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Jornal da

mulher bancária

Nossa luta é de todos!

Dia Internacional da Mulher • março/2013

Elas são maioria, estudam mais e ganham menos que eles

Comparativo 2010/11/12/13 - Grau de Instrução 60,00%

50,00%

40,00%

30,00%

20,00%

10,00%

0,00%

Elas são jovens e também a maioria nos bancos. Grande parte das bancárias, ou seja, 24% têm entre 26 e 30 anos e 60% delas já têm nível superior e outras 22% são pós-graduadas, contra 50% de homens graduados e 24% de pós-graduados. legenda No entanto, apesar dos grandes avanços na economia, com a inserção cada vez maior das mulheres no mercado de trabalho, as diferenças salariais entre trabalhadores do sexo feminino e masculino ainda são expressivas. Embora se comente sobre a crescente evolução da situação da mulher no mercado de trabalho, tal como o espaço que as mesmas vêm adquirindo ao longo dos anos, sem dúvidas não há de se opor quanto a essa melhoria, que realmente ocorreu, porém é necessário ressaltar que esta inserção feminina no ambiente de trabalho, não se deu de forma justa e igualitária. As bancárias ainda ganham menos que os bancários, são apenas 3,57% de bancárias contra 10% de bancários que ganham acima de R$ 7.500. Já nos vencimentos que variam entre R$ 2.000 a R$ 2.500 são 24% de mulheres contra 20% dos homens, afirmando que as bancárias detêm os menores salários. Os dados foram coletados pelo Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região, que todos os anos realiza o Perfil Bancário, no sentido de avaliar as principais ca-

1º Grau

2º Grau

Pós

Especialização

Mestrado

NR

0,70%

9,41%

Superior Incompleto 18,29%

Superior

2010

51,74%

9,93%

8,54%

1,39%

0,00%

2011

0,17%

7,56%

18,73%

49,14%

13,23%

9,97%

1,03%

0,17%

2012

1,90%

11,86%

14,77%

49,89%

16,44%

3,80%

0,45%

0,89%

2013

0,41%

5,49%

10,44%

59,75%

22,12%

1,37%

0,14%

0,27%

racterísticas dos trabalhadores e Comparativo 2010/2011/2012/2013 - Faixa Salarial das Mulheres trabalhadoras do 35,00% sistema financeiro. 30,00% No fim de 2012, o Depar25,00% tamento Intersindical de Esta20,00% tística e Estudos Socioeconômicos 15,00% (Dieese) também realizou uma pes10,00% quisa nacional que revela que as 5,00% mulheres que trabalham em ban0,00% Até 751- 1.001- 1.501- 2.001- 2.501- 3.001- 3.501- 4.001- 4.501- 5.001- 5.501- 6.001- 6.501- 7.001- acima NR cos, mesmo com 750 1000 1.500 2.000 2.500 3.000 3.500 4.000 4.500 5.000 5.500 6.000 6.500 7.000 7.500 de 7.500 nível escolar mais 2010 3,83% 3,30% 18,09% 28,00% 15,48% 9,91% 7,83% 2,61% 2,09% 2,43% 1,22% 0,70% 0,70% 0,70% 1,22% 0,00% 1,91% alto, recebem em 2011 0,86% 0,00% 5,67% 31,10% 10,65% 10,14% 9,79% 5,15% 4,30% 3,78% 3,78% 1,72% 1,89% 1,72% 7,73% 0,00% 1,72% 2012 0,00% 10,07% 8,39% 21,14% 18,01% 11,86% 5,82% 7,72% 3,47% 3,24% 2,35% 2,01% 0,89% 0,78% 0,56% 1,79% 1,90% média 24,10% a 2013 0,00% 1,51% 3,43% 19,51% 24,31% 13,19% 7,83% 8,79% 4,81% 4,26% 2,34% 2,06% 0,96% 1,65% 0,96% 3,57% 0,82% menos que os homens. As diferenças salariais podem tempos nos bancos, e isso se jus- cinco a dez anos de banco e 25% tem ser explicadas, segundo o estudo, tificaria pelas dificuldades advin- entre um a cinco anos de trabalho na pelo fato de as mulheres ocuparem das do cenário em que se inserem instituição financeira, sendo que 49% cargos na base da pirâmide, com as nesses empregos: baixos salários e são casadas e 40% são solteiras, ao mais baixas remunerações. Apenas falta de perspectiva de promoções passo que 57% delas ainda não têm 18% das bancárias ocupam cargos rumo a cargos de maior prestígio. filhos contra 43% que já são mães. de diretoria e, ainda assim, recebem Enquanto 17 mil homens permaDo universo das bancárias o salários inferiores aos dos homens neceram empregados nos bancos que se constata também é a baixa que ocupam a mesma posição. En- por três décadas, apenas 6 mil mu- contratação de negras no sistema fiquanto um diretor chega a ganhar, lheres tiveram o mesmo tempo de nanceiro, são 95,5% de brancas conem média, R$ 23 mil, uma diretora casa, revelam os dados. tra apenas 2,06% de negras. Essa distende a ganhar R$ 18 mil. Em Piracicaba, por pertence- paridade também se repete com os A pesquisa ainda revela que rem a um quadro de jovens traba- homens, são 94,5% de brancos conas mulheres permanecem menos lhadoras, a maioria, 29%, têm entre tra 3,5% de negros.


