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PORTFOLIO janeiro/2013

3C Arquitetura e Urbanismo Ltda. Epp.

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EQUIPE

SUMÁRIO POR ORDEM CRONOLÓGICA NOMEDO PROJETO - CÓD

Arquitetos Associados:

FACOS Estudo de impacto de vizinhança/ OSÓRIO/RS - FAC_050 CONTENEDORES - Espaço de Manobra / PTI - CON_048 SALÃO PAROQUIAL / SANTA TEREZA/RS - SAL_045 MIRANTE CENTRAL / ITAIPU - MCE_043 VERTEDOURO / ITAIPU - VER_042 AULÁRIO, FASE 3/ PTI - AUL3_041 PORTAL DE ACESSO / PTI - POR_040 LABORATÓRIO / PTI - LAB_039 MERCADO PÚBLICO DE FOZ DO IGUAÇU/PR - MER_037 REFEITÓRIO PTI / ITAIPU - REF_036 PLHIS PELOTAS/RS - PEL_035 PLANO DIRETOR DE GARIBALDI/RS - GAR_034 CONCURSO PORTO OLIMPÍCO RIO 2016 - R16_033 REVITALIZAÇÃO ARROIO PÉROLA / FLORES DA CUNHA/RS - PER_032 PLHIS BOQUEIRÃO DO LEÃO/RS - BOQ_031 DATACENTER/ PTI - DAT_030 SEDE ADMINISTRATIVA DO TURISMO/ PTI - SAT_028 PARQUE POPULAR DA PEDREIRA / IJUÍ/RS - PPP_027 PLHIS SÃO FRANCISCO DE PAULA/RS - SFP_026 PLANO DIRETOR DA USINA HIDRELÉTRICA DE ITAIPU - UHI_025 AULÁRIO, FASE I (EDIFÍCIO DO SABER) / PTI - AUL_024 PLHIS CAMAQUÃ/RS - CAM_023 Complexo Turístico / Itaipu - CTI_022 PAISAGISMO / PRAÇA DA INTEGRAÇÃO / PTI - PAI_021 BIBLIOTECA PAULO FREIRE / PTI - BPF_020 PLANO INTEGRADO DE ZONEAMENTO E FLUXOS DE ITAIPU - ZF_019 PLANO DIRETOR PARA O PARQUE TECNOLÓGICO DE ITAIPU/ PTI - PTI_017 PLHIS NOVA PALMA - NP_016 PLANO DIRETOR DE TRIUNFO/RS - PDT_015 CONCURSO PÚBLICO NACIONAL DO PARQUE DAS AVES - PDA_013 CONCURSO PÚBLICO NACIONAL SEDE PETROBRAS /VITÓRIA/ES - PBR_012 CONCURSO NACIONAL CONJUNTO ESPORTIVO /IBIRAPUERA/SP - IBI_011 CONCURSO PÚBLICO NACIONAL REVITALIZAÇÃO W3/BRASILIA/DF - W3_010 CONCURSO PARA REQUALIFICAÇÃO RIO DO SUL/SC - RDS_009 AXÔNIO / FÓRUM SOCIAL MUNDIAL /PORTO ALEGRE/RS - AXO_006 CONCURSO PARQUE DO GAÚCHO / BAGÉ/RS - PDG_005 COOPEVA - COO3_004 COOHABEVI - COO2_003 Refúgio Biológico Bela Vista - RBV_002 COOHATEPA - COO1_001

Tiago Holzmann da Silva - Arquiteto Es. Paula de Moraes Lopes - Arquiteta Alexandre Pereira Santos - Arquiteto Leonardo Damiani Poletti - Arquiteto Leonardo Marques Hortencio - Arquiteto Ms.

Arquitetos Colaboradores: Henrique Lorea Leite - Arquiteto Aline Beatriz Cervo - Arquiteta

SecRETÁRIA Executiva Graça Nunes Antunes

Consultores e parceiros

Alice Rauber Gonçalves - Arquiteta Ms. Cristiano Moura Loureiro - Arquiteto Geisa Bugs - Arquiteta Ms. Otávio Martins Peres - - Arquiteto Ms. Isabel Cristina Telles Silveira - Eng. Química Dra. Julio Celso Borello Vargas - Arquiteto Ms. Maria Eliete Cardoso Gomes - Socióloga Es. Ricardo Liber Waldman - Advogado PhD

A 3C Arquitetura e Urbanismo, com mais de 10 anos de experiência, aqui apresenta a elaboração de serviços técnicos para planos, projetos e consultoria nas áreas do planejamento local, urbano e regional; urbanismo e desenho urbano; habitação de interesse social; arquitetura institucional; sustentabilidade e meio ambiente; sistemas de informações geográficas; e elaboração e acompanhamento de projetos de captação de recursos.

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Apresentação

02


PLANEJAMENTO

planejamento do território com adoção de metodologias específicas para a análise e intervenção na produção, estruturação e apropriação do espaço adotando processos participativos eficientes e que auxiliam tanto a população quanto à realização do planejamento urbano pretendido. -PLANO DIRETOR -PLANO DE HABITAÇÃO -PLANOS SETORIAIS -PLANOS INSTITUCIONAIS -PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PROJETOS

projetos técnicos para realidades de escalas macro-arquitetônica, urbana ou regional enfrentando problemas espaciais complexos em áreas fragilizadas social, econômica e/ou ambientalmente. -URBANIZAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS -REQUALIFICAÇÃO URBANA -PARQUES E ÁREAS DE PRESERVAÇÃO -LOTEAMENTOS E PARCELAMENTOS -HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL -ARQUITETURA INSTITUCIONAL

CONSULTORIA

assessoria e consultoria à empresas e administrações para a elaboração de estudos urbanos e ambientais de situações complexas e apoio à processos de captação de recursos. -CAPTAÇÃO DE RECURSOS -ESTUDOS URBANÍSTICOS -GESTÃO URBANA E AMBIENTAL -MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE -FORMAÇÃO TÉCNICA -LEGISLAÇÃO URBANA E AMBIENTAL

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Área de atuação

02


Estudo de Impacto de Vizinhança – EIV

Complexo Educacional CNEC Osório/RS - Instituto de Educação Cenecista Marquês do Herval e Faculdade Cenecista de Osório - FACOS Osório - RS Consultoria – 2012 Área construída: 15.518,71m² Área a construir: 4.195,38m² População beneficiada diretamente: 3.500 alunos e 300 colaboradores

OBJETIVOS: Estudo de Impacto de Vizinhança é um dos instrumentos previstos no “Estatuto da Cidade” - Lei Federal n. 10.257 - que regulamenta os artigos 182 e 183 da Constituição Federal e estabelece diretrizes gerais da política urbana. Tal instrumento pode ser utilizado por governos municipais e comunidades locais com o princípio de “assegurar o direito a cidades sustentáveis para as atuais e futuras gerações”, buscando a minimização dos problemas urbanos agravados pelo crescente e acelerado processo de urbanização brasileiro. Este EIV foi solicitado pela Prefeitura Municipal de Osório ao Complexo Educacional CNEC, formado pelo Instituto de Educação Cenecista Marquês do Herval e pela Faculdade Cenecista de Osório – FACOS, com objetivo de avaliação dos impactos – positivos e negativos - da ampliação das instalações do Complexo Educacional na cidade de Osório, em relação aos seguintes aspectos: adensamento populacional, geração de tráfego e demanda por transporte público, geração de ruídos e paisagem urbana e patrimônio natural e cultural. Desenvolvido em três etapas – levantamento de dados, análise e diagnóstico – esse estudo contempla o cenário atual, a legislação municipal vigente e os possíveis reflexos do cenário futuro na dinâmica urbana. Os resultados obtidos foram reunidos em uma Matriz que dimensiona os impactos identificados e facilita a compreensão das mudanças decorrentes da implantação do empreendimento no meio ambiente natural e construído, segundo uma visão global, abrangendo as interrelações dos vários aspectos estudados, as consequências impactantes e as medidas para compensa-las ou mitiga-las.

equipe: Autores: Arq. Leonardo Marques Hortencio Arq. Aline Beatriz Cervo Arq. Tiago Holzmann da Silva Colaboradores: Arq. Paula de Moraes Lopes Acad. Arq. Thiago Hennemann Acad. Arq. Edgar Steffens

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EIV - FACOS

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EIV - FACOS

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BEIRA FOZ

Plano Nacional de Inclusão e Desenvolvimento Integrado Fundação Parque Tecnológico de Itaipu / Itaipu Binacional Foz do Iguaçu, PR Consultoria, gestão e coordenação da Fase 1 - 2012 Área de intervenção: 3.000 hA Custo estimado: R$500 milhões População beneficiada diretamente: 2.122 hab. População de Foz do Iguaçu (ben. indireto): 256.088 hab.

OBJETIVOS

Elaboração de um Plano Geral de Urbanização para as margens dos Rios Paraná e Iguaçu na cidade de Foz do Iguaçu, através de uma Operação Urbana Consorciada, envolvendo as três esferas de governo, a iniciativa privada e a sociedade civil. O objetivo é a construção de um espaço urbano estruturado, integrado e sustentável, que promova a segurança na fronteira, a valorização do meio ambiente, a inclusão social, a ampliação da oferta de turismo e o desenvolvimento socioeconômico.

PROPOSTA

O Projeto Beira Foz reflete interesses locais, regionais e nacionais e foi estruturado levando em consideração a continuidade das atividades existentes, de maneira a aproveitar uma série de ações já em desenvolvimento e/ou planejadas para a região, e trazer para o mesmo foco diversos atores. O Plano estrutura-se através de ações independentes, com agentes, prazos e custos diferenciados para sua execução. A proposta de intervenção se articula em quatro eixos estruturantes – Justiça e Segurança, Meio Ambiente, Turismo e Desenvolvimento da Ordem Social e Econômica - que tem por função integrar as ações entre si e orientar estrategicamente sua consecução de modo que cada uma cumpra benefícios em todos os eixos, mesmo que de maneira secundária, fomentando a sinergia entre os diversos agentes e promovendo benefícios mútuos à cidade. A participação ativa de agentes municipais, estaduais e federais foi fundamental para a elaboração das Diretrizes que deverão subsidiar o Plano Urbanístico, possibilitar a articulação das ações em andamento e revelar de forma precisa os problemas urbanos, indicando soluções possíveis e intrínsecas nos objetivos de governo, garantindo o comprometimento e o esforço conjunto demandados por projetos dessa ordem. Coube à 3C mediar o processo, orientar e coordenar as equipes na busca de dados, organizar eventos, coordenar a redação de documentos e produzir o Relatório Parcial, referente a essa etapa do projeto.

EQUIPE

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Leonardo Marques Hortencio Arq. Alexandre Pereira Santos Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Paula de Moraes Lopes Colaboradores: Arq. Aline Beatriz Cervo Arq. Henrique Lorea Leite Arq. Alice Hauber

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BEIRA FOZ

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BEIRA FOZ

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BEIRA FOZ

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BEIRA FOZ

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PLANTA DE HIDROGÊNIO

Pavilhão metálico para abrigar a planta de produção de Hidrogênio Fundação Parque Tecnológico de Itaipu / Itaipu Binacional Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2012 Execução - 2013 Custo estimado: R$ 1.500.000,00 - obra civil e tratamento do entorno imediato Área de intervenção: 4.000,00 m² Área construída: 300,00 m²

OBJETIVOS

Elaboração de implantação geral e projeto executivo de arquitetura do pavilhão que abrigará a planta de produção de Hidrogênio do PTI/Itaipu. Busca basicamente a proposição de um espaço prático, funcional e, acima de tudo, que se adéqüe a um cronograma reduzido para implementação e aos recursos disponíveis para a execução do prédio e das intervenções necessárias no seu entorno imediato. Proposição de linguagem de caráter industrial, com requisitos específicos para disposição de equipamentos, sistema de exaustão, armazenamento de Hidrogênio, fluxo de veículos e instalações de infra-estrutura.

PROPOSTA

Compositivamente o prédio apresenta solução extremamente simples, configurando-se em um volume retangular único com adição de uma cobertura para acesso. O espaço interno é dividido em dois grandes espaços: área de produção, onde ficam dispostos os grandes equipamentos, e a área de operação, local de maior permanência dos usuários e que conta com estações de trabalho, espaço pra reuniões, copa e sanitários. O sistema construtivo proposto, tanto para estrutura como para fechamentos externos, é o metálico. Tal decisão é fundamentada principalmente na agilidade e economia que este sistema possibilita conferir às construções. Internamente as divisórias propostas são de dry-wall, seguindo a mesma linha da racionalidade do processo construtivo. Por haver previsão de climatização mecânica somente na área de operação, optou-se por revestir o prédio com telhas termo-acústicas, utilizadas tantos nos fechamentos como na cobertura. A área de produção contará ainda com telhas translúcidas na cobertura, diminuindo o uso de iluminação artificial e exaustores eólicos que auxiliarão na ventilação natural do espaço, auxiliando no conforto térmico e prevenindo que haja acúmulo de Hidrogênio caso ocorra algum vazamento. Já a área de operação, local de maior permanência, conta com as seguintes estratégias para oferecer conforto aos usuários: disposição junto à fachada Sul e aberturas somente para esta orientação, evitando ganhos consideráveis de calor, diminuindo assim o uso de aparelhos de ar condicionado;

EQUIPE

Autores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Tiago Holzmann da Silva

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PLANTA DE HIDROGÊNIO

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PLANTA DE HIDROGĂŠNIO

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CONTENEDORES

Espaço de Manobra - Pavilhões metálicos modulados pré-fabricados para receber laboratórios e escritórios Fundação Parque Tecnológico de Itaipu Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2012 Execução - 2012 Custo estimado: R$ 2.000.000,00 Área de intervenção: 5.000,00 m² Área construída: 2.000,00 m²

OBJETIVOS

Elaborar implantação geral e projeto executivo de arquitetura para os “Contenedores” do PTI: Espaços de Manobra para instalação temporária de laboratórios, áreas de pesquisa e outras atividades do PTI. Estudar a modulação e tecnologia construtiva, ampliações, fornecedores, montagem e outros aspectos necessários à implantação. Desenvolver sistema rápido de montagem e execução a partir do uso de telhas metálicas como revestimento, estrutura metálica e volumes puros, garantindo unidade formal e uma linguagem contemporânea e industrial.

PROPOSTA

A edificação se organiza em três alas, no sentido leste / oeste, de um pavimento unidos por uma cobertura no passeio da fachada Leste. O primeiro e menor volume concentra o almoxarifado, o volume intermediário concentra as empresas Incubadas e o terceiro e maior volume as emprezas tercerizadas e a Simplex. Com uma área total construída de 2.000,00 m² divididos entre as 3 empresas, serviços, circulação e almoxarifado o projeto prioriza a racionalidade e a funcionalidade para solucionar o programa de necessidades. A escolha pelo sistema estrutural metálico combinado a fechamentos leves se deve a linguagem desejada, a durabilidade dos materiais, a rapidez de execução com o mínimo desperdício de materiais, a flexibilidade de espaços(salas e subdivisões leves independentes da estrutura), a facilidade de ampliação dos espaços, a modulação e repetição construtiva e a facilidade de desmontagem e remontagem. Todo o projeto foi pensado para que houvesse o mínimo uso de energia elétrica com iluminação e/ou ar-condicionado, com o sistema de ventilação cruzada nas barras de trabalho, telhas do tipo sanduíche com isolamento termo-acústico e iluminação natural abundante nas fachadas Sul e Norte(corredor). A proposta inclui o Estudo Preliminar dos projetos complementares de instalações e estruturais.

EQUIPE

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Leonardo Damiani Poletti Colaboradores: Arq. Paula Motta - paisagismo Arq. Lucas Gonçalves Valli

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Contenedores - Espaço de Manobra

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Fachada Norte - M贸dulo

Esquema Montagem

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Contenedores - Espa莽o de Manobra

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PLHIS de Ijuí

Plano Local de Habitação de Interesse Social Ijuí - RS Plano setorial – 2011-2012 População beneficiada: 78.915 hab.

OBJETIVOS

Inserido em um novo marco institucional da política habitacional, o chamado PLHIS – Plano Local de Habitação de Interesse Social - é pensado como instrumento político-administrativo que implementa programas, metas e ações para superar a falta de moradias e promover a qualidade de vida, prioritariamente das famílias de baixa renda. Ele deve ser entendido como um dos planos setoriais dos municípios, que complementam o Plano Diretor, em uma visão global de planejamento territorial que emerge da Constituição Brasileira de 1988. Neste conjunto, o PLHIS deve compor o quadro estratégico e normativo da política urbana na escala local.

