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Feira dos Santos

Dia do Diploma

S達o Martinho no Agrupamento

Horizontes

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Nunca, como hoje, se falou tanto de Escola e de Educação. A sociedade civil, de um momento para o outro, tornou-se especialista em avaliação de professores, em disciplina/indisciplina na sala de aula, em sucesso/insucesso e em abandono escolar. Na nossa Aldeia, no nosso Concelho, no nosso País, abundam os “sábios”, os “especialistas”, que ditam sentenças, anunciam medidas, tão simples de implementar que até parece inacreditável como esses problemas não estão todos resolvidos. Os problemas na Educação, todos sabemos, são muitos, complexos e não se resolvem com propostas sem sentido, sem conhecimento de causa que apenas contribuem para aumentar as dificuldades e tornar mais difícil a solução. Os dois últimos anos foram um exemplo claro de caminhar na direcção errada. Um dos pilares fundamentais, da estrutura educativa e educacional em Portugal - os professores, foi de tal forma desrespeitado pelo Ministério da Educação e por umas largas dezenas de “especialistas”, que a opinião pública em geral ficou claramente convencida da paternidade de todos os males da educação – os professores. Os professores gritaram, mais alto FICHA TÉCNICA

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DEZEMBRO DE 2009 DIRECÇÃO DIRECÇÃO: Professores do Clube da Imprensa REDACÇÃO: Alunos e professores do Agrupamento EDIÇÃO: Clube da Imprensa

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do que nunca, para que o Ministério da Educação não colocasse mais areia na, complexa, engrenagem. A senhora Ministra da educação da altura, com uma vocação extrema para areia (talvez tivesse um futuro risonho da construção civil) fazia ouvidos de mercadora, colocando todos os dias mais areia, obrigando os professores a um esforço hercúleo para a engrenagem não parar de vez. As declarações, iniciais, da nova e “promissora” Ministra da Educação, reconhecendo os erros do passado, foram direitinhas aos professores e, como não podia deixar de ser, centraram-se no estatuto, na avaliação e nos horários. Adoptou uma postura, nos antípodas da sua antecessora, de simpatia, perante a classe profissional mais maltratada, mais enxovalhada e com consequências que poderão demorar décadas a inverter, especialmente ao nível da autoridade docente. Estamos, todos, a pagar uma factura elevadíssima: os professores que são desafiados todos os dias por alunos e até por pais com posturas e/ou ameaças perfeitamente inacreditáveis e inaceitáveis; os alunos porque as chamadas de atenção constantes por parte dos professores com vista a corrigir posturas e comportamentos dentro da sala de aula, cortam de forma significativa, os ritmos de ensino e aprendizagem com prejuízo significativo para os alunos, ainda, interessados; as famílias, especialmente os pais, que aos poucos também eles sentem que perdem a autoridade perante os filhos. Estamos, sem nos apercebermos bem disso, a criar uma geração sem limites, sem barreiras, sem regras, sem o mínimo conhecimento e aceitação dos “protocolos” de convivência nas sociedades. Para esta situação a antiga equipa ministerial contribuiu de forma significativa.

A nova Ministra deu sinais claros de também ela considerar que, a não ser as obras nas escolas, quase nada do que foi feito tem condições para conti-

nuar, dado os malefícios que provocou (demasiado evidentes) nas comunidades escolares. Estou orgulhoso, cada vez mais, por pertencer a uma classe profissional que, contra ventos e marés, continua profundamente empenhada em contribuir de forma decisiva para a construção que cada criança tem que fazer de si própria. Felizmente temos tido um pessoal não docente profundamente dedicado e também ele empenhado em contribuir para essa difícil construção. Professores e funcionários são pilares importantes e fundamentais, no entanto há um outro pilar que não pode ser substituído – os pais. Dos pais, nós esperamos exigência. Exigência, em primeiro lugar com eles próprios, depois com os filhos, com os professores e com a escola. É necessário ter sempre presente que só


poderemos ser exigentes com os outros na justa medida em que o formos com nós próprios. Esta talvez seja a questão essencial que hoje se coloca à estrutura educativa - EXIGÊNCIA. Exigência de cada um dos pilares (professores, alunos, funcionários ou pais) para consigo mesmo e para com os outros. O Jornal do Agrupamento, a que em boa hora uma equipa de professores empenhados deitou mão, é também um contributo para esse crescimento sadio e feliz que todos queremos para os nossos alunos ou filhos. Os “Horizontes” que aqui se apresentam sob a forma de jornal devem ser aproveitados por toda a comunidade para esse importante contributo de dar visibilidade ao que se faz no nosso Agrupamento. A todos os colegas e funcionários agradeço a disponibilidade, empenho e dedicação demonstrados e aos alunos solicito colaboração na solução dos problemas que diariamente se apresentam. À Câmara Municipal de Mação um agradecimento especial pela forma como sistematicamente acarinha as propostas que lhe são apresentadas, como no presente caso, financiando a impressão do Jornal. Votos de um excelente ano lectivo e um Santo e Feliz Natal para todos.

Foi o dia em que o nervosismo falou mais alto. O nervosismo de voltar a ver os amigos. Neste dia inesquecível, o mundo girava à volta da escola sem parar, como se só houvesse vida naquele lugar. Não sei explicar, são sensações que ficam para sempre. O tempo marca tudo: as alegrias, as dores, as emoções e as paixões que vivemos na escola. Só se vive uma vez. Tudo depende de nós!! Mariana Margarida, 7ºC

A Escola E.B.2,3/S de Mação está integrada, desde o ano lectivo 2008/2009, no Projecto Nacional das Eco-Escolas. É um Programa vocacionado para a educação ambiental e para a cidadania que a Fundação para a Educação Ambiental implementa em vários países da Europa, desde o inicio dos anos 90. Implementado em Portugal pela Associação Bandeira Azul da Europa, desde o ano lectivo 1996/97. Aos estudantes é-lhes dirigido o desafio de se habituarem a participar nos processos José António Santos Almeida de decisão e a tomarem consciência da importância do ambiente no dia-adia da sua vida pessoal, familiar e comunitária. O Programa procura, igualmente, estimular a criação de parcerias locais entre a escola e as autarquias, contribuir para um maior envolvimento e participação em todo o processo, das autarquias, empresas, órgãos de comunicação social, organizações não governamentais e outros agentes interessados em contribuir para a melhoria do Ambiente. Na condução do projecto está envolvido um Conselho Eco-Escola, tendo como Coordenadora Ilda Dias. Ao Conselho Eco-Escolas cabe-lhe, mais especificamente, implementar a auditoria ambiental, discutir o plano de acção, monitorizar e avaliar as actividades e, ainda, coordenar as formas de divulgação do Programa na escola e Comunidade. No ano lectivo anterior, em virtude do trabalho desenvolvido, a nossa escola foi galardoada com a Bandeira Verde do Programa Eco-Escolas. A cerimónia decorreu em Santa Maria da Feira a vinte e nove de Setembro de 2009, estando a escola representada pelo seu Director e alguns alunos envolvidos nas actividades do programa. A Câmara Municipal facultou o transporte. No dia 18 de Dezembro, pelas 9:30, far-se-á o astear da Bandeira. Como Coordenadora do Programa agradeço a todos aqueles que directamente ou indirectamente contribuíram para o desenvolvimento das actividades. Professora Ilda Marques Dias Horizontes

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Pelas suas características específicas as escolas de todos os graus de ensino assumem um papel de importância relevante na prevenção de uma pandemia de gripe, pela possibilidade de contágio e rápida propagação da doença entre os seus alunos e profissionais. Neste sentido o Agrupamento de Escolas Verde Horizonte elaborou um PLANO de CONTINGÊNCIA, que lhe permitirá enfrentar, de modo adequado, as possíveis consequências de uma pandemia de Gripe, em estreita articulação com a Associação de Pais ou Encarregados de Educação, a Câmara Municipal de Mação, as Autoridades de Saúde locais e outras estruturas pertinentes da comunidade educativa. Conhecer as manifestações da doença, bem como as suas formas de transmissão, constitui a melhor forma de, sem alarmismos, adoptar as medidas de prevenção mais adequadas. O objectivo do Plano de Contingência é manter a actividade da escola, em face dos possíveis efeitos da pandemia, nomeadamente o absentismo de professores e alunos, auxiliares de acção educativa e outros funcionários e respectivas repercussões nas actividades escolares e no ambiente familiar e social de toda a comunidade educativa. O Plano de Contingência consiste num conjunto de medidas e acções que deverão ser aplicadas oportunamente, de modo articulado, em cada fase da evolução da pandemia da gripe. A elaboração do Plano de Contingência é da responsabilidade do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte e iniciou-se com a análise das possíveis consequências no seu funcionamento, em particular nas áreas críticas de actividade, perante diferentes cenários de absentismo e disfunção social. As medidas necessárias, a sua calendarização, bem como as responsabilidades de cada pessoa dentro da instituição, devem ser ajustadas aos diferentes cenários de evolução da pandemia, a fim de assegurar que cada um saiba o que fazer em situação de crise e o que esperar das acções desenvolvidas por si e pelos outros. O presente Plano de Contingência apresenta-se, neste momento, como o mais adequado, mas poderá ser revisto e actualizado a qualquer momento face a novas informações, acontecimentos ou recomendações superiores. Adaptado do Plano de Contigência em vigor no Agrupamento

