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Rutas afortunadas Un paseo por Madeira, Azores y Canarias

Madeira Caminando sobre el agua Azores Mil y un tonos de verde La Palma Coraz贸n verde de Canarias El Hierro La isla del centro del mundo Gran Canaria Territorio de contrastes Canarias: La Palma, El Hierro y Gran Canaria. Madeira: Madeira y Porto Santo. Azores: San Miguel, Pico, Flores, Santa Mar铆a, San Jorge, Terceira, Graciosa, Corvo y Faial

Recuperando los pasos

Recuperando os passos

Los centenarios caminos de Azores, Madeira y Canarias forman parte indisoluble de su patrimonio natural y cultural. A su vera se fue tejiendo su historia y modelando su paisaje, desde la primera colonización humana de las islas hasta bien entrado el siglo XX. Con la llegada del automóvil, estas vías tradicionales de comunicación quedaron sin embargo condenadas al ostracismo. Durante décadas los muros se derrumbaron, las pisadas se silenciaron y la vegetación comenzó a bloquear estas rutas centenarias, transitadas de generación en generación. Desde 2003, las entidades participantes en el proyecto TOURMAC trabajan para recuperar estas infraestructuras y convertirlas en la base de una oferta turística diferenciada, basada en el respeto al medio ambiente y en la promoción del desarrollo local. Bajo esta iniciativa conjunta se han recuperado o mejorado 2.000 kilómetros de caminos tradicionales hoy convertidos en senderos perfectamente señalizados y balizados según las recomendaciones de la Asociación Europea de Senderismo (ERA).

Os centenários caminhos dos Açores, da Madeira e das Canárias são parte inseparável do seu património natural e cultural. Ao longo das bermas foi tecida a história e modelada a paisagem, desde a primeira colonização humana das ilhas até bem avançado o século XX. Porém, com a chegada do automóvel, estas vias tradicionais de comunicação ficaram condenadas ao ostracismo. Durante décadas os muros foram caindo, os passos emudeceram e a vegetação começou a bloquear estas rotas centenárias, transitadas de geração em geração. Desde o ano 2003, as instituições participantes no projecto TOURMAC trabalham no sentido de recuperar estas infraestruturas e criar uma oferta turística diferenciada, baseada no respeito pelo ambiente e na promoção do desenvolvimento local. Com esta iniciativa conjunta têm sido recuperados ou melhorado 2.000 quilómetros de caminhos tradicionais, hoje transformados em trilhos perfeitamente sinalizados e balizados segundo as recomendações da Associação Europeia de Pedestrianismo (ERA).

Regiones participantes: Las Islas Canarias de La Palma, El Hierro y Gran Canaria y los Archipiélagos de Madeira y Azores, con el apoyo financiero de la Iniciativa Comunitaria INTERREG III-B y el Fondo Europeo de Desarrollo Regional (FEDER).

Regiões participantes: As Ilhas Canárias de La Palma, El Hierro e Gran Canária, e os Arquipélagos da Madeira e dos Açores, com o apoio financeiro da Iniciativa Comunitária INTERREG III-B e o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Caminar entre volcanes

Caminhar entre vulcões

A mediados del siglo XIX, el botánico inglés Philip Barker Webb (1793-1854) necesitaba una palabra. Después de un extenso periodo de viajes por toda Europa, había conseguido armar un fabuloso herbario con 200.000 especímenes, hoy conservado en el Museo de Historia Natural de Florencia. Tras estudiarlos durante más de dos décadas, una de sus principales conclusiones fue la asombrosa cantidad de rasgos compartidos por las plantas de Azores, Madeira y Canarias. Nuestro protagonista se dio cuenta de que el recién inventado concepto de región biogeográfica (zona con homogeneidad climática e histórica, caracterizada por compartir comunidades y especies) bien podría aplicarse a este conjunto de islas atlánticas. Así que sólo le faltaba el nombre con el que bautizarlas.

Em meados do século XIX, o botânico inglês Philip Barker Webb (1793-1854) precisava encontrar ou inventar uma palavra. Após um longo período de viagens por toda a Europa, tinha conseguido organizar um fabuloso herbário com 200.000 espécies, hoje conservado no Museu de História Natural de Florença. Após um estudo rigoroso durante mais de duas décadas, uma das principais conclusões a que chegou foi a extraordinária percentagem de caracteres partilhados pelas plantas dos Açores, da Madeira e das Canárias. O nosso protagonista reparou que o termo recém-inventado de Região biogeográfica (zona com homogeneidade climática e histórica, caracterizada por partilhar comunidades e espécies) bem podia ser aplicado para este conjunto de ilhas atlânticas. E assim só faltava inventar um nome para as baptizar.

Apenas unos años antes de morir, Webb encontró finalmente su palabra. "Macaronesia" proviene del griego antiguo y es el resultado de la combinación entre makáron (afortunadas) y nesoi (islas). Hoy seguimos usando el término para referirnos a este conjunto archipielágico que se extiende a lo largo de 2.000 kilómetros, desde Corvo a Lanzarote y de Porto Santo a El Hierro, en el que algunos autores incluyen también Cabo Verde y ciertos enclaves de la costa africana.