PROPOSTA

Em Ijuí, o Plano buscou detalhar, na realidade de uma capital regional, quais eram os problemas fundamentais a serem enfrentados, especialmente em relação às favelas que se proliferam nas áreas de várzea, beiras de rio e locais com declividades elevadas. Estes locais de risco contrastam com a urbanização compacta e bem distribuída do município. Do mesmo modo, o Plano busca descrever os impressionantes avanços recentes, seus limites e os desafios que pressionam a cidade que atinge grau de centralidade importante para a região noroeste do estado. Com grandes avanços em relação aos anteriores na descrição dos programas de financiamento, capacidade administrativa, caracterização da população foco e com a consolidação do diagnóstico da demanda e produção habitacional, o PLHIS de Ijuí buscou dar clareza inédita ao setor da habitação social neste importante município gaúcho.

EQUIPE

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Alexandre Pereira Santos Arq. Leonardo Marques Hortencio Arq. Henrique Lorea Leite Colaboradores: Adv. Ricardo Libel Waldman Soc. Eliete Cardoso Gomes Acad. Arq. Paula Motta Acad. Arq. Angélica Magrini Rigo Coordenação pelo Município: Maria Elisabete Lírio – Coordenadora Especial de Habitação

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PLHIS Ijuí

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PLHIS IjuĂ­

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PLHIS IjuĂ­

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ESTRATÉGIAS DE AÇÃO âmbito>

1. ESTRUTURAÇÃO DO SISTEMA MUNICIPAL

atuação>

1.1 GERAL

2.1 CONCENTRADA

2.2 DIFUSA

ESTRUTURAÇÃO DO ÓRGÃO GESTOR MUNICIPAL

ATENÇÃO ÀS ÁREAS DE RISCO

PROVISÃO HABITACIONAL

DEMOCRATIZAÇÃO DA POLÍTICA HABITACIONAL

INTERVENÇÃO INTEGRADA

QUALIFICAÇÃO AMBIENTAL E URBANA

linhas de ação>

2. IMPLEMENTAÇÃO DAS POLÍTICAS HABITACIONAIS

PRODUÇÃO SOCIAL DA MORADIA POPULAR QUALIFICAÇÃO DA CIDADE FORTALECIMENTO FINANCEIRO

Tabela 3: Ações de estruturação do órgão gestor municipal. PROJETOS  PRAZO  AÇÕES delegação de status de secretaria para a atual Coordenadoria  Especial de Habitação  1.1 qualificação da  gestão da habitação 

CURTO

qualificação do quadro técnico  qualificação da estrutura física municipal

PRODUTOS lei municipal de alteração da composição das secretarias  contratação de técnicos de nível superior para cargos‐chave na política habitacional (formulação de  projetos, gestão de assistência técnica, acompanhamento e gestão financeira, trabalho técnico social e  outros)  curso de formação para temas diversos realizados a cada ano (mínimo) espaços e equipamentos adequados a cada função e atividade

PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL–IJUÍ/RS– ETAPA 3: ESTRATÉGIAS DE AÇÃO

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PLHIS Ijuí

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SALÃO PAROQUIAL

Santa Tereza, RS. Projeto - 2011 - 2012 Área total da proposta – 2.039m² Área total do conjunto – 3.097,36m²

OBJETIVOS

Recuperar e complementar o Salão Paroquial de Santa Tereza. Criar equipamento cultural regional para dar suporte a riqueza das expressões culturais existentes na cidade e entorno, incluindo festas tradicionais, exposições, apresentações artísticas, cursos e eventos gastronômicos e realizar a gestão articulada entre Poder Público Municipal, Cúria regional e comunidade local para permitir a sustentabilidade do equipa¬mento e a integração e potencialização das diversas atividades culturais já realizadas no município.

PROPOSTA

A revitalização e complementação funcional do Salão Paroquial de Santa Tereza inclui a reforma geral de suas estruturas atuais, supressão de edículas construídas sem planejamento e modernização das instalações e infraestrutura para dar suporte adequado às atividades culturais de todo o município e possivelmente região. Busca-se valorizar o patrimônio histórico da cidade com a criação de um espaço cultural singular capaz de apoiar e integrar atividades existentes e criar novas oportunidades, especialmente quanto a eventos festivos e culturais tradicionais; apresentações de artes, teatro, música e cinema; cursos de capacitação e treinamento e eventos gastronômicos. Para a estrutura física, propõe-se projeto de arquitetura que permita captação de recursos de forma decentralizada e que esteja adequado às demandas de preservação do patrimônio. Inclui a ampliação das áreas úteis do atual Salão Paroquial, a inclusão de espaços de apoio adequados, reparo das estruturas, pisos, substituição do telhado, recuperação e adequação do pavimento inferior e criação de dois anexos, um com equipamentos de apoio (carga-descarga, armazenamento, sanitários, elevadores, administração e salas de aula) e expansão das áreas para atividades através de espaços flexíveis, equipados para produção cultural e artística, realização de festas, cursos, exposições, gastrono¬mia e eventos. Busca-se a inserção do edifício de maneira cuidadosa na cidade para valorizar o existente, qualificar os espaços abertos, valorizar a paisagem e integrar o projeto com seu entorno.

EQUIPE

Autores: Arq. Alexandre Pereira Santos Arq. Lucas Gonçalves Valli Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Bruna Caldas Arq. Daniel Bolson Colaboradores: Arq. Alice Rauber Acad. Arq. Aline Taís Comiran Acad. Arq. Edgar Steffens

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Salão Paroquial Santa Tereza/RS

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Evolução do PIB no município Valor Adicionado (em mil Reais)

Composição do PIB em 2009

16.000 14.000 12.000 10.000

44%

45%

8.000 6.000 4.000 2.000 0 1905ral

1905ral

agropecuária

1905ral

1905ral

1905ral

indústria

1905ral

1905ral

11%

1905ral

serviços

Piramide Etária

Evolução Populacional

1.959 1.815 1.768 1996

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2000

1.720 2007

2010

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Salão Paroquial Santa Tereza/RS

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CIRCULAÇÃO AUDITÓRIO PRINCIPAL SALÃO ACESSO/ARQUIBANCADA SANITÁRIOS SALAS MULTIUSO TERRAÇO

SALÃO REFORMADO NOVO SALÃO DECK EXTERNO TALUDE EXTERNO

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CIRC. VERTICAL SANITÁRIOS COZINHA/CHURRASQUEIRAS/COPA DEPÓSITOS/ACESSO SERV.

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Salão Paroquial Santa Tereza/RS

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Orçamento de Projeto ESTIMATIVA DE CUSTOS GERAL

valor

1.1 PROJETO ARQUITETÔNICO

                                           2.199,95

R$                                                       52.851,60

1.2 COMPLEMENTARES

                                           1.620,45

R$                                                        52.079,29

1.3 PAISAGISMO

                                           2.199,95

R$                                                          4.228,13

R$                                                       98.243,12

                                               943,40

R$                                                     753.488,74

vb

R$                                                     250.000,00

2.3 ESPAÇOS EXTERNOS

                                           1.175,75

R$                                                     320.629,11

2.4 SALÃO ANEXO

                                           1.256,55

R$                                                  1.295.302,01

1. PROJETOS

1.4 OUTROS (ADM, ORÇAMENTO, ETC) 2. OBRA 2.1 SALÃO PAROQUIAL 2.2 EQUIPAMENTOS

TOTAL GERAL **valor do CUB‐RS  CSL 8‐N para fevereiro 2012: 

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R$                                                  2.826.821,99 R$ 960,96

Salão Paroquial Santa Tereza/RS

045_SAL


MIRANTE CENTRAL

Intervenção na praça do Mirante Central Fundação Parque Tecnológico de Itaipu Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2012 Custo estimado: R$ 200.000,00 Área do paisagismo: 2.000,00 m² Área dos módulos e infraestrutura: 125,00 m²

OBJETIVOS

Elaborar projeto executivo de arquitetura para módulos de serviços junto ao Mirante Central de Itaipu; Elaborar estudo preliminar de instalações e estrutura; Projetar espaços de instalação temporária, considerando possível implantação em outro terreno; Estudar implantação, montagem, modulação, tecnologia construtiva e possíveis fornecedores. Desenvolver sistema de rápida execução que garanta articulação formal com o existente.

PROPOSTA

São propostos containers metálicos modulados para receber um café, loja da Ñandeva, além de adequação da estrutura original para receber sanitários P.N.E. e salas para infraestrutura. Os módulos foram projetados para que fossem leves, de fácil montagem e que tivessem linguagem semelhante a dos containers, buscando efemeridade, racionalidade construtiva e caráter industrial. O uso da transparência, através dos panos envidraçados, garante uma grande permeabilidade e não impede as visuais dos visitantes, dando uma menor importância ao objeto arquitetônico e valorizando o entorno, a cobertura principal e a usina.

EQUIPE

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Lucas Gonçalves Valli Colaboradores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Aline Beatriz Cervo Arq. Cristiano Loureiro

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PORTFOLIO 3C

Mirante Central - PTI

043_MCE


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Mirante Central - PTI

043_MCE


VERTEDOURO

Praça do Mirante do Vertedouro Fundação Parque Tecnológico de Itaipu Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2012 Área de intervenção: 11.200,00m² Área construída: 11.200,00m²

OBJETIVOS

Elaborar estudos preliminares, anteprojeto e projeto executivo de uma nova praça para o PTI; Desenvolver a Praça das águas: projeto que evidencie a água, através de chafarizes, jatos, espelhos d’água e espetáculos diversos através destes elementos ; Estudar alternativas de interação e contemplação para os períodos em que o Vertedouro esteja fechado; Estudar edificação junto a praça que permita a instalação de loja, café e sanitários com espaços adequados de apoio e permanência; Projetar estacionamentos para funcionários e para os ônibus de turismo.

PROPOSTA

O projeto toma como base do partido as visuais e a ideia de percurso, criando ao longo dos caminhos uma série de espaços diferenciados de contemplação, descanso ou mesmo de passagem. Com um desenho geométrico bastante rico, são propostos eixos principais, claramente visíveis e perceptíveis ao visitante; e caminhos secundários, conformando as áreas secas, de passagem e gramadas. A água se torna, nesta proposta, um elemento fundamental, no qual os jatos de água criam cortinas, que podem simplesmente conduzir os visitantes às visuais e percursos, assim como podem tornar-se a atração principal. Os taludes também exercem uma importante função para a praça: criam limites bastante suaves, servem como apoio aos caminhos elevados e delimitam a área de intervenção sem a necessidade do uso de outros tipos de barreiras mais agressivas.

EQUIPE

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Lucas Gonçalves Valli Colaboradores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Aline Beatriz Cervo Arq. Cristiano Loureiro

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Mirante Vertedouro - PTI

042_VER


DESENHO / CONCEPÇÃO PERCURSOS PRINCIPAIS LOCAIS DE PARADA DESCANSO ,CONTEMPLAÇÃO ÁREAS VERDES BARREIRAS VEGETAÇÃO - ÁRVORES BARREIRAS VEGETAÇÃO - TALUDES ÁGUA - ESPELHOS, JATOS, ÁREAS ALAGÁVEIS ESTACIONAMENTO FUNCIONÁRIOS / ÔNIBUS TURISMO EDIFICAÇÃO CAFÉ / LOJA EDIFICAÇÃO SANITÁRIOS

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PORTFOLIO 3C

Mirante Vertedouro - PTI

042_VER


AULÁRIO, FASE 3

Centro de referência em tecnologias sociais do mercosul, centro de inovação em turismo e condomínio empresarial PTI - Foz do Iguaçu, PR. Projeto - 2012 Área total da proposta – 9.930,25m² Área real de uso* do Centro de Referência em Tecnologias Sociais – 523,15m² Área real de uso* do Condomínio Empresarial – 2.210,38m² Área real de uso* do Centro de Inovação em Turismo – 454,60m² *área total de ocupação sem contar as áreas de circulação horizontais e verticais, somente áreas internas dos escritórios. OBJETIVOS O projeto consiste em uma nova edificação, dando continuidade ao Edifício do Saber, Fases 1 e 2 (Aulário), denominados, nesta terceira etapa de construção, Centro de Referência em Tecnologias Sociais do Mercosul, Centro de Inovação em Turismo e Condomínio Empresarial (Edifício do Saber, Fase 3), com aproximadamente 10 mil m², para abrigar centros de pesquisa e condomínio empresarial além de espaços e atividades complementares a estes. PROPOSTA O projeto abrigará como funções e atividades principais salas de escritórios e reuniões. O volume principal será composto por 10 módulos de 12,5x10m distribuídos em 4 pavimentos: térreo e três pavimentos tipo, além de área técnica na cobertura. O térreo será constituído por área aberta e coberta sob pilotis, por uma cafeteria, lojas e salas de escritórios e reuniões destinadas ao Centro de Referência em Tecnologias Sociais. Já os pavimentos tipo abrigam basicamente salas de escritórios. O 2º, 3º e parte do 4º pavimento serão destinados ao Condomínio empresarial. O restante do 4º pavimento abrigará o Centro de Inovação em Turismo. Além do volume principal da edificação, existem dois blocos de serviços anexos ao corpo principal que contêm os sanitários e espaços de apoio (depósito de materiais de limpeza e copa). Conta com, além do térreo e os 3 pavimentos tipo, um subsolo onde serão instalados os reservatórios inferiores e a cobertura onde serão instalados os reservatórios superiores. No térreo e nos pavimentos tipo o bloco de serviço contará com escada, espaço para futura instalação de elevador sem casa de máquinas, sanitário feminino, sanitário masculino, sanitário para portadores de necessidades especiais, copa e depósito de materiais de limpeza. A edificação, apesar da sua grande área, que totaliza 9.930,25m², adota soluções estandardizadas de construção, materiais e técnicas construtivas, incorporando vários sistemas e tecnologias industrializadas e semi-industrializadas, com o objetivo de simplificar a obra e reduzir o prazo para a construção, além de possibilitar um canteiro de obras mais limpo e organizado.

EQUIPE

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Paula de Moraes Lopes Arq. Leonardo Damiani Poletti

3C Arquitetura e Urbanismo

Colaboradores: Arq. Lucas Gonçalves Valli Acad. Arq. Thiago M. Hennemann

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PORTFOLIO 3C

Aulário Fase 3

041_AUL3


3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

Aulรกrio Fase 3

041_AUL3


PORTAL DE ACESSO AO PTI

Portal para o acesso independente ao Parque Tecnológico Itaipu Foz do Iguaçu - PR Projeto – 2012 Área projetada – 26.175,00m² Área construída – 1.547,80m²

OBJETIVOS:

O Acesso Independente ao Parque Tecnológico Itaipu busca facilitar o ingresso ao PTI e manter a integração com a comunidade da região através de um acesso rápido, além de promover a integração com a Universidade Federal da Integração Latino-americana - UNILA. Hoje o acesso ao PTI se dá pela estrada de acesso à Usina de Itaipu, que é uma área de segurança nacional. Com isso, os trâmites necessários para o acesso ao PTI tornam-se complexos e morosos.

PROPOSTA:

O projeto do Portal de Acesso ao Parque Tecnológico de Itaipu complementa a construção de rodovia de aproximadamente 1.700 m de extensão, ligando o trevo de acesso à UNILA com a área sul do PTI, incluindo a construção de ponte sobre o Rio Bela Vista. Contempla ainda a construção de infraestrutura de apoio à chegada de transporte motorizado individual e coletivo, ciclovias e bicicletários internos e externos, passeios cobertos e Centro de Recepção e Cadastro e guarita para controle de acesso, além de paisagismo para as áreas de acesso e entorno.

