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Ă?ndice


Séries destaques do mês As séries mais comentadas foram:


O Mundo Sombrio de Sabrina O que esperar da 2ª temporada?

Você começou a ver O Mundo Sombrio de Sabrina, viciou, e agora está doida(o) para que a segunda temporada da série chegue na Netflix? A gente te entende. Enquanto esperamos ansiosamente a confirmação da data de estreia da season 2, revelamos aqui o que já sabemos sobre o futuro da série que, nas palavras de Kiernan Shipka, será “selvagem”. Vem ver!

QUANDO ESTREIA?

Antes mesmo que O Mundo Sombrio de Sabrina fosse lançada, a Netflix já tinha revelado que uma segunda temporada iria acontecer. Mas, por enquanto, ainda não sabemos quando ela vai estrear, só que será no ano que vem e que ela provavelmente terá 10 episódios. Alguns fãs, contudo, acreditam que a season 2 virá antes do que a gente imagina. Isso porque alguns moradores de Vancouver, onde a série está sendo gravada, viram decorações de Valentine’s Day nos sets de filmagem. Considerando que essa data

acontece em fevereiro nos Estados Unidos, tudo indica que a série pode estrar até lá!

AS GRAVAÇÕES JÁ COMEÇARAM? Siim, como dissemos acima, as filmagens da segunda temporada já estão rolando a todo vapor em Vancouver, no Canadá. Na verdade, o elenco só teve alguns dias de folga entre as gravações das


Uma Sabrina bem diferente! Bom, quem assistiu à primeira temporada até o final sabe que rolou uma mudança de visual com a bruxinha após os acontecimentos do último episódio, né? Mas parece que o fato de ela finalmente assinar o Livro da Besta fará com que mude por dentro também. Em entrevista ao site Bloody Disgusting, Kiernan Shipka falou sobre o futuro de sua personagem. “Sabrina definitivamente se transforma muito. O crescimento dela é evidente na segunda temporada, há uma abordagem diferente em relação à primeira. As duas são bem diferentes uma da

outra”, disse. Hmm…

NOVOS PERSONAGENS Sim, acredite se quiser: novos personagens vão entrar para a série! E quem disse isso também foi a própria Kiernan. “O final do primeiro ano situa boa parte [da segunda temporada], porque ela vai para uma outra direção. Vemos mais personagens diferentes, lidamos com um outro lado das coisas”, entregou ela.

CROSSOVER COM RIVERDALE?

Quando foi anunciado que Sabrina Spellman ganharia uma série própria, muita gente começou a questionar se mais para frente rolaria um crossover com Riverdale, já que as duas tramas derivam dos quadrinhos da Archie. Os elencos das duas séries já disseram que sonham com esse encontro nas telas e o próprio criador de ambas, Roberto Aguirre-Sacasa, acha que isso é possível. “Consigo enxergar um ótimo episódio em que os jovens de Riverdale ouvem falar de uma casa mal assombrada em Greendale e tentam invadi-la, e então é a casa.


E o que acontece na 3 temporada de Riverdale?

Em entrevista à Seventeen na Comic Con de Nova York, Lili Reinhart contou que a série terá dois focos diferentes. Na primeira metade, Betty e Jughead tentarão solucionar um mistério que está assombrando Riverdale. “Eles tentarão resolver um assassinato – que pode também ter sido um suicídio”, completou Roberto Aguirre-Sacasa. Já da metade para frente os personagens terão que lidar com a Farm.

Sacasa deixou claro que ainda não vimos do que Hiram Lodge é capaz e que ele pode ficar “muito, muito mais sombrio”. Medo! “Vimos Hiram como uma figura manipuladora na segunda temporada, mas ele não sujou as mãos. Ele influenciou Archie. Ele influenciou Reggie (Charles Melton). Ele capitalizou o amor de Veronica (Camila Mendes) por ele. Mas ele não caiu e se sujou muito na lama”, falou o showrunner, que reforçou dizendo que ainda não sabemos Um vilão ainda mais todos os planos do vilão. sombrio “Vamos ver um Hiram LoEm uma longa entrevista dge muito mais sombrio à Entertainment Weekly, o e mais envolvido do que produtor Roberto Aguirre- na segunda temporada.”

Aguirre-Sacasa revelou que a prisão de Archie deverá afetar bastante a dinâmica entre Archie, Betty, Veronica e Jughead, falando inclusive que os quatro são tão diferentes que nem deveriam ser amigos. “Archie é como a cola que os mantém juntos. Ele é amigo de Jughead, ele é amigo de Betty, ele está namorando Veronica. Jughead e Veronica não necessariamente têm uma amizade. Parece que a amizade deles vem do Archie”, explicou.


