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ESCOLA SECUNDÁRIA SEBASTIÃO DA GAMA

UFCD - STC 5 – Redes de informação e comunicação Formador: Mário Afonso

Tema: Cultura, globalização e sociedade em rede

Ângela Severo EFA6 - THS

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ÍNDICE

Introdução .................................................................................................................................3 GLOBALIZAÇÃO ...................................................................................................................4 A GLOBALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO .............................................................................5 SOCIEDADE EM REDE ..........................................................................................................7 EMERGÊNCIA DAS REDES ..........................................................................................................7 CONCLUSÃO ..........................................................................................................................8 BIBLIOGRAFIA ......................................................................................................................9

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Introdução

Neste trabalho falo sobre a Globalização e as suas vantagens e desvantagens sobre este fenomeno que é a Globalização. A Cultura é todo um complexo que inclui conhecimento sobre crenças, a arte e a moral, as leis, custumes e hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como menbro da sociedade. A globalização com a sociedade em rede através da expansão de conteúdos de massa e da divulgação de formas de vida. A Cultura, Globalização e a sociedade em rede estão inter ligadas por entrelaçamento de fios.

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GLOBALIZAÇÃO

A Globalização económica e financeira, iniciou no séc. XV com a era dos Descobrimentos Portugueses. Verificou-se uma integração nas dinâmicas da mundialização económica de todos os continentes do globo, com os recursos materiais e humanos, na generalização, intensificação a todos os níveis de trocas de mercadorias, movimentação de capitais, nas inovações tecnologia e institucionais. Portugal, o mérito de ser a primeira “nação globalizadora”. É de salientar o papel ao nível das técnicas de navegação. A globalização são processos irreversíveis, que nos atingem no dia-a-dia das formas mais variadas e temos de aprender a conviver com isso, porque existem mudanças positivas para o nosso quotidiano e mudanças que estão a tornar a vida de muita gente mais difícil. Um dos efeitos negativos do intercâmbio maior entre os diversos países do mundo, é o desemprego que tem batido recordes. Hoje em dia, o consumidor beneficia desta expansão do mercado, pois agora podemos contar com produtos importados mais baratos e de melhor qualidade.

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A GLOBALIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO Cada vez mais os povos saem do isolamento para participar de uma super-sociedade comum.

São mais os eventos que se repercutem sobre todos os países, embora frequentemente em medidas diferentes. Chega-se às auto-estradas da informação, que permitem estabelecer as comunicações em condições surpreendentes de quantidade, rapidez e ampliam os espaços de interatividade.

Impõe-se globalmente um sistema de rede aberta nas telecomunicações, que permite que a informação circule sem obstáculos para todos os destinos. A informação é tomada em sentido, de maneira a abranger qualquer conteúdo das telecomunicações.

O desenvolvimento da Internet permite assegurar que todos os destinos cheguem as mensagens emitidas. Não há praticamente meios de o excluir.

Com tudo isto a informação passa a ter um papel cada vez mais importante. Torna-se um elemento estratégico decisivo da evolução social e um factor com capacidade determinante do comportamento dos povos.

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Falámos na emergência das “auto-estradas da informática”, que tornam a penetração da Internet em todos os países praticamente fatal, dizer que só a radiodifusão punha sensivelmente em causa a territorialidade do direito de autor, superando fronteiras. Podemos dizer que todos os meios de expressão de obras intelectuais são digitalizáveis e comunicáveis em rede, sem limitação de fronteiras. E com isto se consolida também a supremacia dos países mais desenvolvidos, impedindo que os outros possam chegar por si ao domínio destes instrumentos informáticos.

CULTURA (do latim colere, que significa cultivar).

A Cultura é “aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e capacidades adquiridos pelo homem como membro da sociedade”. Definição genérica formulada por Edward B. Tylor

Ralph Linton, “como termo geral, cultura significa a herança social e total da Humanidade; como termo específico, uma cultura singifica determinada variante da herança social”. A principal característica da cultura é o chamado mecanismo adaptativo: a capacidade de responder ao meio de acordo com mudança de hábitos, mais rápida do que uma possível evolução biológica. O homem não precisou, por exemplo, desenvolver longa pelagem e grossas camadas de gordura sob a pele para viver em ambientes mais frios – ele simplesmente adaptou-se com o uso de roupas, do fogo e de habitações. A evolução cultural é mais rápida do que a biológica. No entanto, ao rejeitar a evolução biológica, o homem torna-se dependente da cultura, pois esta age em substituição a elementos que constituiriam o ser humano; a falta de um Página 6 de 9


destes elementos (por exemplo, a supressão de um aspecto da cultura) causaria o mesmo efeito de uma amputação ou defeito físico, talvez ainda pior. Além disso a cultura é também um mecanismo cumulativo. As modificações trazidas por uma geração passam à geração seguinte, de modo que a cultura transforma-se perdendo e incorporando aspectos mais adequados à sobrevivência, reduzindo o esforço das novas gerações.

SOCIEDADE EM REDE A palavra rede vem do latim rete, significando entrelaçamento de fios com aberturas regulares que formam uma espécie de tecido. Rede é todo um conjunto de pontos interligados de forma horizontal, ou seja é, um conjunto de nós e linhas articulados de forma não hierárquica.

EMERGÊNCIA DAS REDES "Embora as redes tenham existido sempre como forma de organização social, com as vantagens de ter maior flexibilidade e adaptabilidade que outras formas, elas tinham um problema inerente: a incapacidade de administrar a complexidade para além de um certo tamanho crítico. Essa limitação substancial foi superada com o desenvolvimento das tecnologias da informação. É por isso que a flexibilidade pode ser alcançada sem sacrificar a performance, e é por isso também que, por sua capacidade superior de desempenho, as redes vão gradualmente eliminando, em cada área específica de atividade, as formas de organização hierárquicas e centralizadas". Página 7 de 9


(Manuel Castells)

CONCLUSÃO

A globalização, conjugada com a sociedade da informação, é já uma realidade, e está em progressão constante.

Logo, o que se verifica é que a globalização, na vertente da sociedade da informação, oferece possibilidades técnicas teóricas de expansão cultural e de veículo do pluralismo.

Mas em vez disso, a sua marcha vai predominantemente no sentido da satisfação de interesses dominantes e da uniformização, através da expansão de conteúdos de massa e da divulgação de formas de vida.

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BIBLIOGRAFIA Definição genérica formulada por Edward B. Tylor

http://fesrvsd.fe.unl.pt/WPFEUNL/WP2007/wp514.pdf www.abdl.org.br/filemanager/download/.../a2-OMundodasRedes.pdf

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cultura

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Redes de informação e comunicação  

Cultura, Globalização e Sociedade em Rede

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