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2012 / 2013 - PRESS CLIPPING BRASIL:

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s irmãs brasileiras Marise e Amarilis Cardoso, radicadas em Barcelona, Espanha, tem encantado o público de diversos países europeus com um projeto musical inovador NSISTA. Elas já se apresentaram pela Europa, Chile, sem contar as turnês pelo Brasil. O projeto das irmãs chama a atenção pela originalidade. As músicas são compostas por batidas eletrônicas misturadas com as raízes brasileiras das duas artistas. As apresentações são marcadas por intervenções cênicas e total integração com o público, o que torna o espetáculo realmente especial. O trabalho de Marise e Amarilis na Europa tem sido tão reconhecido que o Jornal “La Vanguardia”, de Barcelona, publicou uma matéria especial com as irmãs. Confira abaixo, na íntegra.

PROPOSTA INOVADORA NSISTA, AS ARQUITETAS BRASILEIRAS QUE MOVEM O MUNDO AO RITMO DA ELETRÔNICA.

As irmãs Marise e Amarilis criam em Barcelona um projeto que mistura rit-

mos tropicais com uma encenação ritualística e inovadora. Em seu novo álbum utilizam o yorubá, idioma de origem africana que chegou no Brasil com os escravos. Seu pai incentivou a paixão pela música brasileira, mas as irmãs Marise e Amarilis Cardoso tinham claro que seu futuro profissional passava pela arquitetura. Com este objetivo, cruzaram o oceano para pousar em Barcelona e ampliar sua formação em uma carreira que, finalmente, acabou sendo decisiva... para o seu universo musical. Explicando assim parece um pouco complexo, mas a história é mais simples do que parece. Marise, a mais velha das irmãs Cardoso, decidiu há uma década partir para Barcelona para fazer um Mestrado para completar seus estudos de arquitetura. Não veio sozinha, trazia na mala os seus inseparáveis discos, já que uma de suas idéias era continuar também a carreira de DJ que havia começado em seu país natal. Contactar com a cena lo-

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cal foi uma questão de dias e em uma semana já estava tocando em diferentes clubes da cidade com um repertório 100% brasileiro. E foi assim que o universo musical começou a ganhar terreno ao da arquitetura. Em 2004 sua irmã mais nova, Amarilis, seguiu seus passos e coincidiram as duas em uma cidade que as inspirou criativamente para o nascimento de um projeto musical comum - NSISTA. Começaram assim este projeto autoral fazendo versões inusitadas da música brasileira.Até que chegou a mágia da eletrônica que levou as irmãs a criarem um mundo artístico paralelo, onde ritmos afro-latinos se fundiram com uma nova linguagem musical, criada especialmente para a

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“A razão se compõe de verdades que precisam ser ditas e de verdades que precisam ser *Rivarol silenciadas”.

Tenho discorrido ao longo das últimas semanas sobre o que considero ser uma das funções primordiais de qualquer Prefeito, que é buscar meios para tornar sua cidade cada vez mais rica, justa socialmente e com aumento de qualidade de vida para todos. Temos aqui em Pouso Alegre um grande tesouro ainda muito pouco explorado que é a nossa Univás, a Universidade do Vale do Sapucaí que tem uma estrutura pronta para colaborar no desenvolvimento e na qualidade de vida de nossa cidade e região e ainda potencial imenso de geração de riqueza para Pouso Alegre. Nossa universidade é um celeiro de mão de obra qualificada para ser aplicada a todos os setores em nossa sociedade através de projetos que utilizem nossos alunos em fase de aprendizado na prestação dos serviços de sua especialidade em benefício de toda comunidade tendo como contrapartida investimentos da Prefeitura na instituição colaborando de forma estreita e planejada no crescimento e nas eventuais carências que esta possua. Vejam, apenas a título de exemplo, que nesse projeto de maior integração com a

