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Vinho e saúde,

Criativos filmes de arte, na coluna de Tarcílio de Souza Barros

na coluna Enogastronomia de Renato Duarte

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Terça-feira 20 de agosto de 2.013

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Vacinação antirrábica segue até o dia 31 deste mês

A campanha de vacinação antirrábica de 2013 continua por mais dois finais de semana. Dia 25, domingo, e sábado, dia 31. A vacinação antirrábica é gratuita e destinada a cães e gatos a partir de três meses de idade. A vacinação, que teve início no começo de agosto, percorre diversos bairros da cidade com unidades móveis. As vacinações no bairros são realizadas das 9hs às 16h30hs. Durante a semana, de segunda à sexta, das 8hs às 12hs, a vacinação pode ser realizada no posto fixo de vacina, localizado na Rua Alzira Ferreira Campos, 480, Jd. Fernão Dias. Confira a tabela com as datas e os bairros onde a vacinação acontecerá. Página 3

Animais acima de três meses devem ser vacinados

Prefeito apresenta

Núcleo de ação

Aprenda a fazer

prioridades no

local é implantado

um delicioso

Plano Plurianual

na Cantareira

chocolate quente

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www.folhaopiniao.com.br www.folhaopiniao.com.br Terça-feira, 2013 Sexta-feira,20 20de deagosto abril dede 2012

GASTRONOMIA

Jornalismo cultural Há duas semanas foi anunciado o fechamento da revista Bravo!, onde trabalhei por oito anos. Em abril, foi a vez do caderno “Sabático”, do Estadão, que tratava de literatura. Na última década, outros veículos culturais tiveram o mesmo destino, entre eles a Palavra, a Bizz, a Set e a EntreLivros. Sempre que um evento assim ocorre, lamento pelo desemprego de colegas talentosos. Em seguida, me junto aos debates sobre a crise dos modelos de financiamento da imprensa,

mentos estéticos. Artistas se comunicam diretamente com fãs, opiniões pulverizadas tomam o lugar da crítica tradicional. Dá para se informar usando fontes no mundo todo, de jornalões em papel a blogs ultraespecializados, em um vasto espectro temático e ideológico. Como se tornar comercialmente viável nesse cenário? Se eu soubesse, estaria em uma jacuzzi de leite paga com honorários de consultor. Posso opinar é sobre relevância jornalística e cultural. Tenho

em particular a escrita. O tom geral é de lamento pelo fim de bons projetos editoriais, que nunca terão a rentabilidade de similares dedicados a dietas e fofocas. Não é uma avaliação errada. A imprensa cultural sofre em um contexto que parece conspirar contra o esforço reflexivo. Tornou-se quase proibida a matéria “difícil”, tanto na linguagem quanto no conteúdo, como se ninguém pudesse ser desafiado a conhecer e entender aquilo que ainda não conhece e entende. Ocorre que essa é a visão mainstream. Ou a visão do jornalista. Na do público, nunca houve tanto espaço para falar de livros, peças, discos, exposições, movi-

certeza de quem não vai tê-la: os que seguirem apostando em antigas instâncias de autoridade, que faziam o filtro do saber disponível somente porque detinham os meios tecnológicos para tanto. Consensos da internet também são nocivos Idem os que acreditam no mínimo denominador, tentando salvar veículos ao torná-los “acessíveis”. Diante de uma cultura tribalizada, de grupos que se aprofundam em seus interesses específicos, em uma produção incansável e apaixonada de narrativas e opiniões, ser generalista e superficial é um caminho seguro para se

tornar anódino. Ao mesmo tempo, a tribalização tende a reiterar valores em vez de discuti-los. Aderir a eles é legítimo e, em muitos casos, desejável, mas não é jornalismo – atividade ligada à busca (talvez utópica) por equilíbrio, por distanciamento na coleta de dados que vão permitir conclusões para além de interesses e ideias em bloco. Não há pensamento em cultura – como não há em política – sem confronto. Cada elemento do mundo digital – a interatividade, a fragmentação, o gosto pelo novo e pela síntese – tem mais de uma faceta. A fonte estimulante de conhecimento pode virar um fetiche, quando não um ethos autoritário. Os pequenos consensos da internet são tão nocivos quanto os grandes consensos da velha mídia. Quando a crise nos empurra para a liberdade Identificar e dizer isso publicamente é menos simples do que parece. Com o mercado do jeito que está, soa até leviano pregar que o jornalista deva ir contra hábitos e gostos do leitor. Mas não vejo outra saída para quem acredita na