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• JORNAL DA MULHER BANCÁRIA

EDITORIAL Hora de cumprimentar e dizer muito obrigado a todas as mulheres, por terem construído esta história de lutas, resistência e conquistas. Sua capacidade de gerar uma vida, ao mesmo tempo em que luta com todo afinco por seus direitos e por aqueles que ama. Ao longo de vários anos, a mulher tem mostrado para o mundo a sua força de guerreira e obstinada, que aos poucos conquista mais espaço na política, na área administrativa, nos bancos e, principalmente, nas discussões de uma sociedade que hesita em reconhecer a capacidade da mulher. Na categoria bancária saímos à luta e conquistamos direitos como licença-maternidade de 180 dias, auxílio creche, auxílio babá, estabilidade provisória de emprego com a licença maternidade, entre tantas outras conquistas de nossa categoria e que tiveram a participação decisiva das mulheres. Nesse jornal dedicado a vocês, relembramos a história das mulheres que iniciaram sua luta por igualdade de direitos ainda no século 19. A partir de então, não pararam mais. Também programamos uma semana especial de atividades em parceria entre o Sindicato e o meu mandato e trazemos em primeira mão as informações coletadas por nossos dirigentes sobre o Perfil Bancário 2013. Leiam, se informem e fortaleçam seus direitos. Mulher... Que neste dia, marcado no calendário anual, como tua data, o mundo possa refletir sobre o teu valor, o teu amor e a tua sensibilidade, mas acima de tudo reconhecer a sua importância na construção de uma sociedade justa para todos.

José Antonio Fernandes Paiva

Vereador e presidente do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região

Dia 08 de Março Oito de março de 1857. Cansadas de uma carga horária pesada, um grupo de mulheres operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque decidiu entrar em greve. O barulho foi grande e aos gritos de protestos ocuparam a fábrica. Numa sociedade que na época legitimava a exploração do ser humano por outro, as mulheres desejaram redução das atuais 16 horas de trabalho praticadas para as 10 horas pretendidas. Estas operárias recebiam menos de um terço do salário dos Cansadas de exploração, mulheres sairam à luta por seus direitos homens e trabalhavam o clarado o Dia Internacional da Mulher. E a cor lilás fosse mesmo tanto e até mais. Alguém trancou a fábrica adotada como o símbolo do movimento feminista. A e um incêndio foi iniciado. Horas mais tarde cerca partir de 1911, o dia 8 de março passou a ser lembrado de 130 mulheres estavam mortas carbonizadas no em todo o mundo. mais terrível incêndio já ocorrido na Big Apple. Nos anos seguintes os protestos se seguiBrasil ram e cada vez ficavam mais estressantes. Em A primeira manifestação pública no Brasil sur1903, profissionais liberais norte-americanas giu em 1976, durante o período da ditadura. E a luta criam a Women”s Trade Union League. Esta assocontinuou. Primeiro tiveram que brigar com seus maciação ajudaria todas as trabalhadoras a reivindiridos, amantes, namorados, pais e mães. Depois com a carem melhores condições de trabalho. Em 1908, igreja e seus credos. Afirmaram-se e se redesenharam mais de 14 mil mulheres marcham nas ruas de e ainda hoje as mulheres ganham menos que homens Nova Iorque. Elas decidiram reeditar o mesmo para realizar a mesma função. O movimento apagouprotesto das operárias no ano de 1857. Exigiam -se várias vezes e voltou a acender na década de 60 ainda o direito de voto. Na caminhada gritavam através do Feminismo. Quinze anos depois as Nações ‘Pão e Rosas’, palavra de ordem onde o pão simUnidas reconheceram o direito e passaram a promobolizava a estabilidade econômica e as rosas uma ver sua comemoração. melhor qualidade de vida. O Sindicato dos Bancários de Piracicaba e ReDurante a II Conferência de Mulheres realizagião apoia a luta das mulheres, por acreditar que a da na Dinamarca, em 1910, a ativista pelos direitos cidadania e a democracia só existem se houver igualfemininos, Clara Zetkin, propôs, em homenagem às dade de direitos e de oportunidades. tecelãs de Nova York, que o dia 8 de março fosse de-

