está em ficarmos livres de preocupações, emoções negativas e desejos incontroláveis.

(J): Os deuses criaram‐nos para sentirmos felicidade. Somos nós que fazemos de tudo para atrapalhar esse desígnio. (L): O descontrolado excesso de desejos é o maior inimigo da felicidade. (M): Ter bom coração traz‐nos como prémio a felicidade. (N): Beneficiar os outros atrai a Felicidade. (O): Ter felicidade é estar bem na cabeça, no coração e no corpo. (P): Quando, de alguma forma, proporcionamos felicidade, tornamo‐nos felizes. (R): A felicidade é um pássaro fugaz e, por isso, não devemos tentar prendê‐lo; podemos apenas admirar a sua beleza. (S): Quem souber suportar o sofrimento com dignidade e nobreza chamará a si a felicidade. (T): A felicidade ama quem procura sinceramente ser sábio, honesto e justo. (U): Felicidade é estar bem na própria pele. (V): Viver prisioneiro do egocentrismo é a maior das infelicidades. Ser capaz de sair dele, mesmo que por instantes, já é felicidade. (X): Para um coração habitado pela felicidade, tudo é festa. Para um coração habitado pela raiva e pela mágoa, nem a melhor das vidas tem graça. (Z): A felicidade faz dos desprovidos milionários.” Professora Camila Fernandes – C.P.C.J. de Mação


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Eleições europeias: Desta vez é diferente? Em 25 de maio de 2014, vão realizar‐se as eleições para o Parlamento Europeu, em Portugal, e o lema desta vez é diferente: "Agir, Reagir, Decidir". O Parlamento Europeu é a única instituição da UE eleita por sufrágio direto e universal, sendo o único órgão diretamente eleito da UE e uma das maiores assembleias democráticas do mundo. É constituída atualmente por 766 deputados (que passarão a 751 nas próximas eleições) e representa cerca de 500 milhões de cidadãos. Portugal vai eleger 21 deputados, (perdeu um com a entrada da Croácia, como 28.º estado‐membro da União), com mandatos de cinco anos, agrupados, não por nacionalidades, mas por grupos políticos europeus, segundo a respetiva afinidade ideológica. O órgão trabalha nas 24 línguas oficiais da UE. Os trabalhos são divididos entre três localidades. Os deputados europeus reúnem‐se em sessão plenária, uma vez por mês, em Estrasburgo onde se encontra a sede do Parlamento Europeu; realiza igualmente sessões

plenárias suplementares em Bruxelas, conhecidas por “miniplenários ” por decorrerem apenas durante dois meios‐ dias. Em Bruxelas, além dos ‘miniplenários’, reúnem‐se as comissões parlamentares. No Luxemburgo estão estabelecidos os serviços administrativos da instituição. Tradicionalmente, as eleições para o Parlamento Europeu eram encaradas como eleições de segunda, por contraposição às suas congéneres nacionais. Os eleitores oscilavam, frequentemente, entre a ilusão de punir certas políticas nacionais e a indiferença, traduzida numa significativa abstenção, perante uma instituição europeia que consideravam, ainda que erroneamente, como desprovida de poderes de decisão e incapaz de lidar com problemas nacionais. Segundo a campanha de informação do Parlamento Europeu, as eleições que se avizinham são diferentes, uma vez que os seus poderes foram reforçados a partir de Dezembro de 2009. Com o

Tratado de Lisboa, o Parlamento Europeu viu ampliados os seus poderes legislativos, exercidos em conjunto com o Conselho, e reforçadas as suas competências orçamentais. Além disso, foi consolidado o seu papel fundamental na eleição do Presidente da Comissão Europeia, dado que os resultados das eleições para o Parlamento Europeu passaram a estar diretamente ligados à escolha do candidato à presidência da Comissão, órgão executivo da União. Os candidatos às restantes pastas da Comissão serão também submetidos a um rigoroso processo de confirmação parlamentar antes de poderem assumir funções. Assim, as eleições de 2014 serão diferentes? A resposta parece que terá de ser afirmativa. Não só há um reforço significativo dos poderes do Parlamento Europeu, como os temas europeus estão no centro das notícias. Neste momento, com a crise, o desemprego e a troika, a Europa está na agenda dos estados, ainda que nem sempre pelos melhores

motivos. Os resultados das próximas eleições serão diferentes dos anteriores? Persistem algumas dúvidas. Se a verdadeira salvaguarda da democracia é, parafraseando Franklin D. Roosevelt, um eleitorado informado, a verdade é que essa tarefa não tem sido suficientemente assumida, nomeadamente pelos estados‐membros, existindo o risco de se aprofundar o fosso entre os cidadãos e a União Europeia em cuja construção deveriam ativamente participar, designadamente através das eleições de 2014. Equipa Clube Europeu

A ASSEMBLEIA MUNICIPAL VEIO À ESCOLA A Assembleia Municipal é um órgão importante para a realização do bom funcionamento do município, tendo uma função de natureza deliberativa. A realização das assembleias municipais na sede do Agrupamento de escolas, já pelo terceiro ano consecutivo, é uma

iniciativa louvável e com ganhos para os alunos, pois dá‐lhes uma visão sob a forma como são apresentados/ discutidos/resolvidos os vários assuntos e problemas do concelho de Mação. Desta forma, os alunos têm também oportunidade de colocar

Depois de uma assembleia, é preciso repor as energias

As sessões da assembleia na escola são autênticas aulas de democracia...

questões relativas às suas aldeias, de assuntos que desejam ver resolvidos. Resumindo, pensamos que deveriam de existir mais iniciativas deste género para os alunos, tratando‐se de um exercício importante em termos

de cidadania ativa, contribuindo para a formação de cidadãos mais conscientes, não só em termos dos seus direitos, mas também dos seus deveres. Ana Ambrósio, Helena Lopes, Rodrigo Alves ‐ 12º B – Marketing


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CARNAVAL No dia 28 de fevereiro de 2014, os alunos, professores e auxiliares da escola EB de Mação fizeram o baile da pinhata e o desfile de Carnaval. Como se deve reutilizar, utilizámos os fatos que vestimos no “Hino da Fruta”. O baile da pinhata foi divertido, porque estávamos quase todos mascarados. Quando a música parou, todos puxaram as fitas das pinhatas e lá de dentro caíram bombons. No fim, houve arroz doce para todos. À tarde, desfilámos com os fatos do “Hino da Fruta”, pelas ruas de Mação. As professoras iam com turbantes de fruta na cabeça e pareciam a “ Cármen Miranda”. O desfile foi importante, porque transmitimos a todos que devemos comer mais fruta, pois é muito saudável. E assim acabou este maravilhoso dia. O carnaval é divertido Podemos brincar O carnaval é concebido Para nos podermos mascarar. O carnaval foi engraçado Passámos o dia a rir Nós mascarámo‐nos Para nos divertir Trabalho de grupo turma Mac 6: Bruno Rodrigues; Joana Silva; José Gueifão; Mafalda Veríssimo e Saúl Santos.