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A Praia Fluvial do Carvoeiro começou por ser uma ribeira pequena onde se costumava lavar a roupa. Com o tempo, a Câmara Municipal de Mação pensou fazer lá uma praia para as pessoas se divertirem e para trazer mais turismo ao concelho. A praia está rodeada de montes e pinheiros, tem um bar que está aberto todos os dias durante a época balnear, tem um espaço onde se pode comer, churrasqueiras, zona de banhos para adultos e crianças, estacionamento e este ano recebeu a Bandeira Azul. Du-

rante a época balnear tem nadador salvador das 11horas da manhã até as 18horas da tarde e fica a 25 minutos de Mação, em plena localidade de Carvoeiro. Esta praia fluvial é muito movimenta-

A Barragem da Pracana é um local espectacular para os amantes da pesca. Nesta barragem existe uma grande variedade de peixes desde alburdios, carpas, barbos, peixe gato e achigã, tem uma vista 5***** e uma quantidade de peixe muito grande. Aconselho fortemente a visita a este magnífico local para disfrutar a belíssima paisagem sobre a Barragem da Pracana e a Zimbreira, no “castelo velho”, serra da Zimbreira-Envendos.

da e todas as pessoas que a visitam ficam impressionadas com o espaço natural. Tem sido referenciada por autoridades regionais como um dos sítios mais agradáveis que se podem visitar na zona do pinhal interior. De destacar é também a existência de balneários e de uma rampa para facilitar o acesso, a pessoas que sejam deficientes, ao lindo relvado ou à areia da praia. Catarina Marques, 9.º A Cátia Ventura, 9.º C

O lugar mais bonito ... Os meus amigos já me tinham falado de um lugar encantador, tão perto e tão longe. Quando lá fui havia pássaros, um grande lago e uma cascata a correr água. Chama-se o Pego da Rainha. Lá fiz mais amigos e vou lá muitas vezes porque gosto da natureza. Miguel Afonso 7ºB

João Martins, 9º C O monumento de que vos vou falar é uma Fonte Moura, também chamada de Fonte dos Mouros. Esta fonte está situada ao pé do Carvalhal, mais propriamente junto à nova variante pela parte de trás de Cardigos. A fonte tem sido chamada de “Fonte dos Mouros”, mas será, talvez, um monumento da época Romana. Não se sabe ao certo. Trata-se de uma fonte de mergulho, estando o reservatório principal protegido por um arco em pedra. Para recolher a água é necessário descer por uma escadaria e mergulhar o recipiente directamente na água. Esta fonte esteve ao abandono durante bastante tempo mas, por uma feliz iniciativa da Junta de freguesia, foi recuperada, sendo o acesso bastante fácil. Filipe Louro, 9.ºA Horizontes

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A P olítica vist elos JJov ov ens Política vistaa ppelos ovens Depois de protestos, vozes revoltadas, e ataques em praça pública, PS, vence. Passadas as legislativas e as autárquicas, é possível apurar os verdadeiros vencedores, e desmistificar as verdades sobre os resultados. A “Politica de Verdade”, como a intitula o PSD, valeu-lhe a esmagadora derrota, num cenário que reunia todas as condições favoráveis para ganhar, e ainda assim, consegue obter um resultado semelhante ao de Santana Lopes aquando das eleições de 2005. E não, não é por a população portuguesa não gostar da verdade. Antes pelo contrário, o povo português dá primazia à verdade, não tendo votado por isso num partido que prima por transmitir a verdade que convém às elites desse “Rectângulo Ingovernável” , termo que Alberto João, aquele mesmo que diz que o “País endoidou”. Se pensarmos bem, percebemos porque é que uma figura destas se encontra “Orgulhosamente Só” numa ilha, separando-se até das bases do seu partido. Nas autárquicas, o PSD deu-se como vencedor, mas eu, esperava a qualquer momento um “Especial Última Hora”, onde Manuela Ferreira Leite aparecesse lendo o seu discurso de demissão. Pois este resultado não foi bom, não foi satisfatório, não foi mediano, foi medíocre. PSD perdeu 20 autarquias, e con-

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tas feitas, se deixarmos de lado as coligações (o que é essencial para avaliar com clareza os dados), o PSD fica com 119 autarquias, quando em 2005 tinha 158, e PS, fica com 131, registando dessa forma um aumento de 21 câmaras, na sua grande maioria “roubadas” ao PSD. Mas depois reflecti melhor e cheguei à conclusão, que o seu discurso de demissão tinha sido o discurso de derrota do Santana Lopes, que fez o favor de fazer a caminha à Dona Manuela, que tanto insistiu em nomeá-lo para a Câmara de Lisboa contra a vontade do partido. O CDS encheu o peito de orgulho, e não, não foi devido ao novo branqueamento dentário de Paulinho das Feiras, mas sim devido ao resultado estrondoso de dois dígitos, que há muito tempo não se via por aquelas bandas, um crescimento que se deveu em parte, ao deslocamento não só de eleitores do PS, mas em grande maioria, do PSD. Claro que já nas autárquicas a conversa foi outra, e por mais resultados que tentasse manipular, Paulo Portas não conseguiu no seu discurso encontrar uma ponta de vitória, embora bem tentasse. Louçã, cuspiu na cara de Sócrates fazendo um discurso tão arrogante que alguns militantes devem ter ficado assustados e pensado que estavam na sede de campanha de um outro partido que não a de Louçã, aquele senhor que se diz tão humilde. Meio milhão de votos deram-lhe a impulsão para um fracasso total nas autárquicas, onde o velho ditado do “Não cuspas para o ar, que te pode cair em cima”, fun-

cionou lindamente. Caiu-lhe em cima, e Louçã afogou-se nos seus resultados míseros, que tentou compensar com uma demonstração de humildade, que poucos ou nenhum convenceu. Restalhe a consolação do seu principal objectivo que era “derrotar as políticas do engenheiro Sócrates” e retirar-lhe a maioria absoluta. Porque Louçã, parece-me a mim, quer isolar-se na esquer-

da, e inviabilizar uma convergência de interesses PS/CDU/BE. Não está interessado em misturas e, tal como o senhor Alberto João, e o exímio Oliveira Salazar, deve sentir-se “Orgulhosamente Só”, só que então o senhor Louçã encontra-se na bancada com a cor errada. Devem ser problemas de daltonismo, certamente! (De salientar que essa força de mudança que é o Bloco de Esquerda, nem emprego para o Luís Fazenda arranjou.) Jerónimo de Sousa “nem levantou os pés” naquilo que se afigurou uma derrota sem precedentes, está mais que demonstrado que até já os mais velhos começam a ter juízo. O PCP ficou parado em 1974, e os Verdes apanharam por tabela. Ninguém quer mais Álvaros Cunhais, porque precisamos de um líder que se afigure às necessidades actuais e não um que em cada frase diga e precise de no fim exclamar “Viva o 25 de Abril”. Até Beja, nas autárquicas, rejeitou o seu partido de berço. Uma mudança de atitude no PCP, precisa-se.


quase impossíveis de ganhar, e onde lhe foram apontadas estatísticas de derrotas estrondosas. A verdadeira política de verdade prevalece, agora com o trabalho acrescido de uma maioria relativa, à qual certamente, o PS e José Sócrates estarão à altura, restando apenas saber se a oposição se encontrará em pé de igualdade. Nas autárquicas, PS foi sem dúvida o vencedor da noite, com um crescimento de 21 câmaras, arrecadando mais de dois milhões e trezentos mil votos, quase mais um milhão que o PSD. Em Lisboa, António Costa brilhou e com razão, com uma maioria absoluta histórica. Elisa Ferreira não decepcionou, mas há que falar verdade, Rui Rio não é tão mau autarca quanto isso. Surpresas mais que positivas foram as derrotas de Avelino Ferreira Torres e Fátima Felgueiras, foi de notar que houve um “Basta!” às políticas de corrupção. Quanto a Oeiras, apesar de ser a localidade com maior nível de ensino superior, foi aquela que maior “burrice” cometeu, ao eleger novamente um corrupto como governante. Depois de analisadas todas as situações, fica claro que os próximos anos de governação dependerão em muito das próximas eleições presidenciais. PS precisa de impor um afastamento às influências soaristas, e dar lugar a um PS de Manuel Alegre, que possa fazer frente a um Cavaco Silva, distanciado do PSD e enfraquecido politicamente. PS necessita convergir à esquerda, o que não será tarefa fácil, e, PSD necessita reorganizar-se internamente, talvez, Marcelo Rebelo de Sousa fosse indicado para isso. Os abutres já começam a pairar, resta saber quem leva o seu quinhão de quê. Como nota final, gostaria de deixar que Santana Lopes não aprende. Deveria ter mais bom senso para poder perceber que é melhor escolher outra alternativa. Perde legislativas, directas do PSD e agora autárquicas, qualquer dia é vê-lo candidatar-se à junta de freguesia de São Domingos de Benfica. A mim, resta preparar-me, porque estes próximos dois anos, vão ser os melhores que críticos políticos poderão viver, e disparates vai ser vê-los saltar em todo o jornal e revista, é melhor ir já economizando, e no fim construo um álbum de anedotas.

As férias estão a acabar, Passaram a correr, Sem eu dar por nada. E agora vou recomeçar a aprender. A escola está a começar, O lápis e a borracha prontos para estrear, O ano lectivo está prestes a arrancar. E a matéria pronta para dar. No primeiro dia de aulas, Vamo-nos apresentar, Conhecer os professores que este ano vamos ter. Vamos brincar na aventura de estudar. Neste tempo de aulas, Voltamos com força de vontade, E vamos descobrir O valor da amizade...

Patrícia Esteves nº19 7ºB

Um dia de chuva A chuva atacou, O vento começou a uivar, O menino está triste Porque não pode ir brincar. Vestiu o gorro de lã Para ir à escola estudar O casaco bem quentinho Para não se constipar.