universidade é possível montar juntamente com o curso de administração um núcleo de assistência gratuito para o micro e pequeno empresário de Pouso Alegre utilizando o mesmo formato já descrito acima, ou seja, a prefeitura entra com a infra-estrutura e a Univás com os professores e alunos prestando o serviço para que nossas pequenas empresas não morram por falta de assistência técnica e gerencial garantindo assim uma sobrevida substancial aquelas que são as maiores empregadoras, as micro e pequenas empresas. Portanto, as possibilidades de grandes ganhos para ambas as partes, e principalmente para a cidade, são enormes já que esta parceria redundaria em enorme economia de custos eliminando órgãos, projetos e infra-estruturas superpostas possibilitando mais investimentos nos cursos já consagrados, como o de medicina que vem demandando estes investimentos na modernização, salários de professores e equipamentos para os alunos já há muito tempo para que o curso possa retomar o alto nível e o prestígio que sempre manteve, e possibilitando

ainda o investimento na abertura de novos cursos buscando o crescimento do número de alunos para uma meta mínima de 10.000 estudantes universidade em 4 anos. Esse investimento prioritário na nossa universidade, e uma vez alcançada essa primeira meta de 10.000 alunos, gerará uma espiral de riqueza enorme e sempre crescente para Pouso Alegre, já que uma quantidade grande de alunos significa uma injeção direta de grandes recursos gerando uma demanda enorme por habitação, lazer, vestuário, alimentação, gerando milhares de empregos e incrementando a nossa renda per capta durante décadas, dando enorme vigor a nossa combalida economia e ainda exercendo um grande papel social de auxílio as pessoas mais carentes. Assim, é fato que nossa Universidade precisa ser tratada com o valor que tem na comunidade e com as perspectivas fantásticas que pode oferecer para Pouso Alegre. Na próxima semana continuo meus pitacos... Bom Domingo!

*Advogado, pós graduado em processo civil, com MBA Executivo em Gestão Empresarial pela FGV jrros5@hotmail.com

ocasião, o yorubá. “Na verdade é uma adaptação livre, fruto de um trabalho de pesquisa. Consultamos em dicionários palavras e frases que expressavam o que estávamos procurando. O yorubá é uma língua de origem africana que chegou ao Brasil com os escravos. Acreditamos que é uma linguagem que vai mais além do puramente musical o que permite reforçar a mensagem subliminar que queremos expressar”, diz Marise. ENCENAÇÃO INOVADORA Além da música, as artistas optam por uma encenação estridente. Utilizam máscaras, maquiagens exóticas, figurinos e projeções visuais compostas exclusivamente para o show. Um ritual artístico que visa transmitir um discurso positivo da busca pessoal e promove o respeito pelas forças da natureza. “Nossa performance é única e ino-

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vadora, e tem algo de ritualístico, já que cantamos os elementos naturais e associados com a vida e as cores”, diz Amarilis. Sua irmã mais velha parece muito satisfeita com esta estética ritualista “já que eu sou muito mais tímida que Amarilis, sair no palco fantasiada me ajuda a separar o personagem, da vida real e me desinibe muito lá em cima”. Todos os materiais utilizados para o show são reciclados e qualquer objeto pode ser válido para dar vida a uma criação que está longe dos padrões da música brasileira, que têm no samba e bossa nova seus sinais de identidade. “É verdade que quando entramos no palco e nos apresentam como duas irmãs brasileiras as pessoas se surpreendem com a proposta. Há sempre alguns minutos de incerteza e as pessoas costumam ficar estáticas por um tempo, observando, mas depois sempre acabam entrando na atmosfera que estamos criando”, explica Amarilis, enquanto acaba a maquiagem. “Não é uma questão cultural, também acontece quando tocamos no Brasil”, acrescenta sua irmã, que

comenta que nos anos 70 já estava Ney Matogrosso, “um artista do nosso país que se fantasiava e tinha um espetáculo muito cênico, a quem também queremos fazer uma homenagem”. UMA SAUDAÇÃO PARA O MUNDO