Muito mais Choni!

Muita gente lamentou o fato de Cheryl e Toni (Vanessa Morgan) não terem ido morar juntas, como estava previsto. Mas ao falar com o pessoal do Sweetwater Secrets, do Entertainment Tonight, Roberto Aguirre-Sacasa revelou que também é um dos maiores fãs do casal.

“Se as cenas [delas indo morar juntas] não chegarem ao corte final, elas estarão no DVD e tentaremos lançá-las e posso prometer que há grandes histórias pela frente para Choni”, declarou o showrunner. Vanessa Morgan também deixou os fãs mais aliviados: “Isso nos dá a terceira temporada para explorar ainda mais o relacionamento, em vez de ficarmos super sérios cedo demais e nos mudarmos juntos. Eu realmente acho que estamos salvando tudo de Choni para a terceira temporada.”


ELITE

A nova aposta da Netflix

Elite é a mais nova aposta da Netflix, uma série original espanhola que mescla o ambiente colegial a uma trama de violência, suspense, libido e tensão. Uma aposta que mira, em boa parte, o sucesso estrondoso de La Casa de Papel (confira a resenha), uma vez que a nova produção conta também com integrantes do mesmo elenco. Embora não possua o mesmo apelo do fenômeno espanhol que a precedeu, Elite não chega a ser uma novela como Rebelde – como muitos têm comparado em virtude do clima de escola e os uniformes nitidamente inspirados -, pois, apesar de ter um aspecto ligeiramente juvenil, a série está longe de exibir episódios com cenas volta-

das diretamente a esta faixa etária. Na trama, três estudantes recebem, como indenização de uma construtora, uma bolsa para estudar em um colégio de elite após sua antiga escola ter desabado sobre suas cabeças. São eles Samuel (Itzan Escamilla), um garçom cujo irmão recentemente deixou a prisão; Christian (Miguel Herrán), o típico malandro desinibido que busca o que quer a todo custo; e Nadia (Mina El Hammani), uma garota filha de palestinos que tenta manter as tradições de sua cultura e religião. Logo de cara, os três amigos se deparam com as regras rígidas do colégio e são recebidos de forma bastante hostil pelos demais cole-

gas – em sua maioria, filhos de embaixadores, diplomatas e grandes empresários.Entretanto, a aproximação entre Samuel e Marina (Maria Pedraza), filha do responsável pelo desabamento da antiga escola, começa a mudar os rumos de todos os alunos. Há uma subtrama que desenrola na série em forma de flashes, revelando, logo ao fim do primeiro episódio, o assassinato de um dos estudantes. Essa narrativa – às vezes inserida de forma aleatória em meio aos fatos dos episódios – pouco funciona no quesito de deixar o espectador curioso e apenas cria uma distração. A série poderia muito bem funcionar sem este artifício.


Outro problema encontrado em Elite é a repetição de diversas situações, como as pegações entre os alunos em momentos pouco convencionais ou discussões que tornam a acontecer pelo mesmo motivo. O roteiro cai, na maior parte das vezes, em momentos bastante previsíveis e ações óbvias dos personagens. Os personagens, no entanto, são, possivelmente, o principal ponto positivo. Eles são, de modo geral, bem desenvolvidos e possuem seus dramas pessoais explorados de forma contundente. As relações entre eles são o que fazem a série ganhar fôlego, com destaque para as atuações do trio de La Casa de Papel (os intérpretes de Christian, Marina e Nano – Jaime Lorente -, o irmão de Samuel) e Mina El Hammani, que faz de Nadia uma personagem interessantíssima. A série também aborda temas como HIV, diferenças étnico-religiosas, homossexualidade e conflito de classes sociais, trazendo diferentes pontos de vista e desmistificando determinados preconceitos. Isso sem falar do tráfico de influência, que norteia o pano de fundo de toda trama.

Elite conta, ainda, com uma trilha sonora incrível e agradável, que alterna entre músicas contemporâneas espanholas e clássicos internacionais, marcando algumas das principais cenas do seriado e o clímax da temporada, em um episódio final que chega a surpreender (ouça no Spotify). Entre altos e baixos, Elite deixa a impressão de que poderia ser mais, mas ainda é uma opção interessante na Netflix e emplaca alguns personagens marcantes que, possivelmente, retornarão para uma segunda temporada.