EQUIPE

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Alexandre Pereira Santos Arq. Leonardo Damiani Poletti Colaboradores: Arq. Paula Motta Arq. Lucas Valli Acad. Arq. Edgar Steffens

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Portal de acesso ao PTI

040_POR


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Portal de acesso ao PTI

040_POR


LABORATÓRIOS DO PTI

Fundação Parque Tecnológico de Itaipu Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2012 Custo estimado: R$ 8.000.000,00 Área de intervenção: 2.850,00m²

OBJETIVOS

Eliminar a instalação dispersiva de laboratórios pelas áreas de passagem de transeuntes, criando um espaço físico adequado a laboratórios, isolado do trânsito de pessoas; Garantir a segurança de operação dos laboratórios na execução de projetos, sob normas explícitas, evitando risco de acidentes; Operar sob as normas ambientais de geração de resíduos e de emissões, com trata-mentos adequados e sob controle contínuo, uma vez que o Parque está estacionado ao lado de Área de Proteção Permanente (APP). Permitir que a área do Parque, além do Pólo, seja considerada como risco zero de geração de resíduos tóxicos e perigosos; Permitir uma base tecnológica para instalação no Parque de empresas geradoras de inovação, oferecendo estrutura de apoio básico para ensaios, testes e validações. Espera-se com esta ação que a instalação de empresas novas e a vinda de outras já existentes em outras regiões seja estimulada. Garantir o alto nível de treinamento e capacitação de pessoas e o interrelacionamento tecnológico entre as empresas do parque, uma vez que os laborató-rios atendem de forma transversal e permitem a troca de informações e de tecnologias;

PROPOSTA

Implantação de uma área específica para a locação dos laboratórios existentes no Parque e instalação de novas unidades para completar a base tecnológica da região, podendo atender as empresas instaladas e atrair novos empreendimentos para o ambiente tecnológico do PTI. Realocação dos laboratórios para a área específica, ao sul do Parque onde está pre-visto pelo Plano Diretor a Implantação do Parque da Tecnologia Sustentável. ipos de laboratórios: mecânica, elétrica e química, com equipamentos básicos e ajustes específicos para cada tipo, além de uma área de suporte, composto por salas de escritório, recepção, copa, banheiros, depósitos, auditório, etc.

EQUIPE

Autores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Lucas Gonçalves Valli Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Paula Motta Colaboradores: Acad. Arq. Aline Comiran Acad. Arq. Luiza Haussen

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Laboratório - PTI

039_LAB


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Laborat贸rio - PTI

039_LAB


MERCADO PÚBLICO DE FOZ DO IGUAÇU Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2011 - 2012 Custo estimado: R$ 8,7 milhões Área de intervenção: 14.350,00m² Área Construída: 7.600m²

OBJETIVOS

Renovar o “Centrão” da Vila Portes para ser o Mercado Público de Foz do Iguaçu; Prover novas instalações para cultura, comércio e serviços, configurando um espaço de convivência, entretenimento e lazer de qualidade; Divulgar a cultura da identidade Guarani, fortalecendo os laços entre Argentina, Paraguai, Bolívia e Brasil; Criar equipamento com padrões elevados de sustentabilidade ambiental e socio-econômica, nas obras de reforma, novas instalações, na manutenção e gestão do futuro empreendimento.

PROPOSTA

Consiste na ocupação do “Centrão” através da adição de nova cobertura por sobre sua estrutura original, que cobre e auxilia a criar uma série de pátios internos cobertos. A circulação é fluída neste interior, que é cercado por arcadas que separam os pátios das áreas destinadas aos serviços. Um grande painel mural com motivos da identidade guarani - a ser realizado pelo artista Miguel Hachen - separa as áreas de público das de apoio, marca os acessos e se estende para o exterior da edificação, identificando a nova configuração, criando marco para a comunidade do entorno. A volumetria do “Centrão” é mantida, mas com releitura da composição através do uso de brises verticais ao redor de grande parte da edificação, marcando, com a materialidade da madeira, a busca de integração da natureza com a urbanidade.

EQUIPE

Concepção Geral: Herlon Goelzer de Almeida. Itaipu Binacional 3C Arquitetura e Urbanismo: Autores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Tiago Holzmann da Silva Colaboradores: Acad. Arq. Aline Taís Comiran Acad. Arq. Pawel Pruszkowski Consultures: Arq. Cassiana Salvati Pizzatto Art. Plast. Miguel Hachen

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Mercado Público de Foz do Iguaçú

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Mercado Público de Foz do Iguaçú

037_MER


REFEITÓRIO PTI / ITAIPU

Fundação Parque Tecnológico Itaipu – FPTI Foz do Iguaçu, PR Projeto 2011 – 2012 Custo estimado: R$ 16.000.000,00 Área Total de Intervenção: 6.400m²

OBJETIVOS

Recuperar o Antigo Refeitório de Itaipu, de acordo com a proposta elaborada no Plano Diretor do PTI; Intervir através da recuperação dos espaços existentes e provisão de novos, aproveitando seu potencial espacial, arquitetônico e histórico; Transformar o Refeitório em “gerador de energia” para a cultura da região e em objeto emblemático para a estruturação do conjunto do PTI; Preservar e valorizar as qualidades arquitetônicas originais; Incorporar ao conjunto caráter cultural e educativo com a proposição de novas atividades.

PROPOSTA

A intervenção é articulada através do reconhecimento do valor histórico do conjunto, preservação de suas características e atualização de sua estrutura provendo sua apropriação pelos usuários do Parque. Realiza-se o resgate histórico do objeto e sensibilização da comunidade, identifica-se potencialidades e cenários para a sua ocupação. As intervenções principais são a criação de iluminação zenital e um novo volume de circulação nos pátios internos, exercendo o “projeto no vazio”, apropriando-se da antiga estrutura, evitando conflitos, valorizando a conexão com o entorno, permitindo a acessibilidade e provendo novas animações e visuais. As demais intervenções são identificadas através da materialidade e da técnica construtiva que se diferencia do original. Supressões pontuais e a reorganização de fluxos ajudam a oferecer um programa reformulado que atende às demandas atuais. O programa proposto é de novo restaurante, café, locais de convívio e leitura, eventos, atividades infantis e artesanato, espaços comerciais e de serviços e museu de resgate da memória do Refeitório. O Manual de Intervenções do Antigo Refeitório orienta como atuar sobre cada elemento seguindo princípios de sustentabilidade no uso e reuso de recursos naturais e artificiais já instalados. Adota a premissa de que restaurar é impactar menos o ambiente, preservar uma herança legítima e colher do tempo mais um caminho para evoluir e cultivar nosso habitat.

EQUIPE Autores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Paula de Moraes Lopes Arq. Tiago Holzmann da Silva

3C Arquitetura e Urbanismo

Colaboradores: Arq. Leonardo Marques Hortencio Acad. Arq. Aline Taís Comiran Acad. Arq. Edgar Belmeni Steffens Acad. Arq. Lucas Gonçalves Valli Acad. Arq. Thiago Hennemann Arq. Cristiano Moura Loureiro Arq. Sandra Maria Favaro Barellla Arq. Simone Tavares

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PORTFOLIO 3C

Proposta de Intervenção no Antigo Refeitório de Itaipu - PTI

036_REF


Seminário

Levantamento 3C Arquitetura e Urbanismo

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Proposta de Intervenção no Antigo Refeitório de Itaipu - PTI

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Proposta de Intervenção no Antigo Refeitório de Itaipu - PTI

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Proposta de Intervenção no Antigo Refeitório de Itaipu - PTI

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PLHIS Pelotas

Plano Local de Habitação de Interesse Social Pelotas, RS. Área Total: 1.610,091 km² População: 328.275 hab. Plano setorial - 2011-2012

PLANO DE HABITAÇÃO

Inserido em um novo marco institucional da política habitacional, o chamado PLHIS – Plano Local de Habitação de Interesse Social - é pensado como instrumento político-administrativo que implementa programas, metas e ações para superar a falta de moradias e promover a qualidade de vida, prioritariamente das famílias de baixa renda. Ele deve ser entendido como um dos planos setoriais dos municípios, que complementam o Plano Diretor, em uma visão global de planejamento territorial que emerge da Constituição Brasileira de 1988. Neste conjunto, o PLHIS deve compor o quadro estratégico e normativo da política urbana na escala local.

PROPOSTA

Para o município de Pelotas, as complexidades de uma capital regional se somam a heranças da desindustrialização histórica da metade sul do estado e de Pelotas em especial. Com forte viés classista e racial, as desigualdades sociais da estrutura social do município aparecem na forma de intensa divisão entre a cidade oferecida aos mais ricos e aos mais pobres. Esta ultima, marcada pela descontinuidade e ocupação periférica das melhores áreas traz importantes demandas habitacionais. As necessidades, encontradas principalmente nos bairros de Fragata, Areal, Três Vendas e São Gonçalo, passam por desde novas unidades, até a provisão de loteamentos, reforma e ampliação de unidades existentes e melhoramento dos diversos conjuntos habitacionais construídos na década de 1970. O Plano encontra-se na etapa de diagnóstico, que detalhará as necessidades do município e proverá as bases para projetar as estratégias de ação da sua fase final.

EQUIPE

3C Arquitetura e Urbanismo Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Alexandre Pereira Santos Colaboradores: Arq. Julio Celso Vargas Arq. Leonardo Damiani Poletti Soc. Eliete Cardoso Gomes Econ. Leandro Valiati Acad. Arq. Paula Motta

Arq. Leonardo Marques Hortencio Arq. Henrique Lorea Leite Arq. Otavio Peres Arq. Geisa Bugs, Arq. Raoni Teixeira, Adv. Ricardo Libel

Coordenação pelo município: Jorge Alves

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PLHIS Pelotas/RS

035_PEL


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PLHIS Pelotas/RS

035_PEL


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PLHIS Pelotas/RS

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São Leopoldo  212.498  9.684,29 99,66 4 6  5  5   Tabela 67: indicadores de capacidade administrativa e implementação de programas habitacionais para os municípios do COREDE Sul. Fonte:tabulação dos autores a partir de Arretche, Vazquez e Fusaro, 2007 para o Centro de Estudos da Metrópole, 2007.  PIB PER  POPULAÇÃO  CAPITA 2004  TAXA DE  GR. PRG. HAB  GR. PRG. HAB  ESTIMADA  (EM R$ DE  URBANIZAÇÃO  GRUPO CAP.  GRUPO CAP.  IMPLEMENTAD IMPLEMENTA 23 MUNICÍPIO  2006   2005)  2000  ADM1999  ADM. 2004  OS  2001‐2004  DOS 2005  Amaral Ferrador 

5.609

8.305,36

Arroio do Padre 

2.771

7.141,44

19.893

12.864,91

Arroio Grande 

19,70

5

6

3

1

1

1

2

81,93

5

6

3

3

Canguçu

52.245

7.885,90

34,39

2

6

3

3

Capão do Leão 

27.283

9.123,88

90,03

3

5

1

1

Cerrito

6.929

5.688,14

57,30

4

5

5

1

Chuí

6.605

8.482,18

94,04

4

6

3

1

7.635

7.719,97

52,56

2

6

4

3

31.821

6.925,63

90,30

5

6

5

4

Morro Redondo 

5.945

10.939,91

35,86

1

5

5

1

Pedras Altas 

2.784

15.499,50

6

3

5

Pedro Osório 

8.228

7.239,69

89,93

4

6

4

2

346.452

7.013,27

93,17

4

6

6

3

14.606

10.066,68

69,90

5

6

3

3

Herval Jaguarão 

Pelotas Pinheiro Machado  Piratini 

20.714

7.341,99

50,75

6

6

3

3

196.982

19.795,22

96,07

6

6

6

3

8.778

7.026,19

44,29

1

6

3

3

Santa Vitória do Palmar 

34.830

11.979,32

83,93

4

4

3

4

São José do Norte 

25.071

4.605,94

72,68

4

2

3

2

Rio Grande  Santana da Boa Vista 

menor investimento  do  tipo.  Quanto  ao  déficit  habitacional,  na  época  foi  classificado  como  médio,  ficando  5 6  3 São Lourenço do Sul  45.483  7.819,47 próximo  dos  demais  municípios  do  COREDE  e  entre 53,70 as  capitais.  Quanto  às  receitas  próprias  e 3 potencial  de  Tavares  5.539  7.495,04 48,75 como as demais capitais regionais e acima de quase  2 5  2  1 arrecadação, o município está no mais alto patamar, assim  todos os municípios do seu COREDE.  1 5  3  3 Turuçu  3.968  12.929,17 44,15 Avaliando  os  investimentos  per  capita  e  gastos  totais  em  HIS,  tem‐se  outro  quadro.  O  município  Tabela 68: indicadores de gastos municipais, déficit habitacional e receitas próprias e potencial de arrecadação das capitais regionais do RS. apresenta o desempenho mais baixo entre as capitais regionais e mesmo em seu COREDE figura entre os menores  Fonte: tabulação dos autores a partir de Arretche, Vazquez e Fusaro, 2007 para o Centro de Estudos da Metrópole, 2007.  GRUPO % DE REC.  valores, ficando atrás de municípios com porte muito menor e bastante menos urbanizados, dos quais se esperaria 

GASTO PER  % GASTO HIS x  % GASTO EM HIS  GASTO PER  GRUPO DÉFICIT  PRÓPRIAS E POT  CAPITA HIS GASTO TOTAL  CAPITA H  x GASTO TOTAL  HABITACIONAL  ARRECADAÇÃO   24 23   MUNICÍPIO  2005   com  exceção  2002‐2004 2002‐2004 2005 2000  abaixo  de  todas  as  demais  capitais  regionais  de  Ijuí.  Está,  no  entanto,  acima  de  todos  os 2002‐2005 demais  22  População de referência para o estudo. Mantida aqui, apesar de sua atual defasagem, para preservar o contexto em que as avaliações foram  municípios do seu COREDE, a exceção de Jaguarão e Rio Grande.   Caxias do Sul  20,16  16,35 1,68 1,43 4  6 realizadas.  23  População de referência para o estudo. Mantida aqui, apesar de sua atual defasagem, para preservar o contexto em que as avaliações foram  Ijuí  1,21  3,72 0,13 0,37 3  6 O quadro é bastante diferente no ranking de investimento em HIS, no qual o município está a frente  realizadas.  dos  demais,  sendo único  a  figurar  primeiros  das capitais  regionais,  sendo  que  a  maioria  das demais  Novo Hamburgo  8,93  entre  os  35 2,12 1,05 0,27 3  6

tem desempenhos bastante piores. No COREDE o seu desempenho só não é tão bom quanto Canguçu e deixa o  Passo Fundo  6,96  4,15 1,09 0,62 3  6 município em posição de destaque.  Pelotas 

0,63

0,08

4

6

No que  diz  respeito  ao  ranking  de  potencial  de  arrecadação,  percebemos  que  uma  grande  Rio Grande  4,90  2,16 0,69 0,28 4  6 polarização entre os municípios, uma vez que alguns tem posições muito altas, enquanto a maioria tem figuram  Santa Maria  3,92  0,12na  metade  inferior  0,65 0,02 4  outras  capitais  6 bem  abaixo  na  classificação.  O  município  está  da  classificação,  junto  com  São Leopoldo  2,25  4,18 0,27 0,43 4  6 regionais domo São Leopoldo, Rio Grande e Santa Maria e com a maioria dos municípios do seu COREDE.   Tabela 70: indicador de capacidade administrativa e classificação das capitais regionais nos indicadores de capacidade administrativa,  Tabela 69: indicadores de gastos municipais, déficit habitacional e receitas próprias e potencial de arrecadação dos municípios do COREDE Sul. investimento em habitação social e receitas próprias e potencial de arrecadação.  Fonte: tabulação dos autores a partir de Arretche, Vazquez e Fusaro, 2007 para o Centro de Estudos da Metrópole, 2007.  Fonte: classificação e indicador dos autores, a partir de dados de Arretche, Vazquez e Fusaro, 2007.  GRUPO % DE  RANKING RECEITAS PROP.  REC. PRÓPRIAS  INDICADOR CAPACIDADE  RANKING CAPACIDADE  RANKING INVESTIMENTO EM  E POTENCIAL  GASTO PER  % GASTO HIS x  HIS 2005  GASTO PER  % GASTO EM HIS  GRUPO DÉFICIT  MUNICÍPIO  ADMINISTRATIVA  ADMINISTRATIVA  ARRECADAÇÃO E POT  CAPITA HIS  GASTO TOTAL  CAPITA HIS  x GASTO TOTAL  HABITACIONAL  ARRECADAÇÃO    23 Caxias do Sul  5,5000  3 23  105  2005  1  MUNICÍPIO  2005 2002‐2004  2002‐2004   2000  2002‐2005  Passo Fundo  5,1250  7  242  149  Amaral Ferrador  1,99  0,00 0,23 0,00 3 São Leopoldo  5,0000  16  242  149  Arroio do Padre  0,00  0,00 0,00 0,00 4,8750  24  242  149  Rio Grande  Arroio Grande  5,74  2,96 0,89 0,42 5 Santa Maria  4,8750  24  242  1 

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PORTFOLIO 3C

Canguçu Novo Hamburgo 

4,7500

3,83

34 3,20

0,66 239

0,50

1

Capão do Leão  Pelotas 

4,6250

0,00

39 0,00

0,00 33

0,00

149

5 3

5

Ijuí 4,5000  47  11,60 149  Cerrito  7,40  0,97 242  1,62 3   Chuí  7,75  0,00 0,99 0,00 6 Tabela 71: indicador de capacidade administrativa e classificação das capitais regionais nos indicadores de capacidade administrativa, investimento em habitação social e receitas próprias e potencial de arrecadação.  Herval  4,43  5,91 0,53 0,62 5 PLHIS Pelotas/RS Fonte: classificação e indicador dos autores, a partir de dados de Arretche, Vazquez e Fusaro, 2007.  Jaguarão  2,56  3,47 0,47 0,53 4  6 RANKING RECEITAS PROP.  INDICADOR CAPACIDADE  RANKING CAPACIDADE  RANKING INVESTIMENTO EM  E POTENCIAL  Morro Redondo  5,60  0,51 0,63 0,06 5 MUNICÍPIO  ADMINISTRATIVA  ADMINISTRATIVA  HIS 2005  ARRECADAÇÃO 

035_PEL


PLANO DIRETOR RURAL DE GARIBALDI Garibaldi, RS. Área Total: 169 km2 População: 30.689 hab. Plano Diretor - 2011

OBJETIVOS

Definir as necessidades do município, especialmente aquelas ligadas à produção rural (foco na produção avícola e vinícola), à produção industrial, ao turismo, ao desenvolvimento qualificado do ambiente natural e urbano e sua espacialização; Estabelecer diretrizes, linhas de ação e projetos que conciliem a dimensão urbanística e ambiental com as políticas sociais e econômico-produtivas; Envolver a comunidade garantindo a participação dos diversos segmentos da sociedade; Favorecer a articulação e convergência dos programas existentes no município para a área rural; Identificar oportunidades, ameaças, forças e fraquezas da zona rural do município de maneira prospectiva e propositiva na forma de Plano Estratégico; Definir diretrizes gerais para o desenvolvimento territorial, a partir da definição de projetos e formas de viabilização.

