Issuu on Google+

,Qf /¿£r>o def

La primera institución enaltara! La £ 1 ¡ t l e a l artigui»ta - Lo» p r i m e r o s e n s a y o s . " A la apertura de los cursos, que t u v o l u g a r el bien la R e p ú b l i c a O r i e n t a l del U n recuerdo histórico - La Universii. u de M a r z o de 1836, asistieron el Presidente de la U r u g u a y o r i e n t ó SUS destinos de r e p ú b l i c a y sus m ministros". pais nacido a la vida libre, por las dad Mayor - Propósitos promi* República inistros", " D o n J o s é Benito L a m a s p a s ó a ocupar la cátedra de n o r m a s legales y t u v o sanción plebisci«ores - Un cuarto de siglo, T e o l o g í a ; el Dr. Pedro Somellera ocupó la de J u r i s p r u d e n t a r i a su p r i m e r c ó d i g o político, el núcleo La reforma de 1885. cia ; don A m b r o s i o Velazco la de L a t í n ; el D r . A l e j o V i l l e g a s de p r o h o m b r e s — h o y f i g u r a s p r o c e r e s en La organización n u e s t r a historia — que había llenado con su actual. ] a de F i l o s o f í a y don J o a q u í n Pedralbes la de M a t e m á t i c a s " , m a g n í f i c a g e s t a las p á g i n a s g l o r i o s a s de la epo" L o s doctores Somellera y V i l l e g a s eran abogados a r g e n t i n o s pe v a l i b e r t a d o r a y que había sentido latir sus anhelos c o m o casi todos los que en ese momento tenían estudio a b i e r t o en patrióticos en aquella década dolorosa que selló " ' ' * ' para Montevideo (don Florencio V a r e l a , don Valentín A l s i n a , don J u l i á n s i e m p r e esa r o m á n t i c a a v e n t u r a de los " T r e i n t a y A g ü e r o , entre o t r o s ) . E n la nómina de los abogados nacionales solo T r e s " q u e h o y , a t r a v é s de un siglo, parece de g i g a n t e s f i g u r a b a n don J o s é Ellauri, don F r a n c i s c o Solano de A n t u ñ a y y sabe de l e y e n d a , quiso h a c e r c r i s t a l i z a r en el bello algún o t r o " . t e r r e n o de los hechos, la idealidad f u e r t e e inque" A l finalizar el primer año de estudios tuvieron l u g a r los e x á b r a n t a b l e del P r e c u r s o r . menes universitarios con toda solemnidad en la I g l e s i a M a t r i z , ante 1111 numeroso público que se agolpaba allí para presenciar las p r u e b a s E l p e n s a m i e n t o del p a t r i a r c a que olvidaba los sinsade los alumnos. Al estudiante de F i l o s o f í a don J a i m e E s t r á z u l a s , b o r e s de su a z a r o s a vida política allá l e j o s , en el solar de I b i r a y , bajo le f u é adjudicada por el Gobierno una medalla en homenaje de sus la s o m b r a t e m b l o r o s a del ibirapitá c e n t e n a r i o , había quedado a f e r r a d o dotes de inteligencia y contracción. ? esta tierra u r u g u a y a . " L o s alumnos de jurisprudencia, entre los que f i g u r a b a el m i s m o " S e a n los u r u g u a y o s tan ilustrados c o m o v a l i e n t e s ! " f u é el ansia don J a i m e E s t r á z u l a s , don J o s é M a r í a M u ñ o z , don J o a q u í n R e q u e n a , s u p r e m a de su espíritu de elejido. Y c o m o un t r i b u t o a su f i g u r a que d o 11 A m b r o s i o V e l a z c o , se a g i g a n t a b a con la disdon Cándido J o a n i c ó y don tancia, f u é p r o p ó s i t o inAdolfo Berro, rindieron quebrantable d e 1 primer pruebas tan brillantes, que g o b i e r n o nacional, y a sóel presidente de la mesa lidamente c o n s t i t u i d o , d a r examinadora Dr. Julián f o r m a t a n g i b l e a la e s t u A l v a r e z , se c r e y ó obligado penda idealidad. a d e j a r constancia en el Y así, el 8 de j u l i o de acta de que eran los e x á 1 8 3 3 , la p r i m e r a A s a m b l e a menes m á s lucidos q u e G e n e r a l r e p u b l i c a n a dictahabía v i s t o " . ba, desde el v i e j o Cabildo, U n año después, en la l e y de a c u e r d o con la 1837, se presentaban a los cual, d e n t r o de los coloe x á m e n e s de la cátedra de niales m u r o s de M o n t e v i jurisprudencia 1 6 alumnos, deo, d e b í a s u r g i r la U n i entre ellos los que acabaversidad. mos de m e n c i o n a r , q u e hacían su s e g u n d o c u r s o y Los primeros ensayos o t r o s como don M a n u e l H e r r e r a y O b e s ; y aumenN o tenía, en el e s p í taba la f a l a n g e en los c u r ritu de sus o r g a n i z a d o r e s , sos preparatorios de L a t í n n u e s t r a p r i m e r a C a s a de y M a t e m á t i c a s , con alumE s t u d i o s las á 111 p 1 i a s, nos de la elevada talla inproyecciones que h o y a telectual de don J 11 a 11 t r a v é s de los a ñ o s — de Carlos G ó m e z . las é p o c a s , d i r í a m o s — ha P - i m i t i v a Universidad M a y o r . E d i f i c i o que ampliado y modernizado aún existe llegado a adquirir. Y a e s t a b a así a s e g u en la esquina de Sarandi y M a c i e l rado el buen é x i t o del enA p e n a s si c r e á b a n s e , s a y o y se resolvió entonces en e f e c t o , p o r la ley citada. a m p l i a r y regularizar el plan de estudios, de c o n f o r m i d a d con la ley o c h o c á t e d r a s ; una de L a t i n i d a d , una de F i l o s o f í a , una de J u r i s p r u de 1 8 3 3 . En efecto, por un decreto de 27 de m a y o de 1838, se declaraba dencia. u n a de M e d i c i n a , dos de Ciencias S a g r a d a s , u n a de M a t e m á "instituida y erigida la C a s a de E s t u d i o s con el c a r á c t e r de U n i v e r ticas y una de E c o n o m í a P o l í t i c a . E r a c o m o se v é , un esquema tan sidad M a y o r de la República y con el g o c e del f u e r o y jurisdicción, s ó l o de la c o m p l e j a d i v e r s i f i c a c i ó n de estudios que s u r g i ó m á s académica que por este título fe c o m p e t e " ( 1 ) . a d e l a n t e con el a n d a r del tiempo. I'ero de las bases de la nueva ley proyectada, no l l e g ó a o c u p a r s e P e r o las v i c i s i t u d e s políticas que a g i t a r o n d u r a n t e su período en esos momentos la A s a m b l e a Nacional, por que y a p r i m e r o la j o v e n nacionalidad u r u g u a y a , y las conel tema de la g u e r r a civil y de su inevitable desendiciones i n t e r n a s que f u e r o n d o l o r o s a h e r e n c i a de lace, constituía la preocupación absorbente de todos t o d a s las n u e v a s p a t r i a s n e o - latinas, no p e r m i t i e r o n los espíritus ciudadanos. p o r m u c h o s a ñ o s , que pudiera l l e v a r s e a la p r á c t i c a la v o l u n t a d f i r m e m e n t e e x p r e s a d a p o r la p r i m e r a S e sancionó tan solo, a mediados del m i s m o Asamblea Nacional. año, una ley que creaba la " A c a d e m i a T e ó r i c o P r á c t i c a de J u r i s p r u d e n c i a " (1111 esquema de F a c u l L o s vaivenes e incertidumbres dominantes y tad de D e r e c h o ) con un curso de tres años que las e x i g e n c i a s ineludibles de los g r a v e s a c o n t e c i debía ser r e g l a m e n t a d o por el T r i b u n a l de J u s t i c i a m i e n t o s q u e a g i t a b a n el a m b i e n t e y q u e adquirían y que funcionaría bajo la dirección de uno de sus c a r á c t e r f u n d a m e n t a l p a r a los q u e d i r i g í a n la c o s a miembros. L a asistencia era o b l i g a t o r i a p a r a todos pública, r e l e g a r o n a s e g u n d o t é r m i n o el p r o b l e m a los alumnos de D e r e c h o que quisieran optar al de la educación s e c u n d a r i a y s u p e r i o r . título de abogado. M á s de d o s a ñ o s p a s a r o n antes q u e se d e s i g nara la c o m i s i ó n — que c o n s t i t u y e r o n los d o c t o r e s Joaquín Campana, Florentino Castellanos y CrisLa Universidad Mayor tóbal E c h e v a r r i a r z a que debían p r o y e c t a r el r e g l a m e n t o q u e r e g i r í a en el I n s t i t u t o y s o m e t e r a la Conocidas son las a l t e r n a t i v a s de n u e s t r a E l primer sello de la Universidad a p r o b a c i ó n l e g i s l a t i v a p r o g r a m a s y r e s ú m e n e s de historia en el período cruento de la G u e r r a G r a n d e . estudios. Sitiado Montevideo, las preocupaciones del G o b i e r E l v a s t o plan de la ley de 1 8 3 3 , dictado b a j o la administración de no q u e ejercía administración d e n t r o de los m u r o s de la Capital eran don F r u c t u o s o R i v e r a , t u v o su principio de aplicación d u r a n t e la reclamadas constantemente por otras necesidades. Y el alcance del a d m i n i s t r a c i ó n de don M a n u e l Oribe. decreto de 1838 quedó en suspenso por mucho tiempo. R e c i é n once l i e aquí c o m o el d o c t o r E d u a r d o A c e v e d o r e l a t a , cn su historia del U r u g u a y , los resultados del p r i m e r e n s a y o . ( 1 ) Mal 'hh Alonso Crínelo. — Colección L e g i s l a t i v a 1888.

O


•<?/ fif)PO c/cí c/c/V a ñ o s d e s p u é s , el G o b i e r n o de la Defensa resolvió s o l e m n i z a r el 1 8 de j u l i o de 1849. a n i v e r s a r i o de la J u r a de la C o n s titución, c o n la instalación e f e c t i v a de la U n i v e r s i d a d que desde ese día q u e d ó funcionando. " L a inauguración de la U n i v e r s i d a d — dice u n o de n u e s t r o s historiadores — dió l u g a r a u n a ceremonia imponente en la que h a b l ó el p r e s i d e n t e don J o a q u í n S u á r e z , par a decir que la posteridad colocaría ese a c t o entre los m á s preciosos monum e n t o s de M o n tevideo". Y en la que hablaron también, p a r al

H

leí S u p r e m o T r i bunal de J u s t i c i a , J u e c e s de Primera Instancia, C o n s e j o de E s t a do, del I l u s t r í s i 1110 y R e v e r e n d í simo Sr. V i c a r i o Apostólico, d c 1 I n s t i t u t o de I n s trucción Pública, y las d e m á s auridades civiles y m i l i t a r e s , de los doctores graduad o s en d i v e r s a s p r o f e s i o n e s cient í f i c a s , de l o s dir e c t o r e s de e s t a blecimientos d c educación habilit a d o s , se a p e r s o n ó en la i g l e s i a de S a n I g n a c i o a la una del e x p r e s a d o día y h a biendo ocupado el a s i e n t o q u e le estaba destinado, ordenó que por el O f i c i a l M a y o r Edificio que ccupa la Sección de Enseñanza Secundaria y Preparatoria del M i n i s t e r i o d e Gobierno y Sec r e t a r i o del I n s t i t u t o de I n s t r u c c i ó n P ú b l i c a , se l e y e s e la ley q u e f e l i c i t a r al p r i m e r m a n d a t a r i o , L u c a s H e r r e r a a n o m b r e de los m a n d a e r e g i r la U n i v e r s i d a d y los d e c r e t o s d a d o s en consecuencia, a l u m n o s de f i l o s o f í a y J a c o b o V a r e l a . p o r l o s de E n s e ñ a n z a P r i m a r i a . después de v e r i f i c a d o lo cual el P r e s i d e n t e de la R e p ú b l i c a , p o n i é n J a c o b o V a r e l a , h e r m a n o del q u e m á s t a r d e h a b í a de s e r r e f o r m a d o r dose de pié, d i j o : de n u e s t r a e s c u e l a , recibió de m a n o s del M i n i s t r o de G o b i e r n o , al b a j a r de la t r i b u n a , una m e d a l l a de p l a t a " c o m o t e s t i m o n i o del a p r e c i o c o n que el G o b i e r n o m i r a b a s u s p r o g r e s o s y de las e s p e r a n z a s que en él f u n d a b a la p a t r i a " . D e a c u e r d o con el n u e v o r e g l a m e n t o , el I n s t i t u t o de I n s t r u c c i ó n P ú b l i c a c o m o de reciente c r e a c i ó n , q u e d a b a f o r m a n d o p a r t e i n t e g r a n t e de la U n i v e r s i d a d y a é s t a c o r r e s p o n d í a , en c o n s e c u e n c i a , la e n s e ñ a n z a p r i m a r i a , la s e c u n d a r i a y la c i e n t í f i c a y p r o f e s i o n a l , b a j o la dirección y a d m i n i s t r a c i ó n de un r e c t o r y de un C o n s e j o , f o r m a d o éste por los c a t e d r á t i c o s y p o r los m i e m b r o s f u n d a d o r e s del I n s t i t u t o de I n s t r u c ción P ú b l i c a . L a enseñanza secundaria según el m i s m o R e g l a m e n t o , c o m p r e n d e r í a el L a t í n , el F r a n c é s , el I n g l é s , l o s e s t u d i o s c o m e r c i a l e s , las cienc i a s f í s i c a s , m a t e m á t i c a s , la f i l o s o f í a , la r e t ó r i c a , la h i s t o r i a nacional y p r i n c i p i o de la C o n s t i t u c i ó n de la R e p ú b l i c a . Y la p r o f e s i o n a l o cient í f i c a d e b e r í a a b a r c a r la F a c u l t a d de Ciencias Naturales, comprendiendo las m a t e m á t i c a s t r a s c e n d e n tales, el dibujo, la a g r i c u l t u r a , la b o t á n i c a , la q u í m i c a , la n a v e g a c i ó n y la a r q u i t e c t u r a . L a F a c u l t a d de M e d i c i n a , C i r u j í a y F a r m a c i a ; la F a c u l t a d de T e o l o g í a y la F a c u l t a d de J u r i s p r u d e n c i a , con c á t e d r a s de Derecho Civil, Derecho Mercantil, D e r e c h o de G e n t e s y Economía Política. P o r el m i s m o d e c r e t o de J u l i o de 1849. se d e s i g n a b a p r i m e r R e c t o r de la U n i v e r s i d a d M a y o r al p r e s b í t e r o don L o r e n z o F e r n á n d e z y V i c e R e c t o r al D r . don E n r i q u e M o r e n o . D e la c e r e m o n i a i n a u g u r a l a que nos h e m o s v e n i d o r e f i r i e n d o , h a q u e d a d o en n u e s t r o Archivo H i s t ó r i c o la s i g u i e n t e A c t a :

El acta ¡inaugural " E n la c i u d a d de M o n t e v i d e o , capital de la R e p ú b l i c a O r i e n t a l del U r u g u a y , a los dieciocho días del m e s de J u l i o de mil ochocientos c u a r e n t a y n u e v e . S . E . el s e ñ o r P r e s i d e n t e de la R e p ú b l i c a a c o m p a ñado del s e ñ o r M i n i s t r o S e c r e t a r i o de E s t a d o en los D e p a r t a m e n t o s de Gobierno y Relaciones Exteriores,

H

l

M

Ce/ifencrrvb Vpucjuciyz

i

" S e ñ o r e s : L a U n i v e r s i d a d M a y o r de la R e p ú b l i c a q u e d a i n s t a l a da. E s t e acto, decretado hace m á s de once a ñ o s , tiene l u g a r en los m á s c r í t i c o s y s o l e m n e s m o m e n t o s de la R e p ú b l i c a . L a P r o v i d e n c i a ha querido r e s e r v a r m e ese h o n o r y esa s a t i s f a c c i ó n . E l l a es u n a de las m á s g r a t a s a mi c o r a z ó n . J , a p o s t e r i d a d sin duda, c o l o c a r á e s t e a c t o e n t r e los m á s p r e c i o s o s m o n u m e n t o s del sitio de M o n t e v i d e o . Q u i e r a el T o d o p o d e r o s o c o l m a r m i s m á s f e r v i e n t e s v o t o s , h a ciendo que m i s e s f u e r z o s c o n t r i b u y a n a que la R e p ú b l i c a a s e g u r e y c o n s o l i d e sus l i b e r t a d e s y su e x i s t e n c i a con el s a b e r y con la v i r t u d " . E n s e g u i d a el E x m o . M i n i s t r o de G o b i e r n o , cumpliendo con el a r tículo s é p t i m o del d e c r e t o de f e c h a c a t o r c e del c o r r i e n t e , r e c i b i ó al I l u s trísimo y Reverendísimo Señor V i cario Apostólico, R e c t o r nombrado de la U n i v e r s i d a d , el j u r a m e n t o p r e s c r i p t o , quien d e s p u é s de haberlo p r e s t a d o en a l t a v o z d i r i g i ó al S e ñ o r P r e s i d e n t e de la R e p ú b l i c a u n a a l o c u c i ó n a n á l o g a al día y al o b j e t o . A c t o s e g u i d o el V i c e - R e c t o r del Colegio Nacional y algunos profesores de él. f e l i c i t a r o n al S p e r i o r G o b i e r n o y a g r a d e c i e r o n el celo con q u e s o l e m n i z a b a las g l o r i a s del día de la P a t r i a , p o r m e d i o de i n s t i t u c i o n e s q u e a s e g u r a b a n 1111 p o r v e n i r f e l i z y venturoso a l a República. Su excelencia contestó brevemente. I n m e d i a t a m e n t e el S e ñ o r M i n i s t r o de G o b i e r n o , d i r i g i é n d o s e al V i c e P r e s i d e n t e del I n s t i t u t o de I n s trucción Pública,, d i j o : " E l I n s t i t u t o de I n s t r u c c i ó n P ú blica, a quien t a n t o debe y a la educ a c i ó n p r i m a r i a y s e c u n d a r i a , es llamado a desempeñar ocupaciones más serias y m á s trascendentales p a r a el»bien q e la R e p ú b l i c a . E l G o bierno no d u d a que el celo, c o n t r a c ción y habilidad q u e el I n s t i t u t o h a d e s p l e g a d o en a q u e l l a s honrosas t a r e a s , lo a p l i c a r á a s u s n u e v a s f u n ciones a d q u i r i e n d o así m a y o r e s t í t u los a g r a t i t u d pública. E n t r e tanto, c o m o un t e s t i m o n i o de h o n o r y j u s t i c i a y en c o n m e m o r a c i ó n de e s t e día s o l e m n e , e l G o b i e r n o d e s e a q u e los m i e m b r o s del I n s t i t u t o , a c e p t e n Frente drl edificio ocupado por la Sección de Enseñanza Secundaria estas medallas y encarga a Vd. quiey Preparatoria


jQf fifao cfcí O c/e/V

Cenfexcrrvo -Uruguayo

r a p r e s e n t á r s e l a s cuino la m a n i f e s t a c i ó n de los sentimientos cpte he expresado". E l V i c e - p r e s i d e n t e del I n s t i t u t o a g r a d e c i ó la distinción de sus i e l i c i t a c i o n e s y o f r e c i ó a n o m b r e del C u e r p o c o n t i n u a r sus tareas con n u e v o e m p e ñ o h a s t a llenar c o m p l e t a m e n t e las necesidades del p a í s y el f i l a n t r ó p i c o p e n s a m i e n t o del G o b i e r n o , aceptando las medallas q u e d i s t r i b u y ó a los m i e m b r o s f u n d a d o r e s , con lo que dándose por c e r r a d o el a c t o de la i n a u g u r a c i ó n de la U n i v e r s i d a d , p a s ó S . E . el S e ñ o r P r e s i d e n t e , el s e ñ o r M i n i s t r o de G o b i e r n o y todas las C o r p o r a c i o n e s . al g r a n salón de secciones del I n s t i t u t o de Instrucción P ú b l i c a donde estaban e x p u e s t o s a exhibición pública, los t r a b a j o s de las e d u c a n d a s del C o l e g i o dirigido por don J o s é M a r í a L i r a , de c u y o l u g a r se r e t i r ó S . E . con el m i s m o a c o m pañamiento. — Manuel Herrera y Obes, José Gabrtel Palomeque, Oficial Mayor del Ministerio de Gobierno.

Propósitos promisores " L a U n i v e r s i d a d de M o n t e v i d e o — decía poc o d e s p u é s de su a c t o inaugural el R e c t o r y Vicario Apostólico Doct o r F e r n á n d e z — ha nacido en m e d i o de los g r a n d e s c o n f l i c t o s y dem u e s t r a q u e el a m o r a la p a t r i a y el d e s e o de sus p r o g r e s o s n o reconocen o b s t á c u l o s o que s a b e n sobreponerse a c u a n t o s se les p r e s e n t a n " . Y en la p r i m e r a colación de g r a d o de la U n i v e r s i d a d naciente, el 24 de a g o s t o de 1850, e x c l a m a b a su f u n d a d o r don M a n u e l H e r r e r a y Obes: " . . . deplorando U n o de los patios de la Sección de c o m o s i e m p r e he deplorad o los niales y d e s g r a c i a s públicas de q u e he sido t e s t i g o ; a l c a n z a n d o a v e r que su o r i g e n está en esa úlcera c a n c e r o s a que n u e s t r a sociedad lleva en su seno c o m o f r u t o de m á s de t r e s c i e n t o s a ñ o s de v a s a l l a j e colonial y c u a r e n t a de la m á s e s p a n t o s a y d e s e n f r e n a d a a n a r q u í a : a n s i o s o de e n c o n t r a r el m e d i o e f i c a z de p o n e r t é r m i n o a t a n t o s u f r i m i e n t o y a tanta calamidad, t o d a mi a t e n c i ó n se ha c o n c e n t r a d o en el único poder capaz de o p e r a r ese f e n ó m e n o r e m o v i e n d o el peso incomensurable de las habitudes y de las c o s t u m b r e s . L a creación de la U n i v e r s i d a d y las d e m á s c r e a c c i o n e s a q u e he propendido en el interés de s i s t e m a r y tundir la i n s t r u c c i ó n p r i m a r i a y c i e n t í f i c a , parten de un pensamiento f i j o q u e p r e s i d e a mis c r e e n c i a s p o l í t i c a s " . E s e p e n s a m i e n t o e r a sin duda a l g u n a el m i s m o que se encerraba en el d e c r e t o de 1847 que c r e ó el I n s t i t u t o de I n s t r u c c i ó n P ú b l i c a : " L a educación del h o m b r e es el g e r m e n c r e a d o r de la prosperidad de las n a c i o n e s y de la felicidad de los pueblos porque en ella reside el s a b e r q u e dá las buenas instituciones y la virtud que m á s consolida y a r r a i g a las c o s t u m b r e s " .

V i l l a parcial del Gabinete de F í s i c a de la S . E . Secundaria y Preparatoria.

Difíciles f u e r o n esos tiempos primeros para la vida del claustro. H a s t a 1863 f u é sensible. P e r o , a partir de ese año, se inició una década brillantísima. Carlos M a r í a y Gonzalo R a m í r e z en las c á t e d r a s (le D e r e c h o Constitucional y Penal y F r a n c i s c o L a b a n d e i r a después en la de E c o n o m í a Política, proyectaron una luz intensa en la sección de estudios jurídicos, dieron calor y temple a la mente de !a j u v e n tud y realce y gloria a la enseñanza universitaria. L a corriente nueva de las ideas se abrió camino para no retroceder ni cn medio de las a n g u s t i a s del año terrible, c u y a sombras se p r o y e c t a r o n h a s t a 1877, en que se suprimieron los estudios secundarios de la U n i v e r s i d a d . F u é este un momento de desmoralización que i n f l u y ó en todos los ánimos y del cual se c r e y ó difícil poder reaccionar.

Un cuarto de siglo A don L o r e n z o F e r nández y a don M a n u e l H e r r e r a y Obes, habían sucedido en el R e c t o r a d o de la Universidad, L u i s J . de la P e ñ a , F l o r e n t i n o Castellanos, J o a q u í n R e quena y F e r m í n F e r r e i r a . E l año 1863 encontró a este último en la dirección de la C a s a de Estudios. Se resolvió entonces atender en f o r m a las necesidades cada vez m á s premiosas del establecimiento, dotando de catedráticos las aulas v a cantes y creando otras nuevas. Se suprimió adem á s la A c a d e m i a de J u risprudencia, s u s t i t u y é n dola por un aula de P r o cedimientos Judiciales a n e x a a la Universidad, que f u é confiada al D r . J o a q u í n R e q u e n a , u n a de las primeras capacidades del f o r o de la República. Enseñanza Secundaria y Preparatoria Al a ñ o siguiente, se le r e a b a la cátedra de H i s t o r i a Universal c u y a dirección f u é obtenida, mediante concurso, por el p r o f e s o r L u i s D e s t é f f a n i s . P o c o m á s tarde, enriqueciéronse los c u r s o s de la F a c u l t a d de Derecho, mientras comenzaba a hacerse carne en los espíritus, la necesidad de la creación de la F a c u l t a d de Medicina. L o s R e c t o r e s que dirigieron sucesivamente los destinos u n i v e r s i t a r i o s ; C a r l o s de C a s t r o , P e d r o B u s t a m a n t e , Plácido E l l a u r i , G o n z a l o Ramírez, E d u a r d o B r i t o del Pino, M a r t í n B e r i n d u a g u e , J u s t i n o G i m é n e z de Aréchaga, Alejandro Magariños Cervantes y Alfredo Vázquez A c e v e d o , no perdieron de vista ese anhelo u n á n i m e que, en 1876, cristalizaba bellamente en el terreno de las realidades prácticas, con la inauguración de ese nuevo o r g a n i s m o , con las aulas de A n a t o m í a y F i s i o l o g í a a c u y o f r e n t e conmenzaron a dictar sus enseñanzas los d o c t o r e s J u l i o J u r k o w s k i y F r a n c i s c o S u ñ e r y Capdevila. Sin e m b a r g o , casi conjuntamente con ese m a g n í f i c o p r o g r e s o , se anotaba un retroceso visible. E n efecto, una resolución gubernativa del año 1 8 7 7 decretaba la

Aspecto general del Gabinete de F í s i c a . ( S . de E . Secundaria y

— 486 —

Preparatoria)


yjQf O libertad de estudios, suprimiendo casi todas las aulas de preparatorios de la Universidad, y dejando subsistentes tan sólo las de botánica, Zoología, Física y Química. Solamente seis años más tarde, en 1883, bajo el Rectorado del Dr. J o s é Pedro R a m í rez, se logró obtener la reincorporación de esos estudios que se sindicaban por todos como una de las medidas más necesarias y que mejor redundarían en beneficio de la enseñanza superior.

Nació entonces, a vida próspera, la Facultad de Matemáticas( dividida ahora en las de Ingeniería y R a m a s A n e x a s y de Arquitectura) y se creó la Sección de Farmacia anexa a la Facultad de Medicina. E n 1895 se anexó también a esa Facultad, por una ley especial, el Instituto de Higiene experimental. Dos años después, una ley especial incluyó en los cursos de la Facultad de Derecho y Ciencias Sociales, los estudios necesarios para optar al título de Escribano P u b l i c o. E n períodos subsiguientes, durante el Rectorado del Dr. Claudio Williman, que dirigió los destinos universitarios hasta el año 1904, nacieron a vida próspera la Facultad de Comercio y los primeros cursos de Veterinaria, anexos a la Facultad de Medicina, mientras se iniciaban las primeras gestiones para la adquisición de nuevos edificios que estuvieran en consonancia con la importancia y amplitud siempre crecientes del Instituto. U11 próspero período inicióse el año 1904. bajo el Rectorado del Dr. Eduardo Acevedo, que se destacó por la multiplicidad y valer de sus iniciativas. Obtuviéronse entonces, mediante la gestión de leyes especiales, los recursos para la construcción de

c/ef CenfencTP/o — i / p u ^ a a y o

los modernos edificios universitarios y surgieron también, a existencia independiente, las escuelas de Veterinaria y A g r o n o m í a mientras del seno de la Facultad de Medicina se disgregaban, con í u e r /. a s propias, los Institutos de Anatomía, Química y Fisiología.

La reforma ele 188!) Nuevamente en el rectorado el Dr. A l f r e do Vázquez Acevedo, el 14 de J u l i o de 1885 fué sancionada ila ley de Enseñanza Secundaria y Superior — todavía en vigor, en nuestros días, en muchas de sus partes — q u e modificó completamente la organización de la vieja Casa de Estudios. De acuerdo con esa ley, la complementaria de 1888 y sus correspondientes decretos reglamentarios, se modernizó la Universidad, dotándola de rentas propias destinadas a la adquisición del material de enseñanza, reglamentando los estudios, creando nuevas Facultades y concediendo al Consejo Universitario la prerrogativa exclusiva de conferir v revalidar los t í t u l o s de profesiones científicas.

/¡SPO c/e/'á

Museo de Historia Natural de la S. de E. Secundaria y Preparatoria

Organización actual Al término <1 e 1mandato del Dr. Eduardo Acevedo y por iniciativa del entonces presidente de la República y e x - Rector Dr. Claudio Williman, se dictó, el 3 1 de diciembre de 1908, la ley que rige actualmente los destinos universitarios y que modificó por completo las funciones directrices dentro de la Universidad. Por mandato legislativo formáronse los Consejos de las Facultades y de la Sección de Enseñanza Secundaria y Preparatoria con autonomía en su funcionamiento, dejando al R e c t o r y al Consejo Central Universitario tan solo una función de contralor y superintendencia especialmente en lo que se refiere a la administración de las Rentas y la representación exterior y oficial de la Universidad en todos sus actos y relaciones. Con motivo de la organización nueva, las atribuciones e iniciativas diluyéronse en las respectivas F a cultades entrando así a f o r m a r parte de la Historia de cada una de ellas, de las que nos ocupamos por separado. A partir de la vigencia de la nueva ley, ocuparon sucesivamente el Rectorado los Drs. Francisco Soca. Pablo De María. Claudio Williman y Emilio Barbaroux, hasta llegar al Dr. Elias R e g u l e s (pie lo desempeña en la actualidad.

Salón de clase de la Sección de E . Secundaria y Preparatria

Laboratorio de Química de la S. de E. Secundaria y Preparatoria

Fecunda ha sido pues la acción de la Universidad desde su creación cn los primeros años del ejercicio de nuestra soberanía, hasta que se fraccionó en entidades diversas cada una de las cuales tiene sus funciones perfectamente determinadas por ley. Siguiendo la natural evolución del país en todos los órdenes de sus actividades, el aumento de población estudiantil, la tendencia creciente de la juventud de abrazar carreras liberales a las que aplicar su inteligencia. la Universidad diversificó sus funciones, dió vida a otros organismos que en la actual i d a d contribuyen al prestigio del país y al aumento de su acervo cultural y permiten, perfectamente organizados c o 111 o se encuentran, la especialización profesional.


X?f

O

ÍÍSPO

c/e/V

LA ENSEÑANZA

def

Cenfenarvb

~ÜT>u£}uayo

M E D I A EN

EL

URUGUAY

Sus orígenes - La* primeras iniciativas - La Sección de Enseñanza Secundaria y Preparatoria -Importancia de la organización actual. Planes, métodos y sistemas - Los diversos organismos - La Sección Femenina - Los Liceos Departamentales - Los Liceos de la Capital. La historia de nuestra e n s e ñ a n z a secundaria - media, c u l t u r a l y de p r e p a r a c i ó n p a r a l a s c a r r e r a s s u p e r i t a s es la h i s t o r i a de n u e s t i a U n i v e r s i d a d en g e n e r a l . U n a y o t r a se c o m p l e t a n y se c o m p e n e t r a n . S e c r e a r o n , en e f e c t o , l a s p r i m e r a s c á t e d r a s de h u m a n i d a des : latín, f i l o s o f í a y m a t e m á t i c a , p o r la m i s m a l e y q u e en 1 8 3 3 , en la a l b o r a d a d e la v i d a

cias p ú b l i c a s , en las m e m o r a bles c o n f e r e n c i a s del Club U n i v e r s i t a r i o p r i m e r o , de la S o c i e d a d U n i v e r s i t a r i a y del A t e n e o del U r u g u a y , q u e e s b o z ó un p r o y e c t o de o r g a n i zación de los e s t u d i o s s e c u n darios". C u a n d o se establecieron é s t o s en la U n i v e r s i d a d , t o d o e s e c a u d a l de f u e r z a s del p a sado f u é aprovechado, y los que h a b í a n c o n s t r u i d o en la U n i v e r s i t a r i a su nido d e á g u i las, lo t r a s p l a n t a r o n sin m a y o r e s f u e r z o a la U n i v e r s i d a d q u e r e c o g i ó a s í la h e r e n c i a p r o vechosa.

P e r o una pausa no tardó en p r o d u c i r s e y la e n s e ñ a n z a media perdió su c a r á c t e r o f i cial. M o t i v ó e s t a c i r c u n s t a n cia u n a r e s o l u c i ó n g u b e r n a t i v a del a ñ o 1 8 7 7 q u e d e c r e t ó la S a l ó n d e l e c t u r a d e la c r e t a b a ^ e l 3 e s t a b l e c i m i e n t o de biblioteca de la Sección de Enseñanza Secundaria l i b e r t a d de l o s e s t u d i o s m e dios, dejando tan sólo subla Universidad nacional. Y s i s t e n t e s en el c l a u s t r o las c á t e d r a s d e B o t á n i c a , Z o o l o g í a , F í s i c a y f u e r o n e s a s a u l a s l a s m i s m a s q u e , en la p r i m e r a j o r n a d a de la C a s a Química. de E s t u d i o s , en 1836, i n t e g r a r o n los c u r s o s iniciales. D u r a n t e seis a ñ o s se m a n t u v o l a t e n t e e s t e e s t a d o de c o s a s h a s t a M u c h o s a ñ o s p a s a r o n h a s t a q u e el p r i m e r e s b o z o c r i s t a l i z a r a en que. cn 1 8 8 3 , d u r a n t e el r e c t o r a d o del D r . J o s é P e d r o R a m í r e z , e s a la p r o m e s a r e a l i z a d a de la U n i v e r s i d a d d e 1 8 4 9 , q u e , en p l e n o s i t i o e n s e ñ a n z a f u é r e i n c o r p o r a d a a la U n i v e r s i d a d . Y a poco, en 1 8 8 5 , de M o n t e v i d e o , c o m e n z ó a p r e p a r a r a las g e n e r a c i o n e s q u e se iniciar e c i b í a el i m p u l s o m á s p o d e r o s o con la l e y de r e o r g a n i z a c i ó n q u e b a n en l a s s e n d a s del e s t u d i o , p a r a h a c e r l a s f u e r t e s en las b a t a l l a s de c r e a b a en f o r m a d e f i n i t i v a , c o m o o r g a n i s m o p r o p i o , la S e c c i ó n de ia v i d a . E n s e ñ a n z a S e c u n d a r i a que, con v a r i a n t e s en el t í t u l o p e r o s i e m p r e L a e n s e ñ a n z a s e c u n d a r i a n a c i ó en la N u e v a U n i v e r s i d a d , a t r a con la m i s m a e s e n c i a , se h a c o n v e r t i d o en la a c t u a l S e c c i ó n de y e n d o a s u s a u l a s la f a l a n g e b r i l l a n t e q u e se e d u c a b a en el C o l e g i o Enseñanza Secundaria y Preparatoria. d e H u m a n i d a d e s , en el G i m n a s i o , c o n v e r t i d o d e s p u é s en C o l e g i o N a c i o n a l , en el C o l e g i o d e l o s P a d r e s E s c o l a p i o s , y e n l a " E s c u e l a C o m p l e t a " q u e se a n e x ó a la m i s m a U n i v e r s i d a d . L a f l a m a n t e S e c c i ó n t u v o c o m o p r i m e r d i r e c t o r de s u s d e s t i n o s D u r a n t e m u c h o t i e m p o , l e n t a m e n t e , la c u l t u r a m e d i a f u é c r e c i e n c o n el c a r g o de D e c a n o , al D r . A n t o n i o M a r í a R o d r í g u e z , Y , de do en intensidad e importancia. N u e v a s aulas fueron agregándose a i n m e d i a t o , f u é s e n s i b l e la m a y o r a m p l i t u d q u e en ella t o m a b a n l o s l a s a n t e r i o r e s , h a s t a q u e la r e f o r m a i n i c i a d a p o r J o s é P e d r o V a r e l a e s t u d i o s d e b a c h i l l e r a t o y la c r e c i e n t e c o n c u r r e n c i a de a l u m n o s a l a s en la i n s t r u c c i ó n p r i m a r i a t r a s c e n d i ó a t o d a s l a s r a m a s de la e n s e a u l a s . L a s l e y e s p o s t e r i o r e s de 1 8 9 5 y 1 9 0 5 m o d i f i c a r o n , m e j o r á n ñanza secundaria. d o l o s , los p l a n e s de e s t u d i o s y la r e g l a m e n t a c i ó n de los c u r s o s , " L a U n i v e r s i d a d y el I n s t i t u t o de I n s t r u c c i ó n P ú b l i c a — d e c í a p r e p a r á n d o s e a s í el c a m i n o de la r e f o r m a f u n d a m e n t a l de 1 9 0 8 q u e en 1 9 0 7 el D r . C a r l o s M a r í a de P e n a , e n t o n c e s R e c t o r , en 1111 d i s c u r s o o r i e n t ó la c u l t u r a m e d i a en o t r o sentido y dió a la S e c c i ó n de E n s e q u e e r a la s í n t e s i s b r i l l a n t e d e t r e s c u a r t o s d e s i g l o de v i d a c u l t u r a l ñ a n z a S e c u n d a r i a y P r e p a r a t o r i a , c o n v e r t i d a en o r g a n i s m o v a s t o y — a b r i e r o n e n t o n c e s s u s s a l a s de s e s i o n e s p a r a d a r n a c i m i e n t o a la c o m p l e j o , u n a i m p o r t a n c i a e x t r a o r d i n a r i a en el c a m p o de n u e s t r a S o c i e d a d d e A m i g o s d e la E d u c a c i ó n P o p u l a r . Y a q u e l l a s i m i e n t e cultura nacional. ] p o d e r o s a q u e el i l u s t r e r e f o r m a d o r de n u e s t r a e s c u e l a t r a í a de los D u r a n t e ese período, que podríamos llamar experimental, rigieron E s t a d o s U n i d o s , e s p a r c i d a p o r la p r e n s a a los c u a t r o v i e n t o s con s u c e s i v a m e n t e los d e s t i n o s del I n s t i t u t o los D r e s . M i g u e l I, L a p e y r e , m a n o p r ó d i g a , g e r m i n ó cn t o d a s p a r t e s d i f u n d i e n d o s u s a b i a n u t r i c i a Manuel Arbelaiz, Claudio Williman, Carlos V a z F e r r e i r a y A n g e l p o r d i f e r e n t e s c a n a l e s : el C l u b U n i v e r s i t a r i o , la F i l o - h i s t ó r i c a , el C a r l o s M a g g i o l o . Y f u é t a m b i é n en e s e p e r í o d o c u a n d o se inició la C l u b E s t u d i a n t i l , el C l u b P o r v e n i r , el C l u b P l a t e n s e , el C l u b C a t ó l i c o , c o n s t r u c c i ó n del m o d e r n o y c ó m o d o e d i f i c i o que es a h o r a sede c e n t r a l la S o c i e d a d U n i v e r s i t a r i a , la S o c i e d a d de C i e n c i a s N a t u r a l e s , la de esas aulas. l S o c i e d a d d e E s t u d i o s P r e p a r a t o r i o s , el A t e n e o del U r u g u a y . . . L a r e f o r m a de 1908 e n c o n t r ó n u e v a m e n t e en el D e c a n a t o al D r . " L o s e s t u d i o s t o m a r o n e n t o n c e s o t r o c a r á c t e r y l a s -tareas uniMiguel L a p e y i e . E l esv e r s i t a r i a s c a m b i a r o n de píritu de esa- l e y e r a aspecto; el ambiente c ompletamente revolusocial se i m p r e g n ó por cionaria. E s t a b l e c í a en t o d a s p a r t e s en un e s e f e c t o , el p r i n c i p i o d e píritu de n o v e d a d , de que l a c u l t u r a g e n e r a l i n v e s t i g a c i ó n , de crítidebe s e r p r o p o r c i o n a d a ca, de disputa, de lucha ; con t o d a l i b e r a l i d a d , al se s a t u r ó d e d o c t r i n a s m a y o r n ú m e r o de peravanzadas, expansivas, s o n a s , sin q u e ello india l t r u i s t a s ; de p i i n c i p i o s que u n a p r o p e n s i ó n o y de d o c t r i n a s científiun p r o p ó s i t o t e n d i e n t e c a s n u e v a s . E s t a b a n en a h a c e r f á c i l el c a m i n o todos los labios, en toc o n d u c e n t e h a c i a las d o s l o s c e r e b r o s , en t o carreras académicas. E n dos los c o r a z o n e s de los mérito a ese nuevo c o n estudiosos, los n o m b r e s , cepto, el C o n s e j o Dilas ideas, los s i s t e m a s , r e c t i v o de la S e c c i ó n la p r o p a g a n d a , l o s s e n q u e p o r tal l e y se c r eat i m i e n t o s , l o s i d e a l e s de ba, t e n í a c o m o p r i n c i los m á s notables p r o f e pal c o m e t i d o el d e s o r e s y m a e s t r o s del proyectar una división siglo pasado. de e s t u d i o s en d o s ci"Este torbellino, c l o s , el p r i m e r o de l o s e s t a a v a l a n c h a de i d e a s , cuales debería ser pup e n e t r ó en la U n i v e r r a m e n t e liceal, de g e sidad, marcando e s a n e r a l i z a c i ó n de c o n o c i é p o c a d e g r a n d e s inim i e n t o s y el s e g u n d o , ciativas y reformas, s u b s i g u i e n t e , con c a r á c señalando nuevos rumt e r de e s p e c i a l i z a c i ó n y b o s a la a c t i v i d a d de d i r i g i d o a las u l t e r i o r e s t o d o s en l a s c o n f e r e n Sala principal y empleados de (a biblioteca de Enseñanza Secundaria


n r

Ozcc/

n

inTEPvJOK_v

QQ Cereza l ร J2tcq

(-asir<3.

/ยกLlar-

'7la.cLom.aL


M f

O actividades universitarias que el alumno quisiera emprender. C o r r e s pondióle al Dr. L a p e y r e llevar al terreno práctico esa r e f o r m a , que entró en vigor el a ñ o 1 9 1 2 . Y en el m i s m o año aumentaba la importancia orgánica del Instituto con el establecimiento, bajo su dependencia, de los L i c e o s del Interior llamados a funcionar uno en cada capital departamental. Mientras tanto, el aumento estudiantil en las aulas de Secundaria continuó en una progresión tal que superó todos los cálculos. Y f u é menester, para descongestionar el edificio que, aunque nuevo, resultaba e x i g u o para los millares de ingresantes, establecer en primer t é r m i n o la Sección Femenina — que ha llegado en la actualidad a un estado floreciente y prestigioso — y luego, en 1916 — durante el Decanato del D r . E n r i q u e A . Cornú — que sucedió en el alto c a r g o ai Dr. Miguel 1. L a p e y r e — dos Liceos m á s , con sede en la capital, y que llevan los nombres de dos f i g u r a s de relieve en nuestro ambiente cultural: J o s é Enrique R o d ó y H é c t o r Miranda. Y , como esto no bastara, en 1920, por iniciativa legislativa del Dr. J o s é F . A r i a s , se echaron las bases de un Liceo Nocturno que, con los mismos planes y métodos que rigen en los cursos diurnos, presta un invalorable servicio a la numerosa f a l a n g e estudiantil que. reclamada por otros quehaceres, no puede disponer de las horas del día para sus estudios. E n la actualidad, bajo el Decanato del D r . A g u s t í n M u s s o , que desempeña ese mandato desde 1 9 2 1 , la prosperidad de la Sección se ha acentuado, con un m a y o r incremento en la concurrencia de alumnos y un positivo mejoramiento en todas las instalaciones y material de museos, gabinetes y laboratorios, que contribuyen a hacer más fácil y proficua la enseñanza que se dicta, tanto en el ciclo liceal primero, como en los posteriores preparatorios de especialización. J u s t o es a g r e g a r también que uno de los f a c t o r e s m á s señalados de este impulso — sino el m á s destacado — deriva de la ley nacional, dictada el a ñ o 1 9 1 6 , que suprimió los derechos de exámenes y matrículas hasta entonces en v i g o r , estableciendo la a b s o l u t a gratuidad de la enseñanza cn todo el territorio de la República, extendiendo así a la Universidad un beneficio que hasta entonces era patrimonio exclusivo de la Instrucción P r i m a r i a .

Los planes de estudios L a ley orgánica de 1885, que creó la Sección de E n s e ñ a n z a Secundaria, no establecía modiEdificio que ocupa ficación a l g u n a en los regímenes de estudios existente, cuando las aulas de esos cursos estaban anexadas a la Universidad. E s a r e f o r m a f u é objeto de una nueva ley, sancionada el 25 de N o v i e m b r e de 1889, que determinó la exigencia de un exámen de ingreso en el que era preciso acreditar suficiencia en G r a m á t i c a Castellana elemental. G e o g r a f í a de la República y descriptiva, elementos de Historia Nacional y Aritmética, hasta el sistema métrico inclusive (exigencia que aún se mantiene en la actualidad) y fijó, además, un plan de enseñanza, con duración de seis años, al cabo del cual los alumnos podrían obtener el títu o de Bachiller en Ciencias y L e t r a s . Comprendía ese plan las siguientes a s i g n a t u r a s : — Aritmética, A l g e b r a , Geometría y T r i g o n o m e t r í a , C o s m o g r a f í a , Física (dos años), Química, (dos a ñ o s ) , H i s t o r i a Natural (tres a ñ o s ) , Historia Universal (dos años) H i s t o r i a Americana y Nacional (dos años), G r a m á t i c a Castellana (tres años), Latín (dos a ñ o s ) , F i l o s o f í a (dos a ñ o s ) , Literatura (dos a ñ o s ) , F r a n c é s (tres años), Dibujo Lineal (dos a ñ o s ) , Gimnástica (cinco a ñ o s ) . Se establecían además bachilleratos especiales, limitados a cuatro años, para los aspirantes al ingreso a la F a c u l t a d de Matemáticas, (Ingeniería. A r q u i t e c t u r a y A g r i m e n s u r a ) y un bachillerato de tres años, más limitado, que comprendía solamente F r a n c é s , Aritmética, A l g e b r a , Geometría y T r i g o n o m e t r í a , F í s i c a , Química, Z o o l o g í a y Gimnástica para los ingresantes a Odontología. E s t a organización se m a n t u v o invariable hasta 1906. en que se modificó el plan de Bachillerato General dejando subsistentes los de las entonces 1.amadas carreras menores. P o r el nuevo reglamento, en efecto, se ampliaban, llevándolos a cuatro años en lugar de dos, los cursos de L i t e r a t u r a y se creaban un curso m á s de F i l o s o f í a ( P e d a g o g í a )

{¡-{¡no

c/e/V

c J c f

C e n f e n a r r v o

Vpagaayo

y otro de H i s t o r i a U n i v e r s a l . T r e s años m á s tarde, por ley del 14 de julio de 1909, se suprimió la enseñanza del Latín en la Universidad, y , dos días después, una nueva ley establecía, en su reemplazo, la ob.igatoriedad de la E n s e ñ a n z a del Inglés. Sin otras variantes, este sistema mantuvo su v i g o r hasta que se aplicó, con la iniciación de los cursos de 1 9 1 2 , la ley de r e f o r m a orgánica de la Universidad, sancionada el 31 de diciembre de 1908 y que es la que todavía rige el funcionamiento de nuestro primer centro cultural.

E l espíritu que presidía la nueva r e f o r m a — y a lo hemos dicho — era enteramente revolucionario. V é a n s e sino las ideas cine expresaba el Poder E j e c u t i v o en el m e n s a j e en que pedía su sanción a la Asamblea Nacional: " E l P. E . hubiera deseado desde y a suprimir la enseñanza secundaria oficial por que tiene el convencimiento de que el E s t a d o no debe suplir ni hacer competencia injusta a la iniciativa privada, cuando ella se revela con suficientes e n e r g í a s para cumplir satisfactoriamente con un servicio de interés social, y hoy y a se puede a f i r m a r que no está lejano el día en que se lleve adelante, por uniformidad de opiniones la r e f o r m a que consiste en limitar la acción del Poder Público, de simple vigilancia a las escuelas particulares y cuando más a intervenir en el plan de estudios para darle unanimidad, j u z g a r en las pruebas de suficiencia y e x i g i r la enseñanza práctica de ciertos conocimientos. " E l P. E . por el momento 110 cree oportuno p r e s t i g i a r la realización de esa r e f o r m a radical, que se basa en el principio de l i b e r t a d ; no obstante, la facilita para dentro de a 1 g ú 11 tiempo, asegurando el t r i u n f o de ese ideal al dividir los estudios en P r e p a r a t o r i o s y Secundarios propiamente dichos. " C o n esta subdivisión se obtendrán también grandes ventajas, fine consisten cn 110 hacer trabajar a las nuevas generaciones más que lo indispensable para e j e r cer con plena conciencia las profesiones superiores, evitando el cansancio intelectual antes que el hombre se inicie en la verdadera lucha por la vida. Y a hace más de un siglo que Fortoun r e f o r mo la escuela única, implantada en la Universidad fie Napoleón, para hacer dos B a c h i l l e r a t o s : el tle Ciencias y el de L e t r a s , y nuestro pais, que asiUniversidad de Mujeres , facilidad todos m j l a C on * los progresos, mantiene la r a r a anomalía que exige al que aspira a ser abogado, la m i s m a preparación en la Química, Física e Historia Natural, por ejemplo, que el que obedeciendo a tendencias de su espíritu tiene la intención de ingresar a la Facultad fie Medicina. " I n s t o es que en los primeros años fie ingreso a la Sección todos los estudiantes se encuentren en las mismas aulas, para recoger en idénticos p r o g r a m a s aquellas enseñanzas rudimentarias de las ciencias y de las letras que es conveniente posean todos los ciudadanos y que son indispensables para el ejercicio de cualquier profesión, pero después de transcurridos tres o cuatro años y cuando están bien definidas las inclinaciones de sus temperamentos y que pueden saber donde v a n ; esas intenciones deben propendizarse con a r r e g l o a la idiosincracia de cada u n o ; si el estudiante tiene amor a las ciencias médicas, lo que se impone es que preste su atención a los conocimientos que lo harán más apto en el ingreso a la Facultad fie Medicina, y si su espíritu lo lleva a las M a t e m á t i c a s , la enseñanza de los problemas de la ciencia de Pascal es la que debe p r e f e r i r s e para el f u t u r o alumno de la F a c u l t a d de Ingenería, y si se t r a t a de un elemento pobre que no puede proseguir l a r g a s c a r r e r a s , porque tiene rápidamente que solucionar su situación económica o si es alguien que por naturaleza no tiene inclinación al estudio p r o l o n g a d o o no posee capacidad suficiente para las carreras l a r g a s , lo conveniente es que no f r a c a s e como sucede hoy, y se retire desmoralizado de los centros de enseñanza, y p a r a eso es necesario que t e n g a abierta las puertas de las E s c u e l a s de Comercio, A g r o n o m í a y V e t e r i n a r i a , fine le permitirán seguir una carrera corta pero bien útil p a r a la sociedad en que vive. " D e ese modo se llenarán las c u a t r o condiciones que J u a n M a r í a


/ ¿ f / / / > r o G

c t e f <

d c í

Q¿// f c / i c m b Vp(/(JUCJ//J lia Natural (Iré» hora»), llintoria Ainericaiiu y Nacional (do» hora»), l i n d e , o Alemán (lie-, horiinl. Física (lien llura») y KJcrelelo» l'l»lcn», Tercer afto: Idioma y Nnclone» de Literatura (tren hora»), Matemática» (tren hura»), Primeé» (Iré» llura»), Ingle» o ; Mcinúii (lien horu»), l inica (Iré» hora»), lll»loria Universal dren liora»), (Julmlea ( l i e . llora»), Comercio (lie» hora») y Kjerclcln» Físicos, Cuarto afto 1 Idlunm Cante II111111 y Lileruturu (tre» hora»), Matemática» (Iré» horu»), l'ntiiee» (tre» liora»), Ingle» o Alemán (Iré» horas), I listona Universal (lien llura»), Uiiíinii'u (tre» llura»), lu iliinli'iu» (lien hora»), Cusinugriifld (do» hora»). Morid e Instrucción Cívica (cuatro hora») y Ejercicio» Fl»leu», |,a iipi'uhucli'in en lo» exámene» I i|ue cuiupi'riiden lu» euutro ufio» del ciclo de línseftunza Seeundui'la, bu bilitu lll enluiliunle 11 lngi'e»ai' a lu» cumo» preparatorio», Se eucuenlru iiilemá» en cundlelune» de ritmar lu» estudíu» «uperlore» de Nulurliidu, Comercio, Agronomía y Vetcrlna ríu, carrera» e»ln» i|ue no llenen preparatorio» previo», La terminación del primer ci clu liceal de cuatro uftu» trajo lililí rejuda, cuino consecuencia lógica, lu liileluclón, en mili, de lu» enr »u» de preparalurlo», I,un plañe» pura lu» minino» que nuil lo» que cnnllnitan rigiendo en lu ac tiialldad fueron nuuciuiiado» pur decreto del I," de lebrero del afto citado, enlabh'cléudone lu »lguicil le distribución de materia»: /'repuriiínrii»* pura «Med/eúMI,— Primer uftu: (Juinili'u, Pialen, lll» loria Natural, (Zoología, llolAnira y Aii(i'opologlu), Flaneé» o lu ule» 11 Alemán y Pllmolla, Según (¡o afto: Ouliulca, Fl»len, 11Uturln Natural, "lln»ofla y Literatura, Prefiiirutorio» pura Aliotiiiohii— )'tiiiic 1' ufto: Historia Universal, l'ilunofiii, Lllerulurit, Curso» Sin ( é l I c o » (Teórlcu prácllcu») de Ciencia» l'l»leu Nuluritle», Frau cé», Italiano o Inglés o Alemán. Segundo uftu: lll»lorlu Unlvl-mal, Filosofía, Lileraliira, Cumo» Sin tétleo» (Teórico práctico») de Ciencia» PI»lco Nlllurale», e lll» loria Americana y Nacional, Preparatorio* para Inutnitrla, Primer uftu: Nevl»lún v Amplia clún de Maleinállea», Dlbtiju, l'l sica, Oiilmiea, i'Hn»u(la, l'raneé», Ingle» u Alemán, Segundo uftu; Uleinenlu» de Algebra Superior (ieuinelrla Anullllea, lílenienlu» de Ciennieli'ia Pruyectlvu y Den crlpllvu, Mecánica lilentenlul, l'"i nica, l'llomifia y i.lterului'ii, Prejitiratliriiiii pura /I '</11J11>e[N• r«, Primer afto: Kevlslón y Aiu plllicióil de Matemática», Miníela iln, Dibujo, l'ruiieé», luglé» 11 Ale tn/iii, Seguniio uño: Klemenlu» de Algebra Superior y (leunielrla Anallllcn, l'Jenienln» ile (ieoine tria Prnyecllva y Denerlpllva, Me cánicu Klemenliil, Modeludo, Di IlUjo, l'refiuriiturwtr pura A ,jinit i<n• ti• ra, Primer afto: Revisión v Aui iilluelúti de Maleiuátlcas, ílibuju T o p o g r á f i c o , Ampliación de (leu g r a f í a 'le lu Kepúlilleu, l'lsleu, Franeé», luglé» 11 Alemán, Según iln afto: Klemenlu» de Algebru Superior y (leimielrla Anullllea, Ulemenlo» de (¡eotuelila l'rnyec tiva y Descriptiva, Dibujo topo gráfico, Mineralogía y lieulugla Arrlbal lili,lint»,» i(c 1» Ualvrrili(»it tí, Mu|,f,i CiismugritOa, /('a ti tttllml CLSAFL df t ' u l i , Pr*jiiiratorl<iii pura Furnuiúíii,— A halo 1 CI»m <(' \*Utr*llá ilii hlloi va I» Uiilv«riil(i»d d» Mu|rrvn

tllilini (pieria p:irn la Ku»eAaii/a Secundaria; lll primera, Cúmplela! Ion cuiiocíttiiciito» de Irin escuela» elenicntule»; la »cgunilu, eolocur u lun j ó i r t i e » cu coinliclimc» dr »egulr un curso técnico o cuitterciul, poripie mucho» de ilion entán obligado», ile»puí» di- tre» o cuatro ano», a ilrjnr lodo estudio para entrar en una c u n e r a pro(r»iuiiuli la tercera, educar e| «cnlhnieiito, ennoblecer el alma de l i » jóvciie», elevarle» nobre lu» preocupación!-» vtllgarc» ilcnrubrieiido en ello» la parte ideal; la cuarta, una dintribucii'in de Jan materia» de tal manera (|Ue la» lllá» uece»ar¡u» y lu» má» cflcace» para conseguir lo» fine» (pie oe acabatt de exponer, c»teu colocada» en lo» tre» o cuatro prl mero» afín» del ciir»u"

l,o» término» de la ley dieron lugar a largo» debate» en el «rito del Consejo de Kii»efianza Srcun daría y Preparatoria ipic por la iní»iini »c había creado, pudictido recién »onieter»e, a fine» dr loto, a la «unción del l'oder Kjccullvo, el proyecto de plan de e»tudío». Aprobado éste, »e entró de ínnicdiuto cu la dinctulóu de mi* déla lie», olitrnicn(lo«e lu «¡guíenle di»trilaición de asignatura» para lo» cuatro afin» fine coli»tituycn c| ci i l o liceal o «le l''ll«rftuil*a Srcun dariu propiamente dicha,

Primer afto:

Idioma Caite-

llano, Matemática» .(''raneé», l l i , loria Natural, Dibujo, lli»tnrla \inericana y Nacional, (•.engriilia Dc»criptiva y '',imna«in. S e c u n d ó afto: Idioma Cu» lellnno, Matéinntica», l ; runcé», In glé» o Alemán, Dibujo, H l l t o r i a Natural, G e o g r a f í a f í n i c a , Hiatoría L'nlvemnl, l'i»icn, (Julmlca y i ¡imnaila. Tercer a ñ o : Idioma Cunte Huno y Literatura Kstiaftola v Ame rícana, l'ranr é», Ingle» o Alemán, Malenn'itica», Dibujo, L''í»icu, IJIIÍ mica, Hlutorla U n f v e r i a l , Hlatorla Natural, T a q u i g r a f í a y (ilmna»la. C u a r t o afto: Lileruturu, l'runcé», luglé» o Alemán, Diluí jo, lli»torin Uiilver»nl, l'ílonolíu, Cunmogriiflii, limlrticeión Cívica. T a q u i g r a f í a y C,imnu»la, l'or el decreto i|ue aprobó enta dínlribución de e»tudio» el jit de octubre de lijl I »e fijó también un iníníino de doce afto» para la edad de ingrc»o a lu Sección y con lu iniciación de Ion elimo» de W I J , el nuevo plan entró en pleno vigor ile fiiiicionamieiito, Coca» non lan variante» ulte riore» fjnc bu «iilriilu lia»ta lu le < lia. lín l'tlf', »e «iiprhnió lu en»e flnn/a de lu T a q u i g r a f í a por conniderarne que lio pre»taba lo» re «ultudo» práctico» que »e haliiait I «pirado y en l ' j 17, muntenlen do «ieinpre lu e»ein iu del pian pi i niitivo - »e niodílicó la e*leit«ióii de ulgunu» u»i((iiuturu» y »e 11 Iteró la colocneión lie otra» en el ciclo de ent lidio», lleg/llldone II lll »ígllieu te di»llihin ion i|ile en la i|iie rige en lu iicl nulidad, Primer afto: Idioma Ca«telluno l e n a l r o llora» «emanale»), Matemática» (cinco horu»), l'ran cé» (trio hura»), Dibujo (Iré» llura»), C,en|(rulia Descriptiva (Iré» liora»(, llintoria Natural (lie» liora»), llintoria Ainericanii y Na rionaf (lre« horu»), V Ejercicio» l'lslcn», Secundo afto: Idioiuu Clintellauo dren lloran), MutcmíUirii» (euutro lioru»), l'runcé» (tre« lio ru»), Dibujo (tren liora»), ! l i » l o

m


O Afín único¡ lll*linlu Nutitviil, l'"l»lcn, Uulinlcn, l'rmicr*, Ingle» n AI r m i'i 11, l're/mniturioi p.iru Odniifiilni/lu. — Alio único: l''íalcu, Oillllllcn, Kriincé», Ingle* o Aleiniin. I,<m

«Klímoiuin

('uujuntuniruli* ron lit fumlucióu de ln Wnivrranluil, m i r ó l'll vi yin 1 , como coulpi'ohui'lón de eatuillo», rl »l*teuiu de examen Indlvl dual, Durante ludo el priiic*ii evolutivo ipu* *c iloiirrolló ilc»i Ir l«,|li a iHKt;, el método de nuilralnr lio varia, Calcada ln euacfiunzii rll I H ' I alalruina <II uuur I II rl vlcjti intuido, iináliiuiri lnrnui Iniulilrn Illa l'll j Q u ú i c e

ef/Tas

c/c

\^?\y!cü

Ai romtirrftteiA,

. e/e t/tt/nnoj

CttrJOi ftr >¡.1 /1ii> f i f i H/tnUtMt • />>>!>* /'.* /¿/i//Vií'rf .r "jr'Ar ,/é /-J,V /000 <1 ll'l'

fl ) .'(>!'

s A'i

IM

.iji'o 4>Ji'o 4M0 .Uno tjJflO 200s>

\vf fjflfi fÜL't'

i vi 7. ni) ivi ion i9io ioi/ mi in® m ¡vi Mr i'"^ m iw»

i iu'lcrl»llcu» de la* prueba» filíale*, lliilm alumina iniiillflcaclour* de procedimiento, a Iruvé» ilc Ion nílo», primando yu rl criterio dr lo» exánime» orille», yu el di* lux e»crll<>», va rl dr lo* ntlxlo», p'Tti mili «1*1 leudo niempie In Idea illl'ccll'lz ilrl cxiínieu pnr iniilcrlu, Recién en HJ05 «Icililn i'rcliii' dr lll I hllvcr nlilml rl I Ir. Killllll'iln Accvt'dn y llrriinn de ln Sri'rión rl I Ir, t'nrlii* Vil/ l'Yrt'cll'H ruin lilcdú mili modificación íiniiliimt'iiliil ni r*o* pruerillililciitu», mil lll aplicación dr In* rxniiiTiii'luiic» dr rxiinieurx pnrii aquelln* alumno* rcglauienlnilii* cuyo eninpiirliiuilmln iliinmlr rl aflu ncrnlltiira rniin cimiento* y enpitelilllilc* lillallinlc* puní puaiir directamente 11! cur»n Mlpri'lul', Uii/niirH 1111 drpriidli'iite* ilrl ItiilUculible viilnr IntrliiNcco ilrl lluevo alaterna e Imputable* iiiii* lilrn 11 defecto» dr aplicación liicnfiiprcimlóii del iiilniini, Influyeron liara ipie in|iirl n tnilu» In* priivri'liii*!)* ri'Mllludn» illtc ilr rl *r r»|ii'rabau, Y nal, ni rnliii ilr trr* iiflux, rl ciikiiyn ar dió pul' tmilllliiilii, viilvlrnilimn lll H Í I I I C I I I I I nnli'i'lui' ilr lo* exíiinciica iiiillvliliinlr*, que continuó rí^lcuiln lilinlll el lifln l'll I. Lll iiplli'iirli'in ilrl nuevo pliui, ill»|ilir»ln por In ley rciiruiiul/niloru dr lyiiH hizo Mii'iflr mi iiiirvn pi'iililcilin. líl iiiuiiriiln eiiiuíilernhle dr a*i|/iiallirn* culi i|lir *e i'iil'li|nrrli'i In rnarlinn/n «ri'iindlll'lll, ll'lllll iipn l'rjiiiln 1111 Kl'iivr liii'iiiivriilriilr ilrl'lvndo ilrl ynili iiúiili'l'ii dr rxiliucue» que di'liliui p r o t a r In* 11I111111111*. I'ai'ii nbvlnrlu proyectó y llevó II lii práctica, 1111 iiurvii *l*li'inu dr riiiilriiliii' 1111 ni lim ulliimiii» II kIII liiruliiilii* (In* lllii'r*, lilcjniln* del i'liiilnll'11 y *ltl tilliyiirc» liulcrrilrn Ira, no 11111 liim ofrecer 1 'Ii'u pi'ilebu dr *ti* nptltllilc* i|iir In derivada drl mill^un rmiliten 1, L11 i'ryliiiili'iiliii'lóii lilrinlii i'*lltbli'i'lii, ni fluid drl i'iirmi, nuil prnr luí |ílnlinl ile riiiijiinlii |ni 111 Inilii* In* u»lunattii'a< ilr| afto y en cuya riiíliliiirli'iii di'blit primar, I1111I11 o inri» i|nr In *uílrlcurla i'evrlniln nulr rl liilillliiil, rl riiiiipiiiluiiilrulo drl iiliiiiiini, illiranlc el periodo e*i'nllil', L(*lll I ' 1 ' K I I I I I I I ' I I I M I Í I ' I I I DILL'1'1 en v l ^ I I L 1 i'iiltjilliliiliiriilr culi In* nnrvii* pllilie* ile i<li*i'nmi/,ii «rriiiiiliiiiii y *iib«lwlió 1111 *111 r| Milu njjn, I1',11 IIJJI, *e Implantó 1111 1 >n><-<<• 1 i 111 le 111• t mUln, ipir Irnln iilun ilrl rxiuiini dr Cnlljnillii y iil^n ilrl liiillvliliinl, pilé* *r l'i'i'llilllii lll* priirbun pnr t'lllpn* dr lllllll'l'lll*, lili nilii NI 11IIIllr 111(' illlli'i r * l r i'll*liyn i|lle *c IT vnci'i en HUJ viilvICIIIIIi*r n lili »l>lriiiii bll*lllllti' lllllíln«ii ni dr HilJ. luir* de iii'liei'iln culi In iiurvii llluilKliiii'iiill, iinr i'nnlliliui rlxli'iiiln en III iirliiiiliiliiil, lu* iiliiniiiiix i'i'uliimi'iiliulii* i'luili'ii 11 fin dr nrui muí pnirlili linlrii, I,M úillrn illfrri'lirlii xenxllile milirp rl lilitrilni' rxiliiiru ({lulilll rrxlile n i el lii'i'lln di* i|iir, i'lllilliln el r*linlliliiti' l'rvrlii ilrll i'leni'lll en lili iiúnirni dr li*l|jlilitiirii* I I I I C 1111 punir *ri' niliyur ilr t i ' I ' * , (li'bcrll rnpi'lll', l'll lili prilniln M I I I B I H I I I C I I I I ' I I I plirtr <lr rxiinirn ipic ciin mu 11 uiiilri'lii* ni' rclncliiiiiiii, T111I11 miinln licinii* 1IÍ1 luí, *r refiere rxclii»lviiiiicntc 11 In cu*!' ñiiti/n xi'Ciinilni'lii, l'nni In* piTpIII'Iltiirln*, n i inuililn, rlyi' el nUlriiiu dr |n* C H A I I I C n* iiUliulu*, muí piirlc tcórlcn muí y nli'ii pníi llcn cncrltn 11 cxpril lilCIltlll, Ni'Ulill lll iiiilnli' dr lll ||*I^un111111, l'ji c*lil fiiiuui *r vl|jllil In picpuniclnii ilc In* i'ftliiillnulr* y *c cvl In i|iii' Inui'CHON dellclciittnuciil 1* pi'cptti'itiliiN, 11 In* iihn* iptc Ir *l|jiii'ii.

flfípo ( Á ' í c/c/'*'

O

-//fi'/K/fVO (S/-'(/t,hj</y>

L o » OHtnblflciminntoB «In on«nnnu/.n «ni lu l.n S o c r i í m

Kc|i(iblicn

Cnntml

Ante» de III priiiiiiil){iii'li'iu dr In Iry dr iHH;,, lu limlruirlnu »e ciiiuliirlii y pi'cpiiriitni'lii, fiuuiubn *r|/úu *c Im cxpirimln 1,11 iinrxii ilc In Uiilvi-rxliliiil, Ciiujiiiitnincntc cnn rlln, , ini .l.idó dr lu vlrju "Cu 11 11 dr K l c r d c l u x " cn lu cullc Suniiull 1 • ,|iiin 1 M I U H I , U un Inrul que *c hliblílli'i cu lu ciil'c Urtlgliny cutir In . <l< I '<uivi'iu'lúii v Anilicy tliny Kln Itniiiiii), Allí lu ciicniiln'i In ley nniliii cllutlii, i|iic c*lulilrcln mi iii'Klllll/liclón cniiin luxtltlltii lliilrpriidlruli Sin rlubiii'Kii el ni'inicni de 11I111111111* i|iic inuciinliiii ruliinr, . .1 luí* iiiicvu* uiilui el» I I I I I lliiilluilii C I I I I I I I I I I lu xcccli'ui ciuiiru/i'i 11 mbiiii vliln propia, y lu* primera* iiccc*liladc* ilr la minina tan inri 111 lu , i|iir un I I I I I H I inriicntcf ilc ili'*pi'i'iidrr«c ilc ai|iirlla luirla, l'iin *nln j i n CHtlldlluitc* cniitaba ciltiuicc* lu xcrclón, y de c e iiiinicl'ii erren dr un Irn ln cataba fiii'uiiiitn pul' In* tilín'*, nuc cniiciirrlau a*lilitiiiiirnlr a clu*c* y i|Ur pnr tautn un n'nuriinn lila,vni'c* cxlurnclu* dr lucid, t'nll I re* Niiinnc* cu rl edificio dr In cnllr UniKiin v, »all»laclan*c tmln* In» apremio*, \ un fiiri'on r»tn» iiillclin Mliiyni'c», piicn» afín» nui» tlil'ilc, rilando lu llulvci'»ldiii| (y la HPCCIÓU con cllnl li'iiii»pui'tó nii xeile a un nuevo local rn la calle ilur^uay tliny 1'ariiKiuiy), cutre la* de Cerní I,lililí y tirilla» del l'lutii, Al licuar el iilin iHij| rl liici'rnicutn ilc ullliuiln* cn Illa Iniculluilr* ilr Mlilrniiillrna y llrirrhti y cu la Srt'rlóu dr Ini'trnuu/n* Scciiniln iliiii i|uc ciinipai'lliiii cu cinijiinlii lu nilauiu ardí Iiublii lin liii lillatuntc »rll*iblc pnr cuyo motivo lili' prcrUn Iniarllllra lillrviia uln jiiiuirnlii», V por d r c i r l o drl jt\ dr Jiilln drl año ctlado paannin n nriipai' rl edificio <|uc f u r i a lintel Narlniial, rll lu muu/niiu rnmpi'cii diilii cnllr lúa cnllr* ( Y n l t n , llái'arua (hoy In^enicrn M n i i t i \ m l r |, l'lrili'll» v l'aluuiiuc» (hoy Jlliui I,, ('ucainal donde rcnltlrn tndavla lita l'uciilliidc* dr luuriilcrlu y Aii|ullciiuni ilrrlvadiia dr la anticua Iniciiltail de Miilriníillciia, l'.ll el lllirvn Incal, ilimilr lu «crclnii dlapniila dr iinu pluiilu cuín plrtii, ar Inició lu ni unid/ni ii'ui dr lu Itlbliilri n, lili nuiplln (iiilil líele de l''l*lcu, 1111 Laboratorio dr Huinilra, y 1111 Muacn de lllalnilu NIIlIIl'lll. Kxllfcucill* (Ir raparln un lirl llllt Ict'iill allí Clllblll'tíll iplr catoa iii'uiinlaiuiia alcau/araii lu atupliliuf dcbltln, i|uc n elcn ac luí loyi'ailo cu rl rillíleln propio de la Srcrlóii, Lll riiiialiui riiiu dr lu arde ili'flnltlvu fur ciiiialnulc iiulirln dr lir> aillnrliladc» lllllvri'altai'lll». Vil, rn illrlrinhir dr inn|, ar huilla oble nlilu lu «unción dr lililí Irv i|llr ailjmllcalia a In Uiilvcralilnil lili Iri re 110 flacnl cumprciidldo uniic lúa cullrn l.nvulicjn, Vnro, Ulvcni i ('ni nuíi (Iniv liiluarilii A r r v r i l n l , pura coU"li'iili' cn cau 1 rl cdl lirlii ilralI11111I11 11 lúa imilla de riiarniiil/na Si'i'iiliilni'ln, l'ni' lu nilainu ley »c nrbltrabaii i r i i u a n a puní llcvnr 11 cubo laa CnllatrlICI'liillca lllllll'lllllla, AllcllUa llllclllillla i'illl'i, llr nrllrl'ilii Con lll* pimío» fni'iiiiiluilii* pnr rl Arquitecto St, A l f i n l o June» llriiwu, »c uilvli'lli'i i|iir In ciiiitliliiil viillula un 11I1 uii/,ilin pniu cubrir lie, prliur nía criiyucloiic», ilcbldn u i|ur In» crtlculn» liablan aldn heclina cuando J ^ J S f u o i f í f í T r j , £r¿¡jvrji'iruti' frxu/Mrtu/a QV r^jPüUW)/Otijr/ , — (O tot r / i*«r '•> ntM't. J.H oiinmiMi /'i" 1>r i*n1'<' vil/tfw.u rr<\*it rn

,

/« lllt

mMM.

lililí 110 cxlalliiu loa plano* iiicncl ulna y, Jim coiiai((iilciile, «r habla ralublrclilii lili prccln llr díalo I I I I I V pul' ilc ilrbaju llr lu rcalliliul, Nuc vu* U C » I | I I I I C » ilcblcroii puc» irull/nrac, i|iic encoulrai'nii la I I I I I * In vuraolc iiri'ulilu I C K U I I I I I V I I , |unllrinlii a*l li iinliuuac la obra cu tmln lu ainplln prnypelón qua liahla «Ido priiiíi'ftiiiiidtt, I , I I liiailHiliiii II'III lll'l iillcvi 1 rilKli'lo ac I'cnll/ii rll acto «nlcllllir \ iiúbllcii el JJ de u/11 Y dr Im Iluto riiln'i u (iiiiclniiar cu rl lll Sci'l'lóll, ('olíala rae local i|iii' ra anlr acliinl dr lúa nlli IIIII* cciill'lllc» del ilccmiiito, ilr parle ilc la» aula» dr «cciuularla y de toda» la» de prcpariituriii dr do» pínula»! lu nllu, culi ilir/ «aloiira y lu luiju m u quince, IÍ11 lu primera calíui lii«laladn< el (iablnctc dr l'lalni y el l,u


fifpo

O

c/e/V

def

Cenfenc/rvo

—V7*u£tuayo más sindicado y la progresión mayor, a pesar del numeroso contingente que restaron a la Sección Central, a la que se refieren estos datos, los Liceos Departamentales, la Sección Femenina, los dos Liceos Diurnos de la Capital, v el Liceo Nocturno, con asiento tambión en la Metrópoli. En la actualidad, el número de matriculados es tic 1684. de los cuales 855 cumplen el ciclo de enseñanza secundaria v 831J cursan los distintos preparatorios. Asisten además a los cursos, "con carácter de libres u oyentes, entre los dos ciclos, 1094 alumnos, lo que da una cifra total* de 2778 estudiantes que concurren a la Sección. ' ., Para atender la dirección de estas clases, cuenta la Sección con un cuadro de 13o profesores, de los cua'es 28 son catedráticos titulares y el resto o sean 102, encargados de grupo. F o r m a n también parte del personal docente seis J e f e s de Trabajos Prácticos de Física, Química e Historia Natural respectivamente (dos por a s i g n a t u r a ) , tres avudantes preparadores en cada una de esas materias experimentales v veintidós ayudantes de las clases de Matemáticas e Idio-

boratorio de Química, las aulas de estas materias y las salas para los ejercicios prácticos y experiencia de las mismas asignaturas. Existen además dos amplios salones de Dibujo y la Biblioteca de la Sección. De los salones de la planta baja trece están destinados para las clases teóricas y los dos restantes para la enseñanza del Dibujo. Radica también, en esa planta, la parte del Museo de Historia Natural donde se realizan las clases prácticas. E l resto del Museo, usufructúa un pabellón separado, construido este año. Se ha inaugurado también, en 1924, un amplio Gimnasio anexo al edificio, levantado bajo el contralor de la Comisión Nacional de Educación Fisica y de acuerdo con las más modernas exigencias en la materia.

L o s Museos y Gabinetes experimentaron, merced tanto a las comodidades del nuevo asiento, como a la diligente preocupación de las autoridades que han regido, en los últimos tiempos los destinos del Instituto, un mejoramiento continuo Pero, donde este f u é más L a orientación de los alumnos egresados de la

Sección de Enseñanza Secundaria y Preparatoria

Cuadro de los pases expedidos durante

los últimos diez y siete años A N O S

D E S T I N O

Medicina Medicina . . Firmarla . . Obstetricia . . Odontología ( 1 ) Derecho Abogacía . . Notariado . . M a t e m á t i . a » (2) . Ingeniera . . Agrimensura . Arquite tura . . . V e t e r i n a r i a 13) . . Agronomía ( 1 ) . .

I90J

. . . .

34 1C 6 14

. . . . . . .

8 33

TOTALES III 1^1 131 lll

31 16 70 41 13

12 14 24

84

1912

1913

39 12 16 1»

23 14

39 24 8 39 1 1 0

32 29

10 2

14 3

38 lt

15 3J

86 45 29

25 12 57

89 69 64

1915

1916

95

50 23 4 24 101

55 21 10 62 148

18 1J 40 120

98 4 5 49 156

i; .0

25 45

39 23

30 26

31» 27

1914

1911

1910

12 39

43

8 1/

II 27

7

7

12

28

12

149

179

167

229

173

210

183

6 2

62 8 26

"S

16 13

20¿

119 11 6 38 174

66

54 44

98

30 11

3

10 12

1.22

1923

155 31 24 2 1 0 2o

54 197

125 23 23 171 58

47 102

62 (¡4 126

61) 73 1 3 3

21 7

~9

85 13 16 53 167

294

263

1 b 21

1920

1919

1918

56

244

28 10 7 5

103 16

31a

34 9 2 5

15 7

22 23 3 8 418

3/3

U24

1925

166 20

157 38 42 237 25

52

53

48

72 124

93 146

73 .121

17 8

15 8

25 14 1 3 412

127 15

23 26 5 II 39/

8 5

13 29 2 8 435

A [iirUr del «ño 1922 Ies c u r s o s de Odontolog'a se segregaron de !a F a c u l t a d de Medicina, creando con ellos una Escuela Independíenla. L , J ' j . u.tad de S l a i e u i á t l . a , se dividió e,i 1915 en las de Ingenier a , (Ingeniería y Agrlnien . u i a l y Arquitectura. [Mirante l<« año* 1916 - 191,' - 11,18 y 191», solo Ingresaion a V e l e r . n a r . a les a nimios que rindieron un examen en la misma Escuela. P e 11*11 a IflfO, se Ingresó a Agronomía ron un examen rendido en eso I n t i t u l o . -

111a Castellano cuya tarea es la de cooperar con los profesores en la corrección de los trabajos escritos que, obligatoriamente, f o r m a n un tercio de la extensión de los cursos y reemplazar a aquellos en los casos de inasistencia.

sensible y acentuado es, sin duda alguna, en la Biblioteca de la Sección. Cuando ésta se constituyó, como entidad propia, en 1885, contaba apenas con varios centenares de volúmenes. Nueve años más tarde, en i8y4, cuando se reorganizó en el local de la calle Cerrito, ¡legó a tener en sus anaqueles, según las estadísticas de la época, 2471 obras. E11 ese edificio f u é amphándose paulativamente, llegando, en 1904, a la c i f r a de 8678 ejemplares y , a fines de l y i o , cuando se aprestaba el traslado a su moderna sede, a 11.463 ejemplares. F u é en esta última donde, merced a las partidas que se destinaron a acrecentar su propiedad, que la Biblioteca ha asumido un carácter en amplia consonancia con los servicios que atiende. E n efecto, en un período de quince años, ha quintuplicado su acervo, poseyendo en la actualidad 50.211 volúmenes, así distribuidos: L i t e r a t u r a : 18.843; Historia U n i v e r s a l : 6.481 ; Historia Americana y Nacional: 6.263; Historia N a t u r a l : 2.998; F i l o s o f í a , Pedagogía, etc.; 4.756; C o s m o g r a f í a : 1 . 2 6 5 ; G e o g r a f í a g e n e r a l : 1 . 3 8 1 ; -Matemáticas; 9 5 2 ; Q u í m i c a : 1 . 0 5 5 ; F í s i c a : 3 . 2 3 1 ; G r a m á t i c a y L e n g u a j e (diversos i d i o m a s ) : 1.290; E s t é t i c a : 9 5 2 ; Asignaturas v a r i a s : 4 . 7 1 1 ; Diccionarios: 1 . 1 7 3 ; y 6.051 R e v i s t a s . Los servicios que esta Biblioteca presta son invaloraAsistencia

Los Liceos Departamentales L a Enseñanza Secundaria en todos los departamentos del interior f u é siempre una constante preocupación del Poder Ejecutivo y de las autoridades universitarias; pero obstaban a su implantación y desarrollo de una manera general, dificultades insalvab.es de orden financiero. E n la medida de lo posible se f u é poniendo de manifiesto la buena voluntad del Gobierno y de la Universidad, en diversas gestiones hechas por particulares que acometían esa tarea y encontraban siempre el apoyo decidido y estimulador. Así se hizo posible la existencia de distintos Colegios Habilitados, contándose entre ellos los de Salto, Meló, Colonia Suiza, Durazno, Paysandú y dos en Mercedes. L o s beneficios que reportaban esos institutos de enseñanza eran

de alumnos a los establecimientos oficiales de Enseñanza Secundaria y Preparatoria de la República R E S U M E N

1911

ESTABLECIMIENTOS

1912 741 1.14»; —

G E N E R A L

1913

1914

1915

1916

1917

1918

1919

1920

1921

1922

1923

1924

1925

812 1.192 75 20

959 1.219 145 35

1.466 1.110 190 35

1.125 911 226

1.323 804 290

1.382 1.006 300

1.437

1.508

1.512

1.588

1.776

370

383

1.613 1.296 305

288

342

386

540

510

336

1.557

1.737

r,í4 570 125 61 1.680

1.684 1.094 •420 152 1.910 364 547 17o 121

6.122

6.372

6.617

6.437

Liceo " J o s é E. Rodó( Liceos

1917

Departamental? > TOTALES

id.

) — 1.871

lll

685

1.143

1.230

1.310

1.432

1.387

1.410

1.394

108 31 1.616

2.293

2.784

3.501

4.051

4.273

4.685

5.021

5.637

6.094

6.2.a

bles. E l número de sus lectores supera en total, mensualmente, al de todas las bibliotecas públicas del país reunidas. Tiene además un servicio de préstamos a domicilio, accesible a todos los estudiantes, para lo cual existen repetidas varias veces las obras de consulta más frecuente y una g r a n cantidad de ejemplares de cada uno de los libros de texto. De diez a doce millares de libros salen mensualmente de la Biblioteca con ese destino. AI iniciarse los cursos de 1885, la Sección contaba apenas con 216 alumnos. L a progresión f u é lenta pero constante, llegando así, en 1910. en un período de 25 años, a la suma de 1.755. A partir de esa fecha, como puede verse por los cuadros ilustrativos que se acompañan, el crecimiento de la población universitaria f u é mucho

3.8

118

319 161 567 125

realmente notables, pues a parte de interesar en la enseñanza a multitud de personas de las localidades donde funcionaban, hicieron palpables desde los primeros momentos su influencia de ilustración y sociabilidad indiscutibles. Así pudieron ingresar a las aulas de las distintas Facultades muchos elementos de vida intelectual de esos departamentos en que la Enseñanza Secundaria se hacía posible al amparo de la protección del Estado y de la Universidad. E s justicia, pues, reconocer en muchos de esos particulares que acometían la creación de establecimientos de enseñanza de esa Índole, en momentos realmente difíciles, un amor a la enseñanza y 1111 deseo de propagar la cultura en todo el país que les honra en extremo. Los Poderes Públicos, en su anhelo de favorecer la E n s e ñ a n z a Secundaria en campaña, propendieron siempre en la medida de lo posible a la fundación de esas instituciones destinadas a f o m e n t a r la


/¡?F {¿6PO

O

c J e f ¿

c/cT Cen/enarvo (Jpuc^ucjyzí

cultura, subvencionando algunas de ellas E n octubre de ese primer a ñ o de y dando toda clase de facilidades para funcionamiento se resolvió a n e x a r al esf o m e n t a r l a s y extenderlas m á s y más cada tablecimiento una clase de D a c t i l o g r a f í a , día, procurando el adelanto intelectual de que continúa funcionando hasta la fecha nuestra juventud hasta en los m á s a p a r t a con positivos resultados y con una condos rincones de la República. E s e deseo, currencia media de un centenar de alumnas. CJÍjlseñtnza <5.y. PryHvrjfor/*) que se adivinó en los Poderes Públicos D u r a n t e el segundo Decanato de la desde los primeros momentos en que se Dra. Clotilde _ Luisi que fué reelecta por realizó con decisión y ahinco dentro de un tres años m á s al terminarse su primer sistema de enseñanza en que el E s t a d o no mandato el 16 de diciembre de 1 9 1 5 , se tenia realmente una función directriz, f u é cumplió en toda su extensión el primer Ptenoi dt J/n» haciéndose cada vez más palpable hasta la ciclo liceal de enseñanza secundaria inisanción de la ley que creó los diez y ocho ciándose entonces cursos de preparatorios Liceos Departamentales, como instituciopara F a r m a c i a , Odontología, A b o g a c í a . nes de enseñanza del E s t a d o , incorporaMedicina e Ingeniería, das al organismo universitario, que son E l a u m e n t o de a l u m n a s f u é constante los que funcionan actualmente. en la Sección F e m e n i n a , hasta llegar en L a ley que determinó el establecila actualidad a una c i f r a de 552 estudianmiento de los nuevos Institutos, f u é santes, que se distribuye a s í : cionada el 5 de enero de 1 9 1 2 . P e r o ese P r i m e r año de enseñanza s e c u n d a r i a : año se fundaron tan solo L i c e o s de ese ín163 reglamentadas y 49 l i b r e s ; s e g u n d o dole en C e r r o L a r g o , Co'onia. F l o r e s , F l o a ñ o : 71 reglamentadas y 29 l i b r e s ; tercer rida, Minas, P a y s a n d ú , R í o N e g r o . R o c h a . a ñ o : 46 reglamentadas y 2 1 libres y c u a r Salto. S o r i a n o y T a c u a r e m b ó , tomándose to a ñ o : 63 reglamentadas y 1 7 libres. L o s como base en algunas de esas localidades, cursos preparatorios registran una concucomo Salto, P a y s a n d ú , S o r i a n o y Flores, rrencia de 67 alumnas r e g l a m e n t a d a s de los Colegios Habilitados y a existentes. Y , las cuales 16 asisten a las aulas de Medien 1 9 1 3 , se echaron las bases de los demás cina, 10 a las de F a r m a c i a , 1 7 a las de Liceos, hasta completar el número p r e f i Odontología. 2 1 a las de A b o g a c í a y 3 a jado. en A r t i g a s , Canelones, Durazno, las de Arquitectura. H a y además, en esos Maldonado, S a n J o s é y T r e i n t a y T r e s . cursos, 22 alumnas libres. E n esos establecimientos que cuentan P a r a atender la dirección de la enseen conjunto con una asistencia — en el ñanza cuenta el establecimiento con 48 corriente año — de 1 9 1 0 alumnos reglaprofesores •— mujeres en su casi totalidad mentados, y un personal docente de 232 — y con tres j e f e s de T r a b a j o s prácticos p r o f e s o r e s se dictan únicamente los curencargados de las clases experimentales sos de los c u a t r o años que comprende el de Física, Química e Historia N a t u r a l , ciclo liceal de E n s e ñ a n z a Secundaria, con respectivamente. excepción del L i c e o Departamental de L a Dra. Clotilde Luisi — primera DeS a l t o que tiene también, en mérito a su cano titular de la Sección — t e r m i n ó su población estudiantil, sensiblemente mamandato en diciembre de 1 9 1 8 — siendo y o r a la de los demás institutos, aulas de designada entonces para ocupar el alto preparatorios. cargo, la Dra. F r a n c i s c a Beretervide. A T o d o s esos L i c e o s , algunos de los la conclusión del mandato legal de ésta, cuales cuentan y a con edificios propios, se nombró Decano, a propuesta del Conanticipándose a una iniciativa en trámite sejo de E n s e ñ a n z a Secundaria v P r e p a para la construcción de locales por cuenta del E s t a d o , poseen Biblioratoria, a la Dra. Inés Luisi. que continúa en la dirección de los tecas, que son de servicio público para la localidad, Museos de destinos de la Sección, por haber sido reelecta al finalizar su primer Historia Natural, Gabinetes de Física y Laboratorios de Química. período. L o s planes de estudios son los m i s m o s de la Sección, se rigen por los mismos p r o g r a m a s y por iguales pruebas de e x á m e n e s que son Los Liceos " J o s é E. R o d ó " y "Héctor Miranda" presididas por tribunales integrados por el p r o f e s o r a d o del Instituto y una delegación de la Seccipn Central. F.1 crecimiento p r o g r e s i v o de alumnos que venía produciéndose en la Sección Central desde la aplicación de la r e f o r m a estatuida por la L e y de 1908 La Sección Femenina t r a j o aparejado un serio problema cuya Qrienfd ClÓ/l </t (a álumnoi tjfiudo* ¿t única solución viable estaba en el desconP o r ley de 8 de m a y o de 1 9 1 2 y de QÍecc/on <áZ<¡f/PAac<a/*s tarrerai vntvtni/andJ, a¡e¡</e ¿t /icA* tnyutJt cum/^tó f-'ae/o <f» fatj^sntj /9/0 gestionamiento de las aulas. F u é con ese acuerdo con una iniciativa del Poder E j e 19/3 /9/9 espíritu que se dictó la ley de 13 de enero I9IT cutivo, se ordenó la creación en la Capital de 1 9 1 6 autorizando al P o d e r E j e c u t i v o a de una Sección de E n s e ñ a n z a Secundaria = instalar en la Capital dos nuevos estableciy P r e p a r a t o r i a destinada exclusivamente a 'fiO = mientos de E n s e ñ a n z a Secundaria que estudiantes del sexo femenino, que fun>to = funcionarían simultáneamente con la S e c cionaría en las mismas condiciones y con Z E '/S E ción y que se denominarían L i c e o s de la iguales reglamentaciones que la Sección Ciencias Capital. L a reglamentación pertinente se dedicas Central. Veinte días m á s tarde se regla*> = produjo el 27 de enero del mismo año y mentó esa ley designándose Decano intew E z por el mismo decreto se designaron dirino del nuevo o r g a n i s m o para que presi/992 /9i/ rectores de esos establecimientos a los /OSO diera todos los detalles relativos a su loo S r s . Dr. Miguel I.apeyre y A l f r e d o S a m e j o r instalación al S r . A g r . E d u a r d o monati. M á s adelante, en 1920, se dió Monteverde. De inmediato se abrió un — z derecho y o t r a designación a esos L i c e o s , llamánr e g i s t r o de inscripciones para las aspiranCo/ócid/ej tjo dose el primero " L i c e o J o s é E . R o d ó " y tes al ingreso de las cuales obtuvieron z no — E el segundo " L i c e o H é c t o r M i r a n d a " , vinaprobación, en los exámenes realizados SO = ¡E culándose así, a uua obra de capital sesenta alumnas. U n a vez organizada la 6O interés educacional, los nombres de dos nueva Sección, el S r . E d u a r d o M o n t e v e r JO personas cuyas condiciones sobresalientes de presentó renuncia de su c a r g o proceCienciaj Ies habían hecho destacarse en nuestro Lmj • diéndose entonces a nombrar Decano ti/9£J ¿rxacf&í /9Í4 /su ambiente cultural. tular, durante el período legal de tres t«0 años, a la Dra. Clotilde Luisi. L o s dos Liceos, al iniciarse los c u r s o s K ttt B a j o la dirección de esta última inide 1916, pasaron a ocupar los edificios que E 110 too E ciáronse el 7 de abril de 1 9 1 3 . los cursos continúan siendo su sede en la actualidad, ino del nuevo instituto, con 75 alumnas reglael J o s é E . R o d ó " en la calle Colonia y el = mentadas de primer año y 20 libres. Con" H é c t o r M i r a n d a " en la calle S i e r r a , t*o Otras rio = 3F E juntamente se inauguraron los M u s c o s , edificios que fueron r e f o r m a d o s compleCar/vnfJ Gabinetes y Biblioteca de la Nueva Sectamente para que pudieran resultar idó'%o E ción que contó en sus comienzos con más neos para su nuevo destino De inmediato 1 00 so de dos mil volúmenes habiendo llegado se dotó a esos establecimientos de material 30 E to = en la actualidad su acervo a diez millares de M u s e o s y L a b o r a t o r i o s y de una pei i . M . de obras. queña biblioteca.

FWS/DC7D ¿>ci(7 poBiffc/otf

_

ta

:H

íy

ra .

¡— 2

ü

1-


X?f fi/yro c/ef Ch/iíencnr-'/o O cJefc -Uruguay* E n el p r i m e r año de funcionamiento, sólo se dictaron allí clases de primero y segundo año de enseñanza secundaria habiéndose inscripto en el L i c e o dirigido por el Dr. L a p e y r e 288 a.umnos, y 381 en el que rige el señor Samonati. E s e número fué creciente en años sucesivos, c o m o puede verse por los cuadros estadísticos de las páginas anteriores, llegando en la actualidad a 564 y 547 respectivamente, cifra que no podrá -er superada en los locales actuales, pues es la que per/j/encío^y^/ecunc/arm. t) c/ejc/e

c/e á/umnd<ó ¿> /d // Prepar<a/on& par<a j u organizadón Asj/o

3** 3*0 3*9 */í *to

ttt }rc iec 4e ee

..lili

O M

I9H 19151 1916 : 1917i

H

^-¿Ss». Wujere^ /a/ec/icc-n>

|jPi j

I I9I9 ¡ I i9k, Í W

j!92f j |190¡

,s55

registros no rindieron examen de ingreso, del que se les eximió dado lo avanzado del año esco'.ar en el momento en que se iniciaron los cursos, v que una gran parte de ellos 11o disponían de la capacidad intelectual ni de la preparación previa necesaria para poder entrar de lleno a lus cursos de cultura media. Pero, en el año subsiguiente, la matrícula volvió a su nivel lógico aumentando entonces paulatinamente, año tras año, hasta llegar a la cifra que alcanza en la fecha y de que instruye el cuadro respectivo. Destácase este L i c e o por la gran concurrencia de alumnos libres, lo que es explicable dado que muchos de los educandos, que no disoonen de las horas del día para el estudio, no emprenden en cada periodo el aprendizaje de todas las asignaturas que comprende el año escolar y siendo como es la reglamentación de conjunto para todas las materias, prefieren dedicar sus esfuerzos a un menor número, prolongando asi su bachillerato, pero contando entonces con más seguridades efectivas de éxito. Como último dato, agregaremos que cn la actualidad, el personal docente está integrado ñor 27 profesores. P o r ley 17 de junio de 1025 se incorporaron al Liceo Nocturno los cursos de Preparatorios. L a inscripción realizada a ese efecto ha alcanzado a 136 estudiantes, distribuidos así: Abogacía, primer curso 51, segundo curso 12. Medicina, primer curso 30. segundo curso 10. Ingeniería, primer curso 7, segundo curso 3. Arquitectura, primer curso 5. Farmacia, 6. Odontología, 7. Agrimensura, 5. I.as clases respectivas que se iniciaron de inmediato. se clausurarán en enero de 1926.

¡i

mite la capacidad máxima de los mismos, divididas las clases en dos horarios, uno matutino y otro por la tarde. La dirección docente está a c a r g o de 48 profesores, en cada uno de los Liceos.