NA FUTURÁLIA 2014 (artigo na pág. 15)


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NOTÍCIAS DA EB E JI DE MAÇÃO A EB e JI de Mação promoveram a leitura ao longo da “Semana da Leitura”, que decorreu de 3 a 7 de Fevereiro de 2014. Houve bastante empenho de todos os intervenientes e colaboradores que contribuíram para que esta iniciativa fosse um êxito. Realçamos a vinda do escritor José Fanha, que interagiu de uma forma divertida com todos os alunos, desde os mais pequenos aos mais graúdos. A esta iniciativa associaram‐se muitos contadores de histórias, tendo todos eles estado no seu melhor, sabendo atrair a atenção dos alunos e despertando‐lhes a curiosidade, interesse e gosto pela leitura. Turma Mac5‐ 4ºano

SEMANA DA LEITURA

FREI FERNANDO

(artigo na pág. 19)

(artigo na pág. 19)

LA CHANDELEUR ‐ CRÊPES

RESTAURANTE PEDAGÓGICO

(artigo na pág. 5)

Os nossos alunos dos cursos de Cozinha e Restauração continuaram a marcar presença em várias atividades desenvolvidas no Agrupamento, como a Assembleia Municipal (pág. 11) e o Seminário Escxel (pág. 9) tendo mesmo merecido um convite para participar na Futurália (pág. 15). Mas o importante, é manter o equilíbrio...


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FIGURAS HISTÓRICAS DO CONCELHO DE MAÇÃO António Lino Neto António Lino Neto, um católico entre a Monarquia e a República empenhado na regeneração da Igreja e de Portugal Nasceu em Mação, (1873‐1961) frequentou o seminário de Portalegre e estudou Direito em Coimbra, entre 1894 e 1899. Iniciou a sua colaboração jornalística no Distrito de Portalegre, periódico dirigido por Frederico Laranjo, um dirigente do Partido Progressista, importante

pioneiro da História e da teoria económica em Portugal. As suas intervenções públicas no início do século XX traçam, como resposta ao sentimento de decadência causado pelo Ultimato de 1890, uma regeneração nacional assente em três pilares: uma revitalização da Igreja Católica através de uma melhor formação do clero; uma reforma económica baseada no ressurgimento da

agricultura; uma reforma da administração pública mediante a descentralização e uma transferência de poderes para os municípios. A regeneração do clero é defendida em diversos artigos de jornal. As outras vertentes regenerativas são objeto de livros: A Questão Agrária, de 1908, e  A Questão Administrativa (o Municipalismo em Portugal), de 1911. (continua na página seguinte)

UM POUCO DA MINHA TERRA LENDAS DE CÁ ‐ APARIÇÃO NA CABEÇA GORDA

Queixoperra

Assim a lenda o dizia Serra da Feiteira a formar pois quem a descobrir sete anos a vai lograr.

Queixoperra, integrada no concelho de Mação, é uma das aldeias que mantém viva a cultura rural da Beira. A origem do nome remonta ao século XII, quando estas Terras eram administradas por uma senhora de nome Queixa‐Perra, uma judia com grande poder na zona. Localizada numa pequena e soalheira encosta, a aldeia é caracterizada pelas paisagens naturais deslumbrantes, onde se destacam as quedas de água e os campos floridos, e pela tranquilidade que só a terra nos pode proporcionar. Sem grandes monumentos ou lápides para visitar, as gentes de Queixoperra

Já tiveste um milagre e ninguém se apareceu quando na Cabeça Gorda Aquela santa apareceu

Mação

Penhascoso tu divides o Ribatejo das Beiras algumas lendas antigas talvez sejam verdadeiras. (...)

Vista por três inocentes com o seu arco a rolar, tantas certezas nos deram sem ninguém acreditar. Fortemente interrogados por pessoas bem formadas tantas perguntas fizeram nunca saíram erradas As crianças ameaçadas com injúrias sem igual mesmo assim só se sentiam satisfeitas no local Junto ao pinheiro fizeram uma varanda também para adorar a Senhora como fosse sua mãe Tanto medo lhes meteram para os afugentar ali estaria a riqueza que a lenda manda falar Eram três inocentes com dez anos apenas os quais se chamavam Alexandre, Tomás e Canas Recolhida por: Maria Margarida

Se quer ter umas férias em paz e sossego nada melhor que visitar Mação. O nome Mação pode ter várias etimologias. A principal e a que tem mais credibilidade é a palavra manso‐ mansionis que deriva do latim e tem significado de residência, lugar ou sítio. Mação pertencia ao termo de Belver até lhe ser dado o primeiro foral de independência pela Rainha Santa Isabel. É uma zona rural que é caracterizada principalmente a nível histórico. É um local onde há muitas marcas antigas e variadíssimas a nível românico. Tem para lhe oferecer um extenso património. Na calma corrente do Rio Tejo, podemos ouvir e observar os peixes a saltar, podemos praticar desportos náuticos na barragem da Ortiga. Temos um imenso mato, onde se podem praticar desportos radicais e sentir o cheiro a natureza, pois essa é uma das vantagens de um espaço rural. Num passeio num plano mais alto, podemos observar montanhas e cascatas que dão lugar a piscinas naturais. Para um cuidado da pele e tratamento de doenças, pode usufruir da água da Ladeira, que fica na freguesia dos Envendos. Esta água tem

preferem receber as pessoas de forma calorosa abrindo‐lhes a porta de suas casas e partilhando com elas o que de melhor têm. É sem dúvida alguma um bom destino para visitar em família com o intuito de

conhecer as tradições rurais e as delícias gastronómicas, como as tigeladas ou as migas. Venha visitar‐nos, não se vai arrepender!

um efeito termal e ótimo para relaxar. Também para um verão relaxante e refrescante temos três praias fluviais, situadas em Cardigos, Carvoeiro e Ortiga, e piscinas municipais em Mação. A nível cultural foram encontradas presenças do Paleolítico sobretudo junto à ribeira das Boas Eiras e gravuras rupestres junto à Ribeira do Ocreza. Também somos um povo com muitos monumentos históricos como a Anta da Foz do Rio Frio (Ortiga), Castelo Velho do Caratão, Castelo de São Miguel (Amêndoa) e Ponta da Ladeira (Envendos). O nosso museu tem tudo isto para lhe mostrar e muito mais. Durante o verão existe um aglomerado de festas para se divertir a comer, a beber e a dançar com música ao vivo. Mas o património mais rico de Mação é a nível gastronómico. Nele podemos encontrar: enchidos, presunto, azeitonas, queijo de cabra e ovelha, cabrito assado em forno a lenha à moda de Mação, feijão de matança, bucho recheado, arroz de lampreia, sável na telha, achigã grelhado, sopa à pescador, ensopado de saboga, ensopado de enguias, migas, tigeladas de Cardigos, mel, bolo dos santos, bolo finto, torrados e as fofas de Mação mais conhecidas por cavacas. Mação é

conhecido como a catedral do presunto pelo seu ótimo sabor. Se quer sossego, visite Mação e disfrute do melhor que temos para si!