A Maldição da Residência Hills A Casa onde a série foi gravada é real

A primeira temporada de A Maldição da Residência Hill, nova série de terror da Netflix, estreou recentemente no canal de streaming e tem recebido muitos elogios por parte da crítica e do público. Em entrevista para a Entertainment Weekly, o diretor e showrunner Mike Flanagan falou sobre um dos aspectos mais importantes da série: a Residência Hill do título, que foi revelada como uma casa real. “Existe. Sim, nós procuramos por meses na Georgia, e achamos essa casa do jeito que estava. Nem mexemos nela. Não podíamos gravar lá dentro. Nós só usamos o exterior dela. Nós descobrimos no meio da floresta, no meio de La Grange, Ga., sozinha e

simplesmente nos apaixonamos por ela. Eu elmbro que saímos da van de pesquisa e todo mundo ficou quieto porque aquela casa não deveria estar ali. Era essa casa linda, mas estranha e esquizofrênica. É estranho. Não pertence ali, e todos nós andamos em círculo ao redor dela e ninguém falou nada por alguns minutos, e quando voltamos para a van, foi

tipo, ‘Isso é perfeito'”, revela o diretor. “Então nós construímos o interior para tentar incorporar alguns dos elementos de design mais ecléticos, mas sim, a casa está lá na floresta da Georgia, meio que inexplicavelmente”, diz Flanagan. A série adapta o clássico livro de terror da autora Shirley Jackson.


DARK

Entenda um pouquinho da série mais complicada da Netflix

Dark não é uma série fácil: ao longo de dez episódios, o espectador é empurrado para uma trama onde linhas temporais distintas convergem e as várias versões dos mesmos personagens ocasionalmente passeiam por elas. O primeiro mistério apresentado na trama é o que aconteceu, ou para onde foi, o jovem Mikkel Nielsen (Daan Lennard Liebrenz), que desaparece na floresta ainda no primeiro episódio. Mikkel é filho do policial Ulrich Nielsen (Oliver Masucci), um homem que já havia sofrido com o desaparecimento de seu irmão mais novo, Madds, 33 anos antes. Sem maiores enrolações, Mikkel foi parar

em 1986 e, como o tempo inicial da série é 2019, ele regrediu 33 anos na linha temporal. Esses 33 anos, aliás, são um tempo recorrente e importante ao longo de toda a trama. Mas como ele foi parar lá? O principal elemento de Dark é nada menos que um buraco de minhoca, uma das formas que a física já teorizou sobre a possibilidade de viajar pelo espaçotempo. Quem introduziu a lógica por trás desse tipo de viagem originalmente foi o físico alemão Albert Einstein através da teoria geral da relatividade - ela é muito complexa, mas, para entender a trama, basta saber que se trata resumidamente (muito resumidamente, no caso) de um tubo cuja

entrada está em um período do tempo e a saída está em outro. O buraco de minhoca estar exatamente ali na cidade não é algo gratuito ou aleatório na trama: a existência dele está vinculada à um acidente que aconteceu na usina nuclear que serve como background da trama. Localizadas exatamente embaixo do acidente que criou a distorção no espaço-tempo, as cavernas de Winden, na verdade, conseguem conectar três tempos diferentes: 1953, 1986 e 2019 - todos separados por 33 anos. A trama se desenvolve melhor com os demais personagens que interagem e contribuem para o entreterimento da série.


SUPER DRAGS A mais nova polêmica

A primeira animação brasileira com temática LGBTQ+ por si só causa polêmica. Super Drags chega à Netflix causando falatório tanto para o “bem” quanto para o “mal”.

causa em si.Os direitos são adquiridos enquanto seres humanos e isso não é algo que se deve colocar em pauta. Estamos aqui para falar desse marco na história dos desenhos animados que chegou arrasando. Fato é que esse público As protagonistas são nunca teve a devida notoriedade, salvo por uma ou drag queens. O enredo de outra produção nas teli- Super Drags agrega valor moral e divertimento, seja nhas. E mesmo assim não tiveram sua representatividade bem desenvolvida. Com o governo eleito, claramente gays, lésbicas, bissexuais, transexuais, travestis, todos os gêneros e orientações sexuais que a sigla abrange serão ainda mais marginalizados. Mas não estamos aqui para falar de política, menos ainda sobre a militância da

para uma pessoa hetero ou homossexual que esteja assistindo. Os cinco episódios são incríveis! O melhor de tudo é que esse trabalho sensacional é 100% brasileiro. Isso mostra o quanto o nosso país e seus artistas, roteiristas, desenhistas e produtores são maravilhosos. Nós temos um grande potencial para conquistar o mundo.