Em maio de 2011 as irmãs lançaram seu álbum Moyugbá, e se apresentaram em diversos cenários e festivais da Catalunia, e também em países como Alemanha, França e Chile, entre outros. “Moyugbá quer dizer eu te saúdo, e estamos saudando o mundo com nossa música, em uma proposta tropical e eletrônica, muito divertida e única”, assegura Marise. E no final das contas, comentam as duas irmãs, que a formação em arquitetura tem sido fundamental para fazer o que elas realmente gostam. “A arquitetura e a música tem muito em comum como as harmonias e a criação de espaços. Esta disciplina nos ajuda a projetar nossa música, e criar nosso universo artístico único em uma cidade como Barcelona, fetiche em arquitetura”, conclui Marise.

www.nsista.net DISCOGRAFIA, VIDEOS, FOTOS, ETC

*Jornal “LA VANGUARDIA” Barcelona - 20/ 01/2012 Jornalista: Albert Doménech

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Escola de Samba Camisa Verde e Branco consagrouse campeã do Carnaval de Pouso Alegre com 75 pontos, seguida pela vice-campeã Império do Mandu que obteve 67 pontos. O 3º, 4º e 5º lugares ficaram respectivamente com Unidos da Tijuca, Imperatriz da Alegria e Ritmistas das Alterosas. Grandes carros alegóricos, fantasias bem produzidas, famílias presentes nas arquibancadas e nos bailes e muita segurança marcaram o Carnaval 2012 em Pouso Alegre. Durante todas as noites, o público lotou toda a avenida Dr. Lisboa para assistir aos desfiles das Escolas de Samba e os Blocos de Carnaval. Os bailes também foram sucesso de público no pátio da Rodoviária que abriu com a cantora Ediana Maskaro, Banda Curto Circuito, Banda Impacto, DJ Felipão e A Zorra. Ao todo, aproximadamente 65 mil pessoas passaram pela Avenida e pelo Pátio da Rodoviária durante os quatro dias de festa. A média de público prestigiando os desfiles foi de seis mil pessoas e nos bailes o público chegou a 15 mil.

Camisa Verde e Branco consagrou-se campeã

Os bailes foram sucesso de público

O prefeito Agnaldo Perugini destacou a importância de ter a população fazendo o carnaval, ao lado da administração. “Nós buscamos sempre fazer o melhor para população, com uma festa bonita, segura, que possa receber o pousoalegrense e o turista. A população faz a sua parte comparecendo com sua família e fazendo do carnaval de PousoAlegre um dos mais belos do Sul de Minas”,

disse Perugini que prestigiou o desfile e o baile carnavalesco. O secretário de Cultura e Turismo, Rafael Huhn, falou da valorização da festa popular como arte. “Estamos valorizando cada vez mais a cultura popular, assim como todas as outras formas de arte que fazem parte da formação da sociedade. E o carnaval é uma delas e representa bem a manifestação popular”.


CHILE: musica electronica en valparaiso

Jueves 3 de enero, 20.00 hrs.

equipo (CL-ES) alisu& VJ CUBIc (CL) javiermoraga & visuales Sonría (CL) Nsista (BR - ES) Basstk & VJ Jerry (CL) Jon Claudio (CL) Microfeel (AR - ES)  Aoraquï (CL) Parque Cultural de Valparaíso Cumming s/n Cerro Cárcel. ticket día: $2000. ticket 2 días : $3000.

PRODUCEN:

Renata Carrasco y Daniel Jeffs

AUSPICIA:

COLABORAN:

hotel.restaurant

diseño: ALISU

Viernes 4 de enero, 20.00 hrs.