Mariana Silva, 11ºA

Joana Mousaco, 11º A


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Agrupamento de Escolas Verde Horizonte (continuação da página anterior)

Em 1908, António Lino Neto vai viver com a família para Lisboa e torna‐se professor catedrático do Instituto Industrial e Comercial de Lisboa. Como católico, empenha‐ se na organização dos Congressos das Agremiações Populares Católicas. Durante a Grande Guerra integra, como vogal, a Comissão para Assistência Religiosa em Campanha, de 1916 a 1918. Na República Nova de Sidónio Pais, António Lino Neto assume responsabilidade políticas de nível nacional, ao ser eleito pelo Centro Católico Português (CCP) para a câmara dos deputados, da qual será vice‐ presidente e presidente interino. É também vereador, com o pelouro das subsistências, da Câmara Municipal de Lisboa, de novembro de 1917 a 1918. Na república do pós‐Grande Guerra, António Lino Neto é eleito presidente do CCP, cargo que exercerá de 1919 a 1934. Em 1920 aparece nas bancas A União, o semanário oficial do CCP dirigido por António Lino Neto. A nova orientação do CCP afirma a prioridade da causa católica em relação à questão do regime, seguindo as diretrizes do episcopado e em coerência com o empenho do Papa Bento XV em fazer o  ralliement  com a República portuguesa. Esta atitude torna o CCP alvo do fogo cruzado entre republicanos laicistas, que querem repor a Lei da Separação do Estado e das Igrejas de 1911 na sua «pureza intangível», e monárquicos fiéis a D. Manuel II para quem os direitos da Igreja Católica só seriam defendidos com a restauração monárquica. Durante a ditadura militar, o CCP vai sendo desativado, apesar das expectativas que os centristas depositam na chegada de Salazar a ministro das Finanças em 1928. António Lino Neto defende a continuação do Centro Católico Português como ramo da Ação Católica para fazer «a política da Igreja», mas o Estado Novo entende que os católicos devem fazer política na União Nacional e Pio XI quer unir os católicos numa Ação Católica que cinja a sua atividade ao terreno social e religioso. Após demitir‐se de Presidente do CCP, em 1934, António Lino Neto regressa à vida académica e à advocacia. A partir de 1941 vai‐se desvinculando das suas diversas atividades profissionais para continuar a publicar em jornais católicos, como o homem de Igreja que foi toda a vida. Adaptado de http://www.snpcultura.org/antonio_l ino_neto_catolico_entre_monarquia_r epublica.html pela Professora Maria José Cavaco

NA FUTURÁLIA 2014 O pavilhão da FIL, no Parque das Nações, recebeu de 26 a 29 de março a 7.ª edição da Futurália; este evento tenta apresentar a mais completa oferta nacional e internacional nas áreas da educação/formação, direcionada a jovens estudantes.

O certame apresentou um vasto conjunto de iniciativas orientadas para os diferentes públicos da feira: professores/formadores, estudantes do ensino secundário e ensino superior. Para nós, Agrupamento de Escolas Verde Horizonte, foi uma feira especial; por convite da DGEstE fomos apresentar as nossas práticas no Ensino Profissional, mais propriamente no Curso de Hotelaria e Restauração. Seis alunos superiormente coordenados pelas formadoras Carla Martins e Bárbara Vieira deram uma lição na arte de bem servir, na elegância, no charme, no requinte. Tivemos ainda a possibilidade de

participar, com sucesso, nas conversas temáticas “Conversas à Mesa” onde pudemos contar com o senhor Presidente da Câmara Municipal de Mação e o senhor “Zé do Cantinho” como industrial do setor. Foi uma jornada plena de sucesso onde o Agrupamento Verde Horizonte e o Município de Mação deixaram a sua marca em patamares bastante elevados. Para se ficar com uma ideia da dimensão desta feira podemos dizer que, no ano passado, visitaram a Futurália mais de 54 mil visitantes; ao que parece este ano o número terá sido superior. Professor José António Almeida

DICAS SIMPLES CONTRA O DESPERDÍCIO EM CASA Com atitudes que qualquer um é capaz de colocar em prática, pode economizar energia, matéria‐prima, dinheiro e ainda ajuda a salvar o planeta! 1. Tome um banho dois minutos mais curto. Sem sentir a diferença, pode economizar 20 litros de água por duche. 2. Evite pré‐aquecer o forno por mais de 10 minutos. Se for assar ou grelhar durante cerca de uma hora, aliás, nem precisa pré‐aquecer. 3. Guarde sobras de alimentos em frascos de vidro, mais duráveis que os de plástico. 4. Tenha um filtro de água ‐ a qualidade é tão confiável, quanto nas versões engarrafadas. 5. Feche as cortinas quando o dia estiver muito quente

ou frio e economize no ventilador ou no aquecedor. 6. Tire os eletrodomésticos da tomada quando não os estiver a usar. A dica vale também para o carregador do telemóvel. 7. Compre pilhas recarregáveis: uma unidade recarregável vale por mil alcalinas. 8. Escolha a internet mais rápida sempre que possível. Assim, gasta menos tempo (e energia) para carregar um site. 9. Use os sacos de pão e embalagens de outros alimentos para colocar nos caixotes do lixo. 10. Reaproveite a água que sai da máquina de lavar. Já vem ensaboada e é ótima para esfregar a cozinha ou as casas de banho. Equipa do Clube Europeu


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Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

“Ataque ao castelo!”

Agrupamento Verde A coordenação do Clube Ecoescolas felicita os nossos alunos por acarinharem o programa, relembrando que temos este programa desde 2008 e que tal só foi possível com o apoio da Direção, Autarquia, Professores, Auxiliares e o imprescindível empenho dos alunos. Presentemente, abarcámos vários projetos e esperamos o empenho e/ou participação de toda a comunidade educativa, no que diz respeito a: ‐seleção de resíduos nos ecopontos distribuídos nos bares e salas de aula; ‐recolha de objetos fora de uso (roupas, calçado, brinquedos e material escolar), o recipiente está junto à cantina; ‐ atividade “geração depositrão” (equipamentos elétricos e/ou eletrónicos, pilhas e lâmpadas), o local de entrega é no bloco C; ‐recolha de tinteiros e toners, o local de recolha é junto à sala de professores; ‐ atividade criativa “sim, criar uma árvore dá frutos”; ‐feira de plantas aromáticas e/ou medicinais, a realizar no último dia de

aulas; ‐ atividades diversas dinamizadas nos últimos dois dias de aulas do 2º período. Relembramos que o principal objetivo do programa é garantir a participação das crianças e jovens na tomada de decisões, envolvendo‐os assim na construção de uma escola e de uma comunidade mais sustentáveis, mas para que tal aconteça toda a comunidade educativa deve estar envolvida. Saudações ecológicas. A coordenação do Ecoescolas

Carolina, 5.º A

Os castelos são fortalezas que foram construídas para proteger as povoações e situam‐se em lugares altos para melhor vigiar o ataque dos inimigos. Normalmente têm muralhas e várias torres e são feitos de pedra. Os castelos são construídos em locais estratégicos, ou seja bem localizados, onde se possa avistar o avanço dos exércitos inimigos. A exposição “Ataque ao castelo!” aconteceu na semana de 4 a 10 de fevereiro e foi importante para mostrar que os alunos adquiriram mais

conhecimentos e deram largas à imaginação na construção de castelos e das armas de guerra utilizadas durante o ataque a essa fortificação. Houve quem trouxesse castelos bastante criativos, uns com mais pormenores do que outros, mas todos aqueles que participaram demonstraram interesse por esta atividade. Esperemos que as turmas que vierem para o 5.º Ano, em setembro, façam castelos iguais ou até melhores! Vamos ver o que acontece... Manuel Estrela ‐ 5.ºC