profissão. “Ir contra” não significa encarnar o polemista automático. Às vezes, é o contrário: resistir à volúpia de etiquetar e julgar tudo. Escrever um bom ensaio ou reportagem só é possível com embasamento, o que demanda trabalho e repertório construído com paciência, além de abnegação para resistir aos ganhos imediatos da notoriedade. Não estou certo de que o velho humanismo, do qual a melhor imprensa cultural é herdeira, sobreviverá nas próximas décadas. Torço para que sim, assim como torço para que surjam novas formas de remuneração para profissionais e empresas, tanto nos modelos que conhecemos quanto nos do futuro. Enquanto isso não ocorre, resta o otimismo da ação. No caso do jornalista, trata-se da recusa à indulgência com os outros e com si próprio. Se vale para épocas de abundância, que recompensam até materialmente o lugar-comum, por que seria diferente quando a crise nos empurra para a liberdade? Michel Laub é colunista da Folha de S.Paulo

CITAÇÃO DA SEMANA “Democracia é oportunizar a todos o mesmo ponto de partida. Quanto ao ponto de chegada, depende de cada um..”

NOTAS

Aviação Representando cerca de 99% da aviação comercial brasileira, a Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) se reuniu com representantes do governo para pedir socorro em meio à disparada do dólar. Segundo o presidente da associação, que reúne TAM, Gol, Avianca e Azul, a situação do setor se complicou quando a divisa americana rompeu a barreira dos R$ 2,30. “Se o dólar subir, não dá para descartar novos ajustes de tarifas”, pontuou o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz. Para ele, a tarifa média praticada pelo setor aumentou até 4% só nos últimos 35 dias. “O sinal vermelho veio com o dólar a R$ 2,30, que aconteceu há poucas semanas”. No conjunto de propostas apresentado ao governo estão a redução do preço do querosene de aviação - precificado em dólar e responsável por 41% do custo da atividade aérea - e a unificação da alíquota de ICMS incidente sobre o combustível em 6% (ante as taxas atuais que variam de 12% a 25%, dependendo do estado). Também estão na lista de reivindicações das empresas a extensão da isenção das tarifas aeroportuárias e o apoio do Executivo a umaproposta que tramita no Congresso de incluir a desoneração de PIS/ Cofins ao transporte coletivo à aviação comercial.

Fernando Sabino, foi um escritor e jornalista brasileiro. Publicação: Folha Opinião Comunicação, Eventos e Jornalismo Ltda - cnpj: 11.603.231/0001-06 Rua Cardoso Cesar, 363, Centro, Mairiporã – CEP: 07600-000 Redação e publicidade: 4275-0504 / 9-9529-2619 / redacao@folhaopiniao.com.br / comercial@folhaopiniao.com.br Reportagem: Renato Sarvanini

Editoração: André Chicoli

Colaboradores: Antonio Carlos Mendes Thame, Éssio Minozzi, Cecília Miglorancia, Renato Duarte, Editor: Maurício Araújo

Marisa Motta Cardone e Tarcílio de Souza Barrros.

Impressão: Atlântica Distribuição: Mairiporã Terra Preta Serra da Cantareira


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POLÍTICA

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Confira as datas para vacinação em seu bairro


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GASTRONOMIA GASTRONOMIA

Arroz à grega

Ingredientes

Preparo

3 xícaras de arroz 6 xícaras de água 1 caixa de passas Queijo parmesão ralado 5 colheres de ervilha Manteiga Óleo Pimentão, cebola, salsa, cebolinha verde e cenoura

Leve uma panela ao fogo com água, sal e um pouco de óleo Quando a água ferver, coloque o arroz lavado e escorrido Mexa o suficiente, diminua o fogo e deixe a água secar Aí, então, retire o arroz do fogo, tampe bem e deixe por mais algum tempo até ficar completamente pronto À parte, leve uma caçarola

Sal

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ao fogo com a manteiga e aí frite as passas e as ervilhas Jogue, em seguida, em uma travessa grande Junte a cebolinha verde, a cenoura, o pimentão, a cebola - cortados em pequenos pedaços - a salsa e o parmesão Junte, por fim, o arroz cozido, misturando tudo cuidadosamente

Chocolate quente

Batata recheada Ingredientes

4 batatas grandes com casca 3 ovos 1 caixinha de creme de leite 150 g de mussarela picada Orégano, sal, temperinhos a gosto Queijo parmesão ralado 100 g de bacon frito bem sequinho

Preparo

ralado

Lavar muito bem as batatas

Colocar num refratario

Fazer um corte nas batatas

untado com azeite

cruas na horizontal

Cobrir com papel alumí-

Retirar a polpa deixando

nio e levar ao forno por

fino porem firme sem furar

1 hora

Polvilhar sal e reservar

Retirar o papel e deixar

Numa tigela misturar os in-

até dourar

gredientes do recheio

Retirar do forno colocar

Rechear as batatas e pol-

o bacon e servir imedia-

vilhar o queijo parmesão

tamente.