El Liceo nocturno A mediados del año 1919. el Diputado Nacional Dr. J o s é F . A r i a s presentó a la Cámara de que formaba parte un proyecto de ley creando en la Capital un L i c e o nocturno de enseñanza secundaria, a cuyas clases pudieran concurrir todos aquellos jóvenes que, teniendo absorbidas las horas del dia por otras ocupaciones, sintieran vocación por el estudio. E s a iniciativa no tardó en prosperar, convirtiéndose en lev el 14 de octubre del mismo año. Y el 1 1 de M a y o del año subsiguiente, se reglamentó esa ley designándose por el mismo decreto Director del Establecimiento al profesor Sr. Fernando B e l t r a m o que continúa desempeñando ese c a r g o cn la actualidad. E11 el primer año de funcionamiento que se realizó y continúa realizándose en el local mismo de la Sección, dictaron solamente clase de primer año. L a concurrencia fué. dada la índole especial del establecimiento, numerosísima, pero hay que tener en cuenta que los 336 que figuraron en los

T a ! es pues, en síntesis, el estado de la enseñanza secundaria y preparatoria en ti U r u g u a y al cumplirse el primer centenario de la epopeya del año 1825. l i a llegado esa cultura — sin que ello quiera decir que no sea susceptible de reforma y de mejoramiento — a 1111 positivo grado de adelanto cn que está en condiciones de formar hombres aptos que tengan base e impulsos para seguir aprendiendo después de abandonadas las aulas, que tengan conciencia de sus fuerzas propias en todas las circunstancias de la vida y voluntad desarrollada para asumir la iniciativa o la actitud que esas circunstancias indiquen. Por eso está inspirada en el viejo aforismo de Aristóteles " S a b e r es hacer".

La Facultad de Medicina de Montevideo 1875 - 1925 solemnidad. E l Consejo Universitario en cumplimiento de su principal cometido procedió a ordenar y reglamentar los estudios que debían integrar la Universidad: Preparatorios, Jurisprudencia, Teología. E S D E los primeros años tle vida institucional de la Matemáticas, Ciencias Naturales, Medicina, Cirugía y F a r m a c i a . República Oriental del U r u g u a y , aparece como una P a r a los estudios de Medicina y Cirugía se estableció el Doctoaspiración constante la creación de la Facultad de rado con un curso de 5 años de duración, cn los cuales estaban racioMedicina. L a ley de 8 de julio de 1833 crea la Uninalmente distribuidas las siguientes materias: Físíca experimental. versidad y establece que en ella habrá dos cátedras de Anatomía. Fisiología, Disecciones cadavéricas, Patología General, medicina. Por decreto de 27 de m a y o de 1838 se dá a Higiene, Materia Médica, Terapéutica. Clínica Quirúrgica y operala Casa de Estudios el carácter de "Universidad M a y o r ciones, N o s o g r a f í a quirúrgica y médica. Clínica médica. Obstetricia " de la República con el goce del f u e r o y jurisdicción quirúrgica, Enfermedades de mujeres y niños, Medicina legal y su " académica que por este titulo le compete", se estaaplicación a la Cirugía y Toxicología. L o s estudiantes estaban además blece su organización y se manda que esta resolución obligados a concurrir desde el primer año de sus estudios, a las visitas sea insertada como encabezamiento del " G r a n L i b i o y curaciones en el Hospital de Caridad. de la Universidad". E l curso para obtener el título de F a r N o obstante las mencionamacéutico comprendía las siguientes madas resoluciones, la Univerterias: Zoología, Mineralogía, Botánica, sidad no se inaugura hasta Ouímica. Materia médica y Terapéutica, el 18 de julio de 1849. Por Farmacia, Farmacología y T o x i c o l o g í a ; decreto del Presidente Don J o a q u í n Suárez, duraba tres años y durante ese tiempo los de fecha 15 del mismo mes y año, se o r g a alumnos debían hacer práctica en boticas niza la Universidad, técnica y administraque estuvieran a cargo de F a r m a c é u t i c o s tivamente y se la pone bajo el Patronato titulados. del Ministerio de G o b i e r n o ; se nombra R e c t o r al Dr. Lorenzo Fernández, Vice A la luz de estos antecedentes apaRector al Dr. Enrique Muñoz, se constituye rece fundada la Facultad de Medicina en el Consejo Universitario que ha de regir 1849; pero el estado de las finanzas naciola primera institución de Enseñanza Senales y los acontecimientos políticos de la cundaria y Superior del País, y se señala época, 11o permitieron su instalación inel día del aniversario patrio antes citado — mediata, y por muchos años todavía la 18 de J u l i o — para la inauguración oficial, incorporación de los estudios médicos a la Primitivo edificio donde funcionó la que fué realizada en ese día con grande Universidad seguirá siendo una aspiración Facultad de Medicina

Sus orígenes


d e 1 ambiente cultural, cada día más desarrollado y más exigente. Y así hasta 1870, en cuyo año el Rector Dr. Dn. Pedro Bustamante cree dar satisfacción a tan reclamada necesidad, consiguiendo que las C á m a r a s incluyeran tres cátedras de Medicina en el Presupuesto G e n e r a l de Gastos. N o obtiene el Dr. Bustamante el concurso que esperaba de los profesionales y le es imposible alcanzar la realización de sus propósitos. E l Doctor Gonzalo R a mírez no fué más feliz en las gestiones que con tanto empeño e inteligencia realizara durante su rectorado en 1873.

beis tenido ocasión de " observarlo, 110 la constituyen por cierto las perdonas pudientes". El Doctor Ellauri, en sus incesantes gestiones pro fundación de la Facultad de Medicina, provocó en distintas fechas varias reuniones de Médicos, a las cuales sólo concurrieron, cuando

más

de

1875,

los

dos.

Docto-

res Pedro Vizca y Germán S e g u r a , y a ello se refiere probablemente en los p á r r a f o s de su informe que hemos transcripto. E n la reunión celebrada el 20 de noviembre a

/a

que

sólo

concurrieron cuatro méd i c o s — los Doctores Gualberto Mendez. Pedro V i z c a , Francisco Bond y Manuel Espinosa — se resolvió designar una Comisión "encarga" da de apersonarse al " Gobierno v solicitar " los recursos necesarios " para instalar una Cá" tedra de Anatomía y Fisiología, humana".

F u é en 1875 bajo el rectorado d e 1 Dr. D11. Plácido Ellauri que finalmente cristaliza la aspiración durante tan largos años acariciada, de ver incorporados los estudios de Medicina a la UniverEstado del edificio que ocupara ta F a c u l t a d de Medicina hasta trasladarse al actual sidad de la República. E l Doctor Ellauri — De los resultados de esta gestión da cuenta la siguiente comuDon Plácido, como cariñosamente llamaban sus discípulos al Profesor nicación al Rector de la Universidad: de F i l o s o f í a — f u é el verdadero e incansable propulsor de la idea. " Ministerio de Gobierno. — Montevideo, Diciembre 1 5 de 1875. Durante el tiempo que desempeñó el Rectorado, lo mismo en 1872 " S. E . el Presidente de la República ha dispuesto que se instalen en que en 1875 no cesó nunca de insistir sobre la necesidad de crear la " la Universidad M a y o r de la República y en el año próximo, las nueva Facultad y no escatimó ni gestiones ni pedidos ante todos los " Cátedras de Anatomía Descriptiva y Fisiología, a cuyo efecto el que pudieran y debieran ayudarle en su empresa. "Consejo Universitario, de acuerdo con la J u n t a de Higiene, nombrará E n uno de sus informes a la Sala de Doctores, refiriéndose a la " al P r o f e s o r o Profesores que deben desempeñarlas, debiendo somenecesidad de abrir nuevos horizontes a la juventud, que ávida de " ter ese nombramiento a la aprobación del Superior Gobierno". saber afluía a los estudios secundarios, como preparatorios para in" Se participa a Vd. asimismo, que para el establecimiento de las g r e s a r a las diversas carreras a que su vocación los inclina, decía: " Cátedras referidas se ha dispuesto que se aumente al presupuesto " No hay más que una Facultad, la de L e y e s , y a ella se ven conde" de la Universidad, la cantidad de cuatrocientos pesos mensuales " nados a sujetarse todos los estudiantes, por más que su voluntad, " desde el próximo mes de enero". " sus gustos, sus tendencias o inclinaciones se dirijan a abrazar las " muchas otras que comprende el saber humano, y que, a la vez de " El Gobierno desearía concurrir al establecimiento de la F a " nuestra honra y dignidad, las reclama la Patria para fundar en ello " cuitad de Medicina en las condiciones del Reglamento Universitario " en gran parte su prosperidad y Porvenir. E s verdaderamente ver" de 1840 o en más amplias proporciones; pero siente sobremanera " gonzoso, que apesar de haber votado las Cámaras Legislativas el " no poder llenar necesidad tan sentida por los exiguos recursos que " presupuesto de algunas cátedras de medicina, que sirvan como un " cuenta el Estado". " sólido cimiento de la Facultad correspondiente, no se haya podido " Así que desaparezcan estas causas, el Gobierno se dedicará " establecerlas, estrellándose mis propósitos y afanes, como se han " con atención preferente a llenar como es debido las necesidades de " estrellado los de mis dignos predecesores, contra la incuria, la " ese establecimiento". " indiferencia y la falta de patriotismo precisamente de parte de Dios guarde al Consejo" "Tristán Narvajas . " aquellos de quienes debía esperarse más entusiasmo decidida " cooperación. ¿Qué co! os comienzos " sa más dolorosa, el ver " todos los años a muMuy pocos, como se " chísimos estudiantes, ve, fueron los recursos " violentando su vocaacordados a la Univer" ción hacia la Medicina, sidad para la fundación " la Ingeniería, etc., por de la Facultad de Medi" seguir la carrera de cina: los sueldos de dos " las L e v e s , única y exprofesores y cuatrocien" elusiva que les ofrece tos pesos mensuales, para " la Universidad de su gastos. Nu obstante las " País, u obligados a autoridades universitarias " expatriarse para freno escatimaron esfuerzos " cuentar las Universiy los cursos comenzaron u dades de Buenos Aires, al año siguiente. " España o Francia, a " L a existencia en el " f i n de adquirir en " país de la Facultad " ellas los conocimientos " Médica es un hecho — " científicos a que les " decía el Doctor Ellauri " induce su expontánea " en su memoria anual— " vocación?. Y es pre" y a 11o es posible re" ciso advertir que los " troceder en la vía que " que toman este último " se ha emprendido, por " partido son el menor " más esfuerzos que se " número, esto es, los " hagan en ese sentido". " que pueden costearse E l Doctor Ellauri se " con su fortuna partir e f e i í a indudablemente a " cular sus estudios en las primeras dificultades " tierra extraña, o los surgidas con motivo de " pensionados por el E s la provisión de las cáte" tado;- por que la madras de Anatomia y F i " yoría, como todos hasiología. Creadas las eáInterior de la Capilla de los Ejercicios, en que funciona actualmente un taller de la Escu.-Ia Industrial

•111.1 —


X?ffi£ro C ctef¿

dcf

Osnfenajv'o V7>usiuayz Industria' N*.u 2. E11 cuanto a material de enseñanza no era la naciente Facultad más rica que en instalaciones: 1111 esqueleto articulado, cantidad de huesos sueltos, algunas piezas anatómicas en papier maché. atlas de anatomía, cuadros murales, un microscopio, una caja de autopsias, instrumentos de disección, pocos libros y algunos útiles

tedrás, el Consejo Universitario, c o n f o r m e a lo dispuesto en el R e glamento de 1849 y con las bases formuladas de acuerdo con la J u n t a de Higiene, resolvió proveerlas por concurso. Mientras este se tramitaba, el G o b i e r n o nombró catedráticos a dos Médicos nacionales, sin más requisito que la simple comunicación al Consejo Universitario.

E l aula de la antigua F a c u l t a d de Medicina

Un claustro en la Capilla de los Ejercicios, en cuyo edificio funcionó primitivamente la F a c u l t a d de Medicina

K! Consejo protestó unánimemente, declarando que sólo reconocería como catedráticos a los que designara el Tribunal de Concurso Ante < ita protesta el Gobierno dejó sin efecto los nombramientos realizados y el concurso se realizó en las fechas fijadas. Obtuvo la cátedra de Anatomía — por oposición — el doctor J u l i o J u r k o w s k i y la de Fisiología — por pruebas de suficiencia — el doctor Francisco Suñer y Capdevila, polaco el primero y español el segundo. A s í nació la Facultad de Medicina; los médicos que contribuyeron a su fundación la acogieron con algo de hostilidad, haciendo muy difíciles MIS primeros pasos, y f u é necesario toda la energía y la constancia de los primeros profesores, y la clarovidencia de los estudiantes — que rechazaron la proposición de ser pensionados en el e x t r a n j e r o para clausurar la Facultad — para que ésta, salvando los escollos de la primera época, pudiera alcanzar el desenvolvimiento y el p r o g r e s o que la han llevado a ser reputada entre las primeras de Sud América. -.

.

• »«•

-

V- -

' ~ ' W r S & i t -

,

L a Facultad f u é instalada pobremente, como correspondía a sus pobres recursos, en el desde entonces y a viejo local que ocupara el Instituto de Instrucción Pública. Funcionaba allí una Escuela Pública que f u é desalojada. Se hicieron algunas reparaciones y se habilitaron: en el frente una sala que servia para todo: Despacho del Decano, Sala ile P r o f e s o r e s . Secretaría, Bedelía, depósito de aparatos y libros etc.; a continuación de ésta un A n f i t e a t r o para cursos y una Sala ile disección con cuatro mesas. E l resto del edificio, constituido por 1111 gran salón, fué utilizado, en el estado ruinoso en que se hallaba, para musco, clases v laboratorios, separando con un tabique de madera.

Un

palio interior

de la

vieja

Facultad

una parte de él. para sala de lectura. H o y puede verse todavía lo que era aquel local de impropio e insuficiente.' E s t á situado en la ca le Sarandi frente a la calle Mercado Chico, entre los que fueron Oratorio de Nuestro Señor de la Paciencia v Capilla de los Ejercicios. L o ocupan algunas dependencias del Instituto de Higiene y de la Escuela

de laboratorio, constituían todo su material de enseñanza. E n estas condiciones empiezan los cursos de Medicina. Se adopta con ligeras variantes el p an de 1849, estableciendo, como en aquel, un curso de 5 años para el Doctorado y se anexan a la Facultad las profesiones auxiliares de Dentista, Partera y Flebótomo. Se inicia el primer curso (1876) con 20 alumnos inscritos en Anatomía y 3 en Fisiología. Leyendo los nombres que integran las listas de Matricula salta a la vista 1111a observación que tiene grande importancia y que merece mencionarse. Al lado de los nombres de los estudiantes que llegaron al término de su carrera figuran los prestigiosos de Gonzalo Ramírez, nuestro gran internacionalista, que ya había ejercido el R e c t o r a d o ; — de Pablo De María. P r o f e s o r eminente, varias veces R e c t o r de la Universidad, 1111a de las figuras de más relieve de nuestro foro, verdadero Patriarca de la juventud Universitaria; •— de Francisco A. B e r r a , el gran pedagogista argentino, que después de haber tenido lilla actuación descollante entre nosotros no la tuvo menos brillante en su P a t r i a ; de J u s t i n o Giménez de Aréchaga, que y a descollaba en la cátedra y llegó a desempeñar el Rectorado y a ser el constitucionalista de mavor autoridad entre nosotros y uno de los primeros de A m é r i c a ; de Luis Melian Lafinur. profesor, poeta y p r o f u n d o investigador de nuestra historia; de Alberto Nin ; de J o s é M a r í a P e r e l l ó ; dé F.u.-ebio M. Gerona y de otros jóvenes abogados y estudiantes de derecho que después se han distinguido en el foro o en la magistratura. L a presencia de estos nombres en las primeras listas de matrícula de la Facultad de Medicina no es una simple manifestación de sno-

Unico anfiteatro de la vieja

Facultad

b i s m o ; a la vez que esterionza el noble proposito de alcanzar una mas amplia cultura, cabe pensar que las mas destacadas f i g u r a s de la intelectualidad universitaria de entonces, quisieron — frente a los indiferentes — prestigiar con su nombre y su presencia las aulas de la naciente Institución.


/ ^ f

O Los primeros años Fueron muy difíciles y m u y lentos los progresos de la Facultad de Medicina cn los primeros años, y no por falta de empeño de las autoridades universitarias, que desde m a y o de 1876 habían obtenido del Superior Gobierno la aprobación del R e g l a m e n t o y Plan de estudios, sino por la acción de otros f a c t o r e s que irán apareciendo en el curso de este breve relato. E l plan de estudios del Doctorado en Medicina era el siguiente: ler. año. — Ciencias auxiliares de la Medicina; Física, Química, Z o o l o g í a y Botánica. Anatomía general y descriptiva ( i e r . curso). 2<2o. año. — Anatomía (2. 0 curso) comprendiendo la t o p o g r a f í a y la embriogenia. Fisiología, Higiene. P a t o l o g í a General y Anatomía patológica con su clínica. 3er. año. — Patología Quirúrg i c a ; P a t o l o g í a Médica, Asistencia a las clínicas de estas dos asignaturas. Materia médica, Terapéutica y arte de formular prescripciones. 4to. año. — Clínica médica. Clínica quirúrgica. Operaciones y vendajes. Medicina legal y Toxicología. 5to. año. — Clínica quirúrgica, Clínica Médica, Obstetricia, enfermedades de mujeres y niños con sus clínicas respectivas. Policlínicas. A medida que los estudiantes iban avanzando era necesario proveer nuevas cátedras y esto sólo se conseguía con grandes dificultades. E n 1876 sólo funcionaron las de Anatomía y F i s i o l o g í a ; a estas se agregaron en 1877 las de Higiene, P a t o l o g í a general, T e rapéutica y Patología Quirúrgica. E n 1878 se anexaron a la Facultad, adaptando sus p r o g r a m a s a la nueva orientación, las cátedras de F í s i c a . Química y Botánica que funcionaban en Preparatorios, a cargo la primera del Dr. J u a n A l v a r e z y Pérez, la asegunda del farmacéutico nacional Don J u a n J o s é González Vizcaíno (que la desempeñaba desde 1864) y la tercera del también farmacéutico Don J o s é Arechavaleta. En este mismo año se proveyeron las clases de Patolog í a Médica, Medicina L e g a l y Toxicología, Clínica Médica, Clínica Quirúrgica, operaciones y vendajes. L a cátedra de obstetricia, enfermedades de mujeres y niños sólo empezó a funcionar en 1882. E n su memoria de 1881 el Rector Dr. Vázquez A c e v e d o decía: " L a s clases de la F a c u l t a d de Medicina no han funcionado todas con la misma regularidad que las de la Facultad de Derecho. E s sensible la dificultad que se encuentra para proveer las Cátedras de la Facultad de Medicina". " L a explicación del hecho parece estar en la reducción que han sufrido los sueldos o en la irregularidad de su pago, pues los empleos médicos de otras reparticiones, como el Hospital de Caridad, que están bien y puntualmente remunerados. se proveen con suma facilidad. H e tratado de poner remedio al mal, encareciendo ante e' P. E . la necesidad de aumentar los sueldos y de pagarlos regularmente; pero es doloroso que 110 haya entre los médicos nacionales, sobre todo, el desprendimiento y el desinterés que Ke encuentra entre los abogados de Ja Facultad de Derecho y entre los mismos médicos extranjeros que están encargados de las Cátedras de Medicina. E n algunos médicos nacionales no es el egoísmo quizá el que determina su actitud indiferente sino resentimientos originados

Facultad

Histórico pino de la vieja F a c u l t a d de Medicina y que fué plantado por los frailes en la época que el edificio les sirvió primitivamente de sede.

de

los

def¿

def

Cen/encrp/o V7*u(?uayz>

por la forma que se adoptó para la provisión de las cátedras, o por otras c a u s a s ; pero asimismo es m u y censurable su conducta, porque ante los intereses de la juventud estudiosa, el patriotismo manda callar los resentimientos y las rivalidades". A s í se explica la inestabilidad del Profesorado en los primeros años de la Facultad de Medicina y que hayan desfilado por sus cátedras muchos médicos extranjeros y a ' g u n o s nacionales, sin dejar mayor recuerdo de su paso Pero es justo, hoy que se trata de apreciar los p r o g r e s o s alcanzados por la Facultad, recordar a los que la acompañaron desde la primera hora cn su buena y mala fortuna, a los que dejaron en ella la profunda huella de sus enseñanzas y fueron base y factores de su f u t u r o engrandecimiento.

Laboratorio de Química en la vieja

Laboratorio

ÜBPO

estudiantes

en

la

vieja

Facultad

A J u l i o J u r k o v v s k i , el sabio P r o f e s o r de A n a t o m í a de la Universidad de Montpellier, que con un profundo conocimiento de su asignatura sabía hacer atrayente su estudio y dictaba siempre su curso sobre el cadáver, pinza y bisturí en mano. A F r a n c i s c o Suñer y Capdevila, ier. Decano, que proyectó el Reglamento de la Facultad, y aunque dictó poco tiempo su curso de Fisiología dejó el recuerdo de su vasta ilustración y de sus incomparables dotes de p r o f e s o r erudito y elocuente. A J o s é Arechavaleta, el sabio naturalista, botánico eminente que dió lustre y renombre a la F a c u l t a d y al País con sus publicaciones y fué el primero que se ocupó entre nosotros de Bacteriología, creando el L a b o r a t o r i o que sirvió de base para la instalación del Instituto de Higiene. A J o s é Pugnalin, fuerte maestro, de sólida instrucción, que siguiendo paso a paso los progresos de la cirujía moderna en sus métodos de antisepsia primero y de asepsia después, siempre al corriente del movimiento científico mundial, pudo abordar todos los campos de la ciruiía v f o r m ó en los veinte años que dictó la Clínica Quirúrgica. la escuela de donde salieron nuestros primeros cirujanos. A Antonio S e r r a tosa, el P r o f e s o r erudito y elocuente que durante casi treinta años ilustró con sus lecciones la cátedra de Patología General y su clínica. A Guillermo Leopold vinculado a la Facultad durante veinte años por irresistible vocación educacional, que enseñó clínica médica, dictó además un curso de Terapéutica y últimamente la cátedra de Anatomía Patológica. A E d u a r d o K e m m e rich, sabio de Materia Médica y Terapéutica. que dejó honda huella de su breve paso por la Facultad, hombre de L a b o r a t o r i o (había sido ayudante del fisiólogo Binz en Alemania), hizo venir de E u r o p a los primeros aparatos de Fisiología y de Análisis químicos con que contara la Facultad y realizó experiencias de vivisección y de análisis fisiológico. iniciando a los estudiantes en estas prácticas. A J u a n A. Crispo Brandis que durante diez años dictó con indiscutible preparación y asiduidad ejemplar la cátedra de Patología Médica. A Alejandro Fiol de P e r e r a que durante dos décadas desempeñó la cátedra de Obstetricia. A J u a n Testasecca, el erudito P r o f e s o r de P a t o l o g í a quirúrgica. Sólo citamos los de la primera hora, los de la época sombría, ya desaparecidos. Después de 1885 se inicia una nueva era, la del rápido desenvolvimiento de la Facultad de Medicina, de sus grandes progresos de todo orden, que algunos de los nombrados todavía alcanzaron y de la cual habremos de ocuparnos en adelante.


n f C

í i / j p o

c f e í

c f e / ' f

C e n f e n c r r / o U7>a<Jziczyo encuentra sometida a 1111a m u l t i t u d de t r a bas injustificadas. T o d o s los e s f u e r zos q u e se han hecho d e s d e tiempo atrás p a r a mejorar los s e r v i c i o s c l í n i c o s , dando a la p r á c t i c a m é d i c a la e x t e n s i ó n y variedad requeridas p o r la e n s e ñ a n z a , h a n sido c o n t r a r i a d o s con una obstinación v e r daderamente enojosa. " S e aduce para explicar esa conducta, que la e n s e ñ a n z a m é dica e s incompatible con la b u e n a c a r i d a d , y que p o r e s t a r a z ó n a q u e l l a d e b e d a r s e en establecimientos especiales, adjuntos a la F a c u l t a d de M e d i c i n a , c o m o si los e n f e r m o s que p u e d e 11 o c u r r i r a e s t o s 11o h u b i e r a n de s e r i g u a les a los que a c u d e n al H o s p i t a l de C a ridad".

La enseñanza clínica y las Comisiones de Caridad

Otra remora que desde los p r i m e r o s y durante muchos años, constituyó el más f u e r t e o b s t á c u l o al d e s e n v o l v i m i e n t o «le la e n s e ñ a n z a m é d i c a , fué la resistencia o p u e s t a p o r la C o m i sión d e C a r i d a d a f a cilitar los elementos p a r a la e n s e ñ a n z a clínica. A u n q u e el R e g l a m e n t o de la F a c u l t a d , a p r o b a d o p o r el P o der E j e c u t i v o establecía q u e las c l a s e s se d i c t a r í a n en el I I o s pita! de C a r i d a d , la C o m i s i ó n que r e g i a este establecimiento se n e g ó a f a c i l i t a r ningún local y ponía t o d a c l a s e de t r a b a s a la e n s e ñ a n z a y a la Ceiemonia de la colocación de la Piedra fundamental del actual edificio de la Facultad c o n c u r r e n c i a de l o s de Medicina, en la que fuera P l a z a Carretas primero y más tarde Plaza Sarandí C o n t i n u a b a el D r . e s t u d i a n t e s a las s a Vázquez A c e v e d o las, llegando hasta esr e f u t a n d o la e r r ó n e a opinión d e la C o m i s i ó n de C a r i d a d e i n s i s t i e n d o t a b l e c e r q u e los P r o f e s o r e s de C l í n i c a 11o podían p r a c t i c a r n i n g u n a en que la adopción de 1111 m á s a m p l i o c r i t e r i o s o b r e lo q u e d e b e n s e r i n t e r v e n c i ó n q u i r ú r g i c a sin p r e v i a c o n s u l t a con d o s m é d i c o s del e s la e n s e ñ a n z a clínica y la caridad sólo podía t r a e r v e n t a j a s p a r a los t a b l e c i m i e n t o ; v la calidad de e s t u d i a n t e de m e d i c i n a f u e . d u r a n t e e n f e r m o s y p a r a la S o c i e d a d , p o r la b u e n a a s i s t e n c i a y la m e j o r p r e a l g ú n t i e m p o , c o n d i c i ó n e x c l u y e m e p a r a d e s e m p e ñ a r l o s p u e s t o s de p a r a c i ó n de los f u t u r o s m é d i c o s , y concluía con e s t a s p a l a b r a s : " J u s Practicantes, que eran confiados a barberos o flebótomos. t o y r a z o n a b l e e s , p o r c o n s i g u i e n t e , que el H o s p i t a l público que e x i s t e E11 t o d a s las m e m o r i a s del R e c t o r a d o y en l o s i n f o r m e s d e l o s sea a m p l i a m e n t e h a b i l i t a d o p a r a la e n s e ñ a n z a m é d i c a , sin r e s t r i c c i o D e c a n o s a p a r e c e n s i e m p r e las m i s m a s q u e j a s p o r l a i n s u f i c i e n c i a de nes indebidas e i n e x c u s a b l e s ; y a e s e fin c r e o q u e el C o n s e j o debe m a t e r i a l p a r a la e n s e ñ a n z a c l í n i c a . E x p o n e n bien l a s c o n d i c i o n e s en r e i t e r a r sus g e s t i o n e s a n t e el S u p e r i o r G o b i e r n o " . Hile se h a c i a e s t a e n s e ñ a n z a t o d a v í a en 1890. l o s s i g u i e n t e s p á r r a f o s Y las g e s t i o n e s e r a n c o n t i n u a s y r e i t e r a d a s , p o r q u e t o d o pedido q u e t o m a m o s d e la M e m o r i a de e s a f e c h a del D r . V á z q u e z A c e v e d o . de m e j o r a o a m p l i a c i ó n de s e r v i c i o s e r a resistido, y el d o c t o r R e g u l e s , " O t r o g r a n d e s i d e r á t u m de la F a c u l t a d de M e d i c i n a es el b u e n d u r a n t e su D e c a n a t o , t u v o m á s de u n a v e z que p l a n t e a r la c u e s t i ó n s e r v i c i o de las C l í n i c a s . E s c o s a r e c o n o c i d a en t o d a s p a r t e s la i m p o en t é r m i n o s r a d i c a l e s p a r a c o n s e g u i r n u e v a s s a l a s y la a m p l i a c i ó n sibilidad de f o r m a r b u e n o s y e x p e r t o s m é d i c o s , sin u n a p r á c t i c a c o n s de los s e r v i c i o s clínicos. t a n t e . a m p l i a v v a r i a d a e n los H o s p i t a l e s . S e tiene p o r e s o en t o d o s C o n la r e n o v a c i ó n de la C o m i s i ó n de C a r i d a d en i y o j y la eleclos p a í s e s 1111 c u i d a d o e s p e c i a l en p r o p o r c i o n a r a los e s t u d i a n t e s f r e ción del d o c t o r S c o s e r í a p a r a el c a r g o de D i r e c t o r G e n e r a l d e s a p a c u e n t e s o c a s i o n e s de v e r y t r a t a r e n f e r m o s d e t o d a s c l a s e s . recieron por completo todas esas resistencias. " P u e s en e s a p a i t e , p u e d o y d e b o d e c i r l o sin r e s e r v a s d e n i n g ú n E n c a r a d a p o r la n u e v a C o m i s i ó n con el m á s a m p l i o c r i t e r i o la g é n e r o , l o s e s t u d i a n t e s de n u e s t r a F a c u l t a d se hallan en las m á s d e s i n s e p a r a h ' e v i n c u l a c i ó n de la A s i s t e n c i a y la E n s e ñ a n z a , c o m o d e b e f a v o r a b l e s c o n d i c i o n e s . M o n t e v i d e o t i e n e un g r a n H o s p i t a l p ú b l i c o , res del E s t a d o , f a c i l i t ó aquella a la F a c u l t a d de M e d i c i n a c u a n t o é s t a lie q u e m u c h a s g e n t e s se e n v a n e c e n , en el cual h a y c o n s t a n t e m e n t e c r e v ó c o n v e n i e n t e utilizar p a r a los f i n e s de su i n s t i t u t o . L a A s i s t e n c i a m á s de V » e n f e r m o s . F.se H o s p i t a l p o d r í a s e r v i r a m p l i a m e n t e p a r a P ú b l i c a , que s u c e d i ó a la el a p r e n d i z a j e d e l o s e s C o m i s i ó n de C a r i d a d y tudiantes de Medicina, B e n e f i c e n c i a P ú b 1 i c a. sin i n c o n v e n i e n t e a l g u n o , p r o c e d i e n d o con el m i s v con g r a n v e n t a j a p a r a m o c r i t e r i o , h a p u e s t o la ¡a I n s t i t u c i ó n y p a r a l o s m a y o r p a r t e de l a s s a l a s m i s m o s e n f e r m o s q u e en de sus H o s p i t a l e s y A s i él se a s i s t e n . los al s e r v i c i o de la e n " L a C o m i s i ó n q u e lo s e ñ a n z a . A s í se h a n p o d i r i g e , sin e m b a r g o , p o r dido m u l t i p l i c a r sin diun e r r ó n e o c o n c e p t o d e f i c u l t a d los s e r v i c i o s clílos f i n e s del e s t a b l e c i nicos en la f o r m a a m p l i a m i e n t o , e n t i e n d e q u e 11o (|iie p u e d e v e r s e en la debe a c o r d a r a la U n i enumeración d e Cátev e r s i d a d t o d a la a m p l i t u d dras. Casi todos los serq u e r e q u i e r e el s e r v i c i o v i c i o s de a s i s t e n c i a e s t á n clínico, r e s t r i n g i e n d o las h o y a d s c r i p t o s a la enconcesiones a los m á s esseñanza, o como Cátedras t r e c h o s l í m i t e s . L a clíOficiales o como Cursos nica de e n f e r m e d a d e s de l i b r e s , y 11o h a y n i n g ú n m u j e r e s 11o h a p o d i d o s e r v i c i o de A s i s t e n c i a en o b t e n e r s e ; la d e C i r u j í a M o n t e v i d e o al cual 11o e s t á l i m i t a d a a un n ú t e n g a n libre y f á c i l a c c e m e r o escaso de c a m a s ; s o los e s t u d i a n t e s de M e la de O b s t e t r i c i a se h a l l a dicina. H a sido c r e a d o el r o d e a d a de d i f i c u l t a d e s ; Internato por acuerdo l o s m é d i c o s d e la F a c u l con la F a c u l t a d de M e t a d 11o tienen el d e r e c h o dicina. y son e s t u d i a n t e s , de e l e g i r l o s e n f e r m o s que hall o b t e n i d o el p u e s q u e han de e n t r a r en s u s to p o r c o n c u r s o , l o s q u e s a l a s ; los a l u m n o s interp r e s t a n en t o d a s l a s den o s c a r e c e n de a l o j a m i e n p e n d e n c i a s d e la A s i s t e n t o e s p e c i a l ; las a u t o p s i a s cia P ú b l i c a , l o s s e r v i c i o s e s t á n p r o h i b i d a s ; la a s i s auxiliares como practit e n c i a al M a n i c o m i o se En la colocación de la piedra fundamental del edificio de la actual Facultad de Medicina


SQF

O

/¿'£PO

c f e / Y

def Ce/¿jfencrp/b Uruguayo

Edificio de la actual F a c u l t a d de Medicina

cantes. Y todo esto se ha conseguido merced a las cordiales relaciones de la Facultad de Medicina y la Asistencia Pública, cimentadas en una mejor y más amplia comprensión de las elevadas finalidades de ambas Instituciones. U n a prueba muy significativa de este cambio de orientaciones en la Comisión de Caridad está en el hecho siguiente. A la muerte del doctor Pugnalin la Facultad de Medicina había resuelto colocar una p'aca de bronce recordando la larga y meritoria actuación de acptel P r o f e s o r en la Sala Maciel y solicitó autorización para ello. L a Comisión de Caridad no acordó la autorización pedida pero, después de la renovación de 1905 se dió satisfacción a la Facultad de Medicina y se hizo justicia cumplida al meritorio P r o f e s o r , colocando con toda solemnidad en el sitio indicado, la placa recordatoria votada pnr la Facultad.

El año 1884 y la J Ley de 188:>

Curia — para instalar con la amplitud indispensable el Laboratorio de Fisiología, a fin de poder utilizar su valioso material de investigación y de enseñanza. E n 1895. para instalar el Instituto de Higiene, fué necesario construir un segundo piso en la parte del viejo edificio tpie corresponde a las calles Maciel y Sarandí. E11 1S99 el aumento de la Biblioteca exigió el arrendamiento de una finca contigua a la F a cultad para su y a rico material y habilitar una sala de Lectura. ¡ Lástima grande que la enseñanza clínica j - por las causas ya expuestas — no siguiera paralelamente a este rápido desenvolvimiento de la enseñanza práctica en la Facultad! Dos factores intervinieron en esta rápida florescencia de la F a cultad de Medicina; lo que podría llamarse la nacionalización de la Facultad y las disposiciones de la ley de 1885. El Rector Dr. Alfredo Vázquez Acevedo en la memoria presentada a la sala de Doctores en julio de 1885. sintetizaba en la siguiente forma el estado en que entonces se hallaba la Facultad c indicaba las medidas a adoptarse. " S i n hacer agravio a nadie en particular. " puedo decir, con toda verdad, que la Facultad de Medicina, sea por " falta de una buena dirección inmediata, o por otras causas, no se " hallaba en estado lisongero. Ni era regular el servicio de todas las " clases, ni la enseñanza se daba siempre en las condiciones debidas, " ni se guardaban con rigor todos los Reglamentos Universitarios. " Había sin duda catedráticos muy recomendables, pero se notaba " poco estimulo en el conjunto del profesorado. " Comprendiendo todo lo que podía esperarse del elemento na" cional, v de una dirección competente y celosa, hice empeño desde " el primer momento para que se llenaran todas las vacantes con " médicos orientales bien pre" parados y competentes; y " una vez conseguido ésto, " para que se confiara la di" rección de la Facultad a uno " de esos médicos". E l Consejo Universitario proveyó las primeras vacantes que se produjeron de acuerdo con esas ideas. El doctor J o s é Scoseria f u é designado catedrático de Química Médica por fallecimiento del P r o f . Vizcaíno; los doctores Elias R e gules y J o s é M a r í a C a r a f i fueron nombrados catedráticos de Medicina L e g a l y de 2." año de Anatomía respectivamente, por renuncia de los profesores de esas asignaturas, y el doctor E u g e n i o Piaggio, Catedrático de ier. año de Anatomía y de Fisiología. El Dr. C a r a f i fué nombrado Decano.

E l segundo semestre del año 188.1 señala la iniciación de una nueva era para la Facultad de Medicina, y la L e y Orgánica de la Universidad, obra del Dr. Vázquez Acevedo sancionada en julio de 1885, es el comienzo de la rápida marcha ascendente de la Universidad y especialmente de la Facultad cuyo desenvolvimiento vamos relatando. L a s Oficinas centrales de la Universidad, la Facultad y la de Estudios Preparatorios — que habían sido suprimidas por un Decreto del Dictador I,atorre en 1877 y restablecida por el Gobierno Constitucional en 1883 —• fueron trasladadas a una espaciosa finca situada en la Cal'e U r u g u a y , y la Facultad de Medicina pudo disponer, de todo el edificio de la Vieja Universidad. S e construyen de inmediato un nuevo anfiteatro para cursos y una amplia sala de Disección, y en los años siguientes el L a boratorio de Química, que estaba instalado en una pequeña sala del antiguo edificio. L o s viejos salones de la Universidad son pronto transformados y se instalan cn ellos, en condiciones aceptables, los laboratorios de Bacteriología, de Física, de Histología. Fisiología. M i c r o g r a f í a , F o t o g r a fía, etc., dotándolos de abundante material de estudio y de enseñanza. Y fué tan importante el instrumental científico adquirido, que ya cn 1890 el local era estrecho para el gran desarrollo alcanzado por G a b i n e t e s y Laboratorios, F u é necesario gestionar la cesión. a la Facultad, de la vieja Capilla de los Ejercicios — mediante indemnización a la Instituto de Química de la F a c u l t a d de Medicina


jefjSfr _ ?PO O

c / c/e¿ e / V

d e f

C h u f e n a r v o ~ V p u ( J u c j y d

E l P r o f e s o r C a r a f i dicta su curso de Anatomía con una competencia y asiduidad ejemplares y regentea también un curso de Obstetricia. para parteras, al que pronto acuden todos los estudiantes de Medicina. Poseedor de una amplia cultura médica y educado en las disciplinas escolare? de las facultades de Montpellier y de París, donde obtuvo honrosas clasificaciones, asume el Decanato lleno de entusiasmo, con plena conciencia de la obra de organización que ha de realizar y profundamente convencido de que es ardua y difícil la tarea que su c a r g o le impone. Con el a p o y o del Consejo Universitario y del Rector, y afrontando la violenta oposición de los estudiantes, t r a n s f o r m a en poco más de dos a ñ o s la fisonomía de la Facultad y — según la f r a s e de un distinguido P r o f e s o r , alumno de aquella época — de un ambiente m á s o menos bohemio hace una verdadera Escuela de Medicina. F n el mismo año 1885 es nombrado Catedrático de Clínica Médica el Dr. Dn. Pedro Vi" ca — la más brillante figura médica de su tiempo - q u i é n lleva a la Facultad todo el prestigio de su nombre, de su ciencia y de su reputación; le acompaña como J e f e de Clínica el Dr. Enrique Figari. y, siguiendo la orientación señalada por el Rector, las nuevas cátedras y las vacantes producidas son provistas por médicos nacionales. Después de Isola, De León, Samarán, Vidal v Fuentes e Isabelino P.osch que ingresan al profesorado en 1.886"1888. E n 1889 es llamado a ocupar la Cátedra de Patología Interna Francisco Soca, que luego había de culminar en la Clínica Médica como maestro incomparable, alcanzando la excepcional distinción, pocas veces acordada a médicos americanos, de ser nombrado miembro de la Academia de Medicina de París, y c u y o fallecimiento, ocurrido en marzo de 1922, en la plena madurez de su producción

necesidades perentorias. L a ley citada estableció los Derechos de Matrícula, de exámen, de diplomas y de revalidación de títulos y certificados e x t r a n j e r o s ; y el producto de estos impuestos f o r m a las " R e n t a s Universitarias exclusivamente destinadas a la adqui" sición de libros, aparatos e instrumentos de enseñanza y al pago " de examinadores, preparadores y sustitutos". ( A r t . 4 1 ) . Han sido estos recursos los que permitieron dotar a la Facultad de Medicina del valioso material que contienen sus laboratorios y 1 bibliotecas. i i '¡j£ FINANZAS

DE LA FACULTAD

DE

MEDICINA

Recursos destinados para su funcionamiento desde 1875 a

1908

L e y de Presupuesto General de Gastos

JTAS

GFNFRALES

TOTALES GENERALES

Ley: Presupuesto general: Sueldos y Gustos

1.121.00 '.«10.00 (1)

IS75 . . . 1876—77 1877—78 1878—70 1879—80

1880—81 18S1—82 iss'i—

2. 100.00 2.400.00 2.400.00 2.400.00 2.400.00 2.400.00 2.400.00 2.400.00 2.400.00

1.9'10.00

1883—81 1884—85 1885—80 1880—87 1887—88 1888—89 1889—90 1890—91

5.520.00 1 5 . 0 4 1.011 20.320.00 20.023.00 20.920.00

2.400.00

.920.00 í.520.00 <.520.00 1.520.00 1.520.00 L.500.00

I .900.00 1.900.00

20.020.00

2 0 . 9 2 1.00 23.000.00 20.301.00 30.300.00

(2)

81.000.00

31.000.00 28.172.00 20.408.00 35.808.00 35.808.00 35.808.00 35.808.00 34.740.00 44.510.00 43.248.00 43.248.00 43.218.00 50.010.00 52.48S.00 52.48S.00 53.0C8.O0 53.0C8.00 50.053.97 58.893.97 58.893.97 99.531.00

1.900.00 i. 1 7 2 . 0 0 >.408.00

>.808.00 •>.808.00 1.808.00 s.808.00

1891—42 1892—o:t 1893—91

1.740,00 1.510.00 I.248.00 í.248.00

1894—05

1895—911 1890—97 1897—98 1K98—99 1899—900 1900—01 1901—02

{.218.00 II.010.00 2.48X.00 2.ixs.nu

S.008.00 í.008.00

1902—03 1903—04 1904—05 1905- -011

3.058.07 S.803.07 8,893.07 9.534.00 0.048.00

19015—07

120.018.00

( I ) La >cy de l'rwupue*to General «le Gastos, demle 1870 hustn el de 1885. Kortalabii u im P r o ' c s o r e a una aslRiuulón anual de $ 1 200 00. Desdo el E j e r c i d o .do 18X5 - 1880 d'chu asignación se redujo, n $ 1 1 10 00. anuales. Por ley de 5 de febrero de IH87. Uxliw los sueldos de la Nación, sufrieren un gravamen de un 25 '/' men .uní. El I're uipuesto de 1893 - 1891 rtliujó l a s asignaciones «le li s Profesores a $ 1 (180 (lu a n u a ' e i . Además esas asignaciones* M i t r a n un d e s t i e n t o «le un 10 '/, y otro di. un 5 men uní, l i a n a el arto 1904, en <|U<j d . c l u s gravámenes fueron suprlmblo» Hoy la a s ' p i a c l ó n anua' de los Profesores es de $ 1.340 00. (21 llasta la saii-lón de 'a ley de I I de Julio «le 1885 la Facultad de Medicina no contaba mu otros recursos que 'os destituidos por la Ley tle Presupuest«> General y una pe«iucrta partida de $ 200 00 mensuale» destinada por el Gobierno para pistos. Por los artos 1885 a 19 'N v í a s e el texto.

FINANZAS DE LA Demostración

FACULTAD DE

desde 1 9 0 8 - 1 9 0 9 a

Ley do Presu puesto G de Gastos

A Ñ O S

Laboratorio de la

Dirección

RENTAS Diversas

leyes

1924-1925

GENERALES r Rub Economía

Rentas Universitarias

TOTALES GENERALES/

(1)

1

científica y de su obra pedagógica, ha dejado en la Facultad un vacío no llenado aún y muy difícil de llenar. Y después, en los años siguientes son los Doctores Poney, L a m a s , Ricaldoni, Morelli, N a v a r r o , Morquio, Arrizabalaga. Turenne, C a f f e r a , Manuel y E r n e s t o Quíntela, Olivcr, Scremini, Solari. M a g giolo, toda una f a l a n g e de médicos nacionales, jóvenes ávidos de estudio y de trabajo que se disputan las cátedras e integran el cuadro del actual profesorado en el que figuran las más sólidas y brillantes reputaciones de la intelectualidad Médica Nacional. L a s disposiciones de la ley de 1885 fueron otro factor decisivo en el p r o g r e s o no interrumpido de la Facultad desde esa época. L a reducción del número de miembros del Consejo que, de más de cuarenta (todos los profesores de la Universidad) f u é reducido a siete (el R e c t o r , tres decanos y tres miembros e l e c t i v o s ) ; — la mayor duración en las funciones de cada uno y la posibilidad de reelección; — la clara determinación de los derechos y atribuciones de ese Consejo en las que radica la autonomía universitaria; — l a s facultades otorgadas a los decanos en lo que se refiere al funcionamiento de su respectiva Facultad y a la vigilancia y fiscalización de la enseñanza, — y la centralización de la acción ejecutiva y disciplinaria en el R e c t o r ; — estas disposiciones y otras concordantes, permitieron organizar el Gobierno de la Universidad cn forma estable, y fué posible entonces, conservar la unidad y la continuidad de acción necesaria para la realización de un p'an trazado y para mantener el orden y la disciplina indispensables en un establecimiento de enseñanza. Otra de las innovaciones importantes de la ley de 1.885 f u é la dotación de rentas propias a la Universidad. A n t e s de la vigencia de esa ley, fuera de las partidas incluidas en el Presupuesto General de G a s t o s para pago de sueldos al personal, la Universidad no disponía de más recursos que los producidos por los derechos de títulos y alguna subvención del Estado, obtenida con dificultad para llenar

MEDICINA

de conjunto del producido e inversión de recursos

P R O D U C I D O 191)8—09 19.10—10 1010—11 1911—12 1912—13 1913—14 mu—ir, 11)15—10 1910—17 1917—18 1918 — 19 1919—20 1920—21 1921—22 1922—23 1923—21 1924—25

. . . .

. . . .

. . . . .

. . . . .

. . . . .

. . . . .

850 00 808 10 950 212 50 327 70 005 90 751 09 058 85 420 49 1 12 99 720 19 911 78 4 009 02 3 u n 011 413 00 — —

123.898.00 123.898.00 123.898.00 172.393.00 172.393.00 178.803.00 173.371.00 1,-4.513.00 180.029.00 180.021.00 180.982.71 180.982.71 185.412.71 184.342.71 222.012.00 308.332.00 325.0 (3.00

12 11 18 17 12 15 10 27 11 14 8

21 8 2 2 . 9 9 18 4 0 3 . 8 3 288.93 28 8 9 9 . 9 1 25 0 7 4 . 2 0 27 2 4 7 . 6 4 27 4 4 2 . 8 8 20 4 9 4 . 0 3 11 0 1 2 . 7 2 51 7 8 7 . 0 1 45 2 2 8 . 9 0 598.98 72 0 0 4 . 0 0 142.43 50 8 1 4 . 2 5 42 0 2 1 . 2 5

158 154 105 218 210 211 217 228 233 245 234 211 202 200 279 350

10 9 7 8 . 8 0 19 3 2 8 . 4 1 30 7 3 7 . 0 3 23 9 0 2 . 5 9 28. 520.49 25 7 8 4 . 8 1 29 0 0 0 . 3 9 47 2 1 1 . 0 8 37 5 0 8 . 0 3 43 4 3 0 . 7 3 42 0 0 3 . 7 8 53 1 1 1 . 3 5 O/ 1 2 4 . 8 2 01 1 4 3 . 0 8 57 2 1 7 . 2 0 09.008.85

101 021.4.1 154 111.21 183.977.90 170 8 0 7 . 4 1 204.000.71 217 5 0 5 . 7 5 205 5 . 7 . 0 0 224 8 1 8 . 0 5 221 4 9 0 . 5 1 231 5 8 0 . 5 3 232 3 0 0 . 0 8 250 8 7 2 . 7 0 212 0 0 5 . 0 5 229 8 2 0 . 1 0 245 9 4 7 . 2 1 290.008.39

577.59 229.99 137.19 505.41 391.90 040.54 504.47 005.88 059.21 990.93 931.80 490.47 110.33 585.14 209.25 953.25

1 N V E RS 1 O N 11108—09 1900—10 191 >—U 1911—12 1912—13 1913—14 1914—15 1015—10 1910—17 1917—18 1918—19 1919—20 1920—21 1921-22 1022—23 1923—21 1924—25

. . . .

. . . .

; . . . . .

. . . . . .

. . . . .

. . . . .

131.780.01 122.914.05 119.218.78 118.27?.10 101.033.49 174.2H0.30 159.1 9 0 . 1 2 150.578.72 172,495.09 174.012.81 180.982.71 187.840.03 170.871.21 IOS.307.08 188.310.92 221.059.54

r— r— 15.041.24 11.355.10 59.719.03 2.508.08 • >

- '

' i 1 1 1

12 11 18 lí 12 15 10 27 11 11 H 9 4 3

8*>0 00 808 10 950 20 212 50 327 70 005 9» 751 09 058 85 120 19 112 99 720 19 911 78 0119 02 100.00 413 03 —

(1) El rubro " E c o n o m í a s " fué creado en la Universidad por Do Teto dictado por ol I'. E o' 23 de 'obrero de 19U7 a solicitud del Consejo Universitario Dicho rubro so Integraba cpn las sumas autorizadas en el Presupuesto para s i i e d o » , — de Profesores sobro todo, — quo la Facultad no Invertía, por desempeñar I<H Interesados f u n d o n e s remuneradas rn otras ruparllc l o n r i públicas Las su-calvas amplia-Iones de la Ley <|Uo autoriza al personal docente para acumular suo.do* han hecho casi desaparucer este rubro, «|Ue ha sido suprimido on el ojorclclo actual de 1924 - 25


/ ¿ f

O

fifcpo

c/e/V

d c f

C e n f e n c r r v o

"(Jpucjuut/z

L a s R e n t a s U n i v e r s i t a r i a s constituían hasta 1908 un fondo de Medicina a sus propios alumnos. El Rector se dirige al G o b i e r n o común administrado por el Consejo Universitario que destinaba pidiendo que, sin perjuicio del conflicto pendiente con la J u n t a de sumas globales o partidas mensuales para el funcionamiento de ios Higiene en lo que se r e f i e r e en general a la otorgación y revalilaboratorios, adquisición de aparatos, libros, etc. Sería tarea l a r g a — dación de títulos, se declare que los diplomas expedidos por la U n i y no tiene aquí m a y o r importancia — el determinar con exactitud versidad a sus propios estudiantes, 110 podían ser en ningún c a s o y la parte de rentas que f u é por nadie desconocidos. destinada cada año desde 1885 Hallándose este pedido del a 190S a la Facultad, pués paR e c t o r a consideración d e 1 ra ello sería necesaria una Gobierno, el Consejo de Hibúsqueda minuciosa en la congiene impone al Doctor Mutabilidad Universitaria. P o r ñoz R o m a r a t e una multa por esta razón no f i g u r a en el e j e r c e r la medicina sin previa Cuadro de Recursos y G a s t o s . autorización de esa CorporaP a r a comprender sin embargo ción y ante su resistencia a que la m a y o r parte de esos p a g a r l a es conducido a la cárrecursos fueron destinados a cel púb.ica por ejercicio ilegal la Facultad de Medicina, basde la medicina. E l Rector ta recordar los laboratorios obtiene en el día la excarcelaque se c r e a r o n y el rápido inción, pero a condición que el c r e m e n t o y notable desarrollo aludido D o c t o r 110 e j e r c i e r a la que t o m ó la enseñanza práctiprofesión hasta tanto no f u e r a ca en los años que siguieron a íesuelto el conflicto por el la vigencia de aquella L e y . Poder E j e c u t i v o . Hojeando algunos informes Recién en abril de 1882 se rectorales podemos anotar, por d i c t a resolución accediendo ejemp.o, que en los ejercicios sólo en parte a las gestiones transcurridos de 1 8 8 6 - 8 7 a de la Universidad. 1890-91, aparecen partidas " S e declara que los títulos globales que suman m á s de " concedidos por la F a c u l t a d 50.000 pesos destinados a la " de Medicina a los individuos F a c u l t a d de Medicina para la " que en ella hayan hecho sus adquisición de material de en" estudios, habilitan p o r sí Foyer de la Facultad de Medicina señanza. " solos para el ejercicio de la L a L e y de 31 de diciembre " profesión, una vez inscriptos de 1908 dió a cada F a c u l t a d la disponibilidad de sus propias rentas, " en la J u n t a de Higiene, sin perjuicio de la superintendencia que a y en el cuadro citado f i g u r a n las sumas de que ha podido disponer " esta corporación acuerdan las leyes de la R e p ú b l i c a " . L a s atribula de Medicina para el sostenimiento y m e j o r a de sus Institutos y ciones de la J u n t a de Higiene de expedir y revalidar títulos de s u f i Laboratorios. ciencia quedan limitadas a los casos en que se trate de personas que no hayan hecho sus estudios en la Facultad Nacional. Y esta anomalía subsiste hasta que la ley o r g á n i c a de 1885 estaLos médicos egresados de la Facultad blece de una manera clara y precisa que, sólo la Universidad puede E l primer título de Doctor en Medicina y C i r u g í a de la Facultad expedir y reva.idar los títulos que habilitan para el ejercicio de las de M o n t e v i d e o , f u é otorgado a don J o s é M a r í a Muñoz R o m a r a t e , profesiones que se cursan en sus Facultades. de nacionalidad español, que había terminado sus estudios en la Resuelto en la f o r m a antedicha el conflicto ocasionado p o r la Facultad. expedición del primer título, en los años sucesivos e g r e s a n de la Conviene relatar lo ocurrido con m o t i v o de la expedición de este Facultad los siguientes médicos: título, y lo hacemos — de acuerdo con las memorias del Rector E n 1882, Atanasio Zabala y Carriquiri, de nacionalidad española D o c t o r V á z q u e z A c e v e d o — para evidenciar una vez más el ambiente y L u i s Barittini, oriental. E n 1883 se reciben Francisco Soca, E r n e s t o de hostilidad que rodeada a la F a c u l t a d y apreciar la honda fé y la Fernández Espiro, Angel Brian, J a c i n t o de León, Florentino Felipsilenciosa pero no olvidada labor, de los que cimentaron la V i e j a pone, E l i a s R e g u l e s y Santos E r r a n d o n e a (oricnta.es) y Pedro E s c u e l a y prepararon el fermento de sus f u t u r o s p r o g r e s o s . i l o r m a e c h e y J o s é Parietti, españoles. E11 1884 terminan L u i s G. M u r g u i a , Benito del Campo, Enrique Poney, J o a q u í n de Salterain, E l R e g l a m e n t o de la Facultad <le Medicina, L e y de la Nación Oriol Solé R o d r í g u e z y J o s é Scoseria (orientales) y J u a n A l z a m o r a por haber sido aprobados legislativamente los actos de la Dictadura, español. E n 1885 A n d r é s Crovetto, oriental y A u g u s t o Munktel, sueco. en el A r t . ° i.° autorizaba a la Facultad para instruir y habilitar para el ejercicio de la Ciencia Médica y sus ramas accesoiias. N o obstante, A l g u n a s modificaciones introducidas al plan de Estudios detuseis años después <le fundada la Facultad, la J u n t a de Higiene seguía vieron el egreso de médicos en los años 1886 y 87, pero este se expidiendo y revalidando títulos, reanudó en 1888, aumentando en basándose en las p r e r r o g a t i v a s los años sucesivos lentamente, que le o t o r g a b a la ley de junio así como la población de la F a de 1 8 3 8 y R e g l a m e n t o Sanitario, cultad que acreció año tras año. parcialmente derogadas en esa H a y hoy alrededor de 780 parte, por el de la F a c u t a d de médicos ejerciendo su profesión M edicina. en toda la República y de estos 110 menos de 700 han cursado E l R e c t o r de la Universidad sus estudios en la F a c u l t a d de inició, en 1881 ante el Gobierno, Medicina de Montevideo. una gestión p a r a que la J u n t a de B a s t a este sólo hecho para Higiene f u e r a compelida a restejer el m á s grande elogio a la petar los f u e r o s de la Facultad obra realizada por Ja F a c u l t a d de Medicina. E l Fiscal de Gode Medicina, si ella 110 pudiera bierno dictaminó en sentido desser apreciada también bajo otros favorable a las pretenciones de la aspectos, 110 menos importantes, Universidad, y el R e c t o r , en 1111 y de grande trascendencia para el e x t e n s o y brillante i n f o r m e r e f u país. tó las opiniones de aquel funcioE s t e considerable n ú m e r o de nario, exponiendo los fundamenmédicos, que ella ha preparado tos legales de las mencionadas y armado para las luchas contra gestiones, demostrando la sinrael dolor y la enfermedad, ha zón del dictamen fiscal y la actipermitido llevar a todos los á m tud hostil de la J u n t a de Higiene, bitos del P a í s los beneficios cíe sosteniendo que debía reconocerla asistencia y con ellos se han se a la Facultad su indiscutible incorporado a la vida nacional derecho a otorgar o revalidar los elementos aptos y bien preparaDiplomas de Medicina y ramas Laboratorio de la Dirección, en el Instituto de Química dos para concurrir con inteligenanexas con exclusión de toda otra te actividad a la solución de las corporación. más arduas cuestiones que atañen al bienestar colectivo, en el campo Pendiente de resolución esa cuestión, con motivo del título de la medicina humana, realizando una obra intensa de investigación expedido al D o c t o r M u ñ o z R o m a r a t e , la J u n t a de Higiene desconoce y de estudio en pro de los altos intereses del país y de sus prestigios las facultades de la Universidad para expedir títulos y pretende tener científicos dentro v f u e r a de las f r o n t e r a s nacionales. el derecho de revisar, previo examen, los expedidos por la Facultad


/z/encrr/b 'pugluczyz

d e f

C e

de Medicina hicieron que bien pronto resultara insuficiente, e impropio por su estado ruinoso, el local de la antigua Universidad que ocupaba en su totalidad, fué preocupación constante de las autoridades Universitarias el dotarla de un edificio propio. El 19 de abril de 1901 se celebró en la Facultad de Medicina una

£1 edificio de la Facultad Desde el primer rectorado del Dr. Vázquez Acevedo en 1880 se iniciaron gestiones para construir un edificio destinado a todas las secciones de la Universidad. Pero, como los progresos de la Facultad Facultad

de M e d i c i n a

MEDICINA

1K80 1881 1882 1**3

1H*|

1KK7

IftftH 1*8» 1*90 1 891 1893 1*94 1X9-,

238 237 223 228 209 239 254 236 354 435 455 598 595 759 865 796

1

Estadística

retrospectiva

Alumnos

—-

—10 8 9 8 8 10 19 23 21

— 10 11 10 11

—"

— —

— —

1 l 1

3 2 3 6 7 8 3 12 15 21 14 30 72

29 63 99 100 103 43 .74 88 111 143 147 168 152 192 297 241 245 207 220

13 25 37 49 44 41 33 47 01 58 57 55

2 2 2 5 7 6 18 18 18 21 17

realizados

en

54 65 85 167 118 148 170 175 185 201

18

118

Por ley de 31 do diciembre de 1908, fueron separados de la Facultad, los estudios de Veterinaria y Agronomía

Por ley de 8 de setiembre de 1921 fueron separados de la Facultad los estudios de Odontología

la

Facultad

de Medicina

y ramas anexas

desde

1876 a

J924 VETERINARIA

OBSTETRICIA

ODONTOLOGIA

FARMACIA

361 353 341

'W

:*;•» 358 38.1 344 474 46| 458 438 423 895 3112 475 431 4NJ

*<a M7

I

509 621 748 1.212 1.316 1.428 2.640 2.M0 8.21? 8 709 8.064

106 133 141 76 lll 251 237 270 261 218 250 294 277 314 219 2H9 245 8"3 380 834 292 H72 !(34 310 347 3.',7 860 4(5 416 478 876 518 461 740 1.239 1.240 2.131 1.487 2.702 1.840 1.659

1 1 5 11 4 10 4

27 14 16 16 17 21 46 70 59 57 89 45 58 88 86 118 100 99 169 271 222 245 196 1B6 174 212 222 263 '-76 224 250 271 293 328 349 391 456 618

07 Ti 16 16 17 24 45 70 54 56 39 87 47 65 91 87 76 72 132 202 170 197 160 1*6 161 147 165 201 220 198 164 i. 60 272 235 2h9 362 255 347

u

2 4 10 8 14 9 17 39 34 22 ¿5 25 18 22 26 38 23 20 18 18 80 19 26 29 31 44 50 50 29 89 77

21 13 16 15 17 24 44 68 51 51 37 • 34 42 62 72 77 61 66 111 174 145 100 181 169 140 125 141 172 184 188 139 2:18 252 187 195 349 191 262

— —

• —

1

2 9

1 2 3 2 2 3 6 8 9 10 15 6 21 28 25 37 27 17 24 22 21 29 36 10 25 22 20 88 44 13 64 8J

3 5 6 3 3 5 9 12 11 10 20 60 69 EU 59 120 90 132 131 130 19J 222 259 828 694 669 717 870 981

2 8 3 3 4 6 2 3 5 7 10 8 16 45 6\ 59 61 81 78 126 130 93 167 18 j 220 283 317 603 680 491 •>58

— 6 1

— —

— —

— —

— 1

7 3 3 4 5 1 11 6 7 10 7 11 37 56 62 29 61 103 117 JF 155 172 253 272 507 690 3a7 389

1

1 5 8 9 7 6 2 17 28 1J 17 12 32 48 30 75 16 90 104 169

Por ley de 8 de setiembre de 1921, fueron separados estos estudios de la Facultad de Medicina

— —

— — —

— 25 10 4 — —

4

16 17 11 9 20 20 12 15 10 22 19 21 25 24 37 81 19 41 57 79 60 40 25 63 59 61 68 86 110 94 187 88

25 . 10 1 — — 3 12 17 11 9 20 17 11 12 10 21 18 20 22 22 84 24 19 41 48 ti-J 63 80 21 65 59 61 68 71 92 94 96 88

_

— —

25 lo 4 — — 8 11 16 10 8 17 18 11 10 8 21 17 19 22 22 27 21 19 40 3*1 61 46 22 20 53 65 61 68 69 88 89 94 68

Reprobados

Aprobados

— —

Examinados

_

Inscriptos

_

Reprobados

— —

Aprobados

— —

_

— —

_

Examinados

Reprobados

— —

Aprobados

— —

Reprobados

Examinados

— 1 1

Inscriptos

25 44 71 71

Aprobados

25 45 72 71 75 108 134 142 H| 122 255 247 274 268 2_'9 227 254 304 2H5 IFCW 228 306 284 249 387 402 IVil 317 t;»7 852 332 373 890 34:1 431 434 496 416 537 677 769 1.270 1.284 2.181 1 546 2.731 1.929 1.716

Examinados

26 45 72 71 75 KM; 131 142 81 122 256 247 274 268 21.) 266

S | | <

Inscriptos

|

Examinados

|

MEDICINA

64 58 65 120 174 235 183 266 363 569 6.16 392 744 850 890 960 874

37 42

173 216 275 2> 9 240 264 320 345 382 404 338 402 545 784

51 59 65 76 52 56 62 69 76 85 78 96 106 140

de los e x á m e n e s

VETERINARIA

Matriculas

_

23 44 76 115 205 187 215 237 270 220 337 322 280 320 321 409 396 411 498 496 401 435 500 562 582 668 754 654 685 690 633 748 968 1.112 1.092 1.136 1 ,u80 1.060 1.241 1.189 1.251 1.449 2.732 2.890 2.986 3.246 4.185 5.382 4.568 3.976

23 28 2» 31 39 30 10 44 53 92 92 79 70 79 82 99 811 93 100 110 108 100 105 129 133 143 157 107 165 178 101 187 220

1925 OBSTETRICIA

ODONTOLOGIA

Matriculas

Alumnos

Matrículas

Alumnos

y ramas anexas — Alumnos y m a t r í c u l a s — 1876 a FARMACIA

Inscriptos

s Q í f á p o

-

-

-

— —

— —

— — —

— —

1 1 1 1 8 4

2

— — —

— — —

— — —

1 1

7 3

1 12 5 7 8 1 4 2 4 5 2

14 112

14 76

— —

=u

<5

1

Por ley de 31 de diciembre de 1908, fueron separados los estudios do Agronomía y Veterlnnrla de la Facultad


d fiesta a la que fueron especialmente invitados los. Altos Poderes del E s t a d o a fin de que pudieran apreciar el estado deplorable del local en que se hallaba instalado el riquísimo material científico de que disponía. Allí f u é repartido a los concurrentes un alegato del Decano por la pronta sanción del P r o y e c t o de L e y que autoi izaba la construcción de un edificio para la F a c u l t a d de Medicina, y el P r o f . Ricaldoni a nombre de los profesores y del Decano pronunció un discurso en que ponía de manifiesto la imprescindible necesidad de dotar a la Facultad de un edificio propio. Se produjo así un gran movimiento de opinión que trajo como resultado la sanción de la L e y de 1 2 de junio de 1901 que autorizó la construcción de un edificio para la F a c u l t a d de Medicina en la P l a z a Sarandí. ( A n t i g u a Plaza de C a r r e t a s ) . Se e f e c t u ó 1111 Concurso de Planos en el que f u é aceptado el P r o y e c t o del Arquitecto J a c o b o V á z q u e z V a r e l a ; el autor modificó su proyecto de concurso de acuerdo con instrucciones del Decano y el 22 de octubre de 1904 se iniciaba la construcción del Edificio, comenzando por el pabellón destinado a Instituto de Química. L o s recursos votados para la construcción eran insuficientes; por gestiones del R e c t o r D r . Dn. E d u a r d o Acevedo se obtuvo la sanción de la L e y de diciembre de 1904, creando el llamado " I m p u e s t o U n i v e r sitario", a las traslaciones de dominio, con c u y o producto y los recursos votados en 1907 y 1909 f u é posible la* terminación de la F a c u l t a d de Medicina y de los edificios destinados a la Universidad y a la sección de E n s e ñ a n z a Secundaria y P r e p a r a t o r i a . E n la inauguración del primer pabellón de la Facultad de Medicina (el Instituto de Química) el 24 de abril de 1908, el señor M i n i s t r o de Industrias, T r a b a j o e Instrucción Pública, D r . Dn. A n tonio Cabral d e c í a : " L a historia de esta obra que hoy comienza a traducirse en el hecho, es la resultancia de muchos e s f u e r z o s y " de la consagración de nut" chas actividades; iniciada " la idea de la construcción " de este edificio bajo el R e c " torado del Dr. A l f r e d o V a z " quez A c e v e d o , fué sancio" nada la L e y por el P a r l a " mentó cuando regía 1 o s " destinos de la Universidad el " D o c t o r don Pablo De M a " r í a ; tocó a su vez al recto" rado del actual Presidente " de la República don Claudio " Williman, presidir el con" curso de planos y el llamado " a licitación para la ejecución " definitiva del p r o y e c t o ; fué " b a j o el rectorado del Doctor " Dn. E d u a r d o A c e v e d o que " se colocó la piedra funda" mental de la construcción, y " corresponde por último pre" sidir de nuevo los destinos " de la Universidad al Doctor " De M a r í a en este momento " en q u e el p r o y e c t o se trans" f o r m a en realidad y la F a " cuitad de Medicina de Mon-

f

'

f i £ p o

cfe/V

d e f

Ce/iíencrp/b

V7°u(Jactyo

momento en que comenzamos a verla realizada, se revela un esf u e r z o y se destaca una actividad que es justo señalar a la consi-

Instituto de Q u í m i c a . —

Despacho del

Director

" deración de todos. F u é en el " primer decanato del D r . S c o " seria que la idea de construir " un edificio para la F a c u l t a d " de Medicina se dibuja con " nitidez y adquiere contornos " propios y ha sido después " su e s f u e r z o continuado, su " actividad indiscutible y su " empecinamiento recalcitran" te, los que han l o g r a d o ven" ccr muchos tropiezos y alla" nar 111 u c h o s obstáculos, " hasta llegar a obtener que 1 " la aspiración m á s elevada y " más digna de su actuación " pública cristalizara en el hc" cho tangible de un edificio " monumental, que sirviera de " albergue honorable y ade" cuado a la proficua labor de " los estudiosos y a las ex" pansiones nacientes de la " ciencia nacional, que aquí, " c o m o en todas partes, mar" ca un derrotero acercando a Sala de lectura de la Facultad de Medicina " los espíritus hacia fórmulas " m á s impersonales y más c x " presivas del amor, de la esperanza y de la solidaridad. A él perte" necen pues, una buena parte de los lauros de este t r i u n f o " . E l edificio de la Facultad está ubicado en la proximidad del Palacio Legislativo, con la fachada principal sobre la A v e n i d a General Flores, frente a la Plaza Sarandí. E s una construcción monumental de sobrias y elegantes líneas, como cuadra a sus fines. E s t á f o r m a d o por un cuerpo central y dos laterales que limitan el Patio de l l o n o r de 50 x 60 metros, cerrado por artística verja de hierro forjado, con tres grandes portones al frente. E n el centro de este patio está la entrada principal, a la que se accede por amplia escalinata de g r a n i t o rosado y a los lados las puertas de ingreso a los Institutos de A n a t o mía y Fisiología. L a entrada principal dá a 1111 amplio vestíbulo, sobriamente decorado con elementos arquitectónicos y al fondo de él, frente a la puerta de entrada, se abre el salón de A c t o s Públicos. L a teralmente arrancan de este vestíbulo dos amplias escaleras de mármol que conducen al piso superior y convergen también a él los anchos corredores que establecen la comunicación interior entre las distintas secciones y locales del edificio. E n el vestíbulo del piso a'.to, sobre la escalera de la derecha hay un m a g n í f i c o ¿ a n n e a u decorativo obra de los pintores nacionales P u i g v Pena, que, respondiendo al tema " L a Medicina P r i m i t i v a " representa la escena mitológica del Centauro Chiron enseñando la medicina a los primitivos habitantes de la T e s a l i a .

Laboratorio de Q u í m i c a analítica aplicada

(sub-suelo)

" tevideo comienza a tener un asiento digno de su significado y su " representación. P e r o en esta l a r g a secuela de diez años que van " transcurridos desde la hora en que la obra f u é concebida, hasta el

E l edificio tiene tres pisos c u y a s plantas se desarrollan cu f o r m a de II y corresponden a los dos pisos altos y al s u b s u e l o ; éste, por el desnivel del terreno, f o r m a 1111 rez de chaussée del lado de la fachada que mira al E s t e , donde están instaladas la M o r g u e y las c á m a r a s f r i g o r í f i c a s para la exposición de cadáveres con fines de identificación, y conservación de los mismos p a r a los t r a b a j o s de disección. E n el cuerpo central, además del Sa.ón de A c t o s Públicos, están ins-


taladas en el piso principal, las Oficinas del Consejo, del Decano, la S e c r e t a r i a y B e delía, en el piso alto la Biblioteca y Salas de L e c t u r a y en el subsuelo el E c o n o m a t o y Proveeduría. L o s demás locales de las tres plantas está ocupados por L a b o r a t o r i o s . L o s dos cuerpos laterales están destinados, a instituto de A n a t o m í a y M o r g u e , el de la derecha y al Instituto de Fisiología el de la izquierda. E n cada uno de estos Institutos hay dos anfiteatros, uno en cada piso, con capacidad para cien estudiantes cada uno. D e estos anfiteatros hay uno especialmente dispuesto para la enseñanza objetiva de la Anatomía y otro para las experiencias de Fisio.ogía y V i visección. L o s cuatro tienen modernas y muy completas Musco de Historia Natural instalaciones para proyecciones microscópicas, epidiascópicas, de dispositivos, etc. F r e n t e a los cuerpos laterales del edificio principal y separado de él por ,a Avenida General Flores, están los Institutos de Química y de Higiene y entre uno y otro el jardín público que f o r m a la Plaza Sarandí. E s t o s dos edificios só.o tienen habilitado el subsuelo y el piso principal, que se creyeron suficientes, hoy y a se hace necesario construir el piso alto con que fueron proyectados. E s t a ligera descripción y las f o t o g r a b a s que la acompañan, dan una pálida idea de la importancia y valor arquitectónico del edificio ile la Facu.tad, que, como lo quería el Doctor Soca, no sólo ha llenado su finalidad científica, sino también una necesidad de estética social: concurrir al embellecimiento de Montevideo. E s t e edificio ha sido considerado por los profesionales extranjeros que lo han visitado, como uno de los más amp.ios y mejor distribuidos de cuantos se han construido en la A m é rica del S u r con igual objeto. L a traslación de la Facultad a su n u c i ó local se e f e c t u ó en el correr del año l y u , y gracias a la actividad incansable del Decano doctor Manuel Quíntela, la instalación y habilitación de Gabinetes, Institutos, Laboratorios, P l a c a colocada en Bib.iotccas, Oficinas, etc., se hace en condiciopor la F a c u l t a d de nes que parecen inmejorables y cabe esperar do la actuación pués, que por algún tiempo será suficiente la capacidad del nuevo edificio. L a L e y de diciembre de 1908, que establece el gobierno propio de la Facultad, permite a esta ampliar y m e j o r a r algunos s e r v i c i o s ; pero, la avalancha de estudiantes que ingresan a ella en estos últimos años, como consecuencia de la L e y de l y i ó que estableció la absoluta gratuidad de los estudios, hace que pronto los Laboratorios resulten insuficientes, escaso el personal, reducido el presupuesto y que haya que pensar y a en el ensanche de un edificio que, al proyectarlo, se creyó más que suficiente para llenar las necesidades de la enseñanza médica durante algunas décadas. L a exposición del estado actual de la Facultad que vamos a hacer rápidamente y sin comentarios en los p á r r a f o s que siguen, dirá de los grandes progresos realizados en los últimos años y del grado de perfeccionamiento al que lia llegado en su organización, y permitirán apreciar la decisiva influencia que lia ejercido cn el desarrollo de la cultura nacional.

La Facultad de Medicina en la actualidad. Dirección y gobierno L a L e y de diciembre de njoK creó, para cada Facultad dependiente de la Universidad, 1111 Consejo Directivo que en la de Medicina está formado por el Decano, cuatro delegados de los Profesores, elegidos por los mismos, tres delegados de

los médicos, uno de los f a r m a céuticos, uno de los dentistas y uno de los estudiantes, que deberá tener como los demás título de la Facultad. L a L e y posterior que creó la Escuela de Odontología estableció que en lugar del Dentista integrara el Consejo un delegado de los P r o f e s o r e s de Farmacia (véase el cuadro respectivo). E l Decano es nombrado por el P. E. a propuesta del respectivo Consejo, dura tres años en sus funciones y puede ser reelegido una sola vez. Los Consejos Directivos tienen en cada Facultad las atribuciones y prerrogativas que la ley de 1885 otorgaba al Consejo de Enseñanza Secundaria y Superior y los Decanos tienen, además de sus funciones propias, las que según la misma ley del 85 corresponde la F a c u l t a d de Medicina dían al Rector. Además, en la dirección técnica de la Facultad interviene, como órgano de consulta y asesoramiento, la "Reunión anual del P r o f e s o r a d o " , instituida durante el decanato del Doctor Ricaldoni. En estas reuniones, cn las que intervienen de egados de los estudiantes, son discutidas y resueltas todas las cuestiones relativas a la cnseñanaza médica y organización de estudios, que luego, como "votos de la reunión" son elevadas a estudio y resolución del Consejo Directivo.

Plan de estudios para el doctorado Después de las modificaciones impuestas por la mejor organización de la enseñanza cn diversas épocas, el plan de estudios actualmente en vigencia es como signe. Primer año. — C u r s o s : Física Médica y Biológica (medio año escolar), Química Biológica, Anatomía, Histología (medio año escolar), Historia Natural y Parasitología. E x á m e n e s : Física, Química Biológica, primer año de Anatomía y de Histología, Historia Natural médica y Parasitología.

Segundo año. — C u r s o s : Anatomía, Histología, Fisiología, Higiene primer curso (práctica de Bacteriología). E x á m e n e s : Segundo año de Anatomía y de Histología, Fisiología. Tercer año. — Cursos: Patología Médica, Patología Quirúrgica, Anatomía Patológica, Patología General, Clínica Semio.ógica, Clínica Médica, Clínica Quirúrgica. _ E x á m e n e s : Patología Médica (primer año), Patología Quirúrgica (primer año), Patología General, Anatomía Patológica (primer año). Cuarto año. — C u r s o s : Patología Médica, Patología Quirúrgica, Higiene (.'do. curso), Anatomía Patológica, Clínica Médica, Clínica Quirúrgica. E x á m e n e s : Patología M é dica (2do. año), Patología Quirúrgica ("2do. año). Higiene, Anatomía Patológica (2do. año). Quinto año. — C u r s o s : Obstetricia y Ginecología, Materia médica y Terapéutica, Anatomía T o p o g r á f i c a y Medicina Operatoria, Clínica de Niños, Clínica Obstétrica, Clínica Otorinolaringológica. E x á m e n e s : Obstetricia y Ginecología, Materia Médica y Terapéutica, Anatomía T o pográfica y Medicina Operatoria, Clínica de Niños, Clínica Obstétrica. 5exto año. — C u i s o s : Medicina Legal, Clínicas Médica, Quirúrgica, Terapéutica, O f talmológica, Psiquiátrica y Dermosifilopática. E x á m e n e s : Medicina Legal, Clínica Médica, QuirúrgiAnfiteatro de la F a c u l t a d di Medicina ca y de Niños. el Hospital Maciel Medicina, recordandel Dr. P u z n a l l n

— ÓU4 —


Mf fifípo c/ef >

O L a concurrencia de los estudiantes a las clases es completamente libre, lo mismo que la elección de profesor, pero es obligatoria la asistencia a las clínicas, a las demostraciones prácticas y a los laboratorios adscriptos a cada cátedra. Para poder rendir examen los estudiantes deben de haber efectuado personalmente, en cada asignatura, bajo el control del J e f e de Clínica, del J e f e de Trabajo o del ayudante, y con aprobación del profesor, un cierto número de trabajos prácticos. E s t o s trabajos prácticos, c u y a repetición o exposición ante la Mesa Examinadora es previa al examen oral y constituye una prueba eliminatoria, son fijados, para cada asignatura, cn cuanto a su número, naturaleza y extensión, por los reglamentos especiales sancionados por el Consejo Directivo. L a enseñanza en la Facultad de Medicina, lo mismo que cn los demás Establecimientos del Estado, es completamente gratuita. L a ley de 18 de enero de 1 9 1 6 suprimió los derechos de matrícula y de examen; la Facultad sólo percibe los derechos de título y, aún para el pago de estos, acuerda facilidades a los egresados y está autorizada para acordar la exoneración. L a L e y citada tuvo bien en cuenta que las facultades de la Universidad 110 podrían funcionar si se cercenaban sus rentas en esa forma. Estableció al mismo tiempo un fuerte recargo cn el Impuesto de Contribución Inmobiliaria, a las propiedades cuyos poseedores residieran fuera del país, y con este recargo, que se ha llamado "Impuesto al Ausentismo", la Facultad y los establecimientos a quienes alcanza la ley, son reintegrados de las sumas que dejan de percibir por derechos de matrículas y exámenes.

Las cátedras y el personal enseñante Tiene actualmente la Facultad de Medicina cuarenta y cinco cátedras presupuestadas para la enseñaza de las asignaturas comprendidas en el Plan de Estudios y algunas complementarias o de cspecialización. Cuarenta y una de esas cátedras están ocupadas por Profesores titulares, entre los que figuran nuestros más reputados médicos, cuya lista representa el más alto exponente de la cultura médica nacional. (Véase la lista respectiva). L a s otras cuatro cátedras, de reciente creación, no han sido aún provistas. L a s autoridades directivas de la Facultad no han olvidado cn ningún momento el papel fundamental que en la enseñanza de la medicina desempeñan los laboratorios y las clínicas. P o r eso cada cátedra tiene adscripto su correspondiente laboratorio, con el personal y material científico necesarios para su funcionamiento o utiliza el personal y el material del respectivo Instituto. L a s Clínicas disponen todas de amplias salas en los establecimientos de Asistencia Pública, tienen el instrumental necesario para la enseñanza c investigación clínica y cada una su laboratorio especial con personal c instalaciones suficiente. Además, el Laboratorio General de las Clínicas y el Instituto de Radiología les prestan su valioso concurso.

Profesorado de la Facultad de Medicina

,

í

Profeaores Honorarios'. DOPIOIVH Alóyalo «lo Cuwtro (Ilío .Tanmlro) —- Ja<'h>to •lo LoAn — J<wA Seosorín — Ja luto II. Ollvcr - - Auir'ixlo Turquino — Fraaclnco A. Cafrora — lOnrlquo Honrar (iI'arÍH) — Sel>a>rlAn IldniHnnH (Madrid) — Earmacéutlcoa: — JOHO Cn«urc« Olí ('Madrid) — JOKA fl. Q-URliolmoMl. CaledrAtleos titularon. — Doataixw: VUtor Escardé A naya, Fhd<a blolóulm, — José 8 osería, Química niolARltvi. — Anpel Gamlnara, Mlxlorla Natural niAtUy 1'aranltoloKln. — Humberto May, Anatomía. — Alejandro Schroedor, ÍIIHtidouía. — Anpel C. Mapnlolo FIMIOIOKIH. — Justo !•'. González, Hlirlonc. — 10Htenlo Horinaot ha, Jla.rlcrloloK'íu. — Amoldo Hería, IPmtolotfiU Ki inval. — Jo.nJ Hollaba y EnrlQua M, Claveaux, PatoloK.Vi mAdlm. — Lorenro Mérala yj Domino o Prat. Patología oulrúrtflra. — Eupenlo /' Lasnier, Anatomía PatolAKl<>a. — //»'<•tor J. fíoselló, Mate-la MAdlca y Tompfuil l«u. — Ellas Rehuirá, M^lldlua Li-gal. — José ¡nfantozzl, Obstetricia y Olnocolojcla. — Manuel Albo, Anatomía Quli-dr» ífloji. — Eduardo Illanco Acevedo. Mulle huí Op«Ta!orln. —. ('arlos /frito /•'ores/I, Clínica Sc>mortalÓKlcft. — Amtrleo lílcaldonl, Pablo Seremlnl, Arturo Lusslch, Juan II. Morelli, Clínica Mf-dlca — Alfonso Lamas Al/redo Navarro <1nardo Arr¡:abalafja, llora lo Garría Lapos, Ernesto Quíntela, Ol.nl.a QiilrflrjíW'a — César Hordonl Poso, filial) a TarnipóutU-n. — Aupusto 7'urentie, Juan l'au Orflla. Cltnloa OhHtAtrlca. — Enrique Poney, Clínica OlnccoKHflca. — Lula Moripilo, Clínica <•«• niñón. — Alberlro Isola, Clínica Oftal mol «Vico. — Manuel Quíntela, Clínica Ofo^InolajrJniwolAKlcn. — Jasó Hrlto Eorestl, Clínica DormonlfllopAtl«>n. — Hernardo Et •hojtaro, Cllnloa pjílquIaiüiMcn. — Luis A. Snrrao, Oliwl'a ilo vían urinalliut. — Carlos P. Collstro, Anatcania, fhlAloula o 1»Ik-!^1 obuMrlviiH (cuino para i>arl«IVI«. — Eupenlo Urucl, Patología y T I M I I política ol»-it ¿trican (curso para parlóla*). Profesores A pregados: Dn iMod'lalnn. — DOOIOP-M: José M. Eatapt\ Justo Montes Pareja, Julio (¡arría Otero, Juan <'. PIA. Albulo Pérez NAn lie-: y Walter Plapplo Garzón. Do ClriiKÍa. — DoctoroH: Veíanle Pérez, Carlos Phiuerez, Juan C, del Campo, Ernesto I', l'arlpo, carlos I Majano, 1,'oberto t'i TI/MI p Os ar líodrlpuez. Do Obstetricia. — DoctorcH: Héctor (larda San Martín, Alfredo (7<I»:«IH< y Carlos Holllnl Hernández. De I'NI«I nial ría. — Dor.oro»: San fin Carlos líos I, Camilo Paysée y Ello García Atist. De OtorhudnrhiuoloKÍa. — l>o-|or Justo M. Alonso. Do I'arnHlto'lonta. — D«>« tor Erpiusto Cordero. I)c, nieiicrloh^la. — Dootor Julio César Estol. Do Modlolna LOKHI. — Dr. Mu Un Mar' nez Puetn l>« 1 MHIOIU-, — Dr. Mario Poneo do León. Do Ptxllntrda. — DIVH. : Vícíor Xrrblno y Salvador Burphl. Do CII.nl ta Glnon-oilAKlca, — Dr. Luis P. ¡fottaro. Do Chuica Quirúrgica. — Dr. Luis Mondlno. — Son adt'niftN ProlcMori*! ajcivuiiilox do Imm a«l»rnaliiran «'orrcj4ponil>lonti>H Ion ftuh-Dlr«»ctor«'« «lo loa lnmlltuioa d«> Ultrlonc, Anatomía, 1''IHI«)|OKÍI. lladloloKla y Anatomía l'at.oilAjelen. RSCUKLA DE PAltIMAiCTA. — Catedráticos titulares. — Farmacéutico»: Mal'ni» González, Flfllcn Kanna«/-utl<a. — JosA Lanza. Oi»'ml«<a InortrA-ivlca. — José Cordetrás Alonso, Ouímlca OmAmlivi. — Ernesto H. JullA, Historia milurnl fnrmiuAut.lna — Domlnpo Gtrlbaldo. AIIAIIMIH Qu'ml o Oi-in-ral. — Pedro Peluffo. AnAllds Químico Aipllc.-ulo. — Víctor CoJipeUl. Matorla l'Vrmucf'iil.Utn. — Antonio Peluffo. Farmacia Qulmha. — Armando Harapo l''njnnwbc,|a O al C-al a. — Héctor Fontana. Toxlcolow^a. — Carlos I'.Ha Ipaluvi, lliu-lorloloRla o IMKICIIO. — Itafael J. llujalan a. llromntoloKla y .Aii/UIIxIm niolCi^lcoH — Juan A. Capra. I'rA«tl«ui l'VirnuuVnitlcn- — Dr. Zoilo Haldíaa. D«'onlolofflu y DcHlHliu-Mn rarmacAutlcoji. Profesores A (trepados :Do Química InoranIcn. — Dr. Farm. Pablo Bonavltn. Do FIHI<« Farmacfiutl<vi. — Fwrm. I.uls A, Plazornn Scarono. Do llUlo.-la Natunil FnrmacAutlcn. — Farm Erna Dornell. I >«» AnAillnU n" "<!'•<> ai»ll«a<lo. — Farm. José Volpl, Do Farmacia QIIIIHIKÍI. — Farm. Vi enta Mío. llubino, Do Farmacia OalAnlca. IOarm Lorenzo Earavelll Musante. Do ToxIotWou a — Farm. Cíela Hotia Viplic.ltl. Do l^-iclHliuilCin Farimu«Autl<a. — Farm. Alberto Carainolti. Do FrAotlca FarmacC-utlca, — Fnrm Atarla Esthor Lúparo. De Uronvo'oli«r a y AurtHMIH hlolÓRkoH. — Fn.rnn. Cayetano Jtiet I. — CAtc«lnLH <lo Farnwiala. eo» «-x«'cpclAn do la do I^'gLMlai-lou y Dt»«mlol«>Kla, tluncn cada una un Laboratorio oHpoolail cn ol Inutltuto do Quhnlcu ; adnn.^pto» n OHIOH la liona torlo-i Jiay II^VM JolVa d« ira-bajo» y orveo Ayudnnten.

c/e/ <r

Qj/rfcncrrvo

Uruguayo

E n u m e r a c i ó n do l o . c A t c d m . y p o r . o n a l t é c n i c o n d . c i i p t o a c o d a una do e l l a .

Cátedra <le Finirá blolófílctt. — Profo«or, un r'ni-nripi,:.» fjnhineto o" un Auxiliar ILO OIÍLM,-. Cátedra <l<i Hinlovin Natural M<••.!{ „ tt l'n, n.iuilnutit. — !'r„fowor, un .Virroffiulo, un Ayudamu InbonLtorlo ('.ilulta ijutnil n niohiolra. — VrotMv^r, un .1 <l„ triilitiJ'.., <1,,M Aru.lunt,^ ,l.i litbomiorli,. Cilhiha do Anatomía. rri.r.-Hor llUrctlur <U,1 1 imlilil.o) y ••! 1. rwn.il 0..1 IUINIIHI. rnl.iln, ilo 11 latol.iuiu. — I'rolpwor, <IIH AyiHlltntw. y ,I"H

\u\linir.-K CAtuha

,1

...... /•<it<<I.

Prof.-Hor, y «I l».Taannil i m x H I n r «l.-l iv-»|Hvtlvo l u s i l t u u , . ( . ' , . . , , / , „ ,/, l'alolooln (feueral. — P r o f e s o r , u n ¿granudo, un Jeto t r a b a j . . . , un n y u y un iiux.lur. i ! . . . iillrdr/iN dn Patología Uéttica, c o n I i > , : , • . . r < y c u n t r o AKI'otfüdoi, /'u« lálrd i . . . ti,: l'atololt.a (Jutrltrpii a. c o n <1<>H l ' i ,,1,'Mnr, . \ , u i.i I r,. , . r,,.,-(fra di i M .tirria .ll.Mim y Trrovdutt a. — ProÍMor, Asrtfidlilu, Jefo do tarabaJOM y d o . A y u d a m o s . Cdtcdia fie JHf/iene. — l * r . . l . ' w . r , U.,h A u n v i m d o . y ] . m.il n u x d l u j r <I..1 l i u t l i t u l o r , ' « i „ * - t l v o . cátedra ilr Hacierinloii.ii. l'n.i. mi A j u illinti. y | r '.'-(uní I auxilll.nr 'l.-l I.IHIIIUIO .1.. IllKintii- Cátedra ih II, th lnu /.if.nl. l'rolViH.,r, Anr,u..ulo y un Ayi.lnn... Cátedra do Uhnlctricla u i' fiwi.r y un Aítromulo. t'átrdra tío .iruilomlu (Jntrúrijl, a, — l'n.l . . . i .n.l ..uxllli.r del I n .111 lll.. dn Aníilom-.i. Cátedra llr Meilt.lna Ol'ri '.I... III - - ' i . un Aunwulo, un Ayiwlunlo y un Anxilliir. Cátedra do Clínica .1» .iilul'.j.l. u. i'r,. fi-Hor. .1 OH Ji FN. ,ln ni,una y J.-fu di- L^il.orut.» I". Cuntió iiitcdrt... do t'llnl... W don. — Cuatro 1' roft*( ir.w, do« Alírogail.u., mI.iI.» Jt-fm «l.i Cllul.ti, cln.u l.l.-iu adjunto*, uuairu Ji'ton dn UIIH.- IUI». II», Ir.vu Awl^iunli A. Cinco lálcdnii, de rl.ni .i ( j u . r ñ r t i h a . — C u n o I'ror,TH>r,>>., n.w. AKriinuloM, IH;1I.( J . , l ' , . t di, C l i u l d.,:i i.l iñljmili-, riuilro ,l..ri« iki Laburnlurlu, .lli« AnlMti.nu-H, Cátedra de Cllnl a I.'In, • ciiíál/lta. — l'ri.l'.wor, un Jclu do Ci.nlisi. Un Jeto do Ij.ln.rutxrln, ountro iw-ln Ioliti'H. IIon i.ll.-(li..n do Clin, ti ObM.'.il.n, — l'on 1 ' . u n AHoKiulo, il" .II-II h dn ClInUm, un Id a.lj.uuo, .Un. .leíVH lio l.nlj.nnorli,, di... I^irloran. , lu •• Id. luljunuut. (1IK-II AMlHUrntcH. Calcitra do Clínica do Niñón. — Pror.'Hor, di n Alíi.-Kiiiion, il.w JoU'H do Cliniru, Jolu dn Iri.bi iulni'ln. Ayu.iantn ,1o Auau.ui.u l'ntulAKlut, o.Jiu A^iHUmt.w, Cátedra do C'll.lli.i TerainHttl.«. .— l'ri.f.«.,r. Aur, und,,, do. joma .Ui Clinuu, uno lu. ad.ulvo, Jvlo .lo Lnnuo.a.u. lo, Lrn A-i-i.-iiHv, Uthcditi de Cli.llia Oloi moiai Intiolnpli... — Irofo.or, AHÍ,mulo, .l..FN d." ililinl.U. Inn Asi itoruivt. Cátedra dn C'IIHl... O/líiíti.nldf/l. u. — * >r. Anivrfii.lo. Jofn do tilinn a, Jofn do biboraloilo Cátedra de chuica /l.i'nuii.l///n]niíuu, — l'rnl.mir, don A«rnl(:ulOH, Julo dn Cl 'i.U.i, J.tlo do Uuu. nlo.ilo, fualro AíU-nomo". Cátedra do cl.nl i, no Vi... Urinnrlui,. — l'ri.l,.n,r. Jilo .u, cllnl.m -l.-l. do l.n!n»i unirlo, cairdia de CU im a l'nhitildlriia. — l'roroHf.r, don AKr.Hi.wlon, J-fo do Cllal.a, ,li« Id. luljiinlo.-, Jo.o do l.ilnirnUMlo Cáledia do Itndio.on— l'rolo,,.!, Ilnrootor di-l ln..iiiu,o>, y .,1 pernonal auxiliar d.,1 mlsnio. cátedra dr ri.nica do cn/ci nicdilden ncrrlona Chulea ÍJulrúrul. a In/atitll y clínica do tecnii/utl u, ron un Proli^or y un Jólo dn ol.nlia uadu una, no bullan vilanos. Cálodtu de Analaiu.,1. t'i, lolouía c Itlulonr (.'.«..31 r.< — t umi l nin i-irl. r,^ a rni iío do un l'rol. nor lllulnr. cálcdii, de Anatoin.a iireliarnloría, liara l'artnrii», a cartin .1,1 l'ri.fonor d.,1 lunlllulo do Anutonuu. liunclonnn luiwnfiH con.o cátedra» lll,re*; I ion IUTHOH do clilllia rjulrürKUa, don «u.ni.n dn Cl.nli :. Mr-lu ji, U t . oUl'-im .!.• Cllnn a . i llio, u|o« I. n, un .-ulno do Clínica Olorlnolarlnyoir-Kl, a, un ourno do Cllnlon oriannoirn.!. a un uirmi do Ol.nl.Tl IJornmt.í.ñlíKn, un .u-m. .!•• Sil.IIOKIIIIlu. un curmi .Ir It.ollidoKln. Cuita lino du oau.H I.niv.M «wllt a mivo do itu l'rufi Mor 1.Il.ro, aun,rundo ol ConM.Jo

[inni

dluUirio

Los profesores de la Facultad son designados por concurso o por nombramiento directo; cn el primer caso duran diez años en sus funciones y cinco en el segunda Al término de cada período se procede a nuevo nombramiento o remoción, apreciando la labor pedagógica y científica de cada Profesor. L o s que son confirmados en sus cargos tienen derecho a un aumento progresivo en la asignación que gozan. Además de los Catedráticos, o Profesores titulares, intervienen eficazmente en la enseñanza los Profesores agregados. L o s A g r e g a dos obtienen su puesto por concurso y dictan, de acuerdo con el Profesor titular y con anuencia del Decano, cursos complementarios de la asignatura a que están adscriptos. L a agregación es la Escuela práctica donde se forman los Profesores que mañana habrán de reemplazar a los actuales. La Facultad cuenta hoy con treinta A g r e g a d o s (véase la lista mencionada más arriba), núcleo de fuertes trabajadores, llenos de inteligencia y voluntad, que auguran días de brillo a la Medicina Nacional. L a enseñanza cuenta, además de los Profesores titulares y A g r e gados, con un numeroso personal auxiliar, adscripto a sus clínicas y laboratorios; personal que en su casi totalidad se ha hecho indispensable, dailo el enorme crecimiento del alumnado en los últimos años. E s t e personal está formado: por los J e f e s de Clínica, que son auxiliares del P r o f e s o r en la asistencia de los enfermos y dirigen los primeros pasos de los alumnos en la Clínica, enseñando la Semiología; los Asistentes de Clínica, que secundan los trabajos del P r o f e s o r y del J e f e de Clínica; los J e f e s de trabajos, que tienen a su cargo los laboratorios y dirigen y organizan su labor, y los A y u d a n t e s y Auxiliares de éstos, que auxilian y vigilan el trabajo personal de los alumnos. L a casi totalidad de este personal, excepción hecha de los Asistentes y J e f e s de clínica adjuntos, está presupuestado. Los auxiliares, ayudantes y algunos J e f e s de trabajos son estudiantes. Se alcanza la amplitud y la importancia de la obra que realiza la Facultad considerando cl número de personas que en i lla se consagran a la enseñanza. Cuarenta y mi Profesores titulares de Medicina v dos de los cursos de Parteras, treinta Profesores A g r e g a d o s , t i e n ta Jefes de Clínica titulares y diez adjuntos, cincuenta y dos asistentes de Clínica, veinte y dos J e f e s de Laboratorio y de trabajos, veinte y seis Ayudantes y Auxiliares, cincuenta y dos del personal Auxiliar de los Institutos y doce cursos a cargo de Profesores libres,— forman un total de doscientas setenta y siete personas. si a estas agregamos las que desempeñan las catorce cátedras de Farmacia y sus respectivas ayudantías, vemos que pasan de trescientas personas ias que en carácter de Profesores, Auxiliares y Ayudantes de enseñanza forman el personal técnico de la Facultad de Medicina y rutilas anexas. L a s Cátedras Libres, que hemos visto figurar en la precedente enumeración en número de doce, son una institución creada por Ley de 14 de octubre de 1919. Y a tres años antes, persiguiendo las mismas finalidades de aquel',a L e y , la Facultad había creado, por iniciativa del Decano Dr. Ricaldoni, los "Cursos extraordinarios" y " C o n f e r e n cias libres", cotilo .medio destinado a poner a muchos profesionales distinguidos en contacto con la Facultad y abrir ampliamente sus puertas a los que quisieran exponer sus ideas o trabajos sobre cualquier tema de medicina, o probar sus aptitudes pedagógicas. E s t a s cátedras libres han funcionado desde entonces con bastante regularidad y en número aprcciable, prestando positivos servicios a la enseñanza.