Anaísa, 5.º C

DÁ‐LHE GÁS Na semana de 17 a 21 de março foi posta em prática uma estratégia de Marketing que se pôde ver nos corredores da escola, relativa ao Projeto "Dá‐lhe Gás", com o objetivo da sua divulgação. O que é o projeto "Dá‐lhe Gás"? O projeto visa o ensinamento da prática de canoagem à comunidade escolar. Compreende a realização de descidas no rio que irão ter início em meados de maio. Nos meses de março e abril vão decorrer

aulas de natação para os alunos que se queiram inscrever e não estejam muito à vontade nesta prática desportiva. Estão no terreno vários meios publicitários, mas também explicativos do projeto, como o site e a página do facebook. Para mais informações podem consultar a turma de Marketing ou os professores Cláudia Olhicas e Aquilino Neves, responsáveis pelo mesmo. Esperamos por ti! Inscreve‐te já. "Dá‐lhe Gás" – vem pagaiar connosco!! Ana, Catarina, Carlota e Helena ‐ 12º B ‐ Marketing


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Bonecos das Preocupações Sabiam que os bonecos das preocupações usam‐se na Guatemala, pelas crianças? Nós, os alunos da turma do 5ºC, pesquisamos e fizemos estes pequenos bonecos. Os bonecos podem ser feitos de muitas coisas, tais como tecidos, lã, algodão, cartão, tecido, etc..

Os bonecos das preocupações são muito importantes nesta região do planeta porque tem, frequentemente, sismos e vulcões ativos. Porque a imaginação é fértil… aqui está um grande passo rumo à felicidade, sem preocupações. Alunos da Turma C ‐5ºAno

Direitos dos Animais Animais em cativeiro: sim ou não? Os animais são seres vivos que necessitam de cuidados, atenção e amor. São seres que convivem com os seres humanos, o que não quer dizer que seja a função deles. Os animais não devem de estar fechados porque se este ato acontecer, estes podem‐se enraivar e ou ficar ciumentos e, presos, têm mais probabilidades de adoecer. Os animais não foram feitos para estarem presos, não gostávamos de estar no lugar deles, e até podem não sobreviver a esta situação ou podem ter atitudes mais agressivas para com as pessoas. Ao privá‐los da sua liberdade, podem sofrer sem necessidade, por isso devemos de nos manter por perto e evitar aprisiona‐los. É importante manter a segurança deles, uma boa saúde, uma

INCRÍVEL TORRE EIFFEL EM DOIS SEGUNDOS Esta semana, na torre Eiffel, em Paris, Calvin Hobbes um fugitivo de apenas 12 anos, concretizou um feito inacreditável; subiu a Torre Eiffel em apenas dois segundos. Calvin Hobbes estava a fugir à polícia, colocando a rua em grande aparato, quando sobe a Torre Eiffel em apenas dois segundos. Este feito, apesar de ter sido apanhado pela polícia, permitiu‐lhe bater um novo recorde do guiness. In O Incrível, 25‐03‐2013 ‐ João Martins, nº 8 8º A

AFINAL NÃO ESTAMOS SOZINHOS NO MUNDO! Ontem, pelas vinte e três horas, aterrou, na freguesia de Mouriscas, um objeto não identificado junto à capela de Nossa Senhora dos Matos. Quem viu diz que não há margem para dúvida, tudo aponta para que seja um ovni. Segundo o relato das pessoas que assistiram ao fenómeno, este permaneceu alguns minutos e abandonou o local a uma velocidade estonteante. Para provarem tudo isto, tiraram algumas fotografias a partir dos telemóveis, onde se podem ver os factos descritos. Já hoje chegaram a Portugal especialistas da NASA para fazerem pesquisas no terreno. In O Incrível, 25‐03‐2013 ‐ Matilde Matias, Nº 16, 8ºB

alimentação equilibrada e um local estável para que possam viver condignamente. Festinhas na cabeça, cócegas na barriga, mas sobretudo respeito e autoridade. Os animais não são objetos e muito menos brinquedos, são seres que têm direito à vida, à liberdade e à nossa atenção. Marta Mousaco, 7ºA


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Borras de Café A magia nas borras de café

A “cafeomancia”, arte divinatória em que se lê o futuro nas borras de café é muito usual entre os povos árabes. A lenda conta que sultões e odaliscas consultavam este oráculo, os primeiros para tomarem decisões importantes, as segundas para descobrirem quem seria a escolhida para desfrutar uma noite de paixão com o sultão. Para saber mais sobre o seu futuro através das borras de café deverá seguir as seguintes indicações corretamente, para que consiga obter as respostas corretas. Se quiser saber o seu futuro beba você a chávena de café, se quiser interpretar o destino de outra pessoa peça‐lhe que seja ela a beber este líquido. Siga as instruções: Coloque ao lume uma chávena de (chá) água, uma colher (sopa) de café em pó e duas colheres de (chá) açúcar. Vá mexendo com uma colher até que o líquido ferva e depois desligue o fogão. Logo de seguida, volte a levar este preparado ao lume, até voltar a ferver. Desligue então o lume despeje o café numa chávena e espere que arrefeça um pouco. Depois, enquanto bebe, pense em tudo aquilo que gostaria de saber sobre o seu futuro e concentre‐se para usar toda a sua intuição. Depois de beber todo o café leia o significado das borras. O que dizem as borras? As imagens formadas pelas borras de café “nas paredes” das chávenas referem‐se àquilo que vai acontecer no presente, as que são formadas no fundo representam o que poderá acontecer no futuro. As imagens e significados mais comuns: Árvore – O seu corpo e a sua mente precisam que cuide um pouco mais deles. Dê mais atenção à sua saúde. Banana – Chegou a hora de se declarar à pessoa amada. Círculo – A sua vida sentimental, bem como a profissional poderão sofrer grandes mudanças. Agarre com força todas as oportunidades que lhe surgirem. Coração – Avalie os prós e os contra de entrar de cabeça numa nova relação amorosa. Duas alianças – A sua harmonia familiar vai chegar mais cedo do que aquilo que pensa. Estrela – Conte com a sua intuição para encontrar as respostas de que precisa. Ferradura – Poderá inesperadamente ganhar um dinheiro extra. Fique atenta a todas as possibilidades. Linhas retas – O seu destino será bastante tranquilo até à velhice. Linhas paralelas – Tenha pensamento mais positivo sobre os seus negócios. Eles terão sucesso. Montanhas – É necessário mudar um pouco as suas atitudes para ser mais feliz. Ovo – A felicidade irradiará pela sua vida. Em casa a harmonia será total. Sol – A sua vida amorosa irá agora dar um passo à frente. Vela – Cuidado, pois a sua vida sentimental não vai pelo melhor caminho. Recolha: Professora Maria José Cavaco

ESTÉTICA DE PRIMAVERA Olá primavera! Seja bem‐vinda! Das quatro estações, a primavera é a mais bonita, porque colore a terra, perfuma o ar e contagia os corações sensíveis com a sua alegria. É, também, na primavera que as donas de casa fazem as limpezas mais profundas nos seus lares, permitindo a renovação do ar nas várias divisões da casa. À semelhança das limpezas na primavera, devemos não só, nesta época, mas ao longo de todo o ano, realizar várias esfoliações corporais para remover as células mortas. A esfoliação corporal… Para uma pele bonita, saudável e macia, a esfoliação corporal é um dos passos essenciais, já que irá remover as células mortas e estimular a renovação celular. Para uma pele visivelmente mais limpa e luminosa, aqui ficam algumas dicas para realizar uma esfoliação corporal e os seus benefícios.