Ingredientes

Preparo

2 xícaras (chá) de leite 1 colher (sopa) de amido de milho 3 colheres (sopa) de chocolate em pó 4colheres (sopa) de açúcar 1 pau de canela 1 caixinha de creme de leite

Em um liquidificador, bata o leite, o amido, o chocolate e o açúcar Despeje em uma panela com a canela e leve ao fogo baixo, mexendo até ferver Desligue, adicione o creme de leite e mexa até ficar homogêneo


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CINEMA

TARCILIO DE SOUZA BARROS

Criativos filmes de arte

A cultura francesa é uma das mais exponenciais da Europa, quiçás do mundo. Escritores, compositores de música erudita, artistas plásticos e demais artífices compõem a cornucópia de artífices da arte. Na criação cinematográfica, destacamos, Jean Renoir, filho do famoso pintor, Pierre-Auguste Renoir, O filho nasceu em Paris no dia

15 de setembro de 1894, fez uma carreira militar que veio à desistir após ser ferido na primeira guerra mundial.

Jean Renoir

Nas condições de filho de um celebre pintor impressionista, possuía no sangue os mesmos atributos criativos de seu pai. Tinha um amor incondicional pelo cinema e como cineasta dirigiu as mais significativas películas da história do “écran”. Sua vasta filmografia contava sempre com bons “scripts”, (roteiros), e sob sua preciosa direção trabalhos com os melhores atores e atrizes do cinema francês. Em 1926, Renoir, aparecia nos estúdios para realizar,

“Naná”, filme este que paradoxalmente resultou em fracasso comercial. Nesta obra tínhamos o resultado de uma experiência social. Filmou Madame Bovary, baseado no romance de Gustave Flaubert, em 1934. Quatro anos após criou uma obra-prima do cinema francês, “Une Partie de Campagne”, com Sylvia Bataille e J. Brunius, com delicadas cenas amorosas de dois amantes em um pic-nic no meio da natureza campestre. “La Grande Ilusion”, de 1937, trazia o celebre ator, Jean Gabin e um dos melhores elencos do cinema francês da época, como o alemão Erick Von Stroheim, Pierre Fresnay e Jacques Becker,

CULTURA

este veio a se tornar um grande diretor de cinema. Neste filme, Renoir, desglamorizou a guerra. o filme seguinte, “La Bete Humaine”, 1938, ainda com seu ator preferido, Jean Gabin, baseado no romance de Emile Zola, mostra cenas da extrema crueldade do mundo expondo árduas vivências de seres humanos. “La Régle de Jeu”, do mesmo ano, trazendo em soberbos papeis o ator, Dalio e a atriz, Nora Gregor, neste filme, Renoir, representa um personagem. Dada sua alta qualidade de cineasta, foi contratado para dirigir filmes em Hollywood, e de 1941 à 1946, fez inúmeros filmes nos estúdios americanos, sempre com amplos sucessos

POLÍTICA

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de público e crítica. Filmou ainda na India, 1950, “The River”, e na Itália, “La Carrozza D’Or”, 1952. Jean Renoir fazia filmes com sentimentos dramáticos e irradiava uma pictórica visão do cinema, como seu pai criava nas telas uma pictórica visão da existência em fulgurantes cores. Jean-Luc Godard, disse: “Jean Renoir, faz arte ao mesmo tempo que cria a teoria da arte”

Serviço: Filmes de Jean Renoir podem ser obtidos nas locadoras de filmes de arte. Tarcílio de Souza Barros é crítico de arte e analista de temas culturais. tarciliosouza@yahoo.com.br


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Núcleo de ação local é implantado na Serra da Cantareira Dia 8 de agosto, na sede da Associação de Proprietários dos Loteamentos Alpes da Cantareira - Albev, aconteceu a reunião do Conselho Comunitário de Segurança – Conseg para a implantação do Núcleo de Ação Local – Nal Serra da Cantareira, cujo coordenador Gerard Friedman e secretário José Eduardo Victorino, foram apresentados aos representantes da comunidade e demais autoridades presentes. O NAL é uma célula de mobilização comunitária do Conseg nos bairros, vilas, distritos, áreas rurais e/ou micro comunidades de interesse.