JGF

O

Í£PO

defá

c/cf

Cenfencrr/o —Uruguayo Decanos,

|>r Vmarineo Huficr y r«pder11a. Profesor de Fisiología > 1 er Dec a n o d r la F a c u l t a d (1876-1879)

(ir J u a n Crispo Hran.ll» r.» De cano (1880-81) y I ' r o f r » o r de Patología M o l l e a en 1878

Dr Pedro «lor, 11.Profesor

Vizca Módico furniaDecano (1887-1888). — •

Dr. Augusto T u r e n n e i r . » D e c a no (907 - 1009). Profesor de C l í n i c a Uli.tétrica

Profesores

y figuras destacadas

I»r. J u l i o J u r k o w s k l . P r o f e s o r de A n a t o m í a en 1 8 , 6 y '.».• Decano. (1877 - 1878)

Dr. (íiilllermo Leopold. Profesor de Clínica Quirúrgica en 1 8 . 8 y 6 . " Decano (1881-82)

, .. rv Dr. Elína Regulo... 12.» P e c a n » ( 1 8 8 8 - 1 8 9 8 . V'rofes„r Mcd do <>" t t ' S i r S f " "

Dr. Manuel (1900-1911)

q u i n t ó l a . 10.» Decano Decano acti.nl des,1,,

de la

Facultad de Medicina

l»r Antonio S e r r a t o s a er De. iiiio ( 1 8 7 8 - 7 9 ) y Profesor de la Clínica Seinlológlca desdo 1877 hnHtn 1912

Dr. J o s é Piignnlln 7" Decano (1882 - 188:1). Profesor de Clllilcn ((ulriirglcn desde 1879 hasta 1899

n* i,../. u,, n .nrln n o Decano MHt.H r o ^ l A o e ^ . r dO Qulmlóa ( Sc'fl f B l o í f i f t J c « " V 'proHílíonoíírt

Dr. Amérlco lllcal.lonl 17.» ! «ano (1915-1021). Profesor Clínica Médica

l)r Edunrdo Kennnerlch. 4.° Decano < 1879-1880). Profesor (le Terapéutica .v Materia Médica, en 1877

Dr. J o s é María Cnrnfí. 0 . " Dccano ( 1 8 8 1 - 8 7 ) y P r o f e s o r de Anatomía en 1881

Dr. Alfredo Navarro. 14." Decano (lt.o:,-1007>. Profesor do C l í n i c a <J..lrúr K lca desde 1807

Dr. Manuel María Espinosa Médico fundador <'<* la F a c u l t a d


jgrnfr_ <PO c/cf cJefC c/e¿

O Profesores y figuras destacadas

l»r. A l e j a n d r o Flol de P e r o r a P r o fesor de Olmtctrlcín y do la CI n i c a do P a r t o s en 1883

I)r.

A r t u r o Lusslch Profesor C l í n i c a Médica

do

Dr. J a l ino II. Ollver. Profesor Honorario. Ex-iulomhro dol Cons e j o Nacional do Hlgleuo y Dir e c t o r del Hospital Espailol

Juan P o u Orilla Profesor do C l í n i c a O b s t é t r i c a

Horacio G a r c í a Lagos. P r o jsor do Clínica T e r a p é u t i c a

Dr. Ernosto Quintóla. Director actuul del I n s t i t u t o do A n a t o m í a

Dr. Humberto Ma.v, D i r e c t o r a c tual del Instituto do Anatomía

Dr.

de la Facultad

de Medicina

I)n. .lunn J o s é González V i z c a í n o . Profesor «lo Química Médica cu

I»r.

18'ti

F a r m a c é u t i c o Antonio P, C a r l o senu. Profesor do F a r m a c i a Quím l c a Galénica desdo 1838 a 18!t7

» r . J o s é Hanarelll rector dol Instituto

l)r tor

P r i m o r Dldo HIgleno

F r a n c i s c o A. Cuffern Direcno tu al dol Instituto do A n a tomía P a t o l ó g i c a

Dr

Jacinto do h o n o r a r i o do

Loón. Profesor la F a c u l t a d

Gerardo Arrlzabalaua I'rofosor do C l í n i c a T e r a p é u t i c a

Dr Angol Carlos Maguiólo. rector actual del Instituto Fisiología

Dido

F a r m . Domingo . G l r l h a l d ! . Cated r á t i c o do Q u í m i c a A n a l í t i c a y D i r e c t o r a c t u a l do| I n s t i t u t o do Q u í m i c a do In F a c u l t u d


d

^F {Í£PO

r deff

DEF

CENFENCRRFO

V7>u£¡uczy*

instituto de Higiene l i s t i m á s a n t i g u o d e l o s I n s t i t u t o s de la F a c u l t a d de M e d i c i n a y el p r i m e r o de s u g e n e r o q u e se f u n d ó en S u d A m é r i c a . F u é c r e a d o p o r ley d e 2 1 <le e n e r o d e 1 8 9 5 , c o n l o s s i g u i e n t e s f i n e s : E n s e ñ a n z a d e la H i g i e n e y de la B a c t e r i o l o g í a , e s t u d i a r las c u e s t i o n e s h i g i é n i c a s de i n t e r é s p u b l i c o , i n f o r m a r e n las c u e s t i o n e s t é c n i c a s d e su r e l a c i ó n y p r e p a r a r l o s s u e r o s y v a c u n a s p r e v e n t i v a s o c u r a t i v a s de las e n f e r m e d a d e s d e o r i g e n b a c t e r i a n o . O c u p a a ú n el m i s m o v i e j o local, insuf i c i e n t e e i n c o m o d o q u e e n un p r i n c i p i o se le d e s t i n ó . F u é c o n t r a t a d o p a r a d i r i g i r l o el P r o f e s o r D o c t o r J o s é S a n a r e l l i , q u i e n p r e p a r ó el s u e r o a n t i - u i t t e r i c o p o r p r i m e r a v e z en A m é r i c a y r e a l i z ó i m p o r t a n t e s e s t u d i o s s o b r e la e t i o l o g í a d e la F i e b r e A m a r i l l a y el V i r u s A l i x o i n a t o s o ; d e s p u e s d e t r e s a n o s se a u s e n t a b a en u s o c e l i c e n c i a y a c e p t a b a en su país un p u e s t o t é c n i c o , v i o l a n d o el c o n t r a t o q u e h a b í a c e l e b r a d o con la F a c u l t a d . L e s u c e d i ó el D o c t o r F e l i p e S o . a r i q u e o c u p ó la D i r e c c i ó n h a s t a 1 9 1 7 en c u y a f e c h a o b t u v o su j u b i l a c i ó n . D u r a n t e la a c t u a c i ó n del D o c t o r S o l a r i r e a l i z ó el I n s t i t u t o g r a n d e s p r o g r e s o s , p r e p a r a n d o n u e v o s s u e r o s y v a c u n a s , a p e s a r de g r a v i t a r s o b r e el I n s t i t u t o , c o n m o t i v o de la v i g i l a n c i a S a n i t a r i a A n i mal que se le había e n c o m e n d a d o , u n a e n o r m e t a r e a t é c n i c a y b u r o crática. D e s d e 1 9 1 8 d i r i g e el I n s t i t u t o el D o c t o r A m o l d o B e r t a y c o m o c o n s e c u e n c i a de su l a b o r i n t e n s a y a p e s a r d e las p é s i m a s c o n d i c i o n e s del local h a r e a l i z a d o g r a n d e s p r o g r e s o s . H o y se d á allí e n s e ñ a n z a d e la B a c t e r i o l o g í a a los E s t u d i a n t e s d e M e d i c i n a y d e F a r m a c i a ; se e f e c t ú a el c o n t r a l o r o f i c i a l de l o s m e d i c a m e n t o s d e o r i g e n b a c t e r i a n o ( s u e r o s , v a c u n a s , e t c . ) , y se p r e s t a a t e s o r a m i e n t o a ias a u t o r i d a d e s S a n i t a r i a s s o b r e las c u e s t i o n e s d e o r d e n h i g i é n i c o ( e p i d e m i a s , a g u a s p o t a b l e s , e t c . ) . E n l o s ú l t i m o s c i n c o a ñ o s lia e n t r e g a d o al c o n s u m o p ú b l i c o un p r o m e d i o g l o b a l d e c u a t r o c i e n t o s a c u a t r o c i e n t o s c i n c u e n ta l i t r o s de s u e r o p o r a ñ o y u n a s 3 0 . 0 0 0 d o s i s de v a c u n a s . L o s p r i n c i p a l e s p r o d u c t o s q u e e l a b o r a el I n s t i t u t o son l o s s i g u i e n t e s : s u e r o s anti-diftérico, anti-tetánico, anti-meninglococcio, anti-estreptococ c i c o , n o r m a l d e c a b a . l o , n o r m a l de b o v i n o , a n t i - g a n g r e n o s o y a n t i pestoso, lipovacuna antitífica, lipovacuna anticonococcica, vacuna antitifica Vincent, vacuna anti-tiiica yodada, vacuna anti-gonococcica, vacuna anti-piógena, emulsión de bacillus E b e r t h , tuberculina Kocli, tuberculina bruta, tuberculina diluida, tuberculina Calinctte, a u t o v a c u n a s en g e n e r a l , c u l t i v o s de E b e r t h , m e d i o s d e c u l t i v o s e t c . L o s p r o v e n t o s q u e p e r c i b e el I n s t i t u t o p o r la v e n t a d e e s t o s p r o d u c t o s c o n s t i t u y e n u n a r e n t a de r e l a t i v a i m p o r t a n c i a q u e la F a c u l t a d a p l i c a a m e j o r a s del m i s m o . E l p e r s o n a l t é c n i c o del I n s t i t u t o lo f o r m a n el D i r e c t o r , el S u b d i r e c t o r D o c t o r E s t e n i o H o r m a e c h e , el J e f e d e T r a b a j o s P r o f e s o r Carlos Bacigaluppi, dos Ayudantes y dos asistentes.

instituto de Anatomía F u é c r e a d o p o r l e y d e 5 de e n e r o de 1 9 0 7 . S u s f i n e s son la e n s e ñ a n z a de las c i e n c i a s a n a t ó m i c a s y la i n v e s t i g a c i ó n c i e n t í f i c a . O c u p a el c u e r p o l a t e r a l d e r e c h o del e d i f i c i o d e l a F a c u l t a d , e n s u s d o s p i s o s , donde está p e r f e c t a m e n t e instalado. Dispone de c á m a r a f r i g o r í f i c a , a m p l i a s s a l a s de D i s e c c i ó n y d e o p e r a c i o n e s , M u s e o , S a l a s d e T r a b a j o p a r a el D i r e c t o r y l o s P r o f e s o r e s , A n f i t e a t r o d e c u r s o s , e t c . D e penden d e él la M o r g u e y u n a S e c c i ó n F o t o t é c n i c a , p o d e r o s o a u x i liar d e e n s e ñ a n z a q u e e s t á r e u n i e n d o un m a t e r i a l g r á f i c o q u e f o r m a rá p r o n t o álbumes de inapreciable valor. C u e n t a también con una c o m p l e t a i n s t a l a c i ó n d e K a y o s X p a r a la e n s e ñ a n z a de la O s t e o l o g í a y Artrología. E n e s t e I n s t i t u t o e f e c t ú a n sus t r a b a j o s d e D i s e c c i ó n los a l u m n o s de M e d i c i n a , O d o n t o l o g í a y O b s t e t r i c i a y se d i c t a n , p o r l o s r e s p e c t i v o s P r o f e s o r e s , los c u r s o s p r á c t i c o s d e M e d i c i n a O p e r a t o r i a , A n a t o m í a T o p o g r á f i c a e H i s t o l o g í a . F u é o r g a n i z a d o e s t e I n s t i t u t o p o r el D o c t o r D o n E r n e s t o Q u í n t e l a , que e j e r c i ó la D i r e c c i ó n y la e n s e ñ a n za d e la A n a t o m í a , h a s t a f i n e s del a ñ o 1 9 2 4 . E l p e r s o n a l t é c n i c o e s t á f o r m a d o h o y p o r el D i r e c t o r , q u e es el P r o f e s o r d e A n a t o m í a , D o c t o r H u m b e r t o M a y . el S u b d i r e c t o r ( v a c a n t e ) , c u a t r o P r o s e c t o r e s , siete A y u d a n t e s d e d i s e c c i ó n , el J e f e de la S e c c i ó n F o t o t é c n i c a y un e n c a r g a d o del A p a r a t o de P r o y e c c i o n e s .

instituto de Fisiología F u é f u n d a d o en la m i s m a f e c h a q u e el a n t e r i o r . S u s f i n e s son d a r a los e s t u d i a n t e s la e n s e ñ a n z a de la F i s i o l o g í a y c i e n c i a s de e x p e r i m e n tación f i s i o l ó g i c a , e s t u d i a r las c u e s t i o n e s de i n t e r é s p ú b l i c o r e l a c i o n a d a s con su e s p e c i a l i d a d y e f e c t u a r i n v e s t i g a c i o n e s c i e n t í f i c a s . O c u p a t o d o el c u e r p o l a t e r a l i z q u i e r d o del e d i f i c i o de l a F a c u l t a d y e s t á bien i n s t a l a d o y p r o v i s t o d e t o d a c l a s e d e a p a r a t o s e i n s t r u m e n t o s n e c e s a r i o s en la e n s e ñ a n z a y de a b u n d a n t e m a t e r i a l p a r a la inv e s t i g a c i ó n c i e n t i f i c a . E n éd se d á la e n s e ñ a n z a d e la F i s i o l o g í a p o r m e d i o de l e c c i o n e s t e ó r i c o p r á c t i c a s , c o n f e r e n c i a s , e x p e r i m e n t o s de d e m o s t r a c i ó n y un c u r s o de t r a b a j o s p r á c t i c o s p a r a los e s t u d i a n t e s , en l o s que é s t o s i n t e r v i e n e n p e r s o n a l m e n t e . E l I n s t i t u t o e s t á a b i e r t o — c o m o t o d o s l o s l a b o r a t o r i o s d e la F a c u l t a d — al t r a b a j o d e l o s i n v e s t i g a d o r e s m é d i c o s q u e q u i e r e n p r o fundizar o hacer investigaciones sobre t e m a s de medicina experiment a l . B a j o la d i r e c c i ó n del D o c t o r M a g g i o l o , q u e -lo h a o r g a n i z a d o y lo r i g e d e s d e su f u n d a c i ó n , en los L a b o r a t o r i o s de e s t e I n s t i t u t o se han h e c h o t r a b a j o s s o b r e r e a c c i o n e s s e r o l ó g i c a s , e l e c t r o f i s i o l o g í a — en

especial s o b r e e l e c t r o c a r d i o g r a f í a — sobre c u e s t i o n e s d e n u t r i c i ó n ( m e t a b o l i s m o ) , i n v e s t i g a c i ó n d e r e a c c i o n e s h o r m o n i c a s , etc. E s t e p e r s o n a l t é c n i c o e s t á f o r m a d o por el D i r e c t o r , P r o f e s o r de F i s i o l o g í a , D r . A n g e l C a r l o s M a g g i o l o , el S u b d i r e c t o r D r . D o n L u i s E . S o l a r i , el E n c a r g a d o de la Sección Q u í m i c a , P r o f e s o r E r n e s t o R . Juliá y cuatro Ayudantes.

instituto de Química C r e a d o por la m i s m a L e y que los d o s a n t e r i o r e s y con a n á l o g a f i n a l i d a d : i n v e s t i g a c i ó n c i e n t í f i c a , a s e s o r a m i e n t o y e n s e ñ a n z a de la Q u í m i c a a los a l u m n o s d e Medicina y F a r m a c i a . E i e d i f i c i o q u e o c u p a e s t á ubicado f r e n t e al I n s t i t u t o de F i s i o l o g í a ; e n t r e la A v e n i d a G e n e r a l F l o r e s y las calles Y a t a y y J . L . T e r r a . L a f a c h a d a principal d á sobre los j a r d i n e s de la P l a z a S a r a n d í y tiene p o r la calle Y a t a y dos e n t r a d a s s e c u n d a r i a s . L a e d i f i c a c i ó n o c u pa u n o s 1.000 m 2 . y la p . a n t a , lo m i s m o que la d i s t r i b u c i ó n d e a l g u n o s l a b o r a t o r i o s e s t á n i n s p i r a d a s en los p l a n o s del P r i m e r I n s t i t u t o de Q u í m i c a de la U n i v e r s i d a d de Berlín, c o n s t r u i d o b a j o la dirección del P r o f e s o r E m i l i o F i s c h e r . A c t u a l m e n t e el I n s t i t u t o c o n s t a d e un s o l o p i s o y del s u b s u e l o , h a b i é n d o s e p r e v i s t o en l o s p l a n o s la c o n s t r u c c i ó n de o t r o p i s o , q u e es h o y indispensable, y se g e s t i o n a p o r la F a c u l t a d de M e d i c i n a . F r e n t e a la e n t r a d a principal, con doble a c c e s o p o r el H a l l c e n t r a l , se halla el A n f i t e a t r o con capacidad p a r a cien a l u m n o s y el L a b o r a t o r i o o sala d e p r e p a r a c i ó n de c u r s o s . T a n t o el A n f i t e a t r o c o m o el L a b o r a t o r i o a n e x o e s t á n p r o v i s t o s d e t o d o c u a n t o es n e c e s a r i o p a r a e j e c u t a r las e x p e r i e n c i a s d e c u r s o q u e p u e d a n o c u r r i r en la e n s e ñ a n z a de la Q u í m i c a , y c o m p l e t a n su i n s t a l a c i ó n u n c u a d r o d e d i s t r i b u c i ó n p a r a e x p e r i e n c i a s de E l e c t r o q u í m i c a , m e d i a n t e el cual se pueden obtener y g r a d u a r corrientes desde 1 hasta 1 5 0 amperes, y un a p a r a t o U n i v e r s a l de P r o y e c c i o n e s s i s t e m a K a i s e r i i n g d e la c a s a Leitz. E n el piso p r i n c i p a l e s t á n i n s t a l a d a s las o f i c i n a s y L a b o r a t o r i o s de la D i r e c c i ó n , B i b l i o t e c a , S e c r e t a r í a y B e d a l í a , L a b o r a t o r i o de Q u í m i c a B i o l ó g i c a , s a l a s de b a l a n z a s , C á m a r a óptica, L a b o r a t o r i o s de Q u í m i c a f í s i c a y E l e c t r o q u í m i c a y e n el r e s t o del e d i f i c i o y s u b s u e . o los d e Q u í m i c a A n a l í t i c a g e n e r a l y a p l i c a d a , Q u í m i c a M i n e r a l y O r g á n i c a , F a r m a c i a G a l é n i c a y t o d o s los d e m á s a n e x o s a las c á t e d r a s de F a r m a c i a . E l m a t e r i a l c i e n t í f i c o del I n s t i t u t o es c o m p l e t o , no sólo en a p a r a t o s de d e m o s t r a c i ó n p a r a la e n s e ñ a n z a , sino t a m b i é n en inst r u m e n t o s y a p a r a t o s de p r e c i s i ó n p a r a la i n v e s t i g a c i ó n c i e n t í f i c a . E s t e I n s t i t u t o es, e n t r e los d e la F a c u l t a d , el q u e d e s a r r o l l a u n a o b r a m á s i n t e n s a y c o m p l e j a . E n él se d i c t a la c l a s e d e Q u í m i c a b i o l ó g i c a p a r a los e s t u d i a n t e s d e M e d i c i n a con d e m o s t r a c i o n e s t e ó r i c o p r á c t i c a s y los e s t u d i a n t e s r e a l i z a n los t r a b a j o s p e r s o n a l e s e x i g i d o s p o r el c u r s o p r á c t i c o . F u n c i o n a n t o d a s las c l a s e s d e F a r m a c i a c o n s u s l a b o r a t o r i o s a n e x o s , a c a r g o de los r e s p e c t i v o s p r o f e s o r e s y a u x i l i a res, y el D i r e c t o r , a d e m á s d e su c u r s o d e Q u í m i c a A n a l í t i c a G e n e r a l , d i c t a p e r i ó d i c a m e n t e c u r s i l l o s s o b r e t e m a s de Q u í m i c a f í s i c a y de Electroquímica. E n lo que se r e f i e r e a los c o m e t i d o s d e a s e s o r a m i e n t o e i n v e s t i g a c i ó n , t o m a m o s los s i g u i e n t e s d a t o s de una m e m o r i a de 1 9 2 2 . E n e s t e a ñ o se e x p i d i e r o n sesenta y seis i n f o r m e s t é c n i c o s a s e s o r a n d o a l o s P o d e r e s P ú b l i c o s s o b r e d i v e r s a s c u e s t i o n e s de Q u í m i c a t o x i c o l ó g i c a , Q u í m i c a legal y Q u í m i c a C r o m a t o l ó g i c a . P a r a e x p e d i r e s t o s i n f o r m e s se han d e b i d o l l e v a r a c a b o c u a r e n t a y siete i n v e s t i g a c i o n e s sistemáticas completas de venenos. H a n exigido también estudios e investigaciones especiales doce informes sobre cuestiones de higiene, pedidos p o r los C o n s e j o N a c i o n a l de A d m i n i s t r a c i ó n y de H i g i e n e . L a instalación d e e s t e I n s t i t u t o f u é d i r i g i d a p o r el D o c t o r J o s é S c o s e r i a , q u e d e s e m p e ñ ó Ja D i r e c c i ó n h a s t a fines d e 1 9 0 9 y p o r el P r o f e s o r D . G i r i b a l d o q u e e r a e n t o n c e s S u b d i r e c t o r . H o y el p e r s o n a l t é c n i c o e s t á i n t e g r a d o p o r el D i r e c t o r P r o f . D o n D o m i n g o G i r i b a i do ( S u b d i r e c t o r h a s t a 1909 y D i r e c t o r desde a q u e l l a f e c h a ) , V i c e - d i rector F a r m . Dr. Don Pablo Bonavia, ler Ayudante P r o f . Don P e d r o P e l u f f o , dos a y u d a n t e s s e g u n d o s y los a u x i l i a r e s de las c l a s e s de Farmacia.

instituto de Anatomía Patológica E n 1 8 9 8 se c r e ó en la F a c u l t a d un e m b r i ó n de L a b o r a t o r i o d e A n a t o m í a P a t o l ó g i c a p o r g e s t i o n e s del P r o f e s o r de la a s i g n a t u r a , D r . D o n F r a n c i s c o A . C a f f e r a . E n 1907 d u r a n t e el D e c a n a t o del D r . N a v a r r o , se a n e x ó a este L a b o r a t o r i o el de las C l í n i c a s , e n c a r g a n d o al m i s m o p r o f e s o r la dirección de a m b o s . E n 1 9 1 3 . se a m p l i a r o n l o s c o m e t i d o s del " L a b o r a t o r i o de A n a t o m í a P a t o l ó g i c a y de las Clínic a s " , se a u m e n t ó su p e r s o n a l y se t r a n s f o r m ó en " I n s t i t u t o de A n a tomía Patológica". El Dr. C a f f e r a fué nombrado Director, Subdirect o r el D r . E u g e n i o P . L a s n i e r y se c r e a r o n t r e s c a r g o s de J e f e s de S e c c i ó n y dos de A y u d a n t e s . L o s c o m e t i d o s q u e c o r r e s p o n d e n a este I n s t i t u t o son v a r i o s : A u x i l i a r l a e n s e ñ a n z a e i n v e s t i g a c i ó n clínicas h a c i e n d o l o s a n á l i s i s a n a tomo-patológicos, hematológicos, bacteriológicos, serológicos, quím i c o s etc., pedidos p o r los P r o f e s o r e s , y c u a n t a s i n v e s t i g a c i o n e s d e l a b o r a t o r i o s f u e r a n n e c e s a r i a s con f i n e s de d i a g n ó s t i c o y t e r a p é u t i ca. H a c e r las a u t o p s i a s c l í n i c a s y f o r m a r el M u s e o de A n a t o m í a p a t o l ó g i c a . E n s e ñ a n z a t e ó r i c o p r á c t i c a de la A n a t o m í a P a t o l ó g i c a a los e s t u d i a n t e s de t e r c e r o y c u a t r o a ñ o de M e d i c i n a . C u r s o de a u t o p -

— .r>08 —


O sias a los mismos. A d e m á s , antes de la creación de los cargos de M é dicos forenses, estaban a c a r g o de este Instituto las autopsias Médicolegales, que se efectuaban en la M o r g u e . P a r a llenar sus cometidos los L a b o r a t o r i o s del Instituto están instalados algunos en el Hospital Maciel y otros en el piso bajo del Instituto de A n a t o m í a . E l Dr. C a f f e r a cesó en la Dirección del Instituto a fines de 1924, siendo nombrado P r o f e s o r H o n o r a r i o . L o lia reemplazado como Director el P r o f e s o r Dr. Don E u g e n i o P. Lasnier, bailándose vacante el c a r g o de Subdirector.

Instituto de Radiología Se debe a la iniciativa del Dr. F r a n c i s c o Soca la sanción de la ley de 20 de diciembre de 1 9 1 2 que autorizó la inversión de 60.000 pesos para la adquisición de medio gramo de Radium. De acuerdo con esta L e y f u é creado el Instituto de R a d i o l o g í a por D e c r e t o de 16 de diciembre de 1 9 1 3 y f u é el U r u g u a y el primer país de Sud América que pudo utilizar aquel precioso agente terapéutico. L o s cometidos de este Instituto s o n : a ) hacer investigaciones científicas y cursos de enseñanzas sobre las sustancias radioactivas y sobre todas las radiaciones, b ) hacer aplicaciones clínicas (diagnósticas y terapéuticas) de todos esos agentes. P a r a llenar estos cometidos comprende sus secciones: I." Radioactividad y R a d i u m t e r a p ' a . 2. 0 R o n t g e n t e r a p i a y R o n t g e n d i a g n o s t i c o , 3 ® F o t o t e r a p i a . N o v a m o s a entrar en los detalles técnicos de la organización del Instituto ni a e x a m i n a r los resultados terapéuticos alcanzados, sólo a n o t a m o s que posee veinte y dos aparatos de R a d i u m de distintas f o r m a s y dimensiones que contienen desde cinco miligramos hasta diez centigramos de sal pura y en total cuarenta y seis cents. 207. los m á s modernos a p a r a t o s para la producción de r a y o s R o n t g e n y las l á m p a r a s de Finsen R e y n y K r o m a y e r para F o t o t e r a p i a . L o s trabajos del Instituto son de tres distintos órdenes: enseñanza, asistencia de e n f e r m o s e investigaciones científicas. L a enseñanza se realiza dictando c u r s o s teórico-prácticos con los casos que diariamente concurren al Instituto. A los enfermos indigentes se les atiende gratuitamente y los pudientes deben abonar al Instituto cuotas t a r i f a d a s , c u y o producto se aplica al sostenimiento del mismo. E n Jos primeros siete años de funcionamiento del Instituto ( 1 0 1 4 - 2 0 ) habían y a beneficiado de sus servicios la cnorm'e suma de 2^.8^3 enf e r m o s , en su totalidad desprovistos de recursos. L a investigación científica 110 ha sido descuidada, apesar de la abrumadora tarca que demanda la asistencia. L a s numerosas publicaciones científicas del I n s t i t u t o abarcan todas las ramas de la R a d i o l o g í a y forman y a una copiosa bibliografía que lo ha hecho conocer y apreciar en A m é r i c a y en E u r o p a y ha dado sólido cimiento al j u s t o prestigio que goza dentro y f u e r a del país. F o r m a n el personal técnico, como Director el Dr. Don Carlos Butler, organizador del Instituto y comisionado para adquirir el R a dium en E u r o p a ; el D r . Don M a r i o S i m e t o Subdirector y el Dr. Don E d u a r d o B a s t o s , médico ayudante.

Los estudios de Farmacia E s t o s estudios se incorporaron a la Facultad con la sanción (lila L e y de 1885. H a s t a entonces los títulos de F a r m a c é u t i c o los expedía la J u n t a de Higiene, mediante* un examen teórico-práctico que los aspirantes rendían ante esa corporación. A l incorporarse estos estudios a la Facultad de Medicina, en el primer a ñ o los alumnos de F a r m a c i a cursaban juntos con los de Medicina las a s i g n a t u r a s de Física, Química e H i s t o r i a Natural y para el segundo y tercer año se crearon los cursos de Análisis Químico y F a r m a c i a Química y Galénica a c a r g o del P r o f e s o r Antonio P . Carlosena y de T o x i c o l o g í a y P o s o l o g í a a c a r g o del P r o f e s o r Guglielmetti L a práctica f a r m a c é u t i c a se hacía durante los tres años en F a r macias particulares y se rendía examen de ella al final de la Carrera. E n 1899 y en los años siguientes — durante el Decanato del Dr. Scoseria — se reorganizaron los estudios de F a r m a c i a , utilizando el concurso que prestaron g r a t u i t a m e n t e algunos farmacéuticos e g r e sados de ila Facultad, jóvenes inteligentes deseosos de dignificar su profesión y elevarla al nivel científico que le corresponde. M a t í a s González se hizo c a r g o de la díase de Física farmacéutica, J o s é L a n za de la de Química ampliada, V í c t o r Copetti de la materia f a r m a c é u tica — clases que sólo f u e r o n presupuestadas en 1906 — y a estos siguieron Domingo Giribaldo. Carlos F . Carnelli, Carlos Bacigalupi, y después E r n e s t o J u l i a , P e d r o P e l u f f o , A r m a n d o B o c a g e y Zoilo Saldías, que con los antes nombrados, integraron el núcleo de P r o f e s o r e s que ha llevado la E s c u e l a de F a r m a c i a a su actual g r a d o de adelanto y a c u y a actuación se debe que 1a P r o f e s i ó n de F a r m a c é u t i co haya alcanzado el valor científico y la influencia social que tiene entre nosotros. S o n Químicos farmacéuticos egresados de la Facultad los que actúan como Directores y P e r i t o s en todos los L a b o r a torios oficiales y los que integran el personal enseñante de la Escuela de F a r m a c i a . E l Plan de Estudios que rige es el siguiente: ler. año. — Química Ampliada, F í s i c a F a r m a c é u t i c a , H i s t o r i a Natural, P r á c t i c a F a r m a c é u t i c a . 2do, año. — F a r m a c i a Química, A n á -

fI£ro def def<f

Cen/encrp/b Vipucjuczyo

lisis químico-general, M a t e r i a F a r m a c é u t i c a , Práctica F a r m a c é u t i c a . 3er. año. — F a r m a c i a Galénica, Análisis químico aplicado, T o x i c o l o gía y P o s o l o g í a , L e g i s l a c i ó n sobre F a r m a c i a , Práctica F a r m a c é u t i c a . E l examen de esta última materia se rinde al final del 3er. año. E s t e plan es t o d a v í a el de 1902 ( D r . Scoseria), pero su desarrollo se ha hecho cada vez m á s amplio con la creación de nuevas cátedras y a y u d a n t í a s como puede verse en la lista siguiente:

Cátedras de la Escuela de Farmacia Química Inorgánica. — P r o f . F a r m . Don J o s é L a n z a , un a g r e g a do F a r m . Dr. Don Pablo B o n a v í a , y un a u x i l i a r . Química Orgánica. — P r o f . F a r m . D o n J o s é Cerdeiras Alon/.o, 1111 a g r e g a d o (vacante) y un auxiliar. Física Farmacéutica. — P r o f . F a r m . Don M a t í a s González, 1111 a g r e g a d o F a r m . L u i s A . Pizzorno S c a r o n e y un ayudante. Historia Natura1 Farmacéutica. — P r o f . F a r m . Don E r n e s t o R . J u l i á , un a g r e g a d o F a r m . S t a . Erna Dornell, un J e f e de t r a b a j o s de M i c r o g r a f í a F a r m . Sta. J u l i a Molinari Calleros y un auxiliar. Farmacia Química. — P r o f . F a r m . Don A n t o n i o P e l u f f o . un a g r e gado F a r m . Vicente M e s Rubino y un auxiliar. Análisis Químico General. — P r o f . el D r . del Instituto de Química F a r m . Don D o m i n g o Giribaldo, un a g r e g a d o F a r m . S t a . M a r í a R o d r í g u e z R e g ó y 1111 auxiliar. Materia Farmacéutica.— P r o f . F a r m . Dn. V í c t o r Copetti. lili a g r e g a d o (vacante) y un auxiliar. Farmacia Galénica. — P r o f . F a r m . A r m a n d o B o c a g e , un «agregado F a r m . L o r e n z o Faravelli Musante y un auxiliar. Análisis Químico Aplicado.— P r o f . F a r m . Don P e d r o P e l u f f o , un a g r e g a d o F a r m . J o s é Volpi y un ayudante. Toxicología y Patología. — P r o f . F a r m . Don H é c t o r F o n t a n a , un a g r e g a d o F a r m . Sta. Celia Dotta Viglietti y un ayudante. Deontología y Legislación Farmacéutica. — P r o f . F a r m . Dr. Z o ' l o Saldías y un a g r e g a d o F a r m . Alberto Cassinelli. Práctica Farmacéutica. — P r o f . F a r m . D011 J u a n A . Capia, un a g r e g a d o F a r m . Sta. M a r í a E s t h e r L ú g a r o , dos j e f e s de t r a b a j o s y 1111 ayudante. Bacteriología e Higiene. — P r o f . F a r m . Don Carlos P. Bíicigallipi, un a g r e g a d o (vacante) y un ayudante. Bromatología y Análisis biológico — P r o f . Farill. Don R a f a e l J . Bnjalance, 1111 a g r e g a d o F a r m . C a y e t a n o Ricci y un auxiliar. Cada una de estas cátedras tiene su correspondiente L a b o r a t o rio en el Instituto de Química, donde también se dictan los cursos. L a de H i s t o r i a Natural dispone además de un " J a r d í n de plantas medicinales" que ocupa tres hectáreas dentro del Jardín B o t á n i c o del Prado.

El presupuesto y los gastos L a marcha ascendente del P r e s u p u e s t o de la Facultad de Medicina es el termómetro que permite apreciar el 110 interrumpido prog r e s o realizado por esta Institución. De $ 3 . 1 2 0 a que ascendía en el primer año sube g r a d u a l m e n t e hasta 31 ifoo en 1884 - 8 5 . Desde esta fecha en adelante la Universidad dispone de R e n t a s propias, además de lo presupuestado, y estas rentas en gran parte, como hemos dicho, se destinan a la F a c u l t a d de Medicina. E l presupuesto sigue en aumento, ( V é a s e el cuadro respectivo) alcanzando a $ 222.000 en 1922 - 23. a $ 308.100 en 1923 - 24 y el presupuesto vigente 1924 - 25 le asigna 325.000 pesos, que sumados al producto de Jas rentas del ejercicio, que aumentan anualmente con el número de alumnos, elevará a unos $ 400.000 (cuatrocientos mil pesos) la s u m a invertida en el último ejercicio para el sostenimiento de la F a c u l t a d de Medicina. A medula que el alumnado aumenta (véase el cuadro respectivo), es necesario multiplicar los servicios, a u m e n t a r el personal enseñante, ampliar los laboratorios y habilitar o t r o s nuevos, c r e a r también nuevos puestos en el personal administrativo y en el secundario (conserjes, porteros, mozos de laboratorios, peones, e t c . ) , y con estos aumentos crecen proporcionalmente los consumos. A cada perfeccionamiento de la complicada máquina hay que a g r e g a r nuevos resortes y nuevos rodajes que hacen cada vez m á s difícil y oneroso el funcionamiento de su complejo y delicado mecanismo. T o d o e s t o se traduce en m a y o r e s g a s t o s de e n e r g í a y de dinero y por eso decimos que el P r e s u p u e s t o en su marcha ascendente, refleja el p r o g r e s o y desenvolvimiento no interrumpido de la Facultad.

La Biblioteca Se inició con algunas obras de medicina existentes en la Biblioteca de la vieja Universidad y las valiosas donaciones de los D o c t o r e s J u r k o w s k i y Kemmerich. M u y lento f u é el crecimiento d u r a n t e los primeros años p e r o después de 1885 se pudieron destinar anualmente cantidades apreciablcs a su fomento. E11 v a r i o s presupuestos se han destinado partidas especiales para el m i s m o objeto y en el ultimamente sancionado hay una partida de 6.000 pesos para adquisición de libros y revistas y publicación de los A n a l e s , rían contribuido


sQf fi£po def O defc—

Cenfencrp/o Uruguayo

también a su i n c r e m e n t o a l g u n a s donaciones importantes como las del D r . R o b e r t o W e r n i k e de B u e n o s A i r e s , de la Facultad de Medicina de R í o J a n e i r o , de las sucesiones de los Doctores H o n o r é , S u n e r y Ca|xlevila. Canabal y T e s t a s e c c a y de los P r o f e s o r e s D r e s . L u i s D e m i c h e r i , H é c t o r R o s e l l o , J a i m e H . Oliver, Carlos Dighiero, J u a n P o u O r f i l a . A u g u s t o T u r e n n e . J a c i n t o de L e ó n , J o s é Scoseria, L u i s B a r a t t i n i , A m é r i c o Ricaldoni y otros. E l c r e c i m i e n t o de la Biblioteca ha sido en los últimos años tan r á p i d o c o m o el de las o t r a s reparticiones de la F a c u l t a d . E n 1920 tenia la B i b l i o t e c a alrededor de 30.000 volúmenes y h o y pasan de 55.000 los v o l ú m e n e s obras y revistas encuadernadas que contiene. E s t á s u s c r i t a a casi tenias las' R e v i s t a s de E u r o p a y A m é r i c a y muc h a s de ellas recil>e por canje con sus A n a l e s . T o d a s las obras y r e v i s t a s e s t á n fichadas y tiene impreso un C a t á l o g o S i s t e m á t i c o y A l f a b é t i c o que es tenido al dia. D e los servicios que p r e s t a a los estudiosos dan razón los datos de 1 9 1 8 - 2 0 , últimos que hemos podido consultar. L e c t o r e s : 1 9 1 8 , médicos 6 1 2 . estudiantes 5.277, total 5.889. 1919. — médicos 788, estudiantes 7.647. total 8 . 4 3 5 . — 1920. médicos 995, estudiantes 8.947, total 9.942. — T o t a l general de lectores en 3 a ñ o s , 24.266. de los cuales 2 3 9 5 médicos y 2 1 . 8 7 1 e s t u diantes. A estos h a y que a g r e g a r los lectores de las R e v i s t a s al dia. en la sala especial a ellas destinada y las consultas de obras y revistas en las bibliotecas especiales de los laboratorios y de las clínicas.

Los Anales de la Facultad E l o b j e t o y alcance de e s t a publicación están e x p r e s a d o s en los siguientes p á r r a f o s de un i n f o r m e presentado al respecto por los D o c t o r e s S c o s e r i a y V á z q u e z B a r r i e r e . " C r e e m o s que la intensa vida científica de la F a c u l t a d , r e f l e j a d a en el t r a b a j o de sus p r o f e s o r e s v del personal de sus Institutos, clínicas y laboratorios, y la f o r m a en que d i a r i a m e n t e se perfecciona la o r g a n i z a c i ó n de sus estudios, j u s t i f i c a n plenamente la necesidad de una publicación destinada a hacerlos c o n o c e r en el P a i s y en el e x t r a n j e r o , p a r a honra de nuestra primera institución de enseñanza. " D e b e p u é s la F a c u l t a d de Medicina publicar sus Anales, que este es el nombre que le c o r r e s p o n d e , y no el de R e v i s t a , dado su c a r á c t e r oficial y su objeto, que será, c o m o h e m o s dicho, r e f l e j a r la vida intelectual y a d m i n i s t r a t i v a de la F a c u l t a d por la publicación délas lecciones v t r a b a j o s científicos de sus p r o f e s o r e s y personal técnico, y d e los d o c u m e n t o s , acuerdos, r e g l a m e n t o s , etc.. relativos a la o r g a n i z a c i ó n de la e n s e ñ a n z a técnica y los que se relacionen con su marcha a d m i n i s t r a t i v a . Debe entenderse que 11o por ser aquel su principal objeto, serán excluidas las producciones de las p e r s o n a s e x t r a ñ a s a la F a c u l t a d . A l c o n t r a r i o : el fin de la F a c u l t a d no es hacer p r o f e s i o n a l e s m á s o m e n o s bien preparados y lanzarlos a Juchar por la v i d a : sino el de f o r m a r hombres de estudio, médicos ilustrados y de conciencia, capaces de c o m p r e n d e r la i m p o r t a n c i a de su misión en la sociedad y de cumplirla con inteligencia y abnegación, convencidos de que el a m o r al p r ó j i m o , la c o n s t a n c i a en el estudio, y la probidad c i e n t í f i c a , son las bases en que debe a s e n t a r s e el ejercicio p r o f e s i o n a l . L a F a c u l t a d debe, para alcanzar e s t o s fines, m a n t e n e r con todos los m é d i c o s , y especialmente con los j ó v e n e s e g r e s a d o s de e'la, una vinculación que los estimule y m a n t e n g a en las v í a s del estudio y de la investigación científica, abriendo ampliamente las columnas de sus Anales a sus producciones, c o m o p e r m i t e el fácil a c c e s o a los Institutos, clínicas y l a b o r a t o r i o s , de todos aquellos que aspiran a i n t e n s i f i c a r su cultura científica p r o f e s i o n a l o dedicarse a investigaciones p e r s o n a l e s " . Q u e r e m o s también repetir lo que e x p r e s ó el D e c a n o D r . R i c a l doni ampliando el i n f o r m e precedente, porque en sus palabras y en los p á r r a f o s a n t e r i o r e s vive el espíritu d o m i n a n t e en la F a c u l t a d y están e x p u e s t o s , c o m o no p o d r í a m o s h a c e r l o n o s o t r o s , con claridad y elocuencia los postulados que g u í a n la m a r c h a de la F a c u l t a d y la han llevado a los é x i t o s que tanto h o n o r r e f l e j a n sobre el P a í s y sobre n u e s t r a p r i m e r a Institución de enseñanza. " A m p l i a n d o el alcance de la f u t u r a revista p r o p o n g o , a d e m á s , que a m a n e r a de a n e x o , se publique con ella una "Página de los Estudiantes". destinada a r e c o g e r las o b s e r v a c i o n e s y r e f l e x i o n e s que los alumnos de nuestra F a c u l t a d quisieran hacer sobre c u a n t o tiene relación con los planes de estudio, m é t o d o s de enseñanza, movimiento de clases y l a b o r a t o r i o s , etc., etc. es decir sobre cuanto tiene relación con la vida m i s m a de la F a c u l t a d . E n esa página, los estudiantes expondrían, no sólo las opiniones propias, sino también las de los p r o f e s o r e s o cualesquiera o t r a autoridad técnica o universitaria que hubiesen tenido interés en c o n s u l t a r " . " N a d i e puede poner en duda que es de v e r d a d e r a utilidad conocer, en cuestiones de índole u n i v e r s i t a r i a , el punto de v i s t a de los que han de someterse a las obligaciones y los d e b e r e s que dictan los que tienen a su c a r g o la dirección de la enseñanza. A e s t a y a apreciable v e n t a j a que v a a proporcionarnos la " P á g i n a de los E s t u d i a n t e s " , se a g r e g a r á la m u y importante de la vinculación c a d a v e z m á s estrecha, que f o r z o s a m e n t e la misma ha de p r o m o v e r entre las autoridades y los alumnos de la F a c u l t a d " . " E n e f e c t o , entre los que han de señalar la ruta y los que deben seguirla, n o puede haber a n t a g o n i s m o s ni h o s t i l i d a d e s ; si algún criterio superficial admite lo c o n t r a r i o , e s preciso convencerlo de su error. L a s leyes y los códigos universitarios no obedecen al deseo de

poner obstáculo a los que pretenden a v a n z a r ; tienden — ¿ e s menester decirlo? — a garantir dentro de una profesión determinada, el mínimum ideal de las aptitudes, pero en tal f o r m a , que pueden también los m á s capaces encontrar siempre a mano los medios de adquirir los g r a d o s superiores de la cultura. A p r o x í m e n s e pués, en buena hora, a los otros, y comiéncese esta aproximación desde las aulas, — donde el profesor* es, no y a el f u t u r o rival, que los espíritus diminutos quieren ver. sino el primer consejero y a m i g o q u e se halla en el camino, — para llegar al fin hasta la S a l a m i s m o de deliberaciones, donde una sola preocupación d o m i n a : la de dotar a nuestros médicos de todas las cualidades intelectuales y mora-es que son menester para que constituyan orgullo de la E s c u e l a y honren a la P a t r i a , contribuyendo con pujante fuerza al bien de la H u m a n i d a d " . L o s /(nales iniciaron su publicación en 1 9 1 6 bajo la dirección del Decano Dr. Ricaldoni y han aparecido mensualmente, con toda r e g u laridad ; hasta la fecha' van publicados diez gruesos volúmenes conteniendo trabajos de casi todo el personal técnico de la F a c u l t a d y de muchos profesionales extraños a ella. Son y a v e n t a j o s a m e n t e conocidos en toda A m é r i c a y en E u r o p a y los trabajos en ella publicados han sido analizados por los periódicos médicos de m á s autoridad. H a n honrado sus páginas importantes y preciosas colaboraciones de g r a n n ú m e r o de personalidades médicas f r a n c e s a s : R o g e r , V á z q u e z , B a b i n s k y , Lereboullet. Renzaude, Guenaux. B o i x , M a r t i n e t , C h a u f f a r d , Widal. Helme. L e m a t t i . y otros de eminentes médicos a m e r i c a n o s : A l o v s i o de Castro, de R í o de J a n e i r o . Case, de N u e v a Y o r k . M a i r a . de Chile, Escomel, de P e r ú , K r a n s , R o f f o y E r r a u s q u i n de B u e n o s A i r e s y muchos otros.

L a relación que hemos hecho en los p á r r a f o s precedentes, de la marcha de la F a c u l t a d de Medicina de Montevideo desde sus modestos comienzos v de las vacilaciones de los primeros tiempos, hasta los rápidos, casi asombrosos, progresos de estos últimos años, señalan un desenvolvimiento como quizá no ha sido alcanzado en tan c o r t o tiempo por n i n g u n a institución similar. N u e s t r a F a c u l t a d es una de las más jóvenes, la m á s joven quizá de Sud A m é r i c a , pero, en su marcha ascendente ha ido conquistando poco a poco la. consideración de las instituciones científicas e x t r a n j e r a s y hoy es conocida y reputada a la par de las primeras. L a obra realizada que le ha valido esa reputación está patente. H a f o r m a d o un Cuerpo Médico Nacional que por sus condiciones intelectuales y morales honra al pais dentro y f u e r a de él. M u c h í s i mos de estos profesionales han llevado la ciencia médica nacional al e x t r a n j e r o , con sus publicaciones, y por sus trabajos han sido honrados con la designación de miembros de dichas corporaciones científicas e x t r a n j e r a s . E n E u r o j í a , los alumnos recien egresados de sus aulas han r e f l e jado h o n o r sobre ella por la singular competencia y preparación que d e m o s t r a r o n al asistir a las clínicas, laboratorios y c u r s o s de espec i a l i z a r o n . P o d r í a m o s citar un centenar de jóvenes médicos nacionales que han dejado en las Facultades de F r a n c i a . A l e m a n i a e Italia el recuerdo de su v a s t a preparación y el nombre de la modesta F a cultad de donde proceden. ' D e sus aulas han salido talentos v i g o r o s o s que honran al P a í s en todas las e s f e r a s de su actividad. D e su p r o f e s o r a d o forman parte médicos eminentes que han merecido honrosas distinciones de Corporaciones científicas, alcanzando la m á s alta los P r o f e s o r e s Soca y Morquio designados m i e m bros correspondientes de la Academia de Medicina de P a r í s . L a s notabilidades e x t r a n j e r a s que en gran número han visitado nuestra F a c u l t a d atraídas por su creciente renombre y han dictado en ella conferencias y cursos, solo han tenido palabras de elogio que implican el reconocimiento del alto nivel alcanzado por nuestra cultura médica. L a F a c u l t a d tiene su Biblioteca, sus Institutos, sus L a b o r a t o r i o s , sus Clínicas ampliamente abiertos a todos los estudiosos que deseen dedicar sus energías a las ciencias de experimentación, y a sea buscando una mas amplia cultura o tentando el camino de la investigación científica. IA>S puestos de trabajo cu sus laboratorios y en sus clínicas son acordados a los jóvenes médicos salidos de la Facultad, que, en su . m u y plausible deseo de perfeccionamiento no quieren a l e j a r s e de ella y con su inteligencia y su voluntad de trabajo, f o r j a n el porvenir preparando días de brillo a la Facultad y a la Ciencia M é d i c a Nacional.

N o pretendemos en esta reseña haber agotado el tema, ni citado a todos los que, con m á s o menos éxito, con más o m e n o s e n t u s i a s m o han intervenido, como factores activos, en la vida de la F a c u l t a d . Concluimos repitiendo las palabras de un ilustre y p r e c l a r o p r o f e s o r , que encierran un g r a n fondo de Justicia. " L o s p r o g r e s o s de la F a " cuitad de Medicina son la obra de t o d o s : Autoridades, P r o f e s o r e s " y E s t u d i a n t e s " , pero en su principal parte son debidos a la inteligencia, al empeño, de los diversos Decanos, cada uno de los cuales v todos sin excepción, marcaron una etapa luminosa en la vida de la Facultad.


•/£tro def c/e/V

Escuela

Chrifenar/o Uruguayo

logia

\ O d o n t o l o g í a c o m o ciencia a n e x a Su pasado y su presente - El primer plan de s a n c i o n a b a la L e y de E n s e ñ a n z a S e c u n d a r i a se a la de M e d i c i n a , f i g u r a recién en estudios - Su reglamentación - Locales y S u p e r i o r , p o r la cual se c r e a b a el C o n s e j o U n i el a ñ o 1 8 7 7 en el s e g u n d o R e g l a m e n donde funcionaron sus oficinas. v e r s i t a r i o , e n t r e c u y a s f a c u l t a d e s e s t a b a la f o r m a to q u e t u v o la F a c u l t a d de M e d i c i n a , Los congresos realizados - La cn la c i ó n de d i s t i n t o s p l a n e s de e s t u d i o a c u r s a r s e o b r a de los D o c t o r e s J u a n R u s i ñ o l , F r a n actual escuela de Odón. U n i v e r s i d a d . F u é e n t o n c e s q u e se r e g l a m e n t ó también cisco A z a r ó l a , G u i l l e r m o S l u i r , V í c t o r R a p tología • Su plan de el plan de e s t u d i o s de O d o n t o l o g í a , c u y a duración debía p a z y F r a n c i s c o S u ñ e r C a p d e v i l a y que estudios. de s e r de c i n c o a ñ o s , t r e s de p r e p a r a t o r i o s y dos de F a c u l t ' i d . m e r e c i ó la a p r o b a c i ó n u n á n i m e del C o n s e j o L o s p r e p a r a t o r i o s e r a n l o s m i s m o s que e x i s t e n h o y , con e x c e p ción del idioma i n g l é s q u e e n t o n c e s se ccuurrssaabbaa y c u y a e n s e ñ a n z a p r i m e r o , y del P o d e r E j e c u t i v o d e s p u é s , e n t r a n d o en d e s p u é s f u é s u p r i m i d a . E n c u a n t o a los e s t u d i o s f a c u l t a t i v o s e r a n en v i g e n c i a el 1 2 de m a y o de 1 S 7 7 . realidad pocos y c o n s i s t í a n : Primer año. — S i s t e m a d e n t a r i o y A n a H e aquí el plan de estudios que en d i c h o r e g l a m e n t o t o m í a de la B o c a y de la F a r i n g e . E j e r c i c i o s de D i s e c c i ó n , p r á c t i c a f i g u r a b a p a r a la O d o n t o l o g í a : O d o n t o l ó g i c a p r i m e r c u r s o . Segundo año. — P a t o l o g í a de la B o c a y i." — U n e x a m e n de A n a t o m í a , F i s i o l o g í a y P a t o l o g í a , Dentaria, Terapéutica y Protesis Dentaria. Práctica Odontológica, e s p e c i a l m e n t e en todo lo r e f e r e n t e a la b o c a , a las s e g u n d o c u r s o . L a P r á c t i c a O d o n t o l ó g i c a 110 se h a c í a cn la F a c u l t a d , p a r t e s que la c o n s t i t u y e n y a los ó r g a n o s en ella sino que se a c r e d i t a b a p o r un c e r t i f i c a d o e x p e d i d o p o r un D e n t i s t a contenidos. en c u y o e s t u d i o se s e g u í a . 2." — U n e x á m e n p r á c t i c o s o b r e t o d o lo r e l a t i v o al a r t e del d e n t i s t a . P a r a e s t a s e g u n d a p r u e b a el D e c a n o a s o c i a r á a la comisión E l plan de e s t u d i o s t r a n s c r i p t o m á s a r r i b a se a p l i c a b a en lo q u e e x a m i n a d o r a un p r o f e s o r d e n t i s t a h a b i l i t a d o en el país, quien t e n d r á tenía relación con los e x á m e n e s , p e r o 110 se d i c t a b a un c u r s o en f o r v o t o . L a s m a t e r i a s o b j e t o del p r i m e r e x a m e n p o d r á n a p r e n d e r l a s en ma, por a b r i g a r s e la c r e e n c i a e r r ó n e a de q u e ellos podían s e r d a d o s la F a c u l t a d , s i g u i e n d o los c u r s o s de los p r o f e s o r e s de A n a t o m í a , F i por médicos. E n el a ñ o 1 8 9 1 , f e c h a en la que i n g r e s ó a la F a c u l t a d de siología y Patología M e d i c i n a el s e ñ o r S a Q u i r ú r g i c a , o p o r el verio Laguarda como p r o c e d i m i e n t o que m á s p r i m e r e s t u d i a n t e rele c o n v i n i e r e . g l a m e n t a d o de O d o n t o l o g í a , se c r e ó f o r L a s q u e han de m a l m e n t e la S e c c i ó n ser objeto de e x a m e n Odontológica, desigdeberán aprenderlas n á n d o s e un s ó l o p r o a s i s t i e n d o a la p r á c t i fesor para todas las ca, d u r a n t e d o s a ñ o s m a t e r i a s que ella c o m de u n p r o f e s o r d e n t i s p r e n d í a , el 1 5 de f e ta revalidado e n el b r e r o de 1892. E l plan p a í s , el cual les e x p e de e s t u d i o s no se m o d i r á un c e r t i f i c a d o q u e d i f i c ó en lo m í n i m o , acredite e s a a s i s t e n d i c t á n d o s e los c u r s o s cia. E l c a n d i d a t o p r e de a c u e r d o con él h a s sentará este certificata q u e en 1 9 0 3 , el endo a la S e c r e t a r í a de t o n c e s D e c a n o de la la F a c u l t a d j u n t o con Facultad doctor J o s é la solicitud en que pida S c o s e r i a . i n t r o d u j o als e r habilitado con el g u n a s leves m o d i f i c a t í t u l o de D e n t i s t a . L o s ciones que en a l g o m e Dentistas abonarán j o r a b a n el plan en vi80 p e s o s p o r su dig e n c i a que q u e d ó así ploma y 4 pesos por alterado: d e r e c h o s de S e c r e t a Primer año: — S i s ría". tema Dentario y AnaTranscurren cint o m í a de la B o c a y de c o a ñ o s , y el 2 de dila F a r i n g e . E j e r c i c i o s c i e m b r e de 1 8 8 2 , t i e n e de D i s e c c i ó n . P r á c t i c a l u g a r el p r i m e r e x a de L a b o r a t o r i o . Clínim e n — que f u é el ca O d o n t o l ó g i c a . ú n i c o en e s e a ñ o — Segundo año: — del primer dentista P a t o l o g í a de la B o c a titulado por nuestra Mesa que presidió el Congreso de Odontología Latino Americano, realizado en y Dentaria. TerapéuF a c u l t a d de M e d i c i n a . Montevideo en Setiembre de 1920 tica y P r ó t e s i s D e n t a C ú p o l e e s e h o n o r al ria. P r á c t i c a de P r o t e s i s . C l í n i c a señor F r a n c i s c o Casullo. Pero, Odontológica. f u é en v e r d a d cl s e ñ o r C a s u l l o el S e d e s i g n ó t a m b i é n un n u e v o primer d e n t i s t a t i t u l a d o que p r o f e s o r que c o m p a r t í a con el e j e r c i ó su p r o f e s i ó n en M o n t e ú n i c o que d i c t a b a los c u r s o s de v i d e o ? T o d o s los antecedentes O d o n t o l o g í a , la responsabilidad a f i r m a n lo c o n t r a r i o , a t r i b u y e n m o r a l de la e n s e ñ a n z a de e s t a do e s a p r i m a c í a al d o c t o r P e d r o p r o f e s i ó n . H a s t a el a ñ o 1908, el B o u r s e , o r i u n d o de U t i c a , E s t a C o n s e j o de la F a c u l t a d de M e d i do de N u e v a Y o r k , en los E s t a cina. i n t e g r a d o t o t a l m e n t e p o r d o s U n i d o s de N o r t e América m é d i c o s , e r a la única a u t o r i d a d quien se r a d i c ó en M o n t e v i d e o ordenaba, modificaba y fa([lie en 1 8 4 7 , e j e r c i e n d o en e s t a ciudad liaba inapelabletnente en c u a l su p r o f e s i ó n d e d e n t i s t a h a s t a su q u i e r a s u n t o r e l a c i o n a d o con los f a l l e c i m i e n t o o c u r r i d o el» 1 8 de e s t u d i o s de O d o n t o l o g í a . o c t u b r e de 1870. E n 1909, de a c u e r d o con la H a s t a el a ñ o 1 8 8 5 la O d o n l e y de 3 1 de d i c i e m b r e de 1908. t o l o g í a e r a en el U r u g u a y u n a se* i n t e g r a b a el r e f e r i d o C o n s e j o p r o f e s i ó n libre q u e c a d a u n o hacon 1111 D e n t i s t a que d e s d e e n t o n cia c o m o y donde le p a r e c i e s e , ces, con voz y v o t o , b r e g ó por p e r o con la o b l i g a c i ó n de realiq u e la e n s e ñ a n z a de O d o n t o o g í a zar pruebas teóricas y prácticas f u e r a d i s p e n s a d a en r e l a c i ó n a la c o n lo cual el C o n s e j o d e H i g i e i m p o r t a n c i a que iba a d q u i r i e n d o n e p r i m e r o y d e s p u é s la F a c u l t a d en el p a í s esa p r o f e s i ó n q u e d e s de M e d i c i n a se daban p o r satisde el 2 8 de f e b r e r o d e i8(>8 h a f e c h o s y o t o r g a b a n el c o r r e s b í a sido d e c l a r a d a p o r el d e c r e t e p o n d i e n t e diploma, del G o b i e r n o , c o m p r e n d i d a e n t r e Salón de Clínica Odontológica E l 1 4 de julio de dicho a ñ o


.Qf OSpo cfcí Cbnfe7tcrr/G ( J / def¿ VT>u£Juay*

Sala

de prueba de trabajos de Prótesis

Laboratorio de R a y o s

X

E n el transcurso de los días 18 y 23 de setiembre de 1920 vueive a celebrarse un nuevo C o n g r e s o de Odontología en Montevideo, p e r o esta vez con c a r á c t e r L a t i n o A m e r i c a n o , tomando parte en sus deliberaciones destacados elementos profesionales del Continente y arribándose a valiosas conclusiones que a f i r m a r o n la indiscutible importancia adquirida por la car r e r a de Odontología. Actualmente la primitiva sección de la F a c u l t a d de Medicina, por la ley p r o m u l g a d a con f e c h a 6 de f e b r e r o de 1920 y ampliada poco tiempo después, se ha elevado a la categoría de E s c u e l a de Odontología, g o z a de amplia autonomía y dirige sus destinos un Consejo Directivo integrado en su totalidad por Dentistas. R i g e en la actualidad el siguiente plan de estudios: R e l a c i o n a d o con los p r o g r e Primer año. — A n a t o m í a dessos de la O d o n t o l o g í a , se han v e criptiva y t o p o g r á f i c a de la carificado en M o n t e v i d e o , v a r i o s beza y cuello, Fisiología. H i s t o C o n g r e s o s , el primero de los c u a logía, Física y Química, P r ó t e s i s les t u v o l u g a r el 1 5 de j u n i o del l e r . Curso. año 1903, c e l e b r á n d o s e sus sesiones en los salones del A t e n e o de Segundo año. — B a c t e r i o l o g í a , Montevideo. E s t e C o n g r e s o denoPatología general, Anatomía minado " P r i m e r a A s a m b l e a Cien, . _ , . ,, . P a t o l ó g i c a i.° y 2. 0 Curso, Clínica 0 , •.. 1 ix •» i a l a de C l í n i c a Odontologica — T r a b a j o s en cuerpos inertes t Odontológica i e r . Curso, P r o t e tilica de C i r u j a n o s D e n t i s t a s reasis 2. 0 Curso. lizó una t a r e a m e r i t o r i a y en ella Tercer año.— Patología especial, (bucal y dentaria) T e r a p é u t i c a . t o m a r o n parte solamente 1 2 c o n g r e s a l e s . Diez años m á s tarde, el 4 de Clínica Odontológica 2. 0 curso, P r ó t e s i s 3er. curso. julio de 1 9 1 3 . se realizó también en los salones del A t e n e o de M o n Cuarto año. — Odontología legal, Higiene, Clínica Q u i r ú r g i c a , tevideo, el P r i m e r C o n g r e s o de O d o n t o l o g í a N a c i o n a l , que m a r c ó Ortodoncia. Clínica Odontológica. 3er. curso. .'obre el y a mencionado, una h e r m o s a conquista. las p r o f e s i o n e s liberales a que se r e f i e r e el convenio en fecha 4 de f e b r e r o de ese m i s m o año por el C o n g r e s o S u d - A m e r i c a n o de M o n tevideo y a p r o b a d o por ley de f e c h a 3 de octubre de 1892. L o s c u r s o s de Odontología 110 siempre se d e s a r r o l l a r o n , en sus clínicas, en el m i s m o establecimiento. Primeramente lo fueron en el Hospital M a c i e l ; m á s tarde se instalaron las clínicas de P r o t e s i s y de Odontología en un edificio de la A v e n i d a 1 8 de J u l i o entre J u l i o H e r r e r a y Obes y R í o X e g r o , trasladándose recién con fecha i.° de m a y o de 1 9 1 6 , al amplio y espléndido pabellón que h o y ocupa en virtud de un c o n t r a t o celebrado con la A s i s t e n c i a P ú blica Nacional y que a p r o b ó el G o b i e r n o por decreto de 6 de junio de 1 9 1 7 .

Laboratorio de Bacteriología

Salón de trabajos de Prótesis


sQf í¡Br>o cféT O

C e / V

La Facultad de Derecho y Ciencias Sociales 1 E N que. r e c e n por reso.ucion Su. orígene. - La reforma de 1878 - La ] a República. L a nueva corriente de ideas derilegislatiya de 14 de julio de 1885 la creacón del Decanato - Ln» reforma. f u é ía nuc V a d a de e s a ampliación de estudios l'acuitad de D e r e c h o y Ciencias S o de 1885 y 1 9 0 8 - L a Facultad actual. p r e p a r ó las f u n d a m e n t a l e s r e f o r m a s llevadas a cabo c a l e s del U r u g u a y p a s o a consOrgan.zac.ón de cur.o. y P l a 1885, c u y a p r i m e r a etapa recorrió el Dr A l f r e d o en tituir un o r g a n i s m o propio, con autorine. de e.tudio. - Profe.oV á s q u e z A c e v e d o en un l a r g o v fecundo rectorado dades propias también, sus orígenes se rer e . y e.tudiante. - La j v a p r j n i e r a r e o r g a n i z a c i ó n formal* y completa montan a la misma fecha en que, en el período Biblioteca - Sede la F a c u l t a d de D e r e c h o , data del 1 5 de f e b r e r o La reforma inicial nuestra s. u r g i ó la. U . . de , XT . .vida _ republicana • - nide actnal. * de 1878. E n ese a ñ o se dotó a la F a c u l t a d de un rede 1878

versiílad Nacional. E n e f e cu te o , por la primitiva lev del 8 de junio de 1 8 3 3 Q determinaba la fundación de la Universidad, se creaba también, dentro de esa institución, una cátedra de jurisprudencia que había de constituir el núcleo central, en t o r n o del cual se rían m á s tarde las demás disciplinas relacon el estudio del derecho. Sin e m b a r g o , . . . . ' a s vicisitudes políticas de la época no permitieron que esa iniciativa, surgida con la ley citada de 1 8 3 3 y llevada l u e g o a la p r a c t i c a por el decreto de 27 de m a y o de 1838 encontrara de inmediato c a m i n o para su m á s amplia expansión. E s e vacío, de que adolecían entonces los modestísimos cursos de derecho, f u é llenado en parte p o r la academia T e ó r i c o - P r á c t i c a de J u r i s p r u d e n c i a que, en 183»), v i n o a suplir la carencia de U n i v e r s i d a d .

g l a m e n t o que distribuía los c u r s o s en d e t e r m i n a d o n ú m e r o de años de estudio y se creaban a d e m á s las a u l a s de D e r e c h o A d m i n i s t r a t i v o , Historia G e n e r a l del D e r e c h o , L e g i s l a c i ó n C o m p a rada, Medicina L e g a l , al m i s m o tiempo que se dividían las aulas de Derecho N a t u r a l , Internacional y Comercial. Se suprimía así m i s m o el título de L i c e n c i a d o que antes o t o r g a b a la Universidad, que quedaba en cambio a u t o r i z a d a p a r a c o n f e r i r , mediante 1111 examen de tésis, el de a b o g a d o , que antes expedía el Tribunal S u p e r i o r de J u s t i c i a . P o r ese nuevo r e g l a m e n t o , en el que se daba y a a esa r e p a r tición universitaria el n o m b r e de F a c u l t a d de D e r e c h o y Ciencias Sociales, se f i j a b a en seis años los c u r s o s superiores, de acuerdo con la distribución s i g u i e n t e : P r i m e r a ñ o : — D e r e c h o N a t u r a l , D e r e c h o Civil p r i m e r c u r s o , E s a A c a d e m i a se c o n s t i t u y ó bajo la superintendencia del SupeD e r e c h o Penal primer curso. 1 íor l ribunal de J u s t i c i a ; y aparece por vez primera en el decreto de S e g u n d o a ñ o : — D e r e c h o Comercial, s e c u n d o curso, D e r e c h o aprobación de su r e g l a m e n t o , la denominación de A c a d e m i a de P r á c P e n a l segundo curso, D e r e c h o Internacional Público. tica F o r e n s e . T e r c e r a ñ o : — Derecho Civil tercer curso, D e r e c h o Comercial A l nacer la U n i v e r s i d a d de 1849 a que y a en o t r o capítulo hacetercer curso, Derecho Internacional privado, D e r e c h o Constitucional mos r e f e r e n c i a , e n c o n t r ó su savia nutricia f u n d a m e n t a l en la " C a s a primer curso. de E s t u d i o s " nacida el a ñ o 1 8 3 8 y en esa A c a d e m i a instituciones que C u a r t o a ñ o : — Derecho Constitucional segundo c u r s o . H i s t o r i a f u e r o n el verdadeG e n e r a l del D e r e ro semillero de doncho p r i m e r curso. de salió la pléyade E c o n o m í a Política, de bachilleres, aboprimer curso. D e gados y jurisconrecho Administrasultos que ilustrativo. ron el F o r o , la M a Quinto a ñ o : — g i s t r a t u r a . el P a r H i s t o r i a G e n e r a l del lamento, la P o l í t i c a D e r e cho segundo y asumieron figuc u r s o, E c o n o m í a ración descollante Política segundo en las t a r e a s de la curso, P r o c e d i m i e n Administración y tos judiciales pridel Gobierno. m e r curso, L e g i s l a El entusiasmo c ió n Comparada que s u c e d i ó a la primer curso. i n a u g u r a c i ó n o f iSexto año: — cial de la U n i v e r s i Procedimientos J u dad, a p a g ó s e a poco, diciales s e g u n d o en medio de las turc 11 r s o, Medicina bulentas agitaciones Legal. ciudadanas de la Para ingresar época. R e c i é n en a c u r s a r los estu1860 c o n s i g u i ó addios se e x i g í a al v e r t i r s e una f r a n c a a s p i r a n t e el título reacción de la que d e Bachiller d e es el m á s bello sínCiencias y L e t r a s t o m a la enseñanza expedido p o r la de la E c o n o m í a P o Universidad de la lítica p o r el D o c t o r República. A l final C a r l o s de C a s t r o de los c u r s o s cita(decretada d e s d e Edificio de la Facultad de Derecho y Ciencias Sociales. — En él funciona también la Escuela Superior de Comercio dos. el alumno de1838, por don S a n bía rendir, para t i a g o V á s q u e z ) que rompió de tal modo la monotomía de los clausoptar al g r a d o de D o c t o r , un e x a m e n general que comprendía todas t r o s u n i v e r s i t a r i o s y cautivo de tal m a n e r a que el entonces R e c t o r las materias del p r o g r a m a de la F a c u l t a d , con excepción del c u r s o de D r . Don F e r m í n F e r r e i r a , al m i s m o tiempo que consignaban en un procedimientos judiciales, y en el cual el estudiante debía ser intei n f o r m e ,a la S a l a de D o c t o r e s el entusiasta elogio del joven p r o f e s o r , r r o g a d o diez minutos por lo menos sobre cada materia p r o c l a m a b a cl é x i t o de las interesantes lecciones que atraían a la j u v e n t u d estudiantil y a las del cenáculo universitario de la época. Y diez a ñ o s m á s tarde, reanudóse la c a r r e r a feliz hacia la meta anhelada, iluminándose los claustros como en una a u r o r a boreal con las lecciones de C a r l o s M a r í a y Gonzalo R a m í r e z en la c á t e d r a de D e r e c h o Constitucional y D e r e c h o Penal y F r a n c i s c o L a b a n d e i r a en la de E c o n o m í a Política, que p r o y e c t a r o n una luz intensa en la F a cultad. dieron calor y temple a la mente de la juventud y realce y g l o ria a la enseñanza universitaria. A d e m á s de esas cátedras funcionaban entonces en la Facultad de L e y e s . — que era la denominación que tenía en esa época — las de D e r e c h o Civil y Comercial a c a r g o del D r . E s t e b a n N a r v a j a s y a la de D e r e c h o C a n ó n i g o que dictaba don L u i s M a g n a n i n i . O p o r t u n o es r e c o r d a r que a d e m á s , desde el año 1865, había sido decretada por el G o b i e r n o la supresión de la A c a d e m i a de J u r i s p r u dencia, sustituyéndola por la creación del aula de Procedimientos judiciales, a n e x a a la U n i v e r s i d a d , y c u y a dirección f u é confiada al D r . J o a q u í n R e q u e n a , una de las p r i m e r a s capacidades del f o r o de

La reforma de 1885 - Creación del Decanato de la Facultad de Dereciho y Ciencias Sociales

T o d o s los antecedentes que hemos venido reseñando y una concepción m á s definida de las necesidades crecientes del instituto, f u e ron los que dieron m a r g e n a la fundamental r e f o r m a u n i v e r s i t a r i a sancionada por ley de 1 4 de julio de 1885. P o r esa disposición legislativa se daba a la F a c u l t a d de D e r e c h o y Ciencias S o c i a l e s una m a y o r autonomía, pues, si bien se mantenía sobre ella la s u p e r i n t e n dencia general del R e c t o r a d o , se la dotaba de autoridades propias, estableciendo 1111 D e c a n a t o con intervención directa en todos los asuntos r e f e r e n t e s a la m a r c h a de la F a c u l t a d . P r i m e r D e c a n o , de a c u e r d o con la nueva ley, f u é designado el D r . D u v i m i o s o T e r r a , a quien sucedieron luego, en los períodos subsiguientes, los D r e s . M a r c e l i n o Y z c u a B a r b a t y E d u a r d o B r i t o del P i n o , G o n z a l o R a m í r e z , P a b l o De M a r í a , C a r l o s M . de P e n a , J o s é A . de F r e i t a s , J o s é C r e m o n e s i y E u g e n i o P . Lagar-milla. N u e v a m e n t e el D r . C r e m o n e s i , J o s é P e d r o


rama de los estudios juVarela y Eduardo V a r rídicos un estatuto p a r g a s . E n la actualidad, y ticular. L a ley de 1 3 de con m a n d a t o h a s t a el julio de 1897 f u é la llames de a g o s t o de 1927. mada a llenar ese vacío. ha v u e l t o a o c u p a r P o r dicha lev se aquel alto c a r g o el D r . establecía que todo asEugenio I\ Lagarmilla. pirante al título de E s L a p r i m e r a dispocribano, que no f u e r a sición a d o p t a d a al enBachiller en Ciencias y t r a r en v i g o r la citada L e t r a s - o m a e s t r o diplol e y de 1 8 * 5 , f u é la de mado de 2° o 3er. g r a d o f o r m u l a r un r e g l a m e n deberla prestar un e x a to g e n e r a l de las divermen que lo habilitara sas f a c u l t a d e s que intepara obtener matrícula graban el organismo de los estudios univeruniversitario, que estusitarios de la carrera. viera en consonancia E s e examen — que v e r con las reales e x i g e n saba sobre G r a m á t i c a y cias de la cultura supeComposición Castellana, rior. P o r ese r e g l a m e n Aritmética. Geografía to. que f u é aprobado en General, Historia N a octubre de 1 8 8 6 , se cional. Constitución de f i j a b a en cinco años la la República, D i b u j o duración de los c u r s o s Lineal, E l e m e n t o s de para obtener el título Geometría, Elementos de D o c t o r en D e r e c h o de Física y Nociones y C i e n c i a s Sociales, E l e m e n t a l e s de Cosmoestableciéndose para grafía, Historia Uniello el siguiente pian de versal e H i s t o r i a N a t u estudios: ral — se m a n t u v o e 11 Primer año: — Fiv i g o r hasta la sanción S a l ó n de A c t o s Públicos de la F a c u l t a d de Derecho losofía d e 1 Derecho, de la ley de 31 de diDerecho Romano, Deciembre de 1908 que estableció en cambio que el ingresante a lo? recho Civil p r i m e r c u r s o , D e r e c h o Constitucional p r i m e r curso. cursos de Notariado debía aprobar previamente el ciclo completo de S e g u n d o a ñ o : — D e r e c h o Civil s e g u n d o curso, D e r e c h o Constilos c u a t r o años de enseñanza secundaria. Se dictaminaba a d e m á s que, tucional s e g u n d o c u r s o , D e r e c h o Penal p r i m e r curso. D e r e c h o I n t e r luego de cursadas las a s i g n a t u r a s sindicadas en el plan de estudios nacional P ú b l i c o . de 1886, los aspirantes deberían rendir 1111 examen general y luego T e r c e r a ñ o : — D e r e c h o Civil p r i m e r curso, D e r e c h o Penal seuno teórico - práctico de Procedimientos y P r á c t i c a notarial. g u n d o c u r s o . E c o n o m í a Política p r i m e r curso, D e r e c h o Comercia! A d e m á s de la comprobación de capacidad citada e x i g í a esa ley p r i m e r c u r s o , P r o c e d i m i e n t o s judiciales p r i m e r curso. — que salvo pequeñas modificaciones de detalle se mantiene todavía C u a r t o a ñ o : — D e r e c h o Civil c u a r t o curso. E c o n o m í a Política en pleno v i g o r — ciudadanía natural o legal con tres años de ejersegundo curso. Derecho Comercial segundo curso. Procedimientos cicio, cuando menos, veinticinco años cumplidos de edad, y honradez J u d i c i a l e s s e g u n d o curso. P r á c t i c a F o r e n s e p r i m e r curso. y costumbres morales. Quinto a ñ o : — D e r e c h o A d m i n i s t r a t i v o , D e r e c h o Internacional P r i v a d o . Medicina L e g a l y P r á c t i c a F o r e n s e s e g u n d o curso. P o r la m i s m a r e g l a m e n t a c i ó n se establecía también que los A partir de esa fecha y hasta la ulterior r e f o r m a de 1908, pocos cursos de D e r e c h o para N o t a r i a d o , q u e se seguían en las misma F a fueron los cambios que se introdujeron en los planes de estudios de ta cultad. durarían tres años, con la siguiente distribución de m a t e r i a s : F a c u l t a d . E l único fundamental y digno de notar, en e f e c t o , f u é el P r i m e r a ñ o : — D e r e c h o Civil p r i m e r o y s e g u n d o c u r s o s , D e determinado por la ley de 11 de julio de 1902, que suprimió el e x a m e n recho C o m e r c i a l p r i m e r c u r s o . general teórico - práctico que se exigía a los abogados antes de la S e g u n d o a ñ o : — D e r e c h o Civil t e r c e r o y c u a r t o cursos. D e r e c h o o t o r g a c i ó n del título y el examen. Comercial s e g u n d o curso. T e r c e r a ñ o : — P r o c e d i m i e n t o s judiciales p r i m e r o y segundo La Facultad actual cursos. D e r e c h o I n t e r n a c i o n a l P r i v a d o .

La carrera de Escribano Público V a en pleno f u n c i o n a m i e n t o las r e g l a m e n t a c i o n e s , cimentadas en la lev de 1885, la F a c u l t a d de D e r e c h o y Ciencias Sociales entró en un f r a n c o tren de desarrollo. E l n ú m e r o de alumnos, limitado en un principio, f u é a u m e n t a n d o en f o r m a ininterrumpida, poblándose paulatinamente las aulas. E n la sección de N o t a r i a d o en un principio de precaria importancia, el crecimiento f u é tan sensible que se hizo m e n e s t e r dictar para esa

Un,

de las diversa, s a l a , en donde se dictan de la F a c u l t a d

de Derecho

los cursos

L a lev de V de octubre de 1908, que hemos venido mencionando, permitió una organización nueva, de la que g o z a actualmente, la F a c u l t a d de D e r e c h o y Ciencias Sociales. P o r esa lev. se le dió al instituto, autonomía plena para su labor docente, creándosele un Consejo Directivo propio, constituido por diez miembros, además del Decano a quien le corresponde la presidencia. E s o s diez miembros, cuatro de los cuales deben ser p r o f e s o r e s de la F a c u l t a d y los demás tener título de la misma, se eligen en la f o r m a siguiente": — c u a t r o por los p r o f e s o r e s y sustitutos, c u a t r o por

Salón de lectura de la biblioteca de la Facultad de Derecho


¡ Q Í fi£po O e f e / 1

d e f C e / z f e n c r T Y O V/°u(^u.cz7/¿

" p r o f e s o r e s a g r e g a d o s " , instituida por decreto gubernativo de 30 de a g o s t o de 1 9 1 2 a propuesta del Consejo de la Facultad. E s t o s " p r o f e s o r e s a g r e g a d o s " tienen la obligación de c o n c u r r i r asiduamente a los c u r s o s que dicta el catedrático titular, debiendo dar la clase respectiva en ausencia de éste. E s t á n además obligados a dictar, en el año, un n ú m e r o determinado de clases, sobre temas designados por el p r o f e s o r , de acuerdo con el Decano. L a finalidad de esta institución es la de ir f o r m a n d o nuevos profesores para el futuro, y a que la última reglamentación que rige en la materia modificativa del decreto de 1 9 1 2 y sancionada por resolución de 16 de octubre de 1023, establece que los catedráticos interinos, los encargados <1- grupo y los directores de las clases o cursos e x t r a o r d i n a r i o s que resuelva hacer funcionar el Consejo, serán designados por éste entre 1<>> profesores a g r e g a d o s del curso correspondiente.

Los

Concurrencia

de a l u m n o s a los a partir del año

cursos >910

de

Abogacía,

los abogados del f o r o nacional, uno por los escribanos y otro por les estudiantes. T o d o s ellos duran cuatro años en el ejercicio de sus funciones, pudiendo ser reelectos. E l Decano, la duración de c u y o c a r g o es de tres años, también puede ser reelecto, pero no por m á s de dos periodos consecutivos y designado a m a y o r í a de votos de los miembros del Consejo. E n cuanto a los planes de estudios fueron mantenidos en su in • tegridad con la sola modificación de la incorporación en los de Abogacía del estudio de la Sociología, c u y a cátedra, creada por ley de 8 de julio de 1 9 1 3 , pasó a completar los p r o g r a m a s de los cursos de segundo año, y en los de Notariado, del pase a tercer año de la clase de Comercial segundo curso, para ocupar el vacío que en aquel período de estudios dejaba el primer curso de procedimientos judiciales que a su vez pasaba a i n t e g r a r los p r o g r a m a s de segundo año. Se creó además desde 1924 en las aulas de Notarial, una clase de P r á c t i c a Notarial, a s i g n a t u r a cuyo estudio es facultativo. E n cuanto a la " f o r m a de cursar esas materias, los reglamentos sancionados a raíz de la ley de 1908 mantuvieron el principio, sustentado por la legislación de 1895, de acuerdo con el cual los cursos de A s i s t e n c i a de a l u m n o s a la F a c u l t a d

de D e r e c h o y C i e n c i a s

ABOGACIA

1910 11111 11)12 11) 13 11)14 1915 11)16 lili"

11)18

191Í)

1920 11)21 1922

i'.)2:i

1924 1925

u

10 18 11 1(1 31 20 40 53 73 71 72 05 00 03 70

curso

,

10 15 10 19 10 19 27 41

43 48 07 07 73 53 49

3U

4u curso

curso

1(1 11 8 18 12 13 15 20 21 30 38 33 52 50 70 50

14 15 10 9 9 12

20

09

10 8

03 01 08 70 99

curso

14

15 15 21 25 32 32 49 50 50

9 11 11 14 11 18 23 31 28 48 17

Total

12Ü

104 182

200 227 217 290 279

1 »

59

7

9 7 4 37 3< 58 50 73 83 93 108 118

curso

32 34 27 43 11 7 10 20 40 35 48 58 53 50

3

0

curso

21 29 23 40 10 14

11

!)

22 22 31 27 30 44 0)

Abogacía

Notariado

s

1901»

33 24 30 57

15

y

Totales

41 38 09

:l

3

1914 1915

14

1918 1919

39 54

1921

02

04

48

93 71

23

_

2< 44

00 98

140 119

2 S

NOTARIADO

Total

88 90 115 73 71 34 25 58 73 135 112 139 158 181 205 234

Total t de alu

1

C u a d r o de los a l u m n o s procedentes de la S e c c i ó n de E n s e ñ a n z a S e c u n d a r i a P r e p a r a t o r i a , que se han incorporado a n u a l m e n t e a los cursos de P r i m e r A ñ o de la F a c u l t a d d.» D e r e c h o y C i e n c i a s S o c i a l r s , a partir de la reforma de 31 de d i c i e m b r e de 1 9 0 8

Sociales

SE

AÑOS

estudiantes

Al sancionarse la ley «le 1908, la F a c u l t a d de D e r e c h o y Ciencias Sociales solo contaba, entre los cursos de A b o g a c í a y N o t a r i a d o con poco más de un centenar de estudiantes. E s e n ú m e r o m a n t ú v o s e con pocas variantes hasta cl año 1 9 1 7 en que, por terminarse el primer ciclo completo de los nuevos cursos de enseñanza secundaria y preparatoria que habían suplido al antiguo bachillerato general, hubo un sensible incremento de alumnos, que ha ido cn aumento incesante hasta la fecha, cn que la Facultad cuenta en sus aulas, entre las dos carreras que se cursan en ella, 5 1 3 alumnos. L o s cuadros adjuntos dan una idea fiel de ese incremento.

157 178 134 139 110 124 184 237 317 312 300 405 453 495 513

L a repentina disminución de alumnos que ingresaron a los cursos de notariado en los años 1 9 1 3 , 1 9 1 4 . >9» 5 >' se debe a la circunstancia que, había sido derogada la prueba de 1111 examen único de ingreso para los mismos establecida en la reglamentación de_ 1897, sustituyéndola por los cursos completos de cuatro años de enseñanza, puestos en v i g o r en la sección respectiva a partir del año 1 9 1 1 , no encontrándose por consiguiente ningún alumno en las condiciones de ingresar f u e r a de aquellos que habían rendido aquel e x a m e n con anterioridad v habían demorado su inscripción, de los repetidores o de unos pocos que, habiendo terminado el Bachillerato General para Medicina o A b o g a c í a , optaban luego por s e g u i r la carrera de E s c r i bano Público.

las a s i g n a t u r a s vinculadas con el estudio de los códigos (con excepción del Derecho Comercial), el Derecho Administrativo y la Práctica Forense, eran de reglamentación obligatoria, pudiendo el estudiante optar, para las demás materias, entre la categoría de reglamentado y la de libre. Sin e m b a r g o , a p a r t i r del año 1924 entró en vigor, a ese respecto, una r e f o r m a fundamental que, más de un cuarto de siglo a t r á s había sido propiciada — sin que entonces encontrara ambiente favorable — p o r el R e c t o r V á s q u e z Acevedo. De acuerdo con esa r e f o r m a se suprimió la reglamentación obligatoria para todas las asignaturas, excepción hecha de la práctica forense, materia ésta que, por su misma índole, e x i g e la concurrencia asidua del alumno a las clases.

Los profesores P a r a atender las funciones docentes la Facultad cuenta en la actualidad con 23 catedráticos titulares, cada uno de los cuales tiene a su c a r g o uno de los cursos de A b o g a c í a . L a s clases de notariado, muy numerosas según puede verse por los cuadros de esta página, exigen a su vez un p r o f e s o r a d o especial, cuyas tareas han sido confiadas a doce " s u s t i t u t o s encargados de g r u po", que se designan anualmente y que alcanzan a 12. E x i s t e además, para colaborar en las funciones de la enseñanza, la institución de los

Concurrencia

de a l u m n o s a los cursos a partir del a ñ o 1 9 1 0

de

Notariado,


Jgf ftfao O defc

cfeT

Cenfencrr/o Uruguayo

El edificio de la Facultad

al g r a n vestíbulo de honor con escalera monumental y c u y o primer descanso da acceso a la g r a n sala de A c t o s Públicos, por intermedio de una gran entrada cuyo frontón es sostenido por dos g r a n d e s cariátides de mármol. E s t e g r a n salón semi-circular, cubierto con cúpula, abarca toda la altura del edificio y tiene capacidad para 700 personas. E l último local del Cuerpo Central es el vestíbulo posterior con salida a la calle Guavabos y comunicación lateral con el M u s e o de M e r ciología v los gabinetes de Física y Química de la E s c u e l a de C o m e r cio. L o s ' d e m á s lados del rectángulo exterior, con frente a las c u a t r o calles adyacentes, se subdividen del siguiente mod o : sobre 1 8 de J u l i o en el piso bajo a la derecha, S e cretaría, Bedelía y Consejo de la E s c u e l a de C o m e r cio. A la izquierda, en la misma f o r m a , se hallan instaladas la Contaduría y T e s o r e r í a de la U n i v e r s i dad. Sobre la calle Y a r o los salones de Clase de la E s c u e l a de Comercio y en el á n g u l o que da frente a las calles E d u a r d o A c e v e do y G u a y a b o s , la BiblioE l edificio de la F a c u l teca Nacional. tad, que responde en g r a n E l p i s o superior, desparte al estilo clásico del tinado del mismo modo que R e n a c i m i e n t o , f u é consel piso bajo con el cual truido b a j o la dirección arcomunica por la g r a n estística de los a r q u i t e c t o s calera de honor y dos lanacionales S r e s . J u a n M . terales de segundo orden, Aubriot y Silvio Geranio y da l u g a r a los locales sifie acuerdo con los planos guientes : sobre el f r e n t e t r a z a d o s p o r los mismos. principal y ocupando el L o s proyectistas tragran cuerpo central, se taron de imprimirle un eshalla el salón del Consejo tilo serio y simple a la v e z Depósito de libros de la biblioteca de la F a c u l t a d de Derecho U n i v e r s i t a r i o y a su laclo sin las exhuberancias delas oficinas de S e c r e t a r í a c o r a t i v a s ni los movimiendel R e c t o r a d o . A r c h i v o y A n e x o s . S o b r e las calles laterales se repitos caprichosos con que se d i s t i n g u e la a r q u i t e c t u r a de estilo libre, ten los m i s m o s servicios de salones que en el piso bajo de la F a c u l t a d y e s t o por considerar que la misión que desempeña la construcción de Derecho, que alcanzan a diez, ocho de ellos cyn capacidad para un e x i g e sobriedad y sencillez g r a v e , que se o b t u v o tratando el conjunto centenar de alumnos y los dos restantes p a r a sesenta cada uno. con espíritu de monumentalidad, dando g r a n d e s d e s a r r o l l o s a los cuerpos principales, t a n t o en sus dimensiones de proporción, como en sus E l Cuerpo del edificio que da frente a la calle G u a y a b o s está ocuelementos c o n s t i t u t i v o s . pado por la Biblioteca y A n e x o s . I n t e r i o r m e n t e , la a r q u i t e c t u r a s i g u e el m i s m o criterio que en ti e x t e r i o r , pero m á s sobrio, c o m o corresponde a la parte interna de La Biblioteca la m á s alta institución de enseñanza. L o s patios amplios, r e c t a n g u L a Biblioteca de la Facultad de D e r e c h o f o r m ó un sólo instituto lares, abiertos y rodeados por c l a u s t r o s y a r c a d a s dóricas y jónicas, con la de E n s e ñ a n z a Secundaria y P r e p a r a t o r i a . A l llegar el año que son anchas g a l e r í a s de t r á n s i t o y estadía, dan aspecto severo al 1885, cuando se la instituyó como o r g a n i s m o a p a r t e , su a c e r v o alinterior, c u y a m o n o t o n í a debida a la l a r g a repetición de m o t i v o s e canzaba apenas a dos mii g u a l d a d de pisos, impone llares de obras. A partir un r e c o g i m i e n t o y silencio de ese momento, su proapropiados a su destino. g r e s o f u é creciente y cuando, en 1 9 1 3 , se trasladó a su sede definitiva, contaba E n e x t r e m o sencilla en sus anaqueles con 20.050 es la distribución de los lovolúmenes. cales. L o s dos pisos del L a nueva instalación edificio, en su planta siméfacilitó su p r o g r e s o cretrica s e g ú n su eje longituciente. E n el amplio salón dinal y en su a l t u r a , son de depósito de libros, se idénticos en sus líneas c o n s t i u y ó una e s t a n t e r í a principales, de m a n e r a que interna " s i f o m a n " . dividida el visitante, con sólo l l e g a r en una planta b a j a y tres a un patio a pocos m e t r o s pisos. E s t e t r a b a j o de hede la entrada, puede d a r s e rrería artística, o r n a m e n t a acabada c u e n t a de todos do con dibujos de bronce, sus locales y servicios. es realmente magnífico. T o d a s las dependenL o s distintos pisos se cocias miran a la calle p o r munican entre sí por dos sus frentes y a los patios cómodas escaleras que hapor sus m u r o s de c r u g í a ; cen fácil el a c c e s o al piso ningún local queda f u e r a superior. E s t a instalación, de esta condición, lo que ú n i c a en S u d - A m é r i c a , trae aparejada una ilumitiene capacidad p a r a m á s nación y una ventilación de 50.000 volúmenes pubien equilibradas y un f á diendo ser fácilmente amcil desarrollo interior, tanS a l a - depósito, anexa a la biblioteca pliada hasta dársele una to de servicios como de capacidad doble. A los cosescaleras y salones. tados de este salón central se abren las dos salas de lectura, con 3 5 Siguiendo el eje del edificio se desarrollan las principales reparm e s a s cada una. ticiones, que son, en el piso bajo, ^ r a n vestíbulo de entrada con es-

L a F a c u l t a d de D e r e c h o nació c o n j u n t a m e n t e con la Universidad M a y o r , se m a n t u v o a n e x a d a durante m á s de tres c u a r t o s de siglo, en el m i s m o edificio que ésta f u é ocupando sucesivamente en la v i e j a " C a s a de E j e r c i c i o s " , en la calle U r u g u a y , en la calle Q u e g u a y y en la calle C e r r i t o . A l l l e g a r el a ñ o 1908, la F a c u l t a d , p a s ó a ocupar una sede a p a r t e , también en la calle C e r r i t o , entre las de T r e i n t a y T r e s e l t u z a i n g ó , m i e n t r a s se construía el edificio propio que a h o r a ocupa, e m p l a z a d o en la m a n z a n a encerrada por las calles 18 de J u l i o , Y a r o , Guayabos y Eduardo Acevedo, que f u é i n a u g u r a d o el 2 2 de enero de 1 9 1 1 , habilitándosele de inmediato p a r a su funcionamiento, y que comparte en la planta alta con la R e c t o r í a y el C o n s e j o Central U n i v e r s i t a r i o y en la parte baja con la E s c u e l a de C o m e r cio y con la Biblioteca N a cional. hasta tanto e s t a s dos últimas instituciones gocen del local apropiado que y a ha sido p r o y e c t a d o .

calinata e x t e r i o r de acceso y pedestales laterales para f u t u r a colocación de estatuas. I n t e r i o r m e n t e este vestíbulo también tiene pedestales destinados a ese m i s m o fin. De este primer vestíbulo, por intermedio de la g a l e r í a que rodea interiormente todo el edificio y que sirve a todos los locales, se pasa

E s t a biblioteca que puede considerarse la primera del país por la condición y riqueza de las obras que atesora, presta invalorables servicios, no solamente a los estudiantes, sino también, y en g r a d o s u m o a los profesionales. L a estadística de 1924, en e f e c t o , dice que, de 25.276 lectores que t u v o la biblioteca, 18,839 f u e r o n estudiantes y


/?/ flfpo c/cf O ctef¿ 6.437 abogados y escribanos. El número de volúmenes consultados, incluidos los préstamos a domicilio que autoriza el reglamento de esa institución, alcanzó en el año mencionado a 89.647.