EUROPA:


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Nsista Foto Arxiu

ntes de empezar a hablar de Lenticular Clouds, ¿qué es eso de la geometría universal? “La geometría universal es uno de los conocimientos que la humanidad ha ido encriptando en símbolos y mitos. Dentro de poco este conocimiento estará a la disposición pública. Y esto va a suponer un cambio radical en la forma en la cual vivimos en el planeta. Imagina conseguir energía del vacío, de la supuesta nada, imagina

Nsista Vienen de: Brasil / Barcelona Publican: “Echoes of Moyugbá” (Autoeditado) En la onda de: Cibelle, CocoRosie, Naçao Zumbi “Hablar de música es como bailar de arquitectura”. Quizá no piensan lo mismo las hermanas Marise y Amarilis Cardoso que llegaron a Barcelona desde Brasil para acabar sus estudios de arquitectura, pero que compartían esa inclinación con su otra pasión, la música. “Pensamos que la conexión entre esas dos disciplinas es total. Pero también la poesía, la danza, la escultura o la pintura son actividades que, de forma misteriosa y profunda, comunican o comulgan entre sí. Trabajando conceptos de espacio y tiempo puedes proyectar y crear ambientes que envuelvan al espectador sonora y visualmente”. Marise fue la primera en llegar, en 2000, y enseguida tomó contacto con la escena musical de la ciudad, léase Macaco, Ojos de Brujo o Wagner Pa. Poco después ya organizaba el popular festival-mercado Pulgas Mix. Su hermana Amarilis llegó en 2004 y tres años después se presentaban como Nsista, un proyecto de raíz afro-tropical que mezcla psicodelia con electrónica, pero de manera muy orgánica. “Reconocemos nuestro origen mestizo, e indagamos en estas raíces para llegar a las profundidades de los mitos y sonidos de la cultura afro-brasilera y desde ahí proyectar una música y puesta en escena que representa la tradición y la convierte en vanguardia”. Ambas son artistas en el sentido más amplio, “componemos y producimos la música, creamos y diseñamos vestuario y escenografía. Cuidamos de todos los detalles para el perfecto desarrollo del proyecto y hasta hacemos la promo y el management”. ! Miguel Amorós

Manel Grau se pone al frente de un proyecto personal que él mismo califica de low-fi-blues-folk-psicodélico de vocación ruidista. “Por partes, como Jack The Ripper: la música que hago es de raíz blues, lo de low-fi es porque hay una intención de sonido doméstico, de habitación, de anti-limpio, de amateur, que es lo que me interesa. Soy más de Steve Albini y ‘grabar’ en vez de ‘producir’. Si quieres escuchar un disco que suene bien, te compras uno de Mark Knopfler. La psicodelia es esa pequeña chispa narcótica con la que lo aderezo todo, mi música es lisérgica, porque yo soy un tipo bastante lisérgico. Pero en sano, claro. Y lo de ruidista está claro: me gusta más el ruido que el pan a un tonto”. Esa claridad de ideas se evidencia en un disco que camina, cual equilibrista, por la línea del caos controlado. “Sé exactamente cómo quiero que suene”. Y eso le hace sentirse a gusto en el concepto de one-man band. “Desde luego que es una one man band, todos los temas son míos y el proyecto soy yo, eso está claro. Me quedan treinta temas más, así que el segundo disco será a lo ‘White Album’. En un grupo siempre tiene que haber un timón, sea un grupo de una persona o de quince. La gracia de hacerlo uno es saber elegir las colaboraciones. Y las mías han encajado como un guante de seda forjado en hierro, que por cierto, es el título de un tema que se ha quedado fuera... porque me olvidé de grabarlo”. ! Eduardo Izquierdo

El Gran Manel Viene de: Barcelona Publica: “El Gran Manel” (Autoeditado) En la onda de: Scott H. Biram, Guadalupe Plata, Caustic Roll Dave

Lenticular Clouds Foto Sergi Miró

Vienen de: Barcelona Publica: “Universal Geometry” (Amdiscs, 12) En la onda de: Sun Glitters, Boards Of Canada, Baths

tar de la conciencia de la humanidad”. Lo que sí que ha cambiado, aunque no de un modo brusco, ha sido su música, mucho más electrónica y bailable en este “Universal Geometry”. “Este EP me lo encargaron desde Concepto Radio, el medio online en castellano más interesante de España, y como está focalizado en la música electrónica, decidí adaptarme a su estilo”. También ha prescindido de los speeches e intros explicativas de “Ciencia/conciencia”, con las que nos introducía en su particular universo donde las primas de riesgo se combaten a golpe de física cuántica. Albert sigue transportándonos a galaxias lejanas de la mente con sus temas pero no renuncia a hacernos bailar un poco por el camino. Lenticular Clouds actuará en el festival ARTeNOU el próximo 9 de junio, en Barcelona ! Virginia Arroyo