Constituído de cidadãos voluntários da mesma microrregião, o Núcleo tem por objetivo reunir seus membros, periodicamente para analisar, planejar e acompanhar a solução de seus problemas comunitários de segurança, além de desenvolver campanhas educativas e estreitar laços de entendimento e cooperação. “A segurança é uma de nossas preocupações não só na Serra, mas em Mairiporã como um todo. Uma das ferramentas para diminuir a violência urbana é a iluminação pública, que a partir de janeiro de 2014 sua instalação, manutenção e ampliação passam

Prefeito doutor Márcio Pampuri durante reunião do Conseg

a ser de responsabilidade da prefeitura, o que garantirá maior eficiência. Outra ferramenta é o Gabinete de Gestão Integrada, que por meio de parceria com as polícias Civil, Militar e Guarda Municipal contribuirão, também, para melhorar essa realidade”, disse o prefeito, Dr. Márcio Pampuri. Na ocasião, estavam presentes a delegada do município Cláudia Patrícia Dalvia; Capitão Plauska (PM); Capitão Dorce (Corpo de Bombeiros); o presidente do Conseg, Enésio Lopes Cerqueira; o vereador Marcinho da Serra e demais participantes.

ENOGASTRONOMIA RENATO DUARTE

Vinho e saúde Na Europa muitos países consideram (de fato) o vinho como alimento, mantendo inclusive, uma carga tributária menor em relação aos países que tratam o vinho apenas como bebida alcoólica. Com isso, além é claro do costume histórico, a questão de preço pode ser um dos fatores que contribuem para que os europeus consumam mais

de uma taça de vinho durante as duas principais refeições, mas isso não é uma regra, pois o tamanho da taça e o percentual de álcool contido na bebida pode influenciar na quantidade segura. Uma forma correta de analisar a quantidade benéfica de vinho ao dia é converter o percentual alcoólico em unidades de álcool. Pode

vinhos que o resto do mundo. Nessa “disputa” de Litros X Per Capta, os franceses com um consumo médio de mais de 50 litros por ano estão muito a frente de qualquer outro país e isso explica um pouco do chamado Paradoxo Francês. Um estudo realizado na Universidade de Bordeaux, constatou que o hábito dos franceses de tomar vinho diariamente durante suas duas principais refeições, mantinha-os em geral mais magros e com menor índice de doenças ligadas ao coração que seus vizinhos europeus, mesmo mantendo uma dieta repleta de gorduras Para manter uma saúde igual a dos franceses, de nada adianta beber uma garrafa de vinho durante as refeições, é importante entender que existe um limite entre o bem e o mal, e que, o mesmo vinho que pode prolongar sua vida, também pode abreviá-la quando o consumo for em excesso. De acordo com a organização mundial da saúde o consumo ideal gira em torno

parecer difícil e até mesmo estranho, mas existe sim, uma quantidade correta para homens e mulheres, e a continha é até fácil de realizar e serve não apenas para vinhos e sim para todas as bebidas alcoólicas. A quantidade de unidades máximas para homens e mulheres são respectivamente de 3 e 2 unidades de álcool ao dia. Para fazer a continha, apenas multiplique o percentual de álcool pelo volume total da bebida e você obterá quantidade total de unidades de álcool na garrafa. Um rápido exemplo: Uma garrafa de vinho de 750 ml e com teor alcoólico de 12% desse volume, terá um total de 9 unidades de álcool. Com isso fica fácil saber que uma taça de vinho de 125 ml terá 1,5 unidades de álcool, exatamente a metade diária da quantidade ideal “para homens”. Até a próxima semana. Renato Duarte é chef e sommelier. coluna.enogastronomia@gmail.com


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HORÓSCOPO A semiquadratura entre Sol em Leão e Júpiter em Câncer, embora seja um aspecto tenso, no fim das contas pode ser bastante positiva para fortalecer motivações positiÁRIES - 21.mar a 20.abr É preciso manter-se concentrado nas relações familiares e afetivas, para que se consolidem e você comece a se valer de seus benefícios TOURO - 21.abr a 20.mai Sustente as boas relações, mesmo quando estiverem momentaneamente difíceis. Concentre-se nas relações familiares fundamentais para você encontrar seu próprio eixo GÊMEOS - 21.mai a 20.jun É tempo de assentar as rotinas, de incluir os novos afazeres, incorporando as novidades como se estivessem aí há muito tempo. Convém não perder o ritmo no trabalho CÂNCER - 21.jun a 21.jul Fazer com gosto, dando o melhor de si, é o meio de consolidar hoje as mudanças que vem empreendendo. Não importa o objeto sobre o qual se debruce, faça-o integralmente LEÃO - 22.jul a 22.ago Momento em que você é capaz de mostrar uma nova imagem pessoal, com naturalidade. Nada de inventar problemas ou necessidades complicadas. Seja você mesmo, apenas VIRGEM - 23.ago a 22.set A fase de problemas precisa ser bem lidada por você. Atenção a relações ou interesses que lhe tirariam de seu rumo verdadeiro, mesmo que movidos por urgências aparentes