Para fazer uma Esfoliação Corporal… É recomendável fazer uma esfoliação corporal semanalmente, ou a cada 15 dias, consoante a sensibilidade da pele. Ao optar pela esfoliação em casa, utiliza‐se um produto esfoliante próprio para o corpo (que contém microesferas mais grossas que as indicados para o rosto), podendo optar pelos produtos existentes no mercado ou por uma receita caseira. Depois do banho, ainda com a pele húmida, aplica‐se o produto esfoliante por todo o corpo, em movimentos circulares delicados e ascendentes. Incide‐se nas áreas mais problemáticas, como cotovelos, joelhos e calcanhares, com mais pressão, já que a pele é mais espessa. Para uma esfoliação mais profunda, pode utilizar‐se uma luva própria para esfoliação corporal.

Depois de tratar todo o corpo, à exceção do rosto, remove‐se o produto com água morna ou fria (para os mais corajosos). Benefícios da Esfoliação Corporal: Remove as células mortas da pele, deixando‐a limpa, bonita e purificada; Afina e suaviza a textura da pele; Atenua e uniformiza as imperfeições da superfície da pele; Ajuda a controlar a produção de sebo, nas peles oleosas; Ativa a circulação sanguínea e elimina toxinas; Promove uma melhor e mais fácil absorção dos cremes (hidratantes, anticelulíticos, refirmantes), já que os poros ficam desobstruídos.

Para preparar um esfoliante corporal caseiro… Sal e óleo de amêndoas doces: ‐ Duas colheres de sal grosso, de preferência marinho; ‐ Seis colheres de óleo de amêndoas doces; ‐ Mexer bem e aplicar nas áreas mais secas, passando, depois, às restantes partes do corpo; ‐ Massajar suavemente e remover com água morna. Professora Isabel Gonçalves


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SEMANA DA LEITURA

A SEMANA DA LEITURA escrevo‐a com letras maiúsculas não pela sua duração, mas sim pela qualidade e sucesso de todas as sessões que ocorreram nesta semana. Eu, como privilegiado por ter assistido a todas as sessões menos uma, sou da opinião que em todas as sessões realizadas existiu muita qualidade, empenho e até dedicação de todos os seus intervenientes, tenho pena sim que só tenha sido feito registo fotográfico e não em gravação de vídeo, para mais tarde recordar e que todo o corpo docente, alunos e funcionários não possam ter assistido a todas as sessões, mas não temos condições físicas para que tal aconteça. Ainda me lembro da última sessão em que o orador, passado hora e meia, e de ter tocado a campainha da escola me pergunta se é para acabar e

eu lhe digo que sim e ele responde‐me: ‐Ó professor Bento, mas eu ainda só falei na introdução. E eu respondi‐lhe: Deixe lá, não se preocupe para o próximo ano fala no desenvolvimento. Mais uma vez agradeço ao senhor Diretor e à sua direção, pelo empenho, participação e disponibilidade manifestada em toda a semana em que se realizou a Semana da Leitura assim como o apoio do Agrupamento de Português, docentes da escola sede e docentes do 1ºciclo e Jardim de Infância do agrupamento de escolas Verde Horizonte de Mação. Acabo com esta frase de uma das sessões proferida por Carlos Gueifão: «Ler é Bom». Professor António Bento

Frei Fernando Ventura Do pregador ao missionário Frei Fernando Ventura, frade da ordem dos Capuchinhos, missionário, escritor, professor… esteve presente no nosso Agrupamento na Semana da Leitura. Dinamizou uma das atividades destinadas ao ensino Secundário, realizando duas sessões, e trouxe‐nos muito. Trouxe, antes de mais, um momento de pausa e reflexão; trouxe uma experiência de vida múltipla e vastíssima; trouxe uma perspetiva realista do mundo que nos acolhe; trouxe uma postura ativa e um exemplo de cidadania ativa. Fê‐lo com uma simpatia excecional que nos levou a sentirmo‐nos, desde os primeiros minutos, à vontade e, além de tudo, revelou‐se um comunicador nato que sabe aliar na expressão oral aspetos da fonologia (voz, entoação, dicção, ritmo e expressividade) e aspetos paralinguísticos (com as técnicas mais utilizadas até ao nível da postura corporal e da movimentação e ou aproximação ao público, postura, mímica…) à correção (léxico, sintaxe e coesão) e à adequação contextual (adequação comunicativa, cooperação e cortesia e máximas conversacionais) aliada a uma execução brilhante ao nível da estrutura, coerência, pertinência e criatividade. Homem que numa semana pode estar no Vaticano, junto ao Papa Francisco, que admira, e na seguinte na Índia ou algures em África levando alimentos a crianças carenciadas. Partindo de relatórios internacionais, divulgados recentemente, que apontam para dados alarmantes e preocupantes – 90% da população é dona da riqueza de todo o mundo – ou de imagens (fotos e desenhos caricaturais) de realidades que são ponto de partida para reflexões profundas ou ainda de citações ‐“Por detrás de um sorriso estão os dentes”( de Confúcio), “Não é tempo de simpatias, mas de ações” referindo a “urgência de fazer diferente” refere que “vivemos entre dois abismos de solidão” – palavras que quase reconhecemos no nosso discurso – “ninguém nasce e morre por nós, entre estas duas balizas está o campo a que somos chamados para fazer a diferença para nós e para os outros”. Desengane‐se quem julga que faz a apologia de deixarmos as nossas vidas para partirmos para missões longínquas e ou arriscadas. Antes afirma: “Pode‐se fazer a diferença no patamar da nossa casa” e “Não temos que transformar o mundo, temos que transformar o nosso mundo”. Prega o livre arbítrio e considera que “Deus casou com todas as filosofias e posições.”. Considera que “Não