Semana da Mulher discute a construção da “mulher cidadã” Cartaz de divulgação da programação do Dia Internacional da Mulher

Pelo quinto ano consecutivo, o vereador e presidente do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região, José Antonio Fernandes Paiva, realiza a Semana da Mulher na Câmara de Vereadores de Piracicaba. A programação, que este ano será sob o tema “Construindo a Mulher Cidadã”, tem início no dia 4 de março, com a abertura de uma exposição fotográfica “As Vereadoras de Piracicaba”, com curadoria do historiador Fábio Bragança. Os debates e

palestras têm início às 14 horas, com o tema Mulher Cidadã e a participação de líderes políticas e do terceiro setor. Montada no hall do anexo Vereador Guerino Trevisan, a exposição poderá ser vista até o final do mês de março. Além da exposição, o mandato do vereador Paiva promove todo o mês de março dedicado à mulher.

PROGRAMAÇÃO:

Dia 4/03 - 13h30 Palestra: Mulher na Política e no Terceiro Setor. (Participação: Teresa Blasco, jornalista; Muna Zeyn, chefe de gabinete da deputada federal Luiza Erundina; Miriam Miranda, presidente da ONG Vira Lata Vira Vida; Adriana Brasil, presidente do Projeto Ilumina e a deputada estadual Ana Perugini).

Dia 5/03 - 13h30 Palestra: Os riscos das Doenças Sexualmente Transmissíveis, ministrada pela gerente do Cedic (Centro de Doenças Infectocontagiosas), Maria Regina Teixeira. Dia 6/03 – 19h Abertura da exposição de fotografia sobre a Mulher no SindBan (Sindicato dos Bancários de Piracicaba e região)

Dia 7/03 Educação e Segurança serão os temas abordados, com ênfase para Violência Contra a Mulher. Dia 8/03 – 7h30 Café da manhã para as mulheres bancárias. Na ocasião será apresentado o perfil da mulher bancária, uma pesquisa realizada pela entidade para identificar as características da trabalhadora bancária. Dia 8/03 – 13h30 - Palestra - A Mulher Trabalhadora: Acidentes de Trabalho e Doenças Relacionadas ao Trabalho, ministrada pela socióloga Mara Alice Takahashi. As palestras e atividades paralelas são gratuitas e abertas a toda população. Detalhes da programação no site www.paivavereador.com.br ou pelo telefone 19 3403.6517


JORNAL DA MULHER BANCÁRIA • PÁG. 3

Licença-maternidade:

um direito da mulher trabalhadora O resultado do teste deu positivo: você está grávida. Depois de passada a empolgação, é chegado o momento de começar a se organizar, principalmente no que diz respeito ao trabalho. Avisar o empregador é o primeiro passo, principalmente para que ele não fique sabendo por terceiros. Depois devem ser tomadas atitudes com relação à licença-maternidade. Quando você deve avisar a empresa que irá parar de trabalhar? Por quanto tempo poderá se ausentar do trabalho? É preciso confirmar a data prevista para o retorno à empresa?

Licença-maternidade

Garantida pela Constituição Brasileira, a licença maternidade é um direito de toda mulher trabalhadora empregada após o nascimento do filho. De caráter previdenciário, o be-

Bancárias conquistaram o direito de licença maternidade por 180 dias nefício consiste em conceder à mulher que deu à luz uma licença remunerada de 120 dias (em 2010, o ex-presidente Lula sancionou lei que amplia o período para 180 dias, caso a empresa participe do programa Empresa Cidadã).