^ Q / b f / o / c C r i

Cenfencrr/o -uruguayo

ol-A, ^/tec/t/c

(ñcrccfiojCcf

L a biblioteca, cuyo progreso, como hemos dicho, es creciente e ininterrumpido, cuenta actualmente con 44.706 volúmenes, cuya distribución por materias de que habla también la g r á f i c a adjunta, es la siguiente: Derecho Civil, 7.39o volúmenes; Derecho Comercial, 4.8?^; Derecho Penal, 5 . 5 5 1 ; Colección de L e y e s 2.905; Derecho Constitucional, 2 . 7 5 1 : Economía Política, 2.54o; Sociología, 1.967; Finanzas 1.809; J urisprudencia, 1.79o; Derecho Administrativo, 1.776; Misceláneas, 1.705; Derecho Internacional Público, 1.503; Procedimiento Civil, 1 . 4 7 1 ; Procedimiento Penal, 1.295; Filosofía del Derecho, 1 . 1 9 8 ; Medicina Legal, 1 . 1 7 6 ; Contabilidad 1 . 1 5 3 ; Derecho Internacional Privado, 1.098; Derecho Notarial, 9 3 5 ; Derecho Industrial 9 3 3 ; y Derecho Romano, 925. L a clasificación por idiomas es la siguiente: Castellano: 14.734; F r a n c é s : 1 4 . 6 1 7 ; Italiano: 8.78o; 2.871;: Portugués, 1.859; Alemán 1.287 y Latín. 55o.

Inglés

Facultad de Ingeniería y Ramas anexas A ley relativa a la Enseñanza Superior y Secundaria promulgada con fecha 15 de julio de 1885, creaba, entre otras Facultades, la de Matemáticas y Ramas A n e x a s , cuyo plan de estudio, de acuerdo con el Reglamento General de Enseñanza Secundaria y Superior promulgado el 19 de febrero de 1887, comprendía los cursos de Ingenieros de Puentes, Caminos y Calzadas, Arquitecto, Ingeniero, G e ó g r a f o y Agrimensor. Los cursos de Ingeniero y Arquitecto duraban cuatro años cada uno y comprendían las siguientes materias: Ingeniero. — Primer año: — Algebra superior y Trigonometría esférica, Geometría descriptiva, ier curso, Física superior, Dibujo lineal hasta copiar los órdenes de la arquitectura y Dibujo topográfico lavado. Segundo año: — Cálculo diferencial e integral. Geometría descriptiva, 2. 0 curso y trabajos gráficos, Geometría analítica, Materiales de Construcción Dibujo de ornato y arquitectura. Tercer año: — Mecánica racional, Cinemática y Resistencia de Materiales, Construcción ier. c u r s o, T o p o g r a f í a y trabajos g r á ficos, Motores y máquinas empleadas en la construcción. Cuarto año: — Química análitica, Construcción 2" curso, y Arquitectura, Ferrocarriles, Navegación de ríos, Puentes y faros, Economía Política, Derecho administrativo y legislación aplicable a obras públicas, Proyectos. ( L a s materias para el curso de Arquitecto van en el capítulo correspondiente a esta Facultad). E l curso de Ingeniero G e ó g r a f o duraba tres años y comprendía las siguientes materias: Primer año: — T r i g o nometría esférica, Geometría descriptiva, Física superior, Dibujo lineal ier. curso. Dibujo topográfico lavado. Segundo año: — Geometría descriptiva, Aplicaciones, T o p o g r a f í a y Geodesia, Mineralogía y GeoE d i f i c i o de la F a c u l t a d de Ingeniería y logía, Geometría análitica, en él la F a c u l t a d Dibujo t o p o g r á f i c o a pluma. Tercer año: — Hidrografía, Astronomía, Catastro, Trabajos g r á ficos relativos a triangulación, Medición de bases y proyección de cartas geográficas, Legislación relativa a tierras públicas. # E l curso de Agrimensura duraba dos años y comprendía las materias siguientes: Primer año: — Trigonometría esférica, T o p o g r a f í a , Geometría análitica. Planos cotados, Curvas de nivel y escalas de pendientes, Dibujo lineal ier. curso, Dibujo topográfico lavado.

Segundo año: — Geodesia, Astronomía, Física aplicada, Práctica sobre el terreno, Dibujo lineal 2.0 curso, Legislación relativa a tierras, servidumbres, etc. Además para obtener cualquiera de éstos títulos se requería un año de instrucción práctica. Para ingresar al estudio de ¡as profesiones anexas a la Facultad de Matemáticas sé requería haber cursado tres años de estudios preparatorios en la siguiente f o r m a : Primer año: — Matemáticas ier. curso, Física ier. curso. Geografía General, Gimnástica. Segundo año: — Matemáticas 2." curso, Física 2." curso, Historia Natural, Dibujo ier. curso, Francés ier. curso, Gimnástica y Ejercicios Militares. Tercer año: — Química, Historia Natural 2.0 curso. C o s m o g r a fía, Dibujo 2." curso. Francés 2.0 curso, Gimnástica y Ejercicios Militares. Las personas que poseían el título de Agrimensor, podían ingresar a los cursos de la Facultad de Matemáticas sin necesidad de hacer los estudios preparatorios. Los referidos profesionales que deseaban optar al título de Ingeniero Geóg r a f o o a cualquier otro de los que confiriere la Facultad de Matemáticas teniendo seis años de práctica justificada, tenían derecho, durante los tres años siguientes a la promulgación de la ley del 25 de noviembre de 1889 a rendir libremente los exámenes complementarios de la carrera que ejercieran sin someterse a la ordenación de las materias fijadas por los reglamentos para los casos generales. El Reglamento General de Enseñanza Secundaria y Superior, promulgado el 12 de mayo de 1890. establecía el curso de Maestro de Obras, con el siguiente programa : Primer año: — Geometría descriptiva i e r . curso, Materiales de construcción. Arquitectura ier. curso, Dibujo descriptivo de arquiR a m a s Anexas. — T a m b i é n funciona

de Arquitectura

tectura

y

construcciones,

Segundo año: — Geometría descriptiva 2. 0 curso, Construcción ier. curso, Legislación sobre construcción, Dibujo, sombras, perfiles, cortes, proyectos simples. L o s cursos de la Facultad de Matemáticas recién se iniciaron el i." de marzo de 1889 y con anterioridad a ella los profesionales que deseaban ejercer su profesión en el país, estaban obligados a inscribir sus títulos en la hoy desaparecida Dirección General de Obras Públicas, la que en cada caso concedía la autorización respectiva. En la colación de grados realizada en el T e a t r o Solís el 1 2 de


<5

def<T

def (%7¿/encrrvb ~Vpu(Jaai/o

o c t u b r e de iXtjj, con m o t i v o de la c o n m e m o r a c i ó n del c u a r t o c e n t e n a rio del D e s c u b r i m i e n t o d e A m é r i c a , r e c i b i e r o n el t i t u l o r e s p e c t i v o lo* p r i m e r o s I n g e n i e r o s e g r e s a d o s d e la f l a m a n t e F a c u l t a d «le M a t e m á t i c a s , e n t r e l o s c u a l e s , los s e ñ o r e s J o s é S e r r a t o , E d u a r d o G a r c í a de Z ú ñ i g a y P e d r o II. M a g u o u . D e s e m p e ñ ó el c a r g o de p r i m e r D e c a n o de la F a c u l t a d , el i n g e n i e r o D o n I g n a c i o l ' e d r a l b e s . s i g u i é n d o l o en el m i s m o c a r g o , h a s t a n u e s t r o s días, las siguientes p e r s o n a s : Ingeniero J u a n Monteverde. s e ñ o r J a i m e R o l d ó s y l ' o n s , I n g e n i e r o V í c t o r Itenavirles, A g r i m e n s o r Nicolás Piaggío, Ingeniero Juan A. Alvarez Cortés, Ingeniero Federico Capurro, Ingeniero Luis I'. I ' o i i c c e I n g e n i e r o D o n a t o C a m i n a r a , actual Decano. D e s e m p e ñ a la s e c r e t a ría d e s de e! a ñ o iKy.l. el S r . H o r a c i o Uuiz. ('•rancies y p o s i t i v o s han síilo los p r o g r e s o s a l c a n z a d o s , d e s d e su c r e a c i ó n , p o r la F a c u l t a d de Matemáticas y Ramas Anexas, c o m o lo p r u e b a el b r i l l a n t e núcleo de p r o f e s i o n a l e s incorporados a las a c t i v i d a d e s del p a í s y la o b r a v a s t í s i m a r e a l i z a d a p o r lus m i s m o s , en t o d a s las m a n i f e s t a c i o n e s de la i n g e n i e r í a y de la a r q u i t e c t u r a . S e g r e g a d a la c a r r e r a de A r q u i t e c t o d e la F a c u l t a d de M a t e m á t i c a s , p a r a c r e a r la F a c u l t a d de A r q u i t e c t u r a , c o m o e n t i d a d autónoma, aquella modificó y c u m p l i ó s u s p r o g r a m a s de e s t u dio en el s e n t i d o d e d a r l e u n a e f i c i e n c i a m a y o r , t o m a n d o la d e n o m i nación de F a c u l t a d de Ingeniería y R a m a s A n e x a s . E l ;tctual plan r e s p o n d e al p r o p ó s i t o de e s t a b l e c e r u n a m a y o r c o r r e l a c i ó n e n t r e los e s t u d i o s p r e p a r a t o r i o s y s u p e r i o r e s . S e han c r e a d o las c a r r e r a s tle I n g e n i e r o Civil e I n g e n i e r o E l e c -

tro Mecánico, con cinco año» de duración en los estudios comunes a

a m b a s c a r r e r a s q u e dan d e r e c h o al t í t u l o d e A g r i m e n s o r y un a ñ o de e s t u d i o s e s p e c i a l e s p a r a t e r m i n a r las m e n c i o n a d a s c a r r e r a s de Ingeniero. S e h a n e s t a b l e c i d o c u r s o s y e x á m e n e s s e m e s t r a l e s y la i n t e n s i f i c a c i ó n de los t r a b a j o s p r á c t i c o s , c o n c e d i é n d o s e a é s t o s d o b l e t i e m p o que a la e n s e ñ a n z a t e ó r i c a . C o n é s t e n u e v o plan e n v i g e n c i a se ha c o n s e g u i d o d o t a r al país de d o s e l e m e n t o s t é c n i c o s : el n e c e s a r i o p a r a las c o n s t r u c c i o n e s g e n e r a l e s \ el que r e c l a m a n las a c t i v i d a d e s i n d u s t r i a l e s , o b t e n i é n d o s e la v e n t a j a de d i s m i n u i r en un a ñ o la c a r r e r a de I n g e n i e r o . L a s m a t e r i a s q u e c o m p r e n d e n e s t e plan de e s t u d i o s son las que a c o n t i n u a c i ó n se e x p r e s a n : C u a t r o primeros años comunes. Primar año: Primer Semestre: Matemáticas, Algebra Superior y Análisis, ler. semestre; Geometría Descriptiva, ler. s e m e s t r e ; ('.eometria Analítica, ler. s e m e s t r e ^ E s tática Gráfica, ier. s e m e s t r e ; Geometría l'royectiva, Química I,eneral ( P r á c t i c a d e L a b o r a t o r i o ) . A r q u i t e c t u r a de las o b r a s de I n g e n i e ría, l e r . s e m e s t r e . Segundo semestre: — Matemáticas: Algebra Superior y Análisis 2" s e m e s t r e ; G e o m e t r í a d e s c r i p t i v a , 2." s e m e s t r e ; Geometría A n á l i t i c a . 2." s e m e s t r e ; E s t á t i c a G r á f i c a , 2." s e m e s t r e ; A r q u i t e c t u r a de las O b r a s de I n g e n i e r í a , 2." s e m e s t r e ; T o p o g r a f í a , l e r . s e m e s t r e ; Mineralogía y Geología. Segundo año: Primer semestre: — M a t e m á t i c a s : Calculo Infini-

Bedelía dr la

Facultad

tesimal, ier. s e m e s t r e ; M e c á n i c a R a c i o n a l , ler. s e m e s t r e ; R e s i s t e n c i a de M a t e r i a l e s , l e r . s e m e s t r e ; M a t e r i a l e s de C o n s t r u c c i ó n ler. selu s t r e ; T o p o g r a f í a . 2." s e m e s t r e ; C o n s t r u c c i o n e s C i v i l e s ; 1 r o c e d i •

.

.i.,

i1

i..

:..•<„.

i«r

w f * m i a < t r<>.

m i e n t o de C o n s t r u c c i o n e s , l e r . semestre, , Segundo semestre: M a t e m á t i c a s : C a l c u l o I n f i n i t e s i m a l , 2." sem e s t r e ; M e c á n i c a R a c i o n a l , 2." s e m e s t r e ; R e s i s t e n c i a de M a t e r i a l e s , 2." s e m e s t r e ; M a t e r i a l e s de C o n s t r u c c i ó n , 2." s e m e s t r e ; 1 o p o g r a f i a 2." s e m e s t r e ; C o n s t r u c c i o n e s C i v i l e s ; C a m i n o s F í s i c a G e n e r a l , Tercer año: Primer semestre:— M a t e r í a l e s de C o n s t r u c c i ó n , 3 e r . s e m e s t r e ; R e s i s t e n c i a de M a t e riales, 3 e r . s e m e s t r e ; H i d r á u l i c a , l e r . s e m e s t r e ; M e c á n i c a de los líquidos; Construcciones C i v i l e s ; P r o c e d i m i e n t o de C o n s t r u c c i ó n , 2." s e m e s t r e ; A r q u i t e c t u r a de las O b r a s de I n g e n i e r í a , 2." s e m e s t r e ; Física T é c n i c a ; Estudios Culturales. ier. s e m e s t r e . Segundo semestre: — Materiales de C o n s t r u c c i ó n 4." s e m e s t r e ; Resistencia de Materiales, 4." s e m e s t r e ; H i d r á u l i c a , 2." sem e s t r e ; A b a s t e c i m i e n t o de a g u a s v alcantarillado; Arquitectura de las O b r a s de I n g e n i e r í a , 4." sem e s t r e ; E c o n o m ía P o l í t i c a y F i nanzas; Construcciones Civiles; Construcciones metálicas; Estudios C u l t u r a l e s , 2." s e m e s t r e . Cuarto año: Primer semestre: Construcciones Civiles; Obras marítimas y fluviales; HormiTopográfico g ó n A r m a d o , M á q u i n a s , i e r . sem e s t r e ; E l e c t r o técnica, i e r . s c m e s t r e ; E c o n o m í a de I n g e n i e r í a , l e r . s e m e s t r e ; M a t e r i a L e g a l ; E s ludios Culturales, 3er. semestre. Segundo semestre: — Construcciones Civiles; Puentes; Ferroc a r r i l e s v T r a n v í a s ; M á q u i n a s 2." s e m e s t r e ; E l e c t r o T é c n i c a , 2." s e m e s t r e ; 'Química G e n e r a l , ( n o c i o n e s de Q u í m i c a I n d u s t r i a l ) ; E c o n o m í a de la* I n g e n i e r í a , 2." s e m e s t r e ; E s t u d i o s C u l t u r a l e s , 4." s e m e s t r e . Quinto a ñ o : Ingeniero Civil. — Primer semestre: — Ferrocarriles y T r a n v í a s , ler. s e m e s t r e ; Puentes y Caminos, ler. s e m e s t r e ; T r a b a j o s m a r í t i m o s y n a v e g a c i ó n interior, ler. s e m e s t r e ; L e g i s l a c i ó n ile O b r a s P ú b l i c a s , i e r . s e m e s t r e ; I n g e n i e r í a E d í l i c i a , l e r . s e m e s t r e ; Redacción técnica y Elocución, ler. semestre. v Segundo semestre: F e r r o - c a r r i l e s y T r a n v í a s , 4." s e m e s t r e ; P u e n t e s y C a m i n o s . 2." s e m e s t r e ; T r a b a j o s m a r í t i m o s y n a v e g a c i ó n i n t e r i o r , 2." s e m e s t r e ; L e g i s l a c i ó n d e O b r a s P ú b l i c a s , 2." s e m e s t r e ; I n g e n i e r í a E d i . i c i a , 2." s e m e s t r e ; R e d a c c i ó n técnica y E l o c u c i ó n , 2." semestre. Quinto a ñ o : Ingeniero Industrial. Primer semestre: Elect r o T é c n i c a , 3 e r . s e m e s t r e ; M á q u i n a s , J e r . s e m e s t r e ; Q u í m i c a Industrial, l e r . s e m e s t r e ; T e c n o l o g í a I n d u s t r i a l , ler. s e m e s t r e ; M i n a s ; L e g i s l a c i ó n i n d u s t r i a l ; R e d a c c i ó n técnica y E l o c u c i ó n . Segundo semestre: E l e c t r o técnica, 4." s e m e s t r e ; M á q u i n a s , 4." s e m e s t r e ; Q u í m i c a I n d u s t r i a l , 2." s e m e s t r e ; T e c n o l o g í a I n d u s t r i a l , 2." s e m e s t r e ; M e t a l u r g i a ; R e d a c c i ó n técnica y E l o c u c i ó n . P l a n de estudios pitra la c a r r e r a de A g r i m e n s o r . — Primer año: — Primer semestre: I n t r o d u c c i ó n de las M a t e m á t i c a s S u p e r i o r e s , l e r . s e m e s t r e ; T o p o g r a f í a , l e r . s e m e s t r e ; P r á c t i c a de T o p o g r a f í a , i e r . semestre. Segundo semestre: — Introducción lie las M a t e m á t i c a s S u p e r i o r e s , 2." s e m e s t r e ; T o p o g r a f í a . 2." s e m e s t r e ; P r á c t i c a de T o p o g r a f í a , 2." s e m e s t r e .

Durante un curio dictado en el Laboratorio de la F a c u l t a d


fi£po c/cf c/e/Y

O Segundo año: — Primer semestre: Dibujo T o p o g r á f i c o , 1er, s e m e s t r e ; G e o d e s i a y P r á c t i c a de G e o d e s i a , ier, s e m e s t r e ; A g r i m e n sura Legal y Catastro, ier. semestre. Segundo semestre: — D i b u j o T o p o g r á f i c o , 2." s e m e s t r e ; G o e d e sia y P r á c t i c a de G e o d e s i a , 2." s e m e s t r e ; A g r i m e n s u r a L e g a l y C a t a s t r o , 2," s e m e s t r e .

ünvcHt¡)¡ac¡ón cientifica y trabajo» de campo l i n los g a b i n e t e s y l a b o r a t o r i o s de la F a c u l t a d de M a t e m á t i c a s se g e n e r a l i z a cada día el p r e c e p t o p e d a g ó j i c o de e s t i m u l a r la invest i g a c i ó n , t r a t a n d o de que el m a y o r n ú m e r o d e c s p e r i i n c n t a c ú m e s sean h e c h a s por los a l u m n o s , b a j o su e x c l u s i v a responsabilidad, siendo ellas a c e p t a d a s por el p r o f e s o r si e s t á n d e n t r o del g r a d o de e x a titud requerido. Rn esta f o r m a se d e s a r r o l l a en el estudiante el espíritu de iniciativa y se e s t i m u l a el a m o r por la i n v e s t i g a c i ó n D e s d e U)¿i los a l u m n o s ríe los ú l t i m o s a ñ o s de I n g e n i e r í a se iustalan al c o m e n z a r el añ 11 e s c o l a r , en un c a m p a m e n t o de t r a b a j o s p r á c ticos. E11 ellos t o m a n , b a j o la dirección de v a r i o s p r o f e s o r e s , t o d o s los d a t o s r e q u e r i d o s sobre el t e r r e n o para p r o y e c t a r las o b r a s de v e r d a d e r a utilidad pública. P o r e s e medio, los estudiantes realizan los e j e r c i c i o s íjtte los c u r s o s e s c o l a r e s e x i j e n y se inician a d e m á s en los c o nocimient o s p r á c t i c o s que n e c e s i t a r á n p a r a el e j e r c i c i o p r o f e s i o n a l E s t o s campamentos permiten a s i m i s m o una mayor comprensión entre profesores y a l u m n o s que d e t e r m i n a n f a cilidades p a r a la e n s e ñ a n z a .

Cen/bncrr/o uruguayo

en d i f e r e n t e s e s t a b l e c i m i e n t o s industriales. Desde l u c e v a r i o s a ñ o s y d a d o el i n c r e m e n t o (pie en el pais toman las obra A m e n t o arm a d o , se realizan d i v e r s o s e j e r c i c i o s .suficientes para las c o n s t r u c ciones c o r r i e n t e s y p r e p a r a t o r i a s p a r a los p r o v e c t o s de los ú l t i m o s años. A n e x a a la F a c u l t a d se e n c u e n t r a el I n s t i t u t o de e n s a y o s de M a teriales de C o n s t r u c c i ó n <• I n s t i t u t o de M á q u i n a , incorporados a las p r á c t i c a s d e la e n s e ñ a n z a d e s d e lince 1 3 años. A m b o : Institutos son utilizados p a r a v e r i f i c a r la r e s i s t e n c i a de los m a t e r i a l e s di' construcción que se f a b r i c a n en el pais c o m o asi m i s i n o los que se importan \ e| f u n c i o n a m i e n t o de las m á q u i n a s . F,n ellos hacen sus estudios prácticos los e s t u d i a n t e s de Ingenien,-i.

El crecimiento do la población estudiantil E l a u m e n t o de e s t u d i a n t e s en e s t a F a c u l t a d d e s d e el a ñ o 1 0 1 5 hasta 1924, t a n t o en n ú m e r o de los m a t r i c u l a d o s en los d i s t i n t o s c u r sos, c o m o los a p r o b a d o s y r e p r o b a d o s , se c o n d e n s a en cl c u a d r o q u e más abajo publicamos, C o m o podrá v e r s e por él la población e s t u d i a n t i l n o s i g u e u n a p r o g r e s i ó n a s c e n d e n t e , a ñ o t r a s a ñ o , p u é s m i e n t r a s en 1 9 1 5 a q u e l l a e s t a b a r e p r e s e n t a d a por 181 a l u m n o s , en 1924, solo lo e s t á p o r 145.

L a F a c u l t a d de M a t c i n á ticas realiza t a m b i é n c o n todo é x i t o o b r a de e x t e n s i ó n universitaria, desarrollando conf e r e n c i a s p ú b l i c a s cn la p r o p i a U n i v e r s i d a d , en a l g u n a s c a p i tales d e p a r t a m e n t a l e s , e s c u e l a s industriales y centros obreros, C o m o r e c u r s o s m a t e r i a l e s liara e s t e o b j e t o p o s e e un a r c h i v o f o t o g r á f i c o de c e r c a de 2,ooo d i s p o s i t i v o s , 20 películas cinematográficas relativas a c u e s t i o n e s de I n g e n i e r í a , t r e s a p a r a t o s de p r o y e c c i o n e s f i j a s y un c i n e m a t ó g r a f o .

L o s a l u m n o s del ú l t i m o a ñ o de I n g e n i e r í a tienen a l g u nas c l a s e s de a s i s t e n c i a f a c u l 1 tativa, destinadas a discutir t e m a s de i n t e r é s g e n e r a l , des i g n a d a s de a n t e m a n o y relac i o n a d a s con la p r o f e s i ó n . L a o r g a n i z a c i ó n del d e b a t e es a n á l o g a a la de 1111 c o n g r e s o , P r e side el p r o f e s o r y se t r a t a de arribar a conclusiones conc r e t a s , E s t o s d e b a t e s ilustran a los a l u m n o s r e s p e c t o a los puntos delicados d e la p r o f e s i ó n del Ing e n i e r o , los e d u c a p s i c o l ó g i c a y m o r a J m c n t e p a r a disentir con altura y e x a c t i t u d y se p r e s t a n a d e m á s p a r a una práctica e x c e l e n t e de elocución. Caxla a ñ o se elijo una c o n s t r u c c i ó n que c o m i e n z a con las c l a s e s p a r a s e g u i r el p r o c e s o c o n s t r u c t i v o d u r a n t e todo el año. E l i n t e r é s d e s p e r t a d o p o r e s t a f o r m a de e n s e ñ a n z a es tal, q u e aún e s t u d i a n t e s «le o t r o s c u r s o s c o n c u r r e n v o l u n t a r i a m e n t e a las clases p r á c t i c a s d i c t a d a s en las o b r a s . L o s m a t e r i a l e s de c o n s t r u c c i ó n f a b r i c a d o s en el país se estudian en los m i s m o s t a l l e r e s , d i c t á n d o s e u n a clase s e m a n a l de c u a t r o h o r a s .

Biblioteca

E n c u a n t o al n ú m e r o de e s t u d i a n t e s , t a n t o libres c o m o r e g l a m e n t a d o s , en los d i s t i n t o s c u r s o s que se dictan en la F a c u l t a d , q u e han sido a p r o b a d o s , a u m e n t a n p r o g r e s i v a m e n t e .

La Biblioteca <1« la Facultad De 1 1 . 3 2 4 v o l ú m e n e s que c o n t a b a la Hibliotcca de la F a c u l t a d el a ñ o HJ17, se ha e l e v a d o a 1 6 . 8 1 3 v o l ú m e n e s en 1024, lo q u e a c u s a un e n r i q u e c i m i e n t o en el b r e v e p e r í o d o de ocho años, de casi c e r c a de 5.500 ivn c u a n t o al n ú m e r o de lectores que en el a ñ o 1 0 1 7 se e l e v ó a 8.66 r, l l e g ó en 1924, a 16.685 es d e c i r , casi e| doble.

Movimiento de estudlantra y exámenes parciales de la Facultad de Ineeiller/a y Ramas Anexas desde 1915 a 1921 Inclusive MATRICULAS Para 1'rliiHT 11A11 NI-KIIIMIO 11A0

Para

MIS

lililí

:i7

:IN 1,1

M'.'

H|

47 II N II 7 II

lll ÜH 111 l.'l III

IOIU

mío

4t> JH

V» 41

si 1111

31 0

IB

na

mi

til

31 SI 'JH IM 12

110 •21 ra 30 111

AS

117 iii '.'i in 111

lll 17

lino j UBI

11 raí

1023

1024

10 11:1

0 lll

£

40

•ni

lll

• .'17 ¡«I ai 11 ni

111 MI L'll 17 H TÍ

40 yo -S

II

31

Agrlmenior

_ 2 L

Tolul Total general

'1

TU

Si li

Iii»

lio

lili

1-11

HUI

1111

1*27

II»

127

INI

lül

I7Í,

IM»

172

277

ra

17a

I»"

12a

1 ir.

1010

1017

1010

1010

1020

1021

11122

11)23

EXAMENEB PARCIALES P a r a Aarlmonior lli<Ul,iiiii<lifiiil„n AprolimliiN " 11,'iiriil'iiiloN Tul lll lll,ri>N Aliri'lisiloH " llf>|iriiliiiilii"

Ingeniero

l'rliuor nflo HI'UIIIMIH iiAti T e r r o r nflo Cuarto nflo (Jubito nflo

IIIIS

"

Ti,lili Para

.

. .

.

. .

100

H| 1»

A2 '.11

V,

1

111 11

411 7

ar» o

1:11

1113

73

14

lili

133

rn

44

fin In

II 1»

1» 3»

31 17

33

IH 11

7 II

1 1

411

J.'l

41

II

47

27

in

ira 20 muí lll 7

ll.'l '.'II 414

USO II

7/1

11711 II ¡1711

4im 10

411 V-'

in

1111 2H

,'ltli 1» IIII4 lll) 31

en II

im 11

nti 4

lll

71

INI

137

lll

lll!

mi

7n

Ti

7 r> i1.1

Ingsnleroi

lli'iilnini'iiliuliii ,\|,ri,l>itil>i» , " lluiiriil'iiilii» " Ti,I11I . . MI,ros AiTuliiiiInft . . Ti,lili

.

147 1.11 17»

,

. , .

ímo

1

ni'i ift

"i sil

1024


tQf

O

fiÉro

defá

d é f

(%/z/encrrvb

Uruguayo

Facultad de OI< ley sancionada el 2~ de noviembre del año 1 9 1 5 , la antigua Facultad de Matemáticas se seccionaba en dos organismos con amplia autonomía, con sus autoridades propias y con programas diferenciales: la Facultad de Arquitectura y la de Ingeniería y R a m a s A n e x a s . Con anterioridad a esta división, era la F a cultad de Matemáticas la que expedía título de A r quitecto, Ingeniero de I'uentes y Caminos, Agrimensor, Ingeniero (geógrafo y M a e s t r o de Obras, éstos dos títulos ú.timos suspendidos hace algún tiempo. Actualmente y de acuerdo con la ley de creación, es la Facultad de Arquitectura la única entidad habilitada para expedir el título de Arquitecto y preparar en sus aulas los elementos idóneos en el arte de la construcción y ramas anexas. X o obstante halx-rse creado a fines de noviembre cié 1 9 1 5 , su constitución oficial tuvo lugar recién el 28 de diciembre del mismo año y el lo de enero de 1 9 1 6 , el Consejo Directivo ele la nueva Facultad celebraba su primera sesión. E s t e Consejo lo constituyen diez miembros, cinco designados por los p r o f e s o r e s , cuatro por la Sala de A r q u i t e c t o s y uno por los Estudiantes, debiendo recaer la designación de Decano en 1111 A r q u i t e c t o diplomado quien, además, estaría obligado a ejercer las funciones de p r o f e s o r titular. S e reconocía en la ley de creacción de e s t e o r g a n i s m o universitario, para los Arquitectos, el derecho a ocupar el Rectorado de la Universidad de la República. También se contemplaba la situación de aquellas asignaturas que eran comunes a los organismos que integraban la ex - Facultad de Matemáticas, pero m á s tarde, a consecuencia de las r e f o r m a s introducidas en los planes de estudio de las F a cultades de A r q u i t e c t u r a e Ingeniería respectivamente. aquella situación quedó independiente para cada uno de los mencionados o r g a n i s m o s universitarios.

Arquitectura de Ornato y F i g u r a . Teoría del Arte. Teoría de la Arquitectura. Provectos de Arquitectura. , , 'Segundo Semestre. — Matemáticas Superiores I I , Mecánica R a cional y Estática G r á f i c a 1 1 , Trazado de Sombras, Dibujo de Ornato v Figura 11 Teoría del Arte II. Proyectos de Arquitectura I I Tercer Semestre. — Materíales de Construcción. Mecanica Aplicada a las Construcciones (Resistencia de Materiales y Estabilidad de las Construccíonesl), T o p o g r a f í a y Práctica de T o p o g r a f í a , 1 erspectiva, Dibujo de Ornato y Figura I I I , Teoría de la ArquitecturaII, Provectos de Arquitectura I I I . _ 'Cuarto Semestre. — E n s a y o de Materiales, Mecamca Aplicada a las Construcciones (Resistencia de Materiales y Estabilidad de las Construcciones! I), Estereotomía, Construcción I, Dibujo del Natural v Modelo Vivo, Proyectos de Arquitectura I V . Quinto S e m e s t r e . — M e c á n i c a Aplicada a las Construcciones ( R e sistencia de Materiales v Estabilidad de las Construcciones I I I ) , Construcción II, Higiene Aplicada a las Construcciones, Composición de Ornato I, Historia-de la Arquitectura I, T e o r í a ele la Arquitectura I. Provectos de Arquitectura V . Sexto Semestre.— Mecánica Aplicada a las Construcciones ( R e sistencia de Materiales y Estabilidad ele las Construcciones I V ) , Construcción 1 1 1 , Instalaciones en los Edificios, Composición de Ornato I I , Historia ele la Arquitectura, Proyecto de Arquitectura \ l. Séptimo Semestre. — Construcción I V , ( P r o y e c t o s ) , Composicion

L a elección del primer Consejo Directivo de ¡a F a cultad de Arquitectura, se verificó en el local de la e x Facultad de Matemáticas, presidiendo el acto, en su carácter de R e c t o r de la Universidad, el doctor Claudio Williman. E s t e Consejo designó para ejercer el c a r g o de Decano al A r q . Horacio A c o s t a y Lara. E l plan de estudios en vigencia, en la iniciación del nuevo organismo, era el siguiente : Biblioteca de (a F a c u l t a d de Arquitectura Primer Año. — Introducción a las Matemáticas S u periores, Mecánica E l e m e n , Decorativa I, Historia de la Arquitectura I I I , Teoría de la Arquital Geometría P r o y e c t i v a , Geometría Descriptiva. Primer curso, E s tectura I V , Proyectos de Arquitectura V I L tudio y Dibujo de los Ordenes de A r q u i t e c t u r a . Nociones de 1 opoOctavo Semestre. — Composición, Decorativa II. P r o y e c t o s de g r a f i a e Historia Universal. Arquitectura V I I I , Historia de la Arquitectura I V , Arquitectura Segundo Aña. — E s t á t i c a G r á f i c a , T e o r í a del A r t e , Materiales L e g a l I. de Construcción, Geometría Descriptiva segundo curso, Dibujo ele Noveno Semestre. — Composición Decorativa I I I . P r o y e c t o s de Ornato y F i g u r a . Arquitectura primer curso y Geometría DescripArquitectura I X , Arquitectura L e g a l II, Economía Política. tiva tercer curso. . „ Décimo Semestre. — Proyectos ele Arquitectura X . Modelado 1 1 , Tercer Año. — Resistencia ele Materiales primer curso, ConsTrazado de Ciudades y Arquitectura Paisajista, Práctica Profesional. trucción primer curso. Higiene, Dibujo de Ornato y F i g u r aele segundo Una ele las iniciativas más simpáticas de la Facultad ele Arquila A r curso y Elementos de Composición de Ornato. Historia Modelado tectura la constituye la creación del Gran Premio de Arquitectura, quitectura primer curso. Arquitectura segundo curso y que se organiza cada dos años. Consiste el Gran Premio, en 1111 primer curso. , .... Concursó que consta de varias pruebas, en la cual sólo pueden interCuarto Año. — Resistencia de Materiales segundo curso, Histovenir los egresados de la Facultad de Arquitectura, cuya actuación ria de la Arquitectura segundo curso, Composición de Ornato y A r en las aulas haya sido destacada. Además se requiere para intervenir quitectura tercer curso, y Modelado segundo curso. en este certámen una antigüedad como profesional, 11o m a y o r ele Quinto A S o . — Arquitectura L e g a l , Composicion Decorativa, cinco años. Arquitectura cuarto curso. L a pruebas a que nos referimos, son t r e s : un concurso elimiE s t e plan f u é modificado a fines del año 1 9 1 7 , para empezar a natorio de doce horas, debiendo intervenir los aprobados en este regir en el siguiente año escolar de 1 9 1 S . P o r ese plan, se dividen los concurso, en una segunda prueba eliminatoria de 48 horas. L o s adestudios en 10 semestres, estando en cada uno de ellos ordenadas las mitidos en esta última prueba, deben desarrollar luego en un plazo materias de la manera siguiente: de cuatro meses, el esquicio realizado en la misma, y el cual siempre Primer Semestre. — Matemáticas Superiores, Mecánica Raciotiene por tema una gran composición arquitectónica. Al vencedor nal y Estática G r á f i c a , Geometría Proyectiva y Descriptiva. Dibujo


/ ? /

O

T a l l e r de Arquitectura, durante uno de sus cursos

del certamen, se la adjudica una beca que goza durante dos años en Europa, debiendo el becado enviar trimestralmente a la Facultad, informes relacionados con el empleo de su tiempo y trabajos que realice en cualquier escuela de Arquitectura del viejo continente. Todos los años en cada una de los cursos del Grupo B , cuando hay trabajos dignos se adjudican a >sus autores medallas, y los trabajos premiados quedan de propiedad de la Facultad. Al estudiante que obtiene diez puntos, o sea el máximo, como calificación de un examen, se le expide un certificado firmado por el Decano en que consta esa calificación. Dos bolsas de viaje son adjudicadas todos los años; una a un estudiante que haya completado su V I I I Semestre de estudios y la otra a otro estudiante que haya completado el X Semestre. E s a s bolsas de viaje consisten en la cantidad de $ 200.00 y obligan a los que las obtienen a e f e c t u a r un viaje de estudio a uno de los países cercanos y a presentar al regreso un trabajo sobre lo que haya observado o «obre un tema que pueda fijarle el Consejo Directivo de la Facultad. Además de estos .premios existen dos becas diplomáticas en la L e y Consular, de dos años de duración, que se adjudican a los estudiantes de cualquiera de las cuatro Facultades que constituyen la Universidad de la República y que por ,1o tanto pueden ser disputados por los estudiantes de la Facultad de Arquitectura. L o s que obtiene esas becas van adscriptos a algunas de las Legaciones del U r u g u a y en el extranjero con el carácter de oficial de Legación. E l local que ocupa la Facultad de Arquitectura es el mismo que el de la Faculltad de Ingeniería. Su biblioteca que al principio fué común con la de Ingeniería, actualmente se ha independizado, enriqueciéndose con millares de obras nuevas relacionadas con el desenvolvimiento de la Arquitectura Universal y ramas afines y con revistas y publicaciones de arte. Posee la Facultad de Arquitectura una buena cantidad de modelos en yeso destinados a la enseñanza del Dibujo de Ornato y Figura, a la del Modelado, Historia de la Arquitectura y Teoría de la Arquitectura, con la que se ha constituido 1111 Museo valioso. Además de este cuenta con algunos millares de diapositivos que también se emplean en la enseñanza. P a r a ingresar a la Facultad de Arquitectura se requiere haber cursado cuatro años de Estudios Secundarios en la Sección de Ense-

T a t l é r it

Arquitectura, durante el funcionamiento de uno de sus cursos

fi/ypo

c/e/Y

Clase de Matemáticas

c/ef

Cenfenanr-vb

Vrugtuayo

Superiores

ñanza Secundaria y Preparatoria y los dos años de Estudios Preparatorios que comprenden las siguientes materias: Primer año: — Dibujo, Modelado, Ampliación de Matemáticas, Inglés y Francés. Segundo año: — Dibujo y Modelado, Introducción a las Matemáticas Superiores,Geometría Proyectiva y Descriptiva, y Mecánica. L a s materias de orden técnico y científico se estudian en clases teóricas, que funcionan dos o tres veces por semana, con una duración de una hora cada una y en una o dos clases prácticas por semana, de dos horas de duración cada una, cuando son trabajos de seminario, y de una duración mayor cuando esas clases prácticas consisten en visitas a obras en ejecución, talleres, instalaciones industriales, etc. ; L a s materias de orden artístico, se estudian en Talleres bajo la dirección de profesores titulares secundados por profesores adjuntos. Existen cuatro Talleres de Arquitectura, en uno de los cuales están mezclados los estudiantes de los últimos cuatro semestres, bajo la dirección de 1111 profesor, arquitecto de la Escuela de Bellas Artes de París y en los otros tres los estudiantes de los seis primeros semestres. El Dibujo de Ornato y Figura, la Composición de Ornato, la Composición Decorativa y el Modelado, se estudian en Talleres donde están mezclados los estudiantes de diferentes semestres y que por lo tanto j>o.scen distinto grado de adelanto. Los estudiantes están obligados a asistir a las clases excepto en unas pocas asignaturas de las cuales pueden rendir el examen libre. Este examen libre, dura un tiempo doble que el de los examinandos matriculados. L a prueba práctica es doble también. E s a s asignaturas cuyo examen pueden rendirse libre son: Matemáticas Superiores, Dibujo de Ornato y Figura. Dibujo del Natural y Modelo Vivo, Modelado, Teoría de la Arquitectura, Higiene Aplicada a las Construcciones, Arquitectura L e g a l y E c o nomía Política. Actualmente desempeña el cargo de Decano de esta Facultad, el Arquitecto J a c o b o Vázquez Varela. Los beneficios brindados por esta Facultad en la preparación de elementos aptos para las artes constructivas,, se palpan visiblemente en la nueva tendencia edilicia que impera en todo el país y en la belleza de sus modernos edificios. L a transformación de la ciudad de Montevideo, en materia edilicia es completa de pocos años a esta parte. Se ha ganado en suntuosidad, en belleza arquitectónica, en confort y en higiene.

En los cursos de Arquitectura


¿

T

Ü/ypo

d e f c

c / c f

C e u f e n c r p / o V p u p a . a y a

Escuela Superior de Comercio don M i g u e l d e F o r t e z a , a p o r t a n d o su inteligente d e d i c a c i ó n en ben e f i c i o del d e s e n v o l v i m i e n t o y p r o g r e s o de la E s c u e l a . E s t a i n s t i t u ción q u e d ó s u p r i m i d a en 1836, viniendo a ser sustituida, de h e c h o , p o r el " C o l e g i o de los E s c o l a p i o s " , s u b v e n c i o n a d o p o r el G o b i e r n o . L a p r i m e r a institución de. e n s e ñ a n z a c o m e r c i a l del país, 11o t u v o p u e s , i n u v l a r g a vida, p e r o sí u n a decisiva i n f l u e n c i a , en la c u l t u r a de a q u e l l a é p o c a , ciando al medio, h o m b r e s de valía que m á s t a r d e f u e r o n p e r s o n a j e s de alta s i g n i f i c a c i ó n nacional. D e s d e e n t o n c e s , la e n s e ñ a n z a c o m e r c i a l se r e a l i z ó p o r p r o f e s o r e s p a r t i c u l a r e s y el t í t u l o de C o n t a d o r P ú b l i c o se o b t e n í a m e d i a n t e la rendición de un e x a m e n , a n t e un t r i b u n a l c o m p u e s t o por C o n t a d o r e s y p r e s i d i d o por el J u e z L e t r a d o de C o m e r c i o . M á s t a r d e , esa p r o f e s i ó n q u e d ó a n e x a d a a la U n i v e r s i d a d ( F a c u l t a d de D e r e c h o y C i e n c i a s S o c i a l e s ) p o r la l e y 2 5 de n o v i e m b r e de 1889, siendo P r e s i d e n t e de la R e p ú b l i c a don M á x i m o T a j e s y M i n i s t r o del r a m o el s e ñ o r L ó p e z L o m b a . E n 5 de n o v i e m b r e de 1895, ' > a Í ° c '' R e c t o r a d o de don A l f r e d o V á z q u e z A c e v e d o , el C o n s e j o U n i v e r s i t a r i o a p r o b ó el E l i n g r e s o a la E s c u e l a se o b t e n í a r e g l a m e n t o r e s p e c t i v o y el p r o g r a m a de m e d í a n t e un e x a m e n e s c r i t o , al d i c t a d o , e s t u d i o s , a b a r c a n d o é s t e , el i n g r e s o y d o s q u e p u s i e r a en e v i d e n c i a la p r e p a r a c i ó n a ñ o s de F a c u l t a d , q u e c o m p r e n d í a n : C o n p r e v i a del a s p i r a n t e p a r a el e s t u d i o de las tabilidad y N o c i o n e s de D e r e c h o y P r o m a t e r i a s del p r o g r a m a q u e . p o r o t r a p a r c e d i m i e n t o Civil y de D e r e c h o C o m e r c i a l t e , e r a n f a c u l t a t i v a s , p u d i e n d o el e s t u C l a r o e s t á que m u y r e d u c i d a debía d i a n t e o p t a r p o r t o d a s o a l g u n a s de e l l a s de s e r la e s f e r a de a c c i ó n de los C o n t a d o simplemente. res salidos de la F a c u l t a d de D e r e c h o S e i n a u g u r ó e s t a E s c u e l a en s e t i e m y C i e n c i a s S o c i a l e s , si en su a c t u a c i ó n b r e de 1 8 2 9 , en l o s s a l o n e s del C ó n s u l ' , d o , p r á c t i c a se a t e n í a n e x c l u s i v a m e n t e al m a calle de S a n C a r l o s ( h o y S a r a n d i ) y se terial obtenido en su a p r e n d i z a j e . E n t e n e n c a r g ó d e su f u n c i o n a m i e n t o d o c e n t e u n a diéndolo así y d e s e a n d o q u e el t í t u l o f u e r a Junta Directiva compuesta de cinco una g a r a n t í a de e f i c i e n c i a p a r a la sociemiembros. dad, el " C o l e g i o de C o n t a d o r e s " , p o r iniL a carencia de enseñanza superior, Contador T o m á s C l a r a m u n t , P r i m e r Director c i a t i v a de don J a i m e R . N a v a r r o , e v i d e n en a q u e l e n t o n c e s , d i ó i n u s i t a d o brillo a de la " E s c u e l a de C o m e r c i o " ció a n t e el d o c t o r don C l a u d i o W i l l i m a n , la " E s c u e l a E s p e c i a l d e C o m e r c i o " , a d h i R e c t o r de la U n i v e r s i d a d , y a n t e el D e c a n o de la F a c u l t a d de C i e n c i a s r i é n d o s e a ella m u c h o s j ó v e n e s q u e d e s e a b a n p e r f e c c i o n a r s u s c o n o c i S o c i a l e s , d o c t o r don C a r l o s M . de P e n a , la u r g e n t e necesidad de mientos elementales. f u n d a r u n a E s c u e l a S u p e r i o r de C o m e r c i o , en la cual se h i c i e r a u n a D e e s t a v i e j a i n s t i t u c i ó n s a l i e r o n h o m b r e s p r e p a r a d o s q u e hiciev e r d a d e r a especialización de la e n s e ñ a n z a c o m e r c i a l . ron l u c i d o papel en la p o l í t i c a , en la m a g i s t r a t u r a , en la d i p l o m a c i a E l " C o l e g i o de C o n t a d o r e s " , c o m o m e d i o de l l e g a r a la c o n c r e y en el c o m e r c i o . ción de su p r o v e c t o , o f r e c i ó el c o n c u r s o de s u s p r o f e s i o n a l e s a s o c i a L o s e x á m e n e s de la " E s c u e l a E s p e c i a l d e C o m e r c i o " , l l a m a d a dos. p a r a d e s e m p e ñ a r la d i r e c c i ó n de las c á t e d r a s n e c e s a r i a s , h o n o m á s tarde " E s c u e l a M e r c a n t i l " , eran actos solemnísimos, t a n t o desde rariamente. ,,,.,,. 1 n el p u n t o d e v i s t a i n t e l e c t u a l c o m o s o c i a l , c o n c u r r i e n d o a ellos lo m á s E l 5 de o c t u b r e de 1 9 0 3 , los s e ñ o r e s W i l l i m a n y de P e n a , que s e l e c t o de la p o b l a c i ó n d e a q u e l l a é p o c a y s i e n d o p r e s t i g i a d o s , m á s de h a b í a n a c o g i d o con e n t u s i a s m o la i n i c i a t i v a del " C o l e g i o de C o n t a u n a vez, p o r la p r e s e n c i a del e n t o n c e s P r e s i d e n t e de la R e p ú b ' i c a . d o r e s " m o c í o n a r o n en el C o n s e j o de la F a c u l t a d de D e r e c h o , en el General Fructuoso Rivera. s e n t i d o de q u e se c r e a r a la F a c u l t a d de C o m e r c i o , s o b r e la b a s e ele lo F u é d i r e c t o r de la " E s c u e l a E s p e c i a l de C o m e r c i o " , h a s t a 1 8 3 5 , y a existente, y c u y a organización c o m p e t i r í a al m i s m o C o n s e j o . A c e p t a d a la m o c i ó n ele los d o c t o r e s W i l l i m a n y ele P e n a , f u é e l e v a d a al P o d e r E j e c u t i v o , quien la a p r o b ó , ele a c u e r d o con la ley 1 4 de j u l i o ele 1 8 8 5 , por la cual e s t a b a f a c u l t a d o p a r a d i s p o ner la c r e a c i ó n ele los o r g a n i s m o s u n i v e r s i t a r i o s que se n e c e s i t a r a n p a r a el d e s e n v o l v i m i e n t o c u l t u r a l del país. F,1 24 ele o c t u b r e ele 1903. p o r d e c r e t o del M i n i s t e r i o de F o m e n t o , s u s c r i t o p o r el P r e s i dente don J o s é B a t l l e y O r d ó ñ e z y su M i n i s t r o don J o s é S e r r a t o , se a p o y a b a el p r o p ó s i t o de inaug u r a r la n u e v a F a c u l t a d de C o m e r c i o , el I." ele m a y o ele 1904, y se r e s o l v í a c e d e r a la U n i v e r sidad los t e r r e n o s f i s c a l e s ubicados en las calles 1 8 ele J u l i o , Rivera y Caiguá, (hoy Eduardo A c e v e d o ) , con el fin ele c o n s t r u i r en ellos 1111 e d i f i c i o p a r a la S e c ción ele E n s e ñ a n z a S e c u n d a r i a y P r e p a r a t o r i a y la F a c u l t a d de C o m e r c i o , a f e c t á n d o s e , p a r a la realización ele e s t a o b r a , el p r o d u c t o de la v e n t a de v a r i o s inm u e b l e s ele p r o p i e d a d n a c i o n a l .

K n 1829, se i n a u g u r ó en M o n t e v i d e o , EL PASADO la " E s c u e l a E s p e c i a l de C o m e r c i o " , p o r iniciativa del d o c t o r d o n L u c a s J o s é < Ibes Prime/a institución de Ensev b a i o los a u s p i c i o s del " T r i b u n a l de C o n ñanza Comercial en el Urus u l a d o " , c r e a d o en 1 8 1 2 y a p r o b a d o p o r Eui y • La "Escuela Especial R e a l Orden de 1 8 1 3 . E s t a E s c u e l a e r a s o s de C o m e r c i o " : sus modalitenida con r e s u r c o s del C o n s u l a d o , q u e dades, su i n f l u e n c i a y su entendía, de e s a m a n e r a , r e a l i z a r u n o de desaparición • La enseñanza los f i n e s p a r a que h a b í a s i d o c r e a d o . comercial privada y el Ululo L a e n s e ñ a n z a en la " E s c u e l a E s p e c i a l de Con ador - Anexión de la de C o m e r c i o " profesión a la Universidad. era gratuita La ' Facultad de Comercio". y su p r o g r a La " Escuela Nacional de m a de e s t u d i o Comercio " - La " El cuela comprendía : Superior de Comercio." O r a 111 á t i c a Cónsules y Traductores Pú. C a s t el l a n a , blcos. Francés, Aritmética Mercantil y l l a u c a n a , G e o g r a f í a , C o n t a b i l i dad y C a l i g r a f í a .

V i l ta parcial del patio de la Escuela Superior de Comercio

R e g í a p a r a la n u e v a institución u n i v e r s i t a r i a , el s i g u i e n t e p r o g r a m a ele e s t u d i o s , c r e a d o p o r ley 9 de m a y o de 1 9 0 4 :


/ ¿ f / ¡ f i n o O Ingreso. — Gramática Castellana, Composición, Geografía, Aritm é t i c a , A l g e b r a , G e o m e t r í a P l a n a y del E s p a c i o , N o c i o n e s E l e m e n t a l e s de H i s t o r i a N a t u r a l , N o c i o n e s E l e m e n t a l e s de F í s i c a y Q u í m i c a . H i s t o r i a N a c i o n a l y C o n s t i t u c i ó n de la R e p ú b l i c a , D i b u j o y C a l i g r a f í a . P a r a s e r a l u m n o de la n u e v a F a c u l t a d , se r e q u e r í a la a p r o b a c i ó n , en c o n j u n t o y en un s o l o e x a m e n , de e s a s a s i g n a t u r a s , y la edad de 1 6 a ñ o s . L o s estudios s u p e r i o r e s duraban t r e s a ñ o s y c o m p r e n d í a n las s i g u i e n t e s m a t e r i a s : Primer año. — C o n t a b i l i d a d Y T e n e d u r í a de L i b r o s . P r á c t i c a de E s c r i t o r i o , C á l c u l o M e r c a n t i l , M e r c i o l o g í a , D e r e c h o Civil, F r a n cés, Inglés y Dibujo.

c l e f

d e T C t í f / f e n c r p / o V / ^ u c j u a y o

Tercer año. — C o n t a b i l i d a d , T e n e d u r í a de L i b r o s y C á l c u l o M e r cantil, P r á c t i c a de E s c r i t o r i o , M e r c i o l o g í a , F r a n c é s , ' i n g l é s , D i b u j o . Caligrafía. T a q u i g r a f í a , E c o n o m í a Polílicn, G e o g r a f í a Comercial, Ciencia de las F i n a n z a s . L a a p r o b a c i ó n de e s t a s materia dalia d e r e c h o al e s t u d i a n t e al t í t u l o de C o n t a d o r - P e r i t o Mercantil, l a n m , (-i de J u n i o , se a g r e g ó a e s t e p r o g r a m a una n u e v a a s i g n a t u r a : Contabilidad

Administrativa, facultativa para los q u e hubieran y a c u r i a d , , el s e g u n d o a ñ o de estudios. El p r o g r a m a currespondiuite al e x a m e n «le ctmjuutu, para el i n g r e s o a la E s c u e l a , t u v o v i g o r h a s t a 1 9 1 4 : cn e s c a ñ o se dividió cn t r e s a c t o s y con la s i g u i e n t e Segundo año. — Contabilidad o r d e n a c i ó n de m a t e r i a s : y T e n e d u r í a de L i b r o s , P r á c t i c a Primer acto. — G r a m á t i c a y de E s c r i t o r i o , C á l c u l o M e r c a n t i l , A r i t m é t i c a ( e x á m e n e s oral y esMerciología, Derecho Comercial, crito), Geografía, G e o g r a f í a FísiP r o c e d i m i e n t o Civil, F r a n c é s , I n ca y C a l i g r a f í a . glés y Dibujo. Segundo acto. — I l i s t o n a N a T e r c e r año. — Contabilidad y cional, A l g e b r a , ( o r a l y e s c r i t o ) , T e n e d u r í a de L i b r o s , P r á c t i c a de N o c i o n e s de F í s i c a y D i b u j o . Escritorio, Cálculo Mercantil. Tercer acto. — I l i s t o r i a N a t u Merciología, G e o g r a f í a Comercial, ral, N o c i o n e s de Q u í m i c a , C o n s Economía y Administración, L e titución de la R e p ú b l i c a , G e o m e gislaciones Financiera, Aduanet r í a P l a n a y del E s p a c i o . ra y Consular, Legislación E s p e P o r ley 4 de e n e r o de 1 9 1 6 se cial de P a t e n t e s de invención, c a m b i ó la d e n o m i n a c i ó n a la " E s m a r c a s , s e ñ a l e s y c e r t i f i c a d o s rucuela N a c i o n a l «le C o m e r c i o " , llarales, F r a n c é s , I n g l é s y D i b u j o . Un salón «Je la E s c u d a Superior de Comercio m á n d o s e l a , a p a r t i r de e s a f e c h a . M e d i a n t e la a p r o b a c i ó n de " E s c u e l a S u p e r i o r de C o m e r c i o " . los dos p r i m e r o s a ñ o s — sin los i d i o m a s — se o b t e n í a el t í t u l o de E n la m i s m a f e c h a , se a n e x ó a la E s c u e l a , la p r o f e s u m de T r a d u c t o r C o n t a d o r y con la de los t r e s í n t e g r o s , el de C o n t a d o r - P e r i t o M e r P ú b l i c o que desde l88«j, (ley 25 «le n o v . ) e s t a b a i n c o r p o r a d a a la F a cantil. P r á c t i c a de E s c r i t o r i o y M e r c i o l o g í a e r a n m a t e r i a s o b l i g a t o cultad de D e r e c h o y Ciencias Sociales. L o s a s p i r a n t e s al t i t u l o deben r i a s y no podían c u r s a r s e l i b r e m e n t e . rendir un e x a m e n «pie c o m p r e n d e : C a s t e l l a n o , la l e n g u a de la cual p r e L o s que y a p o s e í a n , en e s a é p o c a , el t í t u l o de C o n t a d o r , podían tenden ser t r a d u c t o r e s y una p r u e b a e s c r i t a de traducción. U n d e c r e t o o b t e n e r el de P e r i t o M e r c a n t i l siendo a p r o b a d o s en el t e r c e r a ñ o de del P o d e r E j e c u t i v o f e c h a 25 de e n e r o de 1 9 1 6 , r e g l a m e n t ó e s t e e x a m e n , 0 la n u e v a r e g l a m e n t a c i ó n , y en 1 ° y 2. a ñ o s p r e v i o s de M e r c i o l o g í a , de a c u e r d o con u n a resolución del H o n o r a b l e C o n s e j o de la " E s c u e l a D i b u j o e I d i o m a s , de a c u e r d o con los p r o g r a m a s í n t e g r o s de dichas S u p e r i o r de C o m e r c i o " , c u y a iniciativa c o r r e s p o n d e al actual D i r e c t o r a s i g n a t u r a s . E s t a c o n c e s i ó n d u r a b a t r e s a ñ o s a c o n t a r de la iniciación de la m i s m a , c o n t a d o r P a b l o F o n t a i n a , e s t a b l e c i é n d o s e los s i g u i e n t e s del f u n c i o n a m i e n t o de la E s c u e l a de C o m e r c i o . E n 1906, se a g r e g ó r e q u i s i t o s : i.°, Rendición del e x a m e n ante un tribunal c o m p u e s t o p o r al p r o g r a m a y a citado u n a n u e v a m a t e r i a : T a q u i g r a f í a . Quedó, pues, un m i e m b r o del C o n s e j o de la E s c u e l a , un T r a d u c t o r P ú b l i c o , 1111 diplocon la c r e a c i ó n de este i n s t i t u t o de e n s e ñ a n z a comercial, c o l o c a d a la m á t i c o o dos p r o f e s o r e s de idiomas. 2.". E l e x a m e n de G r a m á t i c a C a s base f i r m e y sólida de la a c t u a l " E s c u e l a S u p e r i o r de C o m e r c i o " . tellana c o m p r e n d e r á : a ) una c o m p o s i c i ó n «le estilo l i t e r a r i o ; h) r e d a c P o s t e r i o r m e n t e , en 1908, ( 3 1 de d i c i e m b r e ) la l e y de r e f o r m a u n i v e r cí«'m de un d o c u m e n t o de estilo f o r e n s e ( p r u e b a e l i m i n a t o r i a ) ; c ) s i t a r i a s e p a r ó de la F a c u l t a d de D e r e c h o a la de C o m e r c i o , c r e a n d o p r u e b a oral sobre G r a m á t i c a C a s t e l l a n a . 3.", El e x a m e n de c u a l q u i e r la " E s c u e l a N a c i o n a l de C o m e r c i o " , dependiente en f o r m a directa del idioma e x t r a n j e r o c o m p r e n d e r á : a ) u n a t r a d u e m n d i r e c t a (del e x t r a n M i n i s t e r i o de I n s t r u c c i ó n P ú b l i c a y r e g e n t e a d a p o r un D i r e c t o r y un j e r o al c a s t e l l a n o ) ; b ) u n a t r a d u c c i ó n i n v e r s a (del c a s t e l l a n o al idioma C o n s e j o H o n o r a r i o de P a t r o n a t o . e x t r a n j e r o ) ( A m b a s e l i m i n a t o r i a s ) ; c ) p r u e b a o r a l de g r a m á t i c a extranjera. E l 9 de m a r z o de 1 9 0 9 f u é d e s i g n a d o d i r e c t o r de la " E s c u e l a N a c i o n a l de C o m e r c i o " , el C o n t a d o r don T o m á s C l a r a m u n t , proP a r a obtener el t í t u l o es n e c e s a r i o a l c a n z a r en este e x a m e n , p o r f e s o r de v a s t a c u l t u r a y de u n a p r e p a r a c i ó n e s p e c i a l í s i m a en m a lo menos, la n o t a de bueno por unanimidad. t e r i a de C o n t a b i l i d a d , e v i d e n c i a d a en sus m ú l t i p l e s t a r e a s docentes y , L a m i s m a ley 4 de e n e r o de I«)t6 a m p l i ó el p r o g r a m a de e s t u o f i c i a l m e n t e , en la S e c c i ó n de E n s e ñ a n z a S e c u n d a r i a y S u p e r i o r , en dios p a r a o p t a r al título de C o n t a d o r - P e r i t o M e r c a n t i l ; e s t e p r o g r a la c u a l adquirió su c á t e d r a m a debe d e s a r r o l l a r s e en c u a de E n s e ñ a n z a C o m e r c i a l , p o r t r o a ñ o s y de a c u e r d o con la c o n c u r s o de oposición, en i«x>4 s i g u i e n t e relación de a s i g n a E l p r i m e r C o n s e j o Directuras : t i v o de la E s c u e l a q u e d ó c o n s Primer año. — C o n t a b i l i t i t u i d o p o r los s e ñ o r e s O c t a dad y Cálculo Mercantil, Prácvio Morató, Pedro Cosío, tica de E s c r i t o r i o , A í e r c i o l o g í a , Platón Arredondo, Dolcey I J e r c c h o y P r o c e d i m i e n t o Civil, Puig, J o r g e West, Luis A. Francés, Caligrafía y TaquiMainero y Juan Alfredo Bagrafía. yetto, este último designado Segundo uño. — C a n t a b i l i s e c r e t a r i o p o r esa c o r p o r a c i ó n . «lad y C á l c u l o M e r c a n t i l , P r á c M á s t a r d e , h a b i e n d o retica de E s c r i t o r i o , M e r c i o l o g í a , n u n c i a d o sus c a r g o s en cl C o n Derecho y Procedimiento Cis e j o , los s e ñ o r e s M o r a t ó y vil, D e r e c h o C o m e r c i a l , I n g l é s , Arredondo, fueron nombrados Francés, Caligrafía y Taquip a r a o c u p a r las v a c a n t e s p r o grafía. d u c i d a s , l o s C o n t a d o r e s señóTercer año. — C o n t a b i l i d a d l e s P a b l o F o n t a i n a ( a c t u a l Diy Cálculo Mercantil. Práctica r e c t o r de la " E s c u e l a S u p e r i o r de E s c r i t o r i o , M e r c i o l o g í a , D e de C o m e r c i o " ) y E d u a r d o V á z recho C o m e r c i a l y M a r í t i m o , quez ( h i j o ) . Economía Política, I'ranees, Inglés, Caligrafía y Dibujo L i R e f o r m ó s e en 1 4 de m a y o , neal. de 1 9 1 0 , el plan de estudios, ¿ Cuarto año. — C o n t a b i l i d a d d e j á n d o s e subsistente el p r o A d m i n i s t r a t i v a , P r á c t i c a de E s g r a m a de i n g r e s o de c o n j u n t o c r i t o r i o , M e r c i o l o g í a , G e o g r a f í a C o m e r c i a l y Legislación Aduanera. y m o d i f i c á n d o s e el de los c u r s o s s u p e r i o r e s en la s i g u i e n t e f o r m a : Finanzas y Estadística, Inglés y Dibujo Lineal c Industrial. Primer año. — Contabilidad, T e n e d u r í a de L i b r o s y C á l c u l o M e r cantil, P r á c t i c a de E s c r i t o r i o , M e r c i o l o g í a , F r a n c é s , I n g l é s , D i b u j o , E s e s t e p r o g r a m a el «pie r i g e a c t u a l m e n t e en la " E s c u e l a S u p e r i o r C a l i g r a f í a , D e r e c h o Civil y P r o c e d i m i e n t o s J u d i c i a l e s . de C o m e r c i o " . Segundo año. — Contabilidad, T e n e d u r í a de L i b r o s y C á l c u l o P o r m i n i s t e r i o de o t r a ley de 4 de e n e r o de 1 9 1 6 , se c r e ó la caM e r c a n t i l , P r á c t i c a de E s c r i t o r i o , M e r c i o l o g í a , F r a n c é s , I n g l é s , Dir r e r a C o n s u l a r i n c o r p o r á n d o l a a la " E s c u e l a S u p e r i o r de C o m e r c i o " . E l bujo, Caligrafía, T a q u i g r a f í a , Derecho Comercial, Legislación Aduat í t u l o u n i v e r s i t a r i o «le " C ó n s u l " puede s e r o b t e n i d o p o r los C o n t a d o nera y Consular. r e s - P e r i t o s M e r c a n t i l e s , m e d i a n t e la r e n d i c i ó n de l a s p r u e b a s c o r r e s -


d

' f f i f a o def , &ef¿

Centenar/o ttwp*layo

E s interesante hacer nopondientes a las siguientes matar la disminución paulatina terias : de inscriptos desde 1 9 1 8 en Primer año. — Alemán. adelante, con pequeñas excepHistoria Universal y A m e r i c a ciones (cuadro número 1); na del Comercio. ello se debe, sin duda, al esSegundo año. — Alemán, collo que significa el programa Historia Nacional del Comerde cuatro años y, especialmencio, Derecho Internacional P ú te, a la ordenación del de inblico y Privado y Práctica de greso, que ha hecho más difíCancillería y Notarial cil el acceso a la Escuela. L a reglamentación de esta N o obstante el progreso a c a r r e r a establece que el Poder que ha llegado la " E s c u e l a E j e c u t i v o , de cada tres cónsuSuperior de Comercio", cololes que nombre, deberá, por lo cándose a la altura de los más menos, designar a un titulado. reputados centros de enseñanCon fecha 20 de enero de za, por la intensificación de 1 9 1 7 , se modificó el orden del sus estudios y por la amplitud p r o g r a m a de ingreso a la " E s y desarrollo que han adquiricuela Superior de C o m e r c i o " , do sus programas (véase cuaen la siguiente f o r m a : dro número 3 ) , f u e r a necesaPrimer Grupo. — Acto rio crear recursos oficiales primero: G r a m á t i c a Castellana para la ampliación de algunas y Composición (pruebas oral dependencias de aquel instituMuseo Merciológico y escrita, esta última eliminato, tales como los laboratorios t o r i a ) . Dibujo, C a l i g r a f í a . de Química, la Biblioteca y el Museo Merciológico. E s t e último que Acto segundo: H i s t o r i a Natural, Nociones de Fisica y Quimíca. f u é creado el 2 de setiembre de 1 9 1 3 , según decreto que firman el Segundo Grupo. — G e o g r a f í a Descriptiva. Fisica y Política, Presidente señor J o s é Batlle y Ordóñez y sus Ministros doctores H i s t o r i a Nacional, Constitución de la República. B a l t a s a r B r u m y Emilio Barbaroux, de acuerdo con un proyecto del Tercer Grupo. — ( P r u e b a s escrita y o r a l ) . Aritmética, Algebra, 1 1 . Consejo de la Escuela, basado en una meditada y convincente Geometría Plana y del Espacio. exposición de motivos, llena y a una bien definida misión en la enseñanza de una ciencia tan importante como la Merciología, pero lo S e comprende fácilmente que esta ordenación vino a relacionar, haría con m a y o r eficacia, siempre que el apoyo oficial y aun la inien f o r m a m á s lógica y armónica, las materias que deben rendirse para ciativa privada le aportasen elementos didácticos. Con el mismo fin, el ingreso a la Escuela, de acuerdo con la analogía existente entre sería de desear que los Cónsules del U r u g u a y y los industriales y coellas. Una consecuencia de esta modificación fué la m a y o r severidad merciantes proveyesen a esta Sección de la " E s c u e l a Superior de Coen las pruebas que debe rendir el aspirante, severidad que permite un mercio", de toda clase de muestras de productos, tanto en bruto como control más eficaz, de parte de los tribunales examinadores. E n la semi-elaborados, o elaborados definitivamente; de ese modo se daría época de los exámenes de conjunto, este control era casi imposible, vida al Museo, en provecho de la enseñanza práctica tan prestigiada y a que en el c o r t o período de tiempo que duraba el acto probatorio, por los modernos centros docentes del mundo civilizado. 11o llegaba a tenerse j a m á s la evidencia de que el examinando conociera eficientemente las nociones científicas comprendidas en el L a Biblioteca cuenta actualmente con un material bibliográfico programa. selecto, relacionado con las asignaturas comprendidas en los prog r a m a s de la Escuela y , día a día, acrece su caudal, con la incorpoII H o y y a 11o es posible desconocer la ración de las obras modernas que siguen todas las evoluciones del función social importantísima de la " E s EL PRESENTE progreso en materia económico-financiera y en ciencia de contabicuela Superior de Comercio", incorporanlidad y matemáticas. La " E s c u e l a Superior de Codo al medio, profesionales aptos para ream e r c i o " • S u influencia en Desde la creación de la " E s c u e l a Superior de Comercio" hasta lizar obra fecunda en el campo de la la fecha, han sido miembros honorarios del Consejo de Patronato de el medio y la obra de sus economía nacional. la misma, los señores: T o m á s Clarainunt (primer Director), Pedro dirigentes . Alumnos inscripA esta institución de enseñanza, y en COSÍO Juan A. B a v e t t o (primer Secretario H o n o r a r i o ) , Luis A. Maitos desde hace quince años. busca de un título que es una garantía de llera (ex-Director interino), Ruperto Butler, J u l i o A . B e r t a , Edmundo Musco Merciológico, Laboeficiencia y pericia, acude una buena parNarancio, Carlos J . S h a w , J u a n B. B i d e g a r a y , J o r g e Seré Ibarra. ratorio y Biblioteca - Directe de la juventud u r u g u a y a , atraída, por Ricardo G. Virginio, Abelardo Castiglione, Carlos Scheck y Mario ción y Consejo de Patronato vocación, hacia esas actividades práctiCarrere. de [a Escuela - Títulos que cas tan necesarias para el pais, cuyas riAl escribirse esta reseña, integran el Consejo, presidido por el quezas esperan el impulso inteligente y ésta otorga. director de la " E s c u e l a Superior de Comercio", Contador Pablo firme que las baga útiles. Fontaina, como representantes del Poder Ejecutivo, los señores Actualmente, la " E s c u e l a Superior de Comercio", cuenta, en sus Eduardo Vázquez, Dolcey Puig, J o r g e West, Vicente Oxilia, M a pobladas aulas, con hombres j ó v e n e s y estudiosos, lo que significa, nuel Senra y Juan Rodríguez L ó p e z ; de la Cámara Nacional de sin duda alguna, una perspectiva halagadora para el p r o g r e s o nacional Comercio, el señor Ricardo Sanguinetti; de la Cámara Mercantil de Síntomas fehacientes de esta tendencia sana de nuestros jóvenes Productos del País, el señor Patricio L e s s a ; de los estudiantes, el hacia las profesiones económicamente productivas, son las inscripseñor Mariano García Selgas y de los profesores, el doctor Andrés C. ciones de alumnos en la " E s c u e l a Superior de C o m e r c i o " , inscripcioPacheco. Desde el año 1919, es secretario rentado del I I . Consejo, el nes que, de quince años a t r á s , denuncian un promedio anual altamenseñor Alberto L á u z , quien te satisfactorio. ( V é a s e cuadro lesempeña también el cargo de número 1 ) . Secretario-Tesorero de la " E s Bien es cierto que 11o tocuela Superior de Comercio". dos los inscriptos terminan la Como se dijo antes, este c a r r e r a ; las dificultades del instituto expide los títulos de p r o g r a m a y la natural selec" C o n t a d o r - P e r i t o Mercantil", ción que se produce en f o r m a " C ó n s u l " y " T r a d u c t o r Públiespontánea, en todas las secco". L a s materias comprendiciones universitarias, de 1111 año das en el programa de ingreso a otro, establecen un decrecia dicha institución, se cursan miento útil en cada ciclo de libremente, dándose en la misestudios, porque él asegura el ma, tan sólo los exámenes restriunfo de los más preparados pectivos, en los meses de mary obliga a reiterar sus e s f u e r zo, junio y octubre, para cuzos — en beneficio propio — y a s pruebas se exige la edad a los menos dotados intclccde diez y seis años. tualmente. L a s asignaturas del curso Tomemos como ejemplo superior de estudios se dictan de ese descenso anual, las insen la Escuela, gratuitamente, cripciones correspondientes al al igual que toda la demás curso comprendido entre los enseñanza del país, realizánaños 1 9 1 9 (inclusive) y 1922 dose los exámenes en un pe(cuadro número 2 ) ; ellas jusríodo ordinario, en los meses tifican el hecho expuesto, que de noviembre y diciembre; Otro salón de la Escuela se reitera constantemente.


^ f f i f a o def O deff otro complementario en febrero y otro extraordinario en julio, de cada año. Pueden rendirse exámenes libres de todas las materias, a excepción de Merciología y Práctica de Escritorio, que son de reglamentación obligatoria. E l 3 de diciembre de 1924, la Cámara de Representantes aprobó un proyecto de ley por el cual se declaran facultativos los cursos de Caligrafía, y de Dibujo, primero y segundo a ñ o s ; se limita a un curso, también facultativo, la T a q u i g r a f í a ; se suprimen, del plan en vigor, los cursos 3. 0 y 4 " de Merciología y se crea el rubro denominado " F o m e n t o de la Biblioteca", con una asignación fija en cl presupuesto. L a profesión de Contador-Perito Mercantil f u é reglamentada oficialmente por ley de 27 de abril de 1917, en la cual se exige la intervención de titulados, en distintos trámites de carácter judicial.

ci^rf.ti

Cen-fenarVo Vpucjuayo

I i v A i ñ p d o w ó w ó I z j : cke/tte 1 9 1 0 h s J j \ 1 9 2 4 -

111

I nstitlición surgida a consecuencia de una Las necesidades del p a í s . n e c e s i d a d amP e r f e c c i o n a m i e n t o de las biente imprescinn o r m a s d e adnrnistración dible, la "Escuela pública y privada - Utilidad Superior de Code los t é c n i c o s - C u r s o s de mercio" ha resSeminario y F a c u l t a d d e pondido a esa aspiración del medio que la Ciencias Económicas y de creó, preparando en sus aulas a un creAdministración - Proyectos. cido número de técnicos que ha influido L e y s o b r e C o n t a b i l i d a d Adfavorablemente en la vida comercial, ecoministrativa - P r i m e r Connómica y financiera del país. greso de Expansión EconóA ella se debe, en realidad, y no es mica y Enseñanza Comercial, posible desconocerlo, la enorme evolución A m e r i c a n o - S u s conclusioque hacía el progreso, mediante el pern e s - L a o b i a d e futuro y feccionamiento de las prácticas y los sisq u i e n e s d e b e r á n realizarla. temas aplicados, ha hecho el comercio nacional, dando 1111 pasó decisivo desde la tradicional rutina empírica hacia el despliegue de todas esas fuerzas productivas invisibles y sin embargo tan de tenerse en cuenta por los que anhelan crear riquezas; fuerzas resultantes de la aplicación científica de normas de buena administración; de la observación metódica de los hechos, como tendencia a prever y aprovechar sus posibles repercusiones y consecuencias; y del conocimiento de experiencias y fenómenos extraños y del medio propio, cuyo valor deductivo es incalculable para el que actúa en el campo experimental de la economía social y privada. L a " E s c u e l a Superior de Comercio", desde ese punto de vista, se ha hecho acreedora a la gratitud de cuantos se interesan por el desarrollo económico del país y es digna de que el apoyo oficial liaga de ella una institución capaz de darnos los hombres a cuya inteligencia y patriotismo serán encomendados, en 1111 futuro no muy lejano, los serios problemas sociales que, ya en latencia, empiezan a inquietar a nuestros hacendistas. EL

FUTURO

L a economía privada y las finanzas del Estado son hoy preocupación constante de nuestros legisladores. Una serie de leyes sociales, inspiradas todas ellas, en sentimientos altruistas y de justicia, han sido

ck i i y - c n p l o / a ? 1 5 a í u x / : 7 82 bJMMVQef , || ProiNedio OJM/&1:52. Ir "

dictadas, como una contribución muy honesta y plausible al engrandecimiento del país, mediante el bienestar de su clase más digna de atención: la productora. Esas leyes, en su mayoría, han encontrado campo propicio para su adaptación y para su realización práctica en frutos de bien, pero es necesario aun llegar a la solución de arduos problemas económicos, con cuyas incógnitas se hace difícil pensar eficazmente en la clase trabajadora del país. Una contribución enorme y decisiva debe aportar la " E s c u e l a Superior de Comercio" (como tal o, mejor aun, en un plano científicamente superior dentro de su posible evolución futura), para el estudio de los problemas nacionales. En los Ministerios, en el Parlamento, cn la dirección técnica de los entes autónomos del Estado, en la Contaduría General de la Nación, en los Bancos oficiales y en todo organismo que signifique un latido de esa dinámica que es la riqueza nacional en avance, hacen falta, no sólo buenas intenciones o voluntad propicia, sino también esfuerzos conscientes, razonados y científicos. E s t a necesidad se está ya reconociendo oficialmente; la nueva ley 10 de julio de 1924. que establece normas sobre contabilidad administrativa y dicta procedimientos metódicos y ordenados de control, reclama la colaboración de Contadores Peritos-Mercantiles titulados, en el Consejo de Contaduría a crearse, en la Comisión Parlamentaria de Cuentas y en la Sección " E x a m e n " de la Contaduría General de la Nación. Propender a formar los técnicos indispensables para el buen andamiento de la economía pública y de la privada, en institutos como la " E s c u e l a Superior de Comercio", es hacer obra patriótica que, por tal. 110 debe ser descuidada por los gobiernos bien intencionados y celosos del prestigio y riqueza de la nación. Como una exteriorización de esta necesidad pública que ponemos en evidencia, ya se observan movimientos de reforma y de progreso en pro de nuestra institución de enseñanza comercial, que permitirán. al concretarse prácticamente, continuar la obra comenzada por los dirigentes de este instituto, obra que, si quiere ampliarse y perfeccionarse, no cabrá en los estrechos límites que implican las características actuales de la "Escuela Superior de Comercio". E l consejero de la misma, Contador Juan Rodríguez López, presentó recientemente a la corporación directiva de que forma parte, una bien meditada proposición, en la cual se aconseja la creación de un " S e m i nario de Investigaciones E c o n ó m i c a s " en la "Escuela Superior de Comercio", aduciendo, justamente, en apoyo de su proyecto, a r g u mentos que coinciden con los puntos de vista aquí sustentados. E n momentos en que se hace esta reseña, el también Consejero de la Escuela y diputado nacional señor Mariano García Selgas, presenta al Parlamento 1111 proyecto creando la " F a c u l t a d de Ciencias Económicas y de Administración", sobre la base de la actual " E s c u e l a Superior de Comercio". E s t a Facultad expediría los títulos de Doctor en Ciencias Económicas y de Administracción, Perito-Contador, Perito Mercan-


/?f fi'fipo cféf Cen/e7ic77Yb O c/e/V V^upuayo E v o l u c i ó n de los P r o g r a m a s de E s t u d i o s P r o f e s i ó n de C o n t a d o r E s c u e l a E s p e c i a l de C o m e r c i o S « t . t r r . b r « de 1 8 2 9

Gra<x&tl< Castellana — Franrés — A ritmé tica Mercantil y liancari: — Geografía — Contabiiida« y Teneduría de Llbros — ? a II e r a f i a .

Público

A n e x a d * s l a F a c u l t a d da D e r e c h o y Clónelas Sociales n e « I o n : l i e y 2 5 da iOV, 1 8 8 9 P r o g r a m a s : 8 noi , 1 8 9 S Pr'.tncr

Sci/imilo

año.

Facultad

Comercio

o. — C o n t a b i l i d a d y { T e n e d u r í a de Libros. | —Práctica d«Escrltorlo. Cálcu'o | Mercantil. — Merciología. — Derecho y P r o c e d i m i e n t o Civil. — Francés. — Inglés. — Dibujo.

— Derecho y Proce- ! dimiento Civil y L e recho Comercial. — Contabilidad. Tened u r í a do L i b r o s y Cálculo Mercant.l.

año. — D e r e c h o y P r o cedimiento Civil y Derecho Comercial. — Contabilidad. Teneduría de Libros v Cálculo Mercantil,

do

C r e a c i ó n : b o y 14 da iulio da 1 8 8 P r o g r a m o » : m a y o 9 da 1 9 0 4

Scutmtlo

Trr.

cr

año. — C o n t a b i l i d a d y Teneduría <le L bros. — P r á c t i c a de Kacrltorio. — Cálculo Meroantil. — Merciología. — Derecho Comercial. — Derecho y Procedim ento Civil. — Francés. — Ingiés. Dibujo. o.

— Contal) lidad y T e n P i u r í a de L i b r o s . P r á c t i c a de E s c r i t o rio. — C á ' c u l o M e r cantil. — Merclolog'a. — Geografía Comercial. — Economía y Administración. — legislaciones financiera, aduanera y consular. — L e g i s l a c i o n e s esp e c i a l e s ile p a t e n t e s «le I n v e n c i ó n , enarcas y señales y certificados rurales. — Francés. — Inglés. — D;I>u)O. I B n l'JOG s e a g r e g ó Taquigrafía).

Comerciales

E s c u e l a N a c i ó n , do C o m e r c i o C r e a e l ó n : Uey 31 dlalombra

E s c u e l a S u p e r i o r da C o m e r e l o Creación y p r o g r a m a » !

1908

Uey 4 da e n e r o de

P r o g r a m a s : 14 de m a y o da 19IO

Primo

o. — C o n t a b i l i d a d . — T e n e d u r í a de L i b r o s v Cálculo Mercantil. — P r á c t i c a de Escritorio. — Mercio'.ogta. — Francas. — Inglés. — Dibujo. — Caligrafía. — D e r e c h o Civil v P r o c e d i m i e n t o s J u d i e . a les.

Sc<juiulo

año. — Contabilidad, Teneduría de Libros y Cálculo Mercantil. — P r á c t i c a de E s critorio. — Merc'.ologia. — Francés.— Inglés — Dibujo. — Caligrafía. — Taqulgrafa. — Derecho Comercial. — Leg slaclón Aduanera y Consular.

Trrccr

a. — C o n t a b i l i d a d , T e n e d u r í a du L i b r o s y Cálculo Mercantil. — P r á c t i c a de Escritorio. — Merclologla. — F r a n c é s . — Inglés. — Caligrafía. — Dibujo. — Taquigrafía. — Economía Política. — Geografía Comercial. — Ciencia de las Finanzas. — Contabilidad Administrativa. ( E s t a última incorp o r a d a p o r lev 30 de junio de 1 9 1 1 ) .

Primer

año.

— Contabilidad y Cálculo Mercantil.— P r á c t i c a de E s c r i t o rio. — Merciología. — Derecho y Procedimiento Civil. — Francés. — Caligrafía. — Taquigrafía.

año. — C o n t a b i l i d a d y Cálculo Mercantil.— PráctLca de E s c r i t o rio. — Merciología. — Derecho y Procedimiento Civil. — Derecho Comercial. Inglés. — Francés. —Caligrafía. — Taquigrafía.

Sii)mulo

i

Tcrrc

— C o n t a l ) ll'idad y Cálculo Mercantil. Práctica de Escritorio. — Merciología. Derecho Comercial y Marítimo. — Economía Política. — Francés. — Inglés. — Caligrafía. — Dibujo Lineal.

ño. — Contabilidad Administrativa. — P r á c t i c a de E s c r i t o rio. — Merciología. Geografía Comercial y Legislación Aduanera. — Finanzas y Estadística. — Inglés. — D i b u j o L i neal e Industrial. CONSULAR. • año.

lo

til y Cónsul. S e realizarían en ella cursos sintéticos para Idóneos de Comercio, Idóneos para i n g r e s a r a la C a r r e r a Administrativa, para el Corretaje de N ú m e r o , para R e m a t a d o r y para la c a r r e r a Bancaria T a q u í g r a f o s , T r a d u c t o r e s Públicos y Peritos C a l í g r a f o s . L o s estudios, en la nueva Facultad, se dividirían en tres secciones g e n e r a l e s : Cursos preparatorios, Superiores y de Seminario. Los P r e p a r a t o r i o s comprenderían las siguientes m a t e r i a s : Historia A m e ricana y Universal, L i t e r a t u r a . F i l o s o f í a , A l g e b r a , Merciología, Cal i g r a f í a , T a q u i g r a f í a , Dibujo, F r a n c é s , Inglés. E s t o s cursos serían de dos años. L o s Superiores, que durarían cinco años, abarcarían las siguientes a s i g n a t u r a s : Contabilidad (dos c u r s o s ) . Cálculos Mercantil y Financiero (dos c u r s o s ) . Estadística y Cálculo Actuarial (1111 c u r s o ) . Derecho y Procedimiento Civil (tres c u r s o s ) . Derecho Comercial (dos c u r s o s ) . Derecho Público y Administrativo (1111 curso). E c o n o m í a Política (dos c u r s o s ) . Finanzas (dos cursos). G e o g r a f í a E c o n ó m i c a (un c u r s o ) . Historia del Comercio (un curso). Bancos y Sociedades Anónimas (un curso). L e g i s l a c i o n e s - A d u a n e r a y Consular (un c u r s o ) . P r á c t i c a de Cancillería (un c u r s o ) . Derecho Internacional Público y P r i v a d o (un c u r s o ) . Comunicaciones y Transportes (un c u r s o ) . Legislación Industrial (un c u r s o ) y P r á c t i c a P r o fesional (4 c u r s o s ) . L o s cursos de Seminario (según el proyecto del señor García S e l g a s ) funcionarían con a r r e g l o a 1111 plan especial formulado anualmente por su director, de acuerdo con el Consejo de la nueva institución. P a r a ingresar a ellos, se requeriría alguno de los títulos e x pedidos p o r la Facultad o por el instituto que ella sustituya. L a aprobación de las materias correspondientes al C u r s o Preparatorio traería como consecuencia el reconocimiento del título de Bachiller, con el cual se estaría habilitado para ingresar a los Cursos Superiores y a los Especiales. E l título de Doctor en Ciencias E c o n ó m i c a s y de Administración se obtendría una vez aprobadas todas las materias de los Cursos S u periores y presentados — en los Cursos de Seminario — además de ios trabajos respectivos, tres tesis sobre temas jurídicos, económicos y financieros, que deberían ser calificadas, por lo menos, con la nota de "muy bueno". P a r a el título de Contador-Perito, bastaría la aprobación de las materias del Curso Superior, y para el de P e r i t o Mercantil, la de las de este mismo, exceptuándose Estadística y Cálculo Actuarial, Derecho Constitucional y Administrativo, Contabilidad Administrativa, Práctica de Cancillería, Derecho Internacional Público y Privado y Comunicaciones y Transportes. El título de Cónsul exigiría la aprobación en los Cursos Supe-

1916

— Alemán. — Historia Universal y A m e r i c a n a del Comercio.

año. — Alemán. — Historia NaclonaJ del C o m e r c i o . — D e recho Internacional Público y Privado.— P r á c t i c a de CanciHerla y Notarial.

riores, excepto de Contabilidad (2. 0 curso), Cálculo Mercantil y Financiero (2° curso), Estadística y Cálculo Actuarial, Derecho Constitucional y Administrativo, Contabilidad Administrativa, Bancos y Sociedades Anónimas, Legislación Industrial, Comunicaciones y T r a n s portes y Práctica Profesional ( 2 ° , 3 ° y 4.0 cursos). L o s títulos máximos implicarían la obtención de los que les siguen en importancia, pudiendo ser expedidos todos ellos al egresado que así lo quisiera. E s t a trascendental evolución que se proyecta, en los estudios comerciales y económico-financieros, y que constituye una verdadera visión del porvenir, es una lógica consecuencia de aspiraciones largo tiempo contenidas por hechos circunstanciales que las contrarrestaban. Y a en 1 9 1 7 , el Consejo de la Escuela Superior de Comercio, a iniciativa de su Presidente, Contador Pablo Fontaina, se dirigía al P o der Ejecutivo pidiendo la realización de un Congreso de Expansión Económica y Enseñanza Comercial, Americano, a objeto de estudiar muchos problemas sociales y didácticos de urgente resolución; en 26 de abril de 1918, por decreto del Presidente, doctor Feliciano Viera, refrendado por sus Ministros doctores R o d o l f o Mezzera y B a l t a s a r Brum, se resolvió la realización de ese Congreso en los días 17 a 24 de diciembre de 1918, y esta trascendental reunión científica y de acercamiento pan-americano, contó con la adhesión de los gobiernos de Argentina, Bolivia, Brasil, Colombia, Cuba, Chile, Ecuador, Guatemala. Méjico, P a r a g u a y , Perú, Salvador y Venezuela, países que se hicieron representar por eminentes personalidades en materia científica. Recién el 29 de enero de 1919, se celebró en el salón de actos públicos de la Universidad, la sesión inaugural del Primer Congreso de Expansión Económica y Enseñanza Comercial, Americano, con asistencia de los representantes del Poder Ejecutivo, delegaciones extranjeras, cuerpo diplomático, etc. E l 30 de enero, se nombró Presidente del Congreso, al Delegado del Brasil, doctor Cándido Mendes de A l meida. E s t a conferencia se clausuró solemnemente el 8 de febrero de 1919, habiéndose aprobado en ella, diversas conclusiones que llevadas a la práctica, sería obra dé cultura local y de acercamiento internacional, ya que la uniformidad de legislaciones; las disposiciones que favorezcan el intercambio, los actos que tiendan a vincular los países, mediante el recíproco reconocimiento de su potencialidad ecor ó m i c a ; la tendencia de las naciones a hacerse conocer más allá de rus fronteras, por las manifestaciones elevadas del trabajo de sus hijos y en general de sus habitantes, son vías más que seguras para que América sea el solar de la paz y del progreso y la tierra promisora y de esperanza para la Humanidad.


jQf fifoo def O dcí'<f

Ce/denarvo V/^acjaayo

mentalmente en los principios del Cristianismo, expuesE n t r e las distos y aplicados con tintas instituciones toda la sencillez con privadas de enseque aparecen en los ñanza del país se Kvangelios. El condestaca, con reliecepto claro del deves propios, el I N S ber \ del amor a la TITUTO CRANverdad y a la justiD O N , fundado hacia ; las nobles asce cuarenta y cinpiraciones; el sentico años por la sedo de la responsañorita Cecilia Guelbilidad p e r s o n a l ; el fi en Montevideo. discernimiento juiL a señorita G u e l f i c i o s o ; el altruismo era una cultísima práctico y la inclimaestra nacional. nación a la buena Entonces la institulectura he ahí sinción no ostentaba tetizados los propóel nombre que acsitos inspiradores tualmente, sino que de esa f a z de la ense trataba de escueseñanza en el I N S las evangélicas, diTITUTO CRANseminadas en núD O N . Su Dirección m e r o de siete por tiene, en tal sentidiversos barrios de do, u 11 a inflexible la ciudad. U n a soconsigna: hacer ciedad misionera de prácticos esos posseñoras norteametulados en el amricanas se hizo carbiente escolar, en g o de la dirección y las relaciones de las administración de alumnas entre sí y esas escuelas, deEt m a g n í f i c o edificio que ocupa cl Instituto Grandon en la Avenida 8 de Octubre y Garibaldi con las p r o f e s o r a s ; signando Directora en la influencia personal de é s t a s ; en una continuada y persistente a la señorita de Guelfi. L a asistencia media de alumnas en esas siete preocupación de parte de las maestras de utilizar todos los incidentes escuelas era entonces de 500. A medida que el tiempo transcurría, y todas las oportunidades que presenta a cada instante la vida escolar, crecían en prestigio estas escuelas, hasta que, producido el fallecipara dar un consejo, sugerir una buena idea, cultivar y estimular un miento de la señorita Cecilia G u e l f i , — acontecimiento este sentidísentimiento delicado, combatir, hasta vencer, una mala inclinación simo entre todas las personas vinculadas directa o indirectamente a y desarrollar 1111 verdadero carácter. e s a institución, dadas las altas prendas morales e intelectuales que a d o r n a r o n a su f u n d a d o r a , — y llegado el año 1906, se instaló el CoL a preparación intelectual está encaminada con a r r e g l o a los legio, — unificadas en un solo instituto todas aquellas escuelas, que métodos más experimentados de la pedagogía en cuanto al ejercicio tanto bien ¡radiaron en las diferentes zonas de la ciudad en que se mental y a la eficiencia de los conocimientos adquiridos. habían instalado — en el edificio de la calle Soriano, y cn la fiesta Hicimos una lijera referencia al local que hoy ocupa el I N S T I de inauguración del nuevo local se dió el nombre al Colegio de C R A N T U T O C R A N D O N . T o d a expresión elogiosa es poca. Se trata, en D O N I N S T I T U T E , en honor de M r s . F r a n k P. Crandon, distinguida efecto, de un m a g n í f i c o local de tres pisos, con una contextura arquidama estadounidense, que había destinado sus mejores energías a la tectónica de una elegante sobriedad, emplazado en un terreno que recaudación de f o n d o s para este plantel de educación. abarca más de dos manzanas, en una posición realmente e s t r a t é g i c a , — Avenida 8 de Octubre y Garibaldi, — alta, saludable, dominando la A principos de m a r z o de 1922 las clases empezaron a funcionar en ciudad y el mar. Once grandes y d i á f a n o s salones son utilizados para el actual m a g n í f i c o edificio de la Avenida 8 de Octubre, esquina A v e las clases, cada uno de ellos con ventiladores, guardarropas y amplínida Garibaldi, amplísimo local, de excepcionales condiciones de cosimas ventanas que ocupan una superficie igual a la quinta parte del modidad y de higiene para los centenares de alumnas que asisten a s a l ó n ; las paredes revestidas de cemento blanco, de una impecable este prestigioso instituto. pulcritud; y cada salón con una capacidad para 40 alumnas. L a orientación central pedagógica de este importante estableciE l g r a n g i m n a s i o : un amplímiento, sin tendencia sectaria de simo salón, de casi 300 metros ninguna naturaleza, se dirige a cuadrados, con galerías espaciocooperar, juntamente con otras sas, 20 grandes ventanales, nuentidades escolares y a existentes, merosos baños de lluvia con a g u a a la educación de la mujer, a la fría y caliente, casillas de vestir amplificación de sus conocimieny una oficina y consultorio para tos, al m e j o r desarrollo y aplicaja Directora de ese departamención de sus aptitudes, a la m á s to. E n el Iiaff de reuniones y completa formación de su persoconferencias hay 3 5 ° asientos. nalidad y de su carácter. E11 arT i e n e el I N S T I T U T O un salón monía, y como consecuencia de modelo, llamado " j a r d í n de Inese propósito, su organización, f a n t e s " , en que los pequeños sus p r o g r a m a s , su cuerpo docenalumnos, menores de 8 años, te, su material de enseñanza, resse entretienen en mil clases de ponden lógicamente a c o n f i a r a j u e g o s . Un laboratorio y comesus alumnas la necesaria prepador para l a enseñanza óe l a ecoración moral, intelectual y física, nomía doméstica. L a b o r a t o r i o de que las habilite eficazmente para ciencias n a t u r a l e s : salón para la resolver con acierto los probleclase y estudio de m ú s i c a ; bibliomas que le a g u a r d a n en la vida, t e c a ; e n f e r m e r í a : dos g r a n d e s para desempeñar con éxito, en salones de c o m e d o r ; amplia cociuna palabra, el importantísimo na y las oficinas de dirección y rol que tiene la mujer en la faadministración. E n el internado milia y en la comunidad. hay cabida para 50 pupilas y 9 E1 " J a r d í n de Infantes" del Instituto E n lo que se refiere a la premaestras, teniendo cada habitaparación física, el Instituto ha ción anexada su pequeña salita de recibo. L a D i r e c t o r a del Instituto instalado 1111 g r a n g i m n a s i o y, al mismo tiempo, se apercibe a instalar Crandon es la señorita Carrie M. P u r d v ; sub-directora, la señora un g r a n campo de deportes al aire libre, anexado al establecimiento, B e r t h a D. de Tudclenham y administradora, la señorita J e n n i e Reíd. habilitando para ello la g r a n extensión de campo que lo rodea. E s a L a Comisión Consultiva del Instituto a r e g i r en el último ejercicic preparación física se hará en armonía con cl concepto m á s moderno estaba así constituida: de la educación en esa materia en cuanto significa conservación de la H011. I í o f f i n a n Philip; M r . I I . P. C o a t e s ; M r . P. A . C o n a r i l ; Misalud, vida higiénica, desarrollo y equilibrio orgánico, recreación sana, l i . de A n g u e r a ; M r . C. G . C o a t e s ; P r o f . E d u a r d o M o n t e v e r d e ; Sr. energía nerviosa, control y dominio del cuerpo. Oscar ( í r i o t ; Sr. Florencio Ochotorena y D r . W . E . B r o w u i n g . R e s p e c t o a la preparación de c a r á c t e r moral, ella se inspira fundaInstituto C R A N D O N


X?f /¡£no def CenfencRYO G c¿ef<r Uruguayo L l a m ó s e en un principio S e m i n a r i o Conciliar; después, se d e n o m i n ó C o l e g í o Seminario; y p o r fin. desde q u e los s e m i n a r i s t a s se t r a s l a d a r o n al S e m i n a r i o de S a n t a L u c i a , se le s i g u e 'llamando COLEGIO D E L SAGRAD O C O R A Z O N , S. J . , aunque vulgarm e n t e se le c o n o c e c o n el n o m b r e de Seminario, que ya n o le c o r r e s p o n d e , p o r la calidad de sus a l u m n o s , p u e s no t i e n e seminaristas.