que todo el planeta tenga acceso ilimitado a energía, una energía que podría ser empleada para desalar agua a precios irrisorios y cultivar inmensas extensiones de lo que ahora conocemos por desierto. Imagina que se pueda transmitir por radiofrecuencia datos con un ancho de banda ilimitado a cualquier parte del mundo, incluso la cima del Everest. Imagina que tenemos los conocimientos para doblar el espacio/tiempo y movernos libremente”. Ha pasado casi un año desde la última vez que entrevisté a Albert Zaragoza Gas y parece que el objetivo último de su música no ha cambiado un ápice desde la publicación de su EP “Ciencia / Conciencia”. “Sigue siendo el objetivo último de Lenticular Clouds aportar, dentro de mis limitaciones, un granito de arena para el desper-

Iris Aneas Foto Arxiu

Lenticular Clouds

/6/ Juny 2012 · MondoSonoro Edició Catalunya/Illes Balears

Iris Aneas Viene de: Barcelona Publica: “Come Back Home” (Autoeditado, 2012) En la onda de: Lenticular Clouds, Undo, John Talabot

El Gran Manel Foto Arxiu

ESCAPARATE

Todo lo que envuelve a Iris Aneas está lleno de magia y de un halo misterioso. Se dice que sus melodías, ajustadas a los 528Hz del Solfeggio, tienen el poder de llevarte muy adentro de tu mente, de relajarte e incluso de sanarte: “Muchas personas me han dicho que al escuchar la música que hago entran en estado de relajación y de viaje interior. Las frecuencias de Solfeggio son antiguas, son unas frecuencias usadas ya en los cantos gregorianos. Son frecuencias que armonizan, que sanan. Muchos músicos ya investigan sobre las frecuencias que usan porque el sonido es terapéutico”. Y es que, aunque uno lo haga con electrónica brumosa y la otra con pausado pop de tintes electrónicos, el objetivo de Iris Aneas es el mismo que el que me comentaba hace unas semanas Albert Zaragoza, aka Lenticular Clouds: “Despertar la consciencia”. “Muchos sentimos que es el momento, que ha de llegar el final de un tiempo en que no se respeta ni la vida ni la Tierra. El tema de ‘Energía libre’ por ejemplo habla de una fuente de energía ilimitada, gratuita y no contaminante. Hace un siglo que se descubrió por Nikola Tesla pero las élites no permiten que nosotros la usemos. Las petroleras desaparecerían, el dinero se devaluaría y la pobreza en el planeta se extinguiría. Muchos ingenieros están ahora fabricando motores de energía libre, y ya no se les puede ocultar a todos, aunque hace poco a un español se le amenazó de muerte por este motivo” ! Virginia Arroyo


SONIDO TECNO CON MENEÍTO SABROSÓN Abajo la manida fórmula de que a España todo llega tarde: reivindicamos la nueva ola de electrocumbia, tropicalismo y derivados que habitan en la cara B del panorama musical. Para unos, un sonido extraño y exótico y, para otros, el reggaeton de los indies: los sonidos latinos viven su mutación electrónica. POR ESMERALDA MARTÍN