Bancárias A luta das bancárias, ao longo dos anos, acabou rendendo uma série de frutos. Conquistamos a licença-maternidade e o auxílio creche/

babá. A categoria foi a primeira a conquistar a cláusula de igualdade de oportunidades em convenção coletiva, para combater a discriminação na ascensão profissional e garantir a ampliação da licença-maternidade de seis meses na convenção coletiva. Há mais de oito décadas, as mulheres desempenham papel importantíssimo nas lutas e conquistas da categoria, como a jornada de seis horas, a elevação da PLR, o tíquete-refeição e, mais recentemente, a 13ª cesta-alimentação. Conquistamos muito até aqui, mas temos muito a avançar até assegurarmos condições dignas de trabalho e melhor remuneração, para que a sociedade seja mais justa e sem qualquer tipo de discriminação.

Conheça as conquistas e direitos da mulher bancária Igualdade de portunidades É ajustado entre as partes a manutenção da Comissão Bipartite que desenvolverá propostas de orientação à empregados, gestores e empregadores no sentido de prevenir eventuais distorções que levem a atos e posturas discriminatórias nos ambientes de trabalho.

Auxílio creche/ auxílio babá

É reembolsado um valor para cada filho, com o ingresso deste em creches ou instituições análogas de sua livre escolha. Reembolsarão, também, nas mesmas condições e valor, as despesas efetuadas com o pagamento da empregada doméstica/babá, mediante a entrega de cópia do recibo desta, desde que tenha seu contrato de trabalho registrado em Carteira de Trabalho e Previdência social e seja inscrita no INSS.

Auxílio filhos excepcionais ou deficientes Físicos

Idênticos reembolsos e procedimentos do Auxílio Creche/ Auxílio Babá, estendem-se as empregadas que tenham filhos “excepcionais” ou “deficientes físicos que exijam cuidados permanentes”, sem limite de idade, desde que tal condição seja comprovada por atestado

médico fornecido pelo INSS ou instituição por ele autorizada, ou ainda, por médico pertencente a Convênio mantido pelo banco.

Estabilidade provisória de emprego: licençamaternidade

Toda bancária, tem estabilidade desde a gravidez, até 60 (sessenta) dias após o término de licença-maternidade;

Gestante/aborto

A gestante, por 60 (sessenta) dias, em caso de aborto espontâneo, comprovado por atestado médico oficial, ficando-lhe assegurado o direito de retornar à função que ocupava antes de seu afastamento.

Mulheres e sua dupla jornada de trabalho Falar que a mulher tem múltipla jornada de trabalho não é novidade para ninguém, no entanto, esse tema é sempre instigante e a cada ano ganha novos estudos. Pesquisa divulgada em 2012 pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), aponta para a constatação de que, no Brasil, as mulheres trabalham mais que os homens. Fator determinante para esta conta de horas trabalhadas é a famosa jornada doméstica, turbinada por um hábito cultural, que recai fundamentalmente sobre a mulher. Os tempos mudaram, mas muitos

dos hábitos familiares confirmam suas raízes bem fincadas num Brasil provinciano. Pelo menos isto é o que se pode colher nos números analisados pela OIT, de onde se percebe que a jornada de trabalho feminina é maior que a masculina em cinco horas por semana. Garante a OIT que os brasileiros “trabalham, em média, 43,4 horas por semana no mercado de trabalho e outras 9,5 horas em casa, perfazendo uma jornada semanal de 52,9 horas. Ao mesmo tempo, as brasileiras têm uma jornada total de 58 horas semanais, sendo 36 horas no mercado formal de trabalho e 22 horas em casa”. Mais: “Entre o conjunto das

mulheres brasileiras inseridas no mercado de trabalho, 90,7% também realizava afazeres domésticos, enquanto entre os homens tal proporção é de 49,7%. Essas trabalhadoras, além da sua jornada semanal de 36 horas, em média, no mercado, dedicavam cerca de 22 horas semanais aos afazeres domésticos, ao passo em que entre os homens tal dedicação era de 9,5 horas semanais, ou seja, 12,5 horas a menos”. A realidade vivida pelas brasileiras tem registrado progressos em todas as faixas do mercado de trabalho. Exemplo é a criação do neologismo presidenta. Grandes vitórias. Mas, literalmente, temos ainda muito trabalho para fazer.