Dirigido

COLEGIO DEL

de la

CORAZÓN DE

por

SAGRADO JESUS

Soriano,

Padres Compañía

de Jesús (Jesuítas) Teléfono:

1472

Uiuguaya,

504

(Cordón)

Esa inmensa superficie e s t á dividida en siete g r a n des s e c c i o n e s : 1) la Iglesia con sus a n e xos ; 2) habitación de los Padres y H e r m a n o s ; 3 ) salón de actos y a n e x o s : el salón de a c t o s tiene 3 0 m e t r o s de l a r g o por 14 de ancho, 420 metros c u a d r a d o s de platea y además tribunas en que caben t o d o s los alumnos, d e j a n do la platea libre p a r a el público en las g r a n d e s s o l e m nidades ; 4 ) clases, nueve g r a n d e s a u las y una p e q u e ñ a ; el salón de d i b u j o

Establecimiento fundado en 1880 El i 6 de dic i e m b r e de 1878 b e n d i j o don J a c i n t o V e r a la p r i m e r a piedra del e d i f i c i o , c u y a inscripc o n luz p o r el S u r . a la izquierda y por la espalda, sin r e f l e j o s y con c i ó n lapídea se e n c u e n t r a al pie de la V i r g e n de L o u r d e s , en el buen c i e l o r a s o que difunde la luz con t o d a i g u a l d a d ; 5 ) estudios, cinc o r r e d o r de los c o m e d o r e s . E l 2 6 de a g o s t o de 1879 se hizo c a r g o c o g r a n d e s salones para las c i n c o divisiones de c o l e g i a l e s y uno m e del g o b i e r n o d e ! e s t a b l e c i m i n t o el P . R a m ó n M o r e l , c h i l e n o m u y diano p a r a los a p o s t ó l i c o s ; 6 ) cocina, despensa y servicio doméstico, c o n s p i c u o y m u y a p r e c i a d o p o r la sociedad y los i n t e l e c t u a l e s de o c h o s a l a s y un pequeño p a t i o a d o q u i n a d o ; 7 ) comedores, cinco grann u e s t r o m e d i o , y de un m o d o m u y esi>ecial. p o r los líderes del des salas, que c o m p r e n d e n c o m e d o r de los p r o f e s o r e s , de los m e d i o catolicismo. pupilos dos salas, d e s a y u n o de los c a b a l l e r o s y e x - a l u m n o s y c o n g r e g a c i ó n m a y o r ; y d e s a y u n o de los e x t e r n o s ; 8 ) gabinetes de h i s t o r i a E l r e c t o r a d o del P. M o r e l fué l a r g o y g l o r i o s o . D e j ó c o n c l u i d a n a t u r a l , f í s i c a y l a b o r a t o r i o de química con su c l a s e , c u a t r o s a l a s ; 9 ) la I g l e s i a , que es u n a de las m á s h e r m o s a s de n u e s t r a c a p i t a l ; y m u y biblioteca de la casa, una g r a n salón y u n a sala p e q u e ñ a ; 10) deportes, a d e l a n t a d o el e d i f i c i o ; f u n d a d o s los t r e s g a b i n e t e s de física, q u í m i c a un g r a n salón a n e x o a los p a t i o s del C o l e g i o ; 1 1 ) sección de e x - a l u m e h i s t o r i a n a t u r a l ; en m a r c h a t o d o s los c u r s o s del b a c h i l l e r a t o y la n o s y c o n g r e g a c i ó n m a y o r , c i n c o salas y un patio, e n t r e el palo c e n f a c u l t a d de t e o l o g í a , q u e se a c a b ó en 1922, con la o r d e n a c i ó n de los t r a l d e la A y la I g l e s i a con ái boles y j a r d í n . E n t r e l o s a n e x o s de últimos seminaristas. la I g l e s i a h a y dos g r a n d e s salas, que son la s a c r i s t í a v la llamada Al c o n c l u i r s e el s e m i n a r i o , c a s i t o d o el a l t o c l e r o del U r u g u a y capilla d e los n i ñ o s ; y en la h a b i t a c i ó n de P a d r e s y H e r m a n o s , la h a b í a salido de sus a u l a s . E l A r z o b i s p o de M o n t e v i d e o , E x c m o . S r . capilla d o m é s t i c a . A ú n nos r e s t a por e n u m e r a r un g r a n salón, q u e D r . J u a n F r a n c i s c o A r a g o n e , el O b i s p o del S a l t o , l l i n o , y R v i n o . es el ú n i c o d o r m i t o r i o que no se h a desmantelado, de los t r e s que había. S r . T o m á s G r e g o r i o C a m a c h o , son a l u m n o s del C o l e g i o - S e m i n a r i o . P o r c o n s i g u i e n t e , d e s c o n t a n d o los a p o s e n t o s de los P a d r e s y H e r m a T a m b i é n l o son el V i c a r i o G e n e r a l del S a l t o y el de M o n t e v i d e o ; los nos, h a y en el C o l e g i o del S a g r a d o C o r a z ó n , S . J . c u a r e n t a y seis f i s c a l e s e c l e s i á s t i c o s de las t r e s d i ó c e s i s ; la m a y o r p a r t e de los C a n ó salas y seis patios, c i n c u e n t a y dos espacios dedicados a c t i v a m e n t e n i g o s de la M e t r o p o l i t a n a , y los P á r r o c o s de toda la R e p ú b l i c a . E l al s e r v i c i o e s c o l a r y p o s t - e s c o l a r de educación y al c u l t o y s e r v i c i o c l e r o m o s t r ó su a g r a d e c i m i e n t o r e g a l a n d o u n a r e g i a placa de b r o n r e l i g i o s o y de los fieles en g e n e r a l . T o d a s las c l a s e s , estudios, apoce e n g a r z a d a en m á r m o l del p a í s , o b r a de B e l l o n i . s e n t o s . etc., tienen luz derecha por un lado y c o r r e d o r por el o t r o . Hecha esta indispensable introducción, que e x p l í c a l o s cambios H a y diez g r a n d e s c o r r e d o r e s que suman u n a longitud de m á s de 7 0 0 de n o m b r e del e s t a b l e c i m i e n t o , s e g ú n la cualidad de s u s a l u m n o s , le m e t r o s por d e n t r o del C o l e g i o . l l a m a r e m o s en a d e l a n t e , C O L E G I O D E L S A G R A D O C O R A Z O N S . J . Al e m p e z a r el c u r s o de 1S81 a d m i t i ó los p r i m e r o s a l u m n o s seCampos de Deportes en Larrañaga. — A e s t o hav que añadir los g l a r e s . F u e r o n e s t o s los s e ñ o r e s E l b i o F e r n á n d e z , A n d r é s S e v e r i n o , c a m p o s de d e p o r t e s en L a r r a ñ a g a , a donde van los a l u m n o s los j u e J u a n y Luis Cordara, Aníbal v J o s é Mendez Alcaín, J u a n Méndez ves por la tarde y los días feriados, a s o l a z a r s e al sol y al aire libre, Rovira, Adrián Migone y J a i m e para r e p o n e r s e de las t a r e a s e s c o L o m b a r d o . E l primero en concluir lares, d e s a r r o l l a n d o el músculo. H a y su b a c h i l l e r a t o y su c a r r e r a fué el en L a r r a ñ a g a una c a n c h a de tennis, D r . E l b i o F e r n á n d e z , que aún vidos c a n c h a s de f o o t - b a l l , v a r i o s v e y es h o n r a de! a l u m n a d o del j u e g o s menudos y e s p a c i o para c o Colegio. r r e r y divertirse, con v i s t a p a n o r á mica espléndida e i n m e j o r a b l e . H a s t a a h o r a , en 4 5 a ñ o s c u m Deportes en el Colegio. — Eli los plidos q u e lleva de vida, han p a s a c u a t r o patios del C o l e g i o h a y c a n do p o r sus aulas, a l r e d e d o r de c h a s de foot-ball, b a s k e t - b a l l , t e n 5 6 0 3 a l u m n o s , m u c h o s de los c u a nis, etc. Cada día hacen g i m n a s i a les h a n a l c a n z a d o a l t a f i g u r a c i ó n todos los niños dirigidos por un en todas las a c t i v i d a d e s de la vida p r o f e s o r c o m p e t e n t e y un c u e r p o y en t o d a s las c l a s e s , r e l i g i o s a s , de i n s t r u c t o r e s , de e n t r e los m i s sociales, i n t e l e c t u a l e s , i n d u s t r i a l e s , m o s niños. H a y o r g a n i z a d a la c o m e r c i a l e s , p o l í t i c a s , e t c . , del país. asociación a t l é t i c a de L O Y O L A . El Colegio ocupa una manzaCultivo Intelectual y Espiritual. na e n t e r a de 8.971 m e t r o s c u a d r a A d e m á s de las c l a s e s y g a b i n e t e s , dos y 8 0 d e c í m e t r o s . L a I g l e s i a h a y establecidas a c a d e m i a s de litetiene 6 0 m e t r o s de l a r g o p o r 2 7 ratura y declamación, congregam e t r o s c o n una s u p e r f i c i e c u b i e r ciones m a r i a n a s y o t r a s i n s t i t u ta de 1.620 m e t r o s c u a d r a d o s . E l ciones a c o m o d a d a s a la edad y edificio t o d o e s t á c o n s t r u i d o con afición y c u l t i v o de los niños. g e n e r o s a p l a n t a . R o d e a t o d a la m a n z a n a y e s t á c o r t a d a p o r un c u e r p o c e n t r a l , f o r m a n d o t o d o el c o n j u n t o una A m a y ú s c u l a rectangular c o n un m a r t i l l o , que e s la

E l Colegio, en los 4 5 a ñ o s q u e lleva de e x i s t e n c i a ha tenido 8 r e c tores. El Padre Morel empezó a g o b e r n a r l o el 2 6 de A g o s t o de 1879, con t í t u l o de superior de la residencia - s e m i n a r i o . E l 2 4 de O c t u b r e lo n o m b r a r o n vice - r e c t o r del seminario incoado, t í t u l o que c o n s e r v ó h a s t a el i.° de A g o s t o de 1881. L e s u c e d i e r o n : P . R a m ó n M o r e l , 1." de A g o s t o 1881, 22 F e b r e r o 1891 ; P. A n t o n i o G a r r i g a , 22 F e b r e r o 1981, 18 D i c i e m b r e 1 8 9 5 ; P. P a b l o Gualdo, 18 D i c i e m b r e 1895, i . ° F e b r e r o iM/t; P . J o s é L ó p e z , i.° F e b r e r o 1899, 13 M a r z o 1 9 0 4 ; P . R a m ó n C r e x á n s , 13 M a r z o 1904. 23 de D i c i e m b r e 1 9 0 9 ; PJos¿ L l u s s á , 23 D i c i e m b r e 1909, 15 N o v i e m b r e 1 9 1 5 ; P . J o s é D o m e n e c h , 15 N o v i e m b r e 1915. 2 6 E n e r o 1 9 2 1 ; P. J u a n F . S a l a b e r r y , 2 6 E n e r o 1921,

Parte del edificio que ocupa el Colegio del Sagrado Corazón S. ). en la manzana comprendida entre las calles Soriano, Canelones, Médanos y Vázquez

I g l e s i a , en el pie izquierdo, h a c i a M é d a n o s . S a l v o media c u a d r a s o b r e !a calle V á z q u e z y o t r a m e d i a c u a d r a en c u e r p o c e n t r a l , el e d i f i c i o t i e n e siempre t r e s pisos, a b a r c a n d o u n a s u p e r f i c i e h a b i t a d a y c u b i e r t a de u n o s I I . 2 9 5 m e t r o s c u a d r a d o s , i n c l u y e n d o la I g l e s i a e n e s t e n ú m e r o . E n el c e n t r o del edificio queda d e s c u b i e r t a al sol y al a i r e libre una superficie de 2.170 m e t r o s c u a d r a d o s , dividida en c u a t r o g r a n d e s p a t i o s de 5 3 3 m e t r o s c u a d r a d o s , t é r m i n o medio, c a d a uno. C o m o t o d o s los p a t i o s e s t á n e m b a l d o z a d o s , hay d e n t r o del e s t a b l e c i m i e n t o , u n a s u p e r f i c i e embaldozada de 13.465 m e t r o s c u a d r a d o s .


/ £ £

O

ü S n o

c/e/V

d e f

C e / i / e n a r v o

Uruguayo

I

En círculo: El Dr. Juan Zorrilla de San Martin, — J. El mismo deolamando L a L e y e n d a Patria en la gran V e l a d a literario - musical del 10 de junio de 1925, en conmemoración

de

las cuatro fechas centenarias, A g r a c i a d a , Florida, Rincón y Sarandí. — 2. L a Presidencia del acto. — 3. L a concurrencia. — 4. L a Congregación y Colegio en el desfile de la Procesión de Corpus. — 5. Otro aspecto de la misma

I

manifestación

de fé


fiSro c/of dy", c/e/Y

Cenfencrr/o Uruguay*

J. Gabinete y Museo de Historia Natural, 2." año. — 2. Saliendo de clase para la Gimnasia. — 3. Vista en conjunto de los patios. — 4, 5, 6 y 7 Gimnasia diaria sin uniforme, divisiones en 4 patios. — 8 Una clase de ler. año


/?/ n/0PO cfcí O

c/c/'cs


Sus progresos y expansión actuales - Clases que tado, tiene clases especíales de F í s i c a , M e c á X T R K las i n s t i t u c i o n e s que c o n se dictan y escuelas que funcionan en Monnica E l e c t r o t é c n i c a , etc. t r i l m y e n a la c u l t u r a del p a í s tevideo y en el interior del país - Concuj a enseñanza de t(nlas e s t a s m a t e r i a s , t a n t o p r á c p r o p o r c i o n a n d o a sus h a b i t a n t e s la rrencia a los cursos - Biblioteca y sala t i c a s c o m o teóricas, se rige por p r o g r a m a s e s t a a p t i t u d n e c e s a r i a para el t r a b a j o de lectura • Museo tecnológico Tenblecidos por el Consejo', y el f u n c i o n a m i e n t o de las u n o r m a l , debe m e n c i o n a r s e , p o r su dencia general de la enseñanza E s c u e l a s se subordina a la r e g l a m e n t a c i ó n especial b u e n a o r g a n i z a c i ó n , p o r sus p r o v e e industrial - Industrias ediücia». e I 1 ] a q U e i i r i n s i ( i 0 p r e v i s t a s todas las necesidades doc i o n e s de f u t u r o . ]x>r los p r o g r a m a s c e n t e s y administrativas aplicables a e s o s o r g a n i s m o s . M e c á n i c a 5 E l e c t r i c i d a d - Opien vigencia y por lo q u e r e p r e s e n t a paC o n c u r r e n diariamente a los diversos C u r s o s y E s c u e niones a l r e s p e c t o s o b r e ra la capacidad industrial del país, la

n u e s t r a s e s c u e l a s induslas que tienen su asiento en este edificio m á s de d o s mil q u e t i e n e a su c a r g o la E n s e ñ a n z a T é c n i triales • A l g u n o s d a t o s p e r s o n a s , v a r o n e s y m u j e r e s , que realizan d i s t i n t o s ca I n d u s t r i a l . E l v a s t o edificio donde t i e n e e s t a d í s t i c o s d e a p r e n d i z a j e s de a c u e r d o con sus r e s p e c t i v a s v o c a c i o >u a s i e n t o el C o n s e j o S u p e r i o r de e s t a eninterés. n e s o necesidades. E n uno de los g r a n d e s « a l o n e s de que s e n a n z a y donde f u n c i o n a n los p r i n c i p a l e s dispone el local e s t á instalada la B i b l i o t e c a y S a l a de L e c t u r a , c u r s o s , o c u p a la m a n z a n a c o m p r e n d i d a e n t r e p r o v i s t a de n u m e r o s a s o b r a s relacionadas en su casi totalidad con las calles S a n S a l v a d o r , donde t i e n e su e n t r a d a princ u e s t i o n e s industriales y de a r t e s aplicadas. E s a sección r e c i t e reviscipal, M a g a l l a n e s . M i n a s y A v e n i d a G o n z a l o R a m í r e z . t a s de todas p a r t e s del mundo, de tendencia industrial, t é c n i c a o a r F u é c o n s t r u i d o p a r a la a n t i g u a E s c u e l a N a c i o n a l de A r t e s y O f i c i o s t í s t i c a , c o n lo q u e los a l u m n o s y p r o f e s o r e s del e s t a b l e c i m i e n t o , se y t e r m i n a d o en i^yo, a ñ o desde el cual se i n s t a l ó en él ese e x t i n g u i d o hallan al t a n t o de todos los adelantos que en m a t e r i a industrial se o r g a n i s m o , q u e en su é|x»ca, a u n q u e con d i v e r s a s a l t e r n a t i v a s en su realizan en los países m á s avanzados. f u n c i o n a m i e n t o , y en sus r e s u l t a d o s , u n a s v e c e s a u s p i c i o s o s y o t r a s p o c o e f i c a c e s , llenó i n d u d a b l e m e n t e u n a función útil d e n t r o del a m E s r e a l m e n t e s u g e s t i v o e i n t e r e s a n t e el e s p e c t á c u l o de c u l t u r a b i e n t e n a c i o n a l en el l a r g o p e r í o d o de su a c t u a c i ó n , desde 1879, en y de t r a b a j o que se o b s e r v a r e c o r r i e n d o las diversas r e p a r t i c i o n e s de q u e fué f u n d a d a , h a s t a 1916. a ñ o en q u e se d i c t ó la ley (pie la declaé s t e amplio local, t a n t o por la c o n t r a c c i ó n y e n t u s i a s m o que se adr ó e x t i n g u i d a , s e n t a n d o las b a s e s de la a c t u a l o r g a n i z a c i ó n de la E n v i e r t e en los educandos p a r a la c o n f e c c i ó n de los r e s p e c t i v o s o b j e t o s s e ñ a n z a I n d u s t r i a l , a c a r g o de un C o n s e j o S u p e r i o r . en e l a b o r a c i ó n , c u a n t o p o r J a diversidad y multiplicidad de s u s f o r m a : y de las m a t e r i a s a e m p l e a r s e así c o m o p o r los variadísimos procediF u é c r e a d a t a m b i é n e n e s a é p o c a la I n s p e c c i ó n N a c i o n a l de la m i e n t o s de e j e c u c i ó n , adaptado m i s m a E n s e ñ a n z a q u e en tal c a cada uno a la tendencia del t r a r á c t e r i n t e g r a el C o n s e j o , lo m i s b a j o , al m a t e r i a l con que es elam o que un d e l e g a d o del C o n s e j o b o r a d o y a la h e r r a m i e n t a e m N a c i o n a l de E n s e ñ a n z a Primapleada para darle f o r m a . ria y N o r m a l y de la C á m a r a de Desde la paciente y f i n í s i m a Industrias. l a b o r de a g u j a a c a r g o de deliE n e s t e e d i f i c i o f u n c i o n a la cadas m a n o s f e m e n i n a s h a s t a el E s c u e l a I n d u s t r i a l N 0 1, de P r á c f r a g u a d o de h i e r r o moldeado a tica Profesional y Magisterial, fuerza de m a r r ó n y m a r t i l l o por c o n t a l l e r e s de C a r p i n t e r í a y el m u s c u l o s o b r a z o de fornidos Ebanistería, Taracea, Escultura m o c e t o n e s , los t r a b a j o s de aspecen Madera, Cestería, Modelado, t o y de aplicación m á s diversa Cerámica. Pintura Decorativa, son llevados a c a b o en ese c e n t r o T i p o g r a f í a . Linotipo, Eaicuadcrde c o n t i n u a s y f e c u n d a s activinación, y H e r r e r í a . L a Escuela dades, en el que, a la par de la I n d u s t r i a l N.° 3 ( p a r a m u j e r e s ) m a n o que e j e c u t a , se c u l t i v a el con t a l l e r e s de C o r t e y C o n f e c c e r e b r o a que la m a n o o b e d e c e . ción, B o r d a d o s , E n c a j e s , L e n c e -

ría, A l f o m b r a s , y F a j a s y C o r s é s , y c u > a s a l u m n a s a s i s t e n a su vez f a c u l t a t i v a m e n t e a los t a l l e r e s de la E s c u e l a N.° 1 c u y a s e n s e ñ a n z a s pueden s e r r e c i b i d a s p o r m u j e r e s ; la E s c u e l a Industrial X . " 4, de M e c á n i c a y E l e c t r i c i d a d c o n t a l l e r e s de A j u s t e s . T o r n e r í a . Fundición, Electrotécnica y Herrería, el C u r s o Nocturno de P e r f e c c i o n a m i e n t o Profesional Femenino y tres Cursos Industriales Nocturnos para obreros y aprendices ( v a r o n e s ) . A l g u n o s de Jos t a l l e r e s . T i p o g r a fía, L i n o t i p o , M o d e l a do. C e r á m i c a , T a r a c e a , Tornería, y Ajustes Mecánicos, Herrería y Eletrotécnica, tienen también funcionamiento vespertino o nocturno, con d e s t i n o a a l u m nos d i s t i n t o s de los que c o n c u r r e n de día P a r a los a l u m n o s de las E s c u e l a s y C u r s o s preindicados, existen c l a s e s de D i b u j o , E n señanza General, Matemáticas, Id io m a Castellano, Tecnología. Higiene, etc. L a E s cuela N.° 4 q u e g o z a de u n a subvención del D i r e c t o r i o de L a s U s i n a s E l é c t r i c a s del E s -

Primitivo edificio que ocupó la Escuela de Artes y Oficios en la Avenida 18 de Julio y Caiguá, y en cuyo predio se levanta actualmente la F. de Derecho

Los alumnos de la ex-Escuela de Artes y Oficios, uniformados, en el gran patio del establecimiento que hoy ocupa la Escuela Industrial Nro. \

A p r o p ó s i t o de la impresión que l a s e s c u e l a s i n d u s t r i a l e s p r o ducen en el que las visita, el p r o fesor francés Sr. Raymond Ronze, en a r t í c u l o publicado en 1922 e n la revista "Renacimiento", e x p r e s a b a lo s i g u i e n t e : " l í e visitado las e s c u e l a s industriales N.° 1 y 3 que d i r i g e el ilustre pintor Blanes Viale. D e s p u é s de c o n v e r s a r l a r g a m e n t e con el distinguido a r t i s t a he rec o r r i d o t o d a s las salas e s c u c h a n d o las explic a c i o n e s de 1111 especialista, el S r . S a m o n a l i . " A raíz de e s a s visitas y de sus e x p l i c a c i o n e s , m e he d a d o c u e n t a de q u e V d s . han r e s u e l t o 1111 p r o b l e m a c u y a solución e s t a m o s buscando en F r a n c i a : la educación profesional del pueblo después de h a b e r c o n s a g r a d o a la i n s t r u c ción p r i m a r i a el t i e m po n e c e s a r i o . " V d s . se han dado c u e n t a que n o b a s t a h a c e r de 1111 aprendiz, 1111 o b r e r o h á b i l ; q u e es necesario hacer t a m b i é n de ese o b r e r o un ciudadano libre, un buen servidor de su patria. P o r e s o h a b é i s


/ ? / ÍÍSPO O insertado en vuestros programas técnicos la educación cívica y la higiene. " E s a concepción donde se encuentran la vieja democracia francesa y la joven democracia uruguaya es notable y no dudo de que ella contribuirá poderosamente al brillante porvenir de la República Oriental del Uruguay". Además de los organismos de Enseñanza Industrial que funcionan en el edificio visitado, — en el que también existe un bien organizado .Museo Tecnológico y un salón de conferencias con instalación para proyecciones luminosas, fijas y cinematográficas, — existen en Montevideo y en campaña otras Escuelas y Cursos Industriales, dependientes de] Consejo e Inspección Nacional a que antes se ha hecho referencia. En la calle Maciel esquina Sarandí funciona la Escuela Industrial. N.° 2, de Industrias Edilicias, que como lo indica su nombre, tiene por misión preparar obreros aptos para las artes de la construcción: aJbañiles y decoradores, frentistas, modeladores y yeseros, instaladores sanitarios, zingueros, etc. Posee talleres especiales para estas I

enseñanzas, que se imparten en cursos diurnos, vespertinos y nocturnos. Concurren a >ella unos trescientos alumnos, que reciben la enseñanza correspondiente vmparYkta vw clases prácticas y teóricas. Funciona en ella una clase especial para Dibujantes auxiliares de Ingenieros y Arquitectos. También funcionan cinco Cursos Industriales distribuidos en distintos puntos del Departamento de la Capital: uno en la Villa del Cerro, otro en el Peñarol, otro en el Reducto, uno en Maroñas y el último en las inmediaciones de la Aguada. Con excepción del de Peñarol que funciona en el Centro Artesano de esa localidad, los demás están ubicados en las Escuelas Públicas, cedidas al efecto por el Consejo N. de Enseñanza Primaria y Normal. L a s Escuelas Indutriailes de campaña en funcionamiento son las de San José y Canelones, desde 1920, la de Paysandú. fundada en 1921, la de Rivera" en 1923. la de Salto, en 1924 y la de San Carlos (Dpto. de Maldonado) en el año corriente 1925. En . el transcurso del año actual quedarán terminados los edificios en construcción para ias Escuelas Industriales de Rocha y Mercedes (Capital del Depto. de Soriano) pudiendo por lo tanto en breve, iniciar su funcionamiento.

c f é / V

c/cf

Ce/z/E/tar'/o V7>ug}uayz

Con relación a este aspecto de la faz administrativa de la Enseñanza Industrial, el Mensaje del Consejo Nacional de Administración elevado a la Asamblea Nacional el 15 de febrero de este año con motivo de Ja apertura del 2." período de la actual Legislatura, expresa lo siguiente: " L a política seguida a ese respecto por el Consejo S. de Enseñanza Industrial, con la autorización y beneplácito del Consejo Nacional de Administración, ha sido de elevada previsión económica y debido a ella, su patrimonio, que es el del Estado, se luí vi>to enriquecido con una serie de edificios aptos para la función a que se les destina, en Paysandú, Canelones, San J o s é , Rivera. Salto y S;»n Carlos, ya terminados, aunque algunos de ellos susceptible <! • r ampliados y otros en construcción, como se ha dicho, en Mercedes y Rocha. Es justo dejar constancia de que los Municipios respectivohan contribuido en forma eficaz para llegar al fin aludido y asimismo, que en la construcción de los edificios o en la ejecución de las ampliaciones o reparaciones realizadas, ha intervenido siempre la Dirección de Arquitectura del Ministerio de Obras Públicas. El valor de esos

edificios, terminados que sean los que actualmente se construyen, con los terrenos correspondientes, pasará de $ 190.000.00". Se ha creado también 1111 curso de Enseñanza Industrial en Nueva Palmira (Depto. de Colonia) que inició su funcionamiento en una Escuela Pública de la localidad, cedida al efecto por el Consejo N. de Enseñanza Primaria y Normal, al empezar el curso escolar del corriente año. E11 el año 1924 han concurrido a las Escuelas y Cursos Industriales de la Capital y de Campaña 5.330 alumnos, de los cuales 2.566 pertenecientes al sexo femenino. De esa asistencia corresponden 3.6S7 alumnos a la Capital y 1.643 a ' a s Escuelas de campaña. Ese alumnado se ha visto acrecido en el curso de 1925 no sólo por el aumento que todos los años se nota en las Escuelas Industriales, sino en virtud de la creación de los dos nuevos organismos que han empezado su funcionamiento al iniciarse los cursos anuales: la Escuela de San Carlos, en la que se inscribieron 184 alumnos de uno y otro sexo y el Curso Nocturno de Nueva Palmira que se inició con 36 alumnos de asistencia. Respecto a la tendencia general de la Enseñanza en las Escuelas Industriales, tomamos de un informe producido por el Secretario


/gf/iúr...jpo deí G

c d? ee f/ < f

C e n f e n c r r / o U p u c j u a y z

G e n e r a l «le la I n s t i t u c i ó n , s e ñ o r 1 l e n n e n e g i l d o S a b a t l o s s i g u i e n t e s c o n c e p t o s v e r t i d o s c o m o c o n t e s t a c i ó n a un c u e s t i o n a r i o «pie le fué pasado por el C o n s u l a d o N o r t e a m e r i c a n o cn M o n t e v i d e o . " L a s E s c u e l a s I n d u s t r i a l e s , en su " a c t u a l o r g a n i z a c i ó n p r e s t a n a la e n s e " ñ a n z a del D i b u j o , c o m o n o puede ser " p o r m e n o s , una p r e f e r e n t e a t e n c i ó n . E n " t o d o el c u r s o del a p r e n d i z a j e , los aluin" n o s c o n c u r r e n a las c l a s e s «le D i b u j o . " E x i s t e a d e m á s , cn la E s c u e l a de I n " d u s t r i a s E d i l i c i a s un c u r s o especial pa" r a " D i b u j a n t e s a u x i l i a r e s de I n g e n i e r o s " y Arquitectos". L o s Cursos Nocturnos " «le P e r f e c c i o n a m i e n t o p a r a o b r e r o s y " a p r e n d i c e s especializan su e n s e ñ a n z a en " el D i b u j o y en las M a t e m á t i c a s . D a d o s " los p r o g r a m a s d e s a r r o l l a d o s y la c o i n " p e t e n c i a «le los p r o f e s o r e s que t i e n e n a " vii c a r g o e s a e n s e ñ a n z a en los c u r s o s " d i u r n o s y n o c t u r n o s , l o s r e s u l t a d o s 11o " pueden s e r s i n o s a t i s f a c t o r i o s y e l l o se " evidencia en los p r o g r e s o s que a ñ o t r a s " a ñ o se n o t a n e n las r e s p e c t i v a s e x p o " s i c i o n c s «le fin de c u r s o que se realizan " en las E s c u e l a s I n d u s t r i a l e s . A p a r t e la " e n s e ñ a n z a del D i b u j o t é c n i c o , en el que " es necesario ajustarse a reglas presta" M e c i d a s y en el q u e p o c o puede i n t e r " v e n i r la i m a g i n a c i ó n , la i n v e n t i v a o la " f a n t a s í a , en lo q u e r e s p e c t a al d i b u j o " a r t í s t i c o de a p l i c a c i ó n industrial, se " t r a t a de h a c e r i n t e r v e n i r y de d e s a r r o " l.ar e s a s f a c u l t a d e s p s í q u i c a s en el s e n " tillo de o b t e n e r la m a y o r o r i g i n a l i d a d " en las p r o d u c c i o n e s «le l«>s a l u m n o s y " a l u m n a s . e x c l u y e n d o de la e n s e ñ a n z a " toda clase de m o d e l o s g r á f i c o s y adop" t a n d o e x c l u s i v a m e n t e el e s t u d i o del n a " t u r a l , c u y a e s t i l i z a c i ó n es l u e g o el e l e " m e n t ó principal p a r a la c o m p o s i c i ó n " d e c o r a t i v a c o m p l e m e n t a d a c o n el c o n " c u r s o del t e m a g e o m é t r i c o siempre " u s a d o c o n c o m p l e t a independencia, en " c u a n t o a su c o m b i n a c i ó n , p o r el a l u m n o , " D e ahí q u e pueda a f i r m a r s e que los " t r a b a j o s de e s a índole que s e realizan en " las E s c u e l a s I n d u s t r i a l e s , s i e m p r e r e n o " vados y s i e m p r e n o v e d o s o s , 11o son " i g u a l e s a nada q u e h a y a sido h e c h o a n " t e r i o r m e n t e en n i n g u n a o t r a p a r t e . E s " q u e e s a e n s e ñ a n z a , c o m o l o dice G a s t ó n " Q u e n i o u x " t i e n d e a d e s a r r o l l a r en el " individuo la i n d e p e n d e n c i a «leí p e n s a " m i e n t o y el h á b i t o del r a z o n a m i e n t o y , " por la latitud q u e ella p e r m i t e a c a d a " uno de e s c o j e r s u s m e d i o s «le e x p r e s i ó n . " f a v o r e c e la a f i r m a c i ó n «le la p e r s o n a " lidad.

" " " " "

" A s í . lo m i s m o en el a d o r n o «le un vestido, «pie en la c o n f e c c i ó n «le un a l m o h a d ó n , que en el e n c a j e de u n a c o r t i n a , en el t e j i d o de una a l f o m b r a o cn el filet de 1111 m a n t e l , pueden a p r e c i a r s e c o m b i n a c i o n e s o r i g i n a l í s i m a s en

" q u e una m a r i p o s a , un clavel, un c r i s a n t e m o , una l a n g o s t a o 1111 " e s c a r a b a j o , f o r m a n con el r e c t á n g u l o , el cuadrado, cl t r i á n g u l o , el " circulo o el óvalo, c o m b i n a c i o n e s a c e r " tadisimas, c o n t r a s t e s l l a m a t i v o s y de" lícadas a r m o n í a s en las que la línea o " el color, o los dos c o m b i n a d o s en ani" mailo c o n s o r c i o , j u e g a n g r a c i o s a m e n t e " deleitando la vista del o b s e r v a d o r . " " " " " "

A h o r a , en lo que r e s p e c t a a E s c u e l a s especializadas de c a r á c t e r secundario, he aquí lo que sobre cada una de ellas, la X . " 2 de I n d u s t r i a s Edilicias y la N . ° 4, de M e c á n i c a y E l e c t r i c i d a d e x p r e s a n sus respectivos d i r e c t o r e s t é c n i c o s , I n g e n i e r o C a y e t a n o CarcavaJlo y B a u t i s t a L a s g o i t y en los planes de estudio c o n f e c c i o n a d o s por ellos y a p r o b a d o s por el C o n s e j o , liara cada una de las E s c u e l a s n o m b r a d a s . D i c e el I n g e n i e r o C a r c a v a l l o : " E l c r e c i e n t e d e s a r r o l l o edilicio, c o l o c a a los P r o f e s i o n a l e s D i r e c t o r e s de o b r a s en una situación difícil, por la f a l t a de o b r e r o s , en n ú m e r o suficiente que poseen los c o n o c i m i e n t o s indispensables para d e s e m p e ñ a r con la idoneidad debida, los p u e s t o s «le c a p a t a c e s . E s o s e l e m e n t o s , verdaderos intermediarios e n t r e ol t é c n i c o y el o b r e r o c o m ú n , son g e n e r a l m e n t e o b r e r o s de l a r g a a c t u a c i ó n d e n t r o de las o b r a s y con la e x p e r i e n c i a s u f i c i e n t e , faltándoles solam e n t e a la m a y o r .parte, el c o m p l e m e n t o t e ó r i c o indispensable que los habilite p a r a i n t e r p r e t a r c o n c i e n t e m e n t e las ordenes del D i r e c t o r , a d e m á s de la seguridad que deben o f r e c e r cn c u a n t o a su capacidad de c o m p r e n s i ó n para realizar en el t e r r e n o , t o d o lo que el t é c n i c o f o r m u l e en los planos.

Escuela Industrial N." 4, de Mecánica y Electrotécnica. — Taller de tornería mecánica. — Escuela Industrial N." 4, de Mecánica y Electricidad. — Una parte del taller d; Ajustes. — Escuela Industrial N." 1. — Un ángulo del taller de Carpintería. — Escuela Industrial N." 2, de Industrias Edilicias. — Clase de Dibujo

Escuela Industrial de Canelones. — Ejpoiición de trabajos de cestería. Elaboración de mirabrts, cañas, juncos, ele

" P o r eso es, s e g u r a m e n t e , que tales t r a b a j o s llaman p o d e r o s a m e n t e la a t e n ción de c u a n t o s los o b s e r v a n , entendidos o 11o en esas c u e s t i o n e s ; p e r o t a n t o m á s admirados c u a n t o m a y o r s e a el grado de c o n o c i m i e n t o s que en la m a t e r i a t e n g a el que realiza el e x a m e n "

E s a dosis de c o n o c i m i e n t o s , es precis a m e n t e la que o f r e c e la e n s e ñ a n z a de albañilería de la E s c u e l a de I n d u s t r i a s Edilicias mediante los c u r s o s especiales de p e r f e c c i o n a m i e n t o . La enseñanza aludida comprende t r e s años, repartidos en la s i g u i e n t e f o r m a : P r i m e r a ñ o : D i b u j o lineal y M a t e m á t i c a s 1."; S e g u n d o a ñ o : D i b u j o G e o métrico y Matemáticas 2 " ; Tecnología p r i m e r c u r s o ; y en el T e r c e r a ñ o : T e c n o l o g í a que c o m p r e n d e los principios fund a m e n t a l e s de t o d o el p r o c e s o c o n s t r u c tivo de un edificio, en f o r m a t e ó r i c a , intuitiva y p r á c t i c a , completada con estudios de dibujo c o n s t r u c t i v o y m e t r a j e s con sus c o r r e s p o n d i e n t e s p r e s u p u e s t o s . E s en e s t a p r o f e s i ó n donde- el a p r e n dizaje es difícil r e a l i z a r l o ; i n t e r e s e s de

Escuela Industrial N." 4, de Mecánica y Electrotécnica, Exposición de trabajos de electrotécnica


o t r a índole hacen (pie el e m p r e s a r i o , par; rendimiento s u p r i m a el aprendiz y form e su personal con e l e m e n t o s casi siempre c o m p e t e n t e s , utilizando p a r a las o p e r a c i o n e s de t r a n s p o r t e , c a r g a y d e s c a r g a de m a t e r i a l e s a simples peones, en condiciones de r o b u s t e z y laboriosidad, d e s c a r t a n d o por ese h e c h o a los a s p i r a n t e s m e n o r e s de edad. E s t a s c i r c u n s t a n c i a s colocan al peón i n t e l i g e n t e en situación r e a l m e n t e d e s a l e n t a d o r a y a p e s a r de eso los más ansiosos de p r o g r e s a r , observan pac i e n t e m e n t e en m o m e n t o s propicios las o p e r a c i o n e s que realiza ef a r t e s a n o a :[uien sirve, h a s t a que, c o n s c i e n t e de lo que h a podido asimilar y con c i e r t a dosis de audacia sale de la obra, y con las h e r r a m i e n t a s indispensables que adq u i e t e , se p r e s e n t a a o t r o o b r a j e solicitando t r a b a j o de medio oficial. A h o r a bien, c o m o hacen falta albañiles, los pequeños e m p r e s a r i o s los admiten, e inician en esas o b r a s la realización de sus ensueños, pero la vigilancia del c a p a t a z m á s o m e n o s e x p e r to, aprecia el v i l o r de su capacidad y en c a s o de s e r despedidos, siguen su aprendizaje r e c o r r i e n d o i n c e s a n t e m e n t e l a s o b r a s h a s t a que l o g r a n estabiliz a r s e , pero y a con la suficiente capacidad c o m o para j u s t i f i c a r el puesto t[ue han solicitado. E s a s injusticias también l a s ' s a l v a la E s c u e l a Edilicia, pues esos e l e m e n t o s a s i s t i e n d o a los c u r s o s mencionados, adquieren la suficiente capacidad para el l o g r o de sus aspiraciones. A d e m á s es en la E s c u e l a donde se les indicará a e s t o s aprendices el por qué de todo lo que ven en los o b r a j e s , f o r m á n d o l e s el c r i t e r i o indispensable p a r a que puedan evolucionar rápidam e n t e , dotándoles de todos los element o s b á s i c o s para su m e j o r a m i e n t o intelectual y m a t e r i a l . L a o b r a que desarrolla la I n s t i tución es r e a l m e n t e p a t r i ó t i c a , pues además de p r o p o r c i o n a r l e s a los o b r e r o s los c o n o c i m i e n t o s que necesitan, p r o v o c a n c o m o c o n s e c u e n c i a en ellos s e n t i m i e n t o s de disciplina y resp e t o hacia sus s u p e r i o r e s '. "Preparar, dice en su i n f o r m e el I n g e n i e r o L a r g o i t y , relativo a la E n s e ñ a n z a de la M e c á n i c a y de la E l e c t r i c i d a d . — e n l a E s c u e l a I n d u s t r i a l los e l e m e n t o s p r o d u c t o r e s <lel p o r v e n i r y c o m p l e t a r la c u l t u r a t e ó r i c a del o b r e ro del p r e s e n t e son a ™> juicio en líneas g e n e r a l e s las bases de la orientación que c o n v i e n e a d o p t a r en la n u e v a escuela. M u c h o t a l l e r p a r a 'os p r i m e r o s y facilidades para que puedan c o n c u r r i r los s e g u n d o s . N o deben o m i t i r s e s a c r i f i c i o s p a r a d e s a r r o l l a r la e n s e ñ a n z a p r á c t i c a en todas 'as actividades en que se m a n i fiestan las industrias mecánicas y eléctricas. L a e n s e ñ a n z a t e ó r i c a debe ser e l e m e n t a l (le tal rao do que mayoría de los alumnos pueda seguirla con facilidad sin p e r j u i c i o de p r o g r a m a r a l g u n a s lecciones f a c u l t a t i v a s d e n t r o de' cada c u r s o para que las puedan seguir l o s a l u m n o s qU e posean condiciones. . C o n f e r e n c i a s periódicas de ilustración c o n experiencias y vistas c i n e m a t o g r á f i c a s pueden c o n i P ' e t a r la c u l t u r a industrial de todos lo» alumnos. C r e o que 11o caben dos c r i t e r i o s en lo que r e s p e c t a a la preparación manual de los a l u m n o s ; e s t o s deberán en prim e r t é r m i n o s e r buc-nos operarios y deberán e s t a r en c o m i l o n e s al t e r m i n a r los c u r s o s de a l ' 0 " 1 ™ personal-

o b t e n e r el

m á x i m o de

YGF

ÍI'SPO

O

c l e f ó

c/CF

Cez/fencrp/O ( J p

m e n t e c u a l q u i e r t r a b a j o c o r r i e n t e de las ramas , n q l u .

a g u a y o se

especializan.

Deberán o incurrir a los t a l l e r e s el m a y o r t i e m p o posil compatible con la capacidad de mismos y con el n ú m e r o de alumno D o n d e puede haber g r a n d e s difer e n c i a s de c r i t e r i o es que respecta a la índole y prot'undización de los estudios teóricos. S o n tan v a s t o s los conocimientos h u m a n o s en la actualidad que 110 es posible que una p e r s o n a pueda abar c a r l o s en c o n j u n t o , ni aún los que c o r r e s p o n d e n a c a d a una de las r a m a s en que se dividen las ciencias. E l principio de la división del t r a b a j o t r a j o c o m o c o n s e c u e n c i a la división de cada r a m a de las ciencias en una g r a n cantidad de especialidades. Aún d e n t r o de una m i s m a e s p e c i a lidad pueden distinguirse los sabios que en las universidades y l a b o r a t o r i o s se dedican al análisis especulativo de las c a u s a s g e n e r a t r i c e s de los f e n ó m e n o s , los p r o f e s o r e s que cultivan la ciencia pura, y los i n g e n i e r o s (en las r a m a s que nos i n t e r e s a n ) que se ocupan de o r g a n i z a r las relaciones e n t r e la t e o r í a y ia p r á c t i c a . L o s estudios de ingeniería c o m i e n zan p o r las ciencias a b s t r a c t a s y puras para l u e g o llegar a las c o n c r e t a s y de aplicación, pudiendo decirse que e s t á n orientados de la ciencia hacia su aplicación. Cada a r t e no splo depende de una c i e r t a ciencia, sino a la vez de varias, de tal m a n e r a (pie las a r t e s m á s imp o r t a n t e s reciben s o c o r r o s d i r e c t o s de casi todas las diversas ciencias principales. Y cada o f i c i o tiene su a r t e . l ' o r e s a s razones c r e o que la e n s e ñanza t e ó r i c a industrial debe o r i e n t a r se en la m i s m a dirección pero en sentido o p u e s t o a la del ingeniero, e s decir, de la aplicación hacia la ciencia. E s t e c a m i n o no es m á s e s c a b r o s o ni de m e n o r a t r a c t i v o que el c a m i n o universitario, p e r o tiene la g r a n vent a j a de una utilidad inmediata. A d e m á s siempre habilita al que lo ha iniciado a p r o s e g u i r l o h a s t a las m i s m a s f u e n t e s de las ciencias g u i a d o por los libros o p o r la e x p e r i m e n t a c i ó n . E l estudio en ese sentido puede h a c e r s e con g r a n é x i t o utilizando los manuales t é c n i c o s donde están c o m p e n diados todos los g r a n d e s c o n o c i m i e n t o s de las ciencias c o n t e m p o r á n e a s y en los cuales están p r e s e n t a d a s en f o r m a práctica y sencilla tenias las tablas y f ó r m u l a s derivadas de la leyes c o n s a g r a d a s en los dominios de las c i e n c i a s y c o n t r o l a d a s por l a r g o s a ñ o s de o b s e r v a c i ó n en Va vida p r á c t i c a " .

E l cuadro que a c o n t i n u a c i ó n publicamos, e x p r e s a el desenvolvimiento de las E s c u e l a s y C u r s o s I n d u s t r i a l e s dej U r u g u a y , desde 1916 a 1924 inclusive y sus c i f r a s e x p r e s a n el desenvolvimiento p r o g r e s i v o de la e n s e ñ a n z a industrial en el país y su m a y o r influencia en las tendencias g e n e r a l e s de la población. Alumnos Inscriptos en las Escuelas y Cursos Industriales de 1916 a 1924 inclusive. AÑOS

Escuela Industrial N." 3, para Mujeres. Una clase de Dibujo. —Escuela Industrial N." 3, para Mujeres. Taller de Modelado y Moldeado. — Escuela Industrial N." 2, de Industrias Edilicias. Enseñanza de Modelado. — Escuela Industrial N." 3 para Mujeres. Taller de Cestería (Manufactura de mimbres, cañas, juncos, etc.). — Escuela Industrial N." 3, para Mujeres. Las alumnas en la hora de recreo

1016 1020 nuil

1022

Ift'JH 1024

Varones

Mujeres

250 :1:1o 2:1:1

220 :i"0

0x2

1.001

2.111

2.030 2.502 2.704

2:M

S72 2. 2H7 2.500 2 . 170 2.XI2 2.500

Total •170 •107 1.751

1.111

1.707 4. 500 5.374 5.330


jQf fiSro O deff

def

Escuela

Cenfencrrv'o l/rapuayo

Industrial

de

Canelones. — Exposición de Carpintería

de

trabajos

Analizando las c i f r a s del cuadro precedente que corresponden a los nueve años últimos de funcionamiento de estos c e n t r o s culturales se observa el rápido i n c r e m e n t o que ellos han tenido cn lo que se refiere a su población de alumnos. De 47o inscriptos que figuran en el año n j t ó . se ha llegado al finalizar el año K124, a 5.330 alumnos, entre varones y mujeres, los que benefician de las enseñanzas que se brindan en e s t o s establecimientos. La p i o g r e s i ó n es auspiciosa y

Escuela

Industrial

de Canelones. — Exposición trabajos de herrería

de

significativa y demuestra el prestigio y a r r a i g o que va cobrando en el seno de la colectividad esta nueva tendencia educacional cuya misión es la de preparar elementos útiles para el desarrollo de muchas industrias y la implantación de o t r a s nuevas en cl ambiente. Supera, en algunos años, la inscripción del elemento femenino al masculino y en o t r o s casi la iguala, circunstancia esta que orientación de esta enseñanza que brinda los medios a la m u j e r de adquirir nuevas aptitudes para otras tarcas diversificadas que las que hasta la fecha c o m p r o metian sus energías y sus actividades, capacitándolas para a f r o n t a r con otras ventajas, en el h o g a r o en el taller, las luchas por la existencia. Además de los cursos normales que se dictan en estas escuelas durante todo el año para los elementos inscriptos, se dan cursos llamados de vacaciones, los que son aprovechados por cl personal docente de las escuelas públicas, primordialmcnte de las rurales, para adquirir determinados conocimientos industriales comprendidos en los prog r a m a s escolares, a fin de

.

Escuela

Industrial

de

Canelones. — Exposición de Ebanistería

de

trabajos

enseñarlos a los alumnos. E s t o s cursos se ven muy concurridos y se desarrollan durante los meses en que las maestras gozan de su asueto anual por terminación del período escolar de clases.

Terminados los cursos, en los mismos locales donde se ofrece la enseñanza industrial, se realizan exposiciones de los mejores tra-

Curso Industrial Nocturno de Perfeccionamiento T r a b a j o s en carey, astas, etc.

Femenino

b a j o s ejecutados cn el año. para poner en evidencia ante el público cine concurre a visitarlas, las diversas aplicaciones prácticas de esta enseñanza y el progreso realizado por los alumnos en las distintas materias que constituyen cl programa de los establecimientos. Orientada c o m o está esta enseñanza en cl sentido de formar obreros expertos y competentes para la realización de todo aquello que tiene su inmediata aplicación en las actividades del ambiente, la verificación de estas exposiciones anuales tienen la doble finalidad de propaganda para el público que asi puede apreciar sus ventajas y la del estímulo para los que sobresalen en el taller por la perfecta conclusión, originalidad y minuciosidad de sus trabajos. Las fotografías que ilustran este capítulo permiten apreciar parte de la obra que se realiza en las Escuelas Industriales d e 1 Uruguay llamadas a una intervención eficaz en el desenvolvimiento de la pequeña industria y en la preparación de obreros expertos que permitan atender las exigencias crecientes de las mismas y propender a su evolución progresiva.

.... •. j ' ¿ . . J

Escuela Industrial del Salto. E d i f i c i o construido expresamente para este organismo escolar


Pf

O

fifao

c / c / V

def CenfencrT'/b

O p a g u a y o

Instituto de Química Industrial N T E K I ' R E T A N D O los principios enunciados en el programa de gobierno de la segunda presidencia del señor Batlle y Ordóñez, sobre la necesidad <le realizar en el país estudios de investigación científica que permitieran el mejor aprovechamiento de las riquezas nacionales, su Ministro de Industrias y eficaz colaborador Dr. Eduardo Acevedo, formuló el provecto de creación del Instituto de Química Industrial, proyecto que mereció sanción legislativa por ley de»l 22 de octubre del año 1912.

Instituto en su nuevo local situado en Capurm. Posteriormente, por otras disposiciones legislativas, se anexaron al Instituto una fábrica de Superfosfato de Calcio y Sulfato Alumino Férrico.

Estado actual del instituto Actualmente la referida Institución ocupa enteramente dos hectáreas en las (¡ue están instaladas todas sus dependencias que son cst:\s: A) Laboratorios de investigaciones y análisis químicos. li) Aulas y laboratorios de los cursos de química aplicada. Cí Fábrica de productos químicos farmacéuticos. D ) Fábrica de Acido Sulfúrico, Nítrico y Cloridico. K> Fábrica de Sulfato de Calcio y Sulfato Alútnino - Férrico 1*) Dirección, Administración y Oficinas.

El artículo primero de es ta ley sin tetina) ta en los siguientes términos los fines del nuevo Instituto: "Tendrá como cometido principal el asesorar al Ejecutivo respecto al aprovechamiento industrial de ios productos naturales, indicar las mejoras necesarias en las industrias ya establecidas en el país pronunciánLaboratorios de investigaciones y análisis químicos dose sobre la conveniencia de implantar otras nuevas y proporcionar a los industriales todos los datos e informes útiles relacionados con Cuenta el Instituto con ámplios Laboratorios instalados de sus explotaciones". acuerdo con las disposiciones más modernas (pie rigen en la materia. Posee un equipo completo de aparatos para la realización de cualquier La organización del referido Instituto fué confiada a dos técnicos trabajo de investigación, ya sea en la rama (le la química orgánica o de notoria competencia, contratados expresamente en los Estados de la química inorgánica, como asi también cuenta con los disposiUnidos de Norte América, los Doctores Joaquín Zanetti y Lathnm tivos utilizados en los análisis químicos industriales especiales, como Clarke ambos de la reputada Universidad de I larward. ser de carbones, combustibles líquidos, gases, lubrificantes, aguas, L o s comienzos de la Institución fueron muy modestos; apenas materiales de construcción, metales, etc. iniciadas las tareas y cuando se disponía la contratación de nuevos Realiza el Instituto el contralor quitnico de las adquisiciones de técnicos, sobrevino la crisis económica de 1913 que motivó la redución las Usinas Eléctricas y de los Ferrocarriles del Estado, Intendencia de los gastos públicos, impidiendo así el amp io desarrollo progradel E j é r c i t o y la mado por los DiArmada, así como r e c t o r e s . Poco es oficina consuldespués presentó tora de la Inspec1 enuncia su Dición de Policía rector Dr. Zanetti Sanitaria Animal habiendo sido dey Oficina de Pasignado para sustentes de Inventituirlo el Dr. Lación que recurren tham Clarke* a ella cuando es Secundado por menester dictamitécnicos nacionanar científicamenles el Dr. Clarke te sobre cualquier organizó de inmeasunto ([lie se rediato un servicio laciona con su cogratuito de análimetido. sis industriales e A la vez funinformaciones ciona como labotécnicas. ratorio industrial Durante 1 o s de todas las fáaños 1913 y 14 se bricas nacionales efectuaron más de (pie soliciten sus 500 análisis de miservicios ya s e a nerales del país, expidiéndose en así como de l o s consultas de caproductos indusrácter técnico o triales y materias en análisis de maprimas más variaterias p r i m a s o dos. Se expidieron productos de elamás de 200 inforboración ¡i c r 1111Edificio del Instituto en el que están instalados; los laboratorios, oficinas y cursos. mes técnicos sobre tiendo en esa tnaproblemas indus_ triales y se realizaron interesantes investigaciones sobre la cantidad ' ñera"la incorporación de muchas industrias que en otra forma no tendrían quizás aplicación o ambiente favorable en el país. En este seny utilización de las turberas de Maldonado y esquistos bituminosos tido el Instituto ha realizado una grande y fecunda obra. de Cerro Largo. Todos estos informes e investigaciones fueron publicados en la Memoria del Instituto del año lyi.J, publicación que Aulas y laboratorios de los cursos de química aplicada constituyó la prueba irrefutable de los importantes servicios que la mueva Institución prestaba al país. Anexo al Instituto funcionan los cursos de Química Aplicada En el transcurso del año 1915 y como consecuencia de la gran creados por lev de 8 de junio de 1918, por los cuales se otorga c\ carencia de productos químicos farmacéuticos creada por la guerra titulo de Ouúnico Industrial. Para ingresar a esos cursos es necesario europea, el Dr. Clarke propuso la creación de una Sección Fábrica de tener, por'lo menos, dieciseis años de edad, haber cursado con aproProductos Químicos anexa al Instituto. A fines del mismo año se bación los cuatro años correspondientes a la enseñanza liceal. y inauguró la nueva sección, fabricando aquellos productos cuya falta haber sido además aprobado en un exámen de admisión que commás se hacía sentir. Fué así que el Instituto proveyó al pais de prende las siguientes asignaturas: eter anestésico, alcohol absoluto, aspirina, benzonaftol, salicilato de Química, Fisica y Matemáticas. La duración de los estud os sodio, sulfato de sodio, colodion, sulfato de hierro, etc. Al misino que se cursan en el Instituto es de cinco años y las materias cursadas tiempo se iniciaron en el mismo instituto cursos de Química Aplicase distribuyen de acuerdo con el siguiente plan: da con el fin de formar técnicos nacionales. Primer Año. — Química General, cinco horas por semana. LaEstas iniciativas tuvieron el más completo éxito y motivaron boratorio de Química General, 15 horas por semana. Física General, un amplio apoyo del Gobierno el que prestó su aprobación a los dis^ horas por semana. Laboratorio de Física, 6 horas por semana. Matintos proyectos del doctor Clarke ampliando estas nuevas funciones temáticas, 2 horas por semana. del Instituto de Química Industrial. Segundo A í o . — Mecánica Aplicada, 3 horas por semana. Dibujo Por ley de 8 de junio de 1918 se crearon los cursos de Química . Mecánico ,6 horas por semana. Análisis Cuantitativo, 15 horas por semana. Química Orgánica. 4 horas por semana. Laboratorio de Aplicada por los cuales se instituía en el país la profesión de Químico Química Orgánica, 8 horas por semana. Industrial. Y por leyes de 12 de julio y 14 de octubre del mismo año. Tercer Año. — Química Teórica, 3 horas por semana. Laboratorio se crearon las fábricas de Acido Sulfúrico y derivados, destinando a de Ollímica Física. 6 horas por semana, Análisis Industrial, 15 horas la vez la suma de 80.000 pesos para el traslado e instalación del


— — Con r e f e r e n c i a a las p o r semana. Química condiciones en que el Industrial Inorgánica. Instituto expende los 3 horas p o r semana. p r o d u c t o s que f a b r i c a , Dibujo Mecánico, 6 hoc a b e h a c e r p r e s e n t e que ras por semana. E c o n o en su casi t o t a l i d a d - h a n mía Política, 2 horas eliminado la i m p o r t a c i ó n por semana. de sus similares, tales Cuarto Año. — E l e c c o m o el á c i d o s u l f ú r i c o t r o Química, 2 discury nítrico, de los que* se s o s de u n a l i o r a p o r han expendido las sis e m a n a V 4 h o r a s de guientes cantidades: laboratorio. Análisis Ind u s t r i a l , 12 h o r a s p o r semana. Química InAcido d u s t r i a l O r g á n i c a , 3 hoNítrico Kilo* r a s por s e m a n a . M i n e ralogía y Docimásia. 2 d i s c u r s o s por s e m a n a y 5:114 2 h o r a s de l a b o r a t o r i o . G.'JÍU I n v e s t i g a c i o n e s , 15 h o 4.073 ras por semana. 4.44(5 Quinto Año. — I n K.777 vestigaciones. 24 horas por s e m a n a . P r á c t i c a de S e c c i ó n F á b r i c a , 24 h o O t r o de los p r o ras por semana. d u c t o s que se f a b r i c a n E l profesorado esU n o de los Laboratorios de Investigaciones del Instituto y que ha m e r e c i d o unát á c o n s t i t u i d o en p a r t e nime a c e p t a c i ó n — n o p o r el m i s m o p e r s o n a l u t i l i z á n d o s e o t r o , salvo r a r a s e x c e p c i o n e s — es el é t e r para a n e s t e t é c n i c o del I n s t i t u t o , c o n t a n d o a d e m á s con p r o f e s o r e s e x t e r n o s para sia que, por su e x c e l e n t e calidad, se h a i m p u e s t o en el país. D a n u n a las m a t e r i a s de índole f í s i c o y m a t e m á t i c a . idea e x a c t a de sil c o n s u m o p r o g r e s i v o , las s i g u i e n t e s c a n t i d a d e s e x H a s t a la f e c h a han e g r e s a d o de los c u r s o s del I n s t i t u t o c i n c o pendidas : t é c n i c o s n a c i o n a l e s q u e e s t á n y a i n c o r p o r a d o s a las actividades indust r i a l e s del país, y a s i s t e n r e g u l a r m e n t e a los c u r s o s veintidós 43 f r a s c o s de 150 c. c. Año 1916 estudiantes. 1017 1918 Fábricas de productos químicos 1919 1920 A m e d i a d o s del a ñ o 1915 la D i r e c c i ó n del I n s t i t u t o fué a u t o 1921 rizada p a r a e s t a b l e c e r u n a p e q u e ñ a f á b r i c a de p r o d u c t o s q u í m i c o s , 1922 l e c i b i e n d o del M i n i s t e r i o d e I n d u s t r i a s p a r a tal o b j e t o la cantidad 1923 de $ 2.000.00. D a d a la e x i g ü i d a d del c a p i t a l con q u e se iniciaba la 1924 i n s t a l a c i ó n de e s t a f á b r i c a , n o e r a posible d e d i c a r s e a la f a b r i c a c i ó n

de g r a n n ú m e r o de p r o d u c t o s . N o o b s t a n t e se e m p e z a r o n a p r e p a r a r v a r i o s , los c u a l e s f u e r o n p u e s t o s en v e n t a en el m e s de n o v i e m b r e de e s e a ñ o . E l r e s u l t a d o o b t e n i d o 110 pudo s e r m á s a u s p i c i o s o , p u é s los p r o d u c t o s q u e se p r e p a r a r o n f u e r o n de i n m e d i a t o adquiridos cn plaza, siendo i m p o s i b l e — p o r lo r e d u c i d o de las i n s t a l a c i o n e s — s a t i s f a c e r a la d e m a n d a q u e en e s a o p o r t u n i d a d los r e q u e r í a . C o n las utilidades q u e se fué o b t e n i e n d o en las v e n t a s , se a m p l i a r o n las i n s t a l a c i o n e s , con lo q u e se c o n s i g u i ó f a b r i c a r m a y o r n ú m e r o de p r o d u c t o s .

L a preparación del s u p e r f o s f a t o de c a l c i o por el I n s t i t u t o ha venido a llenar una i m p e r i o s a necesidad para cl^ e n r i q u e c i m i e n t o de n u e s t r o suelo, m u y pobre en f ó s f o r o , siendo unánime la opinión favorable de los a g r i c u l t o r e s que lo han e x p e r i m e n t a d o . H a b i é n d o s e iniciado su distribución en los ú l t i m o s m e s e s del a ñ o 1922 su aplicación cn la f e c h a se h a g e n e r a l i z a d o cn tal f o r m a que no es difícil <pred e c i r que 110 p a s a r á m u c h o t i e m p o sin q u e el I n s t i t u t o se vea en la necesidad de ampliar sus a c t u a l e s i n s t a l a c i o n e s p a r a s a t i s f a c e r la dem a n d a de los a g r i c u l t o r e s del país.

E n e.stas c o n d i c i o n e s el I n s t i t u t o fué m e r e c i e n d o a la vez que el a p l a u s o de los c o n s u m i d o r e s , la c o n f i a n z a d e las a u t o r i d a d e s super i o r e s del E s t a d o , q u e 110 t a r d a r o n en s u m i n i s t r a r l e los medios p a r a i n s t a l a r b a j o su d e p e n d e n c i a n u e v a s f á b r i c a s con q u e s a t i s f a c e r las E l i m p o r t e anual de los p r o d u c t o s expedidos p o r las f á b r i c a s , e x i g e n c i a s del P a í s . P o r L e y 12 de j u l i o de 1918 se a u t o r i z ó al I n s t i t u t o p a r a i n s t a l a r es el s i g u i e n t e : ' ___ 11 n a f á b r i c a de á c i d o sulfúrico y anexos, para lo cual se le c o n c e d i ó i.3 51.00 1111 c r é d i t o en u n a I n s t i '9'5 20.522.19 t u c i ó n b a n c a r i a p o r pe191Ó 20.645.83 sos 130.000.00. Con f e 1917 31.379.16 c h a 12 de j u l i o de 1921 1918 50.316.66 se d i s p u s o la i n s t a l a c i ó n 1919 43•75°• de u n a f á b r i c a de a b o 1920 54-'57-37 n o s q u í m i c o s y se re1921 47.152.90 s o l v i ó a m p l i a r la e x i s 19 22 58.076.04 t e n t e de á c i d o s u l f ú r i c o , 1923 disponiéndose p a r a ello, 69.773.20 1924 de la c a n t i d a d ele p e s o s 6 0 . 0 0 0 . 0 0 . E n el m e s de T a l es la i m p o r t a n m a y o de 1922 se recia de e s t a s F á b r i c a s , solvió i n s t a l a r u n a f á que en dos l u s t r o s apeb r i c a de s u l f a t o de nas de iniciadas sus acalúmina férrico, protividades, han l o g r a d o ducto éste a emplearse i m p o n e r s e a las n e c e s i en las U s i n a s de A g u a s dades industriales del C o r r i e n t e s del Estado medio a m b i e n t e , redui n s t a l a d a s en el I n t e r i o r ciendo, en c i f r a s senside la República. T o d a s bles, el t r i b u t a r i s m o del e s t a s f á b r i c a s se e n c u e n país en plazas e x t r a n j e t r a n a c t u a l m e n t e en pleras, para la adquisición no f u n c i o n a m i e n t o c o n de m u c h o s r e n g l o n e s de j u n t a m e n t e con la animprescindible necesit e r i o r m e n t e instalada y dad p a r a su c o n s u m o la de á c i d o n í t r i c o , esi n t e r n o y el d e s arrollo t a n d o a t e r m i n a r s e la de de sus industrias. ácido clorhídrico. Interior de la Fábrica de A c i d o Sulfúrico


E N T A fué en el Uruguay Una breve ojeada retrospectiva • La acción privada y la comocióu más modernos, pasó a ser hála afición por los deportes. a c c i ó n oficial • L a c r e a c i ó n do la C o m i s i ó n N a c i o n a l d e hito (le U U O S P O C O S . Aislado de protección oficial, Educación Física - La Comisión Nacional - La difusión Prosperaban también entonces, aunque e'.l únicamente el football, por de los deportes • La Federación Deportiva Uruguaya. forma precaria, los deportes de salón ta rs las emociones intensas que trac La acción autónoma de las Uniones Sociales. como la gimnasia, la lucha, etc. Las primeras aparejadas en los jugadores y Las Plazas de Deportes - La pista de atletismo. instituciones que los cultivaron — y de los cuaen el público que contempla el les se derivan luego "L'Avenir", " E l Círculo de Armas" y otras similares que hoy en dia han lledesai rollo de sus actividades, pud L a educación fíiica universitaria - La gado a un grado de positivo adelanto, fueron el por sí sólo abrirse camino y llegar e d u c a c i ó n física e n los e s t a b l e c í Tiro y (iimnasio Nacional v más tarde, el T i r o a constituir una organización podemier.tos d e e n s e ñ a n z a primaria. Montevideano. Desaparecidos éstos por falta de amrosa. V es porque en ese juego, de estirpe sajona, veíase más que nada educación física en las c&r* biente propicio, la iniciativa propulsiva partió en pric e , e * - L o b cursos intensivos el espectáculo de una lucha tenaz, que n u r término de !a Sociedad " L ' A v e n i r " que realizó creaba partidarios que identificábanse P n r a 1° formación de prodiversos concursos de lucha, levantamiento de pesos, y con las alternativas de la contienda en la fesores • Un broche gimnasia artística de aparatos. La mayoría de estos cerque, por sobre todas las razones (lepenmagnífico. támenes se realizaban puramente entre asociados. E1 atletismo, incipiente entonces, tuvo la misma cuna que dientes de las ventajas de la educación física, primaba el los deportes sajones a que más arriba hemos hecho referencia. De las anhelo del triunfo de un favorito. Las demás actividades deportivas instituciones nombradas a ese respecto, se destacaron en la organino ofrecían, — o las ofrecían en un grado menor, — esas caractezación de concursos: El Albión en primer término, siguiéndole inmerísticas. Fué por eso que sólo fortalecidas por el apoyo de una diatamente El Montevideo C. C. y el Deutscher F. C. (después Teuinstitución ampliamente organizada encontraron el camino en que tonia). Un esos torneos de feliz memoria, aprendieron la práctica hoy se desarrollan y prosperan libremente. V del atletismo los nativos que se hallaban en contacto con los extranExclusión hecha del football, como decimos, eran pocos los jeros y a los cuales por tal motivo, hallaron algún tanto preparados deportes que a fines del siglo pasado se practicaban en el país, y cyo los torneos de este deporte que organizaron los clubs Intrépido y entre extranjeros y en círculos formados en torno de ellos, que eran los únicos que los conocían, tanto en la práctica como en la reglamentación. Atletismo, Cricket, Polo, Tennis y Golf, estaban limitados a un grupo de residentes sajones y descendientes de los mismos, agrupados en el Albión F. C.; el Montevideo Lavvn Tennis and Bath Fives, el Central Uruguay Raihvay Cricket Club y el Montevideo Cricket Ciub, de los cuales subsisten los dos últimos, aún cuando el C. U. R . C. C. haya cambiado su nombre por el de Peñarol, dedicando una preferencia casi exclusiva a las actividades footbaHísticas. Un deporte que llegó a Cursos intensivos para la preparación ser popular, ¡a pelota de mano, había entrado entonces en un período de franca decadencia a causa de las irregularidades derivadas del profesionalismo y de los intereses particulares que lucieron presa de él, en perjuicio de la que debía ser su noble finalidad. Fuera de esos deportes, el remo había logrado interesar, realizando varias competencias interesantes con los deportistas argentinos y estableciendo una rivalidad emuladora entre las dos instituciones que las practicaban y que en la actualidad mantienen vida firme y activa. • ' \ E l ciclismo tenía también entonces un prestigio que luego perdió una vez que su práctica, tras de la difusión de otros medios de lo-

de maeslros d i

educación

física.

(Clase

práctica

de marchas y. f o r m a c i ó n )

Oriental y revista " L o s Sports". Un torneo atlético internacional de resonancia, lo fué el que organizó el Poder Ejecutivo en 1907 y que revistió el carácter de una Olimpiada, en la cual participaron representantes de la Argentina. Hrasil. Chile y Uruguay. Tanto por lo completo de su programa como por su correcta organización, lia sido este torneo, efectuado en el Parque Central, uno ríe los más importantes de esta parte del continente, en este periodo. U11 año más larde en ICJOK, en el mismo terreno de deportes citado. perteneciente al Club Nacional de Foot-ball, se realizó otro concursó de,esa índole que alcanzó también gran resonancia

Creación de la Comisión Nacional de Educación Física

B e s a n St'iiMiifmu:

*m w s » Clases prácticas de Atletísmo en los cursos intensivos para profesores de educación

física f S a l t o a la

garrocha)

Tal era, a grandes rasgos, el estado de ía difusión de los Deportes en el Uruguay antes que se es\aY>\cc\v>Ta vA país, como organismo oficial directriz, la Comisión Nacional de Educación Fisica. El aforismo de Alfredo Fouillée, de que todas las selecciones del espíritu no valen para un pueblo lo que el vigor, la salud y por consiguiente la fecundidad, 110 había penetrado en el pensamiento de nuestros hombres diligentes, si bien eran muchos los que pensaban que una estirpe, para ser superior, debía ser fisiológicamente fuerte. La primera iniciativa que habla de la franca intervención del Estado en el sentido de propiciar la difusión de los deportes, fomentando en los habitantes


coino factor higiénico, la educación poderosa, que puede decirse que ella sola es el factor más eficiente, en la conservación de la salud y de la vida, tan intenso es el estímulo que provoca en el funcionamiento fisiológico de todos los órganos. Baste decir que la práctica de los ejercicios físicos será tal vez, durante mucho tiempo una de las fuerzas más positivamente eficaces que la humanidad tenga a su alcance para luchar con ventaja contra el asalto formidable y destructor de esa triada funambulesca que constituyen los ti es más grandes flagelos que amenazan la existencia de la sociedad contemporánea: la tuberculosis, la sífilis y el alcoholismo".

del país el gusto y la pasión por los ejercicios físicos que hacen a las ra/.as más sanas y más fuertes, data del año 1906. E l 7 de julio de ese año, durante la presidencia del señor J o s é Batlle y Ordóñez, se envió a las Cámaras un mensaje, por intermedio del Ministerio del Interior, el titular de cuya cartera e i a el Dr. Claudio Willitnan, acompañando un proyecto de ley por la cual se crearían oficialmente los juegos atléticos anuales a los que serían llamados todos los habitantes del país que no ejercieran el deporte como profesión. A ese efecto, se proponía que se destinara la cantidad de $ 50.000 para la institución de premios a los vencedores en dichos juegos y para los gastos que los concursos oemandaran.

E11 mérito a todos esas consideraciones, la Comisión informante de la Cámara de Diputados, no solamente expedía su dictámen favorable al proyecto, sino que ampliaba éste. Así, por ejemplo, los cincuenta mil pesos que se destinaban en el proyecto primitivo a la distribución de premios a los vencedores anuales, por el proyecto sustitutivo de la Comisión se emplearían también en el fomento en general de la educación física y en la instalación de plazas de juegos populares, establecimientos de baños públicos y todas las otras mejoras que respondieran al mismo fin. Al proceder de ese modo, la Comisión informante se inspiraba en las conclusiones unánimemente aceptadas por los higienistas y los pedágogos admitiendo que la tendencia de la educación física no debe ser la de formar atletas ni individuos excepcionalmente dotados, que constituyen casos aislados en el país, sino y con especialidad la de elevar el nivel medio de la capacidad y de la resistencia física general.

La Comisión de F o m e n t o de la Cámara de Representantes, a la que correspondió informar el proyecto a que hemos hecho referencia, se expidió en términos favorables, bien que introduciendo algunas modificaciones en el articulado que proponía cl Poder Ejecutivo. Hace ya tiempo que el genio eximio de Hipólito Taine — decía el miembro informante de esa Comisión, doctor Cabral, — escribió sus páginas inmortales, hace ya tiempo que en sus " E t u d e s sur la vie A11glaise", su analismo sutil y criterioso atribuía esa superioridad del cuerpo y esa superioridad del carácter, que reconoce como atributo especial de la raza inglesa, al hecho observado de que en sus grandes y en sus pequeñas escuelas, en las grandes Universidades de Oxford y del E t o n , como en los pequeños colegios rurales, los estudiantes dedican mucho más tiempo a los ejercicios corporales que a los estudios literarios y científicos. De entonces acá, la pléyade innúmera de pensadores que ha abordado el estudio de este problema, no ha hecho más que glosar en formas variadas y diferentes maneras las conclusiones que había establecido el talento ilustre de Taine. Y agregaba más adelante: " E n los tiempos que corren no se concibe ya un plan de educación nacional que no comprenda al mismo tiempo el desarrollo educacional en su triple orientación: la educación intelectual, física y moral, las tres se complementan, las tres actúan y reactúan reciprocamente, las tres se perfeccionan : el desenvolvimiento de cada una de las tres hacen más ágil y más intensa la expansión perfecta de las otras d o s ; no puede haber verdadera educación integral si no se cultivan con igual intensidad esas tres modalidades concurrentes en las que se diversifican las energías de la vida. De ahí el papel complejo que ejerce la educación física, de ahí que su acción no se limite exclusivamente a la vigorización del cuerpo, sino que actuando como actúa sobre todos los órganos y obrando sobre el cerebro, el órgano noble por excelencia de la especie, ejerza una influencia poderosa sobre el desarrollo de la mentalidad del individuo, sobre la educación de los sentimientos, sobre la formación del carácter y de la voluntad y hasta sobre la moralidad y la evolución estética de las razas y de las sociedades, eso sin tener en cuenta todavía la honda repercusión que todos estos hechos realizan en el terreno económico, político y social". " C o m o factor en el desenvolvi-

A ese efecto, proponía tal como se había hecho en otros países, la creación de la Comisión Nacional de Educación Física, bajo la superintendencia del Poder Ejecutivo encargada de dirigir y encaminar todo lo referente a esta cuestión, atribuyéndosele desde ya un importante programa de trabajo. El dictámen de la Comisión fué aprobado en general, por esa rama del Poder Legislativo, en sesión del 20 de noviembre de 1906. Sin embargo más de cuatro años transcurrieron antes que esa iniciativa encontrara el franco terreno de las bellas realizaciones. Pero, finalmente, el 7 de julio de 1911 durante la segunda presidencia del señor Batlle y Ordóñez y refrendando el decreto por el entonces Ministro de Instrucción Pública Dr. Juan Blengio Rocca, se puso el cúmplase a la ley que creaba la Comisión Nacional de Educación Física y que, tres días antes había tenido la sanción de la Asamblea General Legislativa.

V i s t a parcial de una de las plazas de de portes. ratos gimnásticos y juegos. — 2. Niñas en las cines y tobboganes en una plaza del interior. educación física en las playas, ( T e m p o r a d a 4. Ejercicios en una de las plazas del

— Sección apaescaleras, balan— 3. Cursos ds de v e r a n o ) . — interior

Por esa ley — que es la que actualmente está en vigor, se disponía ¡o siguiente: Árt.° i. 0 . — Créanse los juegos atléticos anuales a los que son llamados todos los habitantes del país, 110 profesionales. Art.° 2. 0 . — Destínase la cantidad de cincuenta mil pesos anuales para el fomento de la educación física en el país, establecimientos de campos populares de juego e insti-


O tución de premios para los vencedores en los concursos anuales. Art." 3. 0 . — Créase la Comisión Nacional de Educación Física.

{¡fino c/cf <r

dcfCb/i/er/arvo Upucjuayz

Art.° 8.". — La Comisión de Educación Física dictará su propio reglamento y elegirá su presidente. Art.° 9.® — El Poder Ejecutivo reglamentará la presente lev. El día 28 del mismo mes y año en que la ley fué sancionada, el Poder Ejecutivo resolvió constituir la primer Comisión Nacional de Educación Fisica, designando para componerla a las siguientes perdonas: • Rector de la Universidad, Dr. Eduardo Brito del Pino ; Inspector Nacional de Instrucción Primaria, Dr. Abel J . P é r e z ; Presidente del Consejo Nacional de Higiene. Dr. Alfredo Vidal y Fuentes; Director de la Academia General Militar, Coronel Alberto Sclnveizer; don Juan A. S m i t h ; don Rodolfo de A r t e a g a ; don Pedro T o w e r s ; don H é c t o r R. Gómez, Presidente de la Liga Uruguaya de Foot-ball; don Carlos Sturzenegger, Presidente de Rovving Club; don Manuel Aubriot, Presidente del Círculo de Armas y don J o s é M. Zamora, Presidente del Touring Club.

La Comisión Nacional y la fusión de los deportes

Cursos intensivos para formación de profesores. (Clase teórica de A n a t o m í a )

Instalada en funciones la C. N. de E F. el 7 de agosto de 1911. apesar de las dificultades inherentes a la orientación de su misión, programa de acción, etc.. se abocó de inmediato a la tarea de prestigiar y alentar diversas iniciativas tendientes a la realización de competencias deportivas en diversas ramas, sin descuidar por ello a los niños ni dejar de lado el estudio de la instalación de plazas de deportes y escuela de natación, centros éstos, que por la importancia y relación que tienen para la mayor lifusión y aprendizaje de los deportes, no podían ser lejados de lado. En ese tren, además del asesoramiento l ó g i c o que aportaron la competencia de sus miembros y personal, recurrió al de aquellas instituciones o personas que se habían destacado en el ambiente local, auspiciando y patrocinando sus iniciativas s e g ú n los casos. Y así empleó y alentó los buenos oficios de la Sociedad de Gimnasia L ' Avenir, del Sporting Club Uruguay y del nadador \r propagandista de ese deporte Amador Franco, quien luego fundó el Club de Natación Neptuno, a quienes p u e d e atribuirse todo el génesis y adelanto de las respectivas ramas de MIS especialidades. Implantó la instalación de gimnasios populares, contratando la cooperación de la Sociedad L'Avenir y luego del Club Nacional de F. y en lo que

Dicha Comisión será nombrada por el Poder E j e c u tivo y estará bajo la superintendencia de dicho Poder y sus miembros serán honorarios, durarán dos años en el desempeño de sus funciones y podrán ser reelectos. Art.° 4. 0 . — S e r á n miembros natos de esa Comisión, el Rector de la Universidad, el Inspector Nacional de Instrucción Pública, el Presidente del Consej o Nacional de Higiene y el Director de la Escuela Militar. Se integrará esa comisión hasta el número de once con las personas que el Poder Ejecutivo designe. Art.° 5 ® . — E s t a r á a cargo de la Comisión Nacional de Educación Física la administración e inversión de los fondos que por esta ley se le asignan, los Cursos intensivos para la formación de profesores de E . F . — Clase teórica al aire libre que obtuviere del concurso popular o privado, y los que por otro arbitrio cualquiera pusiera a su disposición para ios propósitos de su establecimiento. Art. 0 6.°. — L a Comisión de Educación Física se consagrará con preferencia y en particular a los siguientes fines: A ) Organizar todo lo referente a los concursos anuales en la República. B ) La formación de asociaciones de cultura física nacional. C) Relacionar las asociaciones nacionales existentes, entre sí y con las extranjeras, unificando la acción y los métodos. D) Publicar revistas especíales y libros de propaganda popular. E ) Fomentar la fundación de plazas de juego, gimnasios, baños públicos y stands de tiro. F ) Recabar de las autoridades, de las corporaciones y de los particulares, asignaciones de fondos, donativos y otros recursos para impulsar la cultura física en el país. G ) Organizar conferencias públicas en los establecimientos nacionales, para los padres de familia, sobre higiene infantil. TI) Combatir las causas de deterioro físico, en la infancia v juventud, de todas las clases sociales. I ) Proyectar un plan racional de educación física obligatoria en las escuelas de instrucción primaria y en los establecimientos de instrucción secundaria. Art.° /.". — La Comisión de Educación Fisica queda autorizada para proponer al Poder Ejecutivo las medidas que crea más convenientes para el mejor cumplimiento de su misión. Vista parcial de una plaza. — A l u m n o s practicando juegos d i conjunto


fiSro c/ef¿

c/oí

CeJifei/crr/G Upu(jua

Natación. — E s t e deporte y su a n e x o el w a t e r - p o l o , vieron en el r e s p e c t a a la n a t a c i ó n , s i g u i ó el m i s m o p r o c e d i m i e n t o p a r a cl Club, forma. e r del año, su p r i m e r c o n c u r s o o r g a n i z a d o en de N a t a c i ó n X e p t u n o ; a c o r d a n d o a d e m á s una subvención al S p o r t i n g \ño 1 9 1 4 : — Atletismo. P a t r o c i n ó la p r u e b a d e n o m i n a d a " C o l i C . U r u g u a y , e n m é r i t o de s u s e s f u e r z o s p r o - a t l e t i s m o , go del Atleta C o m p l e t o " , que por el m é t o d o I l e b e r t , o r g a n i z o con C o n c r e t a n d o cn c i f r a s la c o o p e r a c i ó n p r e s t a d a en e s t e periodo c a r a c t e r nacional en p o r la C. X . de E . F . su c a m p o de d e p o r t e s a los d e p o r t e s , puede el S p o r t i n g C. U . E11 f o r m a r s e el s i g u i e n t e cooperación con la cuadro, que dará una C. Municipal de F i e s i d e a a p r o x i m a d a de tas y esta misma enella: tidad, patrocinó y o r g a n i z ó un t o r n e o A ñ o iqi i : — Ausi n t e r n a c i o n a l , que se pició c a r r e r a s diverrealizó en el P r a d o . s a s de a t l e t i s m o y ciT a m b i é n auspició la c l i s m o . a q u e l l a s , prec o n c u r r e n c i a de 11110 f e r e n t e m e n t e de f o n de los m e j o r e s c o r r e do. e igual p a t r o c i n i o dores de fondo del prestó a una d . m o s país a 1111 t o r n e o intración V concurso ternacional celebrado p a r a n i ñ o s de e s c u e en B u e 11 o s A i r e s . las, en la cual i n t e r Concedió además vinieron a l r e d e d o r de premios para unas d o s m i l l a r e s de ellos pruebas que o r g a n i A ñ o 1 9 1 2 : — Atlezó el T o u r i n g C. U . tismo. O r g a n i z ó un gran t o r n e o atlético Ciclismo. — Dió n a c i o n a l , e f e c t u a d o en su a p o y o a la verifiel P a r q u e C e n t r a l , p a caciói de carreras trocinando además a que o r g a n i z ó el T o u g u n a s p r u e b a s de r i n g C. U . (E11 e s t e f o n d o organizadas Un equipo de Basket B a l l que intervino en la disputa de los últimos campeonatos nacionales año se c o n s t i t u y e la p o r la S u b - C o m i s i ó n Federación Nacional de A t l e t i s m o del T o u de e s t e d e p o r t e ) . ring C. U. y a n e x ó a Natación. — Reaquel t o r n e o u n o Ínc o g i e n d o los f r u t o s ter - escolar. de la preparación de Equitación. — O r temperadas anteriog a n i z ó un i m p o r t a n t e res, o r g a n i z ó uno de raid c í v i c o - m i l i t a r . los m á s lucidos c o n Gimnasia, Lucha, c u r s o s que han tenietc. — A u s p i c i ó un do l u g a r en el país. torneo que organizó En el c o r r e r del m i s la S o c i e d a d L ' A v e n i r . mo año, instituyó Tennis. — Patrop r e m i o s p a r a la p r u e c i n ó la v e r i f i c a c i ó n de ba de la T r a v e s í a de 1111 c o n c u r s o n a c i o n a l . la B a h í a , o r g a n i z a d a Plazas de Deporp o r el Club N e p t u n o . tes y Escuelas de NaRemo. — Donó tación. — E s t a b l e c i ó los p r e m i o s para un la d e f i n i c i ó n y f i n a t o r n e o que o r g a n i z ó lidad de a q u e l l a s , h a la U . de R e m e r o s del c i e n d o las g e s t i o n e s Uruguay. e iniciando trabajos p a r a la c o n s t r u c c i ó n La Federación Dede la P l a z a de D e Demostración de ejercicios calisténiccs en una de las plazas de deportes de la Capital portiva Uruguaya p o r t e s S." 1. I n s t i t u y ó la E s c u e l a de N a E11 1914 de a c u e r tación. do con lo e s t a b l e c i d o Año 1 9 1 3 : ~ Atlep o r uno de los incitismo. O r g a n i z ó un sos de sus E s t a t u t o s , gran concurso naciola Comisión N a c i o n a l nal. cn el cual se disde E d u c a c i ó n F í s i c a p u t ó p o r vez p r i m e r e c o n o c i ó la c o n v e ra en el U r u g u a y un niencia de a g r u p a r a t r o f e o de c o n j u n t o , las i n s t i t u c i o n e s deque fué c o n q u i s t a c o p o r t i v a s del p a í s , a o o r mucha ventaja e f e c t o s de unificar por el S p o r t i n g C . U . métodos, reglamenConjuntamente c o n taciones y acción. En las p r u e b a s p a r a adulel p r i m e r momento t o s , r e a l i z ó en el m i s se p e n s ó s o l a m e n t e mo Parque Central en las instituciones 1111 t o r n e o i n t e r - e s c o q u e practicaban e 1 lar, q u e a s u m i ó briatletismo, pero luego llantes proporciones. se j u z g ó c o n v e n i e n t e E n el s e g u n d o s e m e s dar m a y o r amplitud t r e de ese a ñ o , a u s a la idea y c o n s t i t u i r pició la v e r i f i c a c i ó n una v e r d a d e r a c o n f e de u n a prueba i n t e r deración de d e p o r t e s . nacional d e a t l e t i s L a iniciativa se llevó mo, c o n s i s t e n t e en 1111 a la p r á c t i c a y en Cross-Countrv, orgam a r z o de 1915 se venizado por el S p o r rificó la p r i m e r a reut i n g C. U . T a m b i é n nión de d e l e g a d o s de Grupo de alumnas de una de las pfazas de deportes de Montevideo a c o r d ó el envío de 11:1 esas instituciones, cug r u p o d e a t l e t a s a un y a l a b o r dió f r u t o l u e g o con la constitución de la F e d e r a c i ó n D e p o r t o r n e o i n t e r n a c i o n a l e f e c t u a d o en el R o s a r i o de S a n t a E é , a los c u a tiva del U r u g u a y . E s t a entidad se a b o c ó de i n m e d i a t o al e s t u d i o de les c u p o d e s t a c a d a a c t u a c i ó n . sus r e g l a m e n t a c i o n e s y o r g a n i z a c i ó n , funcionando b a j o la s u p e r i n t e n Equitación. — A u s p i c i ó la c e l e b r a c i ó n de la p r u e b a d e n o m i n a d a dencia del I n s t i t u t o Oficial que la c r e a r a . E s t o s t r a b a j o s p r e l i m i n a r e s Paper-Hunt.

l


7£ro c/cf deff Vpucjua¿yo

Un partido por el Campeonato Nacional de Basket B a l l

y la falta de recursos, por cuanto la Comisión Nacional pasaba en esos momentos por un trance difícil de su vida financiera, hicieron que recién en 1916, tras de una reorganización interna, entrara de lleno en una verdadera actitud eficiente. En ese intervalo, confeccionó su reglamentación general, así cc >1110 la particular de cada deporte, tomando a tal efecto o adaptando las reglamentaciones y leyes de juegos internacionales. Su base de constitución corporativa era ia siguiente: la dirección central estaba a cargo de un Consejo Directivo, al cual se afiliaban las sociedades o agrupaciones que así lo desearan y estuvieran dentro de las condiciones requeridas. Dichas sociedades indicaban en que deportes deseaban participar sus afiliados, designando 1111 delegado para cada uno de ellos. La agrupación de estos de'egados por deportes, constituía una Unión afiliada, nombre que se aplicó en general para uniformarlos. Cada Unión designaba un representante al Consejo Directivo, que además de ellos, se integraba con representantes de la C. N. 'le E. F . y personas neutrales. Facilitaba la implantación de nuevos deportes el hecho de que si una Institución afiliada deseaba practicarlos, aunque fuera la única, siempre que contara con un número prudencial de cultores, se constituía en dirigente reconocida de tal deporte, hasta tanto 110 se uniera alguna otra interesada, en cuyo caso se integraba el cuerpo dirigente de la Unión respectiva en la forma preestablecida. E n los casos en que las Uniones descuidaran la organización de torneos, la Comisión se encargaba de programar os. En 1916, habiendo logrado la Comisión Nacional que los poderes públicos reconocieran como campeones nacionales a los que surgieran de los concursos que organizara la Federación Deportiva, ésta dió comienzo a la verificación de sus torneos bajo los auspicios y contando con la franca ayuda de aquel Instituto. Además de estos certámenes de carácter naciona!, la Federación organizaba torneos de carácter federal (preparatorios, de novicios y perdedores, etc.) en cada deporte. Por 110 entrar en detalles que ocuparían un espacio que 110 encuadra con el disponible en esta ocasión, hacemos solamente especificación global de la trascendental labor realizada. Por eso nos limitamos a dar una idea del funcionamiento general de esta corporación, s i 11 analizar las incidencias particulares de cada año. Continuando con este procedimiento en lo que toca a los deportes regidos, — de los cuales la gran mayoría eran desconocidos en el país y mucho menos reglamentados, — anotamos los siguientes; en los cuales se constituyó o reconoció institución dirigente que organizó torneos: Atletismo, Basket - ba'l, B o x . Ciclismo, Esgrima. Gimnasia, Hipismo, Lucha, Motociclismo, Natación, Remo, Skating, Tennis, Tiro. Volley ball y Yachting. Además se reconoció a la dirigente de Base - ball, b i e n que esta no llegó a verificar

torneo alguno. En lo que respecta a las afiliaciones directas de Instituciones, se agruparon en esta Federación la casi totalidad de las más caracterizadas dentro del ambiente deportivo nacional. Por las anotaciones sintéticas hechas, puede colegirse fácilmente la capital importancia que este período tuvo para la parte que dentro de su cometido consagra la Comisión Nacional de Educación Física a los deportes de competición: agrupación de las instituciones deportivas nacionales, coordinando sus esfuerzos, hasta entonces aislados, — hacia una misma finalidad; unificación de reglamentaciones y sistemas; introducción y vulgarización de rna serie de deportes desconocidos o no accesibles a las masas; consagración de los torneos máximos con los títulos de campeones nacionales, para los ganadores, refrendados y valorizados por los Poderes Públicos, etc.; todo ello fué alcanzado con la franca y decidida ayuda prestada por la Comisión Nacional en todo terreno de los abarcados por la acción de dicha Federación, cuyos1 dirigentes, justo es decirlo, estuvieron a la altura de la misión transcendental que emprendieran. Otras actividades. — Además de los torneos ya citados, que se efectuaron por organización directa de la Federación Deportiva, en el período de gestación de ésta, la C. N. organizó de por sí una serie de carreras de atletismo, libres, para perdedores y novicios, periódicamente y durante un semestre, a comienzos del año 1915. E n el segundo semestre de este mismo año, con motivo de la inauguración de la Kaza de Deportes N.° 3. conjuntamente con aquella entidad, organizó 1111 festival en dicha plaza, que abarcaba la gran mayoría de los deportes que regía la Federación, muchos de los cuales era dado ver por primera vez al público. En i<ji8 dió gran incremento a la formación de clubs en las plazas de deportes con lo que favoreció con un gran impulso la marcha de la cultura física, despertando plausible emulación entre profesores y discípulos. Envió 1111 grupo de éstos a fines del mismo año, a participar de un torneo internacional sudamericano de atletismo realizado en Buenos Aires, cuyo mejor resultado práctico fué la consecuencia que trajo aparejada, de la fundación de la Confederación Sudamericana de este deporte. También intervinieron all'\ elementos representativos de clubs afiliados a la Federación, si bien sin representación oficial de ésta, para lo c u a l cooperó también la Comisión Nacional.