PROPOSTA

O Plano determina o regramento da ocupação e orientações ao desenvolvimento territorial que conciliam a estruturação espacial da área rural do município, em articulação com a zona urbana e implementa Plano Estratégico com programas e ações concretas no intuito de promover o desenvolvimento do território rural, preservar suas qualidades ambientais, favorecer o turismo e desenvolver a indústria e a produção agrícola. O Plano foi desenvolvido com intensa participação local na definição dos métodos a serem empregados, do diagnóstico da zona rural e especialmente na definição dos princípios, objetivos e metas para o Plano Estratégico. Para sintetizar os aspectos técnicos e participativos, foi desenvolvido modelo analítico-propositivo a partir do método FPEIR da Agência Ambiental Europeia, que a das forças, identifica pressões sobre o estados do ambiente, sobre o qual incidem impactos e que tem como resposta novas forças, que demonstram a resistência ou o estímulo às mudanças. Ao final, definiu regras para a ocupação do território, identificando as nucleações existentes a serem protegidas da especulação, as áreas ambientalmente frágeis a serem articuladas à produção agrícola para sua preservação, assim como as vocações das diferentes partes do território rural a serem desenvolvidas a longo prazo.

EQUIPE

Autores: Arq. Leonardo Marques Hortencio Arq. Alexandre Pereira Santos Arq. Paula Motta Arq. Tiago Holzmann da Silva Colaboradores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Acad. Henrique Leite Soc. Eliete Gomes

3C Arquitetura e Urbanismo

PRESERVAÇÃO

RURAL 03

RURAL 02

RURAL 01

RURURBANA 02

RURURBANA 01

Arq. Paula de Moraes Lopes Adv. Ricardo Libel Waldman Econ. Maria Alice Oliveira da Cunha Lahorgue

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PORTFOLIO 3C

Plano Diretor Rural de Garibaldi/RS

034_GAR


30,00% 25,00% 20,00% 15,00% 10,00% 5,00% 0,00% -5,00%

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

VOCAÇÕES

-10,00% -15,00% -20,00%

AGROPECUÁRIA

INDÚSTRIA

SERVIÇOS

TOTAL

Logaritmo (AGROPECUÁRIA )

Logaritmo (INDÚSTRIA)

Logaritmo (SERVIÇOS)

ATIVIDADES

SOCIEDADE

AMBIENTE FÍSICO

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Plano Diretor Rural de Garibaldi/RS

034_GAR


OCORRE HOJE

COMO ORDENAR

TERRITÓRIO

ESTADO

VOCAÇÃO DO TERRITÓRIO

RESPOSTA

FORÇAS PRESSÕES

A RESPOSTA DO PLANEJAMENTO

PLANO DIRETOR RURAL

= +

ECONÔMICAS

HISTÓRICO/CULTURIAS MATRIZ ECONÔMICA PRODUTIVA

IMPACTO

MODELO TERRITORIAL

1 - LUCRATIVIDADE DA AGROPECUÁRIA 2 - PRODUÇÃO E AMBIENTE

3 - INDÚSTRIA

4 - PRESSÃO IMOBILIÁRIA

1 - FORTALECIMENTO DO TURISMO 1 - DINAMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO DA ÁREA RURAL

5 - EXÔDO RURAL

2 - DIMINUIÇÃO DA EVASÕ DE JOVENS DAS ATIVIDADES RURAIS

6 - INFRAESTRUTURA

3 - CONTROLE DA EXPANSÃO IMOBILIÁRIA

REGIÕES TERRITORIAIS TURISMO Caracteriza-se pela predominância das atividades produtivas rurais, valorização das rotas turísticas regionais, ocupação esparsa, instalação moderada a fraca de infra-estrutura. PROTEÇÃO MARRECÃO Caracteriza-se pela concentração de áreas ambientalmente sensíveis, junto ao vale do Arroio Marrecão e de seus afluentes que se traduzem em Áreas de Preservação Permanente (APPs), especialmente por declividade do terreno acima de 30% por proximidade de cursos d’água. URBANA SEDE Caracteriza-se pela predominância das atividades urbanas, pela instalação intensa de infraestrutura e dos grandes equipamentos. PRODUÇÃO Caracteriza-se pela predominância das atividades produtivas rurais, ocupação esparsa, instalação moderada a fraca de infra-estrutura.

2 - DIVERSIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA 3 - ARTICULAÇÃO AMBIENTE E PRODUÇÃO 4 - FORMAÇÃO CONTINUADA

7 - ACESSIBILIDADE

8 - APOIO DO PODER PÚBLICO

9 - POTENCIAL DO TURISMO

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Plano Diretor de Garibaldi/RS

034_GAR


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Plano Diretor Rural de Garibaldi/RS

034_GAR


CONCURSO PORTO OLIMPÍCO RIO 2016

Rio de Janeiro, RJ. Proposta - 2011 Área construída proposta: 407.100,00m² Área total de intervenção urbanística: 446.873,36m²

OBJETIVOS

Recuperar a diversidade do território: onde a sociedade possa conviver harmonicamente e se expressar por meio de configurações diferenciadas, raças, etnias, classes sociais, culturas, modos de vida, valores, crenças e representações; Consolidar um espaço híbrido: onde as diferentes atividades e usos ocorram de forma integrada: trabalho, comércio, lazer e habitação compartilhando o mesmo lugar, com acessibilidade e respeito ao meio ambiente; Ampliar os ambientes de interface: onde o comunitário prevaleça sobre o individual, e os espaços públicos tenham maior importância, gerando novas relações público-privadas e um novo sentido de urbanidade.

PROPOSTA

A área da Av. Francisco Bicalho e seu entorno imediato, encontra-se em uma posição estratégica no território do Rio de Janeiro. Considerando-se o projeto dos Jogos Olímpicos Rio 2016, pode ser considerada como o nó mais importante da rede olímpica. A proposta apresenta-se sobre duas redes - a cidade do Rio de Janeiro, entendida como a rede global, e o projeto dos jogos olímpicos, a rede olímpica, entendida como a rede local, sobrepostas, justapostas, que interagem e convivem harmonicamente criando uma nova centralidade. Este nó, apresenta-se como um novo modelo de cidade, uma cidade dentro da cidade. Recupera a memória e a história, devolvendo a população a área que se encontrava degradada e sub-utilizada. Construído sobre os preceitos contemporâneos da sustentabilidade e acessibilidade universal, o projeto parte do princípio da coletividade, onde o mais importante são os usuários, a arquitetura servindo ao bem-estar da população e ao coletivo. Recupera a diversidade da cidade, consolidando-se como um espaço híbrido, onde os diferentes usos e atividades convivem integradamente, e onde as pessoas podem morar, trabalhar e desfrutar de espaços públicos de qualidade num mesmo ambiente. Através da articulação da densidade de ocupação com espaços públicos e público-privados, infraestrutura e transporte público de alta qualidade e integração com a rede olímpica se busca a criação de verdadeiro legado, planejando a ocupação não somente para os jogos, mas principalmente para a ocupação definitiva posterior.

EQUIPE

Autores: Arq. Paula de Moraes Lopes Arq. Alexandre Pereira Santos Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Leonardo Marques Hortencio Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Lucas Gonçalves Valli Arq. Fernanda Zucolotto Arq. Paula Motta Colaboradores: Socióloga Eliete Gomes, Arq. Julio Celso Vargas, Acad. Arq. Angélica Magrini Rigo, Acad. Arq. Daniela de Conto, Acad. Arq. Aline Taís Comiran, Acad. Arq. Gian Nicola Ricci, Acad. Arq. Raquel Zaffalon.

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PORTFOLIO 3C

Concurso Porto Olimpíco Rio 2016

033_R16


DIAGRAMAS DE SUSTENTABILIDADE - ESCALA DE IMPLANTAÇÃO

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Concurso Porto Olimpíco Rio 2016

033_R16


REVITALIZAÇÃO ARROIO PÉROLA Flores da Cunha, RS Projeto - 2010 Área de intervenção: 228.169,00 m²

OBJETIVO

O trabalho consiste em um Plano Geral de Urbanização para uma área localizada no município de Flores da Cunha, no interior do Rio Grande do Sul, que apresenta problemas relacionados à sub-habitação em áreas de APP, junto ao arroio Pérola, que corta o município no sentido leste-oeste. O Plano foi construído com a participação da população atingida e dos técnicos da municipalidade, e se articula em quatro eixos principais que dão origem aos projetos específicos: habitação social, equipamentos públicos (parque), recuperação ambiental e urbanização. Os projetos tratam da questão da urbanização das áreas de subhabitação, com a construção de novas unidades habitacionais que abrigarão 61 famílias a serem reassentadas; construção de um parque urbano que atenderá não só a população da área mas como a todo o município; saneamento do arroio Pérola, retirada de lixo e entulho e recuperação ambiental das APP (Áreas de Preservação Permanente), após a remoção das famílias para as novas unidades habitacionais, recuperando a mata ciliar junto aos cursos d'água; projeto de urbanização - infraestrutura viária, implantação de redes de coleta de esgoto e abastecimento, além de implementação de passeios públicos e áreas de lazer.

PROPOSTA

A preservação das áreas naturais do Parque Pérola é proposta de maneira integrada ao planejamento urbano, visando incluir o mesmo em uma estratégia para toda a cidade que promova a efetiva melhora das condições ambientais existentes e a preservação do ambiente natural ao longo do Arroio Pérola. Para tanto, se propõem regramentos urbanísticos que harmonizem o desenvolvimento urbano das áreas ao longo do arroio Pérola e demais sistemas hídricos do município. Estes regramentos são propostos aqui como sugestões ao Plano Diretor, através da criação de uma Área Especial de Interesse Ambiental (AEIA) que pode, posteriormente, ser transformada para o status de Unidade de Conservação de Uso Sustentável na forma de uma Área de Proteção Ambiental (APA). No momento, no entanto, sugere-se o uso das atribuições municipais de regramento para estabelecer esta AEIA, deixando o processo complexo de criação da APA para um segundo momento de consolidação da gestão municipal sobre a área, quando pode ser criada entidade responsável pelo seu manejo e preservação. Esta Área Especial de Interesse Ambiental proveria de continuidade o Parque Pérola que se configuraria como um trecho de um grande parque linear que abrangeria toda extensão do arroio e até mesmo se irradiaria para outras áreas do município, criando um grande eixo interligando áreas de lazer, recreação, esportiva e contemplação, com grande qualidade paisagística. EQUIPE: Autores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Pedro Augusto Alves de Inda Arq. Alexandre Pereira Santos

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Colaboradores: Acad. Arq. Daniela de Conto Acad. Arq. Raquel Zaffalon

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PORTFOLIO 3C

Revitalização Arroio Pérola

032_PER


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Revitalização Arroio Pérola

032_PER


PLHIS de Boqueirão do Leão

Plano Local de Habitação de Interesse Social Boqueirão do Leão, RS Plano de setorial - 2011

PLANO DE HABITAÇÃO

Inserido em um novo marco institucional da política habitacional, o chamado PLHIS – Plano Local de Habitação de Interesse Social - é pensado como instrumento político-administrativo que implementa programas, metas e ações para superar a falta de moradias e promover a qualidade de vida, prioritariamente das famílias de baixa renda. Ele deve ser entendido como um dos planos setoriais dos municípios, que complementam o Plano Diretor, em uma visão global de planejamento territorial que emerge da Constituição Brasileira de 1988. Neste conjunto, o PLHIS deve compor o quadro estratégico e normativo da política urbana na escala local.

PROPOSTA

No caso de Boqueirão de Leão, o PLHIS veio como instrumento de capacitação e fortalecimento das iniciativas públicas de gestão e produção de moradias. Num município pequeno, com dinâmicas econômicas dependentes da cadeia produtiva do fumo – em plena decadência – e com problemas de mobilidade de acesso a serviços de comunicação, a questão habitacional deve ser necessariamente integrada às demais políticas do governo municipal, tanto por economia de recursos técnicos e materiais – tão caros a pequena estrutura da prefeitura – quanto or imbricação das causas do déficit e da inadequação no desenvolvimento regional estagnado. Em Boqueirão, para se resolver a moradia é necessário repensar as raízes da miséria de parte importante da população nas dinâmicas econômicas regionais.

EQUIPE

Autores: Arq. Alexandre Pereira Santos Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Leonardo Marques Hortencio Colaboradores: Arq. Julio Celso Vargas Arq. Leonardo Damiani Poletti Soc. Eliete Cardoso Gomes Econ. Leandro Valiati Acad. Arq. Paula Motta Coordenação pelo Município: Eleno Ogliari – Secretário Municipal de Assistência Social, Habitação e Desporto

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PLHIS - Boqueirão do Leão/RS

031_BOQ


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PLHIS - Boqueir達o do Le達o/RS

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DATACENTER DO PTI

Fundação Parque Tecnológico Itaipu Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2010-2011 Custo estimado: R$ 1.200.000,00 Área de intervenção: 800,00 m² Área construída: 350,00 m²

OBJETIVOS

O projeto trata da proposta para um espaço construído com o fim específico de atender a área da Tecnologia da Informação do Parque Tecnológico Itaipu. Esta área está atualmente locada em uma área adaptada, que não oferece as condições adequadas para abrigar um programa de elevado grau de complexidade e que, portanto, exige soluções específicas. A proposta inclui o Anteprojeto dos projetos complementares de instalações e estruturais, além de um caderno de orientações, baseado em normas internacionais, para uso na execução e operação de datacenters.

PROPOSTA

Uma das principais premissas do projeto foi locar a nova edificação próximo ao Datacenter atual, evitando assim gastos elevados com complementação cabeamento de fibra óptica. Assim, optou-se por um espaço localizado exatamente ao lado, que apresenta conformação topográfica acidentada e grande presença de vegetação. O projeto buscou em seu conceito e concepção tomar partido de tais particularidades, propondo uma empena densa e hermética junto ao local que abrigará os equipamentos, protegendo-o assim de eventuais avarias causadas pela vegetação local, e suspendendo a edificação do solo, diminuindo assim os riscos de infiltrações, em um ambiente que, entre outros cuidados, deve prever um rigoroso controle de umidade. Chegou-se assim, a proposta de uma espécie de “bunker”, que abrigará o centro de controle da informação digital do Parque Tecnológico Itaipu. Para atender o programa de necessidades optou-se por uma edificação térrea com dois acessos, um de serviço e um de usuários/visitantes, localizados em lados opostos do prédio. A propósito, o controle de acesso foi uma das principais premissas do projeto, pelo fato de que no prédio serão locados equipamentos de grande valor e que concentram grande parte das informações digitais do parque. Internamente, os espaços se dividem em uma área de permanência e uso mais intenso, composto pelo recepção, NOC (Network Operation Center) e espaços de apoio. Os demais espaços são de caráter estritamente técnico, tendo com destaque as salas de equipamentos, depósito, sala de nobreaks e sala de desembalagem. São nestes locais onde ficam os equipamentos e portanto neles está previsto o uso de rigorosos sistemas de controle de acesso, de condições ambientais e de segurança contra violação e danos por intempéries

EQUIPE

Autores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Tiago Holzmann da Silva

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Colaboradores: Téc. Paulo Roberto Garcia Júnior Téc. Everton Gamba Lermen

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Datacenter - PTI

030_DAT


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Datacenter - PTI

030_DAT


PARQUE POPULAR DA PEDREIRA

Plano geral de urbanização de áreas socioambientais fragilizadas Ijuí, RS Projeto - 2010 / 2011 - EM EXECUÇÃO Área de urbanização: 255.764,84m² Área do Parque: 134.762,59m² Área total das edificações: 3.440,32m² Moradias populares:154 unidades

OBJETIVOS

Elaborar plano urbano de reurbanização e projeto executivo de paisagismo e de arquitetura para o Parque Popular da Pedreira de Ijuí - RS.