vas, na medida em que aceitemos juntar forças para seguir adiante mesmo diante de resistências firmes e contrárias ao que desejamos. Assim, firmar nossa motivação, apesar de tudo, é hoje o que de melhor podemos realizar

LIBRA - 23.set a 22.out Os projetos de trabalho são agora incorporados à rotina de vida, tenham eles se realizado plenamente ou não. Não obstante, continue se dedicando a eles com o mesmo afinco ESCORPIÃO - 23.out a 21.nov Momento adequado para você extrair certos conteúdos do mais fundo de seu ser. Considere que para estar inteiro é preciso incluir seus próprios sentimentos SAGITÁRIO - 22.nov a 21.dez Estabeleça ordem em seus compromissos, relações e acordos. Não tente agora passos largos adiante. Fique onde está e utilize bem o que tem agora em mãos CAPRICÓRNIO - 22.dez a 20.jan O Sol aflige Júpiter e indica que você tende a gastar muita energia para erguer ou sustentar uma relação de que, no fim, nem precisaria. Evite assim desperdiçar energia AQUÁRIO - 21.jan a 19.fev As associações e alianças recém-formadas devem ser mais bem integradas a sua vida. Mas ainda há muito a investir nelas. Não fique se poupando, mas trabalhe para valer PEIXES - 20.fev a 20.mar Com seu trabalho e relações, você consolida certas posições, valores e comportamentos. O teste agora é enfrentar a realidade material e as responsabilidades que mais pesam

VARIEDADES

CRUZADAS

VARIEDADES

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GASTRONOMIA

Prefeito apresenta prioridades apontadas no Plano Plurianual 2014-2017 Sob o tema Mairiporã 2025 – ‘Cidade Sustentável’, foi apresentando o PPA – Plano Plurianual de Mairiporã, pelo prefeito da cidade, Dr. Márcio Pampuri, na última segunda-feira, ocasião em que explicou ao público presente que o Plano é uma propositura de mudanças de futuro. “É fundamental empreender e buscar iniciativas inovadoras para alcançar o desenvolvimento sustentável. A diferença é que fazemos isso de forma participativa, sempre ouvindo a população, técnicos e

gestores”, disse. ‘Trata-se de uma nova maneira de construir o futuro’, disse o prefeito referindo-se a cerca de 1.000 propostas constantes no PPA, que pensa a cidade anos à frente. A lógica da nova gestão, segundo ele, está baseada em diversos fatores, como: a legalidade, impessoalidade, moralidade, eficiência, publicidade e economia, tendo como foco a produção e economia “fazer mais com menos” resumiu. Dr. Márcio Pampuri, citou ainda o momento difícil em

que o País enfrenta, onde a população clama por formulação de políticas públicas eficientes, que garantam desenvolvimento sustentável, ou seja, ‘devemos responder às necessidades do presente, sem comprometer o futuro’. Planejamento e orçamento, segundo ele, devem estar em completa harmonia para que se possa alcançar o tão sonhado desenvolvimento, tendo como metas a qualidade nos serviços públicos, governança, justiça social e desenvolvimento

Prefeito doutor Márcio Pampuri fala sobre prioridades do Plano Plurianual

local. Após a explanação do PPA, foi aberta a audiência pública para perguntas, sugestões e consideração dos presentes. Rogério Felipe, morador de Terra Preta, elogiou a atuação da atual administração, especialmente no que diz respeito à participação população. “Nunca tivemos uma abertura como temos hoje”. Ele ainda fez sugestões com relação à criação de parques na cidade. “Eu acredito nesse modelo que foi apresentado”,

aprovou o presidente da Câmara, Vereador Essio Minozzi Junior, que completou falando da necessidade da união entre população e poderes públicos, para que as transformações sejam possíveis. Também participaram da audiência os vereadores Aladim, Marcinho da Serra, Rafael Tadeu, Professor Edio, Dr. Oswaldo, Valdeci América, além de secretários da administração pública, servidores e população local.


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