Acabo agora o meu poema A falar do Natal A vós vos desejo: Boas Festas, Feliz Natal! Sara Martins, 4º ano, Cardigos

Na escola vou aprender Mil aventuras vou ter Novos amigos conhecer E os velhos voltar a ver. Quando ficar quentinho, É porque a Primavera chegou. Mas agora é Inverno, E o Outono já passou. As andorinhas voaram para Sul E os magustos trouxeram o vinho A apanha da azeitona começou E a vindima terminou.

João Coelho, 12ºA

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Porque é que Darwin tem sido tão mal compreendido? Editada em Novembro de 1859, a 1.ªedição de “Sobre a Origem das Espécies através da Selecção Natural, ou a Preservação das Raças Favorecidas na Luta pela Vida”, obra mais conhecida simplesmente por “A Origem das Espécies”, foi desde o início reconhecida como um extraordinário contributo para a Ciência, mas ao mesmo tempo criticada ao colocar em causa a divindade da origem dos seres vivos. Não obstante o êxito obtido pela 1.ª edição da obra de Charles Darwin (obrigando a uma 2.ª edição em Janeiro de 1860), a teoria aí defendida só alcançou um verdadeiro triunfo na década de 40 do século XX, com o conhecimento acrescentado da genética das populações. Ainda assim, é actualmente mal compreendida e mal interpretada, sendo muitas vezes erradamente citada. A teoria da selecção natural proposta por Darwin, no século XIX, baseavase nos seguintes pressupostos: Os organismos variam, e estas variações são herdadas, em parte, pela sua descendência; Os organismos produzem mais descendentes do que os que têm possibilidade de sobreviver, existindo uma luta pela sobrevivência; Em média, os descendentes cujas variações são mais favorecidas pelo ambiente, têm mais possibilidade de sobreviver e produzir descendência (os mais aptos e adaptados e não os mais fortes); As variações dos organismos são aleatórias, podenHorizontes 8

do ou não produzir organismos melhor adaptados ao meio ambiente; As variações são pequenas originando um processo evolutivo das espécies lento e não repentino. Foram poucos os argumentos científicos utilizados para contrapor a teoria de Darwin, a sua obra, escrita e reescrita durante cerca de 20 anos, estava muitíssimo bem fundamentada, fruto de um moroso trabalho metodológico e muito estudo e reflexão sobre os dados e observações recolhidas. A sua viagem pelo globo terrestre, a bordo do navio inglês HMS Beagle, entre 1831 e 1836, permitiu-lhe a recolha de inúmeros exemplares de fósseis, rochas e de animais e plantas, que posteriormente catalogou em colaboração com alguns taxinomistas e geólogos seus amigos. Toda a estrutura desta obra é incansavelmente justificada, baseando-se em factos e observações palpáveis. Mesmo após a publicação da sua obra Darwin continuou a investigar e a formular novas questões, consultou literatura da área e trocou correspondência com investigadores de todo o mundo. Por isto mesmo as várias edições da “Origem das Espécies” publicadas em vida contêm algumas correcções à obra original. O grande obstáculo à sua aceitação reside nas implicações filosóficas da sua mensagem: A evolução não tem qualquer sentido, pois é resultado de acasos; Os indivíduos lutam entre si para aumentar a sua representação nas futuras gera-

ções; A matéria é a base de toda a existência pelo que os fenómenos mentais e espirituais são seus subprodutos (mente, espírito e Deus são produto da actividade neuronal do ser humano). A refutação da obra trata-se, pois, de uma questão social, política e teológica. A teoria da evolução ameaçava o papel da Igreja na vigilância da estabilidade social e moral e, numa derradeira análise, punha em causa o papel do Estado. No último capítulo da sua obra, o próprio Darwin admite a resistência que a sua teoria da selecção natural terá na Sociedade da época: “Não penso negar que podem opor-se à teoria da descendência, modificada pela variação e pela selecção natural, numerosas e sérias objecções que procurei expor em toda a sua força. Em primeiro lugar, nada me parece mais difícil de acreditar no aperfeiçoamento dos órgãos e dos mais complexos instintos, não por meios superiores, posto que análogos à razão humana, mas por acumulação de inúmeras e ligeiras variações, todas vantajosas ao seu possuidor individual. Contudo, esta dificuldade, ainda que parecendo insuperável à nossa imaginação, não poderia ser considerada como válida se se admitirem as condições seguintes: todas as partes do organismo e todos os instintos oferecem pelo menos diferenças individuais; a luta constante pela existência determina a conservação dos desvios de estrutura ou de instinto que podem ser vantajosos: e, enfim,


gradações no estado de perfeição de cada órgão, todas boas por si mesmo, podem ter existido. Não creio que se possa contestar a verdade destas proposições.” Muitos aproveitaram a sua obra para Os alunos do 5.º e 7.º Anos participaram no concurso “Rosa-dos-ventos” dinamizado pelas professoras de História e Geografia de Portugal do 2.º Ciclo, e de Geografia do 3.º Ciclo. Nos trabalhos apresentados foram utilizados diversos materiais como por exemplo caricas, tampas de plástico, papel de lustro, fósforos, cartão, cartolina, folhas de árvores, madeira, conchas, arroz, e cortiça. Os trabalhos foram expostos no átrio da escola para que fossem apreciados por toda a comunidade escolar. Foram apresentados vinte trabalhos, houve uma votação e após a contagem dos votos obteve-se o seguinte resultado: em 1.º lugar ficou Edgar Pereira do 5.ºB, em 2.º - Maria Leonor Castanho do 5.ºA e em 3.º - Mónica Giblote do 5.ºA. promover o domínio de uma espécie (Homo sapiens) sobre todas as outras e ainda mais grave de alguns grupos e culturas humanas sobre outros, de acordo com um suposto nível evolutivo superior, a que podemos simplesmente chamar de racismo. Na realidade, Darwin nunca menciona em “A Origem das Espécies” a espécie humana, a fim de evitar controvérsias maiores e porque ele próprio tinha dúvidas. Darwin defendeu que a Selecção Natural conduzia a uma adaptação crescente dos seres vivos ao ambiente e não que aqueles seriam cada vez mais complexos e evoluídos ou superiores. Ou seja, evolução não significa progresso para a complexidade, mas aumento de adaptação. Actualmente a Evolução por Selecção Natural ou a Evolução de Darwin continua um tema em discussão, objecto de diversas investigações científicas, tema de debates filosóficos, políticos e religiosos. A ideia de Evolução foi o factor unificador de diversas áreas científicas (botânica, zoologia, genética, embriologia, paleontologia), como afirmou Dobzhansky, em 1973, “Nada faz sentido em biologia sem ser à luz da evolução.”

Alunos do 5.ºA

Jornal Digital Verde Horizonte on-line Leia, colabore e divulgue!!! verdehorizonte.blogspot.com

Professora Helena Antunes Horizontes

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No âmbito da sequência de Aprendizagem1, Textos do Domínio Transaccional, foi solicitado pela professora de Português à turma do 10º B que produzisse um documento subordinado ao tema: «Declaração dos Direitos do Estudante». Do trabalho de grupo realizado surgiram estes direitos:

Artigo 1º:

O estudante tem direito a receber um ensino de qualidade; Artigo 2º:

O estudante tem direito a esclarecer as suas dúvidas; Artigo 3º:

Todo o estudante tem direito a ser tratado de maneira igual, independentemente da raça ou cultura, por funcionários, professores e colegas; Artigo 4º:

Todos os estudantes têm direito à utilização dos espaços assim como outras estruturas que lhes estão designados, com a devida autorização e sem os danificar; Artigo 5º:

Todos os estudantes têm direito à utilização da biblioteca, bem como à requisição de livros;

Artigo 6º: Todos os estudantes têm direito a organizar e a participar em iniciativas que promovam a sua formação e ocupação de tempos livres;

Artigo 9º:

Todos os estudantes serão avaliados conforme o modo como encararam os estudos; Artigo 10º:

Artigo7º: Todos os estudantes têm direito a crescer numa escola de ajuda e compreensão assistindo-lhe o direito a uma justa e efectiva igualdade de oportunidades no acesso e sucesso escolares; Artigo 8º: Todo o estudante tem direito a apresentar críticas e sugestões relativas ao funcionamento da escola;

Todos os estudantes têm direito à ajuda na compra de material escolar; Artigo 11º:

Todos os estudantes têm direito a uma educação desde o jardim-de-infância até ao secundário. 10.º B / Professora Rufina Costa