Una aproximación dialéctica a los nuevos géneros de origen latino resulta casi imposible: hay casi tantos como artistas inventándolos. Grandes nombres de la electrónica coquetean con los sonidos suramericanos y la fiebre tropical cuenta ya con una escena floreciente en el norte de Europa. En España, aunque tímidos, empiezan los primeros pasos de este movimiento musical mueve-culos. Bienvenidos a la verbena tropical española. Esos glúteos en el aire «Esta música revaloriza el sudor, el ritual de dejarse la piel y las feromonas en la pista de baile». Así de contundente arranca Rigo Pex aka Meneo, guatemalteco afincado en Madrid cuya propuesta musical se basa en darle al sonido gameboy un sabor tropical. Su fiebre arrancó hace cuatro años, cuando vivía y pinchaba en Barcelona: «Empecé en esto porque el tecno minimal se moría y la gente no bailaba. Es música dirigida a las caderas». Tras una brillante trayectoria como DJ y con nuevo EP en el mercado, Larele (Subterfuge, 2012), a Meneo no se le caen los anillos cuando se trata de mezclar ingredientes tan insólitamente alejados como el merengue con el dusbtep (merenstep) o los patrones shoegaze con la cumbia. Meneo es la viva encarnación del todo vale que acompaña por norma a este fenómeno: la posibilidad de cruzar los sonidos de América Latina con todo lo que se preste, sin necesidad de ningún ritual de apareamiento. En una onda parecida van los Sudacateca DJ, el combo formado por Alejandra Muñeca Cruel y Pablo el Señor, mexicana y colombiano ubicados en Barcelona y agitadores de la nueva ola sudaca con un espectáculo en el que, más que pinchar, casi increpan al público a base de pistolas láser, sirenas, un Casio SK5, filosofía sonidera y todo lo que pillan. Los Sudacateca fechan el arranque del movimiento en España, al igual que Meneo, unos cuatro años atrás; un fenómeno en el que, dicen, «tiene mucho que ver la cantidad de inmigrantes latinos que viven acá y que de alguna forma NS

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reelaboran su propia música con nuevas influencias y máquinas». Los géneros que escupen sus sesiones van desde la cumbia tradicional a la psicodélica, pasando por electropop latino, tecno indígena o reggaeton minimal, un «sonido computarizado sabrosón» donde también caben las estrellas de YouTube o hits reggaetoneros al uso: «Pinchar Gasolina en el momento justo puede ser el clímax de la noche. Reggaeton rules».

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La era del neoperreo El florecer de este manto sónico no se entendería sin Internet: la Red ha jugado un papel importantísimo en la difusión de la escena subterránea de DJ y productores electropicales, netlabels y colectivos mediante. Germán de Souza, Cherman para los amigos, es el padre del netlabel Cabeza! y del colectivo audiovisual Folcore, destinado a promover «la fusión de sonidos folclóricos con la música electrónica de baile. Cualquier ritmo tradicional del mundo puede convertirse en un headbanger [menea-cabezas] en la pista». Instalados en Barcelona, en Cabeza! participa el propio Cherman, que inventa en sus producciones géneros como la cumbiastep (cumbia con dubstep), cumbiaton (cumbia con moombahton) y woombia (cumbia con wonky y wooble); o los geniales Tropical Terror y El Timbe, con una vocación altamente electrónica y pistera, entre otros nombres. Folcore nace en 2009, pero es durante el último año cuando experimenta el mayor crecimiento en bolos y espectadores, «aunque hay mucho más interés en el resto de Europa que en España. Se nos conoce más fuera del país que aquí, y, evidentemente, Internet es la culpable», señala Cherman. En nómina cuentan con otros proyectos como Nsista, de las hermanas Cardoso: brasileñas de procedencia, le dan otra vuelta de tuerca a la música de raíz latina con un repertorio de sabor afrobrasileño. Brasil encuentra también representación con VJ EletroIMan, habitual de la escena de galerías y discotecas de Barcelona y mezclador de música e imágenes en una suerte de collage guerrillero-indígena.