PROPOSTA

Propõe-se plano geral de reurbanização para uma área localizada no município de Ijuí/RS que apresenta problemas relacionados à sub-habitação em áreas de APP, junto a duas antigas pedreiras desativadas que se transformaram em verdadeiros lixões a céu aberto. O Plano foi construído com a participação direta da população atingida e dos técnicos municipais e se articula em quatro eixos que dão origem aos projetos específicos: habitação social, equipamentos públicos, recuperação ambiental e urbanização. Os projetos definem o reassentamento, urbanização das áreas ocupadas, construção de 154 unidades habitacionais, implantação do primeiro parque urbano do município, saneamento do lago da pedreira, retirada de lixo e entulho e recuperação ambiental das Áreas de Preservação Permanente (APP) e recuperando a mata ciliar junto aos cursos d’água. O projeto de urbanização é pensado como alavanca de desenvolvimento da região pela instalação de infraestrutura viária, adequando a malha a local ao projeto global da cidade, a implantação de redes de coleta de esgoto e abastecimento e de passeios públicos e ciclovia. A equipe técnica atuou na análise e proposta urbana, realização do projeto de paisagismo, de arquitetura e compatibilização dos projetos de infraestrutura e regularização fundiária, produção de documentos técnico-financeiros e apresentação/ articulação junto aos órgãos financiadores (MCidades/Caixa).

EQUIPE

Autores: Arq. Paula de Moraes Lopes Arq. Alexandre Pereira Santos Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Leonardo Marques Hortencio Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Lucas Gonçalves Valli Arq. Fernanda Zucolotto Arq. Paula Motta Colaboradores: Socióloga Eliete Gomes, Arq. Julio Celso Vargas, Acad. Arq. Angélica Magrini Rigo, Acad. Arq. Daniela de Conto, Acad. Arq. Aline Taís Comiran, Acad. Arq. Gian Nicola Ricci, Acad. Arq. Raquel Zaffalon. Coordenador pelo Município: Ubirajara Machado Teixeira - Vice-Prefeito Municipal

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Parque Popular da Pedreira de Ijuí/RS

027_PPP


DIAGNÓSTICO URBANO

ARROIO ESPINHO

zoneamento ambiental bacia e sub-bacia APPs arroio, banhado áreas vegetadas

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL 3C Arquitetura e Urbanismo

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Parque Popular da Pedreira de Ijuí/RS

027_PPP


ACESSO NORTE PASSARELA E PONTE RECUPERAÇÃO DE APP ACESSO OESTE MIRANTE CENTRAL

LAGO DA PEDREIRA CAFETERIA CHURRASQUEIRAS

ACESSO CENTRAL AV. 21 DE ABRIL RESTAURANTE

CANCHAS ESPORTIVAS

ACESSO SUL

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Parque Popular da Pedreira de Ijuí/RS

027_PPP


PLANILHA COMPARATIVA

QUADRO DE COMPOSIÇÃO DE INVESTIMENTOS ‐ QCI ‐ APROVADO MCIDADES X PROJETOS ENCAMINHADOS À APROVAÇÃO CAIXA  FEDERAL ‐ 7 DE ABRIL DE 2011

NA ÁREA DE INTERVENÇÃO ìtem

Descrição

1 2 3 4 5 6 7 8 9 9.1 9.2 13 14 15

Projetos Serviços preliminares Instalação de canteiro / Acampamento Mobilização e desmobilização Administração local Terraplenagem Terreno Regularização fundiária Aquisição ou edificação de unidade habitacional unidade habitacional horizontal unidade habitacional vertical  Despesas com aluguel provisório Abastecimento de água Pavimentação e obras viárias Ligações domiciliares de energia elétrica e/ou  iluminação pública Esgotamento sanitário Drenagem pluvial Proteção, contenção e estabilização do solo Recuperação de área degradada Resíduos sólidos Equipamentos comunitários Praça do PAC

16 17 18 19 20 21 22

Parque Popular da Pedreira ‐ lazer, desporto,  cultura, educaçao ambiental, centro comunitário 23 24 25 26 27

Unid.

Qtd.

m³ m²

m m²

m m m² m²

2.160,00 26.932,00

1.200,00 80.000,00

Recursos

Famílias

TC TC TC TC TC TC TC TC

391 391 391 391 391 154 154 391

MCMV MCMV TC TC

74 80 0 154 391

TC

154

TC TC TC TC TC

391 391 0 391 0

Repasse (R$) 40.000,00 60.000,00 60.000,00 0,00 300.000,00 30.000,00

50.000,00

47.000,00

3.034.000,00 3.280.000,00 234.000,00 81.723,40 1.436.262,30 77.526,34 659.215,42 341.823,20 160.000,00

Unid.

TC

1

1.800.000,00

Unid.

TC

391

2.700.000,00

TC TC TC TC TC

154 0 0 0

290.000,00

Trabalho social (total de famílias beneficiadas) Mão de obra das famílias beneficiadas Assistência técnica Gerenciamento Outros (especificar) TOTAL

Contrapartid a (R$) 150.000,00

     9.041.786,34        558.526,34

PASSARELA E PONTE ACESSO NORTE 3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

Parque Popular da Pedreira de Ijuí/RS

027_PPP


PLHIS São Francisco de Paula

Plano Local de Habitação de Interesse Social São Francisco de Paula, RS. Plano setorial - 2010

PLANO DE HABITAÇÃO

Inserido em um novo marco institucional da política habitacional, o chamado PLHIS – Plano Local de Habitação de Interesse Social - é pensado como instrumento político-administrativo que implementa programas, metas e ações para superar a falta de moradias e promover a qualidade de vida, prioritariamente das famílias de baixa renda. Ele deve ser entendido como um dos planos setoriais dos municípios, que complementam o Plano Diretor, em uma visão global de planejamento territorial que emerge da Constituição Brasileira de 1988. Neste conjunto, o PLHIS deve compor o quadro estratégico e normativo da política urbana na escala local.

COMPOSIÇÃO DE SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS PARA SÃO FRANCISCO DE PAULA/RS - MAPA COMPOSTO DA SEDE SÍNTESE DE DADOS .geográficos, ambientais e físicos .cadastrais, estatísticos e sócioeconômicos .territoriais, culturais, qualitativos .de produção e déficit habitacional, infraestrutura, equipamentos públicos .entre outros Estr. da Balança

PROPOSTA

Em São Francisco de Paula, os desafios encontrados foram os de prover uma cidade com poucos recursos de meios para organizar sua produção habitacional em curso, de modo a orienta-la adequadamente e medir seus resultados. Urbanisticamente, foi necessário construir metodologia adequada para estimação e localização do déficit, pela carência de informações. Através do relacionamento das vistorias no município – com mais de 350km rodados no interior do mesmo – com a participação direta e análise de dados espaciais conclui-se que o déficit se relaciona intimamente com o padrão de urbanização da cidade, ligado fo rtemente a história de ocupação do território, moldada pelo terreno do limite entre os Campos de Cima da Serra e as encostas escarpadas em direção a planície litoranea. Pode-se dizer que, em São Francisco, onde há densidade de ocupação e declividade acentuada, há pobreza e carênica habitacional.

EQUIPE:

3C Arquitetura e Urbanismo: Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Julio Celso Vargas Arq. Alexandre Pereira Santos Colaboradores: Soc. Eliete Cardoso Gomes Acad. Arq. Thaís Leitão Acad. Arq. Paula Motta Acad. Arq. Angélica Magrini Rigo

TEMAS NESTE MAPA: DECLIVIDADE

República Matadouro

PEDRA BRANCA

SANTA ISABEL

DÉFICIT HABITACIONAL

Vila Jardim

CIPÓ

Rua da Laje

CENTRO Tv. Princesa Isabel

ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS

RINCÃO CAMPO DO MEIO

Ribeirão

Rincãozinho BRITADEIRA ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE

SÃO BERNARDO

Coordenação pelo Município: Marco Fernando dos Reis – Secretário do Trabalho, Habitação e Assistência Social

3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

PLHIS São Francisco de Paula/RS

026_SFP


ESTRATÉGIA DE AÇÃO âmbito >

NECESSIDADES HABITACIONAIS

DESENVOLVIMENTO

atuação >

CONCENTRADA

DIFUSA

INSTITUCIONAL

qualificação das ações >

específicas ao território e integradas no tempo

contínuas, de amplo espectro e para público diverso

internas ao poder público e instâncias de co-gestão da política pública

programas

1. urbanização de assentamentos precários

2. novas unidades 3. qualificação urbana 4. gestão da terra urbana

5. qualificação do poder público

S

Oficina Participativa 26.Março.2010

Oficina Diagnóstico 29.Junho.2010 3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

PLHIS São Francisco de Paula/RS

026_SFP


Plano Diretor da Usina Hidrelétrica de Itaipu Plano diretor da Itaipu Binacional/Margem Esquerda Foz do Iguaçu, PR Plano Diretor institucional - 2009

objetivos

Qualificar o espaço físico da Central Hidrelétrica de Itaipu, com a ordenação das atuais atividades e o planejamento do seu desenvolvimento futuro; Consolidar zoneamento e fluxos; Elaborard studo e proposta para as dimensões do espaço físico: circulações, edificações, espaços abertos e infra-estruturas e redes; Elaborar propostas para a adoção de práticas de sustentabilidade para o conjunto; Definir cenários futuros: densidades, crescimento, novas atividades e população

proposta

O longo período de implantação da Usina chegou ao seu final em 2007 com a inauguração das duas últimas unidades geradoras. Itaipu completou assim um importante ciclo, e 2007 pode representar o final desse período e o começo simbólico de um novo tempo para Itaipu. Itaipu, desde sua criação, pautou sua ação pela integração de diversas atividades, mas o foco principal sempre foi a geração de energia. Hoje, com a implantação da usina concluída, é notável o esforço de Itaipu para ampliar ainda mais as ações nas áreas do meio ambiente, educação, desenvolvimento tecnológico e turismo. Esta diversidade de atividades em um mesmo suporte físico gera complexidades consideráveis. O RBV, o Canal da Piracema, o Ecomuseu, os percursos turísticos, o PTI, e as atividades lindeiras: Vila C, UNILA, e outras, vêm, cada um com sua personalidade, acrescentar dificuldades para a organização do espaço. Os variados conflitos existentes entre as atividades e setores são naturais e devem ser enfrentados com inteligência para que sua complexidade não inviabilize a convivência em harmonia do entorno sócio-cultural: comunidade local, funcionários, estudantes, pesquisadores, turistas, etc. O planejamento de cada setor de Itaipu é fundamental para o bom funcionamento do mesmo e para a eficiência das atividades e ações propostas, mas a extensa área de propriedade de Itaipu carece de um Plano Diretor integrado que determine com clareza a situação atual das atividades desenvolvidas e, principalmente, qual o cenário futuro desejado para a área. A elaboração do Plano Integrado de Zoneamento e Fluxos de Itaipu, em 2008, explicitou a necessidade de aprofundamento do planejamento espacial para organizar e permitir que a Itaipu Binacional possa desenvolver, cada vez com mais qualidade, suas novas atividades, sem comprometer a continuidade de sua atividade principal – a geração de energia. Planejar é não improvisar!

EQUIPE

Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Pedro Augusto Alves Inda Arq. Leonardo Damiani Poletti

3C Arquitetura e Urbanismo

Arq. Leonardo Hortencio Arq. Cristiano Moura Loureiro Arq. Alice Rauber

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PORTFOLIO 3C

Plano Diretor da Usina Hidrelétrica de Itaipu - PTI

025_UHI


Questionário on-line

3C Arquitetura e Urbanismo

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PLANTA TÉCNICA + IMGS

PORTFOLIO 3C

Plano Diretor da Usina Hidrelétrica de Itaipu - PTI

025_UHI


AULÁRIO, FASE I

Edifício do Saber Fundação Parque Tecnológico Itaipu Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2009-2010 Execução - 2010-2011 Custo estimado: R$ 11.000.000,00 Área de intervenção: 15.000,00 m² Área construída: 8.000,00 m² (Fase I)

OBJETIVOS

Projeto previsto no Plano Diretor do PTI que apresenta programa de necessidades simples e direto, conta basicamente com salas de aula, laboratórios de ensino e espaços de apoio para atender os alunos das faculdades e demais instituições de ensinos locadas no PTI. Foi desenvolvido buscando aliar técnicas construtivas que atendesse à urgência da demanda por tais espaços, fato que influenciou diretamente na solução proposta. O Aulário teve todos projetos complementares coordenados pela 3C Arquitetura e Urbanismo, que desenvolveu os seus anteprojetos e participou no desenvolvimento dos Projetos Executivos que ficaram sob responsabilidade de profissionais especializados.

PROPOSTA

A grande demanda a ser atendida, como colocado, foi atender a prazos curtos de execução que aliados à dimensão da obra passou a ser o principal condicionante do projeto. Aliado à isso, buscou-se conferir à obra os princípios de sustentabilidade abordados ainda no Plano Diretor do parque. Assim, foi proposto um sistema modular de construção que, do ponto de vista estrutural, se repetem por todos 27 módulos da obra. A Fase I, que encontra-se executada, é composta por 12 módulos, de 4 andares no total (térreo com mezanino, mais três tipos) e aproximadamente 8.000,00m² de área construída. Para o sistema estrutural optou-se pelo sistema de concreto pré-moldado e para os fechamentos internos divisórias em dry-wall, racionalizando dessa maneira grande parte da obra. Com relação à soluções ambientalmente responsáveis, o projeto propõe o sombreamento e ventilação cruzada das salas de aula, tratamento de parte de efluentes no local e reutilização dos mesmos, juntamente com as águas pluviais na própria edificação, utilização de ”fachada verde" composta por vegetação na rampa, entre outras.

EQUIPE

Autores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Paula de Moraes Lopes Arq. Tiago Holzmann da Silva Colaboradores: Arq. Pedro Augusto Alves de Inda Arq. Fernanda Zucolotto Acad. Lucas Gonçalves Valli

3C Arquitetura e Urbanismo

Projetos Complementares: Arq. Alexandre Leão - Hidros, SPDA, PPCI Arq. Rômulo Giralt - Luminotécnico Arq. Silvia Morel - Luminotécnico Eng. Augusto Franarin - Orçamento Eng. Ben-Hur Costa - Estrutural Eng. Isabel Silveira - ETE Eng. Marilene Cardoso - Elétrico e Lógica Eng. Nilton Langer - Estrutural Eng. Paulo Otto Beyer - Climatização

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PORTFOLIO 3C

Aulário Fase I (Edifício Do Saber) - PTI

024_AUL


Sequência Estrutural

3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

Aulário Fase I (Edifício Do Saber) - PTI

024_AUL


AULÁRIO ‐ Quadro de Áreas

Espaço

Característica Coberto e  Fechado

Salas de Aula Varandas (leste)

Coberto e Aberto

Terraços

Descoberto e  Aberto

Espaços multiuso (estar,  complementares) Bloco serviço (sanitários,  depósito, instalações) Circulação horizontal  (corredor oeste)

Coberto e Aberto Coberto e  Fechado Coberto e Aberto

Térreo 7 salas 147,00

Coberto e Aberto

Rampas

Coberto e Aberto

31,25

437,50

2ª planta 10 salas

750,00

0,00

3.716,50

R$     1.700,00

6.318.050,00

25,00

150,00

25,00

175,00

0,00

675,00

R$     1.000,00

675.000,00

0,00

50,00

350,00

375,00

0,00

0,00

0,00

75,00

425,00

R$        400,00

170.000,00

75,00

125,00

0,00

575,00

R$     1.000,00

575.000,00

137,00

90,000

180,00

90,000

180,00

90,000

180,00

200,00

1.097,00

R$     1.200,00

1.316.400,00

12,00

84,00

25,00

275,00

25,00

275,00

25,00

250,00

0,00

1.184,00

R$     1.000,00

1.184.000,00

0,00

435,00

R$     1.200,00

522.000,00

0,00

300,00

R$        400,00

120.000,00

0,00

400,00

R$        400,00

160.000,00

0,00

100,00

0,00

68,50

0,00 60,00

R$/m² TOTAL R$ ESTIMATIVA DE CUSTOS

75,00

0,00

20,00

TOTAL

750,00

225,00

300,00

Cobertura

75,00

25,00

220,00

4ª planta 10 salas

750,00

0,00

110,000

3ª planta 10 salas

75,00

125,00

Módulo 'E' circulação e apoio Coberto e Aberto Escadas

1.029,00

Mezanino 14 salas

20,00

145,00 60,00

0,00

20,00

60,00

100,00

145,00 20,00

60,00

100,00

145,00 20,00

60,00

100,00

TOTAL Coberta Fechada

4.813,50

TOTAL Coberta Aberta

3.569,00

TOTAL Descoberta

Autor: Miguel Hachen ; Obra: Ysy, Kuarahy ha Yvytu.