Já que é pra falar de polêmica...

Saiu a segunda temporada da série de animação adulta Big Mouth. Capitaneada pelos amigos de infância, Andrew Goldberg e o comediante Nick Kroll, a série causou grande impressão logo na sua primeira temporada ao explorar as erupções da puberdade já na fase pré-adolescente, claro, que com um linguajar mais ácido, além de algumas situações escatológicas. Mesmo mirando um público mais adulto, ou os quase maiores de idade, as situações e comportamentos dos principais personagens da trama, ainda exalavam certo frescor, pois era algo próximo. Agora, nesta nova temporada este mesmo frescor se dissipou demais, não conseguindo

causar o mesmo impacto de antes. As novidades desta segunda temporada são: Gina, uma garota da escola que causou frisson entre os garotos por ter seios maiores que outras meninas; e o Mago da Vergonha, um tipo fantasmagórico

que assombra os jovens imbuindo-os com sentimento de culpa por seus pensamentos e ações. Este último, certamente, um personagem muito interessante e catalisador para o amadurecimento dos jovens, mesmo que quase sempre sem graça em suas falas.


Rick and Morty de volta na Netflix

Rick and Morty, uma das séries de TV mais queridas da atualidade, está de volta à Netflix Brasil. As duas primeiras temporadas da animação já estiveram no catálogo do serviço de streaming, mas foram retiradas em abril deste ano. Agora, as três temporadas estão disponíveis para uma maratona com diversão garantida. Muitos dos fãs acreditam que é a graça de Rick and Morty é o humor baseado em questões filosóficas e profundas, mas a terceira temporada deixa claro que o ápice do programa é quando consegue equilibrar seus comentários céticos e niilistas com sua mitologia sci-fi e, é claro,

comédia visual e improvisada. Tendo isso em mente, a produção entrega uma de suas melhores temporadas em que até os capítulos pensados para encher linguiça, como "Morty's Mind Blowers", consegue divertir pelo espetáculo e também levar a questionamentos. O terceiro ano de Rick and Morty é um dos mais fortes de toda a série. O tempo e a preocupação que a equipe teve para atender as expectativas do público é notável, e resulta em dez capítulos com bom ritmo e ótimas piadas, sem nunca se esquecer da visão cética e pensativa que ajudaram a animação a se destacar entre tantas outras. Considerando o encerra-

mento, é certo dizer que vai demorar um pouco até vermos uma quarta temporada, mas pelo menos agora sabemos que, no caso de Rick and Morty, a espera compensa.


Pôster do mês


Já que estamos falando de melhores temporadas...

Bojack Horseman, uma das séries animadas da Netflix, sempre recebeu elogios pelo roteiro sensível e dedicados a diferentes temas, como transtornos mentais e relacionamentos. No entanto, na quinta temporada, os criadores se sobressaíram. Em uma sequência de 12 episódios, o criador Raphael Bob-Waksberg e os roteiristas Kate Purdy e Joanna Calo conseguiram trazer nova profundidade a todos os personagens. Esta temporada é onde o show Philbert, homônimo ao bebê não-existente de Princess Carolyn (Amy Sedaris), começa a produção e é lançado. O protagonista do programa fictício repre-

senta todas as piores partes de Bojack (Will Arnett) – nos diálogos, por exemplo, explicitam críticas ao próprio desenho e a outras produções do gênero “homem (ou cavalo) problemático). Há discussões em que as críticas de Diane Nguyen (Alison Brie) ao detetive Philbert parecem ser escritas por Bojack em parceria com Rick Sanchez, de Rick and Morty. Caracteristicamente, o penúltimo episódio de todas as temporadas de Bojack sempre é o mais devastador. São os que moldam a história em geral e sempre os mais difíceis de assistir. Nas temporadas passdasdas, esses capítulos incluíram a morte de Sarah Lynn

(Kristen Schaal), a fuga de Bojack ao Novo México e um Viagem no Tempo. Na quinta temporada, Bojack se torna violento contra sua co-estrela, Gina, ao enforcá-la em uma cena. Porém, como em todos os season finales, esta terminou com um pouco de esperança: Diane leva Bojack a um centro de reabilitação.


Séries mais vistas do mês As séries mais comentadas e mais vistas do mês foram:


Pilot Magazine - Carla Maria  
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