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Este distúrbio é caracterizado por um conjunto de sintomas. “A hiperatividade é sempre o mais evidente”, explica a médica Umbertina Conti Reed. Os sintomas do DHDA devem ser precocemente reconhecidos e tratados, porque, quando presentes na adolescência, aumentam o risco de transtornos sociais. Os melhores especialistas para avaliar essas crianças são os neurologistas e os psiquiatras infantis. O diagnóstico é baseado na história clínica e na observação do paciente, utilizando critérios estabelecidos pelo Manual Diagnóstico e Estatístico da Associação Psiquiátrica Americana, de acordo com o qual é necessário que os sintomas persistam durante pelo menos seis meses, se tenham manifestado antes dos 7 anos de idade, atinjam no mínimo dois sectores da actividade diária (casa, escola, trabalho, desporto/diversão) e não possam ser atribuídos a outro tipo de distúrbio mental específico. A hiperactividade manifesta-se de várias formas: na escola, a criança não consegue permanecer sentada e atenta aos deveres; em casa, o mesmo ocorre até durante as refeições ou ao ver televisão. Além dessa hiperactividade motora, pode haver hiperactividade verbal: falar sem parar, mudar de assunto, emitir sons repetitivos em casa, no carro, na rua. “Há também impulsividade, que se manifesta, por exemplo, pela incapacidade de medir as consequências das próprias acções, de esperar a vez para falar ou agir, respondendo sem reflectir, ou terminando rapidamente e sem cuidado a actividade proposta”, esclarece Umbertina. É comum crianças com DHDA terem poucos amigos e dificuldade em estabelecer relações sociais. “A ansiedade pode agravar este quadro. Quando ele persiste por ocasião da puberdade, origina baixa autoestima, que, se não revertida, pode culminar em depressão”, alerta a médica. O DHDA pode ocorrer isoladamente ou apresentar-se associado a vários outros distúrbios do comportamento, do sono e da aprendizagem. Os distúrbios mais comuns são a agressividade, tendências anti-sociais, depressão e ansiedade. Recentemente, têm sido relatadas alterações no sono, presentes em até 80% das crianças com DHDA. Estatísticas mundiais apontam para uma incidência deste transtorno em 8% a 10% da população. No entanto, a popularização do DHDA tornou-o tão comum que, em escolas, é possível encontrar psicopedagogos e professores que já rotulam a criança, sem passar pela análise de um profissional havendo tendência para englobar sob o diagnóstico de DHDA outros distúrbios do comportamento, da conduta e da aprendizagem, que embora possam coexistir com o DHDA, também podem ocorrer isoladamente. Algumas estratégias a utilizar com estas crianças, em contexto de sala de aula: Ø Colocar o aluno longe das janelas ou lugares da sala onde possa distrair-se; Ø Sentá-lo preferencialmente próximo da secretária do professor para melhor controlo da sua actividade e menor possibilidade de distracção; Ø Evitar fonte de estímulo que não seja o próprio material escolar; Ø Manter o contacto visual com o aluno, quando são dadas instruções verbais; Ø Estabelecer rotinas bem definidas e calendarizadas; Ø Apresentar a tarefa bem definida, sendo específico com o que queremos que o aluno faça; Ø Dar directrizes curtas e claras, procurando estruturar ao máximo as situações de aprendizagem; Ø Repetir, sempre que necessário numa voz clara e calma; Ø Privilegiar tarefas curtas para que se adequem ao tempo que o aluno pode manter a atenção; Ø Sugerir ao aluno que narre o que está a fazer. Este processo facilitará uma melhor focalização no seu trabalho; Ø Supervisionar frequentemente o trabalho do aluno com o objectivo de o orientar e centrá-lo na actividade. Ø Recorrer ao reforço positivo, evitando a crítica. Pesquisa e adaptação realizadas por Ana Neves Horizontes

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EMPRE O EMPRE é um projecto ambicioso que começou por ser implementado em Val del Nalón (Espanha) em 2003 e que devido a um enorme sucesso se expandiu a diversos países, a nível mundial (Europa e Américas). Em 2006, o programa contou com a participação de 2 turmas da Escola Secundária Quinta das Palmeiras (Covilhã), tendo resultado dessa experiência a criação de uma disciplina de Empreendedorismo. O EMPRE tem como função básica o desenvolvimento de capacidades empreendedoras nos jovens adolescentes, através da criação e gestão de uma empresa na escola. Desta forma, os estudantes são confrontados com a necessidade de tomar decisões de

negócios de forma autónoma embora acompanhada.

A TagusValley e o IPT funcionam neste projecto como facilitadores de

processos entre as escolas e todas as instituições englobadas na envolvente do EMPRE. Assim, a TagusValley e o IPT esperam com este projecto inovador poder consciencializar os jovens para as verdadeiras necessidades de uma empresa, para as dificuldades que estas enfrentam, estimulando o desenvolvimento das competências necessárias à concretização das suas ideias, de forma que num futuro próximo este jovens revelem atitudes mais empreendedoras. No plano de formação pessoal, o EMPRE tem como principal alvo o desenvolvimento de competências que se consideram necessárias e vitais para o desenvolvimento pessoal, como é o caso da auto-confiança, planeamento, criação de objectivos e metas, capacidade comunicativa, trabalho em equipa, entre muitas outras associadas ao EMPRE.

NO QUE CONSISTE O PROJECTO EMPRESÁRIOS NA ESCOLA O projecto “EMPRESÁRIOS NA ESCOLA”, é dinamizado pela TAGUS VALLEY (Associação para a promoção e desenvolvimento do Tecnopólo de Abrantes) em parceria com a Câmara Municipal de Mação e a Turma B do 8º ano, CEF 2ºA e 12º ano, Turma B ( está envolvido neste projecto um total aproximado de 50 alunos e 3 professores) do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte, tendo como função básica o desenvolvimento de capacidades empreendedoras nos jovens adolescentes, através da criação e gestão de uma empresa na escola. Desta forma, os estudantes são confrontados com a necessidade de tomar decisões de negócios de forma autónoma embora acompanhada. Com as seguintes actividades a desenvolver ao longo do ano lectivo Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø Ø

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Criação do logótipo Criação e Organização da empresa Identidade corporativa Contacto com o Parceiro Internacional Estudo do mercado Produção Encomenda aos parceiros internacionais Preparação da Feira + Feira EMPRE Fecho das actividades


No presente ano lectivo a turma B do 11º ano do Curso Profissional Técnico de Processamento e Controlo da Qualidade Alimentar tem no seu plano curricular, no âmbito da disciplina Controlo da Qualidade Alimentar, três módulos relativos ao Controlo da Qualidade do Vinho. Como se tratam de módulos teóricopráticos e visam acompanhar de perto o processo de vinificação - controlo das fermentações, realização de análises físico – químicas ao vinho e estudo da evolução do vinho, através de ensaios de estabilidade e análise sensorial e controlo metrológico durante o engarrafamento – consideramos ser de grande importância, para as competências visadas, a realização de visitas de estudo a

adegas particulares e cooperativas da região. Assim, já tivemos oportunidade de visitar a Adega Cooperativa de Tomar, a Adega da Quinta do Coro, em Sardoal e a Adega da Quinta do Casal da Coelheira, em Tramagal. Em todas estas adegas visitámos a área de recepção das uvas, a área de produção de vinhos, o laboratório, a zona de engarrafamento e a zona de conservação /envelhecimento dos vinhos. Foram-nos explicados, de uma forma muito pormenorizada e explícita, os processos tecnológicos de fabrico dos vários tipos de vinho e as acções de controlo efectuadas durante o seu fabrico e na sua conservação e envelhecimento.

ALUNOS DE GESTÃO CRIAM GESTEMPRE Como é do conhecimento de alguns, a nossa escola abraçou o projecto “Empreendedorismo na Escola”. A turma B do 12º ano do curso profissional de gestão, não quis deixar de aproveitar a oportunidade de participar nesta nova experiência, e decidiu juntar-se à iniciativa. Assim sendo, criámos a empresa “GESTEMPRE”. O nome escolhido está relacionado com a designação do curso que frequentamos e faz alusão às nossas características empreendedoras. O negócio que pretendemos desenvolver é, essencialmente, a venda de produtos tradicionais da nossa região. Os objectivos que estabelecemos para a GESTEMPRE passam pela di-

vulgação do Agrupamento em que estamos inseridos, bem como do nosso concelho. Ao efectuarmos as trocas comerciais, estaremos também a promover os nossos produtos regionais. Em relação aos nossos objectivos pessoais, fica a experiência de participar neste projecto inovador. Como futuros gestores, temos a noção d e que vamos certamente ter d e enfrentar situações complicadas e alguns obstáculos. Mas como empreendedores, não receamos as más decisões, porque consideramos que o mais importante é saber aprender com elas. Sofia Martins, 12º B Professora Maria da Luz

Na Quinta do Coro visitámos ainda a fábrica de marmelada e geleia e a zona de selecção e polvilhamento dos figos secos, comercializados por esta empresa. Também efectuámos uma visita ao Supermercado Modelo, de Abrantes, conjuntamente com a turma A do 2º ano do CEF Práticas Técnico - Comerciais onde, além de visitarmos a área comercial, que quase todos nós já conhecíamos, ficámos a conhecer o “caminho” seguido pelos vários produtos e respectivos pontos de controlo, desde a sua chegada ao posto de recepção, até às prateleiras onde os podemos adquirir. Durante todas as visitas de estudo que efectuámos, fomos esclarecidos sobre regras de higiene e segurança adoptadas, pelo que estas visitas também foram efectuadas no âmbito da disciplina Higiene e Segurança na Indústria Alimentar.