425,00

TOTAL PAVIMENTOS

2.209,00

Salas de Aula:

51

Capacidade Estudantes: 

2478

3C Arquitetura e Urbanismo

718,50

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2.085,00

1.735,00

1.785,00

275,00

8.807,50

PORTFOLIO 3C

11.040.450,00

Aulário Fase I (Edifício Do Saber) - PTI

024_AUL


3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

Aulário Fase I (Edifício Do Saber) - PTI

024_AUL


PLHIS Camaquã

Plano Local de Habitação de Interesse Social Camaquã, RS Plano setorial - 2009

PLANO DE HABITAÇÃO

Inserido em um novo marco institucional da política habitacional, o chamado PLHIS – Plano Local de Habitação de Interesse Social - é pensado como instrumento político-administrativo que implementa programas, metas e ações para superar a falta de moradias e promover a qualidade de vida, prioritariamente das famílias de baixa renda. Ele deve ser entendido como um dos planos setoriais dos municípios, que complementam o Plano Diretor, em uma visão global de planejamento territorial que emerge da Constituição Brasileira de 1988. Neste conjunto, o PLHIS deve compor o quadro estratégico e normativo da política urbana na escala local.

PROPOSTA

No caso de Camaquã, o PLHIS buscou dar ordem às iniciativas dispersas e historicamente pouco assertivas dos governos locais. Apesar de a zona urbana do município dispor de amplas áreas para provisão de moradias populares, as noções de pertencimento e classe social permeiam drasticamente o modo de ocupação da cidade, gerando “caroços” de informalidade, baixa qualidade da construção e mesmo exposição a riscos. Caso sintomático da história de ocupação da metade sul do RS, em Camaquã os problemas habitacionais encontram-se atrelados a estrutura de poder político e econômico, com traços marcados de clientelismo e dependência históricos dos mais pobres para com as elites locais. Em Camaquã, sistematizar a política habitacional e dar transparência aos processos públicos é a chave para superar a falta de moradias e baixa qualidade do habitat. O desafio neste caso é que tais práticas são contrárias a processos muito arraigados na cidadania local.

EQUIPE:

3C Arquitetura e Urbanismo Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Julio Celso Vargas Arq. Alexandre Pereira Santos Colaboradores: Soc. Eliete Cardoso Gomes Econ. Leandro Valiati Acad. Arq. Thaís Leitão Coordenação pelo município: Ana Luísa Rodrigues de Farias – Secretaria Especial de Governo

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PORTFOLIO 3C

PLHIS Camaquã/RS

023_CAM


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PORTFOLIO 3C

PLHIS Camaqu達/RS

023_CAM


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PORTFOLIO 3C

PLHIS Camaqu達/RS

023_CAM


SEGUNDO CRITÉRIOS DO DÉFICIT HABITACIONAL: SEGUNDO CRITÉRIOS DO DÉFICIT HABITACIONAL:

Tabela 40: Quadro de classificação do déficit nas regiões e assentamentos precários na sede REGIOES E ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS

DOMICÍLIOS

CLASSIFICAÇÃO

Pastor Dohms Tabela 40: Quadro de classificação do déficit nas regiões e assentamentos precários na sede 10 Estr. Arambaré REGIOES E ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS ASSOMUCA Pastor Dohms Antônio J. Ribeiro Estr. Arambaré Banhado do meio ASSOMUCA São Luiz J. Ribeiro Antônio Arroio Passinho Banhado do meio

85 10 104 16

MUITO MUITOALTO ALTO

57 85 150 104

MUITO MUITOALTO ALTO MUITO ALTO MUITO ALTO MUITO MUITOALTO ALTO

Ant. Netto São Luiz Arroio Passinho Bom Sucesso

15 229

MUITO ALTOALTO

Ant. Netto Carvalho Bastos

118 550

ALTO ALTO

Bom Sucesso Getúlio

229 692 550 681

ALTO ALTO

692 517 681 1583

ALTO ALTO

Conego Walter Central Norte Noroeste Central Centro-leste Noroeste Sudeste

SulCentro-leste Sudeste Nordeste Sul Sudoeste Nordeste Leste Sudoeste Leste

PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL

PORTFOLIO 3C

MUITO ALTO CLASSIFICAÇÃO

MUITOALTO ALTO MUITO

Getúlio Norte

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16

15 57 118 150

Carvalho Bastos Conego Walter

3C Arquitetura e Urbanismo

DOMICÍLIOS

MUITO ALTO

PLANO LOCAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL

ALTOALTO MUITO

ALTO ALTO

ALTO MÉDIO

517 1695 1583 2654

ALTO MÉDIO

1695 2272 2654 2561

MÉDIO MÉDIO

2272 278 2561 501

MÉDIO MÉDIO

278 411 501

MÉDIO BAIXO

411

PLHIS Camaquã/RS

MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO

92 PLHIS CAMAQUÃ ETAPA 3: ESTRATÉGIAS DE AÇÃO 92 PLHIS CAMAQUÃ ETAPA 3: ESTRATÉGIAS DE AÇÃO BAIXO

023_CAM


COMPLEXO TURÍSTICO DE ITAIPU

Fundação Parque Tecnológico Itaipu Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2009 Área de intervenção: 27.500m² Custo: Polo R$ 495.000,00 / Vertedouro R$ 345.000,00 objetivos Realizar o projeto executivo de arquitetura e paisagismo para os Pontos de Parada do Complexo Turístico Itaipu; Atender ao novo modelo de visitação turística da Usina de Itaipu; Realizar estudos para 4 pontos de parada: Belvedere – Mirante do Vertedouro; Mirante Central; Cota 225 – Barragem Enrocamento; e Pólo Astronômico – PTI; Valorizar a paisagem e dos atrativos turísticos; Evitar obstrução das visuais pelas novas edificações e paisagismo; Configurar lugares de permanência; Manter a discrição das novas estruturas e a sutileza na implantação; definir uma identidade para o conjunto garantindo as particularidade de cada ponto; Aproveitar ao máximo as estruturas e espaços existentes; Manter controle permanente do perímetro físico do ponto para a segurança da Usina; Adotar soluções menos impactantes e a sustentabilidade da proposta. proposta Dois pontos de parada foram desenvolvidos até a fase de Projeto Executivo de Arquitetura e Paisagismo: Polo Astronômico e Mirante do Vertedouro. Ambos tem um programa semelhante: refúgio de parada para os ônibus “double deck” de visitação; espaço coberto de recepção, loja, cafeteria e sanitários, além de paisagismo de toda a área de visitação. O ponto de parada do Polo Astronômico configura-se como uma edificação alongada colocada contra um barranco aproveitando o desnível deste para acesso direto de visitantes na parte baixa e para um terraço na parte superior na mesma cota do Polo Astronômico do PTI. O Mirante do Vertedouro também configura-se em uma edificação alongada colocada contra um barranco, entretanto, ao contrário do Polo, o acesso de visitantes se dá pelo nível superior – terraço, e as atividades cobertas estão localizadas abaixo deste acessíveis por escada e rampa. Também está prevista a Praça das Águas e o paisagismo de ampla área junto ao mirante.

AUTORES:

Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Cristiano Loureiro. Colaboradores: Arq. Leonardo Damiani Poletti, Arq. Fernanda Zucolotto, Arq. Paula Lopes. Consultores: Arq. Pedro Augusto Alves de Inda, Arq. Hilton Fagundes, Eng. civil Antonio Pasquali, Arq. Rômulo Giralt.

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Complexo Turistico de Itaipu

022_CTI


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Complexo Turistico de Itaipu

022_CTI


PAISAGISMO DO PTI

Praça da integração do Parque Tecnológico Itaipu Foz do Iguaçu, PR Projeto - 2010 Execução - 2011 Custo estimado: R$ 200.000,00 Área de intervenção: 3.000,00 m² OBJETIVOS Criar proposta para áreas de convivência e cobertura para proteção dos usuários para o acesso aos blocos da Unila e do Aulário Fase I. Premissas: rápida execução, baixo custo e compatibilização com as cobertura já existentes no Parque PROPOSTA A partir das premissas levantadas, o projeto buscou equacionar de maneira simples e funcional a demanda solicitada pela FPTI. A passarela coberta executada no eixo do pátio existente entre os blocos H´s que abrigam as atividades da Unila é sustentada por colunas de madeira tratada, camas de cabo metálicas reaproveitadas e coberta com placas de policarbonato, assim com as coberturas pré-existentes. A proposta se diferencia na disposição dos materiais e com a inclusão de detalhe que permite o crescimento de vegetação sobre as passarelas, auxiliando assim no conforto térmico do caminho percorrido pelos transeuntes. EQUIPE DE PROJETO: Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Leonardo Damiani Poletti Colaboradores: Arq. Paula de Moraes Lopes Acad. Lucas Valli

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Paisagismo do PTI

021_PAI


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Paisagismo do PTI

021_PAI


BIBLIOTECA PAULO FREIRE Parque Tecnológico Itaipu Foz do Iguaçu, PR Projeto: 2009 - EM EXECUÇÃO.

PROJETO “É fundamental diminuir a distância entre o que se diz e o que se faz, de tal forma que, num dado momento, a tua fala seja a tua prática”. Paulo Freire As “ruínas” do Bloco 1 A construção da nova biblioteca do PTI sobre/entre/ao lado/em volta das ruínas do bloco 1 tem o objetivo de registrar a história de Itaipu e de preservar física e metaforicamente a situação na qual o PTI recebeu aquela área, explicitando a espetacular revitalização que os antigos barracões dos barrageiros sofreram após a criação do Parque. A localização da nova Biblioteca Paulo Freire foi definida pelo Plano Diretor em frente ao Refeitório do PTI, sobre as atuais ruínas do bloco 1, estendendo-se para sul sobre a área livre ao lado do bloco 5. A biblioteca será uma atividade âncora do Setor Barrageiros e sua posição atende ao objetivo de reforçar a centralidade do espaço entre os blocos 1 (ruína e futura biblioteca), 2 (atual refeitório), 6 e 7, configurando um espaço aberto simbólico denominado, no Plano Diretor, de Esplanada dos Estudantes. A Esplanada dos Estudantes será um local de convívio e encontro das principais atividades do Setor Barrageiros com a consolidação dos espaços do refeitório no Bloco 2 e na cafeteria existente à norte, do futuro edifício do Aulário à oeste, a Linha Verde (ciclovia), a circulação principal e espaços à leste e a congregação com as demais edificações do entorno dedicadas à laboratórios, salas de aula e escritórios. EQUIPE: Autores: Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Pedro Augusto Alves de Inda Colaboradores: Arq. Fernanda Zucoloto Arq. Cristiano Moura Loureiro Arq. Hilton Fagundes Arq. Paula Lopes Acad. Arq. Camila Vitalli Imersão: Arq. Alice Rauber, Acad. Bibliot. Silvia Maria Puentes Bentacourt, Acad. Arq. Letícia Fiebig, Acad. Arq. Roberta Alencastro, Acad. Arq. Sabrina Machry, Acad. Arq. Bruna Caldas

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Biblioteca Paulo Freire - PTI

020_BPF


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Biblioteca Paulo Freire - PTI

020_BPF


3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

Biblioteca Paulo Freire - PTI

020_BPF


PLANO INTEGRADO DE ZONEAMENTO E FLUXOS DE ITAIPU

Foz do Iguaçu, PR Plano setorial - 2008

OBJETIVOS

O Plano Integrado de Zoneamento e Fluxos visa estabelecer um zoneamento global para as diversas atividades em desenvolvimento e previstas para a área de Itaipu, além de lançar as diretrizes para o sistema de fluxos e circulação.

PROPOSTA

Planejar é não improvisar. A partir desta premissa inicia-se a apresentação de motivos para a elaboração de um Plano Integrado de Zoneamento e Fluxos de Itaipu, maior complexo hidrelétrico do mundo, que durante seus primeiros 20 anos de implantação concluiu sua finalidade, a geração de energia elétrica, passando, então, a investir cada vez mais em outras atividades, modificando radicalmente seu perfil nos últimos anos e incrementando a quantidade de pessoas que circulam pelo seu território. O Plano Integrado de Zoneamento e Fluxos de Itaipu deve ser entendido como uma etapa intermediária da construção de um Plano Diretor Global da Itaipu Cidade, que, este sim, compreenderá todas as necessidades de planejamento para organizar e permitir que a Itaipu Binacional possa desenvolver, cada vez com mais qualidade, suas novas atividades, sem comprometer a continuidade de sua atividade principal – a geração de energia. Levando em conta que o entorno de um empreendimento é causa e conseqüência de boa parte de seus problemas, como estratégia de planejamento, a Vila “C” e a Unila foram consideradas como parte do plano, recebendo, também, propostas de diretrizes a serem consideradas para que o todo possa funcionar melhor. Assim, o Plano Integrado de Zoneamento e Fluxos visa estabelecer um zoneamento global para as diversas atividades em desenvolvimento e previstas para a área de Itaipu, além de lançar as diretrizes para o sistema de fluxos e circulação. Salienta-se que o plano foi elaborado junto com o Plano Diretor do Parque Tecnológico Itaipu, convergindo na sua construção teórica e conceitual.

MARCO TEÓRICO:

“O homem não vai destruir a Terra” mas “é evidente que algo tem que mudar...” afinal “não herdamos a Terra de nossos ancestrais, nós a pegamos emprestada de nossos filhos” portanto “explorar e consumir menos é a possibilidade de continuarmos vivos neste planeta, e também nossos filhos e netos” pois “somos a única espécie que pode, racionalmente, decidir impactar menos”.

EQUIPE:

Autores: Arq.: Tiago Holzmann da Silva Arq. Pedro Augusto Alves de Inda

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Colaboradores: Arq. Cristiano Moura Loureiro Arq.Leonardo Damiani Poletti Arq. Alice Rauber

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PORTFOLIO 3C

Plano Integrado de Zoneamento e Fluxos de Itaipu - PTI

019_ZF


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Plano Integrado de Zoneamento e Fluxos de Itaipu - PTI

019_ZF


Plano diretor do Parque Tecnológico Itaipu Foz do Iguaçu, PR. Plano Diretor - 2009 Custo estimado: R$ 33.769.197,80

OBJETIVOS

Elaborar Plano Diretor do Parque Tecnológico Itaipu; Diagnosticar a situação atual do PTI; Prever cenários crescimento futuros; Propor soluções para qualificação do espaço físico da instituição a longo prazo.

PROPOSTA

O novo ciclo da Usina de Itaipu iniciado com a conclusão de sua obra em 2007. foi marcado com a a ampliação da sua Missão. Para firmar sua influência regional nas áreas do meio ambiente, educação, desenvolvimento tecnológico e turismo Itaipu iniciou a implantação, em 2003, de um parque tecnológico na área dos antigos barracões próximos a usina, seguindo os conceitos de reaproveitamento, transformando as ruínas em um próspero empreendimento gerador de ciência, cultura, educação e tecnologia, e atendendo à demandas locais e regionais, em sintonia com o cenário nacional e latino-americano. Porém, o sucesso e o rápido crescimento do Parque Tecnológico Itaipu, localizado dentro da área da CHI, tornou-se conflitante com outros usos, já que o primeiro demanda fluxos diversos, acessos livres e circulação de pessoas oriundas das mais variadas áreas, enquanto a segunda é uma área de segurança nacional, com acesso restrito e obrigação de manutenção da geração de energia para grande parte do país. O objetivo do Plano Diretor do Parque Tecnológico Itaipu foi, portanto, determinar as condições de crescimento do mesmo, definido em cenários de curto, médio e longo prazo, atendendo às exigências ambientais, construtivas e sócio-econômicas, além de proporcionar sua adequada integração ao planejamento global de Itaipu. Neste sentido, o Plano envolve a elaboração de uma proposta global para organização das dimensões do espaço físico: circulações, edificações, espaços abertos e infra-estruturas e redes; além da adoção de práticas de sustentabilidade para o conjunto e a definição dos cenários futuros para o PTI: densidades, crescimento, novas atividades e população. O Plano Diretor foi aprovado e várias de suas propostas de intervenção e qualificação estão em execução. EQUIPE: Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Pedro Augusto Alves de Inda

Acad. Fernanda Cambruzzi

Colaboradores: Arq. Cristiano Moura Loureiro Arq. Leonardo Damiani Poletti Arq. Alice Rauber Acad. Manoela Fleck

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Plano diretor do Parque Tecnológico Itaipu.