somos ilhas” e que “a revolução das pulgas” é possível “é preciso organizar as pulgas”, coloca o exemplo caricato da possibilidade ou não de as pulgas pararem um comboio. A plateia descrê e com um sorriso entre troça e incredulidade afirma a impossibilidade de tal ato, mas a explicação não se faz esperar: “Se muitas pulgas atacarem o maquinista, o comboio para.”. Claro que se identifica nesta parábola a mensagem – “A união faz a força.” Esta é igualmente a mensagem do título de um dos seus livros (“Somos pobres, mas somos muitos”) e das suas palavras na globalidade. Ensina‐nos a valorizar o que temos. Cita e recomenda leituras de D. António Ferreira Gomes e do professor Agostinho da Silva, que considera fontes inspiradoras. Alerta para as “prisões” psicológicas com frases como “qualquer estrutura política, social, desportiva, religiosa…que te proíba de pensar ou te diga que é pecado não presta” e acrescenta “as religiões matam”, aludindo ao fanatismo que grassa por vezes transformando amor em ódio e paz em discórdia e guerra – “o fanatismo mata” e “todas as religiões têm as mãos manchadas de sangue”. Dinamizador de um grupo de jovens que dançam (ALMA MATER ARTIS – “A alma é a mãe das artes”) tendo o espetáculo “Mama África” que estará em tournée de junho a agosto. Dinamizador de uma iniciativa, juntamente com professores, que ocupa os jovens nos seus tempos livres, ensinando‐os até, entre outras coisas, a costurar ou a fazer cup cakes, sendo as receitas originadas destinadas a abastecer o banco de leite para crianças de São Tomé e Príncipe. Dinamizador igualmente do projeto “Mundo a sorrir” que em parceria com dentistas solidários presta cuidados de saúde oral a crianças de São Tomé e Príncipe, bem como a outras igualmente carenciadas de outras partes do mundo. Deixa‐nos mensagens: “Não podemos acabar com a fome no mundo, mas podemos tirar algumas pessoas do mundo da fome.”; “Há palavras mortas”; “O que importa é sermos gentes” entre outras … Faz‐nos apelos: “Distribuam sorrisos, multipliquem alegria”; “Não tenham medo de sonhar, não tenham medo de dizer «Eu gosto de ti» e sonhem.”; “Façam a diferença!”… Que dizer mais do Padre António Vieira da atualidade? Mais palavras para quê? É um herói português. Professora Anabela Ferreira


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HISTÓRIA DOS NÚMEROS

A NOSSA PROPOSTA DE EMENTA PASCAL

Como surgiu o número? Alguma vez parou para pensar nisso? Certamente já imaginou que um dia alguém teve uma ideia genial e de repente inventou o número. Mas não foi bem assim. A descoberta do número não aconteceu de repente, nem foi uma única pessoa a responsável por essa façanha. O número surgiu da necessidade que as pessoas tinham de contar objetos e coisa. Nos primeiros tempos da humanidade, para contar eram usados os dedos, pedras, os nós de uma corda, marcas num osso...

Pataniscas de Camarão (10 pessoas) Ingredientes: •500 gramas de camarão (descascado em cru) •3 Ovos •150 gramas de farinha de trigo •1 Cebola pequena picada finamente •1 dl de caldo de camarão •sal q.b. •pimenta q.b. •1 Colher de sopa de azeite •4 Colheres de sopa de salsa picada Modo de Preparação: Leve uma caçarola ao lume com as cabeças, e cascas do camarão e um

pouco de água. Deixe ferver cerca de 3 minutos. Coe o caldo, deixe arrefecer e reserve. Coloque numa tigela, a farinha e junte o azeite, sal, pimenta e os ovos, mexa e vá adicionando o caldo de camarão. Bata bem a massa e coloque primeiro a cebola, a salsa e por fim o camarão. Frite colheradas do preparado em óleo quente. Deixe escorrer sobre papel absorvente e sirva.

Perna de Borrego Assada com Mostarda (10 pessoas) Ingredientes: •1 Perna de borrego inteira; •3 Colheres de sopa de mostarda em grão; •4 Dentes de alho; •1 Raminho de alecrim, 1 de orégãos frescos e 1 de tomilho; •Sal, pimenta e azeite q.b. Modo de Preparação: Coloque a perna numa assadeira.

Pique as ervas e junte‐lhes a mostarda, o alho picado, o sal e a pimenta e misture tudo. Barre a perna de borrego com o preparado anterior. Regue com azeite. Leve ao forno (pré‐aquecido) a 150º C durante cerca de 3 horas ou até a carne atingir os 82ºC (no caso de ter um termómetro) e ficar douradinha. Acompanhe com batatas assadas.

Pão‐de‐ló Húmido de Chocolate (10 pessoas) Ingredientes: •8 Ovos e 10 gemas; •180 Gramas de açúcar amarelo; •90 Gramas de farinha com fermento; •20 Gramas de cacau em pó e 40 gramas de chocolate em pó. Modo de Preparação: Unte com manteiga uma forma redonda sem buraco e forre com papel vegetal. Pré‐aqueça o forno a 230º C.

Bata os ovos com o açúcar com a batedeira, durante 5 minutos sem parar ou até a massa triplicar de volume. À parte, bata bem as gemas e junte‐ as no preparado anterior, batendo por mais 3 minutos. Peneire a farinha, o cacau e o chocolate e envolva delicadamente na massa com o auxílio de uma vara de arames. Leve a cozer no forno por 15 minutos.

Com o passar do tempo, este sistema foi‐se aperfeiçoando até dar origem ao número. Hoje nós já sabemos lidar com os mais diferentes tipos de números:

Até ao final da história saberá em que época e porque é que o homem inventou cada um desses números. Contando objetos com outros objetos Há mais de 30.000 anos, o homem vivia em pequenos grupos, morando em grutas e cavernas para se esconder dos animais selvagens e proteger‐se da chuva e do frio. Para registar os animais mortos numa caçada, eles limitavam‐se a fazer marcas numa vara. Nessa época o homem alimentava‐se daquilo que a natureza oferecia: caça, frutos, sementes, ovos. Quando descobriu o fogo, apreendeu a cozinhar os alimentos e a proteger‐se melhor contra o frio. A escrita ainda não tinha sido criada. Para contar, o homem fazia

riscos num pedaço de madeira ou em ossos de animais. Um pescador, por exemplo, costumava levar consigo um osso de lobo. A cada peixe que conseguia tirar da água, fazia um risco no osso. Mais ou menos há 10.000 anos, o homem começou a modificar bastante o seu sistema de vida. Em vez de apenas caçar e coletar frutos e raízes, passou a cultivar algumas plantas e criar animais. Era o início da agricultura, graças à qual aumentava muito a variedade de alimentos de que podia dispor. E para dedicar‐se às atividades de plantar e criar animais, o homem não podia continuar a deslocar‐ se de um lugar para outro como antes. Passou então a fixar‐ se num determinado lugar, geralmente nas margens de rios e cavernas e desenvolveu uma nova habilidade: a de construir sua própria moradia. Começaram a surgir as primeiras comunidades organizadas, com chefe, divisão do trabalho entre as pessoas, etc.. Com a lã das ovelhas eram tecidos panos para a roupa. O trabalho de um pastor primitivo era muito simples. De manhã, bem cedo, ele levava as ovelhas para pastar. À noite recolhia as ovelhas, guardando‐as dentro de um cercado. Mas como controlar o rebanho? Como ter certeza de que nenhuma ovelha havia fugido ou sido devorada por algum animal selvagem? O jeito que o pastor arranjou para controlar o seu rebanho foi contar as ovelhas com pedras. Assim: Cada ovelha que saía para pastar correspondia a uma pedra. O pastor colocava todas as pedras num saquinho. No fim do dia, à medida que as ovelhas entravam no cercado, ele ia retirando as pedras do saquinho. Que susto levaria se após todas as ovelhas estarem no cercado, sobrasse alguma pedra! Esse pastor jamais poderia imaginar que milhares de anos mais tarde, haveria um ramo da Matemática chamado Cálculo, que em latim quer dizer contas com pedras. (Continuação no próximo número deste jornal) Recolha de Professor João Gonçalves