Caballito representan otra pica en España: un colectivo y netlabel formado en 2010 en Granada por sus dos cerebros principales, Grita y Bigote, «con la única misión de promover la cumbia digital y mover las caderas del público». DJ, productores y promotores, son también creadores del graveton: «Un género que inventamos de risas. Se podría decir que es una mezcla de dembow, dubstep, cumbia, hip-hop, dub y mucho bass». Su propuesta reúne, también, buena parte del acervo visual que rodea el movimiento tropical, basado en «colores chillones, iconografía suramericana, referencias a la cultura sonidera y culos, muchos culos...». La peña pide jaleo Por supuesto, no hay género musical sin fiesta, club o sesión consorte que se precie. En la amalgama electrolatina son todavía pocas las incursiones festivas que han surgido en España: algún artista programado en el Sónar, el madrileño Acapulco Club sito en Siroco años ha (R. I. P.) o la

Tormenta Tropical que celebró la Red Bull Music Academy (también en Madrid) son pequeños ejemplos de los intentos de este género por sacar la cabeza. Los mejores fenómenos para explicar el destape electropical en España son dos festivales emergentes. Cumbia YA! llenó Bilbao de sonidos calientes el año pasado con la idea de sentar cátedra: «La finalidad era traer una primicia. Queríamos dar una visión amplia del fenómeno con mesas redondas, películas, exposición de fotos, conciertos didácticos y fiesta», explica Iñigo Barandiaran, su mentor. Este bilbaíno escapado a tierras mexicanas saca el tono agridulce en sus conclusiones y pone de manifiesto la todavía falta de madurez del oyente español hacia estos sonidos: «El público fue escaso. Creo que una parte tuvo que ver con la organización, pero también hubo falta de curiosidad. Aquello era similar a si hubiéramos hecho un festival de cantos inuit: algo muy exótico». El segundo festival que nos ocupa es Chico-Trópico. Promovido por los periodistas Sara Brito y Bruno Galindo y por el músico argentino Pedro Buschi, ya ha celebrado dos ediciones en Madrid. «Estamos comprometidos con la escena más experimental de la música tropical, difundiendo el trabajo de bandas desconocidas en España que están marcando la pauta de una nueva era de la música popular latina», explica Sara. Los organizadores de Chico-Trópico son más optimistas en lo que a público se refiere: «Hemos visto desde latinos a melómanos de todo pelo, señoras mayores con cardado y modernos a la última. Siempre hay animales raros. Somos felices viendo cómo la gente entra en trance con sonidos que jamás escucharon antes». Buen síntoma: su supervivencia parece asegurada, «ya sea autogestionados o con apoyo de agentes externos, incluyendo extraterrestres que puedan venir a colaborar con nuestra causa», añaden. Desmontando prejuicios El relativo éxito de público de los eventos sobre estas nuevas músicas atestiguan el interés moderado, aunque creciente, por esta bomba sonora. Aún así, emerge el escepticismo: ¿puede funcionar la cumbia electrónica, el tecno indígena o el merenstep en un país donde la música latina se asocia a la pachanga más casposa y al reggaeton envasado para fiestas de pueblo? ¿Será capaz el público patrio de limpiar sus oídos de prejuicios y asimilar la potencia transgresora de todos estos híbridos electrónicos, o quedarán como géneros para inmigrantes de oído avanzado? Las conclusiones son dispares: por un lado, como bien apunta Cherman, «la gente se confunde con el tipo de música que hacemos, no saben bien si se considera out o in. La conciencia que se tiene sobre la música latina en España es un poco retrógrada, se relaciona con lo vulgar y con el cachondeo». Sara Brito expone su visión: «Parece que España está superando su miedo atávico a la música tropical, vinculada durante demasiado tiempo a la pachanga. No es que haya hecho daño el reggaeton como género, lo que hace daño es la radiofórmula, la simplificación, los prejuicios... Y eso pasa con todas las músicas». La mayoría tienen claro que en España es difícil entrar de nuevas con un sonido como este: hace falta un proceso de legitimación desde fuera, atención por parte de medios y festivales, alguien que señale el movimiento a los espectadores con un «esto mola». Lejos de lo anecdótico, la tormenta tropical parece dispuesta a luchar por su espacio en clubes y festivales. Y mola. !

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NSISTA press kit 2012/2013  

2012/2013 press KIT of NSISTA (electronic duet from two Brazilian sisters, Marise Cardoso aka djiiva* and Amarilis Vitale Cardoso) www.nsis...

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