Como balanço, consideramos estas visitas bastante importantes para a nossa formação, quer pelos conhecimentos obtidos, quer pelos contactos que estabelecemos com os técnicos das empresas visitadas. Alunos da turma 11º B Professora M. Manuela M. Alves Horizontes

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A Escola Básica 2,3/S de Mação participa desde há 3 anos no projecto promovido pelo GAVE denominado Testes Intermédios. Este projecto que no seu início era destinado aos alunos de Matemática A 12º ano, foi alargado ao longo dos anos a outras disciplinas. No presente ano lectivo irão realizar-se (tendo já a Escola efectuado a respectiva inscrição) testes intermédios às disciplinas de Língua Portuguesa no 9º ano, Matemática no 8º e 9º anos, Física e Química A e Biologia e Geologia no 10º e 11º anos, Matemática B no 10º ano e Matemática A em todos os anos do ensino secundário. As datas de realização encontram-se discriminadas na tabela I. Conforme preconizado pelo GAVE “Os testes intermédios são instrumentos de avaliação disponibilizados pelo GAVE ao longo do ano lectivo, tendo como principais finalidades permitir a cada professor aferir o desempenho dos seus alunos por referência a padrões de âmbito nacional, ajudar os alunos a uma melhor consciencialização da progressão da sua aprendizagem e, por acréscimo, contribuir para a sua progressiva familiarização com instrumentos de avaliação externa, processo a que estarão sujeitos no final do 3.º ciclo do ensino básico, ou no ano terminal das disciplinas do ensino secundário”. Obviamente que quer a Escola, quer os Alunos ou Encarregados de Educação visam o objectivo principal do sucesso escolar. No entanto, tal só é viável se se desenvolverem esforços por parte de todos e estes forem na mesma direcção e sentido. É essencialmente com este espírito que se justifica o interesse na participação da Escola / Alunos neste projecto. Mais do que meras avaliações sumativas, permitem aos alunos ter uma experiência que se pretende muito próxima da dos exames, quer em formalismo, quer em tipologia de questões (em conteúdo e forma), quer em termos dos critérios de correcção. Horizontes 14

Ao promover-se esta familiarização tenta minimizar-se o efeito de stress, ânsia e até angústia que a situação de exame provoca. É todo um percurso actual e futuro que está em causa e cuja resolução tem data e duração única. E quanto maiores forem as expectativas / ambições mais importante é esta adaptação e o reforçar das estruturas mentais no domínio do stress / ânsia que com frequência conduzem ao “bloqueio” mental do aluno. Mas não se pode, nem se deve descurar os resultados obtidos nos testes intermédios. Eles dão informações importantes ao professor, ao aluno (particularmente se for empenhado no seu sucesso educativo) e até a nível nacional (face ao leque de escolas participantes), indiciando por exemplo as falhas mais frequentes, e/ou a promoção de estratégias. Recentemente o GAVE apresentou o relatório global relativo às aplicações de 2008/2009, tendo registado as mesm a s assimetrias e distribuição dos resultados que dos exames nacionais. O referido relatório chama a atenção para a grande falha evidenciada pelos alunos quando se trata

de questões que envolvam maior produção de textos e raciocínio, não sendo apenas de aplicação directa ou de memorização. A análise de dados, em particular em tabelas ou gráficos é outro tópico onde os alunos falham muito. Para finalizar, e não deixando de realçar a importância deste projecto, reforça-se, como preconizado pelo GAVE a dimensão formativa e a condição de avaliação interactiva que permite aos professores e aos alunos uma tomada de consciência atempada de eventuais fragilidades detectadas no domínio das aprendizagens. O processo de correcção dos testes intermédios deve por isso constituir um momento de reflexão partilhada, conducente ao desenvolvimento de estratégias de actuação dirigidas à superação das dificuldades detectadas. Mas não esquecer que, para além dos esforços do professor ou da escola, é o do aluno o que mais pesa, e principalmente o que mais benefícios pode recolher deste projecto. BOM TRABALHO A gestora do projecto TI Luisa Gonçalves

F a r i a


Sar amago ara .R..E. B.E.C.R No presente ano lectivo a Equipa da Biblioteca Escolar é constituída pelo Professor Bibliotecário, António Bento, pelas professoras, Augusta Estrela, Isabel Marques e as funcionárias, Glória Silva e Isabel Moleiro. Este ano lectivo a Biblioteca continua a ser um espaço muito agradável e com muita procura por alunos, professores e funcionários. Na Biblioteca os alunos, podem consultar e requisitar os mais variados livros de autores diferentes, ler jornais, revistas ouvir música, ver filmes, fazer trabalhos individuais e em grupo, fazer pesquisa, tirar fotocópias, imprimir, etc. Este ano lectivo já foram comemoradas várias efemérides e realizadas várias actividades das quais destacamos as seguintes: Dia Mundial da Alimentação, Implantação da República, Construindo e Expondo Marcadores e a Feira do livro. A Biblioteca pretende assumir-se como um espaço onde se podem articular actividades implementadas pelos diversos grupos

II Fe ir a do Feir ira Li vro n aB a Liv na Biiblio liottec eca Um livro transporta-nos para um mundo diferente, faz-nos viajar através das palavras e solta-nos a imaginação. O contacto com uma grande variedade de livros desperta-nos a curiosidade intelectual e o gosto pela leitura. De facto, ler e o prazer pela leitura é um contributo inegável para o sucesso escolar. A Biblioteca Escolar da Escola Básica do 2º e 3º ciclos com Ensino Secundário de Mação realizou a sua II Feira do Livro. A mesma decorreu desde o dia 23, de Novembro até ao dia 7 de Dezembro, no horário das 9h às 17h e 30m. Esta actividade teve como objectivo a promoção e divulgação da leitura na nossa comunidade. LER É PARTILHAR, OFEREÇA LIVROS NO NATAL

disciplinares, e também como um local que recebe alunos de todo o Agrupamen-

to de Escolas Verde Horizonte. Pois para nós, o leitor não nasce, faz-se, mas o não leitor também, fazemo-nos, leitores ou

não leitores com o passar do tempo, no decorrer de um processo formativo no qual intervém o desenvolvimento da personalidade e no qual vivenciamos experiências leitoras motivadoras e

desmotivadoras, quase sempre em dois únicos contextos, o familiar e o escolar. É através dos livros que todos nós descobrimos o prazer de leitura. Ler é querer ler e, por isso mesmo uma actividade individual e voluntária. Professor Bibliotecário António Bento

Esteve patente ao público, de 16 a 20 de Novembro, na B.E.C.R.E. da nossa escola, uma exposição de trabalhos alusiva a José Saramago e comemorativa do nascimento do autor (16 de Novembro). As turmas envolvidas foram os 7º, 9º e 12º anos de escolaridade e o público-alvo foi toda a comunidade escolar. Motivos? Se fosse necessário apontá-los, diríamos que, entre outros, se trata apenas do único autor português que obteve o Prémio Nobel, se trata do autor mais controverso e polémico dos nossos tempos, se trata do escritor mais amado e mais odiado (ninguém consegue agradar a gregos e a troianos…), se trata de um autor do programa de Português do 12º ano, se trata de um cidadão de livre pensamento (tão raro nos dias que correm), constitui uma das escritas de maior qualidade e inquestionável originalidade dos nossos dias, permite aos alunos conhecer factos relativos ao autor, à sua obra e à sua escrita, possibilita aos mesmos o contacto com a obra de Saramago e o desenvolvimento da competência da leitura e da capacidade para usar multifuncionalmente a escrita, com a consciência das escolhas decorrentes da função, forma e destinatário…enfim, permite-lhes crescer como leitores e como pessoas, quanto mais não seja para poderem criticar com conhecimento de causa (que convenhamos já é mais do que muitos fazem). E, terminando a divulgação com laivos de artigo de opinião e atendendo ao tamanho e forma do parágrafo, considerando ainda a possibilidade de sermos acusados de paralelismo estilístico, encerramos aqui o mesmo, já longo, mas não menos lúcido. Professora Anabela Ferreira

A Equipa da Biblioteca Escolar Horizontes

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No dia nove de Setembro de 2009, os professores do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte tiveram o privilégio de conhecer melhor o concelho de Mação nas suas diversas vertentes. Após a concentração de todos os professores na Escola Base do Agrupamento, iniciou-se a visita aos diversos locais do Concelho guiados pelo Senhor Director, pelo Senhor Presidente da Câmara e pelo Senhor Vereador da Cultura. Começámos o périplo pela Praia Fluvial da Ortiga e Barragem de Belver, seguindo-se o pequeno-almoço na sede de freguesia, Envendos. Depois passeámos por vários lugares rodeados pelo verde dos pinheiros bravos e fomos até à praia fluvial do Carvoeiro, orgulho de todos os munícipes, pois foi premiada com a bandeira azul, pela excelente qualidade, quer

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a nível da água quer ao nível dos serviços prestados aos utentes. A manhã terminou em Cardigos, no restaurante Quinta dos Moinhos, com um agradável almoço convívio oferecido pelo Senhor Presidente da Câmara de Mação. De tarde continuámos a viagem passando pelas restantes Freguesias do Concelho, observando a paisagem circundante. Terminada a viagem, foi oferecido pelo Senhor Presidente da Câmara e pelo Senhor Vereador da Cultura a todos os participantes um saco com literatura informativa sobre a região e um pequeno frasco do famoso Mel de Mação. Foi uma actividade de grande interesse para a integração dos professores agora chegados ao Concelho e também para os que cá continuam, na medida em que promove o convívio entre todos os participantes. O clube da imprensa


Comemorou-se, (11 de Setembro de 2009) o Dia do Diploma nas escolas portuguesas. No Agrupamento de Escolas Verde Horizonte, o evento contou com a presença da Direcção da Escola, de um Representante da Autarquia Local e de muitos familiares dos alunos, que encheram completamente o auditório da escola. Depois dos breves discursos, proferidos pela Direcção da escola e pelo representante da autarquia, procedeu-se à entrega dos respectivos diplomas e prémios de mérito aos alunos que concluíram o ensino secundário. A cerimónia foi encerrada com a oferta de um lanche aos presentes. O clube da imprensa

A minha homenagem!!! Não foram muitos, injustamente, os que se aperceberam disso, mas o dia 29 de Março de 2009 deve ficar gravado, em alto relevo, na história da educação do Concelho de Mação. Como Director do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte e essencialmente como amigo sinto um enorme orgulho em fazer eco de um feito singular só ao alcance de um leque restrito, muito restrito, de jovens em termos nacionais. O Gonçalo Pereira Simões de Matos, numa cerimónia realizada na Figueira da Foz, recebeu das mãos do Ministro da Ciência e Tecnologia, Mariano Gago, a Medalha de Ouro (categoria B - 10º ao 12º Ano) nas XXVII Olimpíadas Portuguesas de Matemática. Receber uma medalha de ouro é, só por si, um orgulho para toda a Comunidade Maçaense, mas se dissermos que a vitória do Gonçalo resultou de uma competição nacional em que participaram mais de 33 mil Jovens, dos quais

foram seleccionados 60 e destes apurados apenas 12 em cada categoria e o Gonçalo foi capaz de elevar o seu nome e com ele elevar o nome de Mação e do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte ao mais alto patamar de tão prestigiada competição, é de pasmar!!!. As Olimpíadas Portuguesas da Matemática são organizadas pela Sociedade Portuguesa de Matemática, com a colaboração do Departamento de Matemática da Universidade de Coimbra. Realizaram-se pela primeira vez em 1980, com a designação de Mini-Olimpíadas de Matemática. Naquele ano e nos seguintes, apenas participaram escolas da Região Centro. A procura, no entanto, fez com que a partir de 1983 fossem aceites alunos de todo o país. As Olimpíadas não pararam de crescer, e a participação passou de 151 escolas e 6028 estudantes na primeira edição nacional para mais de 1100 es-

colas e 33 mil estudantes neste último ano. É um dos acontecimentos na área das ciências que, em Portugal, mais jovens envolve. Caro Gonçalo, todos sabemos que os teus pais têm em ti um grande orgulho, mas, o teu Agrupamento, a tua Vila, o teu Concelho e teu País nutrem por ti uma admiração e um carinho imensos.