017_PTI


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Plano diretor do Parque Tecnol贸gico Itaipu.

017_PTI


VENTILAÇÃO NATURAL DO CONJUNTO

ESPAÇOS ABERTOS nós de fluxos pontos de encontro conexões e circulação interfaces positivas

NÚMERO DE VOLUMES

EDIFICAÇÕES novas edificações novos usos e atividades espaços cobertos padrões adequados FLUXOS pedestres veículos coletivos bicicletas serviços e redes PRÉ-EXISTÊNCIAS território “lugares históricos” identidade social integração

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PORTFOLIO 3C

Plano diretor do Parque Tecnológico Itaipu.

017_PTI


BIBLIOTECA PAULO FREIRE

REFEITÓRIO DO PTI

PÓLO DE LABORATÓRIOS DO PTI

Projeto da biblioteca do PTI com restauro e reforma parcial do último dos barracões dos barrageiros e nova construção para abrigar o acervo do PTI, administração, salas de estudo, loja e cafeteria, auditório e jardins na cobertura e nas ruínas. Área total: 2.000m².

Projeto de restauro e ampliação do antigo Refeitório de Itaipu para transformação em um centro cultural e de eventos para o PTI com áreas de exposição e eventos, museu e memorial, cursos de formação, restaurante. Área total: 6.400m².

Projeto executivo para os laboratórios de mecânica, elétrica, química e hidrogênio, com equipamentos básicos e específicos, além de uma área comum de administração, escritório, auditório, recepção e serviços. Área total: 3.600m²

Projeto 2009

Projeto 2011 - 2012

Projeto 2012

AULÁRIO - EDIFÍCIO DO SABER Projeto 2009 Projeto executivo para o Edifício do Saber (aulário do PTI), com espaços para escritórios, laboratórios, auditórios, loja, cafeteria. Fase 1: concluída, 9.000m². Fase 2: em obras, 6.000m². Fase 3: projeto concluído, 10.000m². Área total: 25.000m².

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PORTFOLIO 3C

Plano diretor do Parque Tecnológico Itaipu.

017_PTI


PLHIS Nova Palma

Plano Local de Habitação de Interesse Social Nova Palma, RS Plano setorial - 2008 - 2009

OBJETIVOS

O Plano Municipal de Habitação de Interesse Social – PLHIS – tem como objetivo orientar o planejamento local do setor habitacional de interesse social, para as áreas urbana e rural do Município de Nova Palma.

PROPOSTA

O PLHIS representa instrumento político-administrativo que implementa programas, metas e ações no intuito da superação do déficit habitacional e melhoria da qualidade de vida, prioritariamente das famílias de baixa renda (0 a 3 salários mínimos). O PLHIS é um requisito previsto na Lei n° 11.124/2005 e na Resolução N° 02/2006 do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social – FNHIS, para adesão ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social – SNHIS, e deve ser elaborado de forma democrática e participativa em consonância com as políticas nacional e municipal de habitação, considerando os instrumentos locais do de gestão orçamentária e financeira.

EQUIPE

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Julio Celso Vargas Colaboradores: Arq. Tais Lagranha Machado Arq. Alexandre Pereira Santos Soc. Eliete Cardoso Gomes Econ. Leandro Valiati Adv. Ricardo Libel Waldman

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PORTFOLIO 3C

PLHIS Nova Palma/RS

016_NP


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PLHIS Nova Palma/RS

016_NP


PLANO DIRETOR DE TRIUNFO

Prefeitura Municipal de Triunfo Triunfo, RS Plano diretor - 2007

OBJETIVOS

Levantamento e análise do município em várias dimensões: ambiental, sócio econômica, espacial, jurídico-legal; Definição do zoneamento municipal, apresentando as macrozonas, seus limites, sua classificação e seus regimes urbanísticos; Delimitação das áreas urbanas, definindo os setores de cada perímetro urbano e seus regimes de uso, ocupação e parcelamento do solo; Definição da estrutura viária primária do município e zonas urbanas, zonas especiais de interesse social, zonas de proteção e preservação ambiental; Revisão técnica e jurídica da lei do Plano Diretor e elaboração, organização e apresentação em meio digital dos mapas, desenhos, diagramas, tabelas e quadros integrantes da proposta final de Plano Diretor; Organização, divulgação e coordenação de atividades participativas de discussão e apresentação do Plano para a comunidade; Execução de atividades coletivas de treinamento e formação da equipe técnica municipal e instâncias governamentais.

PROPOSTA

A metodologia de trabalho realizada contemplou eventos participativos para informação da comunidade e discussão das propostas, além de atividades coletivas de treinamento e formação da equipe técnica municipal e instâncias governamentais.

EQUIPE:

Autores Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Julio Celso Vargas Arq. Leonardo Hortencio

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PORTFOLIO 3C

Plano Diretor de Triunfo/RS

015_PDT


PLANO DIRETOR DE TRIUNFO – QUADRO 2 (Normas de Uso do Solo) GRUPO DE ATIVIDADES

G 01

(conforme Quadro 01) ZUE

ZUE 1*

Zonas Urbanas Especiais

Zona Urbana Especial do Bom Jardim

ZUI 1

NH

Zona Urbana Intensiva

Núcleo Histórico

SEDE

SCS SRS 1 Setor Residencial da Sede 1

SRS 2 Setor Residencial da Sede 2

CD Corredores Diversificados

DIS Distrito Industrial da Sede

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G 05

G 06

G 07

G 08

G 09

G 10

G 11

10.1, 10.3, 10.4, 10.5, 10.6

SEM RESTRIÇÃO

1.1, 1.4

2.1, 2.5, 2.8, SEM SEM SEM SEM SEM SEM 9.1, 9.4, 9.5 2.10, 2.11 RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

10.1, 10.3, 10.4, 10.5, 10.6

SEM RESTRIÇÃO

1.1, 1.4

2.1, 2.5, 2.8, SEM SEM SEM SEM SEM SEM 9.1, 9.4, 9.5 2.10, 2.11 RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

10.1, 10.3, 10.4, 10.5, 10.6

SEM RESTRIÇÃO

Nesta zona aplicar-se-á o ordenamento constante do documento do IPHAN datado de janeiro de 1995, que delimita o entorno tombado do município e determina as especificações a serem observadas para quaisquer construções, inclusive reformas e acréscimos.

Setor Central da Sede

3C Arquitetura e Urbanismo

G 04

2.1, 2.5, 2.8, SEM SEM SEM SEM SEM SEM 9.1, 9.4, 9.5 2.10, 2.11 RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

ZUE 3 Zona Urbana Especial Corredor BR 386 (Coxilha Velha-Pólo Petroquímico)

G 03

1.1, 1.4

ZUE 2 Zona Urbana Especial Corredor TF-10/RS-244 (Sede-Pólo Petroquímico)

G 02

SEM SEM RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

PROIBIDO

PROIBIDO

PROIBIDO

6.3

SEM SEM PROIBIDO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

PROIBIDO

PROIBIDO

PROIBIDO

SEM SEM PROIBIDO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

PROIBIDO

PROIBIDO

PROIBIDO

SEM SEM SEM SEM PROIBIDO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

1.1

PORTFOLIO 3C

2.1, 2.5, 2.8, SEM SEM SEM 2.10, 2.11 RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

SEM SEM RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

PROIBIDO

PROIBIDO

11.3, 11.4, 11.6

7.4, 7.5, 7.9

SEM RESTRIÇÃO

PROIBIDO

PROIBIDO

11.3, 11.4, 11.6

PROIBIDO

8.2, 8.3

PROIBIDO

PROIBIDO

11.3, 11.4, 11.6

9.1

PROIBIDO

SEM RESTRIÇÃO

SEM RESTRIÇÃO

PROIBIDO

11.3, 11.4

SEM SEM SEM RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO RESTRIÇÃO

PROIBIDO

PROIBIDO

8.2, 8.3

Plano Diretor de Triunfo/RS

015_PDT


CONCURSO PÚBLICO NACIONAL DO PARQUE DAS AVES

Plano Urbanístico e Estudo Preliminar de Arquitetura e Paisagismo Promoção METRÔ/DF e IAB/DF Brasília, DF Proposta - 2005

UM PARQUE, ESTAÇÕES, UMA REVOADA DE VIDA... De uma linha, uma estação... Daí, uma praça... Da praça, a revoada de vida para todo parque e, porque não, toda brasília e região... Caminhar ao longo de uma linha e conhecer: lugares, paisagens... Parar nas estações e aprender: a cultura, as espécies... Voltar para casa e ensinar: a cuidar, a preservar, a reproduzir... Tudo ao longo de uma linha, cheia de estações... Uma revoada e vida e conhecimento para todos...

A revoada

O parque das aves é uma atração e um ponto de encontro e reprodução de animais e de conceitos de educação ambiental. O parque das aves é um ponto de reprodução e de geração de consciência ecológica e humana. O parque das aves é o ponto de reunião das aves, dos bichos e dos homens. O parque das aves é o ponto de dispersão, distribuição e irradiação dos conceitos de sustentabilidade ambiental e sócio-cultural de brasília e do distrito federal. O parque das aves é a estação da diversidade cultural e ambiental. O parque das aves é uma grande revoada. O parque está partido na metade por um caminho que transcorre entre as cotas 1051 e 1054 no sentido leste/oeste, a avenida ecológica. Este caminho divide o parque em dois setores distintos, um lado mais urbanizado e com atividades variadas, à norte. E outro mais preservado e com pouca intervenção, mais contemplativo, à sul. As intervenções mais intensas no parque estão configuradas como “estações”. Tal e como o metro são pontos de parada, geradores de centralidade, local onde se concentram as atividades programáticas. As estações são 4, além da estação do metro asa sul parque das aves: Estação Cidade: que reúne a maioria das atividades culturais e educacionais; Estação Bosque: que concentra as atividades relacionadas com a natureza; Estação Caminhos: lugar dos grandes eventos do parque e que estabelece conexão entre os dois lotes do parque, zoológico, avenidas de acesso viário principais; Estação Horizontes: grande espaço para reflexão, recebe o memorial das aves. As estratégias formais (repertório) de implantação das estações (espaços abertos e edificados) são diversificadas: enterramento, camuflagem, fragmentação e transparência. A unidade do conjunto é dada pela avenida ecológica que atravessa o parque conectando a estação do metro com o zoológico de brasília.” EQUIPE: Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva; Arq. Pedro Augusto Alves Inda; Colaboradores: Jennifer Giacomet, Ana Carolina Carraro, Rodrigo Delegrave, Carolina Leães, Graziela Becker, Tiago Bagnati, Bianca Figureli, Alexsandro Dutra Consultores: Eng. Agr. Lair Ferreira – Paisagismo, Rafael Iramendi Gil - Orçamentação

3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

Concurso Público Nacional Parque das Aves

013_PDA


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Estação Horizonte

Estação Bosque

Estação Caminhos

Estação Cidade

PORTFOLIO 3C

Corte Espaço Energia e Vida Sustentável

Concurso Público Nacional Parque das Aves

013_PDA


CONCURSO PÚBLICO NACIONAL SEDE PETROBRAS VITÓRIA, ES

Anteprojetos de arquitetura institucional Promoção: Petrobras/Instituto de Arquitetos do Brasil, ES Vitória, ES Projeto - 2005

PROPOSTA

A proposta para o Complexo da Petrobrás reflete a responsabilidade ambiental da empresa. A ocupação espacial busca distribuir as edificações e espaços de maneira a qualificar e valorizar o sítio. Os edifícios aliam a boa técnica construtiva e a funcionalidade com a leveza e a harmonia visual do conjunto. A contemporaneidade dos edifícios e espaços é reforçada pelas características de eco-eficiência dos sistemas construtivos, instalações e equipamentos. A ventilação e iluminação natural são fatores determinantes da forma arquitetônica que alia a plasticidade compositiva, a redução do uso de recursos energéticos, a preocupação com o uso dos materiais locais e com o conforto e bem estar dos usuários. A preocupação com viabilidade econômica está presente também na escolha dos materiais que são usados segundo as suas características ótimas refletindo a modernidade e reafirmando o compromisso da Petrobrás com a sociedade e o com o meio-ambiente.

EQUIPE

Autores: Arq. Cristiano Moura Loureiro Arq. Domingos das Neves Nocchi Arq. Marco Antônio Lopes Maia Arq. Tiago Holzmann da Silva Colaboradores: Arq. Marcelo Mascarello Acad. Tiago Bagnati Consultores: Ar Condicionado: Eng. Mec. Roberto Marcos Bastos, Planiduto Ar Condicionado Infra-Estrutura de TI: Píer Roberto Riboni Estruturas de Concreto: Arq. Leonel Paiva de Oliveira

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PORTFOLIO 3C

Sede da Petrobras, Vitória/ES

012_PBR


EDIFICAÇÕES

Vista acesso principal e centro de vivência CIRCULAÇÕES

Auditório Visto da Passarela ESPAÇOS ABERTOS

Jardins entre blocos dos escritórios (oeste) 3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

Sede da Petrobras, Vitória/ES

012_PBR


CONCURSO PÚBLICO NACIONAL REVITALIZAÇÃO DA W3 Concurso Público para Revitalização das Vias W3 Sul e W3 Norte Menção Honrosa Brasília, DF Proposta - 2002

PROPOSTA

A proposta busca reforçar o caráter local da intervenção, criando referências urbanas transversais às vias de circulação W3, integrando social e espacialmente os diversos tecidos existentes: superquadras 100 e 300, quadras 500 (comércio e serviços), quadras 700 (mistas comercial e residencial). O projeto visa a construção de “praças” e espaços que gerem dinâmicas locais e reforcem as redes de relacionamento social e comercial na pequena escala do “bairro”, proporcionando espacialidade à escala gregária local.

Equipe:

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Rafael Simões Mano Arq. Pedro Augusto Alves de Inda Arq. Letícia Teixeira Rodrigues Arq. Ana Carolina Pellegrini Arq. Márcia Heck Colaboradores: Arq. Clovis Ramalho Marques Arq. Débora Becker Arq. Marcelo Mascarello Acad. Arq. Carolina Furlanetto Mendes Acad. Arq. Danielle Hoppe Acad. Arq. Jovana Timotijevic Acad. Arq. Leonardo Arnold Mäder Acad. Arq. Patrícia Voltolini Acad. Arq. Ricardo Langer Magrisso Acad. Arq. Ricardo Dias Michelon Acad. Arq. Vaneska Henrique Acad. Arq. Vinícius de Medeiros Santos Acad. Arq. Wu Day Yi Consultores: Arq. Briane Bicca Arq. Maria Isabel Milanez Arq. Paulo Bicca

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PORTFOLIO 3C

Concurso Público para Revitalização das Vias W3 Sul e W3 Norte.

010_W3


banca de jornal

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PORTFOLIO 3C

Concurso Público para Revitalização das Vias W3 Sul e W3 Norte.

010_W3


CONCURSO PÚBLICO NACIONAL RIO DO SUL

Concurso para Requalificação Urbanística da Área Central de Rio do Sul Rio do Sul, SC Projeto - 2002 Custo estimado: R$ 1.495.254,04

OBJETIVOS

Projeto Executivo de urbanismo e paisagismo para a Praça Emembergo Pellizzetti, na Área Central de Rio do Sul - SC.

