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Nas décadas de 50/60 Congonhas acompanhava a efervescência cultural da cidade que inaugurava o MASP, o MAM, a Bienal de Artes Plásticas, abrigando obras de arte e transformando-se, ele próprio, num patrimônio da cidade. Em 59, com a inauguração da ponte aérea São Paulo–Rio, foi o berço dos pauliocas – paulista com carioca –, os assíduos de Congonhas. Nos anos 70 transformou-se em ponto de encontro da boemia – o café do aeroporto era 24 horas. Diferentemente de hoje, quando você pode ir a uma academia ou supermercado às 3h30 da manhã ou entrar numa boate às 7h da matina, nem tudo funcionava 24 horas em São Paulo. Ou 29 horas, como prefere esta revista.

revista 29HORAS - ed.13 - novembro 2010  

Revista mensal com agenda cultural de São Paulo, distribuída no Aeroporto de Congonhas. Capa: Uma Ode a Congonhas

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