La acción autónoma de las Uniones Sociales

Llegada

d:

una

carrera

de

A mediados del año 1918, la Comisión Nacional de E. F . creyó llegado el momento en que los deportes deberían llevar u 11 a marcha completamente autónoma, por haber alcanzado a un grado de desarrollo en el que quizás era inconveniente y despertaría


JQF

O

ÍÍBPO

c/e/V

c/c'f

C e n f e n c r r v b

iSrusJucryo

H a c o n t r i b u i d o la Comisión r e s i s t e n c i a s la i n g e r e n c i a de Nacional de E d u c a c i ó n F í s i c a un o r g a n i s m o c e n t r a l q u e rea la participación y d e s a r r o l l o s u m i e r a los p o d e r e s a d m i n i s de los s i g u i e n t e s : t r a t i v o s de c a d a u n o de ellos Atletismo. — E n 1919 en y los r e p r e s e n t a t i v o s de su el U r u g u a y , en 1920 en S a n totalidad. t i a g o de Chile, 1922, J u e g o s S e n t a d o ese princiL a t i n o - a m e r i c a n o s realizados pio de a c c i ó n , t r a s de v a r i a s en R í o de J a n e i r o y en B u e n o s a l t e r n a t i v a s y c a m b i o s de ideas A i r e s . T a m b i é n c o n t r i b u y ó a la e n t r e d i r i g e n t e s de a m b a s e n verificación del Campeonato t i d a d e s , el C o n s e j o D i r e c t i v o del R í o de la P l a t a , de e s t e de la F e d e r a c i ó n Deportiva d e p o r t e v e r i f i c a d o en M o n t e p l a n t e ó el c a s o a la A s a m b l e a video en 1925. de d e l e g a d o s de e s t a I n s t i t u Box. — E11 1919 en M o n c i ó n la q u e , a c o r d ó su disolutevideo, en 1921 en B u e n o s ción. quedando cada deporte A i r e s ; en 1922, J u e g o s L a t i e n t r e g a d o a sus p r o p i a s fuern o - A m e r i c a n o s del B r a s i l ; en zas y o r g a n i z a c i ó n , c o n t a n d o 1924, en S a n t i a g o de Chile. siempre con el a p o y o de la C o m o se han c i t a d o los N a c i o n a l , que é s t a les g a r a n J u e g o s Latino - Americanos tizó p o r p a c t o c e l e b r a d o con del B r a s i l , h a y que h a c e r nodicho C o n s e j o p r e v i a m e n t e a t a r que la C o m i s i ó n N a c i o n a l su disolución. E s p o r e l l o que de E d u c a c i ó n F í s i c a con la la C . N . de E . F . les f a c i l i t a participación t é c n i c a de las t o d o lo p e r t i n e n t e a a s e g u r a r Federaciones reconocidas, orel buen f u n c i o n a m i e n t o de sus ganizó la c o n c u r r e n c i a de u n a s e c r e t a r í a s , t e n i e n d o e n t r e su Desfile de los alumnos de una plaza durante un festival delegación a d i c h o c e r t á m e n , personal una s e c c i ó n que participando así en los dia t i e n d e los s e r v i c i o s de c o v e r s o s j u e g o s que a b a r c a b a . E n el B a s k e t - ball n o se ha l l e g a d o r r e s p o n d e n c i a y o r g a n i z a c i ó n g e n e r a l . C o m o a n e x o al a c u e r d o aludido, todavía a la realización de un t o r n e o b a j o los auspicios de la citada la C o m i s i ó n N a c i o n a l r e c o n o c i ó a d i v e r s a s E n t i d a d e s p o r d i r i g e n t e s Confederación, que y a ha celebrado C o n g r e s o s p r e l i m i n a r e s que la de los d i v e r s o s d e p o r t e s en el U r u g u a y , i n c o r p o r a n d o l u e g o a ellas h a r á n e q u i p a r a r en b r e v e a las d e m á s similares. la F e d e r a c i ó n U r u g u a y a de B a l ó n , d e p o r t e de r e c i e n t e c r e a c i ó n n a c i o n a l . E n t o t a l las e n t i d a d e s a c t u a l m e n t e r e c o n o c i d a s son las c i A m p l i a n d o su o b r a de difusión de los d e p o r t e s y de c o o p e r a c i ó n g u i e n t e s : F e d e r a c i ó n A t l é t i c a del U r u g u a y , F e d e r a c i ó n U r u g u a y a de fecunda al d e s a r r o l l o de los m i s m o s , la C o m i s i ó n N a c i o n a l , en el a ñ o B a l ó n , U n i ó n de S o c i e d a d e s de B o x del U r u g u a y , F e d e r a c i ó n U r u 1924, p a t r o c i n ó la c o n c u r r e n c i a a las g r a n d e s olimpiadas que se realig u a y a de B a s k e t - hall. F e d e r a c i ó n C i c l i s t a U r u g u a y a , F e d e r a c i ó n zaban en P a r í s , de dos equipos, uno de e s g r i m i s t a s y o t r o de b o x e a d o U r u g u a y a d e E s g r i m a . A s o c i a c i ó n U r u g u a y a de F o o t - b a l l , F e d e r a c i ó n res, que tuvieron en ese c e r t a m e n d e s t a c a d í s i m a a c t u a c i ó n , a p e s a r de G i m n á s t i c a del U r u g u a y , U n i ó n de S o c i e d a d e s de L u c h a , F e d e r a c i ó n la p r e m u r a con que se r e a l i z ó el v i a j e y del limitado t i e m p o de que U . de N a t a c i ó n , F e d e r a c i ó n U r u g u a y a de R e m o , F e d e r a c i ó n U . de dispusieron los r e p r e s e n t a n t e s del U r u g u a y para p r e p a r a r s e c o n v e P a t í n , U n i ó n de S o c i e d a d e s de T e n n i s del U r u g u a y . F e d e r a c i ó n U . n i e n t e m e n t e , una vez que hubieran llegado a la capital f r a n c e s a . de V o l l e y - ball y Y a c h t C. LT. X o e x i s t i e n d o i n s t i t u c i ó n d e p o r t i v a que a s u m i e r a la r e p r e s e n t a c i ó n de las s o c i e d a d e s de t i r o de vida a c t i v a en Las Plazas de Deportes el país, la C. N a c i o n a l , c o n f i ó la o r g a n i z a c i ó n de los C a m p e o n a t o s N a c i o n a l e s de T i r o a una S u b - C o m i s i ó n e s p e c i a l , d e l e g a d a a tal e f e c t o . Iniciadas las actividades de la C o m i s i ó n N a c i o n a l de E d u c a c i ó n F í s i c a , a raiz de su instalación en el a ñ o 1911, u n a de las p r i m e r a s S e g ú n puede c o m p r o b a r s e por !a e n u m e r a c i ó n q u e p r e c e d e , n o p r e o c u p a c i o n e s de los m i e m b r o s que la c o n s t i t u y e r o n , fué la de inshan c o n t i n u a d o f u n c i o n a n d o , de las filiadas a la F e d e r a c i ó n D e p o r t a l a r en el país las plazas de deportes. H a s t a ese e n t o n c e s si bien tiva, las U n i o n e s de B a s e - b a l l . H i p i s m o y M o t o c i c l i s m o y han e x i s t í a n en la capital y sus alrededores a l g u n o s c a m p o s de j u e g o , p a r a l i z a d o a d e m á s s u s a c t i v i d a d e s las d i r i g e n t e s r e c o n o c i d a s de é s t o s h a b í a n sido prq^arados respondiendo al c r i t e r i o u n i l a t e r a l de las G i m n a s i a y de L u c h a . i n s t i t u c i o n e s p a r t i c u l a r e s a que p e r t e n e c í a n y, en g e n e r a l , s o l a m e n t e T a m b i é n se e x t i e n d e la ayuda de la C o m i s i ó n N a c i o n a l a los e r a n a p t o s p a r a la p r á c t i c a del foot - ball, del t e n n i s y del c r i c k e t . I n s t i t u t o s de c a r á c t e r i n t e r n a c i o n a l q u e así lo s o l i c i t a n , por i n t e r n i f ' i o de los d i r i g e n t e s del d e p o r t e r e s p e c t i v o . A c t u a l m e n t e se han c o n s t i L a C o m i s i ó n N a c i o n a l prescindió e n t o n c e s de los c a m p o s de t u i d o en e s t a p a r t e del c o n t i n e n t e una s e r i e de C o n f e d e r a c i o n e s de f o o t b a l l e x i s t e n t e s y a con b a s t a n t e profusión y p r o g r a m ó la i n s t a l a d e p o r t e s , c a d a u n a de las c u a l e s c u e n t a c o n una O f i c i n a P e r m a n e n t e , ción de plazas que, comprendiendo una p a r t e destinada a solaz de los que le sirve de e j e de f u n c i o n a m i e n t o . A d e m á s de la de la C o n f e d e n i ñ o s en la que se c o l o c a r o n a p a r a t o s para d i s t r a c c i o n e s i n f a n t i l e s ; r a c i ó n S u d a m e r i c a n a de F o o t - ball, a la cual a l c a n z a t a m b i é n en lo h a m a c a s , balancines, " t o b b o g a n " , a r g o l l a s , e s c a l e r a s , etc., t u v i e r a o t r a q u e a n t e s se d i j o s o b r e f u n c i o n a m i e n t o a u t ó n o m o de los d e m á s d e s t i n a d a a los e j e r c i c i o s físicos de los m a y o r e s . C o n s t r u y é r o n s e así, d e p o r t e s , se han f o r m a d o las s i g u i e n t e s C o n f e d e r a c i o n e s S u d a m e r i d e n t r o de la m i s m a , c a n c h a de tennis, de b a s k e t ball, de v o l l e y - b a l l y c a n a s ; de A t l e t i s m o , de B a s k e t - B a l l , de B o x y de C i c l i s m o . L a s dos 1111 s e c t o r para a p a r a t o s g i m n á s t i c o s . S e p r o v e y ó a d e m á s a c a d a p r i m e r a s t i e n e n su o f i c i n a p e r m a n e n t e en M o n t e v i d e o ; la t e r c e r a , en plaza de locales para cl v e s t u a r i o y de instalaciones de b a ñ o s f r í o s y B u e n o s A i r e s , l u e g o de h a calientes, a fin de que los que b e r s e iniciado en M o n t e v i d e o . participaran de los e j e r c i c i o s E n c u a n t o a la de c i c l i s m o , los realizados b a j o la dirección del p a í s e s c o n f e d e r a d o s han declam a e s t r o de la plaza, pudieran r a d o q u e n o es n e c e s a r i a e s a cumplir con todos los p r e c e p agrupación, por cuanto todos tos higiénicos. ellos e s t á n a f i l i a d o s a la U n i ó n L a p r i m e r plaza de e s t a Ciclista Internacional. Presta índole se instaló en la Capital, t a m b i é n la C . N . de E . F . su en t e r r e n o s p r ó x i m o s al p u e r c o o p e r a c i ó n a las a f i l i a c i o n e s to, m i e n t r a s se p r o g r a m a b a s i m i l a r e s a la c i t a d a en ú l t i m o la instalación de o t r a s nuevas, término. t a n t o en la localidad c o m o en el i n t e r i o r . E n dichas C o n f e d e r a c i o n e s se e n c u e n t r a n a g r u p a d o s los siE l impulso dado a e s a inisiguientes p a í s e s Sudameciativa ha ido en c r e c i e n t e aucanos: mento, e x i s t i e n d o en la a c t u a Atletismo. — Argentina. lidad, diseminadas en el país, B r a s i l , Chile, P a r a g u a y , P e r ú y en pleno funcionamiento, y Uruguay. c u a r e n t a y seis de e s a s plazas, Basket - Ball. — A r g e n t i siete de las c u a l e s c o r r e s p o n na, Chile y U r u g u a y . den a la capital y las t r e i n t a Box. — A r g e n t i n a , Chile, y nueve r e s t a n t e s a o t r a s loBrasil, Perú, Ecuador y U r u calidades de la República. guay. A d e m á s e s t á n , en construcCada una de e s t a s C o n f e ción o p r ó x i m a s a c o n s t r u i r s e , d e r a c i o n e s o r g a n i z a periódicaveintidós plazas m á s . m e n t e y con r o t a c i ó n de sede. E l plan de acción de la Campeonatos Sudamericanos. Un partido de tennis en una de las plazas Comisión Nacional, c o m p r e n -


L,-

f i £ r o o f c / V

d e f

Cen/enar/o

uruguayo

aquella entidad proyectara todo lo tendiente a la realización de un amplio programa de cultura física que, respondiendo a las exigencias de los programas de enseñanza secundaria y preparatoria estuviera más en consonancia con las tendencias actuales y pedagógicas que rigen en la materia. Encargándose de esa misión, la Comisión Nacional comenzó por proyectar una serie de reformas a introducirse en el local del Gimnasio que lo hicieran apto para las funciones que debían llenar.

Desfile de alumnos de las plazas de deportes en el Parque de

de ahora la instalación de 88 plazas más, hasta completar así el número de 156 en todo el territorio de la República. F.n el plano cine acompaña a esta síntesis descriptiva podrá verse la ubicación tanto de las plazas existentes como de las proyectadas o en construcción y de las que abarca el programa de futuro.

La pista de atletismo Al llegar el año 1917 y debiendo realizarse en Montevideo el Campeonato Sud Americano de Foot-ball, la Comisión Nacional de Educación Física emprendió la construcción — en los terrenos del Parque Central, de propiedad municipal, que pasó más tarde a denominarse Parque de los Aliados — de un campo de juego con instalaciones capaces para contener una concurrencia de cuarenta mil espectadores, que fueron aproximadamente los que asistieron a la prueba final de ese certámen. Las instalaciones tuvieron carácter provisorio y una vez terminado el torneo, se procedió a su inmediata demolición, esta vez con carácter definitivo, para construir en el mismo terreno una pista de atletismo, de acuerdo con las modernas exigencias que rigen en la materia. En esa pista se han disputado todos los campeonatos nacionales de ese deporte que anualmente organizan la Federación Atlética, los campeonatos internos de clubs y las competencias internacionales Sud-Americanas cuando su sede ha correspondido a Montevideo. Actualmente la Comisión Nacional proyecta con la cooperación del Municipio, la construcción de 1111 amplio estadio en ese mismo paraje, destinado a llenar una necesidad sentida.

La Revista Uruguay - Sport Al iniciarse el año 1917, y estando la Comisión Nacional de Educación Física abocada a la construcción del gran field donde debió desarrollarse el campeonato Sud-americano de football de ese año, se resolvió patrocinar la aparición de un periódico que, al mismo tiempo que realizara una amplia propaganda tendiente al mayor éxito de este torneo, destinara especial dedicación a los diversos deportes infundiendo en el público la afición por la cultura fisica en general. En ese periódico, que se denominó "Uruguay-Sport", cuya dirección fué confiada al miembro de la Comisión Nacional Dr. Francisco Ghigliani y la jefatura de redacción al Sr. Manlio Vítale d'Amico, colaboraron casi todos cuantos en la prensa diaria venían ocupándose de las cuestiones deportivas.

Esas reformas termináronse al final de mayo de i<)24, y e¿i el mes sub-siguiente, la Comisión Nacional emprendió de inmediato sus tareas. A ese efecto se realizó previamente, por los técnicos de la institución, un examen físico-médico de los estudiantes para determinar las condiciones de cada uno y su capacidad para los ejercicios corporales. Ese examen, dada la cantidad de alumlos Aliados nos y la absoluta ausencia de antecedentes, duró todo ese mes, el subsiguiente y parte así la ficha médico - antropométrica de cada uno de los estudiantes, clasificándose luego los alumnos, de acuerdo con los resultados obtenidos. Todos aquellos estudiantes a quienes se les encontró algún defecto físico u orgánico y para quienes los facultativos recomendaron ejercicios especiales, fueron objeto de un nuevo examen, a fin de poderse determinar, con toda la precisión posible, la índole de gimnasia que deberán practicar para corregir sus defectos. Ese nuevo examen también se realizó con aquellos estudiantes que en el primero mostraron síntomas de afecciones cardio-vasculares, pulmonares o de otra índole. Esos exámenes alcanzaron solamente a la mayoría de los alumnos reglamentados de la Sección Central y de los Liceos " J o s é E. Rodó" y "Héctor Miranda" y a 201 estudiantes de preparatorios. Dado lo avanzado del año escolar no pudo llegarse a la revisión médica de todos los alumnos, lo que se realizó en cambio, disponiéndose ya de tiempo y de una gran suma de antecedentes, en mérito a lo obrado en el período anterior, en el año escolar de 1925. Con todo, la labor del personal médico de la Comisión, alcanzó en 1924, a 1869 alumnos, de los que 130 eran mujeres concurrentes a los establecimientos ya mencionados, ya que las .de la sección Femenina recién fueron sometidas en 1925 a la revisión facultativa. Como resultado de ese análisis de capacidades, 7 niñas y 95 varones fueron exonerados de concurrir a los cursos de educación física, mientras que, para 28 varones y 8 mujeres se dictaron clases de gimnasia especial, tendientes a modificar malformaciones osteo-articulares o a contemplar deformaciones orgánicas no corregibles. Por último, 33 varones y 3 niñas fueron separados en dos cursos de gimnasia reducidos, por no poseer un organismo suficientemente resistente o desarrollado para las clases generales de educación física. La conveniencia de esos exámenes médico-antropométricos ya se puso de manifiesto — según lo informó oportunamente a la Comisión el Director de la Oficina Médica Dr. J o s é Faravelli Musante — en ese primer año de ensayo. El porcentaje de estudiantes con lesiones orgánicas y hasta con enfermedades en pleno período de estado, que ignoraban absolutamente su dolencia, fué bastante crecido. Hernias inginales. ectópias testiculares, varicoceles. amígdalas, ipertrofiadas, escoliosis, congestiones pulmunares febriles, y, en el terreno de la sección Odontológica, caries y malformaciones, fueron verda-

Terminado el certámen footballístico arriba mencionado, se resolvió suspender la aparición de ese órgano de publicidad, sustituyéndolo por creerlo más conveniente, con una revista mensual que sintetizara oficialmente todas las actividades de la Comisión y de las instituciones a ella afiliadas. Esa revista, que continuó luciendo el nombre primitivo de "Uruguay-Sport", ha llegado en la actualidad a ser un registro completo y definitivo de la acción que, sobre educación fisica, se desarrolla en todo el país.

La Educación Física Universitaria Ampliando los cometidos de la Comisión Nacional de Educación Física y reconociendo las capacidades directrices de la misma, las autoridades universitarias resolvieron, al llegar el año 1923, encomendar a

Parque de los Aliados. — Vista parcial tomada en un festival en qu» participaron alumnos de varias plazas de deportes de la Capital


deros descubrimientos de los exámenes realizados. Denuncian además, las fichas médico-antropométricas, una serie de detalles sumamente interesantes, algunos de los cuales que se refieren a los 1.529 alumnos varones de enseñanza secundaria, reseñamos a continuación: EDAD DE LOS

ANTECEDENTES

ESTUDIANTES

DE

Mal»*

LOS

ESTUDIANTES

I.'

Itejmlarea Bunios

1.3t>2

1.'.:»»

Total

Sanos con enfermedades

leves

Total ESTIMULANTES OPERACIONES

l'rartican

deportes football deportes

QUE

. .

. .

. .

a l ' o b o l (vino, verm ) . . . c a f é . t í , mate Kttudlaiites que no toman . . . . Total

1.1U8 1 .'«2 a

INGIEREN

Toman

1 -'tr. 1. r.29

Xo

.

.

.

.

.

1«» «•»» "*»<> 1 • 52»

TABACO

móIo

practican

Las clases del año 1924 se iniciaron el l.° de junio y, dado lo avanzado del año escolar, así como las exigencias del programa de instalaciones que aún no había podido ser cumplido en su casi totalidad, correspondieron solaI I I B I I M U I F • % UN

I

J

M

reservándose para los cursos de 1925 extenderlos, como se hizo, a toda la población estudiantil. La actividad de 1 a s clases, iniciadas algunas de ellas en el gimnasio universitario y las restantes en la Plaza de Deportes X." i, de la Capital, tendieron siempre a la obtención de la salud, recreación, eficiencia y cultivo del carácter. El ciclo correspondiente alas clases fué dividido en dos períodos principales, uno que correspondió a los ejercicios calisténicos y el otro a los j u e g o s. Tambi��n se dedicó a l g ú n tiempo a la práctica de carreras y marchas de conjunto. Además d e 1 r h m m h h h h h trabajo de r u t i n a diaria, se llevaron a D e m o s t r a c i ó n de box durante un m a t c h cabo dos campeonatos de teams, uno de basket - ball v» o t r o de volley - ball, en los cuales tomaron parte equipos de la Sección de Enseñanza Secundaria y de los Liceos " J o s é Enrique R o d ó " v " H é c t o r Miranda". Más amplia v fecunda es la acción que ha venido desarrollándose en 1025. E n la misma forma que en 1924. se procedió oportunamente — y esta vez con tiempo — a l examen físico - médico de los alumnos. Se examinaron todos aquellos estudiantes que ingresaron en 1925 en las aulas universitarias, "así como también todos aquellos, procedentes de los colegios habilitados o de los Liceos del interior que se matricularon para continuar sus estudios preparatorios. El total de los nuevos exámenes físico - médicos fué de 1254. habiendo realizado este trabajo todo el personal de la Oficina Medica. los instructores, maestros y aspirantes al Cuerpo ensenante de la Comisión Nacional. •De los nuevos examinados — pués se utilizaron las fichas obtenidas el año anterior — 5 1 fueron declarados 110 aptos para la práctica de los ejercicios físicos durante el período que corresponde al año 1925; 37 fueron incluidos en las clases de gimnasia correctiva y 36 en la de gimnasia disminuida Con el núcleo de alumnos aptos, estableciéronse 15 c'ases que funcionan en el local del gimnasio universitario, 5 clases en la Plaza de Deportes N." 1 y dos clases en la Plaza de Deportes X." 2. Contemporáneamente, se inauguraron los cursos de educación física en todos los Liceos Departamentales.

Las actividades en general se han desarrollado normalmente, habiendo cooperado en la labor efectuada los instructores universitarios Sres. Luis A. Langón, Máximo Torres. Santiago 1). Araújo, Silvio Sierra López. E . Cervetti Mitre y Anselmo Rossi. en las clases que se dictan en el gimnasio universitario y los profesores Sres. Roberto Moresco. Virgilio Cardoso, Raúl V. Blanco, Guzman R. Zás Castro v losé Amejeiras en las clases que se realizan en las Plazas deDeportes Nos. 1 v 2. Las clases femeninas están bajo la dirección de las Stas. María E . Jardín. Filomena Brunengo y Diez. Leonor Mac Coll y Sras. María E . Arias de Roberti y Elbia C. de Vargas. El programa de actividades (pie en esas clases se realizan, de acuerdo con las instrucciones impartidas por el director técnico de la Comisión Nacional Sr. Julio J . Rodríguez, es el siguiente: 1. — Un comienzo gradual, haciendo actuar los músculos accesorios o más chicos, o lentamente las grandes masas musculares. 2. — Aumento de intensidad. 3. — Aumento de complejidad. 4. — Obtención de 1111 máximo de intensidad. 5. — Disminución gradual de intensidad. 6. — Recreación y período de expansión. E l trabajo se divide en 4 períodos principales, en los cuales pueden agruparse todas las actividades que es posible realizar. Esos períodos son los siguientes: A ) Formaciones, marchas y carreras de conjunto. Durante este período se tiende especialmente a concentrar la atención de los alumnos y se hacen ejercicios de poca violencia como preparación para los períodos siguientes. E s t o s ejercicios tienen también cierto valor correctivo, especialmente en el porte y siempre d e l ) e 11 hacerse a 1 iniciar 1 a clase. Generalmente se emplean p o c o s segundos en este período. B ) Calistenia. E11 este período e s t á 11 todos aquellos ejercicios que se ejecutan a mano libie y con ciertos aparatos, tales como los manubrios, varas, clavas, etc. Estos ejercicios aumentan considerablemente la respiración y circulación de la sangre. Tienen efectos higiénicos, correlativos y educacionales, de contralor y coord i n a c i ó n neuro muscular. Se emplean mucho las grandes masas musculares, t a n p o c o usadas en la vida diaria. Producen b b grandes efectos sar e a l i z a d o en el P a r q u e de los A l i a d o s ludables para el organismo humano. C) Ejercicios en los aparatos pesados y pruebas atléticas. Durante este período se practican series graduadas de ejercicios fáciles, en los aparatos pesados tales como las paralelas, el caballo, el burro, la barra fija, etc. y ejercicios atléticos también dispuestos en series progresivas, a fin de enseñar la forma y estilo correcto que deben emplearse al practicarlos. Los ejercicios sobre los aparatos son de apoyo o sustentación momentánea y rápida, pués se conocen las graves consecuencias que producen en la articulación del homb.ro y cn los músculos toráxicos, cuando el alumno ejecuta un esfuerzo continuado sin interrupción, apoyado o sustentado por miembros que no son para esos fines. Las pruebas atléticas puede decirse que representan ejercicios puramente naturales, como por ejemplo: el saltar, correr, lanzar 1111 objeto, etc. E n ellas intervienen factores característicos de orden psíquico que los diferencian fundamentalmente de los ejercicios gimnásticos propiamente dichos, porque al practicarlos se experimenta 1111 placer producido por el empleo de antiguas coordinaciones neuro - musculares, que 110 se experimenta generalmente en la práctica de los ejercicios artificiales o gimnásticos. Las pruebas atléticas exigen contralor neuro - muscular, y su práctica proporciona una buena dosis de ejercicios generales que indiscutiblemente tienen gran valor higiénico y saludable para el organismo. Hoy en día en los campos de experimentación avanzada en


p r fáro C/CÍ G

ofc'/V

materia de educación fisica. dan mucha importancia a estos ejerLa Educación Física en los establecimientos cicios atléticos y hasta se ha begado a insinuar que no seria muy de enseñanza primaria difícil que la educación fisica del futuro, se orientara en ese sentido A partir del corriente año de 19.25. la labor di: la Comisión Nay en la práctica de los deportes atléticos. cional de Educación Física cobrará un nuevo y significativo impulso. D ) Recreación y esparcimiento. F.n este período se practican F.n efecto, por mandato de la ley, queda encargada en lo sucesivo de juegos organizados, tales como el basket - ball. base ball. cage ba'.l, la dirección de la cultura fisica. no solamente en los establecimientos etc. y juegos recreativos de los que existen centenares, por ejemplo de enseñanza secundaria y normal y en los dependientes del Consejo del tipo de las "manchas", de los desfiles, en círculo y combinados. de Patronato de Delincuentes y Menores, cuya superintendencia Él tiempo de duración de las clases de educación física es de actualmente ejerce, sino también de todo lo que concierne a esa rama 45 minutos, que se distribuyen densamente de la siguiente manera* de la educación en los establecimientos de instrucción primaria. A ) . — l'ara alumnos antes de la pubertad, (de 12 a 14 a ñ o s ) : A ese respecto ya lia sido p'.aneada por el director técnico de la Período de marchas, 3 minutos; calistenia, lo minutos; aparatos y institución, toda la obra a realizarse y que se pondrá en vias de atletismo, 8 minutos; recreación y esparcimiento, 24 minntos. ejecución d e s d e los coU). — Para alumnos mienzos del año 1926. pubercentes (de 14 a 16 A fin de formular un a ñ o s ) : Período de marprograma científico y racha y evoluciones. 4 micional, se han consideranutos; calistenia, 12 mido, al organizarse 1 o s nutos; aparatos y atlecursos escolares, una setismo, 10 minutos; rerie de detalles, referencreación y esparcimiento, tes a la naturaleza del 19 minutos. T o t a l : 45 miniño que ha de ser somenutos. tido a las prácticas deC). — Para alumnos portivas. después de la pubertad Con tal motivo se ha (de 16 a 18 a ñ o s ) : Petenido en cuenta, en prilíodo de marchas y evomer término, que el niño luciones, 5 minutos; cao la niña ingresa a la eslistenia, 14 minutos; apacuela al llegar a los 6 ratos y atletismo, 12 miaños de edad y debe pernutos ; recreación y esmanecer en ella hasta los parcimiento, 14 minutos. 12 o los 13. es decir, paT o t a l : 45 minutos. sar en las aulas primarias Las clases de los diuno de los periodos más ferentes años se forman importantes de la vida. de acuerdo con las edaApostadero del Yachting Club Uruguayo y edificio del Club Nacional de Regatas En ese período, la des, las condiciones físieducación física escolar se cas y orgánicas de 1 o s ha considerado, en primer término, que tiene que tender a la obtenalumnos. Las actividades (pie en esas clases se realizan, están de ción de las finalidades que deben ser propias de todo plan moderno acuerdo con lo expresado anteriormente, en cuanto a la distribución sobre la materia, que son, en primer término: salud, mejoramiento del tiempo. Esas actividades se disponen en series progresivas, de la energía mental, recreación física y cultivo del carácter. Pero, aumentando la dificultad de ejecución y la complejidad de los ejerademás, 110 hay que descuidar otros objetivos especiales, entre los cicios para cada año superior. que merecen ser citados los siguientes: Las diferentes actividades que se realizan, son las siguientes: a) La corrección de las malas tendencias de la vida escolar, enA) Trabajos en el gimnasio.— i Formaciones gimnásticas, 2 tre las cuales podrían citarse las siguientes: la deformación de la Marchas y evoluciones. 3 Carreras cu masa con figura. 4 Ejercicios columna vertebral producida por los bancos, los efectos de la inaccalisténicos. a) por orden, b) rítmicos, c) con m ú s i c a . — 5 Ejercicios tividad prolongada sobre los órganos de conjunto con a) manubrios, b) vaabdominales y en general sobre el creras, c) clavas. — Ejercicios en los apacimiento y desarrollo normal, etc. ratos pesados, a) paralelas, b) caballo, b) Proporcionar el estimulo necec ) burro, d) barra fija (alta y baja), sario para promover el desarrollo nore) anillas, f) escalera horizontal, g) mal de los órganos vitales y del sisteescalera oblicua, h) escalera vertical, ma neuro-muscular, a fin de obtener i) palo vertical, i) trampolín elástico y dominio corporal y crear hábito del colchones. — 7 Ejercicios en aparatos ejercicio. especiales tales como espaldares suec ) Mejoramiento de las condiciocos. aparatos de Zander, vigas de nes saludables o higiénicas de la escueequilibrios, etc. — 8 Danzas gimnástila, para lo cual tendrían que intervecas y regionales (con y sin música). nir energicamente la Oficina Médica de — J u e g o s en masa (con y sin aparala Comisión Nacional de Educación Fitos). a ) en círculo, b) en línea, c ) tisica y el Cuerpo Medico Escolar, en pos de "manchas", d) tipos combinados. la parte que le fuere pertinente. Así de 10 J u e g o s organizados, a) basket ball, este modo se podrían evitar, prevenir b) volley ball, c) Base ball (indoor). y curar enfermedades, o descubrir ded) newcomb. e) Volley ball gigante, fectos o debilidades orgánicas que enf) serve tis ball, g ) pelota de mano, torpece» e) desarrollo y crecimiento h) field h o c k e y . — 1 1 Ejercicios de normal de los alumnos. defensa personal", a) box, b) lucha, c ) d) Enseñanza teórica y práctica esgrima, d) jiu-jitsu, e t c . — 12 Comde la higiene, por medio de lecciones, petencia en masa. demostraciones, concursos, exhibiciones, R) En el campo atlético o al aire etc. El niño o la niña deben saber colibre. — 1 Todos los ejercicios y jueE l pabellón flotante donde funciona la Escuela de Natación mo se cuida su cuerpo y lo que es pergos nombrados que puedan practicarse nicioso para su organismo y como deal aire libre. — 2 Juegos organizados ben evitarlo. A fin de llenar esos objetivos, los programas formulaque requieran mucho espacio, a ) Football, b) balón, c) base ball (aut dos para el año próximo tienden a conseguir en primer término: bue(loor). — 3 Pruebas y ejercicios atléticos, a) carreras, h) saltos, c) na postura por medio de ejercicios apropiados; disciplina, por melanzamientos. dio de comandos a los cuales liaya que responder de inmediato con Además de este programa, que está ya en vías de franca realienergía y vivacidad; salud por medio de las actividades de las granzación, la Dirección Técnica, ha iniciado el desarrollo de conversades masas musculares y de los ejercicios respiratorios. E s t a s activiciones sobre higiene de las cuales algunas ya realizadas y otras a dades y ejercicios descongestionan el cerebro y refrescan la mente relizarse en el año, abarcan los siguiente puntos: La formación de después de 1111 estudio intenso y prolongado, preparando a los alumhábitos; Como debe tomarse el baño; La higiene personal y pública; nos. para aprovechar mejor las lecciones siguientes. Beneficios que se obtienen practicando los ejercicios físicos; Ei alcohol y el tabaco; La higiene del ejercicio; La dieta y el sentido común, etc. De esta manera el aforismo latino "mens sans in corpore sano" tan antiguo y siempre nuevo, ha entrado en el Uruguay, por obra de la Comisión Nacional de Educación Fisica en el amplio camino de las realizaciones promisoras.

Esos ejercicios se practicarán bajo el contralor del maestro o maestra, en el salón de clases, el cual debeiá ser bien aereado y ventilado, abriendo las ventanas, banderolas o puertas antes de iniciar su ejecución. Respondiendo al segundo objetivo, o sea el que tiende a estimular el desarrollo normal de los órganos vitales y sistema neuro-muscu-


¿Qf/ifao cfef Gmfencrr/o G <3ef¿ —Ü7>v<?uayo la elevación del pensamiento, la cultura del cuerpo que es su envollar. se realizarán e j e r c i c i o s g i m n á s t i c o s y atléticos y j u e g o s selecciotura terrena y que siendo fuerza, vitalidad y energía, logra reunir nados que t a n t o c o m o faciliten la libre expansión de los anhelos y en sí los a t r i b u t e s de la suprema belleza de la raza. de los instintos del niño, tiendan a su crecimiento, a la formación de su c a r á c t e r y a la preparación de un espíritu elevado. P a r a la p r á c t i c a de e s t o s ejercicios y j u e g o s , se destinarán cinLa Educación Física en las cárceles co horas semanales dispuestas a s í : P o r iniciativa del Sr. Gómez Folie, mientras ocupó los c a r g o s a ) 2 h o r a s de ejercicios y j u e g o s hechos b a j o la dirección del de D i r e c t o r de la Cárcel Preventiva y Correcional y de D i r e c t o r inm a e s t r o de educación física en la escuela (plaza de deportes, terreno, terino de la Penitenciaría, se iniciaron, en el año 1923. gestiones patio, e t c . ) o en un local c e r c a n o a la misma. E s t a s dos h o r a s se para dotar a cada uno de los precitados establecimientos de una plaza dividirán en 4 períodos de 30 minutos, para así distribuirlas m e j o r de deportes, para el ejercicio y recreación de los recluidos. durante la semana. L o s ejercicios y j u e g o s serán incluidos en el proLa dirección técnica de la Comisión Nacional confeccionó los g r a m a escolar y su práctica se realizará en h o r a s especialmente derespectivos proyectos, así c o m o el programa de los ejercicios a reaterminadas. durante el tiempo dedicado a recreo, o después del holizarse, adecuados a las circunstancias en que se encuentran los que r a r i o de clase, si e s t o fuera posible. B a j o ningún pretexto se practihan de participar de ellos. carán e j e r c i c i o s y j u e g o s físicos media hora a n t e s y una hora y Designó además a uno de sus maestros, que concurre dos veces media después de las comidas. por semana a esos establecimientos para dirigir los j u e g o s y ejercib ) 3 horas de ejercicios y j u e g o s que podrán ser practicados fuecios que en ellos se realizan. ra del horario escolar y sin la intervención directa del personal de la E s a s dos plazas, ya completamente terminadas, están en la acescuela. A ese e f e c t o podrá aceptarse el t r a b a j o realizado en las tualidad en pleno funcionam ; ento. plazas de deportes o en cualquier institución seria que se dedique a la enseñanza de la educación física. P a r a cumplir el t e r c e r objetivo, o sea el que tiene como finalidad Los^cursos intensivos para la formación de profesores el m e j o r a m i e n t o de las condiciones saludables e higiénicas de la esProsiguiéndose cl plan que fué trazándose paulatinamente desde cuela. el p r o g r a m a a realizarse a b a r c a los siguientes puntos: la fecha de su organización, la Comisión Nacional de Educación F í a ) Confección de la ficha m é d i c o - s a n i t a r i o - a n t r o p o m é t r i c a . Al sica estableció, desde los comienzos de su funcionamiento, cursos de iniciarse el año escolar, cada niño o niña deberá ser sometido a un preparación para formar profesores capaces de secundar toda la obra prolijo examen físico médico, para confeccionar la ficha corresponplaneada. Al llegar el año 1923, diente y poder determinar el y frente a las necesidades que estado de salud de los alumnos imponía la c u l t u r a física uniy hallar los defectos físicos u versitaria que debía pasar a deo r g á n i c o s que tuvieran. pender de la Comisión NacioE s e e x a m e n servirá al nal y las exigencias de las 41 mismo tiempo para el estableplazas de deportes que exiscimiento de g r u p o s h o m o g é tían en el país, se p r o y e c t ó la neos de alumnos con iguales realización de cursos intencondiciones y preparará para sivos teórico-prácticos, que dep r a c t i c a r distintas clases de berían repetirse todos los años, ejercicios y j u e g o s . Al analicomo ha venido sucediendo y zar ese e x a m e n , el médico y que deberían durar veinte el m a e s t r o tendrán la opordías. tunidad de dar a los alumnos En el programa de esos c o n s e j o s , respecto de los ejercursos se establecía que con cicios c o r r e c t i v o s que necesiellos no se pretendía proportan, o que no deben h a c e r aquecionar. a quienes participaron llos que son defectuosos, y de en ellos, todos los conocimiendar indicaciones e instrucciotos científicos que un Direcnes sobre aseo personal y hát o r F í s i c o debe poseer, pero bitos higiénicos. L a ficha conssí facilitar a los mismos, los tará de varias divisiones, donconocimientos prácticos y teóde se harán a n o t a c i o n e s pericos más necesarios para diriódicas, para su comparación rigir inteligentemente las acy para poder d e t e r m i n a r los tividades de una plaza de deresultados obtenidos, por las portes, de gimnasios populaindicaciones y c o n s e j o s dados res, etc. De esa manera los o por el e f e c t o general de los Vista parcial de una de las plazas de 1 interior de la República verdaderos estudiosos podrían ejercicios físicos. sacar gran provecho de las b ) U n a vez realizado el disciplinas que en él adquirirían, pues durante el año de t r a b a j o tenexamen médico, se cooperará con los padres de los niños que requiedrían oportunidad de profundizarlas teórica y prácticamente, y proren atención especial, para dar m e j o r cumplimiento a las medidas g r e s a r así en forma continua hasta alcanzar un perfeccionamiento aconsejadas, va sean t a n t o de orden físico c o m o higiénico o moral. superior. c ) L o s ñiños o niñas a los cuales se les hubiera hallado serias P a r a organizar esos cursos se constituyó, del seno de la Comidebilidades orgánicas, deberán ser exonerados de la práctica de los sión Nacional, una subcomisión especial integrada por los miembros ejercicios generales. E s t o s niños así c o m o aquellos con defectos fí de aquella Sres. F r a n c i s c o Ghigliani, Eduardo Monteverde, Emilio sicos. serían sometido a la práctica de ejercicios correctivos bien B a r b a r o u x y Alberto Gaicano, el Secretario Inspector General Sr. dosificados, b a j o la vigilancia del médico y del p r o f e s o r de educación Carlos Buela Diana, el Asesor técnico honorario Sr. J e s s T . Hopkins física de la escuela. y el D i r e c t o r técnico Sr. J u l i o J . Rodríguez. Con respecto a la finalidad citada en último término, es decir, El p r o g r a m a de esos cursos, que se realizaron en el Balneario aquella que t r a t a de la enseñanza teórica y práctica de la higiene se Atlántida. donde se han repetido en los dos años subsiguientes, comdispondrá que el m a e s t r o de clase, o de educación física, dediquen prendía 112 horas de labor, de las cuales treinta y dos horas eran dessemanalmente los períodos de diez o quince minutos, para hacer una tinadas a la teoría y ochenta a la práctica. pequeña conversación sobre t e m a s de higiene. Cuanto m á s objetiva L a primera parte estaba constituida por una serie de c o n f e r e n sea esta enseñanza, m á s provechosa será, pues sabemos que la mencias sobre diversos t ó p i c o s ; el cuerpo humano, primeros auxilios, hite infantil, se impresiona m á s fácilmente viendo las cosas, que no giene general, higiene bucal, higiene sexual, historia de la educación leyéndolas 11 oyéndolas. fisica, filosofía de la educación física, organización y dirección de las L o s temas m á s importantes a t r a t a r , serán aquellos que tengan plazas de deportes, olimpismo, las plazas de deportes y la delincuenrelación con la higiene y el a s e o individual. cia infantil, la acción social por medio de la educación física y el conP a r a unificar ideas, métodos y procedimientos, se imprimirá cepto estético del deporte. un manual, con instrucciones, modelos de lecciones, etc.. el cual serL a parte práctica se distribuía en ejercicios calisténicos de convirá de guía a todos los que se dediquen a la enseñanza de esta materia. junto, ejercicio en los aparatos pesados, juegos organizados, atletisL o s programas que responderán a e s t a s premisas ya han sido mo. j u e g o s de conjunto, pruebas de eficiencia, competencia en masa confeccionados y están prontos para ser puestos en acción una vez y natación. que se inicien los cursos del año escolar. De esa manera el pensamienE n el é x i t o obtenido en esos cursos, a los que han concurrido t o de Alfredo Foullée, expresado ya en los c o m i e n z o de este capítulo todos los años numerosos aficionados a la cultura física, superó todas — v que inspiró al Poder E j e c u t i v o al p r o y e c t a r éste la creación de las previsiones más optimistas. De esa manera, ha logrado f o r m a r s e la Comisión Nacional de Educación F í s i c a . — de que " t o d a s las seen el país un amplio plantel de profesores de Educación física, bastanlecciones del espíritu no valen para un pueblo lo que el vigor, la salud tes. no sólo para llevar a cabo la obra de la Comisión Nacional sino y por consiguiente la fecundidad", habrá encontrado en el U r u g u a y idóneos también para responder a las previsiones de futuro para la un principio de aplicación racional, echándose así las bases de una realización del amplio plan cultural que se propone ahora llevar a estirpe nueva en la que se unan, en bello y m a g n í f i c o consorcio, con


O c a b o e s a institución y que llenará así, en f o r m a completa y definitiva, la misión que le ha sido c o n f i a d a y que inspiró su creación.

La Comisión actual E n períodos sucesivos a la f e c h a de su instalación la Comisión Nacional de E d u c a c i ó n F i s i c a lia seguido c o n s t i t u y é n d o s e de acuerdo con la ley que d e t e r m i n ó su c r e a c i ó n . E n la actualidad e s t á formada por once m i e m b r o s , que son el R e c t o r de la Universidad Dr. E l i a s R e g u l e s , el P r e s i d e n t e del C o n s e j o de I n s t r u c c i ó n P r i m a r i a y Normal D r . E d u a r d o Acevedo, el presidente del C o n s e j o Nacional de Higiene D r . A l f r e d o Vidal y F u e n t e s , el d i r e c t o r de la E s c u e l a Militar c o r o nel L u i s F a b r e g a t y los S r e s . Dr. A n d r é s F . Puyol, Dr. Leónidas F o s s a t i , D r . Abel J . Z a m o r a , A r q . J u a n A. S c a s s o , S r e s . L . E n r i q u e Andreoli, H é c t o r O r t i z Garzón y C a s t o M a r t í n e z L a g u a r d a , todos los cuales prestan su desinteresado c o n c u r s o a la realización de esta buena obra.

íifipo ctcf Ce/¿jfenawo c/e/V -uruguayo

El Broche

de Oro

L a amplia y fecunda l a b o r de la C o m i s i ó n Nacional de E d u c a c i ó n F i s i c a , c u y a ligera r e s e ñ a , 110 e x e n t a de lagunas explicables, h e m o s terminado, ha tenido e s t e a ñ o una c o r o n a c i ó n m a g n i f i c a . E11 e f e c t o el C o m i t é I n t e r n a c i o n a l Olímpico, j u z g a n d o ampliam e n t e la p r o f i c u a actividad c u l t u r a l que en el U r u g u a y se ha desarrollado, r e s o l v i ó o t o r g a r l e , p o r el a ñ o 1925, la Copa Olímpica, h o n o r que se discierne p e r i ó d i c a m e n t e a la Nación que m e j o r v m á s amplia acción lia llevado a c a b o en el t e r r e n o de la educación física. E s t e digno broche de o r o c o n q u i s t a d o fuera de las f r o n t e r a s de la patria, dice, t a n t o o m á s de c u a n t o h e m o s detallado en este capitulo, el m a g n í f i c o c o n c e p t o que, por o b r a de su c u l t u r a física, ha alcanzado el U r u g u a y a n t e las d e m á s n a c i o n e s del mundo y es la m a y o r y m á s significativa c o r o n a c i ó n de u n a o b r a llamada a t e n e r singular y p r o m i s o r a t r a n s c e n d e n c i a para el p o r v e n i r de n u e s t r a p a t r i a y para el futuro de la estirpe.

Football y sm desarrollo Su» comienzo» . Lo» primero» club». Ln organización oficial - La» di». tinta, temporada» - La difu.ión del football en la Kepública - Las relaciones internacionales - Campeone, de América - Campeones del Mundo.

]T| g u s t o por los deportes fisicos tíiretó en afianzarse en el U r u g u a y , | ) „ r a , l t e mucllOS a ñ o s — décadas — a f i c i o n e s deportivas <S eS ' ' ... ', , ! . ,a ^ p u b l i c a c o n c r e t á r o n s e al j u e g o de pelota que llego a tener 1111 real a u g e h a s t a que, c o m o c o n s e c u e n c i a del p r o f e s i o n a l i s m o que e n t r ó a regirlo, t e r g i v e r s á r o n s e sus principios m o r a l e s , e n t r ó en plena decadencia, h a s t a llegar al período actual en que se p r a c t i c a limitadamente, en los e s c a s o s f r o n t o n e s que existen en el país. F u é recién, allá por el a ñ o 1886, cuando los p r i m e r o s partidos de football c o m e n z a r o n a o r g a n i z a r s e . Y los desocupados que iban a b u s c a r el solaz d o m i n g u e r o en la e x t e n s i ó n casi desierta de la e n t o n c e s l e j a n a península quevse insinúa en el R í o de la P l a t a para f o r m a r así las espaciosas e n s e n a d a s de R a m í r e z y de P o c i t o s , c o n v e r t i d a s a h o r a en los m a y o r e s b a l n e a r i o s de la metrópoli, veían con sorpresa a g r u p o s de j ó v e n e s e x t r a n j e r o s que, después de m a r c a r amplios cuad r i l á t e r o s de t e r r e n o s , se dedicaban a p r a c t i c a r 1111 j u e g o e x t r a ñ o . L o s m á s curiosos dieron en i n v e s t i g a r y supieron que se t r a t a b a del f o o t ball, palabra inglesa c o m p u e s t a de los t é r m i n o s " f o o t " ( p i é ) y " b a l l " ( p e l o t a ) . P e r o las r e g l a s del m i s m o p e r m a n e c í a n en la i n c ó g n i t a . A lo sumo llegó a s a b e r s e que e x i s t í a 1111 club llamado " A l b i ó n " , que realizaba partidos de ese j u e g o c u y o nombre aún no se había

c r i s t a l i z ó la idea de c r e a r una entidad que p r a c t i c a r a el c r i c k e t y el football. L a iniciativa e n c o n t r ó t e r r e n o propicio, llegó al c a m p o de la realidad y surgió así el Central U r u g u a y R a i l w a y C r i c k e t Club (C. U . R . C. C ) , que, con el andar de los años, se t r a n s f o r m ó en el actual P e ñ a r o l . Y , por primera vez, el 2 8 de s e t i e m b r e de 1891, apareció en 1111 field la clásica c a m i s e t a a u r i n e g r a .

D u r a n t e ocho años las cuatro entidades nombradas, y el U r u g u a y que se fundó a poco, c o n c r e t á r o n s e a realizar e n t r e ellas p a r t i d o s a m i s t o s o s . E l público, por su parte, había c o m e n z a d o a s e n t i r s e a t r a í do por el " j u e g o de los i n g l e s e s " y la falange de a f i c i o n a d o s que domingo t r a s domingo rodeaba los c a m p o s de j u e g o de P u n t a C a r r e t a , a c r e c í a s e c o n s t a n t e y considerablemente. H a s t a que nació la p r i m e r a vinculación oficial e n t r e los clubs, c o n s t i t u y é n d o s e , al iniciarse la t e m porada de 1900, la L i g a U r u g u a y a de F o o t b a l l (pie c o n t ó c o m o p r i m e ros i n t e g r a n t e s , j u n t o a P e ñ a r o l , el Albión, el D e u t s c h e r y el U r u g u a y , desaparecidos ya estos tres últimos t r a s l a r g a y m e r i t o r i a c a m p a ñ a . E11 ese mismo año se instituyó el primer c a m p e o n a t o nacional c u y o título correspondió al C. U . R . C. C. que se adjudicó el t r o f e o c o r r e s pondiente sin haber sufrido una sola d e r r o t a en toda la e s t a c i ó n , deportiva. E l p r i m e r cuadro (pie o s t e n t ó l e g í t i m a m e n t e el t e a m de c a m peón uruguayo, e s t a b a así c o n s t i t u i d o : Goal K e a p e r : F a b r e ; B a c k s :

¡Ekíb»)'

En el Parque de los Aliados. — Durante uno de los partidos jugados por el Campeonato Sud - Americano de Foot-ball, en

1917.

aprendido a p r o n u n c i a r c o r r e c t a m e n t e . E r a n sus a d v e r s a r i o s en la m a y o r í a de los c a s o s , tripulantes de las naves inglesas que hacían escala en n u e s t r o puerto. P o c o después, o t r a s entidades, e n t r e ellas el " D e u t s c h e r " y el " M o n t e v i d e o C r i c k e t " , n a c i e r o n a vida activa. P e r o , aún así, a p e s a r de su a p a r e n t e p r o g r e s o , el c o m e n t a r i o que el j u e g o p r o v o c a b a y la afición por el mismo, 110 lograban salir del estrecho c í r c u l o constituido por a l g u n o s c e n t e n a r e s de p e r s o n a s p e r t e n e c i e n t e s a las colectividades e x t r a n j e r a s radicadas en esta capital. Al m á s optimista hubiérasele a n t o j a d o visible utopía p r e s a g i a r . 110 y a que el football u r u g u a y o alcanzaría el e x t r a o r d i n a r i o d e s a r r o llo actual, sino suponer el i n t e r é s superlativo, con relación a sus c o mienzos, que revistió a l g u n o s a ñ o s m á s tarde, cuando el " A l b i ó n " , " P e ñ a r o l " y " N a c i o n a l " e n c o n t r á r o n s e f r e n t e a f r e n t e en los grounds, en medio de 1111 m a r c o inusitado de e s p e c t a d o r e s . T a n e s c a s a e r a la afición, que el p r i m e r m a t c h internacional j u g a d o en P u n t a C a r r e t a en el invierno de 1888, e n t r e e l e m e n t o s radicados en M o n t e v i d e o y e n B u e n o s Aires, p a s ó c o m p l e t a m e n t e inadvertido. S ó l o vive en el r e c u e r d o de M r . W i l l i a m P o o l e , el único sobreviviente de aquel olvidado equipo.

R í o s y D a v i e s ; H a l f b a c k s : J o n e s ( c a p i t á n ) , M a z z u c c o y YVard; F o n v a r d s : B u c h a n a n , Pena, B e s t , L e w i s y Lindenblad. C o m o se ve por esta nómina, j u n t o a los apellidos de puro c o r t e s a j ó n empezaban a a p a r e c e r , en los c a m p o s de j u e g o , los p r i m e r o s apellidos latinos que en el U r u g u a y c o n s t i t u y e n la inmensa m a y o r í a . E r a que el football había abandonado ya su círculo restringido y c o m e n z a b a a e n t r a r en el c o r a z ó n del pueblo u r u g u a y o . . . Y a había empezado a conquistar, en e f e c t o , la simpatía de las m a s a s y a d v e r t i r s e en sus filas el espíritu nativo, que t o m a n d o g r a dualmente preponderancia fué haciendo c a r n e , en el bello t e r r e n o de las p r á c t i c a s realizaciones en un d e p o r t e que h a s t a e n t o n c e s fuera limitado y e x ó t i c o . S e m b r á r o n s e así las p r i m e r a s s e m i l l a s a u t ó c t o n a s y ya, por los p r i m e r o s b r o t e s que a s o m a r o n , pudo a d i v i n a r s e el e s t u pendo porvenir que a g u a r d a b a al football u r u g u a y o y que c u l m i n a r í a , a n t e s de siete lustros, en los viejos c a m p o s de la F r a n c i a donde la j u ventud del U r u g u a y impuso su habilidad, su i n t e l i g e n c i a y su c a p a cidad deportiva sobre la de veintidós n a c i o n e s que le c o n t e n d i e r o n el t r i u n f o . . . Pero sigamos h i s t o r i a n d o . . .

P o c o a poco, l e n t a m e n t e , fueron surgiendo nuevos eficionados. Y un buen día, e n t r e 1111 núcleo de empleados del F e r r o c a r r i l C e n t r a l .

E l m i s m o a ñ o de la fundación de la " L e a g u e F o o t b a l l A s o c i a t i ó n " que con el andar de los a ñ o s se t r a n s f o r m ó en la A s o c i a c i ó n U r u g u a -


r*T/i£po

def

d e f S

Cenfencrr/b U r u g u a y o

A s p e c t o general o f r e c i d o por la c a n c h a del P a r q u e C e n t r a l durante los grandes partidos i n t e r n a c i o n a l e s de F o o t b a l l . los m á s i m p o r t a n t e s partidos, los c l u b s a f i l i a d o s a la A s o c i a c i ó n U r u g u a y a de f o o t b a l l

va de Football, existían, e n t r e o t r a s instituciones menores constituidas g e n e r a l m e n t e con núcleos estudiantiles, el " M o n t e v i d e o Football C l u b " y el " U r u g u a y At'.étic C l u b " que desarrollaban sus actividades en los t e r r e n o s de! Gimnasio Universitario. E n t r e estas dos entidades se convino un pacto de fusión a fin de constituir un o r g a n i s m o m á s poderoso que pudiera llegar a alternar con los cuadros superiores que formaban la " L e a g u e " . Así se hizo. Y si bien no integró la institución oficial, empezó a hacer sus primeras armas, amistosamente con los cuadros y a veteranos cerrando su campaña contra ellos, con dos d e r r o t a s , dos empates y una victoria. E s t e é x i t o relativo dió mayores á n i m o s a los incipientes footballers, alentándolos a alistarse en la institución oficial que así, en su segundo año de vida, vió acreditado su poderío con el Club Nacional de F o o t b a l l . E n esa nueva temporada de ¡>joi nuevamente el C. U. R . C. C. ( P e ñ a r o l ) . se adjudicó la victoria.

Con la llegada de", año i<)02. cl deporte t o m ó nuevo impulso. O t r o clul > más, el " T r i u n f o " , se incorporó a la " L e a g u e " . Y al mismo tiempo comenzaron a formalizarse los e n c u e n t r o s internacionales con los Clubs de B u e n o s A i r e s donde existían entidades poderosísimas c o m o el " A l u m n i " , cuadro que rivalizaba en conocimiento de j u e g o con los m e j o r e s europeos, c o m o el Helgrano, su digno contrincante, como el B a r r a c a s , el L o m a s , el Quiimes, el L o b o s , el San Isidro y algunos m á s . casi todos ellos desaparecidos en la actualidad, pero que constituyeron en la capital a r g e n t i n a la base poderosa de una afición que hoy rivaliza con la de n u e s t r o país. F r e n t e al m a v o r y m á s afianzado poderío, el p r i m e r m a t c h internacional de seleccionados, j u g a d o en Montevideo, en que defendían los colores u r u g u a y o s r e p r e s e n t a n t e s del Nacional y del Albión, const i t u y ó para los n u e s t r o s un sonado c o n t r a s t e , habiendo sido vencido por seis veces la valle local, m i e n t r a s los visitantes mantenían incólume su ciudadela. E n cambio fué m e j o r la suerte en los encuentros amistosos de club a club entre instituciones de ambas orillas del Plata. cn que varias victorias sonrieron a n u e s t r o s colores. I n s t i t u y ó s e también ese año el c a m p e o n a t o de competencia, «pie debía estar precedido de torneos eliminatorios con semi-finales en Montevideo, B u e n o s A i r e s y R o s a r i o de S a n t a F é . debiendo encontrarse, en último t é r m i n o , los finalistas en B u e n o s Aires. E n ese año de lijo2. el título de Campeón fué o t o r g a d o a Nacio-

A s p e c t o general

E n este P a r q u e

nal que, con excepción de un empate con el Uruguay, se adjudicó la victoria en todos los matchs realizados por la disputa del t r o f e o de la " L e a g u e " .

E n el período subsiguiente de 1903, una nueva fuerza — el Club A Wanderers — acrecentó el poderío de la institución oficial. E l campeonato cobró en esa f o r m a interés durante todo su desarrollo. hasta la etapa final que coronó nuevamente el triunfo de Nacion a l E11 esa misma temporada, también, se obtuvo contra los fuertes rivales argentinos un éxito resonante. Correspondiéronle a Nacional los mavores é x i t o s de esa jornada, pues en razón de cuestiones internas surgidas con motivo de la integración del " o n c e u r u g u a y o " tuvo que concurrir solo a B u e n o s Aires a porfiar el triunfo a los m e j o r e s seleccionados bonaerenses. E n ese encuentro — que hizo época t n la historia del football rioplatense — realizado el 13 de setiembre de IIJOÍ, el cuadro de Nacional efectuó una magnífica jornada venc i e n d o ' a l formidable equipo argentino por 3 goals a 2. Y así, fuera de las fronteras de la patria, el viril y noble deporte nacional comenzaba a ganarse los primeros l a u r e l e s . . .

L a guerra civil de 1904 limitó ese año las actividades footballístícas. Suspendiéronse así oficialmente todos los campeonatos, t a n t o locales c o m o internacionales, y solamente j u g á r o n s e partidos amistosos. Además, desapareció del escenario deportivo el Club " T r i u n f o " , que durante dos años había actuado, con limitada suerte, en los " g r o unds" de la " L e a g u e " . Y se disolvió también, por falta de jugadores, el " U r u g u a y F . C " .

S ó l o cinco clubs C. U. R . C. C. ( P e ñ a r o l ) , Nacional, Wanderers, Albión y Deutscher, (que había cambiado su nombre por T e u t ó n i a ) quedaban pues en la " L e a g u e " al inciarse la temporada de 1905. Sin embargo, la institución oficial acrecentó su poderío, estableciendo tres divisiones y dando lugar así a la formación regular de equipos y al ascenso metódico de los nuevos clubs a la división superior. S e instituyó también, con carácter oficial, la "Copa de H o n o r " a disputarse entre clubs uruguayos y argentinos, rigiendo para su desarrollo el mismo sistema puesto en práctica para cl torneo de c o m petencia.

de la c a n c h a del P e ñ a r o l , durante el desarrollo de un gran partido Internacional de F o o t b a l l . E n esta c a n c h a sus partidos m á s importantes los c l u b s a f i l i a d o s a la F e d e r a c i ó n U r u g u a y a de F o o t b a l l

desarrollan


X?f fifipo def O c/e/V E n esa misma temporada el viejo Peñarol realizó en fields uruguayos una campaña jamás igualada conquistando el campeonato uruguayo sin que, durante el desarrollo del mismo, su ciudadela cayera una sola vez batida. Derrotó también ese año al poderoso "Alumni" de Buenos Aires, en la semi-final de la Copa de Competencia, para caer vencido en la final frente al " R o s a r i o " , en 1111 match que no pudo terminarse por haberse retirado los uruguayos del field en mérito a la actuación del arbitro que consideraron irregular y excesivamente parcial en favor de sus adversarios. Fué también entonces, en ese mismo año, cuando el football local comenzó a recoger las primeras enseñanzas directas de los profesionales de ese juego. U11 fuerte equipo de jugadores Sud-A fricanos, que disputaban a los campeones ingleses el primato en ese juego, llegó a nuestras playas. El combinado local que se le opuso, cayó ampliamente batido por 6 goals a 1. Pero en cambio, en contraposición a la derrota, quedó una lección provechosa. Eos visitantes instruyeron en efecto a los nuestros que jugaban entonces 1111 football demasiado primitivo, prodigando exageradamente sus esfuerzos y confiando generalmente el éxito a las capacidades y energías individuales. Supieron así los deportistas nacionales organizar sus equipos, metodizar la labor de los jugadores y hacer del " o n c e " un engranaje completo en el que se combinaban todos sus resortes para el beneficio común. V el football dió un gran paso hacia adelante.

Cbnfenarvo VpajJuayo

Nuevamente River Píate se adjudico cl campeonato uruguavo en 1910. El número de clubs que lo disputaban había disminuido con la desaparición del Oriental y del Colón y con el descenso a segunda división del Montevideo de donde surgió para ingresar a primera, el Libertad. E11 ese mismo año, a parte de los torneos habituales con los argentinos se jugó en Buenos Aires en ocasión del primer centenario del acto histórico del 25 de Mayo de 1910, un torneo continental en el que intervinieron uruguayos, argentinos y chilenos. Estos últimos fueron vencidos por sus dos rivales, más avezados, pero en la prueba final, el equipo combinado de Bonaerenses y Rosarinos derrotó al cuadro de Montevideo por 4 goals a 1. E11 esa misma temporada y por primera vez, correspondió a los Uruguayos la victoria en el campeonato internacional de Competencia. Fué Peñarol el club que se adjudicó ese triunfo, venciendo al "Estudiantes" de la vecina orilla por 2 goals a o. L a Liga Uruguaya de Football reformó, en la temporada de 1911. sus reglamentos en lo que atañe a la organización de los campeonatos locales, introduciendo nuevas normas en los mismos. Por de pronto dispuso el número de los teams que debían formar parte de la primera división en cuyo carácter militaban, Peñarol, Wanderers, River Píate, Nacional, Dubiín, Central, Brístol y Libertad, número que 110 debía exceder de ocho, pasando a condición de "Intermedia" al club que ocupara el último puesto al finalizar cl campeonato. En ese año. Peñarol volvió a ocupar el título máximo dentro del football nacional.

El club "Intrépido" concurrió en 1906 a reforzar las filas de la Asociación Uruguaya y dar mayor atractivo a ese torneo que hubieLa temporada de 1912 se inició con el descenso del Club "Liberra decaido por la desertad" y la incorporación ción del club "Albión" del "Universal", vencedor que, privado de sus meen el campeonato de Injores jugadores que hatermedia. bían pasado a formar en Y a el football, en el las filas del Wanderers, Uruguay, había llegado abandonaba la práctica a constituir una fuerza oficial de ese deporte. Y poderosa. Los diarios y fué el mismo Wanderers, periódicos, que, en 1111 que contaba en esa temcomienzo le daban una porada con cuatro años importancia limitada, pude vida, el que se adjudiblicando de tanto en tancó brillantemente el títuto el resultado de los enlo de campeón uruguayo. cuentros en pocas líneas Vinieron también entonde gacetilla, habían inces al Uruguay jugadores corporado a sus páginas, extranjeros. El temible desde algunos años atrás, conjunto d e I "Nottinla crónica de football, ghatn Forest", que potratada con amplitud. Los seía una maravillosa téchermanos Mibeili, en " E l nica de juego, llegó hasta Día", y Manlio Vítale estas playas, y si bien d'Amico, en " L a Razón", fueron fáciles sus victofueron los iniciadores de rias, d e j ó también un esa campaña tenaz y conproficuo sedimento de ensecuente que, tanto como señanzas que habían de las habilidades demostralabrar honda huella, insdas en los campos de juetruyendo a los jugadores go, contribuyó a crear Cuadro combinado de la Asociación Uruguaya de Football, que en la memorable ¡ornada del país para hacerle proesa creciente falanje de del 9 de junio de J 9 2 4 , en el estadium de Colombes, París, se adjudicó el título de picias futuras jornadas aficionados que hoy en Campeón Mundial de Football triunfales. dia rodea las barreras de los grounds y que se cuenta por decenas de millares de espectadores. Ascendiendo de la segunda División llegó el River-Píate en 1907 Por otra parte, en años anteriores, la venida de teams profesioa medir sus fuerzas con los cuadros más poderosos de la institución nales ingleses, el Southampton, el Tothenham Hospur y el Everton oficial que contaba así con seis clubs: C. U. R. C. C. (Peñarol). Wanhabían contribuido a llevar al football, va intensamente popularizado, derers, Nacional, Intrépido, Montevideo (ex-Teutónia) y el flamana un grado de adelanto excepcional pues la vivaz inteligencia latina te River Píate. no había tardado en adueñarse, haciendo suyas, las enseñanzas de El campeonato favoreció a Peñarol que se adjudicó el primer los experimentados footballers sajones. puesto, tocándole también, aunque con menos éxito, representar al Fué así. como en ese año, jogró formarse, con los combinados football uruguayo, en las finales de los torneos rioplatenses de Honor uruguayos, 1111 equipo excepcional que salió victorioso en todos los y Competencia. \natcl\s internacionales desarrollados contra, los equipos argentinos, llegando a admirar por la técnica brillantísima de su juego. Formaban esa selección que llenó de gloria las paginas del <leDiez cuadros disputáronse, en 1908, el campeonato uruguayo. pv>We nacional, los jwgado^s CWNVAWWV» £WY>VVÍ\\A. J m w iV¿vVo>w¿ JoEl veterano "Albión" había vuelto a la Viga, al propio tiempo que sé Henincasa; Alfrcd<; Foglino, J o s é María Duran, Juan Harley y hacían sus primeras armas en la división superior, tres nuevas insJorge Pacheco; Vicente Módena, Pablo Dacal, J o s é Piendibene, Cartituciones deportivas, el " B r í s t o l " , el "Dubiín", y el " F r e n c h " . Pero ios Sc.irone y Angel Romano, varios de los cuales, como Piendibene, el torneo 110 finalizó regularmente, pues primero " P e ñ a r o l " y luego Romano y Henincasa continúan, en 1925, a pesar del transcurso de "Nacional", en circunstancias en que ocupaban el puesto de preferenlos años, despertando la admiración de todos los aficionados, por la cia. se retiraron del mismo. De esa manera River Píate, clasificado calidad de su juego invariable y la pericia de sus múltiples recursos. en tercer orden, fué ungido con el título de Campeón. En esa temporada, el Club Nacional de Football, que había pasado en años anteriores por una seria crisis que puso en peligro su existencia. volvió a recobrar su viejo poderío, acreditándose el título de Volvieron cn la temporada subsiguiente — subsanadas todas las campeón uruguayo, que había poseído por última vez muchos años desavenencias — a integrar el conjunto superior las fuertes escuadras atrás. Tuvo también Nacional el derecho de disputar en Buenos Aires de Peñarol y Nacional. Ingresaron también al círculo privilegiado, la final del torneo de Competencia, mientras a Peñarol le corresponCentral, Colón y Oriental mientras se retiraban de sus filas, disoldía lo propio en Montevideo con el torneo de Honor. viéndose. el Central y el Intrépido. Correspondió este año, por segunda vez, el triunfo a Wanderers, mientras Peñarol, a su vez, vencía al rival argentino "San Isidro" en el match final de la Copa de Honor, por el sugestivo " s c o r e " de 4 goals a o. Nuevamente en 1913 el Club River Píate, que fuera campeón


JQF O

Í/£PO d e f ^

cfef

Centenario U r u g u a y o

uruguayo en las temporadas de y 1909, se acreditó el derecho de g r a b a r su n o m b r e en el anhelado t r o f e o . Integraban entonces la primera división asociacionista los mismos clubs que en el año anterior, con excepción del " D u b l i n " que. último en el torneo, había descendido a Intermedia, de donde surgió, para sustituirlo, el " R e f o r m e r s " . R e c o n q u i s t a r o n también ese año los uruguayos, por intermedio de Nacional, la Copa Competencia, que desde 1911 permanecía en poder de los a r g e n t i n o s . V e n c i ó a ese e f e c t o el cuadro local, al Club S a n Isidro, en un m a t c h j u g a d o en Buenos Aires, con un " s c o r c " a f a v o r de los u r u g u a y o s , de un goal a cero.

E l buen é x i t o de River I'latc se repitió, por cuarta vez, en 1914. L a p r i m e r a división se modificó entonces con el retiro del Club B r i s tol y la incorporación del Independencia. Disidencias surgidas con la Asociación Argentina hicieron sin e m b a r g o necesaria la suspensión de relaciones deportivas, 11o pudiendo realizarse por ello los matchs habituales entre uruguay o s y a r g e n t i n o s por las Copas de H o n o r , Competencia, N e w t o n , Lipton y las medallas donadas por el M i n i s t e r i o de Relaciones E x t e r i o r e s de la A r g e n t i n a y el de I n s t r u c c i ó n Pública de nuest r o país. L o s clubs de primera división a u m e n t á r o n s e en 1915, m e r ced a una r e f o r m a introducida en los r e g l a m e n t o s de la Asociación U r u g u a y a , al n ú m e r o de diez, integrado por las ocho entidades e x i s t e n t e s en 1914. a las que se incorporó nuevamente el B r i s t o l y luego el D e f e n s o r , que ascendió victorioso de la división Intermedia. E n ese año Nacional volvio a adjudicarse el primer puesto en el c e r t a m e n local. P e r o sus méritos fueron todavía m a y o r e s pues, finalista en los campeonatos de H o n o r y Competencia, a r r e b a t ó el triunfo decisivo a los a r g e n t i n o s en ambos t o r n e o s , venciendo respectivamente a los clubs bonaerenses R a cing y P o r t e ñ o , por 2 g o a l s a o en cada e n c u e n t r o .

Volvió a reanudarse la disputa del Campeonato Sud Americano en 10MI. Río J a n e i r o fué el teatro de esa lucha a cuya final llegaron en igualdad de condiciones uruguayos y brasileños, delante de los argentinos y chilenos. Efectuado un partido de desempate resultaron ve ncedores los locales por la mínima diferencia, correspondiendole por vez primera a los brasileños el título máximo. E n el campeonato local, donde Belgrano sustituyo a Misiones, Nacional conoció el éxito definitivo. U n fácil desquite tomáronse en el año subsiguiente los uruguayos contra los brasileños sus vencedores en el Campeonato Sud A m e ricano de 1920. El torneo se desarrolló en la capital chilena y en el primer encuentro el cuadro de Brasil cayó derrotado por 6 goals a o. Nuestros representantes vencieron también a los chilenos y empataron con los argentinos llegando a la final con un punto de ventaja sobre éstos. E11 Montevideo se clasificó campeón otra vez el Club Nacional. Además, y esto es significativo, un team europeo, el Club Italiano " G e n o v a " , que llegó a Montevideo en gira deportiva, fué derrotado por los uruguayos.

E n el año 1921 ingresó a la primera división el Club A. L i t o que vino a llenar el vacío dejado por el veterano River Píate. E l torneo local se desarrolló en forma interesantísima, adjudicándose Peñarol la victoria definitiva, mientras Nacional vencía en Buenos Aires a B o c a J n n i o r s por la final del Campeonato del R í o de la P l a t a correspondiente a la t e m porada anterior. M e n o s afortunados fueron los nuestros en el Campeonato de A m é r i c a donde los argentinos, que se adjudicaron el título en disputa, lograron vencerlos por vez primera en el certamen.

E11 virtud de ocupar el último puesto durante el campeonato de 1921, R e f o r m e r s pasó en 1922 a la división Intermedia, dando lugar F u é también propicia para el U r u g u a y , en prestigios conquistaal ascenso de Rampla Juniors. E11 esa misma temporada se produjo dos en el football continental, la temporada oficial de 1916. Nacional 1111 cisma entre los clubs que militaban en la A s o v P e ñ a r o l , clasificados finalistas en los torneos de ciación U r u g u a y a que perdió merced a ello el conH o n o r y Competencia, vencieron f á c i l m e n t e a R o U.,rt/QU<3t/ en !m <?ampeonaton&i¿ curso de dos entidades prestigiosas. Peñarol y sario Central, que ostentaba igual título en el país vtmefíamff tie fbotbd/t^, Central. Cod/i j/í^a Gcd/J en caifa n vecino. Nacional, por su parte, victorioso, en el t o r Con los Clubs restantes la entidad continuó la neo local, disputó al Club R a c i n g de B u e n o s Aires disputa de un torneo, que terminó con la victoria la Copa " C a m p e o n a t o R í o de la P l a t a " instituida de Nacional. ese año. Llegaron además al U r u g u a y dos representaS e formalizó también el primer certamen oficiones europeas, una de vascos y otra de checo escial Sud A m e r i c a n o , realizado en B u e n o s Aires, con lovacos. que fueron fácilmente vencidas por los jula intervención de los r e p r e s e n t a n t e s de n u e s t r o gadores locales. F u é a raíz de estos matchs que napaís, de la A r g e n t i n a , de Chile y del Brasil. Y el ció por vez primera la idea que cristalizaría en una U r u g u a y se clasificó primer campeón de A m é r i c a . gira victoriosa, dos años más tarde, de enviar 1111 con un punto de v e n t a j a sobre el equipo local que team al viejo mundo, a fin de demostrar en los ocupó el segundo puesto, delante de los brasileños fields transoceánicos los progresos del football v transandinos. uruguayo. E s e año el torneo Sud Americano se realizó en Río J a n e i r o habiendo llegado a la final, en igualdad L a hazaña triunfal de 1916, imponiéndose a los de condiciones, los representantes del U r u g u a y , del demás footballers del Continente, se repitió en 1917. Brasil y del Paraguay, con ventaja sobre argentinos El torneo se desarrolló e s t a vez en Montevideo, pey chilenos. F.l Uruguay, por razones que entonces ro la victoria fué m á s trancendente pues el cuadro se hicieron públicas, se retiró del certamen, cuyo uruguayo no solamente venció en todos los matchs primer puesto se adjudicó el Brasil, que venció fáque disputó, sino que m a n t u v o su valle incólume. L o s cilmente a los paraguayos. argentinos volvieron a ocupar el segundo puesto, delante de los brasileños y chilenos. E l c a m p e o n a t o local fué conquistado por N a Dos entidades existían en el país al inciarse la cional que habiéndolo obtenido así, por t r e s años temporada de 1923, disputándose el primato en el football: la A s o consecutivos se adjudicó, de acuerdo con las reglamentaciones exisciación U r u g u a y a y la Federación Uruguaya, constituida esta última tentes, la propiedad de la Copa U r u g u a y a , f)ue venía disputándose con la base de Peñarol y Central, grupos disidentes del W a n d e r e r s , desde el año 1900. del L i t o y del Charley y una serie de clubs que entraron a r e f o r z a r Militaban y a en las filas privilegiadas de la entidad superior del sus filas desde la Intermedia de la Asociación y de otras L i g a s I n deporte, los siguientes C l u b s : Nacional, Peñarol, W a n d e r c r s , Univerdependientes que desarrollaban sus actividades en el país. sal, Defensor, River Píate, Central, Charley, R e f o r m e r s y Dublin. L a Asociación U r u g u a y a organizó su campeonato habitual, que El elenco de los cuadros e x i s t e n t e s se modificó en 1918 con el g a n ó Nacional y el Campeonato Sud Americano que correspondía ingreso de Misiones y el descenso de D e f e n s o r . E s a temporada fué nuevamente dilucidarse en Montevideo. Y 1111a vez más, la cuarta, proficua en é x i t o s para el Club P e ñ a r o l , que se acreditó el campeodesde que se disputaba la Copa de América, nuestros representantes nato uruguayo, llegó a la final de la Copa de H o n o r y venció a los resultaron victoriosos, delante de argentinos, paraguayos y brasileargentinos en la Copa de Competencia, eliminando al finalista a r g e n ños. Terminado este torneo, embarcóse para Europa el cuadro ventino "Independencia", por el abultado " s c o r e " de 4 goals a o, cedor, que retornó luego a su patria dueño de los honores m á x i m o s L a disputa de la Copa de A m é r i c a , que debía j u g a r s e ese año que se pueden conquistar en el terreno del deporte. De e s t a magníen R i o J a n e i r o fué suspendida a causa de la epidemia de grippe que fica campaña hemos de ocuparnos por separado al final de e s t a reasolaba el país vecino. seña suscinta que es a manera de historia del desarrollo del football


éQf fi£r>o C en el Uruguay. La Federación Uruguaya, por su parte, en cuyas filas se habían inscripto 32 clubs organizó un campeonato de suficiencia, del que resultó vencedor Wanderers, a fin de determinar cuales eran los cuadros con más capacidades hasta el número de 17. para constituir una primera división. A consecuencia de esa prueba, además del Club Wanderers, (pie se clasificó en primer término, acreditaron su mejor derecho los clubs Peñarol, Olimpia, Lito, Rosarino, Central. Solferino, Misiones, Uruguayo, Roland Moor, Defensor, Peñarol del Plata, Colón, Sud América. Las Piedras, Charley y Roberto Chery. Quedó además establecida una división intermedia con 17 clubs y otra denominada 111 E x t r a que cuenta con diez y seis entidades inscriptas. Estableció además la Federación Uruguaya fuertes vínculos con la Asociación de Amateurs del país vecino, separada también de la Asociación Argentina, con cuyos integrantes jugó una serie de matchs amistosos. Estas dos fuerzas, la Asociación y la Federación que constituyen el football uruguayo, están ahora a punto de unificar sus energías para poderse presentar, en las contiendas sucesivas, dentro y fuera de las fronteras de la patria, en el máximum de su poderío. En efecto, y de acuerdo con las gestiones realizadas por 1111 núcleo de periodistas, ambas entidades han resuelto someter sus diferencias al fallo arbitral del Presidente de la República, Ingeniero J o s é Serrato quien, debidamente asesorado, debe pronunciar ahora la palabra definitiva de concordia. Manteniéndose la división del football uruguayo, se realizaron las dos temporadas de 1924, una en la Asociación y otra en la Federación (terminada ésta a mediados del año 1925) resueltas con la victoria de Nacional y Peñarol, respectivamente. E11 la Federación militaron los clubs que ya hemos citado y (pie resultaron mejor colocados en el campeonato de suficiencia, mientras formaron en la primera, conjuntamente con Nacional, Bella Vista, Rampla Juniors, Lito, Fénix, Uruguay Onward, Wanderers, Universal, Liverpool, Raeing y Charley. Este último, en mérito a su precaria actuación, tuvo que descender a Intermedia, de donde surgió, para sustituirlo en 1925, el Club Capurro. J u g á r o n s e también, en la misma Asociación, los Campeonatos de Intermedia y III Extra, en cuyas divisiones militan 1 2 y 32 Clubs respectivamente. La disputa de la Copa de América tuvo otra vez su sede en Montevideo, por haberlo así resuelto la Liga Paraguaya a quien correspondía organizaría y que 110 encontraba en la Asunción ambiente propicio. Y un vez más — la quinta — sobre ocho veces que se dirimió ese trofeo — los uruguayos fueron los vencedores ocupando el primer puesto, seguidos por los argentinos. En tercer orden se colocaron ios paraguayos y últimos los chilenos. El equipo victorioso fué en su casi totalidad el mismo que se cubrió de gloria en el Estadio de Colombes, llegando invicto al sitial de honor en el football mundial. Y henos así en nuestros dias, en que el deporte en el Uruguay posee una fuerza poderosa. Memos hablado hasta aquí de la marcha que podría decirse "oficial" del football. No hay que olvidar, sin embargo que, junto a las grandes instituciones que acogen en su seno las mayores capacidades, otra serie de institutos lia adquirido vida floreciente. La Liga Universitaria, La Liga Bancaria, La Liga Aduanera, la Municipal, la Nacional, constituyen una serie de organismos perfectamente regidos, con campeonatos propios y con numerosos competidores inscriptos. Y existe además la numerosísima falange de los clubs menores, (pie se cuentan por centenares y en cuyas filas nace y florece el espíritu de los nuevos footballers que han de ser, en breve, favoritos del público. Y son sin duda alguna esas instituciones modestas, mantenidas a fuerza de entusiasmo y de sacrificios la verdadera escuela de los futuros campeones.

Y 110 es solamente en Montevideo donde el football se ha difundido en esa forma prodigiosa. Cada ciudad, cada aldea del interior del país, tiene su Liga constituida y su núcleo de jugadores muchos de jos cuales rivalizan en capacidades con los deportistas de la capital. Existen además, una Confederación del Sur, cuyo campeón actual es la Liga de San J o s é ; otra del Litoral, en la que participan clubs de los departamentos de Artigas, Salto, Paysandú, Río Negro y Soriano. Y en todas partes se elabora esa raza nueva, que sabe hacer un bello consorcio de la inteligencia y del músculo y que, llevando al terreno de los hechos la idealidad del noble aforismo latino, labra así el porvenir de la estirpe n u e v a . . .

d e f < T

Durante muchos años, en efecto, desde 1905 a 1911 los teams ingleses que llegaban periódicamente a nuestras playas, habían dejado en nuestro ambiente un sedimento de la vieja ciencia deportiva. Nottinghan Forest, Souphamton, Tottenhan Ih»spur, Everton y Siwnidon Town cooperaron en la formación del football nuevo, en que se unía a la táctica sajona la animosidad y el espíritu de nuestras juventudes latinas. Así, cuando visitaron el Uruguay en gira deportiva Italianos, Españoles y Checo Eslovacos — todos ellos vencidos — se impuso netamente la convicción de nuestros progresos y la posibilidad de que ellos se contaran como fuerza eficiente, en los grandes torneos mundiales. F u é así como, a principios de 1924 partió para Europa el team que acababa de clasificarse campeón de América Piedra de toque de su innegable poderío fué la campaña previa realizada en España. Disputó ese cuadro en la Península Ibérica v frente a los teams de Vigo, de la Coruña, de Bilbao, de San Sebastián y de Madrid, nueve matches, resultando vencedor en todos ellos. Y con ese antecedente lisongero, el 15 de mayo partió para París donde representantes de 22 naciones se habían congregado para definir el torneo olímpico mundial. El primer encuentro se jugó contra los Yugo-Eslavos el 26 de mayo. En la capital francesa teníanse en poca cuenta a los visitantes que, a través del Océano, habían llegado de 1111 país tan lejano. Se les consideraba fuerza de poca monta, destinada a ser eliminada en las primeras alternativas del certamen. Pero el match inicial hizo variar fundamentalmente ese concepto previo. Venciendo a los Yugo-Eslavos por 7 goals a o, los footballers uruguayos se impusieron a la atención general y sus nombres comenzaron a conocerse. Los cronistas dieron en investigar el valor de la delegación y los nombres de Mazzali, Casella, Nasazzi, Arispe, Tomasini, Uriarte, Ghierra, A11drade. Vidal, Zibechi, Urdinarán, Scarone, Petrone, Cea, Romano, Naya, SaMombine, Echegoyen, Somma, que integraban la delegación, estuvieron en todas las bocas. E11 esa forma, y con los nuevos antecedentes, resultó lleno de atractivos el segundo encuentro de los uruguayos contra el fuerte equipo de los Estados Unidos. Y nuevamente el éxito sonrió a nuestros colores. T r e s goals a cero acreditó el " s c o r e " del partido y, por sobre todo quedó en el recuerdo de los espectadores, tanto como el resultado efectivo, la magnífica demostración de juego realizada por los jugadores del Río de la Plata. Y a en el camino de la victoria, en el que no habían de detenerse, los campeones Sud Americanos fueron eliminando obstáculos y avanzando fuertes y entusiastas hacia la meta promisora. A los americanos del norte, siguieron los franceses, que cayeron a su vez batidos por cinco goals a cero y luego el fuerte equipo de Holanda, (pie opuso una resistencia tenaz pero que, también, tuvo que inclinarse, subyugado, ante la pujanza y el entusiasmo incontenible de sus fuertes y agueridos adversarios. Y llegó así, la jornada última y decisiva, la jornada memorable del 9 de junio de 1924. Frente a la escuadra de Montevideo se alineaba la mejor selección del football de Suiza. La brega fué ruda y llena de vicisitudes. Pero la marcha hacia adelante no podía interrumpirse. Y por tres veces consecutivas, la defensa de los helvéticos tuvo que capitular, mientras la nuestra había resistido, incólume, a todas las acometidas. La victoria definitiva había tenido el último lauro. Y cuando terminó el match, mientras en el más alto mástil de Colombes, se izaba la bandera de las franjas blancas y celestes y del sol de oro, sesenta mil espectadores aclamaban frenéticamente el nombre del Uruguay, cuya juventud sana y fuerte, inteligente y capaz, había conquistado para su deporte el titulo más preciado; el título insuperable," el título de campeones del Mundo! Desarrollo del Camponato Olímpico de Football

rriieiKiv Viik<>i'.xIh\ In

rniKUJiy

K.

riiiiios

Frauda

1

Uruguay

51

('ruininy

I.olmiln

» Franela

Ii

Holanda Üiinianla

n 'i

Holanda

>

Irlanda Hulearla

»

Irlanda

1

Huet'la

."í

Ke!|ita

o

Suiza

2

llalla

1

NiiiH'ln Ht'lult-u Kfflpto Hungría

Hemos dejado de intento, para el final de este capítulo que cuenta la historia footballística Uruguaya, la actuación de nuestros representantes en la última olimpiada mundial. Porque es la mejor gloria, la espléndida coronación de todo 1111 esfuerzo, allá lejos, a través de los mares, de donde nos vinieron Jas enseñanzas nuevas. Y los discípulos fueron, con fé y entusiasmo a demostrar su magnífico poderío. Y porque allí conquistaron el título máximo, el más preciado, el blasón insuperable de Campeones del Mundo!

Olioooonluv Turquía llalla Ks|mñn

1 - 1

Checocnl.

l - 0

I.uxu'itliuru

1

0*

cu te 3

Silería

1

Huly.a

£

Suiza

llalla

> < 3 Holanda

s

2

c •o <D a E ni O


Los AÑO 1916 E n B u e n o t Aire»

Uruguay

Uruguay . . . Argentina . . . Bra>il . . . . Chile

En

AÑO 1917 Montevideo

Uruguay Argentina Brasil . Chile . .

En

Argentina

1 a 0

o a 1 41 a 4 U a 4

2 a 4 0 a 1

Uruguay

Brasil

Brasil

2 a 1 1 a 1

Chile

4 a 0 6 a 1 1 a 1

1 a 1

Brasil

4 a 0 4 a 2

Argentina

de F o o t b a l l . — Detalles de su desarrollo a través de los años

Sud - Americanos

Chile

Puntos

Goals

6 7 3 1

a 1 a 2 a 4 a 11

Goals

4 í

AÑO 1921 E n Buenos Aires

Argentina . . . Uruguay . . . Brasil . . . i Paraguay . .

Puntos En

4 a 0 1 a 0 r. a 0

Chile

9 5 7 0

a <> a 3 a 8 a 11

Goals

6 4 0

.

2 a 2

0 a 1 1 a 3 0 a 6

Uruguay

2 a 3 0 a 2

Argentina

3 a 1 3 a 2

« a 0 2 a 0 4 a 1

1 a 1

Brasil

Chile

12 a 7 a

Puntos

3 5

1 a 12

Goals

í

Puntos

En

• • • . . . ! . . ¡1 1

, 1 a ® « ' tt

, l 6 -

1 a 1

«¡ a 0 2 a 0

0 a 2 1 a 1

0 a 1

2 a 1 1 a 1 1 a 0

9 a 3 4 a 2 1 a 8

5 4 2

V a en prensa e s ta obra, cl S r . P r e s i dente de la República, Ingeniero J o s é S e r r a to, dictó el laudo arbitral que le había sido solicitado por las dos instituciones en que. desde 1922. se ha dividido el popular deporte, para z a n j a r las diferencias e x i s t e n t e s y r e t o r n a r a la unific a c i ó n del football uruguayo. De acuerdo con ese fallo, que a m bos han acatado, la Asociación y la F e deración han vuelto a reunir sus fuerzas baj o el nombre y bandera de la primera en mérito de ser é s t a la que posée una antigüedad m a y o r y g o za de la afiliación internacional. A fin de o r g a n i zar las divisiones en los años sucesivos, y a que, en 1925. quedan suspendidos los c a m peonatos oficiales, la primera división, en 1926, se dividirá en 2 series. E11 la serie A militarán los actuales teams de primera división de la Asociación U r u g u a y a , que ya tenían puesto cn ella, al producirse el cisma, y que son Nacional, W a n d e r e r s , L i t o , Belgrano, U r u guay Otnvard, Universal, Liverpool y Rainpla J u n i o r s y los cuadros de Peñarol y Central afiliados a la

. . . .

. . . .

AÑO 1924 Montevideo

Uruguay Argentina Paraguay

. . . . . . . . .

Argentina

« a l ti a 1 0 a 3

Paraguay

Argentina

0 a o 1 a 0

1 a 1

2 a 0 0 a 2 1 a 0

Uruguay

1 a 2

Uruguay

0 a 0 1 a 3 0 a 5

o a 1 2 a 0 ü a 3

Chile

1 3 2 4

0 u 1

Argentina

Paraguay

0

2 a 0 4 a 3

3 a 4 1 a

5 3 4 5

1 a 2 2 a 1

0 a 3

a a a a

1 o 0 1

u a a u

Paraguay

0 a 0

3 a 1 0 a 0

0 u 0 0 u 1

1 a 3

0

Goals

Puntos

4 5 3 ti 1

1 0 2 1

a 2 a 3 a 1 a 3 a 10

4 1

Puntos

Goals

Brasil

Chile

C 4

C a 1 ti a 5 1 a 0

2 a 1 2 a 1

0 a 1

Argentina

0 3 3 7

a a a a

Brasil

1 0 0 0

Puntos

Goals

1 u 0

3 a 0 1 a 2 3 a 0

1 a 0 2 a 1

Uiuguay

ti a 1 0 a 2

Uruguay

Paraguay

Brasil

Ó

Puntos

Goals

5 a 0 1 a 0 3 a 1

8 1 4 1

a a u a

1 0 3 9

4 0 1

P o r c a d a p a r t i d o g a n a d o s e c o m p u t a n dos p u n t o s , uno por c a d a p a r t i d o e m p a t a d o , y n i n g u n o por Kn el a ñ o 1 9 2 2 , los u r u g u a y o s llegaron a la f i n a l , con Igual n ú m e r o de p u n t o s q u e b r a s i l e ñ o s • I B r a s i l , por h a b e r l e e m b a r c a d o y a de r e g r e s o p a r a .Montevideo. De l a s o c h o veces i|Ue te d i s p u t ó la Copa «le A m é r i c a , U r u g u a y f u é c a m p e ó n .">. el B r a s i l 2 Kn el t r a n s c u r s o de e s o s t o r n e o , los u r u g u a y o s m a r c a r o n ",1 g o a l s c o n t r a 1 1 ; los a r g e n t i n o s 4 1 6 c o n t r a •'»•>.

. • . .

AÑO 1923 Montevideo

Uruguay . Argentina . Paraguay . Brasil . .

de

Uruguay Argentina Brasil . Chile

AÑO 1922 Rio Janeiro

Brasil . . . Paraguay . . Uruguay . . Argentlnu . .

En

.

AÑO 1920 Santiago Chile

1 a 1 1 a 6

Uruguay

. . . . . . . . .

. . . . . .

0 a 0

0 a 0 1 a 2 U a 4

AÑO 1919 E n R i o Janeiro

Brasil . t'ruguay Argentina Chile

Argentina

Campeonatos

c a d a p a r t i d o perdido. y p a r a g u a y o s , no Interviniendo en los m a t c h e s de desempate < y 1 la A r g e n t i n a . c o n t r a 2 2 ; los bras

ontru

los

paraguayos

18

los nuc r e s u l t ó

contra

20

y

los

vencedjr

chilenos

M a p a relacionado con el desarrollo de las P l a z a s de Deportes en el Uruguay

Federación. P a r a esta serie se establecerá, cn el año próximo un torneo especial. L a serie B , compuesta por los demás teams de la Asociación y Federación, en número de 16, j u g a r á en 1926 1111 campeonato, a fin de permanecer en la división superior, descendiendo los demás a Intermedia. A partir de 1927, se reunirán las dos series, descendiendo cada año 4 teams y ascendiendo uno de intermedia, hasta reducir el número total de teams a 12, que era la cifra existente antes de producirse cl cisma. El Consejo provisorio que bajo la presidencia del Sr. H é c t o r Gómez dirige, a raíz del laudo, los destinos del football en el Uruguay, se ha recibido de las existencias de las dos instituciones y se apresta a iniciar los trámites para la construcción del gran E s tadio oficial que, posiblemente, se ubicará en el Parque de los Aliados. Además, entre otras resoluciones de emergencia, ha resuelto la no participación' de los uruguayos en el Campeonato Sud Americano en 1925, que se disputará en B u e n o s A i r e s , para evitar nuevas dificultades al football.


SQF ÍÍGPO O

c f e / V

cíof

Cen/encrr/o -Uruguayo

a ñ a d o por " P e ñ a r o l " , correspondiéndole el L,a que h a s t a h a c e p o c o fué la F e d e r a c i ó n LA FEDERACIÓN URUGUAYA DE F O O T B A L L puesto a " W a n d e r e r s " . T o c ó l e s d e s c e n d e r U r u g u a y a de F o o t b a l l , c o m p a r t í a en f o r m a " L a s Piedras", ascendiendestacada, n o cabe duda, con la A s o c i a c i ó n , la dirección del popular a los clubs " C h a r l e y " , " R o b e r t o C h e r y " c l a s i í i c a d o s c a m p e o n e s de h a v q u e c o n v e n i r en que c o n s t i t u y o deporte en n u e s t r a Capital do a su vez los clubs " C h a n a " y " C e r r o Intermedia. una entidad verdaderamente prestigiosa y resPecient'•mente, y e n petable, lo misino c o n q 11 e se cirucnst;;! siderada b a j o su aspec1 segunda realizab; to deportivo que b a j o su vuelta del C a m p e o n a t o faz m o r a l . con la in1925 - 1 L a Federación nació a la vida del deporte. como consecuencia del cisma que t u v o dividido al football del U r u g u a y durante casi t r e s a ñ o s , habiéndose constituido sobre la base de los clubs " P e ñ a r o l " y "Central". F u é con f e c h a 3 de N o v i e m b r e de 1 9 2 2 , que los clubs de r e f e r e n c i a , desafiliados de la entidad reglamentarista, firmaron un convenio con la Asociación A m a t e u r s , de B u e n o s A i r e s , uniéndose en un vínculo a f e c t i v o y solidario.

tervención di' 1 6 Cu.id r o s , o sea lo s 14 que permanecieron División y los dos ([lie a s c e n d i e r o n de I n t e r m e dia, p r o d ú j o s e el laudo arbitral del S r . P r e s i dente de la R e p ú b l i c a Ingeniero Serrato, que puso fin al c i s m a con g r a n s a t i s f a c c i ó n de los innumerables aficionados y evidente conformidad de las dos i n s t i t u c i o n e s en pugna.

Al producirse la fusión, el C o n s e j o S u p e r i o r de la Federación Uruguaya de Football e s t a b a así constituido: P r e s i d e n t e , Dr. Raúl L o s partidos i n t e r Jude; i.er V i c e Presinacionales, que, como d e n t e . Dr. Mario F. Lúc o n s e c u e n c i a de e s t a c o g a r o ; 2." V i c e P r e s i d e n munidad de ideas, o r g a Asamblea Extraordinaria de Delegados de la Federación Uruguaya de Football, en la que te, S r . A r t u r o L. M a c se resolvió aceptar el laudo arbitral del Sr. Presidente de la República en carácter incondin i z á r o n s e t a n t o en u n a cional, para la solución definitiva del cisma footballístico ció; Secretario Gral., como en otra orilla, Antonio Grafigna Saaconstituyeron demostrav e d r a ; S e c r e t a r i o de A c t a s , S r . A l b e r t o L a l . r o c c a ; T e s o r e r o , S r . Paciones e f e c t i v a s de la potencialidad de sus " e l e v e n s " , v e r d a d e r a m e n t e blo L . P e r a z z o . r e p r e s e n t a t i v o s , y se han c a r a c t e r i z a d o por las g r a n d e s m a s a s de aficionados que c o n g r e g a r o n en los " f i e l d s " , . L a p r i m e r a A s a m b l e a de D e l e g a d o s , por la cual quedara instituida la " F e d e r a c i ó n U r u g u a y a de F o o t b a l l " , realizóse la n o c h e del 2 2 de N o v i e m b r e de 1922, en el local que e n t o n c e s ocupaba el Club Peñarol, en la calle P a y s a n d ú N." 1179, presidiendo dicha A s a m b l e a el S r . J u l i o M a r í a S o s a , " a l m a - m a t e r " de la entidad que f u e r a disidente. L a A s a m b l e a mencionada e s t u v o constituida p o r los represent a n t e s de 3 2 clubs, que se c o b i j a b a n b a j o la b a n d e r a federacionista, llenos de e n t u s i a s m o . L o s clubs a que h a c e m o s r e f e r e n c i a fueron los s i g u i e n t e s : P e ñarol, C e n t r a l , R i v e r P í a t e , L i t o , P e ñ a r o l del P l a t a , Colón, Olimpia, Rosarino Central, Las Piedras, Montevideo Wanderers, Defensor, Misiones, Uruguayo, Solferino, Sud América, R o b e r t o Chery, R o land M o o r , O r i e n t a l P o citos, Bequeló, Miguelete, Sportivo Aguada, Treinta y Tres, Triumph Juniors, Charley, Firestone, Belveder, Miramar, San Carlos, Taurino, vSayago, U r u g u a y For Ever, Livingstone, Reformers. En esta primera A s a m b l e a quedó r e s u e l t o j u g a r 1111 " C a m p e o n a t o de S u f i c i e n c i a " , t o m a n d o p a r t e en él, t o d o s los clubs aludidos. C a m p e o n a t o que se llevó a cabo durante el a ñ o dep o r t i v o 1 9 2 3 - 1924, con gran éxito. C l a s i f i c ó s e i.° en el "Campeonato de Sufic i e n c i a " , el Club M o n t e video W a n d e r e r s " , y 2. 0 " P e ñ a r o l " a un p u n t o de diferencia.

I n t e g r a b a n , además, este C o n s e j o , de acuerdo c o n sus disposiciones o r g á n i c a s , los siguientes m i e m b r o s n a t o s : P r e s i d e n t e de la División Intermedia, S r . Pascual P i c c o ; P r e s i d e n t e de la 3." E x t r a . S r . Eduardo A. L u n a . E l Cuerpo de delegados a n t e el C o n s e j o Superior, e s t a b a c o n s t i tuido en la siguiente f o r m a : S r . M a n u e l Y e i g a Goulard, Club P e ñ a r o l ; D r . Haroldo Paiva, W a n d e r e r s ; S r . H é c t o r Rossini, U r u g u a y o ; S r . Adolfo Daquó, C e n t r a l ; S r . S a n t i a g o Dallegri, P e ñ a r o l del Plat a ; S r . Manuel E l i s e r v , L i t o ; S r . E n r i q u e M a s c h c r o n i , S o l f e r i n o ; S r . J o s é Cappozzoli, D e f e n s o r ; S r . Miguel IT. K c c u d e r , R o s a r i n o C e n t r a l ; Sr. J . Pérez Pizzano, Colón; Sr. Manuel R e y , Roland M o o r ; S r . Anibai Debali, M i s i o n e s ; S r . E n r i q u e L . Cazos, O i i m p i a ; S r . V ic e n t e L . V i t e r i t o , Sud A m é r i c a ; S r . F r a n c i s c o F . T o c h e t t i , C e r r o ; S r . Romeo Berta, Chaná. L a Divisional I n t e r media c o n s t i t u í a n l a 17 clubs, y la Divisional 3." E x t r a , la f o r m a b a n 16 clubs. L a C o 111 i s i ó 11 de Asuntos Internacionales de la F e d e r a c i ó n U r u g u a y a de F o o t b a l l , que por la índole de sus cometidos ha tenido, c o mo es lógico, u n a importancia m á s r e m a r c a da, e n t r e los demás, la f o r m a b a n los s i g u i e n t e s deportistas de notoria significación en el a m biente: Dr. R a ú l J u d e , Sr. J u l i o M . a S o s a . Dr. A n drés P u v o l , S r . S a n t i a g o Dallegri. S r . M a n u e l V e i g a Goulard, S r . P a blo L . P e r a z z o , Sr. Adolfo Daquó.