Curso Profissional Técnico de Restauração e Bar – 11ºB


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HORÓSCOPO DIVERTIDO: O LADO ENGRAÇADO DE CADA SIGNO Carneiro (21/3 ‐ 19/4): Frase: 'Não sei bem o que quero, só sei que quero JÁ!' Como irritar um ariano: Fale com eles dando uma enorme pausa entre as palavras. Não os deixe falar, ou, se falarem, corte‐lhes a palavra a meio. Profissões típicas: Polícia de Trânsito, Juiz de Futebol, Lutador de jiu‐jitsu. Touro (20/4 ‐ 20/5): Frase: ‘Amor e uma cabana? Só se for de 5 ESTRELAS' Como irritar um taurino: Gaste‐lhe o dinheiro, peça‐lhe para dar uma dentada na sua sandes ou na sua maçã, desperdice‐lhe o material e não lhe devolva as coisas. Profissões típicas: Servente de pedreiro, Atleta, Bagageiro. Gémeos (21/5 ‐ 20/6): Frase: 'Odeio tricas... Mas... já te contei a última?' Como irritar um geminiano: Aborreça‐os com lágrimas e longos monólogos sobre a sua vida emocional. Não lhes fale ao coração. Profissões típicas: Palhaço de circo, Maquilhador, Político ?????, Câncer (21/6 ‐ 22/7): Frase: 'Lar... Meu doce LAR!' Como irritar um canceriano: Critique a sua casa. Advirta‐o de que ele pode perder o emprego. Diga que aquela foto de família pendurada na sala é foleira e confunda o retrato da 'vovozinha querida' com o Mike Tyson. Profissões típicas: Cabeleireiro, Manicure / Pedicure , Animador de Auditório. Leão (23/7 ‐ 22/8): Frase: 'Antigamente EU era vaidoso, mas agora já estou PERFEITO!' Como irritar um leonino: Ignore‐os. Esqueça‐se do seu nome e pergunte‐lhes 'Qual é mesmo o seu nome?'. Em público, não os apresente às pessoas importantes. Profissões típicas: Diretores, Ditadores emergentes, Paraquedista. Virgem (23/8 ‐ 22/9) Frase: 'Já te disse que sou SUPER DEMOCRATA... Mas porque é que tu ainda não fizeste o que eu MANDEI?' Como irritar um virginiano: Choramingue bastante. Desarrume‐lhe a casa, atrapalhe‐o na sua programação, esqueça‐se de atarraxar a pasta de dentes.'. Profissões típicas: Funcionário Público, Arquiteto de Puzzles, Contador de Clips. Libra (23/9 ‐ 22/10): Frase: 'A justiça tarda, mas não falha, pois está sempre COMIGO'. Como irritar um libriano: Diga bastante ‐ 'Isso é contigo, resolve tu!'. Leve‐ os a locais feios. Aja de forma grosseira em público, arrote, utilize a linguagem de caserna. Profissões típicas: Advogado do diabo, Pastor, Arrumador de carros.

Escorpião (23/10 ‐ 21/11): Frase: 'Sou super LIBERAL... mas onde você foi, MESMO?' Como irritar um escorpiano: Faça‐lhe perguntas pessoais. Obtenha mais sucesso do que eles e vanglorie‐se. Repita sempre: ‐'Isso não são da sua conta!’ Profissões típicas: Domador de Leões, Sindicalista , Personal trainer. Sagitário (22/11 ‐ 21/12): Frase: 'Já te disse 1.000.000 de vezes que NUNCA EXAGERO!' Como irritar um sagitariano: Dê‐lhes bastantes responsabilidades. Coloque realismo na sua filosofia. Nunca se ria das piadas deles. Não embarque em nenhuma aventura ou quebra de rotina e esteja sempre de mau‐humor. Profissões típicas: Ator secundário, Advogado do Diabo, Maneger. Capricórnio (22/12 ‐ 19/1): Frase: 'HOJE assumi o cargo de vice‐diretor de uma empresa que ORGANIZAREI, e será um sucesso daqui a 10 ANOS'. Como irritar um capricorniano: Organize tudo para que se sintam inúteis. Lembre‐os da sua baixa posição social. Embarace‐os em público: faça escândalos, berre com eles. Deixe‐os esperando, nunca chegue à hora marcada. Profissões típicas: Banqueiro, Agiota, Comerciante. Aquário (20/1 ‐ 18/2): Frase: 'Já estou a guardar o dinheiro, para construir a NOSSA bela casa na LUA'. Como irritar um aquariano: Torne‐se pessoal e íntimo. Ao encontrá‐los, dê‐lhe um longo abraço e aperte‐os contra o peito, emocionado, lacrimejante. Profissões típicas: Designer, Estilista ou as duas coisas ao mesmo tempo. Peixes (19/2 ‐ 20/3): Frase: 'Ontem tinha DÚVIDAS, hoje... NÃO SEI!' Como irritar um pisciano: Marque encontro com eles em locais brilhantes, barulhentos, superpovoados, como o metro da Sé. Deixe‐os falar sem parar e no final diga que não entendeu nada. Profissões típicas: Técnico de Futebol, Vendedor de enciclopédias, Astrólogo. Astrólogas: LI & Lu Contacte‐nos pelo tel.001122334455

SOPAS DE LETRAS Nesta sopa de letras podes encontrar algumas áreas temáticas. Diverte‐te a procurá‐las !!!... Bom trabalho!!!

Descobre na sopa de letras as 27 capitais da UE.


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MEGAS ‐ FASE DE ESCOLA 2013‐2014

NATAÇÃO 2013‐2014 No âmbito do desporto escolar de Natação 2013‐2014, foram já realizados os quatro encontros previstos a partir dos quais serão apurados os alunos a participar nas provas Regionais. Nas competições realizadas participaram alunos de cinco escolas: Básica 2,3 Ciclos/Secundário de Mação; Secundária c/2º e 3º Ciclos Ensino Básico Doutor Manuel Fernandes de Abrantes; Secundária Dr. Solano de Abreu de Abrantes; Centro de Recuperação e Integração de Abrantes e Escola Básica 2,3/Secundário Luís de Camões de Constância.

Os resultados alcançados pelos nossos alunos, ilustrados no quadro seguinte, são exemplo de que com trabalho, dedicação, motivação e interesse pela modalidade tudo é possível. O número aproximado de participantes, por competição, variou entre os quarenta/ cinquenta alunos. Todos os encontros tiveram lugar nas Piscinas de Abrantes, à exceção do segundo encontro que se realizou em vinte e nove de janeiro de dois mil e catorze, nas Piscinas Municipais de Mação e foi organizado pela nossa Escola. Para além dos parabéns aos alunos participantes pelo bom

desempenho, há a evidenciar a excelente colaboração das cronometristas: Cláudia Branco; Dulce Cardoso e Marta Pedro. Os alunos em competição participaram apenas em duas provas individuais por competição, conforme regulamentado nas regras específicas do Desporto Escolar de Natação e alcançaram as classificações indicadas na tabela abaixo. Um obrigada especial a todos os nadadores e cronometristas! Professora Cláudia Olhicas de Jesus