Que a tua excelência contagie os teus colegas, um grande abraço. José António Santos Almeida

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Aniversário de Compositores Este ano de 2009 celebra-se o aniversário de vários grandes compositores: Häendel, 250º aniversário da morte; Haydn, 200º aniversário da morte e Purcell, 350º aniversário do nascimento. Talvez destes compositores o mais conhecido do público em geral será mesmo o grande compositor Georg Friedrich Haendel (que também poderão encontrar escrito na forma original - Händel) Obras como o Aleluia, a peça “Coronation Anthem “ que foi escolhido o número 1 intitulada “Zadok The Priest” para servir de Hino Oficial da Liga dos Campeões da UEFA, “Largo da ópera Xerxes” e tantas outras que poderão consultar na Biblioteca da Escola, na Biblioteca Municipal, na internet… Professora Cidália Gonçalves

Danças urbanas na escola Na escola EB 2,3/Secundária de Mação, existe uma actividade extracurricular que encheu a folha das inscrições. Esta actividade chama-se “Danças urbanas”. As danças urbanas decorrem à segunda-feira e à quinta-feira. A professora chama-se Eva. Este ano houve rapazes que se inscreveram por causa do BREAK DANCE, mas também se inscreveram raparigas. Os ensaios decorrerão no ginásio da escola. Joana Fernandes 7ºB

Pois é… Aqui estamos mais uma vez! O Clube Europeu regressou este ano com uma nova equipa, as professoras Augusta Estrela, Sílvia Ramadas, Luísa Morgado e Margarida Marques. Contudo, estas professoras precisam de constituir um grupo de tra-

balho composto por alunos desta escola. Aguardamos por ti, inscreve-te! Sabias que já fazemos parte da Rede Nacional de Clubes Europeus?! – Inscrevemos o clube este ano. Procura-nos junto do Auditório … Vamos viajar, evadir-nos para outros lugares europeus… Junto do Auditório está o placard do clube com informações várias. Visita-o com regularidade. E já agora “Feliz Natal e Bom Ano Novo!” A equipa do clube Horizontes 18

Desporto Escolar Ginástica Acrobática Já começaram, na nossa escola, os treinos do Grupo Equipa de Ginástica Acrobática. Os treinos decorrem duas vezes por semana, à Quarta-feira, das 13h às 14,30h e à Sexta-feira, das 13,20h às 14,05h. Ainda te podes inscrever!

A professora responsável Inês Marques


Tai-Chi Chuan é uma arte de origem Indiana, que foi “importada” para a China, onde foi desenvolvida e diversificada nas mais variadas correntes, tornandose depois numa arte marcial milenar chinesa. Esta arte é executada com movimentos lentos e harmoniosos, que são baseados na imitação de alguns animais, realizados com o fim de libertar o corpo de tenções e a mente de pensamentos cíclicos, o originando um bem-estar físico e uma leveza espiritual. Como consequência, começou também a fazer parte da medicina tradicional chinesa. O bem-estar originado perla prática de Tai Chi é evidenciado e demonstrado em diversos estudos científicos e medicinais, efectuados por várias universidades do mundo, sendo considerada uma ginástica ou arte adaptada para todas as idades. A sua prática possibilita um conforto psicológico e físico, criando um bem-estar individual de forma que pacifica o indivíduo, tornando-o mais calmo, forte, cooperante e activo para com a sociedade. Todas estas vantagens encontradas na prática do Tai Chi Chuan, fazem com seja uma das modalidades de exercício físico mais procuradas do mundo contemporâneo. A prática regular desta arte marcial evita algumas doenças de foro psico-

lógico, em voga hoje em dia (stress, depressões, hipertensão, entre outras), que são causadas pela actividade do dia-adia, que é cada vez mais competitivo e impessoal; Por outro lado, também fornece um bem-estar físico, dado que mantém ou aumenta o equilíbrio pessoal, evitando, por exemplo, não só o aumento do colesterol (em vários estudos, provou-se que causa a sua diminuição), como também a formação de massa adiposa excessiva. Objectivos: Pretende-se, com esta iniciativa, pro-

porcionar aos alunos desta escola a prática de uma actividade muito pouco conhecida e que pode facultar, aos seus praticantes, uma nova forma de encarar o mundo e as coisas que o rodeiam. Desta forma, os alunos podem evoluir a sua acção com a sociedade e com a escola de forma mais pacífica, cooperante, educada e construtiva. Este projecto visa os alunos do 9.º ano, dado que estarão submetidos a exames no final do ano lectivo, o que justifica uma actividade diferente e inovadora, que possibilite maior serenidade perante o stress causado pelos estudos. Posteriormente (se forem criadas condições) esta actividade poderá ser alargada aos outros anos do 3º ciclo do ensino básico. Professor José Ramos Treinos: Os treinos desta modalidade decorrem no pavilhão gimnodesportivo, à quarta-feira, no horário seguinte: · das 14h30m às 15h30m; · das 15h30m às 16h30m.

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No dia 2 de Dezembro de 2009, a convite da Dra. Paulina Mata, no âmbito da disciplinas da Área de Projecto do 12º ano A, acompanhadas pelo professor Abel Costa, deslocamos-nos à loja FNAC do Centro Comercial Vasco da Gama, em Lisboa, para presenciar o lançamento do seu livro: A cozinha é um laboratório.

O lançamento do livro era às 18:30h, como chegámos por volta das 18h, aproveitámos para lanchar, em frente a uma relojoaria, enquanto os transeuntes nos obser-

vavam a comer a “merenda caseira” vulgo farnel, parecíamos mesmo vindos da Santa terrinha. Chegados à FNAC conhecemos então pessoalmente a Dra. Paulina Mata, que nos presenteou com o seu melhor sorriso. O início da apresentação começou com o Director da Editora “Fonte da Palavra”, de seguida a Colaboradora da Ciência Viva, Rosália Vargas, dando a palavra à escritora/cozinheira de receitas, Maria de Lurdes Modesto que apresentou o livro e algumas curiosidades que nele se encontram, como por exemplo a razão de algumas pipocas não rebentarem, porque é que os pastéis de bacalhau se abrem ao fritar, truques para distinguir um ovo cozido de um ovo cru, como fazer com que não se chore ao picar cebola, entre muitas outras. Foi uma barrigada de risos, a senhora é muito bemdisposta.

Foi então que a Dra. Margarida Guerreiro e a Dra. Paulina Mata agradeceram os apoios recebidos para elaborar e concluir a realização do desafio lançado pela Ciência Viva, o livro. O lançamento do livro foi para ambas a concretização de um sonho, onde juntaram os seus dois amores: cozinha e ciência. Possívelmente e em breve nos deleitaremos com novas receitas de um grande livro. Durante os seus agradecimentos, a Dra. Paulina referiu-se à nossa presença na sala e com orgulho à nossa escola, pois a Dra. Paulina pertence ao Nosso concelho. Ficando a promessa de apresentação do novo livro e a execução de algumas receitas. Porque não não experimentar a mousse de chocolate?? 12ºA Francisca, Sara e Rita

Mousse Chocolate Chantilly Ingredientes: - 240g de Chocolate preto da Nestlé (nem todos os chocolates dão) - 200ml de água Preparação: - Coloque a água num recipiente que possa ir ao fogão ou ao microondas; - Junte o chocolate à água para este derreter - ao juntar o chocolate à água forma-se uma emulsão, provocada por emulsionantes*; - Quando o chocolate se encontrar totalmente derretido, coloque-o noutro recipiente e coloque-o dentro de um recipiente maior com gelo ou água para arrefecer;

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- Bata o chocolate derretido, ainda dentro do recipiente com água/ gelo – forma-se uma espuma**. * Os emulsionantes são moléculas com um lado hidrofílico (atrai a água) e outro hidrofóbico (repele a água), permitindo que óleo se disperse na água, criando uma emulsão estável e homogénea. ** A espuma, vulgarmente chamada de mousse, é provocada pela prisão de bolhas de ar, ou qualquer outro gás, num líquido ou sólido. Curiosidades: - Sabias que o chocolate derrete à temperatura do corpo humano? (36/37°C) Por isso, quando se coloca o chocolate na mão ou na boca ele começa a derreter.