Corresponde hacer D e a c u e r d o con las r e s a l t a r , aquí, p o r que c l a s i f i c a c i o n e s obtenidas, es de e x t r i c t a justicia, c o n s t i t u y ó s e la Divisiola i n t e l i g e n t e a c c i ó n deMesa que presidió la Asamblea. En el centro el doctor R a ú l Jude, Presidente de j a Institución; nal 1." con los clubs que sarrollada desde la prea izquierda y derecha los señores Castro y Dallegri actuando de Secretarios "ad - hoc' pasamos a mencionar: sidencia de la FederaWanderers, Peñarol, Lición U . de F o o t b a l l , por el Dr. R a ú l J u d e , e l e m e n t o j o v e n y de v a s t a to, S o l f e r i n o , Colón, P e ñ a r o l del Plata, R o s a r i n o C e n t r a l , Olimpia, preparación, elegido para d e s e m p e ñ a r ese i m p o r t a n t e c a r g o por el peD e f e n s o r , C e n t r a l , Sud A m é r i c a , R o l a n d M o o r , U r u g u a y o , Misioríodo 1 9 2 4 - 1 9 2 5 , y r e e l e c t o por el periodo 1 9 2 5 - 1 9 2 6 . E l D r . J u d e c u e n nes, L a s Piedras, R o b e r t o C h e r y , C h a r l e y : 17 Clubs en t o t a l . ta, por lo demás, con g e n e r a l e s s i m p a t í a s en el a m b i e n t e d e p o r t i v o . E l c a m p e o n a t o 1 9 2 4 - 1 9 2 5 realizado por e s t a Divisional i . \ fué


/?f

fi/yro

c/cfCenfencrr/o

La aviación en el Uruguay La

aviación civil

A S primeras experiencias a é r e a s de Farmaii y de los h e r m a n o s W r i g h t , c u y a s noticias hace casi veinte años, se difundieron por el mundo entero, demostrando que había dejado de ser una utopía intangible cl vuelo de los aparatos " m á s pesados que el aire", e n c o n t r a r o n también en el U r u g u a y , un ambiente promisor. L a s hazañas de los aviadores que día tras (lia, desde el primer vuelo de 6o m e t r o s que quebró < I prejuicio primitivo, fueron multiplicándose, señalando periódicamente nuevas y repetidas conquistas obre el espacio hasta e n t o n c e s hostil, crearon 1111 persistente anhelo de igualarlas, en muchos temper a m e n t o s audaces. Sin e m b a r g o , la aventura ofrecía múltiples dificultarles, no siendo las menos accesibles las de c a r á c t e r pecuniario darlo el elevarlo precio de los aparatos necesarios para las experiencias. P o r eso. en el Uruguay,

Sr. Angel Adami

a pesar de los entusiasmos propicios, se dilató todavía por algún tiempo las t e n t a t i v a s de conquista riel espacio. Con todo, algunos espíritus emprendedores. entre los que hay que recordar a M. Kscofet y F r a n c i s c o Bonilla, no por el é x i t o que tuvieron sus tentativas, sino por haber sido los que dieron el impulso inicial. dedicáronse a allegar los medios para realizar en nuestro país los primeros vuelos a é r e o s . Carla uno de los citados, se c o n s t r u y ó 1111 aparato pero, darla la falta tle conocimientos t é c n i c o s ríe quienes dirigieron la c o n s t r u c c i ó n , así c o m o por la impericia de los pilotos improvisados,

Director del Centro N. de Aviación

} o s a p a r a t o s quedaron destruirlos en la primera tentativa fracasarla. F r a n c i s c o Bonilla, 110 obstante, no se desanimó, y c o n j u n t a m e n t e con Ricardo De T o m a s i y Angel Adami. partió para la A r g e n t i n a , donde va existía una escuela ríe aviación en la cual los t r e s aspirantes cursaron los estudios necesarios para o b t e n e r el " b r e v e t " de pilotos. E s o sucedía en el a ñ o 1912. Y a fines ríe ese año, ocurría en Montevideo un a c o n t e c i m i e n t o que señaló toda una etapa en los anales tle la aviación. El 1.0 tle diciembre ríe 1912, un joven, a r g e n tino ríe nacionalidad, aunque u r u g u a y o ríe nacimiento, el cabo T e o doro F e l s . cumplió la hazaña, que en esa época señalaba 1111 recorrí maravilloso, tic c r u z a r en un amplio vuelo ríe más de 300 kilómetros, la distancia e x i s t e n t e e n t r e B u e n o s Aires y n u e s t r a capital, por sobre la amplia extensión del R í o ríe la Plata.

L a hazaña tle Fels no tardó en e n c o n t r a r imitadores y a poco, el piloto aleman Lul.be, a quien a c o m p a ñ a b a el aviador a r g e n t i n o X e w b e r y la repetía realizando el primer vuelo transplatino con pasaj e r o s . En ese Ínterin, reputados aviadores europeos, c o m o el italiano C a t t a n e o y el f r a n c é s D o m e n j o z . llegaron a n u e s t r o país, para o f r e c e r al público una serie ríe espectáculos ríe aviación. Para prestigiar e s t o s , se fundó en la capital, b a j o la presidencia riel señor J o a quín S á n c h e z , el primer c e n t r o Nacional ríe Aviación Civil, que instaló un aerorlromo en la localidad ríe L a s T o s c a s y adquirió un biplano " F a r m a n " para uso ríe sus asociarlos. P o c o después hubo q u e lamentar la primera víctima ríe la lucha por la c o n quista riel espacio, con la muerte, en un accidente, de Ricardo De T o m m a s i , uno de los tres primeros pilotos civiles uruguayos. De los ríos restantes, Francisco Bonilla desistió de sus actividades y sólo se mantuvo en ellas A n g e l Adami, a cuyo cargo está a c t u a l m e n t e la Escuela ríe Aviación Civil. E l Centro Nacional tle Aviación, librarlo a sus solas fuerzas, tuvo vida precaria. P o r otra parte, la Aviación Militar, nacida c o m o

organismo propio y en mejores condiciones de estabilidad le restó muchos adeptos. Y Ja institución hubo tle suspender sus actividades. Al llegar el año 1919, se logró eso no obstante, hacerla renacer contándose entonces, como medio propulsor, con el apoyo gubernativo. E11 esa forma, al adquirir nueva vida, e n c o n t r ó m á s amplio y oportuno terreno para el desarrollo de sus actividades. Obtuvo, en primer término, 1111 campo propio tle 45 hectáreas de extensión, en la vecina localidad de Melilla, cerca a la capital, donde instaló su puerto aéreo, en favorabilísimas condiciones. Se construyeron, además, tres hangares, un taller mecánico y locales de oficinas, poniéndose ríe inmediato en condiciones tle funcionar. E n esta segunda etapa de su existencia, el Centro Nacional ríe Aviación Civil, presidido entonces por el Dr. César Miranda, inició sus actividades con la adquisición ríe un biplano " A v r o " , de origen inglés, considerado en ese tiempo como la marca más apta para la instrucción ríe pilotos. Se realizó así bajo la dirección del S e ñ o r Angel Adami y la superintendencia riel Centro, la fundación tle la Escuela ríe Aviación Civil, cuyas actividades, han ido en progresión constante. E11 la actualidad, presidiendo el Centro de Aviación el Dr. Estel an T o s c a n o y dirigiendo la Escuela el Sr. Adami, ésta cuenta para la instrucción de los alumnos con cinco aparatos, 3 Avros y 2 D. II. C. gestionándose en la actualidad la adquisición tle algunos aviones Codron, rpie son considerados los m á s apropiarlos para la instrucción de los alumnos. Oportuno es hacer constar, entre los servicios prestados a la Aviación Nacional por esta institución, que ella patrocinó la formación de compañías aereas, cooperando a la creación de la Compañía A n g l o Argentina. tle la Compañía Río P í a tense,

etc.

Dr. Esteban Toscano Presidente del Centro N . de Aviación

L a Escuela, además, o frece a los alumnos 1111 sinnúmero de ventajas, facilitando gratuitamente los aparatos, debiendo c o r r e r únicamente, quienes los utilicen, con los g a s t o s de aceite y nafta. Como dato final a g r e g a r e m o s que en el aerorlromo tic Villa Colón donde — por su situación ventajosa — han aterrizarlo casi todos los aviadores llegarlos al país, se registraron, e n t r e los pilotos, del c e n t r o y los aviadores e x t r a n j e r o s , alrededor ríe 2.700 vuelos.

La aviación

militar

L a s primeras tentativas para organizar la aviación militar, ríatan, en nuestro país, riel año 1913. E n esa época llegó al U r u g u a y el aviador M a r c e l o Paillette, oficial de la reserva francesa y a él se encomendó la comisión de formar el primer cuerpo tle pilotos militares. En el campo tle aviación instalado en la localidad tle " L o s Cerrillos", en el departamento de Canelones, el aviador Paillette inició, con un biplano " F a r m a n " , tle su propiedad y un monoplano " B l e r i o t " la instrucción tle los alumnos. Se habían inscripto a ese efecto los e n t o n c e s Capitán J o s é San Martín. T e n i e n t e Felipe Arrambillete, J u a n B o i s s o L a n z a . G r e g o r i o Alvaro Lezama, Pedro Masovin, J u a n Vertiz, Braulio Duarte y Alférez Cesáreo L. Berisso, Enrique Piarlo y S a n t i a g o Guido. T r e s meses duraron esos ensayos, al cabo tle los cuales, con motivo tle divergencias surgidas entre el Gobierno y el Sr. Paillette, é s t e partió para Buenos Aires, disolviéndose la E s cuela incipiente. Se decidió entonces. becar a los militares J u a n Boisso Lanza y Aldhemar Saenz L a cueva para que prosiguieran s u s estudios en Chile y a Cesáreo Berisso y E s t e b a n Christi para que lo hicieran en la Argentina. Al finalizar e l . a ñ o 1915, los cuat r o militares citados ya habían 'regresado al país con el " b r e v e t " superior, fundándose entonces la Escuela Militar de Aviación en el Camino Mendoza, próximo a la Capital, bajo la dirección del y a Capi-


¡Qf fifipo c/cf Ccnfeno7Yo O c/e/V ~Upapciayo tan Juan Boisso Lanza y actuando como instructores de la misma los aviadores Berisso, Saenz Lacueva y Christi. En los cuadros adjuntos, se detallan los progresos de la Escuela, tanto en lo que respecta a su m a t e r i a l a é r e <>. constituido en la época de la fundación por solamente dos aviones, que han aumentado en la actualidad, en un período de nueve años, hasta el número de 65, y al número de alumnos que, anualmente, han hecho allí sus cursos de piloto, cuadros (pie revelan que la Institución ha llegado a un alto grado de progreso. El material aéreo de la Escuela Militar de Aviación, desde su fundación hasta la fecha está expresado en este cuadro:

V i s t a p a n o r á m i c a del c a m p o de a v i a c i ó n m i l i t a r , en el

C a m i n o M e n d o z a , con sus h a n g a r e s y construcciones

A v i o n e s en orden de v u e l o , en reparación, en construcción y desarmados

(1) Existen aparatos más.

además,

en

lo»

depósitos

de

Aduana,

u

ln

orden

de

Es.-uela,

cuatro

L a s a c t i v i d a d e s de la E s c u e l a M i l i t a r de A v i a c i ó n , desde su f u n d a c i ó n hasta la fecha

El

j e f e de la E s c u e l a M i l i t a r de A v i a c i ó n T t e . coronel Cesáreo Berisso, rodeado por un grupo de o f i c i a l e s instructores

30' 12

:wr»4 :t!i'4l 108'ó-I n>9';¡6

(I) Faltan datos sobre el número de vuelas y horas de vuelo, en ios años ¡íl 1(1 a 1020.

A la dirección del Capitan Boisso Lanza, fallecido trágicamente en Pau (Francia), el 10 de agosto de 1918, mientras perfeccionaba sus conocimientos, sucedió la del capitan Tula Dufort, quien, al año subsiguiente, murió también a su vez, trágicamente, en 1111 accidente desviación. Designóse entonces para sustituirlo al Mayor Victoriano Kovira, a quien reemplazó luego, en el año 1923, el ahora teniente coronel Cesáreo Berisso, uno de los cuatro primeros aviadores militares con que contó el pais, y cuyas hazañas aéreas, tanto en el

U n grupo de aparatos de a v i a c i ó n , frente a los

L o s primeros pilotos

de (a tropa de línea, f o r m a d o s en la

Escuela

Uruguay como fuera de él (mereciendo citarse especialmente su magel raid Buenos Aires - Mendoza, realizado en el nífica vecino ¡tais), le acreditaban justamente como el más capacitado de nuestros pilotos aéreos. B a j o la dirección del comandante B e r i s s o, a quien secunda en la administración de la Escuela, como factor sindicado de su progreso, el mayor Felipe Arrambillete, la institución l a a c u s a d o sensibles e ininterrumpidos progresos, como puede advertirse por los cuadros ya citados y por la organización impresa a todos sus diversos talleres e instalaciones. hangares


¿/£po c/cf deff

Cenfencrp/o Uruguaya

des. V en ello está, sin duda, la r a z ó n expliL A O B R A DE L O S S A L E S 1 A N O S DE DON B O S C O L'na de las m á s c a r a c t e r í s t i c a s c r e a c i o cativa de la simpatía g e n e r a l que en t o d o s los EN E L U R U G U A Y nes del i g l o X I X e s la I n s t i t u c i ó n S a l e s i a n a países, y aún de p a r t e de los que no c o m u l g a n fundada p o r el s a c e r d o t e t u r i n é s don J u a n con su c r e d o , envuelve a los S a l e s i a n o s , simpatía, que es, al m i s m o Hosco. H i j o del p u e b l o , e n c o n t a c t o i n t i m o y p e r m a n e n t e con el t i e m p o , la r a z ó n principal de sus t r i u n f o s y de su c r e c i m i e n t o c o n s pueblo, e s t e v a r ó n e x t r a o r d i n a r i o t u v o una visión c l a r í s i m a del f e r t a n t e , en medio de las t u r b u l e n c i a s de la vida m o m e n t o a l a r m a n t e q u e a j i t a b a a la sazón las m a s a s derna. p o p u l a r e s , e x p l o t a d a s p o r c a p i t a l i s t a s sin e n t r a ñ a s v d e s p o j a d a s , p o r la i r r u p c i ó n de las d o c t r i n a s m a t e L a B o d a de O r o S a l e s i a n a r i a l i s t a s de las c o n s o l a d o r a s ilusiones s u p e r i o r e s que e m a n a n de las e s p e r a n z a s u l t r a t e r r e n a s . l ) o n B o s c o E l 13 de diciembre de 1 S 7 ; llegó al R í o de la p u s o e n t o n c e s al s e r v i c i o de la c a u s a del pueblo el P l a t a , el primer n ú c l e o de m i s i o n e r o s enviados por i n g e n t e c a u d a l de s u s e n e r g í a s f í s i c a s y m o r a l e s y D o n B o s c o . U11 a ñ o m á s tarde o t r o g r u p o de expedip e r p e t u ó su o b r a en la I n s t i t u c i ó n p o r él fundada, c i o n a r i o s de la novel institución religiosa, e n c a b e z a d a q u e e n la d o b l e r a m a de los S a l e s i a n o s y de las S a p o r D o n L u i s L a s s a g n a , que en ese e n t o n c e s c o n t a b a l e s i a n a s . — H i j a s de M a r í a A u x i l i a d o r a — se e x 27 a ñ o s de edad, a r r i b ó al U r u g u a y y fundó el Colet i e n d e h o y . t r e i n t a y s i e t e a ñ o s d e s p u é s de la desg i o l ' i o de Villa Colón. D o s a ñ o s m á s tarde se raa p a r i c i ó n del f u n d a d o r , p o r t o d a s las r e g i o n e s del dicaba en la m i s m a localidad el p r i m e r c o n t i n g e n t e de g l o b o , c o n t a n d o e n t o t a l c o n mil c o l e g i o s y d o c e Hermanas Salesianas. mil c o m p o n e n t e s . Don Juan Bosco, E n la actualidad, el primer c i n c u e n t e n a r i o de acE s t a s o r p r e n d e n t e fecundidad, en u n a é p o c a t a n el fundador S u d a m e r i c a n a , los sorprende diseminados p r e s p r o p i c i a a t o d a m a n i f e s t a c i ó n de índole r e l i g i o s a c u a t r o c i e n t o s e s t a b l e c i m i e n t o s por todas las R e p ú c o n s t i t u y e , sin duda, la p r u e b a m á s c o n c l u v e n t e de la blicas de A m é r i c a , y sus m i s i o n e r o s han sido y siguen siendo los h e p e r f e c t a a d a p t a c i ó n de la I n s t i t u c i ó n S a l e s i a n a a la raldos de la civilización en la T i e r r a del F u e g o , en la P a t a g o n i a y en ambiente moderno. la P a m p a , en el C h a c o P a r a g u a y o , en las selvas de M a t t o G r o s s o , en Frograma las e n m a r a ñ a d a s v e r t i e n t e s del A m a z o n a s y e n t r e los " j í v a r o s " del lejano Ecuador. D e a c u e r d o con las b a s e s r e g l a m e n t a r i a s d e j a d a s p o r el m i s m o D o n B o s c o . la a c c i ó n de los S a l e s i a n o s t i e n d e d i r e c t a m e n t e al pueblo y de un m o d o e s p e c i a l a l o s h i j o s del pueblo m á s a b a n d o n a d o s y menesterosos. P a r a e l l o s ai ren " O r a t o r i o s F e s t i v o s " q u e los s u b s t r a e n de los a m b i e n t e s m a l s a n o s p a r a r o d e a r l o s de a l e g r í a , de c a r i ñ o , de educación moralizadora. Fundan Escuelas Indust r i a l e s o A g r í c o l a s , c a p a c e s de h a b i l i t a r l o s p a r a r e s o l v e r vict o r i o s a m e n t e el p r o b l e m a de la vida. Crean Institutos popular e s de e n s e ñ a n z a p l e n o s de amable calor espiritual. E n u n a p a l a b r a — s e g ú n la e x p r e s i ó n de u n o de s u s p a n e g i ristas — derraman s o b r e el pueblo una múltiple variedad de p r o p a g a n d a e s c r i t a , p a r a e n c e n d e r c o n la luz de los ideales q u e p r e c o n i z a , los e n t u s i a s m o s y las e n e r g í a s p u r a s y s u p e r i o r e s . Y 11o se r e d u c e á e s t o s o l a m e n t e su actividad. T r a s p o n e n 1 o s u m b r a l e s de la civilización c o n t e m p o r á n e a , p e n e t r a n a las selvas v í r g e n e s y s o m b r í a s del c o r a z ó n de A m é r i c a , de A s i a , de A f r i c a , de O c e a n í a y a r r a n c a n a la b a r b a r i e o al s a l v a j i s m o las razas inferiores para a t r a e r las al b i e n e s t a r de la c o n v i v e n c i a h u m a n a , a la luz de la c o n c i e n c i a y al g o c e de la personalidad. Su sistema

En

pais

N o s i n t e r e s a l l a m a r la a t e n c i ó n , p a r t i c u l a r m e n t e , s o b r e el desar r o l l o de la O b r a S a l e s i a n a en el U r u g u a y , pués, p o c a s veces, sin duda, en tan c o r t o lapso de tiempo, una i n s t i t u c i ó n llegada de un país e x t r a n j e r o se vinculó tan e s t r e c h a y t r a s c e n d e n t a l m e n t e a la vida social de la N a c i ó n e i m p a r t i ó una a c ción tan múltiple, t a n v a s t a y tan fecunda. L o s S a l e s i a n o s c u e n t a n act u a l m e n t e en la R e p ú b l i c a con veintiséis establecimient o s : o c h o en la C a p i t a l ; siete en el D c p a r t a m n t o de M o n t e v i d e o ; t r e s en C a n e l o n e s ; uno en M e r c e d e s ; u n o en R í o N e g r o ; t r e s en P a y s a n d ú ; uno en S a l t o ; uno en M e l ó . O c h o parroquias, a n e x a s a esos C o l e g i o s , r e g e n t e a d a s por los S a lesianos, c o n s t i t u y e n su c o n t r i b u t o d i r e c t o a la vida de la Iglesia Nacional.

V i s t a general del establecimiento del M a n g a

pedagógico

D o n B o s c o e l i m i n ó de la a c c i ó n e d u c a d o r a de s u s h i j o s t o d a f o r m a de r e p r e s i ó n , de severidad, de r i g o r . E l c a r á c t e r del n i ñ o — p e n s ó — se m o l dea con m á s e f i c a c i a a t r a v é s de u n a a m a b l e c o n f i a n z a , a t r a v é s del c r i s o l del a m o r . " A m a r y p r e v e n i r " : fué la f ó r m u l a s i n t é t i c a «le su s i s t e m a . que le p e r m i t i ó c o n v e r t i r cada u n o de sus c o l e g i o s e n un h o g a r , e s t a b l e c i e n d o e n t r e el educador y el a l u m n o los laz o s de un a f e c t o que el t i e m p o n u n c a podría r o m p e r . E n e s t o radica el porqué del a m b i e n t e de familiaridad e s p o n t á n e a y s i n c e r a que envuelve t o da la o b r a de D o n B o s c o y la h a c e a c c e s i b l e h a s t a a los espíritus más huraños y rebel-

nuestro

Talleres de Don Bosco, en la calW Maldonado y Municipio

E n la imposibilidad de res u m i r la h i s t o r i a de cada uno de e s o s institutos, r e c u r r i m o s para d e m o s t r a r su i m p o r t a n c i a p r á c t i c a a la e l o c u e n c i a de los m i s i o n e r o s que van en el sig u i e n t e cuadro, c o m p l e m e n t a n do luego esos d a t o s c o n algunas r e f e r e n c i a s p a r t i c u l a r i z a das con los E s t a b l e c i m i e n t o s que r e p r e s e n t a n los c u a t r o a s pectos f u n d a m e n t a l e s del programa salesiano: preservación moral del niño, a p r e n d i z a j e industrial, f o r m a c i ó n a g r a r i a , enseñanza elemental y secundaria. E n total, los a l u m n o s a s i s t e n t e s a los 14 c o l e g i o s salesianos para niños, e x i s t e n t e s en toda la República desde las distintas fechas de sus respectivas fundaciones, a p a r t i r de 1877, divididos en externos, e x t e r n o s g r a t i s , semi g r a t i s , pupilos, pupilos g r a t i s y semi g r a t i s , alcanzan al n ú m e r o de 49.859 niños. L o s s i g u i e n t e s d a t o s se relacionan con los 11 i n s t i t u t o s de las H e r m a n a s de M a r í a Auxiliadora: Total internos, 3635; Total externos, 48437; T o t a l g r a t i s 1 7 5 5 1 ; T o t a l semi g r a t i s 12036, O r a t o r i a n a s 4 8 2 2 7 .


fif

O Con respecto a los colegios de varones de un total de 49.859 alumnos que se han beneficiado en ellos, 19.422 lo han sido completamente gratis. Tomando conio base lo que cuesta al Estado cada alumno interno y externo, la beneficencia realizada solamente por los Talleres de Don Bosco arroja el siguiente resultado: según los cálculos, a las instituciones oficiales un interno implica mensualmente un gasto de 35 pesos y un externo, 3.60 pesos. Tendríamos, pués, que por 1.641 pupilos gratis atendidos desde su fundación, los Talleres de Don Bosco invirtieron 631.785 pesos y por 2.094 externos gratis, 81.144 pesos.

í i ' f i p o c/ef

def cr

"

G

/iYencrr/o

upupuoyo

agricultura, 40 a plantas forrajeras, y más de 50 hectáreas a potreros. De la forma que se imparte esa enseñanza, verdaderamente científica y que es teórica y práctica, dará una idea la afirmación de que cuenta con "once textos propios". E11 cl sentido de la en señaliza secundaria y elemental, son varios los establecimientos Salesianos que desarrollan en cl país una acción descollante, mereciendo citarse, en primer término, el magnífico Colegio Pío de Villa Colón y cl de N. S. del Rosario, de Paysandú. t-ooperndore»

L o » cuatro puntos del P r o g r a m o Salcsiano

Ex

Salesianos

Alumnos

La vitalidad Salesiana 110 tiene por límite las paredes de E l primero de ellos se reun Instituto. Rebasa más allá laciona con la preservación P l a n o en que es posible admirar la ubicación privilegiada del Colegio P í o de de los diversos organismos exmoral del niño. Al efecto, los V i l l a Colón, que aparece señalado con el N." í tendidos por toda la RepúSalesianos establecen los llablica. mados Oratorios Festivos, que son lugares destinados a reunir la maSon los Cooperadores Salesianos yor cantidad posible de niños, sustraer> los E x - Alumnos. — Los primeros, los a los peligros de la calle, entreteque tienen por órgano el "Boletín Salesiano". que impreso en la "Casa Manerlos honestamente y darles lecciones dre" de Turín en siete idiomas, alcande moral y religión, manteniéndolos zan a varios millones y constituyen el bajo la vigilancia asidua y paternal demejor apoyo moral y material de la personas abnegadas que sacrifican sus Obra Salesiana. horas de descanso o de esparcimiento, a fin de coadyuvar con los Salesianos Los segundos son los que, luego en esa obra dé sabia y fecunda prevende abandonar el colegio e internados ya en las sendas de la vida, continúan manteniendo una estrecha, asidua y feE1 cuadro adjunto y el resúmen cunda vinculación con sus maestros, que también transcribimos, dicen bien constituyendo una fuerte federación elocuentemente de la importancia que que tiene por órgano el "Don Bosco", en los distintos colegios tienen esos periódico mensual notablemente imOratorios Festivos. preso, que recoge en sus columnas toCon respecto al aprendizaje indusdas las palpitaciones de la vida saletrial ha alcanzado plena consagración siana de dentro y fuera de los coleen nuestro ambiente, el establecimiengios. ^ to conocido por Talleres de Don BosColegio de las hermanas salesianas en Canelones y Magallanes E11 este sentido, es completamente co, institución modelo, verdaderamenindudable que ninguna otra inste única en su género, de la titución de la misma índole reque salen anualmente jóvenes sulta comparable con la Pía que son luego en la vida, obreSociedad Salesiana. Su obra, ros manuales competentísimos podría decirse, es de carácter y ciudadanos honestos y ejempsicológico, en el sentido de plares. que ha sabido compenetrarse E l monumental edificio en íntimamente con la época moque se halla instalado, ocupa derna, cavando hondo surco, toda una manzana y consta de cu la vid a del hombre, vincucinco plantas, y con su silueta lándose a todas las manifestasobria e imponente constituye ciones de su existencia, uniénuna de las notas salientes de dose a su desarrollo y a su floMontevideo edilicio. recimiento y formando un amFué fundado en el 2 de biente propicio en su regazo Febrero de 1893 por el Padre a los seres con que se vincula fosé Gamba, ex Inspector Gedesde que, niños, empiezan a neral de los Salesianos, que ha a\vr\Y los ojos a la luz de la sido sucedido cn ese alto carconciencia hasta que, hombres g o por el P. Ricardo Pittini, o ancianos, se han internado sacerdote de vasta cultura y ya en la vida o han comenzado de privilegiadas dotes inteleca declinar por la pendiente tuales. Al frente de los TalleCuadro gráfico demostrativo de la asistencia de niños a los Oratorios Festivos caduca de los años. res de Don Bosco se encuende los Salesianos, en los últimos 30 años La que desempeñan los tra actualmente el P. Bernars a l e s i a n o s es, pues, una dino Harispuru Arocena. E11 misión de índole social vastísima en sus proyecciones y excepcionalsu inmenso local, esta institución puede albergar 500 niños a los mente completa. que una organización admirable permite impartir una sólida instrucMucho debe, sin duda, cl Uruguay a los hijos de Don Bosco. Por ción elemental y enseñar un oficio. encima de cualquier sectarismo y prescindiendo del criterio con que E n cuanto a la enseñanza agraria no hay en el país un establepueda encararse en el sentido filosófico o religioso su enseñanza, cimiento análogo a la Escuela Agrícola Jackson, instalada en el forzoso es reconocer que muy pocas organizaciones privadas, han Manga, a 17 kilómetros de Montevideo, por los P. P. Salesianos. La aportado al país un más valioso concurso, en tan fecunda y diversiensa nacional, sin distinción de matices lia coincidido en reconocer, pren ficada manera, contribuyendo en proporción tan importante a la en reiteradas y muy expresivas referencias, que se trata de 1111 orgaelevación cultural, profesional, industrial y moral del pueblo, nismo que refleja verdadero honor sobre la República. Cuenta esa en forma que merece incondicionalmente el reconicimiento geneescuela, actualmente en plena actividad, con 14 hectáreas destinadas ral. a viñedos, 10 a plantaciones frutales, 10 a olivares, 4 a huertas, 20 a


¿Qf fifiro

O

cfe/V

dc:f

Cenfencrr/o Vpucjuayz

El sentimiento religioso nacional y \ S j u r i s d i c c i o n e s e c l e s i á s t i c a s en A m é El Culto Católico - Su» orígene.. investido con las facultades de C u r a V i c a r i o y J u e z r i c a se c o n f o r m a r o n casi s i e m p r e c o n primera. Parroquia» - IndeE c l e s i á s t i c o . P o s t e r i o r m e n t e , el O b i s p o de B u e n o s las d e l i m i t a c i o n e s fijadas p o r las j u r i s d i c pendencia» ccle.¡6»tica. - La A i r e s fué erigiendo n u e v o s c u r a t o s y a y u d a s de p a r r o c i o n e s p o l í t i c a s . E s así que e n los p r i m e r o s Igle.ia Nacional - Su orgafundados en el país, q n i a s en las ciudades y pueblitos a ñ o s de la c o n q u i s t a n u e s t r o t e r r i t o r i o nización - Prelado» que la dependientes los c u r a t o s leí D i o c e s a n o . dependió en lo espiritual del M e t r o p o l i t a n o han regido - Su sitúaL a I g l e s i a de M o n t e v i d e o , adquirió n a t u r a l m e n t e p r e e m i de L i m a . C r e a d a p o s t e r i o r m e n t e la Globerna obernac¡6n actual. nencia desde los p r i m e r o s a ñ o s y el e c l e s i á s t i c o que la sirvió fué investido con nuevas e i m p o r t a n t e s f u n c i o n e s , t a c i o n y D i ó c e s i s del P a r a g u a y , el t e r r i t o r i o de les c o m o la C o m i s a r í a de la S a n t a C r u z a d a y del S a n t o O f i c i o . S i r la B a n d a O r i e n t a l p a s ó a d e p e n d e r del O b i s p a d o de la vieron e s t e i m p o r t a n t e c u r a t o desde 1726 h a s t a la caída del r é g i m e n A s u n c i ó n , y c u a n d o se c r e ó la D i ó c e s i s de B u e n o s colonial, c o m o C u r a s V i c a r i o s , en propiedad, los D r s . J o s é N i c o l á s A i r e s e n t r ó a f o r m a r p a r t e de é s t a . B a r r a l e s . F e l i p e O r t e g a y Esquivel y J u a n O r l i z . E n 1790 f u e r o n H a s t a 1615 p e r m a n e c i ó la B a n d a O r i e n t a l al m a r c o m e n z a d a s las o b r a s de la Iglesia M a t r i z y en 1804, y a casi t e r m i n a d o gen de la i n f l u e n c i a c r i s t i a n a . E s e a ñ o se i n i c i a r o n las el t e m p l o , fué c o n s a g r a d o p o r el O b i s p o de B u e n o s A i r e s , M o n s e ñ o r p r i m e r a s m i s i o n e s , e m p r e n d i d a s p o r r e l i g i o s o s de la Lué y Riega. C o m p a ñ í a de J e s ú s q u e l o g r a r o n p e n e t r a r en los t e r r i t o r i o s d o m i n a d o s p o r las parcialidades i n d í g e n a s y e v a n g e l i z a r en ellos. E s t a s p r i m e r a s m i s i o n e s t e r m i n a r o n c o n el L a r e v o l u c i ó n a f e c t ó t a m b i é n el orden e c l e s i á s t i c o . V a desde los s a c r i f i c i o y m a r t i r i o de v a r i o s r e l i g i o s o s . P a s a r o n v a r i o s , a ñ o s h a s t a ú l t i m o s a ñ o s del r é g i m e n colonial se h a b í a g e s t i o n a d o la c r e a c i ó n de que n u e v o s m i s i o n e r o s , e s t a vez f r a n c i s c a n o s , e n v i a d o s p o r los g o un O b i s p a d o en la B a n d a O r i e n t a l con sede en M o n t e v i d e o , procubernad».res del P a r a g u a y y B u e n o s A i r e s , p a s a r o n a la B a n d a r a n d o así la independencia eclesiásO r i e n t a l a e v a n g e l i z a r a los s a l v a t i c a de e s t e t e r r i t o r i o de la D i ó c e s i s ^ . s< j e s . F r a y B e r n a r d i n o de G u z m a n , de B u e n o s A i r e s . E l G e n e r a l A r t i g a s F r a y V i l l a v i c e n c i o y F r a y Aldao, halló la I g l e s i a de M o n t e v i d e o en "^ifc. l o g r a r o n en 1620 reducir a l g u n a s t r i b u s i n d í g e n a s p e r t e n e c i e n t e s a la s i t u a c i ó n a n ó m a l a , pues d e s d e la ^ d É L ^ v y. parcialidad de los C h a n a e s y c o n m u e r t e del c u r a O r t i z , acaecida en Á e l l a s e c h a r o n la 1813, venía siendo , ^ É BL ^ l a s e de la s o c i a b i servida por t e n i e n ^^ ¡P lidad c r i s t i a n a e 11 t e s y coadjutores W l » este país, pues i n t e r i n o s . E l libers fundaron las pritador quiso hacer ' ^BL^ .VS'^HÉ meras reducciones c e s a r e s t a situación , ^BraÉ' j f ^ J f V indígenas estables. y a la v e z o b t e n e r F r a y Bernardino p a r a la I g l e s i a de ^ de G u z m á n fundó M o n t e v i d e o la dig¿^^Rj^^^P^ ' á 1a reducción d e nidad que le ^^^HBMQB S a n t o D o m i n g o de rrespondía. N o sien^ ^ F f f i W » - W S o r i a n o , a la vez do posible g e s t i o n a r immiL / que* se fundaban las la c r e a c i ó n del y7 de V í b o r a s , EspiObispado, ^^^^Hnfl^^r nillos y A l d a o. F u e r o n é s t a s las dinario de B u e n o s Monseñor Jacinto V e r a , primer primeras iglesias o D r . M a r i a n o S o l e r , primer A r z o A i r e s la d e s i g n a O b i s p o de M o n t e v i d e o feligresías estables bispo de M o n t e v i d e o ción de C u r a V i c a e r i g i d a s e 11 n u e s rio y J u e z Eclet r o pais v de ellas s o l a m e n t e s u b s i s t e S a n t o D o s i á s t i c o en la p e r s o n a de don D á m a s o A n t o n i o L a m i n g o de S o r i a n o , la p o b l a c i ó n m á s a n t i g u a de r r a ñ a g a . quien, a pedido del m i s m o A r t i g a s , fué nuestro territorio. investido con facultades e s p e c i a l e s de V i c a r i o , c o n Dr. Juan Francisco

Aragone,

jurisdicción s o b r e t o d a s las p a r r o q u i a s de la B a n d a actual Arzobispo y Jefe Casi s i m u l t á n e a m e n t e c o n e s l a o b r a de e v a n g e l i de la I g l e s i a N a c i o n a l O r i e n t a l y E n t r e R í o s . P u e d e decirse que fué e s t e z a c i ó n se fundó la ciudad de la C o l o n i a del S a c r a el o r i g e n del V i c a r i a t o del E s t a d o O r i e n t a l , y p o r m e n t o por los p o r t u g u e s e s , q u i e n e s e r i g i e r o n en ella ende, de la independencia e c l e s i á s t i c a de n u e s t r o t e r r i t o r i o del O b i s I g l e s i a dependiente del M e t r o p o l i t a n o de R í o J a n e i r o , c r e a n d o así pado de B u e n o s A i r e s . en el c e n t r o de la D i ó c e s i s del R í o de la P l a t a , u n a f e l i g r e s í a f o r á n e a . L a s f a c u l t a d e s de V i c a r i o A p o s t ó l i c o c o n que fué investido en E n 1726 fué fundada la ciudad de M o n t e v i d e o y erigida la i g l e s i a 1 S i 5 el D o c t o r L a r r a ñ a g a , f u e r o n c o n f i r m a d a s y ampliadas en i«S24 p a r r o q u i a l , dependiente del D i o c e s a n o de B u e n o s A i r e s , que, c o n el p o r el D e l e g a d o A p o s t ó l i c o M o n s e ñ o r M u z z i , quien, n o t e n i e n d o faa n d a r del t i e m p o se c o n v e r t i r í a en sede del V i c a r i a t o A p o s t ó l i c o , cultades para c r e a r el O b i s p a d o que pedían las a u t o r i d a d e s y el pueblo p r i m e r o , silla episcopal d e s p u é s y b a s í l i c a m e t r o p o l i t a n a , por fin. L a para M o n t e v i d e o , capital e n t o n c e s de la P r o v i n c i a Cisplatina, c r e y ó I g l e s i a M a t r i z de M o n t e v i d e o t u v o al principio j u r i s d i c c i ó n s o b r e s a t i s f a c e r así e s t o s d e s e o s _ t o d o el t e r r i t o r i o a t r i b u i d o m i e n t r a s se s o l i c i t a b a de la a la ciudad. E l e c l e s i á s t i c o S a n t a S e d e la e r e c c i ó n de la q u e s e r v í a e s a iglesia fué

Pkro. Dámaso Antonio Larrañaga L e r V i c a r i o A p o s t ó l i c o del Uruguay

D r . José M a r c o s Semería, Obispo de M e l ó

P b r o . M a n u e l P é r e z C a s t e l l a n o s , una de las f i g u r a s m á s d e s t a c a d a s del clero u r u g u a y o


O

fi£pp d e f c l e f c —

Cer¿/encrrvo V/ju(Juayz>

nueva silla episde la Iglesia copal. Nacional. La Cruzada de El primer Prelos Treinta y T r e s lado <le la Iglesia y la independencia, Nacional, Dr. Laal fin conquistada, 1"rara^a se consadieron otro camiíseguida a la no a estas gestioorganización de nes. La Asamblea su iglesia. Creó la Constituyente dicjerarquía eclesiástó una ley, dispotica, organizo la niendo que se socuria, formó 1 o s licitara del Sumo tribunales eclesiásPontífice, 1 a seticos y reorganizó gregación definititodas las parrova de n u e s t r o quias y vice paterritorio d e la rroquias del país. Diócesis de Buenos E l Dr. Larrañaga Aires y se creara gobernó la Iglesia en el una nueva Nacional hasta el Diócesis. Llevada año 1848 en que esta gestión a Rofalleció. ma, el Papa expiL o sucedió su dió el año 1832 un Vicario, el Dr. D11. Breve por el que Lorenzo Antonio se declaró el teFernández, quien rritorio del Estadesde años atrás, do Oriental segrepor delegación del gado de la DióceDr. Larrañaga sis de B u c 11 o s ejercía sus faculAires y se erigió tades en Montevien él un Vicariato deo. E1 segundo Basílica Metropolitana, cuya construcción es de origen colonial Apostólico depenPrelado de la Igled i e 11 d o directasia Oriental ejerció mente de la Santa Sede. Por el mismo Breve designó al Doctor el cargo de primer Rector de la Universidad y falleció el año 1852. Don Dámaso Antonio Larrañaga Vicario Apostólico, con todas las Luego de un breve interinato, fué designado por el Papa, Tercer facultades de un Vicario Capitular Sede Vacante. Este Breve conVicario Apostólico de Montevideo, el Dr. Don José Benito Lamas, sagró la independencia eclesiástica del Uruguay y echó las bases ilustre Prelado, que ejerció el gobierno de la 1 lesia hasta el año

„ -rwifrnKfiií i M í r i i g i W La

primitiva Iglesia de San Francisco, que se levantó en lugar que ocupa actualmente (a Bolsa de Comercio

cl L a Basílica Metropolitana en

í860

HHEIÜSBBKS9

Capilla Jackson, Atahualpa

Iglesia de Punta Carreta

Iglesia de San Francisco

Iglesia de S a n Agustín


jQf fi£po c/cf O dcf <¿

Cenfencrr/o Uruguayo

Iglesia Parroquial de Florida

Iglesia de Nuestra Señora del Carmen (Aguada)

Iglesia de los Sorchantes (Tierra Santa) Obispo de M o n t e v i d e o . E l g o b i e r n o de M o n s e ñ o r S o l e r fué fecundo para la I g l e s i a N a c i o n a l . R a j o su dirección, c o b r ó é s t a , g r a n d e i m p o r t a n c i a e influencia. L a o b r a de e s t e P r e l a d o fué de o r g a n i z a c i ó n y de c r e a c i ó n de t o d o s aquellos r e s o r t e s que faltaban aún a la a d m i n i s t r a ción eclesiástica, o b r a esta, que y a h a b í a planeado y emprendido en vida de sus a n t e c e s o r e s . A la vez que c e l a b a la dignidad y d e c o r o de la I g l e s i a y de sus m i n i s t r o s , llevó a d e l a n t e la o b r a de o r g a n i z a r la acción r e l i g i o s a laica c r e a n d o instit u c i o n e s d o c e n t e s y de a c c i ó n s o cial y dándoles n o r m a s y o r i e n t a c i o n e s definidas.

1S57. en que c a y ó v í c t i m a de la f i e b r e a m a r i l l a , m i e n t r a s e j e r c í a su m i n i s t e r i o a la c a b e c e r a de los e n f e r m o s . C u a n d o f a l l e c i ó el D r . L a m a s . h a b í a sido y a preconizado O b i s p o por el P a p a , quien en e s a f o r m a se p r o p o n í a d o t a r al V i c a r i a t o de tina a u t o r i d a d de o r d e n . F u é s u c e s o r del Dr. L a m a s , el Prebístero Monseñor Jacinto Vera, quien g o b e r n ó l a r g o s a ñ o s su I g l e sia. E l P a p a p r e m i ó al V i c a r i o Apostólico, M o n s e ñ o r Vera, elevándolo a la dignidad de O b i s p o de M e g a ra, p r i m e r o , y l u e g o e n 187X, a r e q u e r i m i e n t o del g o b i e r n o de la República, consagrándolo Obispo de M o n t e v i d e o , p a r a lo cual fué e r i gida en -illa episcopal la a n t i g u a Iglesia Matriz. M o n s e ñ o r Vera, fué pués, el p r i m e r O b i s p o de M o n t e video. E s t e ilustre P r e l a d o falleció en 1881.

E n i8(j6, el G o b i e r n o de la R e pública s o l i c i t ó de la S a n t a S e d e la elevación de la silla episcopal de M o n t e v i d e o a la dignidad de sede m e t r o p o l i t a n a y la c r e a c i ó n de los Iglesia del Colegio Pío de Villa Colón o b i s p a d o s s u f r a g á n e o s del S a l t o y P a r a s u s t i t u i r al prelado falleM e l ó . L a S a n t a S e d e a c o g i ó f a v o r a b l e m e n t e e s t e pedido y f u e r o n cido fué p r e c o n i z a d o p o r el P a p a , s e g u n d o O b i s p o de M o n t e v i d e o , el expedidas las B u l a s de c r e a c i ó n del A r z o b i s p a d o de M o n t e v i d e o y de D r . D n . I n o c e n c i o M a r í a Y é r e g u i , a q u i e n t o c ó presidir u n a é p o c a de las D i ó c e s i s s u f r a g á n e a s . M o n s e ñ o r S o l e r fué elevado a la dignidad a g i t a c i o n e s para la I g l e s i a . E s t a s a g i t a c i o n e s m i n a r o n su salud y c o r A r z o b i s p a l y p a r t i ó para R o m a donde le fué i m p u e s t o el palio en t a r o n su vida el a ñ o fSSí). siendo d e s i g n a d o , e n t o n c e s , p o r el S u m o 1899. D e r e g r e s o a su sede inició su g o b i e r n o m e t r o p o l i t a n o dando P o n t í f i c e su s u c e s o r , el D r . D n M a r i a n o S o l e r , t e r c e r o y ú l t i m o

Iglesia de Nuestra Señora de los Dolores (Reducto)

Iglesia San Benito (Paysandú)

Iglesia ds San Juan Bautista (Pocitos)

Capilla de la Caridad (Hospital Maciel)


sQf /i'fipo def O c/ef <r nuevo impulso a su acción. La situación política y económica del país impidió por entonces la erección del Capítulo Metropolitano y de los Obispados sufragáneos. Monseñor Soler falleció en 1907, en el mar, cuando regresaba a su patria después de un viaje a Tierra Santa.

Iglesia San Agustín,

(Unión)

Ce/i/encrrvo

herniados, no habiéndose erigido aún los Capítulos de las Diócesis de Salto y Meló. El Venerable Cabildo Metropolitano de Montevideo está formado por Jas siguientes dignidades: D e a n : limo, y Hevmo. Monseñor Don J o s é Marcos Semería, Obispo titular de P r u s a ;

Iglesia de las Redentoristas

Acéfalo el Arzobispado, entró a ejercer interinamente el gobierno de la Iglesia Nacional, el Obispo de Anetnurio, Monseñor Ricardo Isasa, como Gobernador Eclesiástico. Fué durante el gobierno de este Prelado que se planeó y propuso la separación de la Iglesia del Estado, consagrada en la Constitución de 1017. T o c ó presidir esta separación al sucesor de Monseñor Isasa, Presbítero Joanesmann, a quien la Santa Sede encargó ' interinamente del gobierno de la Arquidiócesis, al ser Monseñor Isasa promovido a la dignidad de Arzobispo de Staurópolis. Producida la separación de hecho y de derecho, como consecuencia de la promulgación de la nueva Constitución de la R e pública, la Santa Sede procedió a proveer la silla arzobispal de Montevideo, vacante desde el fallecimiento de Monseñor Soler. El Sumo Pontífice designó, en 1919, segundo Arzobispo de Montevideo, al Doctor Don Juan Francisco Aragone, actual J e f e de la Iglesia Nacional. A la vez, la Santa Sede expidió las Bulas de erección de los obispados del Salto y Meló y designó para gobernarlos al Doctor Don Tomás Camacho y al Doctor Don Iglesia San Ai José Marcos .Semería. El Internuncio de Su Santidad, Monseñor Vasallo de Torre Grossa, consagró en la Catedral de Montevideo a los nuevos Prelados y el Episcopado Nacional entró enseguida en el ejercicio de sus funciones. Posteriormente el Obispo de Meló, Monseñor Semería renunció su cargo y fué promovido a otra Diócesis, y sustituido por el Presbítero Arrospide, actual Diocesano de aquella sede.

Santuario Eucarístico Nacional

Canónigo Teologal: Monseñor Dr. Don Antonio S. Ardoino, Vicario General; Canónigo Penitenciario: Presbítero Don J o s é B e t t i ; Canónigos limo, y Revino. Monseñor Don Pío Cayetano Stella, Obispo Titular de Amyzon y Auxiliar de la Arquidiócesis; Presbíteros Don Ensebio Clavell; Don J o s é Vergara. Don Francisco Mujica, Don Antonio D'Elia, Don Carlos Bianchetti y Don Augusto Rey. E n la actualidad la Iglesia Nacional cuenta con 400 parroquias y ayuda de parroquias. Tiene además un Seminario Menor establecido en Santa Lucía. La escasez de clero nacional ha permitido el establecimiento en el país de órdenes religiosas extranjeras, las cuales, ejercen la enseñanza al amparo de las leyes nacionales. L a s principales órdenes s o n las siguientes: Compañía de Jesús, Salesianos, Capuchinos, Bavoneses, Hermanos de la Sagrada Familia, Redentoristas, Tierra Santa entre las congregaciones masculinas, y Sati Vicente de Paúl, Salesas, Hermanas del Huerto, Dominicas, Capuchinas, Adoratrices. Buen Pastor, entre las femeninas. Todas estas comunidades t i e 11 e 11 sus establecimientos (Capuchinos) propios y algunas de ellas prestan servicios en institutos del Estado. Los principales templos de Montevideo son. La Basílica Metropolitana, cuya construcción es de origen colonial; la Iglesia de San Francisco, sede parroquial; la de hajnmaculada Concepción, sede de la orden ele los Bayoneses; la de Nuestra Señora del Carmen (Cordón) sede parroquial; la del Sagrado Corazón (Seminario) perteneciente a los Padres Jesuítas; la de San Antonio (Capuchinos); la de las Salesas, sede de esta orden y parroquia; la del Buen Pastor, también parroquia y sede de la orden; la de Tierra S a n t a ; la de San Agustín ( U n i ó n ) ; la de la Aguada, sedes parroquiales las t r e s ; la del Perpetuo Socorro; la del Reducto, la de Punta Carretas, la de Pocitos, parroquias todas ellas. Muchas otras Iglesias y Capillas existen en la Capital y poblaciones del Departamento cuya nómina sería larga.

El actual Arzobispo de Montevideo se consagró desde los primeros días de su gobierno a la obra de reorganizar la Iglesia Nacional y se propuso dotarla de seminario y clero. La Santa Sede expidió poco después las Bulas de erección del Colegio de Canónigos de la Metropolitana y éste fué erigido en Capítulo, creándose diez sillas magistrales. E11 la actualidad el Episcopado Nacional está formado por cl Arzobispo de Montevideo, Monseñor Doctor Don Juan Francisco Aragone; el Arzobispado de Staurópolis. Monseñor Doctor Don Ricardo Isasa; el Obispo del Salto, Monseñor Doctor Don Tomás Camacho; el Obispo de Meló Monseñor Doctor Don Francisco Arrospide; el Obispo de Amyzon, Monseñor Doctor Don Pío Stella; el Obispo titular de Prusa Monseñor Doctor Don J o s é Marcos Semería; en total, dos Arzobispos y cuatro Obispos. El Cabildo de Canónigos de la Basílica Metropolitana está formado por diez preEl Templo Inglés en la época de ser consagrado

En los departamentos hay templos de gran importancia, tales como la Iglesia de Maldonado, de la época colonial, la del Salto, en construcción; las de Minas, Florida, San José, Mercedes, Durazno, etc. importantes todas ellas. Existen, por otra parte pocas ciudades o pueblitos o villas, que no posean su sede parroquial y muchas veces los locales destinados al culto son más de uno. E n resumen, en los dos siglos que pronto van a pasar sobre Montevideo, que puede reputarse la parroquia Madre o Matriz del país, la Iglesia ha alcanzado extraordinario


JGf/ffro O dcff

c/cf

Cenfe/jcmb V7*u(juayo

d e s a r r o l l o , y en la a c t u a l i d a d f l o r e c e s i n g u l a r m e n t e b a j o el sabio r é g i m e n de p l e n a l i b e r t a d q u e ha vido c o n s a g r a d o por la C o n s t i t u c i ó n d é l a República. Lo» demás culto» religioso» - El protestantismo - Iglesia» Evengcli»ta». Metodista» - Bautista» - Adventistas. Luteranos - Ortodoxos - Historia del Templo Inglés.

A d e m á s del c u l t o c a t ó l i c o al cual a c a b a m o s de r e f e r i r n o s , dado el c a r á c t e r c o s m o p o l i t a (le la población, t o d o t los d e m á s CllltOS se p r a c t i c a n en el país. Si a I g l e s i a C a t ó l i c a tiene, s o b r e toda o t r a r e l i g i ó n , u n a p r e p o n d e r a n c i a a b s o l u t a en el a m b i e n t e , se debe a r a z o n e s é t n i c a s y al h e c h o de h a b e r sido e s a la r e l i g i ó n oficial del E s t a d o h a s t a la p r o m u l g a c i ó n de la C o n s t i t u c i ó n que a c t u a l m e n t e r i g e l o s d e s t i n o s públicos. P e r o al a m p a r o de la libertad de c u l t o s c o n s a g r a d a p o r el p r i m e r C ó d i g o f u n d a m e n t a l del a ñ o 1830. t o d a s las r e l i g i o n e s pudieron e s t a b l e c e r sus ritos y l e v a n t a r sus t e m p l o s , sin que n i n g u n a medida de

Iglesia A n g l i c a n a . ( T e m p l o I n g l é s )

p r o p i e t a r i o s del t e r r e n o histórico, porque allí se l e v a n t o el " F u e r t e San J u a n " , s o b r e el " C u b o del S u d " ; y p o r q u e allí t a m b i é n , — posib l e m e n t e , — se a t r i n c h e r a r o n los ingleses, p a r a a b r i r a c a ñ o n a z o s la b r e c h a de la muralla, cuando el a s a l t o y t o m a de M o n t e v i d e o , de c u y o h e c h o de a r m a s fué t e s t i g o presencial — p r o n u n c i ó en tal o c a s i o n el siguiente discurso: • P r ó x i m o a e s t e sitio, donde la comunidad i n g l e s a va a l e v a n t a r un T e m p l o al Dios de P a z , en este p r i m e r día de e n e r o de 1844. el D e m o n i o de la G u e r r a hizo que durante los m e s e s de e n e r o y f e b r e r o , de h a c e t r e i n t a v siete a ñ o s , se v e r t i e r e la s a n g r e i n g l e s a m e z c l á n d o s e con la n u e s t r a . T r a s una reñida b a t a l l a que d u r ó t r e c e días, la ciudad fué t o m a d a por a s a l t o y dos h o r a s después de la t e r m i n a c i ó n del s a n g r i e n t o c o m b a t e , a que me e s t o y refiriendo, d u r a n t e el cual se perdieron m á s de mil vidas en a m b o s bandos, la tranquilidad volvía a a p a r e c e r por doquier y las vidas y h a c i e n d a s de los h a b i t a n t e s e s t a b a n s e g u r a s , corno si nada a n o r m a l hubiese acaecido. Y o , t e s t i g o p r e s e n cial de t a n a c i a g o s a c o n t e c i m i e n t o s , elevo m i s súplicas al A l t í s i m o ,

Iglesia E v a n g é l i c a A l e m a n a

para que en adelante j a m á s cese la b u e n a orden legal se o p u s i e r a a ello. Y e s p o r e s o a r m o n í a que h o y reina e n t r e mi P a t r i a y (pie f l o r e c e n a c t u a l m e n t e en el U r u g u a y Iglesia Metodista Episcopal la del C o m o d o r o Purvis, L a f o n e , l l o c todas las c r e e n c i a s r e l i g i o s a s y sus diquard, B u g g e l i n , M a c E a c h e n , G o w l a n d y v e r s a s parcialidades, sin q u e se p r o m u e d e m á s q u e r i d o s a m i g o s aquí p r e s e n t e s y para los que o f r e z c a n sus van, b a j o el i m p e r i o de la m á s t e r m i n a n t e libertad (pie las a m p a r a , o r a c i o n e s en el s a g r a d o edificio, c o n t i n ú e n o f r e c i é n d o l a s d u r a n t e c o n f l i c t o s j u r í d i c o s , ni se e j e r z a a c t o d e p r e d o m i n i o oficial en el l u e n g o s a ñ o s " . S e g u i d a m e n t e el Rev. J a m e s \V. B i r c h dió l e c t u r a a e j e r c i c i o de las m i s m a s . D e n t r o del orden y de la m o r a l , en el r e s p e t o 1111 s a l m o ; y el a r q u i t e c t o Don M . P a u i l l e t , c o l o c ó en m a n o s del code las l i b e r t a d e s a g e n a s . aún las p r á c t i c a s r e l i g i o s a s m á s e x t r a ñ a s y m o d o r o P u r v i s una c u c h a r a y 1111 m a r t i l l o , quien p r o n u n c i ó a l g u n a s e x ó t i c a s , tienen sus f e r v i e n t e s p a r t i d a r i o s , y en t e m p l o s y o r a t o r i o s se p a l a b r a s a l u s i v a s al a c t o . c o n s a g r a n al e j e r c i c i o de la fé, c o s t e a d o su s o s t e n i m i e n t o p o r la D e b a j o de la piedra f u n d a m e n t a l y con las formalidades del c a s o , g e n e r o s i d a d o t r i b u t a c i ó n de sus c r e y e n t e s . se c o l o c ó u n a c a j a c o n t e n i e n d o medallas, m o n e d a s y o t r o s o b j e t o s ; y P o r n ú m e r o de a d e p t o s y de e d i f i c i o s c o n s a g r a d o s a su c u l t o , en la t a p a del c o f r e , una placa de plata, con la s i g u i e n t e i n s c r i p c i ó n : sigue, en orden de i m p o r t a n c i a a la religión c a t ó l i c a , la c o m u n m e n t e " E n i." de e n e r o 1844, s é p t i m o a ñ o del reinado de S . M . B. la c o n o c i d a por E v a n g e l i s t a , c o n s u s d i f e r e n c i a c i o n e s de a n g l i c a n o s R e i n a V i c t o r i a , R e i n a del R e i n o U n i d o de la G r a n B r e t a ñ a e I r l a n d a , metodistas, bautistas, hermanos, adventistas, luteranos, etc. T i e n e vo J o h n B r e t t Purvis, C o m o d o r o , C o m a n d a n t e de la E s c u a d r a de t a m b i é n n u m e r o s o s c u l t o r e s , p r i n c i p a l m e n t e e n t r e los c o m p o n e n t e s S . M . B . e s t a c i o n a d a en la c o s t a sudeste de A m é r i c a , asistido por de la colectividades libanesa, g r i e g a , b a l k á n i c a en g e n e r a l y rusa, la J o h n P o w n a l l Dale. C ó n s u l de S. M . B . ; por el R e v . W . B i r c h , Careligión o r t o d o x a , p e r t e n e c i e n d o el U r u g u a y en ese s e n t i d o a la pellán y de los m i e m b r o s del C o m i t é provisorio, c o n la c o m p l e t a jurisdicción dvl P a t r i a r c a de A n t i o q u í a , dependiendo m á s d i r e c t a m e n t e t a n c i ó n del G o b i e r n o de la R e p ú b l i c a del U r u g u a y , c o l o c o la p r i m e r a del A r z o b i s p o o r t o d o x o de S u d A m é r i c a , c o n a s i e n t o en S a n P a b l o . piedra de la Iglesia P r o t e s t a n t e B r i t á n i c a de M o n t e v i d e o . E l t e r r e n o , K1 m á s a n t i g u o de los t e m p l o s c o n s a g r a d o s al e j e r c i c i o de la religión c o m o a s i m i s m o el edificio son cedidos por S a m u e l F i s h e r L a f o n e en a n g l i c a n a es el d e n o m i n a d o T e m p l o I n g l é s , ( I g l e s i a E p i s c o p a l B r i t á a c t o libre y e x p o n t á n e o , movido del m o d e s t o y ferviente d e s e o de nica S a n t a T r i n i d a d ) c u y a c o n s t r u c c i ó n data del a ñ o 1844, p o c o s d e d i c a r l o al v e r d a d e r o c u l t o de D i o s , de a c u e r d o con los R i t o s de la a ñ o s d e s p u é s de h a b e r s e e r i g i d o en la capital a r g e n t i n a la iglesia de I g l e s i a A n g l i c a n a y para la p r o p a g a c i ó n del bendito E v a n g e l i o de San J u a n , c o n s a g r a d a al m i s m o c u l t o . S o n i n t e r e s a n t e s los d a t o s r e l a la Paz. h a c i e n d o v o t o s al Todopoderoso para que h a g a p r o s p e r a r a cionados con la c o n s t r u c c i ó n de e s t e t e m p l o , el s e g u n d o l e v a n t a d o en la iglesia y su m i n i s t e r i o p a r a m a y o r g l o r i a de C r i s t o J e s ú s " . la A m é r i c a L a t i n a , p o r los d i s i d e n t e s de la r e l i g i ó n c a t ó l i c a . Al a t a r d e c e r del 1." de e n e r o de 1844 y en p l e n a G u e r r a G r a n d e , se c o l o c ó la piedra f u n d a m e n t a l del t e m p l o , a c u y a c e r e m o n i a c o n c u rrió el e n t o n c e s P r e s i d e n t e de la R e p ú b l i c a , don J o a q u í n S u á r e z , sus m i n i s t r o s , a l t o s f u n c i o n a r i o s , el C o m o d o r o P u r v i s (pie m a n d a b a la escuadra naval i n g l e s a de e s t a c i ó n en el R í o de la P l a t a , m i e m b r o s destacados de la colectividad i n g l e s a y n o r t e a m e r i c a n a y el pueblo. L o s s e r v i c i o s r e l i g i o s o s e s t u v i e r o n en tal o c a s i ó n a c a r g o del capellán del buque de S . M . IV " A l f r e d " . R e v . M . B . G e o r g e L i t t l e , del capellán de la f r a g a t a de los E . E . U . U . " J o h n A d a i n s " , R e v . M . R . Chase y del R e v . J a m e s \\ . B i r c h capellán de la I g l e s i a de e s t a c a p i t a l . '» L o s súhditos i n g l e s e s y n o r t e a m e r i c a n o s salieron en c o r p o r a c i ó n para la c e r e m o n i a , de la institución d e n o m i n a d o C o n s u l a d o M e r c a n t i l , ubicado en la calle Z a b a l a . ( a n t e s S a n F r a n c i s c o ) y 25 de A g o s t o . A su p a s a j e por el F u e r t e ( P l a z a / a b a l a ) se i n c o r p o r a r o n a la c o l u m n a don J o a q u í n S u á r e z , sus m i n i s t r o s y a l t o s f u n c i o n a r i o s públicos. Don J o a q u í n S a g r a y Piriz, distinguido c i u d a d a n o y u n o de los

Desde u n o s c u a n t o s a ñ o s a n t e s , el s e ñ o r L a f o n e t e n í a el p r o p ó s i t o de l e v a n t a r el templo, y t a n t o es así, que en 1838 c o m p r ó d o s s o l a r e s de t e r r e n o en las p r o x i m i d a d e s del " B a ñ o de los P a d r e s " ( M e r c a d o del P u e r t o ) " c o n f r e n t e al N o r t e y s o b r e los p e ñ a s c o s de la R a m p l a " , s o l a r e s q u e p o r e s t a r unidos f o r m a b a n un á r e a t o t a l de 22 m t s . 52 de f r e n t e por 21 m t s . 41 de fondo, p a g a n d o por la c o m p r a a la t e s t a m e n t a r í a de don A g u s t í n C a s t r o , la suma de 6 . 5 0 0 pesos. El s e ñ o r L a f o n e . b u s c a n d o m á s tarde p a r a el t e m p l o 1111 l u g a r m á s t r a n q u i l o y que estuviese ubicado en el b a r r i o a r i s t o c r á t i c o , c o m o lo era p o r e n t o n c e s el de la calle R e c i n t o , dió en p a g o , a fines (leí a ñ o 1843, a don J o a q u í n S a g r a y Piriz, don J u a n M a n u e l B e s n e s de Y r i g o y e n , don J o s é Dellepiani y don Manuel O t e r o , los s o l a r e s a que nos h e m o s r e f e r i d o en el p á r r a f o a n t e r i o r , por el t e r r e n o que f o r m a b a el " C u b o del S u d " , c u y o valor se j u s t i p r e c i ó en la suma de o c h o mil trescientos patacones.


sOf ü£po c/cf

O LA ASOCIACIÓN

DE

ESCRIBANOS

c/cf <r

Cen/enarvo Upucjuat/v

diferencias que >urj:n ende profesionales, siempre (pie se „ , l „ i, ; ,, rvención de l*i Asociación. 10. — Prestar ayuda 1,,. Escribanos siempre que los bien , „• •„.!!, . intereses morales y pecuniarios del r. . a juicio de la Comisión Directo 1,, requieran y los medios dr la \ .., I,, permitan. n . — Prestigiar toda clase ros y jubilaciones para l"s asocia,!.' cualquier otra iniciativa que import- in, mejoramiento moral o material para el gremio. De acuerdo con estos elevados propósitos las diversas comisiones Directivas de la Asociación de Escribanos se esforzaron por mantener la institución a una altura que ha llamado la atención no sólo de los profesionales sino laminen de todo el público. I lace unos años, fue fundada la Revista. órgano de la A-oeiación, (pie este año está bajo la acertada dirección del Escribano señor José IVAIessandro Saullo. Es esta revista un documento vivo de la importancia y significación que ha adquirido en nuestro pais la institución de E s c r i b a n o H é c t o r A , Gerona, Presidente de Id A s o c i a c i ó n de Escribanos que „ „ , ocupamos. La actual Comisión Directiva, que por segunda vez preside el Escril ano Héctor A. Gerona, ventajosamen3-" — Gestionar la sanción de leyes - que completen y perfecte conocido entre sus colegas como inteligente profesional a la vez cionen el plan de estudios vigente — para optar el titulo de Escrique en nuestro mundo intelectual donde sus dotes oratorias son bano y (pie impriman al ejercicio del Notariado una reglamentación singularmente apreciadas, está integrada por los señores Conrado conveniente—prestigiando la reforma de la ley orgánica actual u otras. González Harhot. vice-presidente-, Dr. jnVio C. Mourigan, Secre4." — Ampliar la esfera de acción profesional, gestionando de tario; Gerardo M. Romero. Secretario de Actas; Lorenzo Abclcnlos Poderes Públicos, a favor del gremio, el desempeño de toda funda. Ilibliotecario; Eduardo Kavcnna, Tesorero; José D'Alcsandro ción que armonice con todas las aptitudes, atribuciones y fines de Saullo, Ignacio Arcos Ferrand y José E. Alonso, Vocales. la profesión de Escribano. Entre los muchos importantes proyectos de cuya realización 5." — Organizar la celebración de conferencias sobre temas cientrata en estos momentos la actual Comisión Directiva, dignos son tíficos, literarios, mutualistas, etc. de mencionarse los relativos a la construcción de un edificio social, 6." — Publicar una revista (pie sea el órgano oficial de la Asola sanción del Código Notarial, la creación de un curso de Denntociación y defensor de los intereses del gremio. l»g'a Notarial y el que exigiría una mayor c,l servancia del Arancel profesional sancionado por cl ier. Congreso Notarial realizado cn el 7." Formar una biblioteca social. m e s d e E n e r o d e HIJO, 8." — Prestigiar la sanción de toda ley, relacionada con las funciones profesionales y que se traduzca en beneficio de estas. Frecuentemente, a cargo de destacados elementos de la Asociay." — Resolver, de acuerdo con los principios fundamentales que ción se realizan conferencias públicas tendientes a singularizar los inspiran estos Estatutos y los de dignificación y solidaridad profeconocimientos profesionales y a elevar el nivel cultural del gremio, sionales así como con los Reglamentos especiales que se dicten, las uno de los más bien organizados y prestigiosos de nuestro ambiente.

Esta importante agrupación de profesionales funciona en nuestro país desde el año iyoH cn que quedó constituida con la base de otras dos agrupaciones de índole semejante, el extinguido Colegio de Escribanos, fundado en el año ISSJ y la Asociación Notoríal, fundada en el año 1904. Todos los asociados de ambas instituciones entre los cuales se encontraban la mayoría y los más distinguidos escribanos de la República, pasaron a formar parte de la Asociación recién fundada, contribuyendo muchos de ellos con verdadero entusiasmo y eficacia a que la Asociación llenase el cometido a que estaba destinada concretado en algunos de los artículos de sus nuevos estatutos recientemente sancionados, artículos que a continuación transcribimos porgue consideramos la mejor manera de llenar la misión informativa de esta página: 1 •" •— Propender al mejoramiento moral e intelectual del gremio. 2." — Estimular y desarrollar entre lo; miembros del notariado nacional, por la afinidad de las funciones y la comunidad, los vínculos de mutua asistencia y ayuda y el concepto de la acción conjunta y solidaria, inspirada, especialmente cn las conveniencias generales de la colectividad gremial.

Comisión D i r e c t i v a de 1,1 A s o c i a c i ó n de Escribanos


jQf /i'£po c/eí O

Cenfencrp/o

d e f ¿ LYCÉE

U r u g u a y o origen a una finalidad desinteresada de vinculación internacional y de a l t a contribución a la cultura nacional. Cómo queda dicho, se halla habilitado por la Universidad de Montevideo. L a elección de excelentes profesores de nuestra universidad, la organización de clases poco numerosas, y la excelencia de los m é t o dos, le han valido en los ex á m enes, resultados, excepcionalmente halagadores: en 1925. 97 o|o de aprobados, en los exámenes de ingreso, 100 ojo en los e x á menes de bachillerato reglamentario. Añade a la preparación de los programas oficiales, el estudio profundizado y literario del idioma francés, reconocido cómo el idioma esencialmente cultural entre las lenguas modernas.

FRANCA1S

F.1 " L y c é e Fran<;ais" es un establecimiento docente de n o m b r e y prestigios bien difundidos, por cierto, en nuestra Capital. Difícilmente, en e f e c t o , h a b r á persona que no le c o n o z c a , y de m o d o bien favorable, aun e n t r e aquellas a j e nas a toda vinculación directa con centros culturales de esta índole, creados y organizados para el desarrollo de una enseñanza completa, en la que entra, cómo uno de sus aspectos destacarlos, al aprendizaje y perfeccionamiento d e u 11 idioma de c a r á c t e r universal. E s t a difusión y prestigios se a c e n t ú a n de manera excepcional entre las familias que procuran para sus hijos una enseñanza amplia, b i e n reglamentada y racional, pues el establecimiento que nos ocupa satisface acabadamente, en f o r m a ideal, esc desiderátum.

F u é fundado, el " L y cée F r a n e a i s " , durante el año 1922, por la Sociedad F r a n c e s a de E n s e ñ a n z a , contando, el primer año, con 160 alumnos. Actualmente tiene anotados en sus registros, 400 educandos, aumento halagador cpie se complementa con el perfeccionamiento que año tras año se va realizando en todos sus resortes. Su personal de enseñanza se halla constituido por 34 profesores, uruguayos y franceses, estando la Dirección del Liceo a c a r g o de un destacado universitario francés, designado p o r el Ministerio d e Instrucción Pública de F r a n c i a .

S o n muy numerosos en efecto, los hijos e hij a s de nuestros connanacionales, cómo de miembros de la n u m e r o s a y destacada colonia francesa, q u e concurren a 1 a s i n t e r e s a n t e s clases que allí se o f r e c e n , dictadas p o r p r o f e s o r e s de :Í< toria capacidad, o b t e niendo así, una educación sólida y provechosa. El " L y c é e F r a n e a i s " , por lo demás, se halla habilitado p o r nuestra Universidad, condición, ésta, que lo coloca, claro está, en un plano superior. Desde hace c u a t r o años el " L y c é e Frane a i s " ocupa un amplísim o local, muy bien aireado, alegre, luminoso, y con grandes comodidades, situado en la Calle S o r i a n o X.° 974, ( e n t r a da para V a r o n e s ) , y con puerta ele acceso, también, por la Calle Canelones X.° 9 7 1 , (entrada para N j ñ a s ) , paraje céntrico y que por lo t a n t o representa una ventaja apreciable para el alumnado. De más e s t á decir, puesto que ello se enc u e n t r a sobradamente fijado en el • c o n c e p t o general y fluye de la esencia misma de su obra, (pie es uno de los establecimientos docentes de más eficiencia e importancia que existen en nuestra ciudad. R e s p e c t o de su o r ganización y r l c s i r desenvolvimiento, c o r r e sponde expresar q u e el " L y c é e Franeais, realiza una obra de eficaz colaboración Franco - Urug 11 a y a, obedeciendo su

l ' a r t e «leí cuerpo üe profesores del L y e t e

Franeais

L a enseñanza d e 1 idioma francés es obligatoria en todas las secciones de este moderno centro cultural, habiendo cursos especiales p a r a señoras y señoritas. L o s grandes prestigios alcanzados por el " L y c é e F r a n e a i s " , le destacan cómo uno |de los m á s eficientes, conjipletos y m e j o r organizados de I o s establecimientos de enseñanza con que contamos y que hacen honor a nuestro país. Su Comisión Directiva, que representa toda una g a r a n t í a de éxito, dada la calidad de sus componentes, está así formada: P r e s i d e n t e : Luis S u pervielle. Vicepresidenvt e s : Dr. Enrique P o u e y v Julio Mailhos. SecreTe-

Un grupo de alumnas de las clases de francés

. V o c a l e s : Dr. J e a n Dubourdieu, Ingeniero Paul Rouanet, señores Pierre Libert, León Doyhamboure y J u a n Bidegaray. Dirección: Profesor Paul Larnaudie.


¿Qf O

f i £ p o d e f ¿

d e f

C e r f e n c r p / b V r u c j u a y z

Museos y Bibliotecas Públicas URIOSA llistoria

EL MUSEO NACIONAL DE HISTORIA NATURAL

es. en verdad, la de

este

instituto

de

Su pasado, >u presente y su porvenir - S u . di-

autónomos. El profesor A r e d n v a l c t a que<!,', a ] f r e n t e ( | e | a

pr¡llu.ra

,;,. , . . .

,,, s t j t v t c j 0 _

cultura. Nacido pocos años desversas lecciones • La riqueza de ejemplares 11CS J pero SU gestión se vi.' ] , inte pués de nuestra emancipación pode les mismas - Su distribución . La rrumpida por una penosa enícn w/ui pie. junto litica, en 1837, ha llevado una vida Biblioteca del Musco - Su valor a una serie de desgracias familiares, tenni m i n ó por precaria, casi ignorada hasta el año bibliográfico - Lo que se arrebatarnos tan preciado intelecto 1890, fecha en la cual, con motivo del inproyecta hacer en beneE n s u reemplazo fué llamado el profesor doctor Cari'.- 1. greso al Museo del profesor Carlos Berg, se ficio de este In.tiDevincenzi, quien ejerció la j e f a t u r a del Mu .eo d ( ,¡ , separo de las otras secciones la de Historia tuto de cultuHistoria Natural de la Universidad y dictaba en ésta una c ' Natural encomendándose a aquel sabio la tarea ra nac.ot edra de la materia. A él le correspondió la misión de realizar de organizarlo científicamente, determinando to«al. la separación material de los Museos y de organizar el de 1 lisdo el material existente, fomentando las colecciones toria Natural cn la forma en (pie actualmente se encuentra contiincipientes y catalogando únicamente las especies. nuando en cl desempeño del mismo cargo en el momento presente meEl decreto de creación jorando y completando el valioso acervo del Museo establece que, de este Instituto y perfeccionando su orcon la base de las coleccioganización. nes de don Dámaso A. L a r r a ñ a g a , nuestro Lo que es actualmente cl Musco. — primer naturalista y don Teodoro VilardeEl local que actualmente ocupa cl Museo, bó, espíritu profundamente científico, se está ubicado en un paraje céntrico de la formaría una sección especial anexada a ciudad, abarrando toda la planta baja del la Biblioteca Pública. cuerpo lateral del edificio del T e a t r o SoEsta Sección pasó las mismas necesilis. Se ha pensado ya, dado la enorme dades que la Biblioteca hasta el año 1880, importancia del valioso material que atecn que se segregó de ese instituto. Poco sora, de dotarlo de un amplio y cómodo material existe en los archivos para juzedificio construido expresamente para g a r (leí incremento que en esa época este Instituto, a fin de que pueda exhibirse tomó el Musco. Apenas si logra destacómodamente toda su riqueza, actualcarse con caracteres propios la acción permente distribuida, con un criterio racional sonal de un eximio preparador italiano de selección, eh's'us dos grandes salones don Luis Panizza, de quien posee el actual dolados ile excelente iluminación natural, Museo una serie de preparaciones que reen dos salones medianos y en varias salivelan su gran capacidad para la tasidertas pequeñas. mia y su excelente espíritu de observación. E11 el Salón Principal, frontal, se han También aparecen algunas contribuciones dispuesto las colecciones zoológicas, ocude importancia para el aumento del matepando en su mayoría buenas vitrinas de rial tal como la colección Twaite, naturareciente construcción. La forma como se lista inglés que coleccionó minerales y han distribuido las colecciones permite rocas haciendo algunas excursiones en el consultarlas sin el menor e s f u e r z o ; exispaís y que escribió una interesante monoten. por otra parte, profusamente repartig r a f í a sobre ese asunto. Más tarde encondos en todo el local, cuadros demostratitramos la incorporación de otra colección vos del plan de distribución. L a s colecciomineralógica, la del señor J u s t o Maeso, nes de Mamíferos y Aves son bastante compuesta también por minerales del país, completas, estando representadas la mapero, en general, faltan datos seguros payoría de (as especies nativas. Cas efe Repra apreciar \a marcha de \a institución. tiles y Batraceos se encuentran en idénPocos años después de su separación ticas condiciones; la de Ofidios posee tude la Biblioteca, en 1884, formaba sus codas las especies hasta ahora señaladas en lecciones el siguiente número de piezas: el pais y la de Peces, casi totalmente reVitrina 40. — Celenterados y Equinodermos novada en estos últimos tiempos, es una Bcllus Artos e Industrias espléndida colección que revela la prefeArqueología Numismática rencia manifiesta de los directores por la Historia rama ictiológica que es muy rica en toda Paleontología la cuenca que abarca el Río de la Plata y Zooloyría JSoUlnlm sus numerosos afluentes. atlnersvlo^fn La parte de Invertebrados susceptible En 1890, como lo decimos más arriba, de ser expuesta en vitrinas, también ha se separó de las otras secciones la de Hissido colocada en este salón. Ella es evidentoria Natural para ocuparla el eminente temente pobre: pero si se observa el innaturalista Dr. Carlos B e r g , quien actuó cremento de sus secciones se puede comcomo Director del Museo de Historia Naprobar que marcha seguramente hacía el tural; pero poco tiempo después, con moperfeccionamiento y no tardará muchos tivo de la jubilación del fundador del Muanos en colocarse, por cl número tic sus seo de Buenos Aires, el renombrado naespecies, en el mismo grado de adelanto turalista doctor Germán Burmeister, el y de importancia que las demás del Museo. profesor B e r g fué llamado por el GobierE n todas estas colecciones, corno en no argentino para reemplazarlo en la Dilas restantes, la preocupación del persorección del Museo. ua] dirigente, ha sido tener representadas L a Sección que organizara B e r g se todas Vas especies nativas', ^ivvo no reincorporó al Museo Nacional, y el sabio excluye el material exótico, obtenido por naturalista profesor J o s é Arechavaleta canje con institutos similares, bastante reasumió la Dirección General del instituabundante en algunas de las colecciones. tó, que contaba, cn esa época, con tres Este material exótico puede ser fácilmengrandes secciones ; Histórica, Bellas Artes te reconocido, aún por el observador proe Historia Natural. fano gracias a un sistema especial de etiE11 1911 se llevó adelante el plan tle quetaje. impulsar las actividades científicas y de En el segundo.salón se han dispuesto favorecer la cultura popular realizándose las colecciones de nidos y huevos y los el propósito de fundar nuevos institutos tle armarios destinados al material de Entoinvestigación y de crear nuevos Museos. mología, que comprenden excelentes colecEl antiguo " M u s e o Nacional", pasó a ciones de Coleópteros, Lepidópteros, Heser "Museo Nacional de Historia Natural", mipteros, Himenópteros; el material Masegregándose las secciones Histórica y de Bellas Artes para constituir organismos Vitrina 39. — Ofidios lacológico, con dos colecciones bastante -

t.

5G7 —


encontró en ellas el material necesario para escribir su colosal "Flora Uruguaya", obra umversalmente conocida y apreciada cpie desgraciadamente ha quedado trunca por la muerte del autor. L a cantidad de especies nuevas de Arechavaleta tienen sus muestras típicas en el Herbario del Museo, que es frecuentemente consultado por los estudiosos y al cual se recurre amenudo desde el e x t r a n j e r o en procura de datos. L o s duplicados de estas muestras han originado un intenso c a n j e con instituciones similares; por esto el Herbario del Museo posee secciones especiales de plantas de la Argentina, Brasil, E s t a d o s Unidos y Australia. E n medio de tan abundante material se conservan, con respeto y con especial esmero cierto número de muestras que pertenecieron al Herbario del profesor E r n e s t o Gibert, precursor y m a e s t r o de Arechavaleta. L a Biblioteca es única en su género en el país. E s t á constituida por 1111 enorme y valioso c o n j u n t o de obras, hasta 12.012 volúmenes y 16.730 folletos obtenidos en su m a y o r parte por el c a n j e de los "Anales Museo Nacional", publicación que fundada por el profesor Arechavaleta. en 1894 contaba en 1912, fecha de la muerte del iniciador, con 6 t o m o s terminados y dos en curso de publicación en lo que se refiere a Historia Naturaí. L a secciones americanas (Argentina, B r a sil, Chile. E . Unidos) están muy bien representadas en ellas; y, entre el caudal de obras europeas, revisten muy grande importancia las secciones inglesa, austríaca y alemana. H e m o s hablado de la publicación del i n s t i t u t o : los " A n a l e s " gozan de una honorable reputación sobre todo en el exterior y su colección se cotiza altamente en los círculos bibliográficos. E s verdaderamente lamentable que se encuentre agotada la mayoría de los t o m o s de la serie Historia Natural, dedicados casi exclusivamente a nuestra flora y que son frecuentemente solicitados por los estudiosos y por los libreros. R e c i e n t e m e n t e se ha reiniciado la publicación de esta revista cuyo t o m o V I I se t e r m i n a r á en i<)25. E n cuanto a las demás instalaciones complementarias del Museo, ellas permiten satisfacer las necesidades del instituto con 1111 taller de taxidermia medianamente montado en 1111 lugar 1111 poco reducido; con 1111 laboratorio que se completa con nuevos y modernos elementos y con una instalación fotográfica, para la realización de determinados t r a b a j o s imprescindibles, modesta por el momento. De la cantidad de ejemplares que cada sección posee y del número de obras que su biblioteca contiene, darán una idea los cuadritos cpie insertamos éñ la siguiente página,- en los que se expresa, así mismo su eficiencia como centro de divulgación científica a la vez que el interés que provoca en el público que aprovecha los días que se le franquean las puertas para admirar todos los ejemplares de la fauna que encierran sus vitrinas. Puede afirmarse así mismo que Vitrina 51. — Zancudas el Museo de Historia Natural es

nutridas de Gasterópodos y Lamelibranquios nacionales. E l i este llllStno local, se exhiben algunos e l e m e n t o s de Paleontología seleccionados, en especial dos esqueletos completamente restaurados de desdentados c a r a c t e r í s t i c o s de n u e s t r a zona. Un t e r c e r salón, en el cual se exhiben además dos grandes cara-

Grupo de guazubirás ( m a c h o , hembra y Afazama simplicicornis TUig

pacllOS de Desdentados fósiles (GlyPtodun y Panochtus) y algunas grandes petrificaciones, está destinado a una de las colecciones de Mineralogía \ Geología indígenas. La exigüedad del local ha obligado a exponer una parte muy pequeña del material existente. Contando con buenas colecciones generales de mucho interés didáctico, y con abundante material indígena, ha sido preciso guardarlo debidamente ordenado, destinando a la exposición. solamente, de acuerdo con la capacidad del local, la h e r m o s a colección recogida por el g e ó l o g o alemán Adolfo F l o s s d o r f en un viaj e de excursión que, iniciado a espensas del Museo, en Montevideo y costeando la Cuchilla G r a n de, así como algunas de sus estribaciones, ha terminado en Meló. E s t a colección de enorme interés y grandes proyecciones técnicas, es gemela de la que existe en el

joven)

I n s t i t u t o de A g r o n o m í a : ambas son c o n s t a n t e m e n t e consultadas por los especialistas y han motivado diversos t r a b a j o s científicos. El resto del local para exhibición está destinado al material de Etnografía. U n a sala pequeña ha sido destinada a la exhibición de una parte, la más característica, del material indígena, y contiene la muestra de los utensilios, las a r m a s y la c e r á m i c a de los primeros habitantes del país. También se exhibe aquí una serie de cráneos de nuestros aborígenes, elegidos entre los pocos espécimes completos que se han logrado obtener hasta el momento. E s realmente lamentable que, poseyéndose un enorme caudal e t n o g r á f i c o nativo que alcanza a m á s de 14.000 piezas, pueda exhibirse tan sólo apenas unos c e n t e n a r e s . E s t a sola sección, con el material existente, justificaría la creación a u t ó n o m a de 1111 Museo Etnográfico, fuente segura de indispensables y valiosos estudios capaces de aclarar los numerosos problemas que presenta nuestro pasado histórico que permanece aún en la tiniebla de la duda. J u n t o al material clasificado y ordenado pero necesariamente sustraído a la observación del público por la ausencia absoluta de espacio para exhibirlo, existen varios centenares de piezas de dudosa i n t e r p r e t a c i ó n : este núcleo debe reservarnos con seguridad, m á s de una sorpresa. E n un gran salón vecino se e n c u e n t r a dispuesto parte del material etnográfico exótico. Su base es una magnífica colección de Cerámica etrusca, adquirida en 1900 del p r o f e s o r Luis Andreoni. T a m b i é n se exhiben interesantes grupos arqueológicos del Valle Calchaquí, del Perú, de México y del J a p ó n . Núcleos que pueden y deben a c r e s c c n tarse por medio de un canje sabiamente ordenado. E l Herbario merece ser especialmente señalado por su valor y su importancia. Su base está constituida por millares de muestras herborizadas durante cuarenta años por el ilustre Arechavaleta, que

Salón de Mineralogía. — Carapacho de Panochtus

iubercutatus

Oiven

inmensamente rico y posee colecciones valiosas en todas las secciones que lo integran, como así lo han reconocido las personalidades que lo han visitado. L o s datos contenidos en los cuadros a que hacemos referencia, dicen con elocuencia el camino recorrido por nuestro Museo de Historia Natural, en el transcurso de cuarenta años.


JQC

O

ÍÍSPO

c/e/V

def

CenfencrrVo -(Jpc/íjaayo

Existencias del Museo de Historia Natural en 1884 7 1524

Biblioteca Volúmenes 12.012

II

Follotoa

II

1G.7J0

| Total do obras !|

¿W.742

Visitantes A

Ñ O S

1884

,

1924

.

1 Dio* de viaita ||

.

'

u,

99

Hombro. _ 18.IOS

Sonora*

Niños

TOTAL

4.Ü1G

0.1 W>

28.1(¡9

7.23a

Lo que será el Museo. — C o m o lo liemos dicho a n t e r i o r m e n t e , los P o d e r e s P ú b l i c o s se preocupan de dotar al M u s e o ele un etlificio propio, c o n s t r u i d o en un p a r a j e adecuado a fin de que este I n s t i t u t o pueda llenar c o m p l e t a m e n t e la finalidad que o r i g i n a l m e n t e se ha p r o p u e s t o s e r : 1111 e x p o n e n t e de la riqueza nativa, u n a fuente de recursos, por sus colecciones, sus bibliotecas y su l a b o r a t o r i o , para

^ B ^ E Í ^ ^ ^ H M ^ ^ J H H B H •• - ^ M ^ H Ü H k .

Profesor José Arechavaleta, eminente naturalista, cuya obra en el Uruguay fué inmensa y destacada

ciones de t o d o orden, p a r a m e j o r a r lo ya e x c u r s i o n e s p o r todo el país en procura del

l ° s i n t e r e s a d o s en el estudio y la sintetización c i e n t í f i c a nat u r a l e s ; un c e n t r o tic difusión cultural para el público, que aprenderá de visu y sin e s f u e r z o lo q u e la escuela le ha e n s e - . nado apenas superfic i a l m e n t e y lo que 110 h a tenido o p o r t u nidad de c o n o c e r ni siquiera d e m a n e r a rudimentaria. C o n t a r á ese edificio c o n mayores salones de exhibición, m á s amplios laborat o r i o s , talleres f o t o g r á f i c o s y de taxidermia, local p a r a biblioteca, salitas especiales para el t r a b a j o y la i n v e s t i g a ción de los estudiosos que a él concurran dispondrá de recursos materiales nec e s a r l o s para su eng r a n d e c i m i e n t o y [jara realizar adquisie x i s t e n t e , para realizar m a t e r i a l necesario a fin

Un ángulo del salón de Etnografía

exótica

Vitrina

JO. —

Etnografía

nacional

Biblioteca. — L a sección norte-amerreana

de r e n o v a r fas colecciones y para rea/izar n u m e r o s o s c a n j e s con las instituciones similares, que es una de las m á s poderosas f u e n t e s de 1 n g r a n d e c i m i e n t o a la vez que un medio de difundir n u e s t r o c o n o c i m i e n t o en el e x t r a n j e r o . V obtenido el ingente material que puede y debe p r o p o r c i o n a r el país s e r á una realidad e f e c t i v a , por lo abundante y valioso de su m a t e r i a ! , la separación tle las diversas s e c c i o n e s : Zoología General. V ertebrados, Invertebrados ( c o n sus secciones ele e s p e c i f i c a c i ó n ) Entomología X Malacologia; Mmeralogia, Geología, Paleontología V Botánica, a c u y o f r e n t e e s t a r á un personal s u f i c i e n t e m e n t e p r e p a r a d o cn condiciones de hacer obra c i e n t í f i c a , de estudiar, de i n v e s t i g a r y de producir. Cuando la situación prevista para n u e s t r o M u s e o se h a y a resuelto totalmente tendremos un i n s t i t u t o modelo capaz tle f i g u r a r sin desmedro j u n t o a las g r a n d e s i n s t i t u c i o n e s s i m i l a r e s del c o n t i n e n t e . F u e r t e , g r a n d e y respetado, s e r á 1111 a m p l i o c e n t r o de cultura para el público, que acudirá con g u s t o y c o n f r e c u e n cia a c o n o c e r los e l e m e n t o s de n u e s t r a s riquezas n a t u r a l e s , y s e r á un c e n t r o didáctico donde podrán dictarse desde las e l e m e n t a l e s c l a ses de divulgación, hasta las c o n f e r e n c i a s tic la m á s alta e s p e c i a l i z a ción. S e o b t e n d r á así o t r o de los e l e m e n t o s de p r o g r e s o ; la c o n t r i b u ción p a r t i c u l a r ; y d e j a r á de producirse la c o m ú n a n o m a l í a que r e p r e s e n t a el envío al e x t e r i o r , aún por p e r s o n a s que p r e s u m e n tle n a turalistas. de e j e m p l a r e s de n u e s t r a F a u n a y de n u e s t r a F l o r a que c o n s t i t u y e n 1111 e l e m e n t o de estudio a v e c e s poco c o n o c i d o en el pais y f r e c u e n t e m e n t e origen de discrepancias o r i g i n a l e s q u e debían producirse en el país mismo y llevar el n o m b r e tle n a t u r a l i s t a s u r u g u a y o s .


SPO c/cf

CenfbnaT'/o

¿/e/V

Sala Algunas

Vpcjgucr¿yo

Griega obras

Sala to

es-

cés,

c u l t ó r i c a s que f i g u ran en esta M a r t e

Sala:

Ludovico

flautista les). En la

obras que

figuran

del

pared, de

de

Puerta

(Praxite-

Victoria

etc.

Algunas

las Lo-

renzo Ghiberti. —

S á t i r o la

fran-

alemán,

en esta s a l a :

( L i s i p o ) , S á t i r o en reposo y

Renacimien-

italiano,

San

las

principal

Batisterio Juan.

de Flo-

rencia

S a n d a l i a s del t e m plo de A p t e r a

L a ley que lleva fecha 10 de diciembre de 1 9 1 1 , dió vida autónoma a este Museo y total C u a n d o se constituyó e n e n t i d a d indepersonería dentro de las dependiente - S u caudal en obras de arte. más instituciones de análoga Pintura, Escultura y G r a b a d o - S u coíndole creadas en el país. Anlección d e v a c i a d o s e n y e s o - S u bibliotes de esa fecha formaba parte teca - Estadística de visitantes. del M u s e o Nacional y todo su valioso caudal de obras de arte se distribuía sin unidad ni plan racional, en sus salas, expuestas al público en condiciones harto deficientes. I n d e p e n d i z a d o , trasladado a su local actual que fué construido para Exposición de Higiene en uno de los paseos más populares de Montevideo. el Parque Rodó, vivió una existencia más próspera y en armonía con las finalidades de los institutos de esa naturaleza que tienen una alta misión cultural y artística que cumplir en el espíritu colectivo. MUSEO

NACIONAL

DE

BELLAS

ARTES

Dotado de una dirección propia de que antes, cuando era una simple sección del Museo Nacional 110 tenía, dió principio a su mejoramiento que indiscutiblemente se manifiesta en la hora presente, como una promesa para el futuro, el día que se construya el amplio edificio proyectado en el mismo paseo público donde actualmente tiene su local, iniciativa esta que no tardará mucho tiempo en llevarse a la práctica. El 1110 desto plantel (pie constituía la sección del Museo antes de su separación, fué objeto de una especial y delicada selección para poder ofrecer un conjunto discreto en lo que se refiere a la parte pictórica, y bien puede enorgullecerse hoy nuestro Museo de Helias Artes al contar dentro de

Internacionales, donde figuran las firmas de Van Bredael, Abshoven, Momper, Sien de Maliñe, etc. y en épocas más modernas, Cabral Bejarano, Rodríguez Lozada, Ranzoni, Mallatesta, Muzzioli, Fattori, Ussi, De Martino y otros. Como pintores de nuestros días pueden citarse telas de Meifren, Kusiñol, Graner, Hale, Scliofiel, Tompson, Waugh, Stevens, Zubiarre, Enrique Donati, Alfredo Helsby, Colivadino, Bernardo de Quirós, Grethe, J o s é F. Parra, Pedro Prado, Sartorio, Julio Arístide, Miguel Viladrich, etc. Además existe una serie de óleos de autores desconocidos, clasificados dentro de las escuelas y tendencais de sus tiempos. E11 lo que atañe al arte nacional, el desarrollo es hasta el momento de poca singularización, debiendo casi su total representación al envío de pensionados y a ias adquisiciones de algunos cuadros, polla Administración Pública y por la Dirección del Museo. No obstante no estar dignamente representada la mayoría de los artistas nacionales acreedores a esta distinción, se cuenta con obras de aliento y de positivo valor, como las debidas al pincel de J11011 M. Blanes una de las más preciadas glorias nacionales poi la extensión y belleza de su obra artística; L . Blanes, Carlos María de Herrera, Carlos Saez, Diógenes Hequet, Carbajal, Blanes Víale, De Santiago, Larravide, Grethe, Rosé, Castellanos, Correa, Massini. Puig, Renom, Rodríguez Arzadúm, Carlos Seijo, Máximo Sturla, Cúneo, Pesce Castro, Pallejá, Laporte, Causa. Figari, Laroche, Laborde, Méndez Magariños, etc.