No dia 19 de fevereiro de 2014, realizou‐ se mais um apuramento dos MEGAS/Fase de Escola: Km, Salto e Sprinter que contou com a participação de quase oitenta alunos. Os alunos abaixo mencionados, ao ficarem apurados, representaram a escola na fase Distrital, realizada em Abrantes na Cidade Desportiva no dia 12 de março de 2014, sob orientação dos professores Carlos Silva, Cláudia Olhicas de Jesus e Luís Pereira. MEGA SPRINTER MARIANA RODRIGUES, ÍRIS CASOLA, JOÃO GONÇALVES, MANUEL ESTRELA, BEATRIZ SANTANA, ANA SOBREIRA, DAVID DIAS, DANIEL PATRÍCIO, VANESSA RIBEIRO, JOÃO FERREIRA, RICARDO DIAS, PATRÍCIA ALVES, SOFIA CORGA, HENRIQUE RABAÇA, FILIPE ALEXANDRE MEGA SALTO MARIANA RODRIGUES, JOÃO GONÇALVES, CLARA MINHOTO, TOMÁS BORGES, MICAELA COELHO, JOÃO FERREIRA, JOÃO DIAS MEGA KM MARIANA PEGUEIRO, DANIEL CLARO, MARIA EDUARDA FONTES, LEONARDO SILVA, INÊS BARROCAS, LEANDRO DIAS, JORGE ALEXANDRE O AGRUPAMENTO DE EDUCAÇÃO FÍSICA felicita o empenho de todos os alunos quer dos que participaram na fase de Escola, quer dos que participaram na fase Distrital. Do envolvimento dos alunos na fase Distrital foram conseguidas duas medalhas, uma de 2º Lugar conquistada pela aluna Clara Minhoto, do escalão Infantil B (2001/2002), na prova de Mega Salto e uma de 1º Lugar conquistada pelo aluno João Ferreira, do escalão Iniciado (1999/2000), na prova de Mega Sprinter (40m). Para além destes alunos, a aluna Mariana Rodrigues chegou às competições da Final, no escalão Infantil A (2003/2005), da prova de Mega Salto e à Meia‐Final da prova Mega Sprinter (40m); a aluna Patrícia Alves, do escalão Juvenil (1997/1998), obteve resultados que a enquadraram na Final da prova de Mega Sprinter (40m); os alunos Sofia Corga, do escalão Juvenil (1997/1998), e Ricardo Dias, do escalão Iniciado (1999/2000), estiveram presentes na Meia‐Final da prova de Mega Sprinter (40m). Apesar de não medalhados, estes alunos revelaram uma prestação exemplar durante todas as fases do decurso das provas. Obrigado a todos! Os Professores Carlos Silva, Cláudia Olhicas de Jesus e Luís Pereira

OS MEDALHADOS ‐ CLARA MINHOTO – 2º LUGAR MEGA SALTO – E JOÃO FERREIRA ‐ 1º LUGAR MEGA SPRINTER ‐


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GRUPO DO DESPORTO ESCOLAR DE DANÇAS URBANAS Distritais de Atividades Rítmicas Expressivas

O Agrupamento de Escolas Verde Horizonte realizou a apresentação de 2 esquemas, intitulados “Em busca da liberdade” e “A minha tribo”, onde evidenciou as suas qualidades artísticas e provou poder estar entre os melhores do distrito de Santarém. A professora Eva Patrício elogia o esforço e dedicação de todas as atletas, pois é necessário um grande empenho, trabalho criativo e espírito de compromisso, para que se consigam atingir os objetivos propostos para o grupo, nesta modalidade. Parabéns a todas as atletas.

A equipa do Desporto Escolar de Danças Urbanas da nossa escola participou no passado dia 13 de março no 2º e 3º encontros da modalidade, na Escola Secundária de Alcanena. Estes encontros selecionaram as 6 melhores escolas do distrito de Santarém (num universo de cerca de 20 escolas) para participarem no Campeonato Distrital. O grupo de Danças Urbanas da nossa escola ficou apurado para a fase distrital, que se realizou no passado dia 19 de março, na Escola Secundária da Chamusca.

Professora Eva Patrício

O TAI CHI PARA TODOS Hoje vive‐se um tempo bastante complexo, que é composto por inúmeras promessas, misturas de sentimentos contraditórios, à medida que tudo muda, isto é, à medida que a humanidade avança e evolui a um ritmo alucinante. É neste tempo de grandes promessas que também há lugar para sentimentos menos apelativos, tal como a falta de confiança, o medo inerente à evolução e a fé em personagens, não mais que vendedores de banha da cobra, que parecem resolver todos os problemas em troca de uns cêntimos. Se pensarmos na afirmação de um filósofo “O Homem é a medida de todas as coisas”, podemos dizer que somos a única medida possível da nossa própria realidade e, desta forma, questionarmo‐nos se há alguma verdade que contenha algo que, por um lado é único e, por outro, é de todos e à qual nos podemos agarrar para melhorar a nossa realidade. A prática de Tai Chi possibilita uma forma de trabalhar algo que é único, particular de cada um, mas que todos têm, que é a energia interna de cada pessoa.

Após vários estudos realizados por universidades e identidades diferentes, pode‐se afirmar que a prática de Tai Chi pode forjar o caráter de pessoas, dado que possibilita a abertura da sua mente, o aumento da consciência cívica e

serena mais, perante a mudança. Pode‐se afirmar também que aumenta a ligação das pessoas às coisas que as rodeiam, ao universo ou cosmos, que liga mais as pessoas à vida, cultiva e aumenta o respeito pelo outros e oferece a possibilidade de colocar cada um em consonância

com a sua forma de ser. Porque é que o Tai Chi oferece estas vantagens? O Tai Chi é um exercício constituído por movimentos lentos, que se assemelham a uma dança, em que a ausência do uso da força ajuda e aumenta o bem‐estar do corpo e da mente. A sequência de movimentos ajuda a desenvolver o alongamento do corpo, aumenta a flexibilidade e ativa a circulação sanguínea, relaxando os músculos. O controlo entre os lentos e fluidos movimentos e a respiração, enfatiza o relaxamento completo, o que se assemelha a uma forma de meditação. Na prática de Tai Chi, a energia interna espalha‐se por todo o corpo, apenas nas quantidades necessárias para permitir os movimentos. Estes movimentos devem ser lentos, fluidos, tranquilos, estéticos e ligados entre si sem interrupção. Esta coreografia de movimentos, ou cata, é uma prática rigorosa e fluida, que se compara ou assemelha a um curso de água que desce a montanha e que se adapta ao

diferente relevo da mesma, pois o Tai Chi também se adapta naturalmente às diferentes características de cada pessoa, às suas condições físicas, psicológicas e nível etário. Dicas gerais para a prática de Tai Chi: Escolher um horário e respeitá‐lo. As partes do dia mais aconselháveis são o amanhecer e o anoitecer; Escolher um professor que tenha formação, obtida em escola idónea; O ambiente para a prática deve ser amplo, limpo e arejado; Chegar a horas para que se possa praticar todas as etapas; Deve‐se estar alimentado, mas não se deve praticar logo após as refeições; Se tem doenças crónicas, deve‐se avisar o professor; Roupas confortáveis, de preferência com cores claras; Praticar com humildade, seguindo as instruções e procurando não ser mais rápido que o professor. Professor José Alberto Martins Ramos


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Agrupamento de Escolas Verde Horizonte

Horizontes 14  

Jornal Escolar "Horizontes" do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte - Mação Número 14

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