A saúde é um conceito positivo, um recurso quotidiano que implica “um estado completo de bem-estar físico, social e mental e não apenas a ausência de doença e/ou enfermidade (OMS, 1993). Dentro desta perspectiva, a Educação para a Saúde deve ter como finalidade a preservação da saúde individual e colectiva. Em contexto escolar, Educar para a Saúde consiste em dotar as crianças e os jovens de conhecimentos, atitudes e valores que os ajudem a fazer opções e a tomar decisões adequadas à sua saúde e ao tal bem-estar físico, social e mental. A ausência de informação incapacita e/ou dificulta a tomada de decisão... Dada a importância da abordagem da Educação para a Saúde em meio

escolar, os docentes de Educação Física Inês Marques e José Carlos estão a desenvolver o projecto de intervenção na escola, “Mais Saúde” Este

Estejam atentos! Juntos vamos cuidar, do que de mais importante temos, “o nosso corpo”! Junta-te a nós e participa nas várias actividades!

AUMENTA ATÉ CINCO VEZES A AUTO-ESTIMA

Deixar de Fumar projecto tem como objectivo principal, promover e sensibilizar para a importância da adopção de estilos de vida activos e saudáveis. Ao longo do ano lectivo, diversas actividades irão ser desenvolvidas; rastreios, palestras, acções de sensibilização e actividades físicas, dirigidas a toda a comunidade escolar.

Passeio de Cicloturismo e Marcha Vai realizar-se no dia 18 de Dezembro de 2009, pelas 13 horas e 30minutos, com concentração no portão principal da nossa escola, um “Passeio de Cicloturismo” e uma “Marcha da Saúde”. Esta actividade está inserida no âmbito do Projecto “Mais Saúde”. Neste momento muitos alunos e professores já fizeram a sua inscrição. Esta iniciativa também conta com a participação de todos os Encarregados de Educação que se queiram juntar a nós….Ainda te podes inscrever junto dos professores de Educação Física Inês Marques e José Carlos. Não faltes! Vamos encher as ruas de Mação de MOVIMENTO.

“Os jovens que deixaram de fuma podem beneficiar de uma melhoria substancial dos seus níveis de auto-estima”, estas são as conclusões de um estudo efectuado pela Universidade da Columbia. Ao longo de um ano, os investigadores entrevistaram cerca de 6500 jovens com idades compreendidas entre os 13 e os 18 anos tentando relacionar as alterações dos hábitos de consumo de álcool e tabaco com os níveis de auto-estima. Os resultados indicam que aqueles que deixaram de fumar valorizaram-se em cerca de cinco vezes mais do que aqueles que não o fizeram. Por outro lado, os que começaram a fumar durante esse ano de estudo revelaram uma menor autoestima. Comprova-se com esta pesquisa que as condutas aditivas e a auto-estima salvaguardam uma relação, mais ou menos, fechada. (artigo retirado da Revista Men´s Health)

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O CEF de jardinagem tem como objectivo formar alunos com competências para desempenhar a profissão de jardineiro. Neste âmbito os alunos do curso CEF de Jardinagem e Espaços Verdes do Agrupamento de Escolas Verde Horizonte têm desenvolvido algumas actividades inseridas nas aulas práticas da componente tecnológica ,no sentido de os prepara para a vida activa. Estes alunos, além da componente prática, têm ainda uma vertente sócio cultural e científica. As fotografias seguintes servem para ilustrar as as actividades desenvolvidas pela turma nos espaços verdes da Escola: · Corte de relvados;

· · ·

Corte de bordaduras de relvado; Limpeza de canteiros; Rega;

·

Monda de canteiros.

Além das actividades desenvolvidas na escola os alunos deste curso participam em actividades/tarefas que são desenvolvidas em protocolo com a Câmara Municipal de Mação. Esta colaboração proporciona aos alunos uma

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relvados, poda de árvores ornamentais, multiplicação de plantas em viveiro, etc. A turma tem manifestado orgulho nas actividades de embelezamento dos espaços envolventes, bem como da mutenção do canteiro das plantas aro-

diversidade de trabalhos em aula prática que não poderiam ser realizadas no Espaço Escola, nomeadamente instalação de sistemas de rega, instalação de máticas. O respectivo canteiro foi idealizado e concretizado no âmbito do projecto Eco-Escola, desenvolvido no ano anterior. Professoras: Fernanda Mouro Graça Bento


Last Friday 30th October 2009 four students of class 10th D got dressed in witches and went to offer sweets playing Trick or Treat to their colleagues of the other classes in block C. Enjoy their photos and have a sweet Halloween! 10th D Ana Santos, Cindy Coluna, Cristel Alves and Lucinda Rito

The winners of the Halloween Mask Contest are: • 1st Place – Henrique Rabaça, 7ºA • 2st Place – Jardim de Infância de Mação • 3st Place – Marina Silva e Rita Marques, 7ºC

A TURMA D, do 10º ANO, do CURSO TÉCNICO DE APOIO PSICOSSOCIAL, na disciplina Área de Expressões – Módulo 1, “Corpo e Movimento”, e a professora Anabela Martins levaram a cabo de 26 a 30 DE OUTUBRO actividades alusivas ao Halloween. Em pleno espaço escolar, onde se incluem os tempos de aula, de recreio e de almoço, reuniram-se as bruxas, Magadidi, Magami, Magalu, Magacin, Magasan, Magacar, Magana e bruxo Magoandré, completamente descontextualizados nas atitudes e no trajar. Elas gaiteiras, ele ora corcunda, ora em aprendizagem nas artes da conquista, assumiram personagens que se misturaram no dia-a-dia da vida escolar, discutindo com total falta de propósito, pormenores da sua vida pessoal, fugindo e enxovalhando sapos ou brigando com o namorado. Agrupamento de Inglês

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Alunos do 11 .º B na Feira dos Santos Somos alunos da turma B, do 11º ano, do Curso Profissional Técnico de Processamento e Controlo da Qualidade Alimentar e estamos no presente ano lectivo a realizar diversas actividades, no âmbito do Módulo “Transformação de Produtos Agropecuários”, da disciplina Processamento Geral dos Alimentos. Até agora já confeccionámos: calda de pimentão, pimento em salmoura, doce de tomate, doce de maçã, marmelada, geleia, doce de gila e doce de abóbora. Também já fizemos alguns licores: licor de café, licor de romã, licor de leite e outros. Estes produtos foram postos à venda na Feira Anual de Mação (Feira dos Santos) realizada no dia 1 de Novembro. Integramos na reconstituição histórica da feira, junto ao edifício dos Paços do Concelho. 11.º B Professora Manuela Alves

Arruada da banda A Banda Filarmónica de Mação, actuou pelas ruas da Vila, numa arruada bastante animada, fazendo parar os transeuntes para apreciar e aplaudir o som que saía dos instrumentos musicais, tocados por alunos que frequentam a nossa escola e alguns adultos, prometendo a todos, a continuação do excelente trabalho que tem desenvolvido ao longo dos anos. Professora: Maria José Mendes

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O São Martinho na nossa Escola Decorreu n o dia 11 de Novembro, Dia de S. Martinho, tradicional magusto onde foram integradas as seguintes actividades: > Recolha de provérbios, adivinhas e quadras populares; > Elaboração colectiva de um painel com trabalhos dos alunos; > Construção dos tradicionais cartuchos de castanhas, adornados de imagens com as quadras manuscritas e elaboradas pelos alunos; > Dramatização da lenda de S. Martinho; > Canções populares alusivas à época. O entusiasmo e a alegria dos alunos começou a sentir-se nos dias anteriores à realização desta actividade, aquando da sua preparação. Professoras: Maria da Luz e Anabela Ferreira

As nossas tradições Os alunos do 5º Ano em Educação Visual e Tecnológica, na continuação das suas tradições proporcionaram mais uma vez à comunidade escolar a sua criatividade. Com a aquisição de conhecimentos através de valores subjacentes à nossa história expondo os seus trabalhos fizeram uso às palavras de um grande escritor português: “ Mas o fruto dos frutos, o único que ao mesmo tempo alimenta e simboliza, cai dumas árvores altas, imensas, centenárias (…). Só em Novembro as agita uma inquietação funda, dolorosa, que as faz lançar ao chão lágrimas que são ouriços. Abrindo-as, essas lágrimas eriçadas de espinhos deixam ver numa cama fofa a maravilha singular de que falo, tão desafectada que até no próprio nome é doce e modesta – a castanha.” Miguel Torga, Portugal (32,33) Professoras: Rita Santos e Marília Pires Horizontes

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Escola EB de Mação

E diferente, veio também, o dia das Bruxas, sim, no Calvário, também temos bruxas…e que bruxinhos e bruxinhas simpáticas se encheu a EB de Mação… admirados!!!! Não devem!!!! As Técnicas de Acção Educativa lançaram a ideia, um “CONCURSO DE VASSOURAS DE BRUXAS”, e de repente, como que por magia, a escola transformou-se num ESTACIONAMENTO DE VASSOURAS DE BRUXAS ……… houve alegria, risada, aranhas, sapos,… sustos e concurso… Quem ganhou??? Ganhámos TODOS!!! TODOS porque nos divertimos!!!! Na EB tudo acontece, tudo se transforma, tudo ganha vida, A cara dos garotos diz tudo!!! tudo se constrói e assimila com aprendizagens diferenciadas, Tudo o que lhes vai na imaginação potudo pode acontecer de uma forma espontânea e lúdica. voada de fadas, bruxas, reis e rainhas… em histórias de faz de conta… …E tal como na história de S. Martinho, o tempo quente apareceu… E eis, que de repente, a história estava a acontecer, os miúdos do 4º. Ano vestiram as personagens da “ Lenda de S. Martinho” e os aplausos aconteceram, entusiasmada que estava a Plateia, cheia de sorrisos marotos misturada com caras espantaNo “ DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO”, o Jardim de Infân- das … Castanhas assadas misturadas cia encheu-se de cor, de vida e a imaginação foi morar com os garotos, que, curiosos, aprenderam muitas coisas sobre a alimentação, que comer e porquê, o que pode acontecer se exagerarmos a comer determinados alimentos; as Senhoras Educadoras encantaram, como passe de magia, as crianças com o seu Teatro de Fantoches. com farrusquices, que farruscados que eles estavam … O MAGUSTO decorreu no meio de brincaDepois, os mais crescidos explica- deiras, correrias e jogos encheram como era cons- ram o recreio da EB de Mação, tituída a roda dos todos se divertiram, todos conalimentos e o por- viveram neste Magusto que foi quê da sua divisão. organizado pela Junta de Freguesia de Mação. Foi um dia diferente… Tudo pode acontecer quando entramos na EB de Mação… Tudo se modifica, entramos no reino da gargalhada fácil, das brincadeiras, das aprendizagens, no MUNDO dos garotos que estão a aprender a ser homens, como diz a canção: “Parecem bandos de pardais à solta Os putos, os putos São como índios, capitães da malta Os putos, os putos Mas quando a tarde cai Vai-se a revolta Sentam-se ao colo do pai É a ternura que voltaia E ouvem-no a falar do homem novo São os putos deste povo A aprenderem a ser homens.”