PROPOSTA

A Prefeitura Municipal de Rio do Sul, SC, promoveu concurso público com o objetivo de elaboração de Estudo Preliminar de urbanismo e arquitetura para a Requalificação da Área Central de Rio do Sul, com uma extensão de aproximadamente 14 hectares. A 3C foi vencedora do Concurso recebendo o primeiro prêmio e logo sendo contratada para desenvolver o Projeto Executivo para um setor da área central, a Praça Emembergo Pellizzetti. A proposta vencedora do Concurso teve por objetivo a humanização da cidade através da ampliação do conceito de espaço público como espaço para o convívio da população. A partir da valorização de símbolos, história, economia, cultura e ambiente da cidade de Rio do Sul é possível a definição de um conceito geral e estruturador buscando a integração, conexão e unidade. A origem da cidade no encontro dos rios e suas pontes são os elos de ligação e são também o mote principal da proposta – “Construindo Pontes para a Qualidade de Vida”. O projeto se configura a partir de intervenções em locais de interesse social, comercial, histórico, cultural e paisagístico, interligando ações pontuais através da requalificação dos fluxos e da circulação. O projeto pretende equacionar de forma equilibrada a prioridade ao pedestre com as diversas necessidades do desenvolvimento urbano através de projetos especiais conectados por percursos ambientalmente qualificados, ampliados espacialmente pela reordenação do trânsito proposta que garantiu, paradoxalmente, mais espaço para os veículos e mais espaço para os pedestres, a partir da implantação de um binário nas duas avenidas centrais. A ideia de conexão vai além dos limites da área central para alcançar também objetivos como a preservação do patrimônio histórico e incentivo ao turismo. A primeira etapa do projeto é aplicada na área central com possibilidade de irradiação para o entorno imediato e outras áreas de interesse cultural e ambiental da cidade. EQUIPE Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Cátia Ceccarelli Arq. Danielle Caron Arq. Jonas Kreck Arq. Letícia Castilhos Coelho Arq. Letícia Teixeira Rodrigues Arq. Marcelo Mascarello Arq. Pedro Augusto Inda Arq. Rafael Simões Mano Arq. Simone Pretto Ruschel

3C Arquitetura e Urbanismo

Colaboradores: Arq. Marcos Keske Arq. Francisco Soriano Cristino Acad. Arq. Carolina Furlanetto Mendes Acad. Arq. Sônia Yoko Ogawa Acad. Arq. Vinícius de Medeiros Santos Hamilton Krug – Desenhista Industrial Mauricio Souza - Biólogo

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PORTFOLIO 3C

Concurso para Requalificação Urbanística da Área Central de Rio do Sul

009_RDS


ESPAÇO DO PEDESTRE

CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS

MOBILIÁRIO E ILUMINAÇÃO

SISTEMA DE ÁREAS VERDES

CONEXÕES

ATIVIDADES

3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

Concurso para Requalificação Urbanística da Área Central de Rio do Sul

009_RDS


AXÔNIO nº1

Acampamento Intercontinental da Juventude, II Forum Social Mundial Parque da Harmonia, Porto Alegre, RS Projeto e execução - 2002

PROPOSTA

Projeto e execução de espaço multifuncional para reuniões e exposições no 2º Acampamento Intercontinental da Juventude - Cidade da Juventude Carlo Giuliani no Forum Social Mundial 2002. Os axônios abrigaram atividades de exposições, apresentações e reuniões dos participantes do FSM2002 e foram construídos através de oficinas sob a coordenação dos projetistas e a participação de voluntários dos movimentos sociais com o objetivo, entre outros, de difundir práticas construtivas alternativas e baratas. Na execução foram utilizados materiais e técnicas construtivas alternativas como estrutura mista de eucalipto e taquara, cobertura com chapas de alumínio (off-set) refugo de empresas gráficas e divisória com garrafas PET.

Equipe

Camilo Holzmann da Silva Clovis Marques Cristian Illanes Hilton Albano Fagundes Gabriel Drago Alves Letícia Teixeira Rodrigues Marcos Sari Pedro Augusto Inda Rafael Gil Rafael Simões Mano Sônia Yoko Ogawa Tiago Holzmann da Silva Tiago Giora Vinícius de Medeiros Santos, Outros colaboradores voluntários.

3C Arquitetura e Urbanismo

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PORTFOLIO 3C

Axônio

006_AXO


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PORTFOLIO 3C

Ax么nio

006_AXO


CONCURSO PÚBLICO NACIONAL PARQUE DO GAÚCHO Concurso Nacional para projeto arquitetônico e paisagístico. Primeiro Prêmio. Bagé, RS Concurso 2001, Projeto Executivo 2003. Custo estimado: R$ 14.118.497,65

OBJETIVOS Elaboração de implantação geral e projeto executivo de arquitetura para o Parque do Gaúcho, Bagé - RS. PROPOSTA “Gaúcho, filho da Terra e do Vento!” A implantação das atividades articulou-se segundo esse conceito. Para tanto, o parque foi dividido em dois pólos principais, que, por vezes, se interpenetram: vento (norte) e terra (sul). O primeiro setor compreende as atividades de esporte, eventos e festas, numa alusão à transitoriedade do vento: campo de pólo, cancha de lides campeiras, cancha reta, salão de baile, pavilhão de exposições, pista de equitação e equoterapia, além de bolichos. Já o segundo abriga as atividades que envolvem o trabalho da terra, a perenidade: estância, agrovila (pré-existência), restaurante e museu, feira de artesanato, hospedaria e bolicho. É no setor sul que se situa o principal acesso do parque. Um sinuoso “corredor” conecta diversas áreas dos mais de 270ha do parque, tal qual os caminhos para a passagem do gado nas regiões rurais do sul do RS, permitindo a circulação de pedestres, cavalarianos e ciclistas. A sustentabilidade, tanto física como social, é outra linha mestra deste projeto, que se traduz através de estratégias como utilização de receptores foto-voltáicos, cultivo de madeira para consumo interno, aproveitamento da força mecânica da água, comercialização interna da produção da agrovila e inserção dos habitantes do entorno nas atividades de infra-estrutura do parque. Tais estratégias visam não somente a encontrar soluções para as demandas energéticas do lugar, mas, principalmente, visam à plena integração da população da cidade com o parque, apontando para uma nova perspectiva da arquitetura e do urbanismo, que extrapola os limites do tangível a fim de promover o bem-estar social.

EQUIPE

Autores Arq. Ana Carolina Pellegrini Arq. Camilo Holzmann da Silva Arq. Clóvis Ramalho Marques Arq. Cristian Illanes Arq. Letícia Teixeira Rodrigues Arq. Pedro Augusto Alves de Inda Arq. Tiago Holzmann da Silva (coord.)

3C Arquitetura e Urbanismo

Projetos complementares Elo Engenharia Prisma Topografia Rodrigo Balbueno Assessoria Ambiental

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Concurso Público Parque do Gaúcho

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Estratégia de Ocupação

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Concurso Público Parque do Gaúcho

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Concurso Público Parque do Gaúcho

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Concurso Público Parque do Gaúcho

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COOPEVA

Projeto de loteamento e projeto arquitetônico das unidades habitacionais Nova Hartz, RS Projeto - 2001 - 2002

PROPOSTA

Loteamento da Cooperativa Habitacional Nascente do Vale em terreno de aproximadamente 7,4ha. 50 unidades residenciais em lotes de 200m², e dois modelos diferentes para as casas.

EQUIPE

Autores: Arq. Letícia Rodrigues Arq. Pedro Augusto Alves de Inda Arq. Tiago Holzmann da Silva Colaboradores: Biol. Rodrigo Balbueno Eng. Marcus Vinicius Cerutti Eng. Sergio Cardoso Top. Eduardo Arlaque

3C Arquitetura e Urbanismo

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Loteamento Habitacional COOPEVA

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COOHABEVI

Projeto de loteamento da Cooperativa Habitacional Bem Viver Campo Bom, RS Projeto - 2001 - 2003 2ª Etapa de loteamento em terreno de 4,1ha. 128 lotes com tamanho padrão de 10x15 m. População estimada 500 habitantes.

EQUIPE

Autores: Arq. Tiago Holzmann da Silva Arq. Pedro Augusto Alves de Inda Colaboradores: Biol. Rodrigo Balbueno Eng. Sergio Cardoso Top. Eduardo Arlaque Soriano Engenharia

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Loteamento Habitacional COOHABEVI

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REFÚGIO BIOLÓGICO BELA VISTA

Foz do Iguaçu, PR Projeto 2000 (fase 1), 2001 (fase 2) Área total: 48 hectares Área construída: aprox. 5.000m² (37 edificações) Área urbanizada: aprox. 230.000m²

Os refúgios biológicos são unidades de conservação ambiental pertencentes à Itaipu Binacional, e surgem como parte das medidas compensatórias que a Central Hidroelétrica realiza. Desenvolvem, entre outras atividades, a produção de mudas e plantio de reflorestamento e criação e recuperação de espécies animais nativas para sua reinserção no habitat natural. O RBV é o mais importante dos refúgios do lado brasileiro e passa por um processo de ampliação das suas atividades. Neste sentido formou-se uma equipe, que envolveu a UFPR, UFRGS/NORIE e 3C Arquitetura e Urbanismo, para a elaboração de estudo para a construção de novas edificações, urbanização e infra-estrutura, devendo ser concebido “dentro do conceito de sustentabilidade e educação ambiental”. O conceito da diversidade definiu o projeto. Assim, a aplicação de soluções diferenciadas, desde a concepção da base geométrica do projeto até os sistemas de condicionamento, abastecimento de água e energia. A implantação das edificações e áreas abertas baseou-se em sobrepor uma malha retangular, utilizada nas áreas funcionais do RBV, e a outra radial, relacionada às áreas de visitação. A tecnologia construtiva, determinou a escolha de materiais menos impactantes ao ambiente e abundantes na região, com baixo consumo em sua produção: tijolo cerâmico, basalto, madeira de reflorestamento. O sistema de distribuição de água e tratamento local de esgoto e de resíduos foram abordados sob diversas formas: coleta da água da chuva e tratamento das águas cinzas para reuso; utilização de caixas de descarga em dois estágios; estação de tratamento de efluentes com sistemas naturais; reutilização de resíduos; biomassa; biogás; entre outros. A energia eólica será utilizada para acionamentos de bombas d’água. Painéis fotovoltáicos são utilizados para gerar energia na área dos recintos. Coletores solares aquecerão a água do edifício da veterinária, enquanto que a combustão de massa vegetal, em lareiras, proporcionará o aquecimento de alguns ambientes. Pretendeu-se, finalmente, uma redução de aproximadamente 80% no uso de aparelhos de ar-condicionado através da utilização de coberturas vegetais, de água e com isolamento por camadas de ar, paredes espessas, orientação, posição e dimensões das aberturas, conjuntamente com a utilização de trocadores de calor por água e terra. Após sua implantação e mais de 10 anos de utilização, o Refúgio Biológico Bela Vista pode ser considerado um conjunto pioneiro da arquitetura sustentável no Brasil.

EQUIPE

Autores: Arq. Pedro Augusto Alves de Inda Arq. Tiago Holzmann da Silva Co-autores: Arq. Camilo Holzmann da Silva Arq. Marco Antônio Lopes Maia

3C Arquitetura e Urbanismo

Colaboradores: Arq. Rafael Simões Mano Arq. Letícia Rodrigues Arq. Letícia Thurman Prudente Arq. Daniele Caron Arq. Carlos Eduardo Paes Leme Nicolini Arq. Hilton Albano Fagundes Bio. Rodrigo Balbueno

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Refúgio Biológico Bela Vista

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Ref煤gio Biol贸gico Bela Vista

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COOHATEPA

Projeto de loteamento e arqutetônico

PROPOSTA

Projeto de Urbanismo, Arquitetura e Paisagismo para o Condomínio Residencial de Unidades Autônomas da Cooperativa Habitacional dos Trabalhadores em Educação de Porto Alegre, formada por 24 famílias de professoras de escolas estaduais. A organização destas famílias em forma de cooperativa permitiu a compra do terreno e também a contratação dos projetos. O projeto foi desenvolvido em terreno na zona sul de Porto Alegre, com área estimada de 1,7 ha, e com características espaciais e ambientais importantes. Localizado em uma encosta de morro o terreno foi dividido em área de uso intensivo, área de uso extensivo e área de preservação. A área de uso intensivo, mais próxima à via de acesso, foi patamarizada para dar lugar à construção das unidades residenciais, que eram de quatro tipos: térrea ou sobrado, podendo ter dois ou três dormitórios. A tipologia adotada atendeu à exigência das famílias de ampliação futura das unidades. Foram ao total 24 unidades residenciais, além de equipamento comunitário com salão de eventos e área de lazer coletiva, área comercial (4 lojas) na fachada da via de acesso, zona de produção (horta, pomar) e zona de preservação (topo de morro). O projeto de urbanização foi implantado na sua totalidade, mas algumas famílias acabaram optando por casas pré fabricadas no lugar dos projetos arquitetônicos realizados. O relato dos moradores com relação ao condomínio e unidades projetadas e executadas é muito satisfatório.

EQUIPE

Autores: Arq. Pedro Augusto Alves de Inda Arq. Tiago Holzmann da Silva Co-autores: Arq. Camilo Holzmann da Silva Arq. Marco Antônio Lopes Maia

3C Arquitetura e Urbanismo

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COOHATEPA

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COOHATEPA

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Historia A 3C Arquitetura e Urbanismo, criada em Porto Alegre em 1999, é fruto da associação multidisciplinar de profissionais comprometidos em qualificar ambiente urbano e rural através dos serviços técnicos de arquitetura e urbanismo. Seu nome vem do lema criar, construir e conservar, de onde se originam cinco princípios que balizam sua atuação desde sua fundação: responsabilidade ambiental, desenvolvimento cultural, atitude empreendedora, compromisso social e profissionalismo. Na primeira fase da sociedade, entre 1999 e 2004, a 3C contou com cinco sócios, os arquitetos Tiago Holzmann da Silva, Pedro Augusto Alves de Inda, Rafael Simões Mano, Camilo Holzmann da Silva e Letícia Teixeira Rodrigues. A partir de 2007 a empresa adotou o sistema de organização em rede, potencializando a capacidade de trabalho dos profissionais independente da sua localização geográfica, atuando a partir de núcleos interrelacionados e convergentes. Em 2011 a 3C consolidou seu quadro associativo com os arquitetos Tiago Holzmann da Silva, Leonardo Damiani Poletti, Leonardo Marques Hortencio, Paula de Moraes Lopes e Alexandre Pereira Santos, intensificando sua presença regional e estabelecendo nova agenda de desenvolvimento para reforçar sua atuação em planos e projetos urbanos. Atualmente conta ampla gama de profissionais (associados, consultores e colaboradores) com experiência e capacidade comprovada para atuar em planos, projetos e consultorias nas áreas de sustentabilidade, economia da construção, educação ambiental, permacultura, racionalização de recursos energéticos, mobilidade, infraestrutura urbana, habitabilidade, restauração e patrimônio histórico, planejamento estratégico, urbano e regional, captação de recursos, capacitação de equipes técnicas e trabalho participativo. Esta equipe tem as questões ambientais urbanas e rurais presentes em seus projetos desde a fundação da empresa, muito antes do atual consenso sobre a sustentabilidade. Da mesma forma, integra os processos participativos em sua metodologia de trabalho de forma efetiva, desenvolvendo suas ações em parceria com a população local e promovendo a arquitetura e o urbanismo como ferramentas para a qualidade de vida e a sustentabilidade como condição necessária para o futuro. A 3C tem a pretensão de seguir trabalhando coletivamente agregando profissionais interessados e comprometidos com a arquitetura e o urbanismo de qualidade, com as cidades, com o meio ambiente e com qualidade de vida dos seus habitantes.

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3C Arquitetura e Urbanismo Rua Santa Teresinha, 35. Bairro Farroupilha CEP 90040-180 Porto Alegre - RS Fone/fax 3312-2497 3c@3c.arq.br

Equipe

TIAGO HOLZMANN DA SILVA arquiteto e urbanista – sócio diretor tiago@3c.arq.br LEONARDO MARQUES HORTENCIO arquiteto e urbanista – sócio hortencio@3c.arq.br LEONARDO DAMIANI POLETTI arquiteto e urbanista – sócio leonardo@3c.arq.br PAULA DE MORAES LOPES arquiteta e urbanista – sócia paula@3c.arq.br ALEXANDRE PEREIRA SANTOS arquiteto e urbanista – sócio alexandre@3c.arq.br ALINE BEATRIZ CERVO arquiteta e urbanista aline@3c.arq.br HENRIQUE LOREA LEITE arquiteto e urbanista projetos@3c.arq.br MARIA DA GRAÇA NUNES ANTUNES secretária executiva secretaria@3c.arq.br EDGAR STEFFENS estagiário de arquitetura e urbanismo LUIZA POTTER HAUSSEN estagiária de arquitetura e urbanismo

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