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• JORNAL DA MULHER BANCÁRIA

Assédio moral no trabalho: As vítimas saltaram de 14% em 2010 para 18% em 2013

Encarar a pressão no trabalho e o volume de tarefas a desempenhar não é fácil, mas poderia ser ainda pior. Um problema a mais tem afetado o comportamento dos profissionais nas empresas: o assédio moral. O Assédio Moral é todo comportamento abusivo (gesto, palavra e atitude) que ameaça, por sua repetição, a integridade física ou psíquica de uma pessoa, degradando o ambiente de trabalho. Por vezes, são pequenas agressões, geralmente pouco graves, se tomadas isoladamente, mas que, por serem sistemáticas, tornam-se muito destrutivas. Trata-se de um fenômeno íntimo que causa vergonha e constrangimento a suas vítimas. Os profissionais a quem se poderia recorrer (médicos, psicólogos, advogados) frequentemente duvidam dessas pessoas, que preferem ficar caladas para não sofrer mais um constrangimento. O medo do desemprego também contribui para o silêncio. A violência moral é a exposição do trabalhador a situações constrangedoras com o objetivo de desestabilizar a relação no ambiente de trabalho, diminuindo a autoestima, e que ameace a dignidade da pessoa. Para ter uma ideia das proporções deste problema, segundo o estudo, mais de 40% dos bancários do País sofrem agressões morais no trabalho e 30,52% se dizem estressados. Em Piracicaba, o Perfil Bancário 2013 aponta que 17% dos bancários já sofreram assédio por parte de seus superiores. No caso das mulheres, o Perfil Bancário relata ainda que as vítimas de assédio moral saltaram de 14,09% em 2010 para 18,13% em 2013. Um dado preocupante e que

merece maior intervenção, de acordo com o Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região. Denuncie

Denunciar é o único meio para acabar com as agressões provenientes do assédio moral. Contudo, para poder denunciar o assédio moral, é necessária a obtenção de comprovações, como: comprovantes de trocas de correspondências, e-mails, testemunhas na empresa, ou até mesmo a gravação de conversas entre a vítima e o agressor. O assédio moral já existe há muito tempo, entretanto, as pessoas não tinham condições de avaliar a gravidade, bem como a sua possibilidade de defesa. A justiça prevê acusação penal para esse tipo de delito e o trabalhador não deve hesitar em processar seus agressores. Uma resolução adotada pela ONU, em anexo à declaração dos princípios fundamentais de justiça, relativo às vítimas de criminalidade e às vítimas de abuso de poder, define as vítimas desse tipo de abuso da seguinte forma: entende-se por vítimas pessoas que, individual ou coletivamente, tenham sofrido algum prejuízo, principalmente uma ofensa a sua integridade física ou mental, um sofrimento moral, uma perda material, ou uma injúria grave a seus direitos fundamentais, em virtude de atos ou omissões. Denuncie. Entre em contato com o Sindicato por meio do telefone (19) 3417-1333 ou no Fala Bancário pelo nosso site www.bancáriosdepiracicaba.com.br

Essas mulheres estão à sua disposição ELAS INTEGRAM A LUTA BANCÁRIA - DIVERSIDADE E INCLUSÃO

Andreia

Ângela

HSBC SBO

Santander Piracicaba

Elaine

Eliana

Carla

Itaú Personalité Piracicaba

Chica

Itaú Piracicaba

Bradesco Piracicaba

Itaú Personalité BO Piracicaba

Itaú Piracicaba

Banco do Brasil Estilo Piracicaba

Santander Piracicaba

Gilmara

Graziella

Lígia

Márcia

Maria Nazaré

Marilena

Olívia

Banco do Brasil Piracicaba

Safra Piracicaba

Silvia

Teresinha

Bradesco SBO

Bradesco Piracicaba

Érica

Cice

Luso Brasileiro Piracicaba

Vanessa

Santander Piracicaba

Santander Piracicaba

Bradesco Piracicaba

Itaú Piracicaba

Vera

Viviane

Luso Brasileiro Piracicaba

Itaú Piracicaba

Claudete Santander Piracicaba

Iraci

Cláudia

Santander Piracicaba

Kariny

Santander Piracicaba

Votorantim Piracicaba

Patrícia

Rosangela

Itaú Personalité Piracicaba

CEF Piracicaba

Edimara Bradesco Piracicaba

Letícia

Santander Piracicaba

Sandra

Banco do Brasil Piracicaba

DA DIRETORIA DO SINDICATO É COMPOSTA POR MULHERES

Jornal da Mulher Bancária é uma produção do Sindicato dos Bancários de Piracicaba e Região - Rua XV de Novembro, 549 - Centro - CEP 13.400-370 - Piracicaba SP (19) 3417-1333 Presidente: José Antonio Fernandes Paiva - Coordenadora de comunicação: Fernanda Moraes (Mtb 28.535) - sindicato@bancariosdepiracicaba.com.br

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