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Outras actividades decorrem, diariamente, neste Mundo onde aprender se mistura com divertir, querer estar, querer fazer e querer ser… nada acontece por acaso, mas tudo acontece com prazer, com gosto, com vontade de que estes garotos sejam:

« … os putos deste povo a aprenderem a ser homens.»

No dia 11 de Novembro, a Escola do 1ºCiclo/Jardim-deInfância de Penhascoso e a Escola do 1º Ciclo/Jardim-de-Infância da Ortiga comemoraram o Dia de São Martinho, no campo desportivo desta localidade. Foi um dia diferente e bastante divertido em que miúdos e graúdos trocaram vivências. Logo pela manhã decorreram jogos tradicionais, tais como: jogo do lenço, jogo da malha, do pião, tracção à corda, tiro às latas, jogo dos balões, das bolachas e da garrafa, a cargo do professor Miguel Ângelo. Todos os alunos participaram de forma entusiástica nas diversas actividades e com um grande entusiasmo. Depois de tantos esforços seguiu-se um almoço/convívio entre alunos, professores, auxiliares e alguns encarregados de educação. Da parte da tarde realizou-se o tradicional Magusto com boa castanha, sumos e uma garrafinha de jeropiga para os mais velhos.

No final do dia todos regressaram às suas escolas levando na memória os bons momentos ali passados e também algum carvão no rosto. Este foi um dia “especial” e de agradável convívio entre toda a comunidade escolar, que se envolveu e participou nas actividades. Os professores e em especial os alunos destas duas Escolas/Jardins-de-Infância agradecem às respectivas Juntas de Freguesia pela sua colaboração nesta festa.

Os Professores: Celina Nunes Helena Martins Mª Manuela Lopes Miguel Ângelo Lopes Zulmira Caldeira

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O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes. Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento. O Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar onde não pode faltar a árvore bem decorada e o presépio. A família reúne-se na véspera de Natal para a consoada que tradicionalmente é composta por bacalhau cozido com ovo, regado com azeite novo e doçaria cerimonial (rabanadas, sonhos, filhós, Bolo-Rei etc.). Ainda no dia 24, no final da ceia, há a missa do galo à meia-noite. Já no aconchego das suas casas trocam-se os presentes entre todos os familiares, fazendo as delícias dos mais pequenos. No próprio dia 25, há um jantar melhorado com carnes diversas ( cabrito, peru, capão), em algumas zonas do país no almoço do dia 25 é servida a tradicional roupa-velha, feita com os restos da consoada do dia anterior. Queima-se o cepo do Natal, particular (nos lares), ou público (nos adros), à volta do qual se cantam canções tradicionais portuguesas. Professoras: Maria da Luz Sónia Dias

Le 24 décembre C’est la veille de Noël. Dans beaucoup de maisons il y a un sapin et une crèche avec les personnages de Joseph, Marie et l’enfant Jésus. Sous l’arbre, les enfants placent leurs chaussures pour les cadeaux du Père Noël. Le soir, on va à la messe de minuit. Quand tout le monde est rentré de l’église, le réveillon commence.

Le Réveillon Il s’agit d’un grand repas. On mange de la dinde, des marrons, du jambon, de l’oie, des huîtres et du foie gras. Le dessert traditionnel c’est la bûche de Noël, un gâteau chocolat. Quand le repas est terminé, tout le monde danse, chante, joue jusqu’à deux ou trois heures du matin.

Le 25 décembre Tout le monde ouvre ses cadeaux. On prend un repas un peu plus léger que le réveillon, heureusement! Professora Clara Neves Horizontes 28


En la última semana del año y en la primera semana del año nuevo se concentran varias fiestas. En todas ellas es costumbre que la familia se reúna y se prepare comida especial, se tomen licores y se coman productos navideños, como el turrón, el mazapán, los mantecados o los polvorones.

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También es típico que se canten Villancicos – canciones típicas de Navidad – al ritmo de una pandereta y de una zambomba. Una tradición que se está perdiendo es el Aguinaldo: los niños van por la calle cantando Villancicos y la gente les da algo de dinero.

Los Días Más Señalados: · El 24 de diciembre se celebra la Nochebuena. Después de la cena, las familias van a la Misa del Gallo a las doce de la noche. · El 25 de diciembre se celebra la Navidad. . La Nochevieja se celebra el 31 de diciembre. A las doce de la noche, mientras suenan las doce campanadas, se toman doce uvas para tener suerte los próximos doce meses. Después, se brinda con cava, sidra o champán. La mayoría de los españoles toma las uvas viendo por televisión el reloj de la Puerta del Sol de Madrid. Las fiestas que hay por la noche · El 1 de enero se celebra el Año Nuevo. se llaman Cotillón. · Los Reyes Magos se celebran el 6 de Enero. Es un día muy importante para los niños, pues los tres Reyes Magos de Oriente, Melchor, Gaspar y Baltasar les traen los juguetes que ellos les han pedido en una carta. . El 5 de enero a partir de la seis de la tarde se hacen cabalgatas en muchos lugares de España: los tres Reyes Magos y sus pajes se pasean por las calles a caballo, en camello cargados de paquetes de juguetes y repartiendo caramelos por la gente que los espera ver pasar.

Se suele tomar el roscón, pastel de forma redonda cubierto de frutas escarchadas que tiene un regalito dentro.

Es un poquito diferente la Navidad en España…

Professora Margarida Marques

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Every year in December they celebrate the birthday of Jesus Christ. That is why they call this time of year “Christmas” – they celebrate the “Mass”

or church service for Christ. The first recorded observance occurred in Rome in AD360 but it wasn’t until AD440 that the Christian Church fixed the celebration date of 25 December. Christmas is a truly magical season bringing families and friends together to share the much loved customs and traditions which have been around for centuries. Most people are on holiday in England and stay at home with their family on Christmas Day. Christmas is celebrated with a Christmas dinner for the whole family. During the weeks before Christmas Day they send cards, watch nativity plays and go to carol services. They also decorate their homes and churches with green leaves, paper decorations and colourful electric lights. Many of their Christmas customs began long before Jesus was born. They came from earlier festivals which had nothing to do with the Christian church. Long time ago people had midwinter festivals when the days were shortest and the sunlight weakest. They believed that their ceremonies would

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give the sun back its power. The Romans held the festival of Saturnalia around 25 December. They decorated their homes with evergreens to remind them of Saturn, their harvest God to return the following spring. Some of these customs and traditions were adopted by early Christians as part of their celebrations of Jesus’ birthday. In Victorian times some new ideas such as Father Christmas, Christmas cards and crackers were added to the

celebrations. Here are a few of the things you might come across if you visit England in the run up to Christmas.

Jingle Bells Dashing through the snow In a one horse open sleigh O’er the fields we go Laughing all the way Bells on bob tails ring Making spirits bright What fun it is to laugh and sing A sleighing song tonight Oh, jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh, what fun it is to ride In a one horse open sleigh Jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh, what fun it is to ride In a one horse open sleigh A day or two ago I thought I’d take a ride And soon Miss Fanny Bright Was seated by my side The horse was lean and lank Misfortune seemed his lot We got into a drifted bank And then we got upsot Oh, jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh, what fun it is to ride In a one horse open sleigh Jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh, what fun it is to ride In a one horse open sleigh yeah Jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh, what fun it is to ride In a one horse open sleigh Jingle bells, jingle bells Jingle all the way Oh, what fun it is to ride In a one horse open sleigh


Bolas numeradas Qual é o número que aparece logicamente na última bola?

Quadrado mágico Um quadrado diz-se «mágico» quando assomas dos números de cada linha, coluna e diagonal têm o mesmo valor. Completa este quadrado com os númerosde 1 a 7 para ser mágico.

A carta escondida

Triângulos Completa os últimos quatro triângulos.

Qual é a carta que falta?

Tinta para o tecto Se para pintar um tecto com 5 m de comprimento e 3 m de largura são precisos 2 litros de tinta, quantos litros serão necessários para pintar um tecto com o dobro das dimensões?

Sequência de figuras Qual é o desenho que completa esta sequência?

Folhas ao vento Desenha a folha seguinte.

Dominós Completa esta sequência de dominós.

GLOBALIZAÇÃO POPULAÇÃO MIGRAÇÃO IMIGRAÇÃO FECUNDIDADE

OCA ETÁRIA MORTALIDADE ÊXODO RURAL

EMIGRAÇÃO GUETO RACISMO XENOFOBIA ECONOMIA

SOCIAIS NATURAIS ÉTNICA CULTURA CIVILIZAÇÕES Horizontes

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