E l Musco, por resolución de fecha «S de noviembre de 1912, adquirió una valiosa colección de P a r t e de la S a l a de la I n d e p e n d e n c i a . — ( M u s e o H i s t ó r i c o ) vaciados en yeso (pie ha instalado en una de las salas laterales del edificio. Fácil es apreciar el mérito que para el desenvolvimiento ese plantel, obras debidas a reputados artistas que ilustraron la E s artístico del país tiene la formación de estas colecciones de vaciados cuela Francesa de los siglos X V I 1 1 - X I X . tales como Tassaert, Díaz de yeso, exponente de la cultura intelectual a través de las épocas de la Peña. Gerard, Danvin, Cartier, Palizzi, Coignard y otros que han antiguas en las cuales ha florecido con grandes relieves la historia del sido clasificados dentro de la nueva orientación del Museo. Arte. Partiendo del Egipto faraónico. Caldeo, Persa. A si rio', Griego", Otro exponente que en nada desmerece la importancia del ya Greco - Romano, Edad Media. Renacimiento Italiano, Francés, Flacitado, que representa a artistas y escuelas, es el que forman las Salas

¡j I

Í¡J


ÜFYPO C/CÍ

c/e/V " l e n c o , Alemán, hasta los tiempos modernos. El Museo Nacional de Bellas Artes tendrá, una vez completadas las adquisiciones de la referencia, una importancia artística tan sobresaliente que le dará el primer puesto entre los Museos de América en cuanto a reproducciones. En la actúa idad el Museo de Bellas A r t e s cuenta con una repre-

Museo

de

Bellas

CEN/ENARVO

Upa (Ja ayo

sentación de reproducciones escultóricas que forman un c o n j u n t o de 750 piezas provenientes de donaciones del Estado. adquisiciones de la ihreccion y donaciones particulares. Sobre escultura original la representación artística cuenta con ty obras, (bronce, ceram.ea y y e s o ) que, ca>i cn mi t. talidad, corres-

Artes

i . — V i s t a p a r c i a l de la S a l a de autores n a c i o n a l e s . 3 . — S a l a I n t e r n a c i o n a l del mism o M u s e o . 5 . — O t r o aspecto de la S a l a de autores nac i o n a l e s . 7. — U n aspecto parcial de la B i b l i o t e c a del M u seo de B e l l a s A r t e s

2. — O t r a de las s a l a s de autores n a c i o n a l e s . 4. — A s pecto de la S a l a i n t e r n a c i o nal. 6. — S a l a internacional y perspectiva c e n t r a l de las d i v e r s a s salas en que se d i v i de el M u s c o de B e l l a s A r t e s


¡Cf fl'fipo de f O Ronden al envío de pensionados. E n t r e reproducciones y originales el M u s e o cuenta con el n ú m e r o de 2 6 0 piezas. E s t á n representados dignamente por sus o b r a s , a l g u n o s de los e s c u l t o r e s nacionales, e n t r e ' o s que m e n c i o n a m o s a los s i g u i e n t e s : J . M. F e r r a r i . Helloni, J o s é Iatis Zorrilla de San M a r t í n , J . Luis Miañes, Nicanor Blanes, etc. E n c u a n t o a la p a r t e pictórica, ésta o f r e c e en exposición una serie de 5|<j cuadros e n t r e óleos, pasteles, a g u a - f u e r t e s ; 3X7 fuera de expo-

o f e f e

CLvi/cnarvo u / ° u ( J u . c t y ó

EL ARCHIVO Y MUSEO HISTÓRICO NACIONAL El primer Museo Histórico • Sus evolucionei sucoiivas - La Biblioteca y Museo Nacional - La Exposic ón Histórica dol 21i do Agosto de 1900 - Don Joaquín do Salterain, ozonizador y fundador del Museo Histórico - La Comisión de Damas que prestigió y fomentó aquella iniciativa - La ley do creación del Museo Nacional « El Poder Ejecutivo recoge asf In patriótica ¡dea popular • El archivo histórico originado por la "Revista Histórica do la Universidad" • La reorgani zación del Museo Nacional en 1911. Creación del Archivo y Muieo Histór'co Nacional • La primera dirección - La dirección actual - La " Revista Histórica". Los progresos do la Institución • Un plan moderno y una hermosa realización - El organismo interno « La di:nación particular • En 1924 se recibieron ochocientas tres donaciones • La construcción de un amplio local, quo guarde y exhiba las reliquias pntrias.

El Archivo y M u s c o Histórico Nacional es la resultancia definitiva de las diversas y repetidas iniciativas públicas y oficiales de c r e a c i ó n de un museo histórico que g u á r d a s e las reliquias patrias y las expusiese luego al pueblo con fines de cultura, tle p a t r i o t i s m o y de estudio. El M u s e o Nacional func i o n ó p r i m e r o con la Itiblíote ea Pública, ocupando, en íXoX, en que e s t u v o b a j o la dirección del Dr. Don Mariano F e r r e i r a , el ala derecha del viejo edificio del C o r r e o Nacional, en la calle S a r a n d í . b i blioteca, N u m i s m á t i c a , botánica y Z o o l o g í a comprendía entonces, en sus secciones principales, el M u s e o Público. I.a pi esencia tle Don José A r e c h a v a l e t a en su c a r á c t e r de v o c a l - s e c r e t a r i o tle la Comisión e n c a r g a d a del establecimiento, dió grande impulso a la historia natural del país, con c u y o s e l e m e n t o s establecióse luego el M u s e o Nacional de Historia Natural, a c t u a l m e n t e establecido en el ala izquierda del T e a t r o S o l í s . E11 njoo, una comisión popular surgida por la feliz iniciativa del Sala de los tiempos modernos 1852 - 1 8 7 5 Dr. Don J o a q u í n Salterain, propició una grandiosa exposición tle o b j e tos h i s t ó r i c o s de propiedad particular, que vino a realizarse, con ueióu lo que da un total ele 9X1 el c o n c u r s o tle los Poderes Púo b r a s originales, donadas por el blicos el 25 de A g o s t o de njtx). E s t a d o , adquiridas por la Direcf o r m a b a n dicha comisión que ción y ofrecidas por la donación presidió el general Don Nieoinele particulares. L a sección de facdes C a s t r o , los señores Dr. Don cimiles del M u s e o , c u e n t a con una Duvimioso T e r r a , Dr. Don R a e x i s t e n c i a de dibujos de IU). E l bión M o n t e r o Paullier, Don M a M u s e o Nacional de Helias A r t e s , rio l\. P é r e z , Don E d u a r d o F c en los p r i m e r o s m e s e s del a ñ o 'Teira, Don R u p e r t o P é r e z M a r 1925 c o n t a b a pués con una existínez. Don F.dunrdo Acevedo y tencia de 1369 o b r a s , e n t r e las el o r g a n i z a d o r y fundador de la cuales m u c h a s de subido valor arinstitución Dr. Don J o a q u í n de tístico. S a l t e r a i n . T r a s una labor ardua C u e n t a también este M u s e o y entusiasta, aquella Comisión, con una m a g n í f i c a B i b l i o t e c a d integrada por una sub - comisión o b r a s especiales relacionadas con tle llamas patricias, instaló y fola h i s t o r i a y d e s a r r o l l o de las mente') el M u s c o H i s t ó r i c o Naa r t e s y que puede ser consultada f'íimn), con el concurso de nuesv e n t a j o s a m e n t e por los estudiotras principales familias v b a j o sos. Su caudal lo forman 5.000 el patrocinio del E s t a d o . I,a e x volúmenes, e n t r e los cuales alguposición del 25 tle a g o s t o de Hjoo nos tle muy estimable valor. ohíuvo un e x lío m e m o r a r e y fué El i n t e r é s que el público detle c o n s e c u e n c i a s felices para la Sala de la Defensa. — A l fondo la bandera de Rosa*, 1852 m u e s t r a por este M u s e o , está p e r f e c t a m e n t e r e f l e j a d o en el si_ g u í e n t e cuadro e s t a d í s t i c o que e x p r e s a el n ú m e r o de visitantes, fechas alternadas, desde el año 1915 al año 1924 inclusive:

A Ñ O S

11115 1020 1U2T IÜ22 11121

. . . . .

. . . . .

Ola* do visita

. . . .

. . . .

A»R :I:H

. .

:I4H

2110

Hombro*

17.U02 UI.700 7.7:UI 0 .7 11 M.OOFO H.HUA

Mujoro*

N,:III7 11, :IK:I 7.202

0,001 O.NSI

7, lita

Niño*

3,000 1 . 100 2.011 1.710

1 ,1175 2. a 17

TOTAL

211.0 <<0 17,012

NI NO 1 1H.0M

Kl futuro edificio para el M u s e o según acuerdo e n t r e las autoridades municipales y el actual M i n i s t r o tle I n s t r u c c i ó n Pública, d o c t o r C a r l o s M. I'raudo se ubicaría en el amplio t e r r e n o del edificio e x i s t e n t e . El referido edificio adoptaría la f o r m a de un hemiciclo, dentro de las líneas de la a r q u i t e c t u r a clásica. Su parte anterior, frente a los jardines, e s t a r í a m a r g i n a d a por c o r r e d o r e s con intercolumnios, que tendrían la suntuosidad tle la riqueza de los materiales, pues, para la c o l u m n a s , que serían monolíticas, se eligirían los más bellos g r a n i t o s nacionales y los b a s a m e n t o s serían de labradorita obscura, c o n t r i b u y e n d o todo a p r e s t a r un aspecto m a g e s t u o s o y en c i e r t o modo deslumbrador. D i v e r s o s c o r r e d o r e s se destinarían, además, a c o l o c a r e s t a t u a s en los e s p a c i o s comprendidos e n t r e las c o l u m n a s . En los uniros interiores irían dos grandes alto-relieves, e j e c u t a d o s por a r t i s t a s nacionales y que simbolizarían " E l U r u g u a y en el d e s c u b r i m i e n t o y la C o l o n i a " y " K l U r u g u a y durante las luchas en pro de la emanc i p a c i ó n " rindiéndose así tributo al pasado de la nacionalidad en sus dos aspectos más l e j a n o s a n t e r i o r e s a la obtención tle su definitiva emancipación política y previo al ejercicio de sus d e r e c h o s soberanos, con la j u r a de la C o n s t i t u c i ó n ,

Rincón de la Sala de los

Conitltuyentei

creación definitiva y permanente del instituto. El a c t a que c o p i a m o s a c o n t i n u a c i ó n , dice bien de la adhesión pública a la noble idea del Dr. S a l t e r a i n : " M u s e o H i s t ó r i c o " . En M o n t e v i d e o , - a los veintiséis " días del mes tle A g o s t o de mil novecientos, reunidos en el salón de " ( i r a d o s de la Universidad: las s e ñ o r a s A n g e l a F . de C u e s t a s , P r e " sidenta H o n o r a r i a ; llcruardina M. «le Dentaría, P r e s i d e n t a ; M a " nitela II. de S a l t e r a i n y M e r c e d e s Ib tle P é r e z M a r t í n e z , S e c r c -


SIÚPO

c/eff

do/

Cenfencrr/b Vpuguayo

" " " " " "

t a r i a s ; S a r a M . de T e r r a , M a nucía A . de A c e v e d o , Pilar de II. de A r t e a g a , Concepción B . de Zorrilla de S a n Martín, Paulina A . de L e r e n a , y M a ría C. de F i g a r i , V o c a l e s de la Comisión e n c a r g a d a del Museo H i s t ó r i c o ; el general Xicomedes C a s t r o , P r e s i d e n t e ; Dr. Eduardo Acevedo, Mario K. " P é r e z , Dr. Duvimioso T e r r a , " E d u a r d o F e r r e i r a . V o c a l e s ; Dr. " R a m ó n M o n t e r o Paullier, Te" s o r e r o ; Dr. R u p e r t o Pérez " Martínez, Secretario del Comi" té E j e c u t i v o para solemnizar " la fiesta del 25 de A g o s t o ; el " Dr. J o a q u í n de Salterain, del " mismo Comité y Organizador " del M u s e o ; el Señor R e c t o r " de la Universidad Doctor Don Pablo De M a r í a ; siendo P r e s i " dente de la República el ciudaGran " daño Don J u a n L i n d o l f o Cues" t a s ; Ministros Secretarios de E s t a d o : " en el dej)artamento de Gobierno, don " Eduardo Mac E a c h e n ; en el de Rela" ciones E x t e r i o r e s y Culto el Dr. Don " Manuel H e r r e r o y E s p i n o s a ; en el de " F o m e n t o el Dr. Don G r e g o r i o L . R o " dríguez designado por el Poder E j e " cutivo para representarlo; en el de " Hacienda el Dr. Don Anacleto D u f o r t y " A l v a r e z ; en el de Guerra y Marina el " general don P e d r o C a l l o r d a ; etc., etc., " etc., se dió lectura de la presente, decla" rándose solemnemente instalado el Mu" seo Histórico, bajo la custodia del pue" blo y la protección del Gobierno de la " República, a c u y a s entidades se les ha" ce entrega, invitándoles a f i r m a r esta " A c t a de inauguración. A n g e l a F. de " Cuestas. G r e g o r i o L . Rodríguez. B e r " nardina M. de De M a r í a . Manuela de " Herrera de Salterain, Secretaria. Pauli" 11a Acevedo Lerena. Mercedes Bilbao de " Pérez Martínez, Secretaria. María C. " «le Figari. S a r a U r i o s t e de T e r r a . Gral. " Xicomedes Castro, Pte. Pablo de M a " ria. Duvimioso T e r r a . Isidoro De Ma" ría. A. Gilbert. Luis Piera. Ruperto Pé" rez Martínez. J o s é Batlle y Ordóñez. " Joaquín de Salterain. J u a n Zorrilla de " San Martín. L u i s Alberto de H e r r e r a " . Siguen las firmas.

patio de e n t r a d a . — A l fondo, la estatua de A n d r é s C h e v e s t e , e l b a q u e a n o de los 3 3

Invitadas las principales familias cpie concurrieron con objetos y papeles históricos a la gran exposición ocasional del 25 fie agosto, a desprenderse de sus reliquias, asegurando así la permanencia del M u s e o Histórico, la gran mayoría accedió patrióticamente a la solicitud, y el M u s e o quedó formalizado. Gestiones posteriores de la Comisión Popular, del Gobierno y del personal encargado de la Dirección del Instituto acrecieron su importancia, quedando instalado con la reunión «le las tres secciones: Historia Natural, Bellas A r tes, Historia Patria. P o r L e y de 12 de julio ele I«JOÍ se creó oficialmente la Sección de Historia a que nos referimos. L a creación de la " R e v i s t a Histórica de la Universidad", iniciada por el Dr. E d u a r d o Acevedo en \*toj, y puesta bajo la dirección de los Dres. Carlos María de Pena, Manuel H e r r e r o y Espinosa. J u a n Zorrilla de San Martín, J o s é Enrique Rodó, Francisco J . R o s , Lorenzo Barbagelata, Daniel García Acevedo, Carlos Oneto y Viana, Orestes Araújo, J o s é Pedro Varela y Don Luis Carve. constituyó prontamente un archivo histórico de valía, al que una compra oficial del A r c h i vo de Don Andrés Lamas dió singular empuje Por su parte, el Museo Nacional publicaba también, bajo la dirección de Don J o s é A r e c h a v a leta los " A n a l e s del Museo". L a reunión y clasificación definida de todos estos esfuerzos separados, promovió el mensaje de reorganización del Museo Nacional, pasado por el Presidente Batlle y Ordóñez, en 30 de junio de

1911 a la X X I V Legislatura. "Considera llegado el momento, « —decía el mensaje aludido,— " de reorganizar el Musco Na" cional cuya situación es preca" ria y de estancamiento casi " adsoluto". E l proyecto gubernativo sufrió en C á m a r a s algunas modificaciones esenciales, y de acuerdo con ellas, a 27 de agosto de 1911, la Comisión de Presupuesto, por informe del Diputado Don J a i m e ^ F e r r e r Oláis, cambió el nombre a la institución, constituyéndola bajo el título de " A r c h i v ó y Museo Histórico Nacional". E l 18 de setiembre del mismo año, la reorganización promovida por el Poder Ejecutivo se llevó a cabo, y el " A r c h i v o y Museo Histórico Nacional", como entidad aislada, se separó del antiguo Museo Nacional, desmembrado en las tres grandes instituciones actuales: el Archivo y Museo Histórico, el M u s e o de Bellas A r t e s y el Museo de Historia Natural. De entonces acá, todo ha sido acrecentamiento y organización de los valiosos materiales reunidos con paciente fervor y dedicación absoluta, por el primer Director de la Institución Don Luis Carve y por quienes han venido a reemplazarle desde 1921 hasta la fecha. E l Museo Histórico ha permanecido muchos años, desde 1911 hasta 1920, clausurado a la visita pública pero acrecentando continuamente su valioso acervo con la incorporación de verdaderas reliquias históricas hasta que y desde el 18 de J u l i o de 1920, el Museo Histórico, como exposición pública, aunque en carácter provisional y precario, permanece abierto al pueblo en el amplio, pero y a deficiente local de la calle Colonia y Alinas, frente a la Plaza de los Treinta y

E s c r i t o r i o - V i t r i n a del A l m i r a n t e B r o w n S a l a de la I n d e p e n d e n c i a

Sala Donación Domingo L a m a s R e t r a t o y m u e b l e s de D o n A n d r é s L a m a s

El Centenario de la República encuentra «al Archivo y Museo Histórico en el estado floreciente de una verdadera institución moderna, ajustada al concepto técnico, y para la que sólo falta un gran local propio y apropiado, que fuese digno del valioso material existente y que a la vez comportara 1111 sensible progreso para el país. E s e local vendrá seguramente muy pronto, al márgen de alguna de nuestras grandes avenidas o en el seno de algún parque público, donde una arquitectura adecuada, representativa y evocadora de los lejanos tiempos de la colonia, guarde, conserve y exhiba convenientemente nuestras reliquias patrias. Como datos ilustrativos de la importancia que el Archivo y Museo Histórico Nacional ha adquirido desde sil organización hasta nuestros días, se puede establecer que: El Museo Histórico contiene actualmente 9.000 piezas de diversa índole: y el Archivo Histórico 60.000 manuscritos de positivo interés. U11 volumen publicado el año 1924 por el actual director del Museo sobre " P l a n de Organización" del Instituto de su cargo, y las memorias de I9-.3 y '9 2 4- publicadas en folleto de propaganda, contienen al respecto numerosos datos de toda importancia sobre los progresos del establecimiento. De acuerdo con ellos sabemos que la Sección Archivo está y a clasificada en fondos y ordenada de acuerdo con las exigencias del mayor rigor científico moderno. Inventarios, cédulas, fichas, libros de heurística, complementan el vasto plan de realización, integrado por 1111 rubro especial de publicaciones interesantísimas y no efectuadas hasta la fecha en el país. El M u s e o comprende ya la exposición racio-


O nal de los t e s t i m o n i o s h u m a n o s , m o n u m e n t a l y documentario, d e n t r o de los g r a n d e s cuadros s i n t é t i c o s de las é p o c a s en que se divisiona la historia n a c i o n a l : P r e h i s t o r i a , l ' r o t o h i s t o r i a , Conquista y Coloniaje, Ciclo [ ' r e - r e v o l u c i o n a r i o , Independencia, O r g a n i z a c i ó n ' Nacional, E p o c a de la D e f e n s a , T i e m p o s p o s t e r i o r e s a la D e f e n s a , y T i e m p o s Modernos.

ft/?po dcT Cb//fcncrp/o ctef ¿ VP aguayo

dependió d i r e c t a m e n t e del M misterio de Iiistriuvi/.n Pública \ p a r t i r de e s t a última fecha, depende d i r e c t a m e n t e del C o n s e j o Nacional de E n s e ñ a n z a P r i m a r i a y N o r m a l , c o m o consecuencia d • la nueva Leíde p r e s u p u e s t o E s c o l a r q u e fué sancionada de a c u e r d o con el p r o y e c t o que formuló el D i r e c t o r G e n e r a l de E . P r i m a r i a v N o r m a l , d o c t o r

Según esta clasificación, el M u s e o tiene diez s a las y un patio, diversas g a lerías y n u m e r o s a s colecciones de las que salen esIndiadas, en su triple aspect o de vida civil, militar y e c o n ó m i c a , todas las décadas de la historia u r u g u a y a . Geografía, Etnografía, Arqueología, E s f r a g í s t i c a y Sigilografía, Paleontolo) ' Numismática, Epigra Heurística, Indumentaria, Mobiliario, I c o n o l o g í a , M a poteca, d e t e r m i n a n los v a liosos cuadros de las secciones a u x i l i a r e s en que se f i j a r á el M u s e o Histórico, cuando las c o m o d i d a d e s de una casa apropiada satisfag a n sus e x i g e n c i a s cada día mayores. De N u m i s m á t i c a existen a c t u a l m e n t e c e r c a de diez mil piezas, de r a r o m é rito en su m a y o r í a . E l a r chivo i c o n o g r á f i c o posee alrededor de t r e s mil n e g a t i vos f o t o g r á f i c o s de e x c e p cional i m p o r t a n c i a . L a I n s t i t u c i ó n cuenta a d e m á s con una i m p o r t a n t í sima B i b l i o t e c a de H i s t o r i a lón de lectura de la Biblioteca Nacional ; Nacional y A m e r i c a n a , de m á s de c i n c o mil volúmenes. L a " R e v i s t a H i s t ó r i c a " que se publica periódicamente comprende J u a n A g u i r r e y González, en el que este funcionario propuso y obtuvo, once t o m o s de t r e s volúmenes cada uno. con t r e s c i e n t a s páginas por 11o solamente la creación de nuevos e i m p o r t a n t e s servicios, sino t a m volumen. U n o de los f a c t o r e s decisivos en la i m p o r t a n c i a y c r e c i m i e n t o bién un a u m e n t o relativamente importante en los sueldos del personal a c t u a l e s del A r c h i v o y M u s e o H i s t ó r i c o ha sido sin duda el f o m e n t o enseñante. de la donación privada que ú l t i m a m e n t e ha favorecido a la instituD e acuerdo con esa nueva L e y , el M u s c o P e d a g ó g i c o c o n s t i t u y e ción, en un g r a d o revelador de la c o n f i a n z a de que g o z a y de la simhoy un o r g a n i s m o especial, separado a d m i n i s t r a t i v a m e n t e de la B i patía con que el pueblo atiende su desenvolvimiento. b l i o t e c a . L a s t r e s secciones en (pie se dividía ésta ( p e d a g ó g i c a , didáctica e i n f a n t i l ) se refundieron con la «pie había o r g a n i z a d o en su L a estadística, dice con la elocuencia de los números, que mienpropio local, la ex Dirección General de I n s t r u c c i ó n P r i m a r i a . H o y t r a s en 1920 y 192 t se r e g i s t r a r o n 3 8 y 51 donaciones respectivafunciona con el titulo de Biblioteca del C o n s e j o N. de E n s e ñ a n z a P r i m e n t e , — la c i f r a ha ido en p r o g r e s i v o aumento, h a s t a llegar a 263 maria y Normal en el m i s m o local que ocupa el M u s e o P e d a g ó g i c o . d o n a c i o n e s en 1922, 4-11 en 1923, y 803 en 1 9 2 4 ; vale d e c i r : a est a b l e c e r una proporción de casi t r e s donativos diarios por año. E l n ú m e r o de visitantes, en los 266 días hábiles del último año, Habiéndose jubilado el s e ñ o r A l b e r t o G ó m e z R u a n o en a g o s t o h a alcanzado a 10.853 personas. L o s diversos a s p e c t o s de la institución, de 1920, fué designado para dirigir el M u s e o P e d a g ó g i c o , el p r o f e s o r , con que c o m p l e t a m o s g r á f i c a m e n t e e s t a nota, dan una idea b a s t a n t e señor E d u a r d o R o g é , quien y a había colaborado en la o b r a de aquél a p r o x i m a d a del estado actual del A r c h i v o y M u s e o H i s t ó r i c o Nacional. c o m o Oficial J . " de la Institución, desde el a ñ o 1895 h a s t a el a ñ o E s t e i n s t i t u t o c u e n t a además de su personal administrativo, con el de I n s p e c t o r ele E s c u e l a s ]'j02, c a r g o que abandonó para un a r t i s t a de verdadera condiciones intelectuales, el señor Miguel ontevideo h a s t a el 1." de l i e n z o , a c u y o c a r g o está la c o n setiembre de (92o. fecha en que servación y renovación de I as a s u m i ó la dirección del M u s e o . g r a n d e s telas que, p o r su c a r á c Organización y fines Je1 Muter h i s t ó r i c o , y sus a n t e c e d e n t e s seo Pedagógico. — liste Museo f i g u r a n en sus diversas salas así c o n s t a de las s i g u i e n t e s s e c c i o n e s : c o m o las d e m á s o b r a s que figuran 1°. — Sección Je Catálogos y en el M u s e o . Archivos, en la que se e n c u e n t r a n clasificados metódicamente los M U S l i O P E D A G Ó G I C O Olí MONTEVIDEO c a t á l o g o s de m a t e r i a l g e n e r a l y de enseñanza. 2." — Sección Encic)o/>éJica. que contiene c o l e c c i o n e s de piezas plásticas de A n a t o m í a , Z o o l o g í a y B o t á n i c a ; colecciones zoológiCon el título de " M u s e o y cas, m i n e r a l ó g i c a s y p a l e a n t o l ó B i b l i o t e c a P e d a g ó g i c o s " , el segieas; museos escolares, material ñ o r A l b e r t o G ó m e z R u a n o fundó para j a r d i n e s de i n f a n t e s , para la e s t a institución en el año 1889, e n s e ñ a n z a del dibujo, del s i s t e m a c o m p e t e n t e m e n t e autorizado por m é t r i c o , de la g e o m e t r í a , de la el M i n i s t e r i o de I n s t r u c c i ó n Púaritmética, de la lectura, de la blica, previo i n f o r m e favorable e s c r i t u r a , de la m ú s i c a ; variadas del señor J a c o l í n A. V a r e l a , Insy n u m e r o s a s c o l e c c i o n e s de c a r p e c t o r Nacional de I n s t r u c c i ó n teles de H i s t o r i a N a t u r a l ; m a t e primaria en dicha época. rial para la e n s e ñ a n z a de c i e g o s ; m a t e r i a l de a p i c u l t u r a ; f o t o g r a f í a s El s e ñ o r G ó m e z R u a n o desempeñó h o n o r a r i a m e n t e , durante de edificios e s c o l a r e s del país, de clases de e s c u e l a s rurales y u r b a n a s , varios años, las funciones de D i r e c t o r del " M u s e o y B i b l i o t e c a P e le institutos normales y escuelas de aplicación, etc., etc. E s t a sección d a g ó g i c o s " , siendo m á s tarde presupuestad» ese c a r g o con la asigie lia enriquecido ú l t i m a m e n t e con una colección de p r e p a r a c i o n e s nación que le señaló la L e y respectiva. laturales sobre el desarrollo de los a n i m a l e s de los d i s t i n t o s tipos de Desde su fundación hasta el i." de J u l i o de 1920, esta institución


nf ftfoo def G c/e/V

Cenfenarvo Vpucjuayo

los aborígenes; ejemplares de armas del periodo colonial y de las la clasificación zoológica, asi como también con más de 50 ejemplares guerras de la Independencia; procedimientos antiguos de iluminación, de animales marinos procedentes de la Estación Zoológica de Ñapóles. etc.. etc. De un momento a otro del>en llegar de Taris, encargados a la casa io.° — Sección Física y Química. Contiene 1111 Gabinete muy com" L e s Fils d'Emile Deysolle", varias preparaciones plásticas de anapleto de Física, y además, varios gabinetes escolares de Física y labotomía comparada. para cuya adquisición el Consejo Nacional de Enseratorios escolares de Química. Forma parte especial de esta Sección ñanza primaria y normal votó la suma de ><00 pesos. 1111 conjunto variado de aparatos de meteorología y anexos, algunos y"—Sección de Historia Escolar, en la que se lia tratado de dar de los cuales son inscriptores y se hallan en continuo funcionamiento. una idea, lo más general y completa posible, de lo que era la escuela Constituye también un inen el pasado. En sus vitriteresante y útil complemennas, se ven reproducidos to de esta sección, una replásticamente los castigos gular colección de disposicorporales que antaño se tivos empleados para dar aplicaban a los alumnos; cursos y conferencias, con con modelos reducidos, se proyecciones luminosas, a muestran las transformaciolos maestros y alumnos de nes producidas en el mobilas escuelas que concurren liario escolar desde los al Museo con ese objeto. tiempos del coloniaje hasta II® — Salón de Confenuestros días; la historia rencias, con capacidad para del tintero y de los prime200 personas. E s t á provisto ros carteles de lectura; lide un aparato de proyecbros «le textos usados anción para dispositivos y cintiguamente en las escuelas tas cinematográficas, y de del país; autógrafos; imotro especial para proyecpresos diversos; medallas tar en la pantalla tarjetas conmemorativas de acontepostales ilustradas, láminas cimientos escolares; retrade libros y objetos varios. tos y camafeos en yeso de 12.® — Observatorio Asmaestros y propagandistas tronómico. — Por iniciativa de la educación popular; del que fué, hasta hace etc.. etc. En esta sección, poco tiempo, sub - director sobre columna de roble, se del Museo, señor Abel Péexpone el busto en bronce rez Sánchez, reputado prodel ilustre Reformador de fesor de Matemáticas y de la escuela uruguaya, J o s é Cosmografía de nuestra Pedro Varela. Universidad, se empezaron 4_° — Sección de TrabaDirección de la Biblioteca Municipal los trabajos para instalar en jos Manuales, en la que eseste mismo local, un modestán expuestos los diagra to observatorio astronómico. El sensible fallecimiento de este ilustrado mas. construcciones, series de modelos, formas y tipos de bancos y profesor, ocurrido ha poco tiempo, ha venido a interrumpir momenherramientas para las clases de slojd; series de modelos de herramientáneamente aquellos trabajos. El establecimiento del referido obsertas v útiles para modelado en las escuelas e institutos normales; vatorio tiene por objeto facilitar el estudio práctico de la Astronomía, herramientas, útiles y modelos de trabajos manuales y madera, paja, dentro de límites elementales, a los maestros y alumnos de las clases trenzado de cuerdas, construcción de nudos, modelos de ejercicios de superiores de nuestras escuelas públicas, completando así el plan de costura, remiendos, zurcidos y corte; de moldeado y modelado en cera estudios objetivos y experimentales que persigue este Museo. y plasticína, máquinas de escribir, de coser, de tejer y de hilar; variados 13.0 — Taller. Esta Sección, convenientemente provista de las juegos de construcciones infantiles, etc. etc. herramientas necesarias, máquinas movidas por electricidad, mobiliario 5.0 — Sección de Geografía, que contiene numerosos y variados y demás accesorios indispensables, está a cargo de 1111 obrero hábil, mapas murales y en relieve; planos topográficos y en relieve, esferas bajo las órdenes inmediatas geográficas y cosmográfidel Director. En este taller cas ; aparatos mecánicos y se construye el mobiliario de proyección para la enseque el Museo necesita, se ñanza de la Cosmografía: efectúan las reparaciones ejemplares plásticos de noque deben hacerse en los menclatura geográfica; gramuebles y objetos expuesbados e ilustraciones del tos, sobre todo el material país y del extranjero, etc., de enseñanza que se presta, etcétera. cn cl mismo local, a los que O. — Sección de Hiconcurren al Museo con el giene Escolar, formada por fin de estudiarlo. una colección de objetos, I4. 0 — Exposiciones Esinstrumentos y modelos colares. Periódicamente se plásticos relacionados intiefectúan en este Museo exmamente con la higiene del posiciones de los mejores alumno, de la clase, del editrabajos ejecutados por los ficio escolar, del mobiliario, alumnos de las escuelas púde los pizarrones y pizarras, blicas, corriendo con su or- . del papel, del libro; aparatos ionización la Inspección de Gimnasia y juegos de niTécnica del Consejo Nacioñ o s ; iluminación y ventilanal de Enseñanza Primaria ción de las clases; botiquines y Normal. escolares; fuentes y filtros de diferentes sistemas para El salón de actos públiel agua usada como bebida cos se facilita a los maestros por los escolares; batallones en actividad o jubilados esescolares; aparatos y matecolares que deseen utilizarlo rial de desinfección de bicapara sus reuniones, así como les escolares; aparatos de también a otras asociacioantropometría; m a t e r i a l nes con fines de carácter Despacho y depósito de libres de la Biblioteca Municipal plástico y carteles de propacultural. ganda antialcohólica, etc. El Museo Pedagógico 7" Sección Mobiliario Escolar, que contiene mesas-bancos, pues, puede decirse, una cátedra de estudios objetivos y experimentales pitres, bibliotecas, pizarrones, etc. etc. I.a exposición de modelos de para los maestros y alumnos de las escuelas primarias, estudiantes de mesas-bancos unipersonales y bipersonales, abarca numerosos y vaenseñanza secundaria o que se preparan para la carrera del magisriados tipos usados en el país y cn el extranjero. terio. Se les facilita cl material necesario para sus estudios, auxilián- - Sección Productos Nacionales, que contiene productos natudolos en esa tarea el personal del Museo. rales del País, ya en estado bruto, ya manufacturados. Los alumnos de las escuelas públicas, a invitación del Director 9® — Sección Arqueología e Historia Nacionales. Comprende fotodel Museo, concurren semanalmente a esta institución, en grupos de grafías; armas ofensivas y defensivas, utensilios y objetos usados por varias clases, a quienes el personal del Museo dá lecciones prácticas


/Gf fifipo c/cf Cenfenc/TYb O ctefc ü/°aguayo y e x p e r i m e n t a l e s con el c o s t o s o m a t e r i a l de que dispone, y del (pie n o es posible por a h o r a d o t a r a las escuelas. Cada una de e s t a s lecciones t e r m i n a con la p r o y e c c i ó n de vistas f i j a s o cintas cinemat o g r á f i c a s de c a r á c t e r instructivo, a l t e r n a n d o con o t r a s de índole recreativa. . » . L o s m a e s t r o s , c o n los a l u m n o s de sus respectivas clases, pueden t a m b i é n c o n c u r r i r al M u s e o para dar sus lecciones con el m a t e r i a l de (pie c a r e c e n las escuelas. A l g u n o s lo han h e c h o ya, y se espera que e s a corriente a u m e n t e y se intensifique. . j E n el salón de A c t o s P ú blicos se dan f r e c u e n t e m e n t e c o n f e r e n c i a s de c a r á c t e r pedag ó g i c o , histórico, literario o de o t r a índole ( e x c l u y e n d o la religión y la p o l í t i c a ) , siempre que los t e m a s t r a t a d o s contribuyan al desenvolvimiento de la cultura popular. E n t r a t a m b i é n en el plan <le t r a b a j o s del M u s e o el dict a r c u r s o s de p e r f e c c i o n a m i e n t o a los m a e s t r o s , cosa que ya se ha h e c h o , c o m o puede verse en los d a t o s e s t a d í s t i c o s que van a c o n t i n u a c i ó n . Un {toco de Estadística. — En el a ñ o 1922 v i s i t a r o n el M u s e o P e d a g ó g i c o 19.520 perSalón de conferencias sonas. C o n f e r e n c i a s y c u r s o s de v a c a c i o n e s : 34. L o s c u r s o s de v a c a c i o n e s para m a e s t r o s de c a m p a ñ a e s p e c i a l m e n t e , fueron o r g a n i z a d o s por el I n s p e c t o r T é c n i c o del C o n s e j o de E n s e ñ a n z a Prim a r i a y N o r m a l , Don E m i l i o F o u r n i é . R e u n i o n e s e f e c t u a d a s con diversos m o t i v o s en el salón de A c t o s P ú b l i c o s : 31. C o n c u r r i e r o n a las diversas c l a s e s que se dictan, 52 escuelas, con la a s i s t e n c i a de 5.079 alumnos, 202 m a e s t r o s y 148 practicantes. E n 1923 v i s i t a r o n el M u s e o 15.095 personas. C o n c u r r i e r o n 52 e s c u e l a s con 4.390 alumnos, 183 m a e s t r o s y 113 practicantes. E n 1924 v i s i t a r o n el M u s e o 21.965 personas. Concurrieron 56 e s c u e l a s con 4.051 a l u m n o s , 149 m a e s t r o s y 198 particulares.

Irmas. E n c u a n t o a planos, se poseen los originales de las m u r a l l a s de M o n t e v i d e o , de su Ciudadela, de todos los principales edificios c o n s truidos d u r a n t e la época de la dominación española y con los c u a l e s podrá e s c r i b i r s e , en 110 m u y l e j a n o s días, la historia d o c u m e n t a l de M o n t e v i d e o en edades p r e s t é r i t a s . E s digna de admirarse, la m a q u c t e que r e c o n s t r u y e la Ciudadela, en g r a n t a m a ñ o , ocupando un e s p a c i o

del Museo Pedagogía BIBLIOTECA NACIONAL Breve historia de su organización • Sus vicisitudes : S u importancia actual. Caudal bibliográfico • Estadística de su desenvolvimiento y número de lectores.

p r e f e r e n t e de una de las m á s amplias salas. S e ha respetado en ella la e s t r u c t u r a de la m a g n í f i c a c o n s t r u c c i ó n militar de acuerdo con las f u e n t e s documentales m á s s e g u r a s , cuidando los detalles m á s mínimos. Con igual criterio de exactitud h i s t ó r i c a se ha r e c o n s t r u i d o , en pequeño, el C u a r t e l de I n g e n i e r o s que se l e v a n t a b a en el s o l a r que a c t u a l m e n t e divide la calle P o l i c í a V i e j a . L a s recias B ó v e d a s , hoy casi desaparecidas y que o c u p a b a n un buen t r e c h o de la z o n a lindera a la B a h í a , con sus r e j a s de acero, también figuran en un m a q u e t e en madera en e s t e Museo. Otras reconstrucciones ya t e r m i n a d a s y que ocuparán l u g a r p r e f e r e n t e en las s a l a s de este I n s t i t u t o , son las de la C a s a de G o b i e r n o , y el P o r t ó n de S a n Pedro.

E l 26 de e n e r o de 1816 se r e g i s t r a en los a n a l e s de la historia de la civilización en el U r u g u a y u n a de las f e c h a s m á s señaladas. En ese día a b r í a sus puertas al pueblo, por vez primera, la Biblioteca Pública de M o n t e v i d e o , cumpliéndose en esa f o r ma una de las nobles aspiraciones del P b r o . Manuel P é r e z C a s t e l l a no — su verdadero iniciador — y c o r o n á n d o s e de m a n e r a amplia e imperecedera la plausible idea del Fundador de N u e s t r a Nacionalidad, el general A r t i g a s y del sabio y virtuoso c o m p a t r i o t a , el P b r o . Dá m a s o A n t o n i o L a r r a ñ a g a , su p r i m e r D i r e c t o r . E n esa fecha, de tan fausta recordación para t o d o s los pueblos MUSEO E n la e x - q u i n t a S i e r r a a n e x a d a al P r a d o , se de la A m é r i c a L a t i n a , el U r u g u a y empezó a c o n t a r con uno de e s o s MUNICIPAL levanta el edificio destinado a M u s e o Municie s t a b l e c i m i e n t o s más h o n r o s o s para un país que se precia c/e culto y pal y fundado el 25 de A g o s t o de 1915. E s t e M u s e o se e n c u e n t r a acp r o g r e s i s t a , cpie, c o m o lo dijo el mismo L a r r a ñ a g a en su discurso t u a l m e n t e en plena o r g a n i z a c i ó n , razón por la cual sus puertas 110 inaugural, " n o es o t r a c o s a que 1111 domicilio o ilustre a s a m b l e a en se han franqueado aún a la visita del público. L a finalidad que se que se reúnen, c o m o de asiento, todos los m á s sublimes ingenios del persigue con e s t e I n s t i t u t o 110 es o t r a que la de c a t a l o g a r todo aqueorbe literario, o, p o r m e j o r decir, el f o c o en (pie se r e c o n c e n t r a n las llo que p e r m i t a r e c o n s t r u i r la historia de la ciudad de M o n t e v i d e o , luces más brillantes que se han esparcido por los sabios de todos los desde su fundación h a s t a nuespaíses y de todos los t i e m p o s " . t r o s días. E l edificio de que E l siglo X I X sorprendió se dispone p a r a e s t e o b j e t o es a M o n t e v i d e o todavía b a j o la amplio y c o n s t a de nueve sadominación española. L o s c e n las e n t r e g r a n d e s y pequeñas, t r o s de c u l t u r a que existían en con buena luz lateral, en las esta ciudad eran bien reduciq u e se distribuyen a r t í s t i c a s dos. L a acción de la escuela no vitrinas para lucir todos los era auxiliada por ninguna bivaliosos e l e m e n t o s h i s t ó r i c o s blioteca y apenas puede decirque se poseen. E s t e M u s e o se se que hubiera librerías y pudivide en distintas s e c c i o n e s : blicaciones diarias o periódiH i s t o r i a , N u m i s m á t i c a , Alumcas, porqué s o l a m e n t e en M o n brado público y p a r t i c u l a r . P e tevideo e x i s t í a una pequeña riodismo, U t e n s i l i o s d o m é s t i c a s a en que se vendían unos cos, A r m a s , N o m e n c l a t u r a y cuantos libros de devoción y n u m e r a c i ó n de las calles, H e de t e o l o g í a . L o s estudiosos y ráldica, L o c o m o c i ó n , Evolulos a m a n t e s a la l e c t u r a c a r e ción a r q u i t e c t ó n i c a y t r a n s cían. pués, de 1111 e s t a b l e c i m i e n f o r m a c i ó n edilicia de la ciut o donde poder s a t i s f a c e r sus dad, V e s t u a r i o s , C a r t o g r a f í a , j u s t o s úeseos. e t c . E x i s t e u n a m a g n í f i c a coE n 1814, por t e s t a m e n t o lección de f o t o g r a f í a s , desde expedido el 10 de e n e r o de ese las m á s a n t i g u a s h a s t a las m á s año, el d o c t o r P é r e z Castellam o d e r n a s , que e x p r e s a n los no echaba los c i m i e n t o s de la diversos a s p e c t o s que sufrió p r i m e r a B i b l i o t e c a Pública que la t r a n s f o r m a c i ó n de M o n t e debía c o n t a r M o n t e v i d e o , levideo y su actual evolución g a n d o con e s c o b j e t o su c a s a edilicia. E n lo que a t a ñ e al y los libros de su p e r t e n e n c i a . Salón de lectura de la biblioteca del Museo Pedagógico alumbrado público y p a r t i c u l a r T a m b i é n disponía en u n a de sus claúsulas la administración que debía dársele a ese E s t a b l e c i m i e n se lia reunido una colección de a r t e f a c t o s , faroles, etc., que es una t o cultural, así c o m o indicaba la fuente de donde d e b e r í a s a c a r s e los valiosa d o c u m e n t a c i ó n para su h i s t o r i a g r á f i c a . L o m i s m o o c u r r e recursos para su m a n t e n i m i e n t o y desarrollo. con lo que se r e f i e r e a utensilios d o m é s t i c o s , principalmente los que L a r r a ñ a g a fué el e n c a r g a d o de dar c u m p l i m i e n t o a ese m a n d a t o estuvieron en b o g a en los primeros a ñ o s de n u e s t r a Independencia t e s t a m e n t a r i o de P é r e z Castellano. E n 1815 se t r a s l a d ó al c a m p a m e n R e j a s , c e r r a j e r í a , m a t e s y bombillas, v e s t u a r i o s , etc., es tal su variet o que en Purificación tenía establecido A r t i g a s , a quien m a n i f e s t ó dad que todo el m a t e r i a l recopilado en este sentido llena varias vi


jQf f i f r o c/ef CJ def<f

Cenferiarvo -Uruguayo

deseos de que el J e f e de los Orientales prestigiase la realización de e<a herniosa obra. Artigas acogió la idea con todo entusiasmo, lo i citó a realizarla sin pérdida de tiempo, debiendo para ello ponerse de acuerdo con el Delegado, señor Barreiro. Kl 5 de agosto de ese año, el Cabildo dirigía nota a Artigas, solicitando su aprobación para el establecimiento de la Biblioteca, mani-

por Artigas cn el establecimiento de este instituto, dijo: « " ¡ ( ' l o r i a inmortal y loor perpetuo al celo patriótico del J e f e de los Orientales, que escasea aún lo necesario en su propia persona, para tener que expender con profusión en establecimientos tan útiles como este a sus paisanos!". Y agregaba en otro pasaje de su notable pieza oratoria:

Uno de los Salones del Museo Pedagógico

Galería del Museo Pedagógico, durante las visitas diarias de las maestras

festando que "había llegado el día en que se vea que los orientales, ¡unto con el templo de Marte, supieron erigir el de Minerva". Siete «lias después contestaba Artigas, diciendo, entre otras cosas: " Y o jamás dejaría «le poner el sello de mi aprobación a cualquier obra que en su objeto llevase esculpido el titulo de pública felicidad. Conozco las ventajas de una biblioteca pública — decía aquel caudillo tildado de ignorante por algunos de sus interesados biógrafos — y espero que V. S. cooperará con su esfuerzo e influjo a perfeccionarla, coadyuvando a los heroicos esfuerzos de tan virtuoso ciudadano. Por mi parte dará Y. S. las gracias a dicho paisano, protestando mi más íntima cordialidad y cuanto dependa de mi influjo para el adelantamiento de tan noble empeño. Al efecto, y teniendo noticia de una librería que el finado Cura Ortiz. dejó para la Biblioteca de Buenos Aires. Y. S. hará las indagaciones competente>. y si aún se halla en la ciudad apliqúese de mi orden a la nueva de Montevideo. Igualmente toda la librería que se halle entre 1«»n intereses de propiedades extrañas, se dedicará a tan importante objeto. Espero que \ . S. contribuirá con su eficacia a invitar los ánimos de los demás compatriotas a perfeccionarlo, y no desmayará en la empresa de verla realizada". Dos meses después de recibida esta entusiasta contestación del héroe, cuyo monumento de la gratitud de su pueblo se ha inaugurado en i*)2\, Larrañaga se hallaba ocupado en la organización tle la Biblioteca. Por fin llegó el dia en que el noble pensamiento de Pérez Castellano y el deseo del J e f e de los Orientales se vió cristalizado en la realidad. El 26 de mayo de 1S16. formando parte de las fiestas que durante ties días se llevaron a cabo en homenaje a la gran efemé-

" E l J e f e que tan dignamente nos dirige, lejos de temer las luces, las pone de manifiesto y desea su publicidad". He aquí la más bella culminación del temperamento intelectual y moral de Artigas como gobernante de su pueblo. En medio de las luchas para libertar a su querido terruño, en medio de las intrigas y persecuciones que por doquier le preparaban sus enemigos, velada por la cultura de su pueblo, sacrificaba su felicidad, su bienestar, cuanto poseía, para darlo todo en pro de la felicidad de sus compatriotas. Y cuando, el 30 de ese mes. Artigas recibía la comunicación del Cabildo, en la que se le hacía saber que también los orientales tenían su biblioteca, a la que podían concurrir libremente a nutrir sus cerebros y elevar su cultura en los libros, ordenó que el santo y seña de ese día fuera en su ejército el de "Sean los orientales tan ilustrados como valientes", santo y seña inmortal que un día deberá grabarse en lo más alto del edificio que se construya para la Biblioteca Nacional, única institución pública que nos queda de aquella época de gloria, tle sacrificios homéricos, de sano y desinteresado patriotismo. La Biblioteca Nacional será a través de todos los tiempos un testimonio de aquella alma privilegiada que vivió los últimos años tle su existencia en 1111 ostracismo voluntario. Bien lo manifestaba el misino Artigas al contestar el 27 de agosto de 1815 a una carta tle Andrés Artigas, en la que le hacía saber las intrigas y calumnias que contra él tramaban y propalaban sus enemigos. " D e j e usted que hablen y prediquen contra mí, decía. E s t o ya sabe que existía aún entre los que me conocían, cuanto más entre los que no me conocen. Mis operaciones son más poderosas que sus

jfWlffiH$¡mi¡ Mlílffl RNMM

ifUii ¡arifí

Dirección de I . B i t l i o U c a del Muieo P e d a g ó 2 i c o

Sección revistas de la Biblioteca del Museo Pedaeógico

• ¡•le del año lo. Larrañaga inauguraba la primera biblioteca pública di- Montc\idcu pronunciando a<|ucl magistral discurso, profundo por sus pensamientos, brillante pnr la furnia y noblemente y patrióticamente inspirado, que lia pasado a la posteridad. 1! ilustre sabio, recordando la valiosa cooperación prestada

palabras, y a pesar de suponerme el hombre más criminal, yo no haré más que proporcionar a los hombres los medios de su felicidad y desterrar de ellos aquella ignorancia que los hace sufrir el más pesado yugo de sus tiranías". V para librarnos de ellas contribuía a la inauguración de la bi-

— :>7.s —


JJÉPO

c/cf é

O blioteca pública, santuario del saber y el más hermoso monumento, el venerable Patriarca de los Orientales, a quienes quería ver "tan ilustrados como valientes".

cfcf Cenfencrr-vb Vrucjuayv

Sub-Director, señor Arturo Scarone. quien acaba di' celebrar sus bodas de plata en esa Institución, a la que ingresara como simple meritorio sin sueldo, el 9 de marzo de 1900. l i e aquí, en forma sintética, la historia de nuestra Biblioteca Nacional. Instituto que viene prestando positivos beneficios n la cultura pública del país. De ello da prueba acabada el siguiente cuadro 1 años* del movimiento de lectores habido en estos últimos

La existencia de la primera Biblioteca Pública con que contó Montevideo, tuvo, desgraciadamente, una vida demasiado efímera. E ' 4 de junio de 1816, es decir, a poco menos de once meses de fundada, la Corte de Portugal, que por aquel entonces residía en Rio Janeiro, e n t r e g ó al general Carlos Federico Lecor, después Barón de la Laguna, las instrucciones del caso para ocupar militarmente la Provincia Oriental y formar una Capitanía con gobierno separado, El 12 de ese mes partía para dar cumplimiento a esa orden una división de ejército compuesta por 4.830 hombres. El 20 de enero de 1817 el ejército portugués vencedor hacía su entrada en Montevideo, recibiendo sus llaves de manos de los miembros del Cabildo. P o c o después el Pbro. L a r r a ñ a g a emprendía viaje hacia Río Janeiro, en cumplimiento de una misión especial que se le había confiado y el 10 de abril de ese año el Cabildo resolvió que los libros de la Biblioteca fueran depositados en la casa que para tal fin había legado Pérez Castellano, privando así a los amantes del estudio y de. la lectura de 1111 centro de tanta importancia para la El caudal bibliográfico de nuestra Biblioteca Nacional es de un cultura pública. valor inestimable, constituyendo su conjunto un verdadero tesoro. Hasta 1830 nada se hizo para restaurarla. Durante ese largo Posee varios incunables, siendo el más antiguo de ellos el titulado tiempo la Biblioteca fué saqueada, perdiéndose la mayoría de las "Cosmograpliia sive De- situ orbis", de Pomponius Mola, publicada en obras que la constituían, líl 10 de mayo de ese año la Asamblea Yenecia en 1482, es decir diez años antes del descubrimiento de América por Colón. General Constituyente dictaba un decreto, recomendando al Gobierno el establecimiento de la Biblioteca Pública mandada fundar por el Cuenta con la mayoría de las publicaciones aparecidas en el país, testamento de Pérez Castellano, agregando a ella lo que restaba de desde la famosa "Estrella del Sur", publicada en 1807. durante la la que había establecido el Gobierno de la Provincia en 1816. Apesar breve dominación inglesa en las Provincias Unidas del R í o de la de ello nada se hizo al Plata, hasta las últimas respecto durante tres aparecidas. L a ley de 14 años. Recién el 14 de node julio de 1893 obliga a viembre de 1833 el Golos dueños de imprentas bierno resolvió designar de toda la República la una Comisión compuesta entrega a la Biblioteca por los señores RaymunNacional de un ejemplar do Guerra, Ramón Made toda publicación que ssini, F r a n c i s c o Magariediten, b a j o pena de mulños, J a v i e r García de ta o prisión equivalente. Zúñiga y J u a n FrancisAnualmente aparecen en el país alrededor de cuaco Giró, para el establetrocientas publicaciones cimiento de aquel Instidiarias y periódicas, epte tuto. E s t a Comisión se la Biblioteca va colecciopieocupó en dar cumplinando año tras año. miento al noble y patriótico cometido que se le En cuanto a obras había confiado y el 4 de publicadas cu el extransetiembre de 1837 la Bigero, en todos los tiemblioteca reabría sus puerpos y en todas las ramas tas al público para no del saber, nuestra Bibliocerrarse más. teca cuenta con un conEl 28 de julio de junto que la pone a la altura de las principales 1840 cesaba en sus funsimilares de la América ciones esa Comisión, hadel Sur. Continuamente ciéndose cargo de su ese caudal bibliográfico Dirección el celebrado y va aumentando rápidafecundo poeta uruguayo mente, haciendo preveer F r a n c i s c o Acuña de Fique no pasará mucho gueroa, autor del Himno tiempo sin que la BiblioNacional. F r e n t e del M u s e o de B e l l a s A r t e s , situado en el P a r q u e R o d ó teca Nacional de MonteA Acuña de Figuevideo sea considerada coroa siguió en la Dirección mo una de las más importantes del Mundo. de la Biblioteca, el 29 de marzo de 1847, el Capitán de Inválidos don

E m e t e r i o R e g ú n e g a , que más tarde se graduó de abogado y llegó a ocupar aquel cargo basta el 13 de octubre de 1853, fecha en que fué designado para desempeñarlo el capitán Pedro Sagrera. E n junio 21 de 1858 la Biblioteca pasaba a depender de la J u n t a Económico Administrativa de Montevideo, y el 3 de enero el Gobierno ' resolvía que el señor Joaquín Reyes fuera su nuevo Director, quien permaneció en ese cargo hasta el 21 de marzo de 1865, en que fué nombrado para ese cargo el' doctor J o s é Antonio Tavolara. Siendo Bibliotecario el señor Tavolara. la J u n t a E . Administrativa resolvió, el 17 de agosto de 1868, designar al doctor Mariano F e r r e i r a . miembro de la misma corporación edilicia. Director del Museo y Biblioteca. En julio 22 de 1872 la Biblioteca pasó a depender directamente del Ministerio de Gobierno, continuando el señor Tavolara desempeñando su Dirección hasta el 23 de noviembre de 1878, fecha en que renunció ese cargo. E s e mismo día era designado para reemplazarle el doctor Pedro M a s c a r ó y Sosa, quien renunció el 3 de abril de 1879, volviendo a ese c a r g o el 26 de julio de 1880, y desempeñándolo hasta el 20 de mayo ele 1904. fecha en que falleció. F.1 9 de febrero, siguiente, después de un interinato de más de un año desempeñado por el entonces Oficial i.° de la Institución, señor Juan Antonio Zubillaga, fué nombrado para suplir al doctor Mascaró y Sosa el doctor Felipe Villegas Zúñiga, quien obtuvo su jubilación el 30 de Octubre de 1922. El i." de noviembre de ese mismo año, el Consejo Nacional de Administración designó para reemplazar al doctor Villegas Zúñiga. al

Inteligentemente dirigida, consultando las necesidades de las personas cpie la frecuentan, puede decirse que ese Instituto está siempre al dia en todo lo que se relaciona con la bibliografía universal. líl siguiente cuadro dará una idea de los progresos bibliográficos (pie ha experimentado en estos últimos 24 a ñ o s : AÑOS

MIO . . . . 1 1915 . . . . 1 !• 2 0 . . . . 19 til . . . . 1922 . . . . 1-923 . . . . 192 1 . . . .

Por Ley GU» 3*11 4SG 613 61S SI 9 1.00G

Par oanje

«

101 (¡7 — NI 223 líl

Por compra

417 2S3 790 1. G65 2 .090 2.050

Por donación m 2ix 751 372 401 430 913

TOTALES \

1.127 1 . .1S7 1 .755 2.665 4.1'«2 4.1S4

La existencia total de obras de la Biblioteca Nacional era, el 31 de diciembre de 1924, de 55.764. en 85.588 volúmenes, folletos y hojas sueltas, 191 grabados, 223 mapas y planos y 271 piezas musicales. E n igual fecha de HJO8 el caudal bibliográfico de ese Instituto y hojas sueltas, 188 grabados, 203 mapas y planos y 6 6 piezas musicales. En consecuencia, en el término de 17 años la Biblioteca Nacional duplicó su existencia de obras. 1.a Biblioteca Nacional tiene la misión a su c a r g o de llevar el R e gistro de la Propiedad Literaria y Artística, ele acuerdo con la ley promulgada el 5 de marzo de 1912 y reglamentada por decreto del Mi-


1£PO

c/e/V

d c * f

Ce7ifenc77YO

V/>u(Juc?y¿

nisterio de I n s t r u c c i ó n Pública, fie o c t u b r e 18 de ese año. En e s o s 12 años de v i g e n c i a de la citada ley, son numerosas las producciones literarias y a r t í s t i c a s que han sido inscriptas, poniéndose asi sus aut o r e s en c o n d i c i o n e s de s e r respetados en la propiedad de sus producciones.

E11 la actualidad, se ha iniciado la total r e o r g a n i z a c i ó n de la Biblioteca. de a c u e r d o con los conceptos bibliográficos y b i b l i o t é c n i c o s m o d e r n o s a fin de colocar el establecimiento en condiciones de poder servir m á s ampliamente los fines a que se le destina.

A c t u a l m e n t e los P o d e r e s Públicos se preocupan en d o t a r a la B i b l i o t e c a Nacional «le un local propio y aparente para el g r a n g r a do de d e s e n v o l v i m i e n t o que ha alcanzado y de acuerdo con los efic a c e s e indiscutibles servicios que p r e s t a a ía cultura pública del país. Al e f e c t o a c a b a de adquirirse un amplio t e r r e n o en la Avenida 18 de J u l i o y calle V a r o , estando ocupada la Dirección de A r q u i t e c t u r a en la c o n f e c c i ó n de los planos respectivos.

Concurrentes

L a creación de la actual Biblioteca del C o n s e j o X . de E n s e ñ a n z a P r i m a r i a y Normal, se debe a la iniciativa del señor J u a n M . de Vedia. quien desempeñando e n , e l año 1K76 el c a r g o de S u b i n s p e c t o r tle I n s t r u c c i ó n P r i m a r i a , p r e s e n t ó en ese sentido una bien fundada m o c i ó n en la sesión que la Comisión de I n s t r u c c i ó n Pública de M o n t e v i d e o c e l e b r a r a el 18 de setiembre del referido a ñ o . No o b s t a n t e la resolución favorable recaída en e s t a iniciativa, por falta de r e c u r s o s t a r d ó algunos a ñ o s en llevarse a la p r á c t i c a ; p e r o a p e s a r tle no funcionar o f i c i a l m e n t e , las autoridades escolares recibieron desde el p r i m e r m o m e n t o , para f o r m a r la base de la futura B i b l i o t e c a del M a e s t r o , diversas donaciones de libros, e n t r e las que d e b e m o s m e n c i o n a r la e f e c t u a d a por cl m a e s t r o municipal don Cay e t a n o Kivas. c o n s i s t e n t e en veinte volúmenes de la Biblioteca del M a e s t r o , publicada en E s p a ñ a ; la tle la Sociedad de A m i g o s de la Educación Popular, de Montevideo, enviando un e j e m p l a r de cada una de las o b r a s que había publicado h a s t a 1 8 7 7 ; y la del B i b l i o t e c a rio Público, c o n s i s t e n t e en una valiosa colección de las o b r a s y folletos sobre E d u c a c i ó n , impresos, principalmente, en la República A r g e n t i n a . Chile y Perú. L a Inspección a c a r g o del S e ñ o r Vedia había adquirido, en igual d e s t i n o y d e n t r o de la m o d e s t a suma de o c h e n t a y nueve p e s o s y diez c e n t é s i m o s , algunas i m p o r t a n t e s o b r a s en B u e nos Aires, lo que hacía elevar el caudal b i b l i o g r á f i c o de la incipiente o r g a n i z a c i ó n , a c i e n t o sesenta obras. L o s p r o p ó s i t o s superiores que se tuvieron en c u e n t a al aprobarl e la idea de la o r g a n i z a c i ó n de esta Biblioteca, sólo pudieron cumplirse en Pjo6. por iniciativa del I n s p e c t o r Nacional de I n s t r u c c i ó n P r i m a r i a , d o c t o r Abel J . P é r e z . S e d e s i g n ó un director, autorizándosele para enriquecer, cotí la adquisición de valiosas o b r a s de estudio y de c o n s u l t a , el m o d e s t o caudal b i b i o g r á f i c o que poseía. S e r e d a c t ó su r e g l a m e n t o y a ñ o s m á s tarde se autorizaba la p r e s t a c i ó n de sus libros a los m a e s t r o s , e s p e c i a l m e n t e a los de campaña, que desearan ampliar MI ilustración y p e r f e c c i o n a r su cultura profesional. S e a n e x ó a la B i b l i o t e c a la S e c c i ó n Circulante, g r a t u i t a , para los M a e s t r o s en e j e r c i c i o y a s p i r a n t e s al M a g i s t e r i o de primera enseñanza, estableciéndose un h o r a r i o para el f u n c i o n a m i e n t o de aquella dependencia de las autoridades e s c o l a r e s . C r e a d o el M u s e o P e d a g ó g i c o , la Biblioteca p a s ó a ser una de sus dependencias h a s t a que. en 1020, fusionada con la que e x i s t i a en el C o n s e j o Nacional de E n s e ñ a n z a P r i m a r i a , g o z ó de amplia a u t o n o mía, incoriM>rando a su caudal bibliográfico, 5.468 volúmenes, c o m prendidos los folletos y las revistas que pertenecían a la Biblioteca del C o n s e j o con la cual se fusionaba. El caudal total de a m b a s B i bliotecas que se d e n o m i n ó la B i b l i o t e c a del M a e s t r o , era pués en 1920. de veinte mil volúmenes de o b r a s modernas en su inmensa m a y o r í a , de utilidad inmediata para los m a e s t r o s y a s p i r a n t e s y los funcionarios e s c o l a r e s . S'* e n c u e n t r a insta'ada e s t a B i b l i o t e c a en el edificio fiscal de la calle Colonia. Cuareim v Plaza C a g a n c h a , que ocupa también el M u seo P e d a g ó g i c o y el I n s t i t u t o N o r m a l para s e ñ o r i t a s y E s c u e l a de Aplicación. E s t a B i b l i o t e c a c u e n t a en la actualidad con un total aproximado de treinta mil volúmenes de o b r a s diversas — en su m a v o r í a modern a * — que c o n s t i t u y e n un aprecíable caudal bibliográfico, especialm e n t e en la división E n s e ñ a n z a , distribuido e n t r e las s e c c i o n e s : S a la de L e c t u r a . Circulante. Publicaciones Periódicas y B i b l i o t e c a Infantil. c u y a s salas abarcan una superficie total de d o s c i e n t o s cincuenta m e t r o s cuadrados. M e r e c e n d e s t a c a r s e por los beneficios inmediatos oue reportan a la causa de la E d u c a c i ó n , las secciones C i r c u l a n t e y B i b l i o t e c a Infantil. L a primera facilitando a los funcionarios e s c o l a r e s , m a e s t r o s y aspirantes al M a g i s t e r i o , la lectura a domicilio, mediante la prestación de obras por el t é r m i n o de quince días p r o r r o g a b l e s . L a segunda. fomentando e n t r e los niños el h á b i t o de la sana lectura por medio de una adecuada selección en la l i t e r a t u r a a r t í s t i c a y científic a . c o o p e r a n d o en esta f o r m a a la realización de una e m p r e s a altam e n t e simpática y de t r a s c e n d e n t a l i m p o r t a n c i a c o m o l o es la formación cultural de las almas infantiles. D e los servicios que presta e s t a institución, da una idea aproximada el resumen estadístico a d j u n t o y que c o r r e s p o n d e al movimient o habido durante el a ñ o p r ó x i m o pasado.

Año 1924 • Resumen estadístico

Niflau

BIBLIOTECA DEL CONSEJO N. DE ENSEÑANZA PRIMARIA Y NORMAL Su historia - Sus finalidades • Su caudal bibliográfico - Algunas cifrrs estadísticas.

Maoitroi

Estudiante»

TOTAL

1 ..133 - - 4 S ti —

2 .120 3 .s:u; 1.792 «7

3 .fió3 0..-I22 1 .792 67

4.019

7.815

11.834

Obras solicitadas S - i l a de L e c t u r a y S e c c i ó n Beoclón Infantil

Días hábiles T é r m i n o medio de lectoreB por

BIBLIOTECA

MUNICIPAL

11.102 1.802

Circulante

290 44. S

día

I,a

Biblioteca

Municipal inició en el

año KJ13 su acción cultural con 1111 caudal r e g u l a r de volúmenes que 110 ocasionaron e r o g a c i ó n alguna al Municipio, ya que lo constituía una donación e f e c t u a d a por el d o c t o r J o a quín de S a l t e r a i n . M á s tarde, una disposición de la J u n t a E c o n ó m i c o Administrativa destinando a la B i b l i o t e c a aquellas o b r a s de c o n s u l t a o disponibles en sus diversas dependencias, a u m e n t ó su caudal bibliog r á f i c o que hoy se estima en no m e n o s de 0 . 0 0 0 v o l ú m e n e s de o b r a s literarias, históricas, filosóficas, etc. L a r e g l a m e n t a c i ó n que rige para esta repartición Municipal la autoriza para p r e s t a r los libros a las personas que deseen instruirse, contribuyendo así, con esas facilidades, a la cultura pública e n t r e las clases sociales que por su situación e c o n ó m i c a no disponen de recursos para adquirir libros. E s t a es la c a r a c t e r í s t i c a de esta B i b l i o t e c a que adquiere así 1111 a s p e c t o e m i n e n t e m e n t e popular propendiendo a despertar el a m o r al libro cuya consulta facilita g r a t u i t a m e n t e . D a una idea de la i m p o r t a n c i a de su movimiento en los últimos años, el s i g u i e n t e c u a d r o relacionado con el n ú m e r o de libros prestados y el s e x o de los l e c t o r e s que los han solicitado. L I B R O S Consullsdoi

AÑOS

1*18 1919 1920 192>1 1922

. . . . .

. . . . .

. . . . .

192 4 .

.

.

Prestidos

2.r,3i 3.765 1:. 6 9 8 22.93 1 42.928 4 0.236 4 0 . 1 12

921 1.623 3.283 5 . 434 6.201 6.001 4 .687

L E C T O R E S

0« vuoltos

910 1.221 2. t s l 3.956 4 .284 4 .769 4.610

En circulación

11 40'! 80>2 1 . 178 1.917 1.235 77

Varones

901 1 .579 3 .9 12 9.133 13.931 13 . 9 9 3 17.114

Mujeres

660 1.022 3.119 6 . 102 9.240 0.394 8.583

TOTAL

1.561 2.601 7.061 15.535 23.171 23.887 25.697

ARCHIVO GENERAL ADMINISTRATIVO

F u é creada esta repartición durante el primer g o b i e r n o patrio, en 1828, a n e x á n d o s e más tarde a la B i b l i o t e c a Nacional que fué e n c a r g a d a de custodiar sus valiosos d o c u m e n t o s públicos, e n t r e los que figuran las a c t a s del Cabildo de M o n t e v i d e o desde su o r g a n i z a ción h a s t a su término. Recién en el año 1889 se le dió a u t o n o m í a , s e g r e g á n d o s e de la Biblioteca y pasando a su custodia t o d o s los papeles del E s t a d o de alguna significación histórica. L e fué c o n f i a d a su dirección al fecundo historiador Don Isidoro de M a r í a , quien puso orden en los papeles que constituían el valioso t e s o r o del A r c h i v o , procedió a su clasificación y ordenación a fin de que pudieran s e r consultados en provecho por todos los que se dedican a estudios históricos. ,

R e c o n o c i e n d o el gobierno la importancia de reunir en v a r i o s volúmenes impresos la valiosa documentación de e s t e A r c h i v o a fin de que se divulgara su conocimiento, dada la dificultad de c o m p u l s a r los originales por la naturaleza de su c a l i g r a f í a , autorizó, en 1885. estando aún a n e x a d o el A r c h i v o a la Biblioteca Nacional, la publicación tle dichos d o c u m e n t o s , votando para el e f e c t o la s u m a de t r e s mil pesos, p a g a d e r o s según se c o n s i g n a en el d e c r e t o respectivo, por b i m e s t r e s , a razón de mil pesos. E l primer volumen que c o n s t a de casi 500 páginas apareció en el año referido de 1885 y desde aquella f e c h a hasta cl a ñ o 1925, se han publicado once v o l ú m e n e s con interesantes d o c u m e n t o s que se refieren a una de las épocas m á s d e s c o n o cidas tle la historia del país. F.I caudal b i b l i o g r á f i c o de este A r c h i v o lo c o n s t i t u y e n 1.600 c a j a s de d o c u m e n t o s y 1.000 volúmenes e n c u a dernados con d o c u m e n t o s antiguos, t o d o lo cual se c o n s e r v a , a cubiert o del f u e g o y de las humedades, en g r a n d e s a r m a r i o s de h i e r r o c o n s truidos e x p r o f e s o . Posee el A r c h i v o un m a g n í f i c o edificio c o n s t r u i d o e x p r e s a m e n t e con ese destino con los fondos p r o v e n i e n t e s de la E s tampilla de Biblioteca, c u y o producido se r e p a r t e por igual e n t r e la Biblioteca Nacional y el A r c h i v o («eneral A d m i n i s t r a t i v o .


/?jf fifipo c¡eT O-vtfenaT'/o O cíe fe ~ Üpc/cjuayz ARCIICÍ® C e n e r n l d e

y

Librcria

Publicociono»

PALACIO

DEL

LIBRO

Constituye la aspiración má., alta de la humanidad en su marf'ia siempre ascendente en la bús'l' u 'da de nuevos y más amplios caminos, la mayor difusión de la cultura. Perdidas han quedado en viejos infolios las narraciones de 1,'| vida de otras épocas, en las (píelos tesoros de las artes y las ciencias eran patrimonio de un pequeño núcleo de elegidos. Kl conocimiento de unas y " I r a s dijérase estaba rodeado de una aureola de misterio, y esta circunstancia aislaba a aque.los <l"t' a su estudio se dedicaban y daba a sus palabras y a sus acciones un carácter sagrado. Más tarde, la difusión de tales conocimientos se hizo un tanto más amplia; pero no obstante esa propagación no pasaba de los límites de los palacios de los podeiosos, y sólo ellos y sus favorecidos podían llegar hasta las fuentes del Saber. Pero aparece la imprenta y con ella el libro se difunde y empieza a tener acción directa en la elevación espiritual del pueblo. Sus páginas son como alas de Entrada al cn la calle 25 de Mayo N." 577 aves de maravilla, que vuelan sobre las fronteras y sobre los Tenia sus ojos fijos en todos los pueblos de la tierra, tenia su mares, para unir las colectividades todas en el culto a cuanto grande mirada puesta en todas las lloras de la historia, no descuidaba una y helio se produce en el Mundo del pensamiento. Y las librerías emsola manifestación del vivir ambiente. Y asi fué cumo las más altas piezan a ser la fuente a donde concurren los hombres dedicados a las producciones del pensamiento universal de la hora presente y de los más varias actividades en procura de obras, que puedan servirles a los pasados tiempos, llenaron sus instalaciones y fué también asi como unos para aprender las primeras letras y los primeros números o que ocuparon lugar de preferencia en ellas las obras nacionales, (pie al lleven una nueva luz a los otros, en su búsqueda de la verdad al propio tiempo esa misma casa se ocupaba en difundir en los mercados través de teorizaciones filosóficas o de descubrimientos científicos. de más alta cultura, (pie son los (pie surten a quienes dedican sus lis pues a ellas a donde debe concurrir el viajero, (pie, deseoso de horas a las nobles labores del pensamiento. alcanzar el grado de cultura de una Nación, llegue a una sociedad absoPero sobre todo animaba a los Directores de ese instituto 1111 lutamente desconocida para él. Y bien puede decirse que de la sana elevado sentido de su misión. Buscaban el perfeccionamiento de la orientación de las casas de venta de libros, del alto espíritu do sus cultura social y conocedores del problema que significa para quienes directores, depende en gran parle la vida intelectual de los pueblos. se entregan a una labor en procura de tal finalidad, el salvar las difiKl Uruguay puede sentirse orgulloso en lo que a este tópico respecta. cultades de orden económico; (pie señalan una desigualdad injusta Hace ya cerca de dos años abrió sus puertas cn la Capital de nuestro frente a los tesoros de las ciencias y de las artes, a los que necesapaís, una gran casa de esc carácter. riamente debe recurrir todo hombre para encontrar su p r o p i a personalidad, — ofreció sus libros en condiciones (pie los ponían al alcance de lodos los lectores, aún de los más humildes desde el punto de vista económico. Pero no sólo hizo eso. Comprendiendo ciertos géneros literarios y de la escasa influencia elevadora de ciertas producciones fie discutible valor científico, seleccionó su stock de obras y por medio de publicaciones periódicas, orientó al pueblo hacia la lectura de las producciones de mayor mérito de cuantas se han publicado en el mundo. E l resultado nu se \v.\ VvecUo esperar. Había en los integrantes de nuestra sociedad ansias infinitas de superarse. Y es asi como el número de lectores ha aumentado ya en el pasado año en más del 5 0 % sobre el anterior. K11 no pocos núcleos de población de la República se han creado, estimulados por la acción de este instituto, bibliotecas populares y las ya existentes de la Capital y de las ciudades de campaña, han podido enriquecerse con numerosas obras nuevas. Pero lo que resulta más aleccionador, es (pie todos los habitantes del país, arrastrados podría decirse por una corriente arru-


X?f fiSro O cíete

d£rj%nfenar*b ~Upu(Juciyz das, en los magazines para el hogar. Idealismo en fin que lo domina todo en esa casa de maravilla, donde se siente como en sitio alguno la sed de saber siempre más. de buscar m á s luz para la vida interior, más fuerza para las alas del espíritu.

Un aspecto inferior del Salón de ventas

11 adora e incomparable, orientada en la búsqueda de los m á s di.ectos espíritu-, han ido formando en el rincón más intimo de sus viviendas la biblioteca propia, motivo de mejoramiento. Tal la acción del " P A L A C I O D E L L I B R O " , fundado en Montevideo. e instalado en la calle 25 de Mayo 577 por la Agencia General de Librería y Publicaciones, en el mes de diciembre de 1923. La Casa Central de este instituto se halla instalada en París y fué fundada hace ya más de 30 años. En el transcurso de ese tiempo ha llenado con verdadera amplitud los altos fines de difusión de las producciones científicas y literarias de mayor valimento, creando sucursales importantísimas en Europa y América, entre las cuales dignas son de mención las de Londres. Leningrado, Bruselas. Buenos Aires. Río, Montevideo etc. Además esta institución está unida por estrechos vínculos a otras de verdadera importancia, con las que realiza una acción armónica en cumplimiento del programa de labor que se ha trazado. Son elias la "Sociedad General Española de Librer í a ' . la " M e s s o n e r i e Italiane" y el " I ) pósito Central d e Librería de Suiza". Dia a dia la Agencia General de Librería y Publicaciones, va ensanchando su esfera de acción, pues, no conforme con abastecer a todos los mercados del mundo, quiere ir instalando en los distintos países, casas que respondan directamente a l a s ideas y tendencias de verdadero idealismo que inspiran a sus Directores. Idealismo que palpita en la vida toda de nuestro Palacio del Libro de Montevideo, que vive en las obras de narraciones para niños, cuya lectura es el primer t«*pie de mejoramiento espiritual de ios (pie empiezan la jornada, y en los textos cscolates, cuyo estudio es la primera luz frente a los problemas del vivir. Idealismo, que se manifiesta en toda la producción clásica y de los más destacados modernos de la literatura, que orienta los espíritus jóvenes por los verdaderos caminos de la belleza y el bien. Idealismo (pie está latente en los libros elementales de ciencia para los estudiantes y en las profundas producciones de tal carácter para sabios y profesores. Idealismo que vibra en las revistas, eco fiel del vivir presente, en las publicaciones de 1110-

Instalado el P A L A C I O D E L L I B R O en nuestro ambiente con verdadero lujo, en 1111 lugar céntrico de la metrópolis, en el sitio de más intenso tráfico, sin que nada se descuidara en sus amplias y confortables instalaciones, en las dependencias imprescindible para que el lector pudiera encontrar entre los millares de obras que constituyen su enorme caudal bibliográfico, la obra predilecta o la que más exactamente consultara las determinaciones de su espíritu, se impuso de inmediato al público desde el momento que le franqueó, generosamente, sus puertas. F u é más que 1111 negocio nuevo ' incorporado a las actividades comerciales de Montevideo, la casa de todos los estudiosos, el « l o c a l abierto a la búsqueda tranquila de las obras superiores del pensamiento humano, una verdadera biblioteca en renovación constante que puso al alcance de todos, previa consulta en el mismo local, las obras consagradas por muchas generaciones e hizo conocer las producciones de los más altos espíritus de los tiempos modernos que actúan en las mas alegadas comarcas. Y a esta ventaja que fué debidamente aquilatada por todos aquellos que desean estar al tanto de la producción intelectual y de sus orientaciones, agregó el " P A L A C I O D E L L I B R O " la de la modicidad en los precios de las obras que ofrecía a la venta diaria, factor este esencialísiino en la divulgación del libro ya que en esa forma 110 se le hacia patrimonio exclusivo de determinadas clases sociales de posición económica holgada, sino también de las clases más humildes entre cuyos componentes existen infinito número que desean superarse, aumentar su acervo cultural para poder actuar más tarde en un plano superior de la vida nacional y destacarse, por meritorios esfuerzos, del nivel de la generalidad. Facilitó asi la obra de cultura colectiva en condiciones que señalaron en el ambiente 1111a nueva etapa de su progreso.

Otro aspecto del Salón de ventas


X ? f

O

fi/ypo

c/e/V

c / e f

Cenfencrr'/O

Vpacjactyo

MAXIMINO CABCÍA ••EL C O R R E O " I " L A FACULTAD"

En este recuento de nuestros valores lagro de reunir en su casa cuantos libros son necesarios a la vida de económico - mercantiles, pregonando iel la inteligencia. Los escolares, encuentran sus primeros libros; los progreso y el florecimiento de nuestro estudiantes, los t e x t o s apropiados a los estudios que cursan; los unipais, tiene bien ganado un puesto el señor versitarios. los libros de sus asignaturas y a más una vasta bibliografía Maximino Garcia. Su establecimiento de Librería ha tenido siempre donde ampliar los conocimientos cn que desean especializarse" los »n j u s t o y merecido renombre, conquistado y consolidado diariamente hombres curtidos ya en el estudio, los profesores, los catedráticos, l»>r sus relevantes condiciones de perseverancia y laboriosidad, y el todos, las obras de consulta (pie les acompañen en su va formada esplendor ( ' c su casa de hoy es la obra que ha realizado su constancia ilustración. Y al lado de estos servicios al mundo que estudia, atiény en la que él soñara, cuandese también al mundo que do sus amores al libro le l e e . . . Seria incontable el llevaron a estas actividades. numero de novelas que se Su labor inicial estuvo llereciben y la diversidad de na de incertidumbres, somRevistas científicas, literabreada por los temores de rias, festivas, elegantes, etc. que su propio esfuerzo "soetc., pues es tal. que en su lamente" no fuera bastante casa se reúnen todas cuana la realización de su bello tas se publican en el munideal, pero a servirlo estaba do entero. Y si a este asomuna firmeza de voluntad tan broso c o n j u n t o de Librería superior que las dificultaa g r e g a m o s la circunstancia des eran estímulos que avide que el visitante disfruta vaban su actividad, y así, de la m á x i m a liberalidad superándose a sí mismo, fué para curiosear en los inacaacortando cada día la disbables mostradores y estantancia que le separaba del tes y que es solícitamente logro de sus ambiciones. atendido, tendremos explicados los motivos en virtud hasta recibir la merecida de los cuales ha atraído a satisfacción de verlas cumuna clientela tan numerosa plidas. L a recompensa de su como selecta. En términos labor y tesón, es hoy su breves: es un establecimienorgullo: un brillante estato g r a t o a la clientela por blecimiento dc Librería, todos conceptos. profusa e ilimitadamente abastecido con todas las Y hoy desde la cima a obras de estudio y consulta que llegara el señor García antiguas, modernas y novípor su laboriosidad y tras i m a s ; de cuantas producGarcía en su despacho bajo, le maravilla rcmemo-

ciones han tenido y tienen lugar, formando la g a m a literaria t o d a : desde la página de humorismo y festiva ironía con que la agudeza de nuestros estilistas delecta los espíritus, hasta cl lenguaje emotivo y profundo con que los artistas del pensamiento conmueven con la descripción de los problemas que agitan a la Humanidad. Diríase y permítasenos el simil, que su casa es una formidable antena radiotelegráfica, levantada en esa convergencia del Plata con el Atlántico, que capta y recoje todas las ideas y las exquisiteces del bien decir de los literatos y pensadores del Universo entero. Asi es su organización: un instrumento que borra las distancias con Buenos Aires, París, Londres, Berlín, Madrid, Barcelona, Nueva Y o r k . . . , desde donde sus avisados corresponsales le destinan diariamente las últimas novedades de Librería, y asi se produce el mi-

Una sección de la librería

rar los modestos orígenes de su casa, que se confunden con sus aficiones y compañerismo con la familia estudiantil, que la sirve ya, atendiendo casi primero a la función antes que a crear el órgano, que aparece éste en una modesta casa en la calle de Ituzaingó, que extiende su nombre y va creando con su conducta la historia honesta del luchador infatigable, del acreditado comerciante. logrando inspirar la m á x i m a confianza a las casas Editoras de E u ropa, mereciendo por sus prestigios la representación de la Sociedad de las Naciones, establecida en Ginebra, v fundando con su esfuerzo su notable casa editorial " L A F A C U L T A D " en cuyo registro ha inscrito a todos los notables autores nacionales, y culminando todo en este alcázar de la Librería, establecida en su casa propia, en la calle Sarandí N.° 477 al 4N1, frente al Correo, consagrando así su valiosa reputación.


JGF/FC

G

de¿

dcf

c / e / V

LIBRERÍA VAZQUEZ

(%7¿fenarvo

"—V/^ucJuczyo

CORES

E n el a m b i e n t e e s c o l a r de M o n t e video el n o m b r e de D o n F r a n c i s c o V á z q u e z C o r e s p e r m a n e c e r á siempre r e c o r dado c o m o el de u n q u e r i d o m a e s t r o de m a e s t r o s . H o m b r e de e s t u d i o y de a c c i ó n , V á z q u e z C o r e s — q u e e j e r c i ó en el m a g i s t e r i o el c a r g o de m a e s t r o de 3 e r . g r a d o , e i n t e g r ó d u r a n t e m u c h o s a ñ o s las m e s a s e x a m i n a d o r a s , p o r r e s o l u c i ó n de la Dirección de I n s t r u c c i ó n P r i m a ria, — c o n t r i b u y ó al d e s a r r o l l o de la e n s e ñ a n z a con el caudal de su p r e p a r a c i ó n p e d a g ó g i c a y su noble y a l t r u i s t a e n t u s i a s m o p o r la c a u sa e s c o l a r . de Francisco M. Montes

D o n F r a n c i s c o V á z q u e z C o r e s , espíritu de l u c h a d o r , h o m b r e de i n t e l i g e n c i a y de honestidad, fundó, allá por el a ñ o 1883, en 1111 peq u e ñ o local de d o s m e t r o s y medio por diez, situado en la calle 18 de J u l i o y C o n v e n c i ó n , la librería que tan p r e s t i g i a d a l l e g ó a s e r con el t i e m p o , y q u e se inició con el n o m b r e de " L i b r e r í a Universal". L o s l i b r e r o s de aquella é p o c a , que le c o n o c í a n bien, s e ñ o r e s Haino y R a m o s y don F r a n c i s c o I b a r r a , le a b r i e r o n , «le inmediato, rre nn sus s„< c a s a s y le proporci«»naro.i facilidades p a r a iniciarse c r é d i t o en en el c o m e r c i o . E s t e ú l t i m o s e ñ o r , l l e g ó a decirle, a l e n t á n d o l e y c o n f i á n d o s e en SU c a p a c i d a d : "Establézcase Ud. que a sus espaldas estoy yo . V á z q u e z C o r e s , que e n t o n c e s e r a a c r e e d o r del E s t a d o p o r sus s e r v i c i o s p r e s t a d o s d u r a n t e dos a ñ o s en el e j e r c i c i o del mag i s t e r i o , pudo c o m p r a r una " m i n e r v a " p a r a a n e x a r a su librería la impresión de t a r j e t a s de visita y c o n f e c c i o • nar o t r o s pequeños impresos comerciales. Sus acti•-^ ^ B vi.lades de c o m e r c i a n t e , sin e m b a r g o , 110 le a b s o r b i e i o n t o d o el t i e m p o . F u e r o n a p a r e c i e n d o enseguida sus t e x t o s e s c o l a r e s . L a s o b r a s d i d á c t i c a s publicadas p o r don F r a n c i s c o V á z q u e z C o r e s y q u e t a n buen n o m b r e le dieron e n t r e los m a e s t r o s , e m p e z a r o n a a p a r e c e r en aquella é p o c a p a r a s a t i s f a c e r s e n t i d a s necesidades del medio. S e r á n p o c o s , sin duda, los p r o f e s i o n a l e s , los h o m b r e s de l e t r a s , y en g e n e r a l , la g e n t e c u l t a , que f u e r o n n i ñ o s no h a c e m u c h o s a ñ o s , que 110 h a y a n estiuiiado en las b a n c a s de la e s c u e l a publica los libros de V á z q u e z C o r e s , e n t r e !<JS cuales mencionaremos: Cartilla G e o g r á f i c a de la R e p ú b l i c a O . del U r u g u a y ; G e o g r a f í a de E u r o p a , de A s i a , de A f r i c a , de O c c a n í a , de N o r t e A m é r i c a , de S u d A m é r i c a ; G e o g r a f í a F í s i c a y Astroiu'miica; El L e c t o r Oriental ( L i b r o de L e c t u r a ) . LTna c o m p l e t a <_>bra de Zoolt>gía, en seis t o m o s y los a c r e d i t a d o s c u a d e r n o s de e s c r i t u r a inglesa, t i t u l a d o s : "Cuadernos Vázquez Cores", declarados, r e c i e n t e m e n t e , p«>r el C o n s e j o Nacional de E n s e ñ a n z a , de u s o oficial en las e s c u e l a s públicas de t o d o el P a i s . T o d a s e s t a s o b r a s f u e r o n editadas con u n a d e d i c a t o r i a a los m a e s t r o s u r u g u a y o s «pie a p a r e c í a en la p r i m e r p á g i n a de los m i s m o s , y enviadas g r a t i s a todo.*lo.» p r o f e s o r e s y a y u d a n t e s de la R e p ú b l i c a , a c t u a c i ó n en el m a g i s t e r i o e r a i n t e n s a y par m e n t e a ella sus actividades de c o m e r c i a n t e , d< su laboriosidad y a su honradez acrisolada, ib;

g e n c i a y su espíritu de t r a b a j o , habían c o n q u i s t a d o m u c h o s c o r a z o n e s y , al a l e j a r s e , aquí, donde con t a n t o t e s ó n y nobleza h a b í a luc h a d o p o r la e n s e ñ a n z a , debió s e r m u y llorado. H o m b r e s c o m o V á z q u e z C o r e s que t o m a n con t a n t o a m o r la tarea «le a f i a n z a r la c u l t u r a del pueblo en que se radican para luchar, c o n s a g r a n d o su vida a la e n s e ñ a n z a y poniendo t o d a s sus e n e r g í a s al s e r v i c i o de la g r a n c a u s a de la i n s t r u c c i ó n pública, son r e c o r d a d o s a t r a v é s del t i e m p o con g r a t i t u d y a d m i r a c i ó n . S u f i s o n o m í a b o n d a d o s a y la h o h o n o m í a de su espíritu fueron p a r a los e x a m i n a n d o s , m o t i v o s de amplia c o n f i a n z a y de e s t i m u l a n t e serenidad. S e m e n c i o n a r á s i e m p r e , e n t r e sus g r a n d e s v i r t u d e s , aquel sentim i e n t o i n a l t e r a b l e de la j u s t i c i a que, en ios c o n c u r s o s para p r o v e e r de m a e s t r o s a las e s c u e l a s , le hizo s e r s i e m p r e t a n e c u á n i m e . A c t u a l m e n t e , y desde la d e s a p a r i c i ó n de d o n F r a n c i s c o V á z q u e z C o r e s , la librería de su n o m b r e h a q u e d a d o a c a r g o del s e ñ o r P F rranauha c i s c o M . M o n t e s , que la h a r e j u v e n e c i d o a f i a n z a n d o su c r é d i t o tant o en el i n t e r i o r c o m o en el e x t e r i o r , m o d e r n i z á n d o l a y llevándola al r a n g o de una de las p r i m e r a s c a s a s de su g é n e r o en el R í o de la P l a t a . H o y , la L i b r e r í a V á z q u e z C o r e s — s i t u a d a en la Avenida 18 de J u l i o N o 8 8 7 , f r e n t e a donde f u e r a fundada, — s o s t i e n e c o m u n i c a ción d i r e c t a c o n las p r i n c i p a l e s c a s a s p r o d u c t o r a s de E u r o p a y N o r t e A m é r i c a , i m p o r t a sus m e r c a d e r í a s y m a n t i e n e 1111 servicio rápido y c o n t i n u o de t o d a s las p r o d u c c i o n e s c i e n t í f i c a s y l i t e r a r i a s , sin d e j a r p o r e s o de s e r u n a l i b r e r í a eminentemente escolar. B L a h o n r o s a tradicción de e s t a c a s a que m a r c h a en su i n c e s a n t e prosperidad luciendo a su f r e n t e el n o m b r e inolvidable de su f u n d a d o r , c o m o fact o r de su p r e s t i g i o , se ve r e f o r z a d a por el i m p u l s o v i g o r o s o que le h a c o m u n i c a d o el s e ñ o r M o n t e s , c u y o e s p í r i t u j o v e n y prog r e s i s t a , c u y o c r i t e r i o m o d e r n o y cuya actividad s i e m p r e e f i c a z , han c o n v e r t i d o al e s t a b l e c i m i e n t o en u n a c a s a bien de nuest r o siglo, en la que las producciones liter a r i a s o c i e n t í f i c a s son d e s t a c a d a s a los o j o s , del público l e c t o r , al que por o t r a p a r t e — y he ahí u n o de sus m é r i t o s f u n d a m e n t a l e s — ha p u e s t o en c o n t a c t o d i r e c t o c o n las m á s r e c i e n t e s novedades e d i t o r i a l e s e u r o p e a s , sirviéndole adem á s , c o n la a t e n c i ó n q u e ella se m e r e c e , la p r o d u c c i ó n nacional q u e tiene siempre 1111 l u g a r d e s t a c a d o en sus e s c a p a r a t e s . P e r o , indudablemente, a u n q u e el a s p e c t o que a c a b a m o s de aludir c o n s t i t u y e una de las c o n s t a n t e s p r e o c u p a c i o n e s del señ o r M o n t e s , la c a r a c t e r í s t i c a principal de la librería V á z q u e z C o r e s h a sido, y sigue siendo, la de v e r d a d e r o e m p o r i o de t e x t o s y ú t i l e s p a r a los a l u m n o s de las e s c u e l a s . Á ella se acude en t o d o m o m e n t o s , por el c u a d e r n o p a r a los palotes, p o r los p r i m e r o s t e x t o s de l e c t u r a , por los lápices, las g o m a s , los lapicep ros, las c a j a s de útiles, las c a r t e r a s de escolar, etc., c o m o por los t e x t o s de la e n s e ñ a n z a superior, libros de idiomas, t r a t a d o s de toda especie, c o l e c c i o n e s com ?tas de c u a d e r n o s p a r a la p r á c t i c a de Contabilidad \ |

T e n e d u r í a de L i b r o s — de los que la edición de c h a n d o su c a m p o de a c c i ó n . S u librería fué en aqueDon Francisco V á z q u e z Cores V á z q u e z C o r e s h a t e n i d o t a n t a a c e p t a c i ó n — o por llos «lías, c e n t r o de reunión de los que h o y son m é dicos, a b o g a d o s , e s c r i b a n o s , l i t e r a t o s , e t c . , «pie h o j e a b a n los libros, los m i s m o s l i b r o s de C o m e r c i o . las o b r a s recién a p a r e c i d a s y se proveían de los e j e m p l a r e s d e s t i n a V e r d a d e r o p e d a g o g o , el fundador de la c a s a editó u n a s e r i e de «l«»s a s u s b i b l i o t e c a s p a r t i c u l a r e s , porque su e s t a b l e c i m i e n t o 110 t e c u a d e r n o s p a r a la p r á c t i c a de C a l i g r a f í a , los que tienen d u r a n t e los nia s o l a m e n t e c a r á c t e r e s c o l a r ; allí se e n c o n t r a b a s i e m p r e c u a l q u i e r c u r s o s e s c o l a r e s d e m a n d a c r e c i e n t e c o m o c o n s e c u e n c i a de las indicaf r u t o del t a l e n t o h u m a n o que pudiera r e f l e j a r s e en el libro. c i o n e s de los m a e s t r o s cpie h o y , en su i n m e n s a m a y o r í a g e n t e j o v e n , P o r el a ñ o i8«jo se as«>ci«'> c o n los s e ñ o r e s D o r n a l e c h e y R e y e s , les p r o f e s a n un a l t o r e s p e c t o 110 sólo p o r r e c o n o c e r l e s u n a indiscutip r o p i e t a r i o s de 1111 g r a n e s t a b l e c i m i e n t o de i m p r e n t a y t r a s l a d a r o n ble e f i c a c i a p e d a g ó g i c a , s i n o t a m b i é n , por h a b e r l o s u t i l i z a d o con éxilas d o s c a s a s f u s i o n a d a s a un e s p a c i o s o local d e la A v e n i d a 18 de t o en su ya un p o c o l e j a n a é p o c a en que o c u p a r a n las b a n c a s f r e n t e J u l i o , e n t r e las de R í o B r a n c o y J u l i o H e r r e r a y O b e s , con el n o m b r e a las c u a l e s h o y e j e r c e n su a l t o m i n i s t e r i o y en dónde y a h a b í a n emde L i b r e r í a , I m p r e n t a y E n c u a d e m a c i ó n de V á z q u e z C o r e s , D o r n a l e pezado a a d m i r a r la f i g u r a de aquel i n f a t i g a b l e m a e s t r o . che y R e v e s . Allí se e d i t a r o n o b r a s de verdadera i m p o r t a n c i a , c o m o E s t a c a s a es de l a s que tienen u n a tradición y a las que se acude s e r : el " A n u a r i o del U r u g u a y " , «le O r e s t e s A r a ú j o , O b r a s C o m p l e t a s p o r q u e sus p r o p i o s p r e s t i g i o s son una g a r a n t í a c o n c l u y e n t e para el «le Don F r a n c i s c o A c u ñ a de F i g u e r o a , en las que t u v o a c t u a c i ó n d e s t a público. ca«la el h o y M i n i s t r o del U r u g u a y en B é l g i c a , Don M a n u e l B e r n á r d e z , L a clientela, en e s t e r a m o , h a y que^Tfaccrla c o n m á s dificultades las o b r a s e s c o l a r e s de V á z q u e z C o r e s , e infinidad de o b r a s de estudio. que en o t r o s g é n e r o s de c o m e r c i o . H a y que a c o s t u m b r a r al c o m p r a d o r T e r m i n a d o el c o n t r a t o c o n los s e ñ o r e s D o r n a l e c h e y R e y e s , el a d i r i g i r s e a la m i s m a c a s a , a f u e r z a de buen t r a t o , y e s o fué lo «pie s e ñ o r V á z q u e z C o r e s se a s o c i ó con su e x - d i s c í p u l o y a m i g o , Don c o n s i g u i ó desde el principio su fundador. F r a n c i s c o S í . M o n t e s , quien a p o r t ó a la sociedad 1111 capital de c o n L a librería V á z q u e z C o r e s , dirigida a c t u a l m e n t e p o r un hombre s i d e r a c i ó n , p e r m a n e c i e n d o la c a s a en el m i s m o local, c o n el n o m b r e de j o v e n y d i n á m i c o c o m o es el s e ñ o r F r a n c i s c o M . M o n t e s — discípulo " L i b r e r í a , I m p r e n t a y E n c u a d e m a c i ó n de V á z q u e z C«»res y M o n t e s , y a m i g o del llorado m a e s t r o , — c o n t i n ú a pués, siendo la c a s a de los l o s que c o n t i n u a r o n e n s a n c h a n d o y d a n d o impulso c a d a vez m a y o r e s t u d i a n t e s y de los i n t e l e c t u a l e s que saben q u e allí han de e n c o n t r a a su n e g o c i o p o r e s p a c i o de diez a ñ o s . lo q u e n e c e s i t a n y que van a s e r d o b l e m e n t e b e n e f i c i a d o s : der £ L u e g o , a la t e r m i n a c i ó n del c o n t r a t o con el s e ñ o r M o n t e s , volp u n t o de vista e c o n ó m i c o y desde el p u n t o de v i s t a de las c o n s i d e r a vió V á z q u e z C o r e s a q u e d a r s e s o l o al f r e n t e de su n e g o c i o , h a s t a «pte c i o n e s «pie allí se dispensa y se sabe que m e r e c e el que se i n t e r e á ' e m p e z ó a s e n t i r s e e n f e r m o y f a l l e c i ó el 2 de m a r z o de 1914. p o r los libros, pués en la l i b r e r í a V á z q u e z C o r e s , don F r a n c i s c o M0.1 E l f a l l e c i m i e n t o del s e ñ o r F r a n c i s c o V á z q u e z C o r e s p r o d u j o h o n tes. m a n t i e n e en la p r á c t i c a , aquel v i e j o l e m a que r e f l e j a r a el e do p e s a r en t o d o s los c í r c u l o s m o n t e v i d e a n o s . E l q u e r i d o m a e s t r o tu del M a e s t r o d e s a p a r e c i d o : había d e j a d o h o n d a s huellas en el a m b i e n t e . S u hidalguía, su inteli"Aquí se Puede entrar, tocar, leer y no comprar nada".


El Libro del Centenario Uruguay Tomo V