Poucos anos antes de falecer, Webb encontrou finalmente a palavra. "Macaronesia" provém do grego antigo e é o resultado de combinar makáron (afortunadas) e nesoi (ilhas). Hoje continuamos a usar o nome para nos referirmos a este conjunto de arquipélagos que se estende ao longo de 2.000 quilómetros, desde o Corvo a Lanzarote e do Porto Santo a El Hierro, sendo que alguns autores também incluem Cabo Verde e certos pontos da costa africana.

Pero las coincidencias no empiezan ni terminan en la flora, por mucho que los bosques de laurisilva sean uno de sus rasgos más sobresalientes. Todas comparten por ejemplo el mismo origen volcánico, cuya huella pervive en los característicos paisajes de las furnas azorianas y los malpaíses canarios. O la suavidad del clima, moderado por la feliz combinación de corrientes marinas y vientos alisios. Unos y otros conspiran

Mas as coincidências não começam nem acabam na flora, por muito que as florestas de laurissilva sejam uma das características mais proeminentes. Todas partilham, por exemplo da mesma origem vulcânica, cujos vestígios perduram nas características paisagens das furnas açorianas e dos malpaíses canários. Ou o clima suave, pautado pela feliz combinação de correntes marítimas e ventos alísios. Umas e outros colaboram

para que Azores disfrute de inviernos más suaves que los que corresponden a su latitud o que las islas Canarias sean muchísimo más húmedas que su vecino el Desierto del Sáhara.

para que os Açores usufruam de invernos mais suaves daqueles que lhes caberiam pela sua latitude, ou que as ilhas Canárias sejam muitíssimo mais húmidas do que o vizinho, o Deserto do Saara.

Por último, pero desde luego de no menos importancia, señalaremos también los vínculos que entrelazan los destinos culturales e históricos de la Macaronesia. Los aprovechamientos tradicionales del agua (de las levadas de Madeira al árbol Garoé de El Hierro), el vino (de los verdelhos de Pico a los malvasías de La Palma) o el azúcar (de los ingenios de Gran Canaria al puerto de Funchal) son sólo algunos de los elementos más recurrentes.

Por último, mas não por isso menos importantes, refiram-se também os vínculos que entrelaçam os destinos culturais e históricos da Macaronésia. O aproveitamento tradicional da água (das levadas da Madeira à árvore Garoé de El Hierro), o vinho (dos verdelhos do Pico aos malvasias de La Palma) ou o açúcar (dos engenhos de Gran Canária ao porto do Funchal) por mencionar só alguns dos elementos mais evocadores.

Para facilitar la utilización de esta guía, hemos agrupado los temas más frecuentes en 13 categorías, cuyos iconos podrá encontrar en la descripción de cada sendero.

Para facilitar a utilização deste guia, reunimos os conteúdos mais característicos em 13 categorias ou itens [número total sujeito a alteração por parte dos parceiros], cujos ícones pode encontrar na descrição de cada percurso:

En definitiva, el nombre de la Macaronesia conecta con los mitos de la antigüedad clásica sobre rincones paradisíacos situados más allá de las Columnas de Hércules. Lugares donde las ninfas de la tarde cuidaban el árbol de las manzanas doradas, que convertían en inmortal al que tenía la suerte de probarlas. Islas de la eterna primavera, en los que la espectacularidad de los paisajes, la generosidad del clima, la exuberancia de la vegetación y las tradiciones centenarias se combinan para ofrecer un entorno ideal al caminante.

Em resumo, o nome Macaronésia prende-se com os mitos da antiguidade clássica, com os recantos paradisíacos localizados mais além das Colunas de Hércules. Lugares onde as ninfas da tarde cuidavam da árvore das maçãs douradas, que tornavam imortal a quem tinha a sorte de as provar. Ilhas da eterna primavera, onde a espectacularidade das paisagens, a generosidade do clima, a exuberância da vegetação e as tradições centenárias se amalgamam para oferecer um meio ideal a quem as percorre.

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Quer acompanhar-nos?

Iconos Icones Nacientes de Agua / Canales Nascentes de água / levadas Volcanes Vulcões Laurisilva / Interés Botánico Laurisilva / Interesse Botânico

Etnografía y Arqueología Etnografía y Arqueología Arquitectura Arquitetura Ruta Religiosa Rota Religiosa

Cultura del vino Cultura do vinho Ganadería tradicional Pecuária tradicional Pesca Pesca

Cumbres del Atlántico Cumes do Atlântico Bicicleta Bicicleta Medio Marino Meio Marino

Ballenas Baleias

GRACIOSA

CORVO

Archipiélago de las Azores Santa Cruz de Graciosa Ilheu da Praia

TERCEIRA

Ilheu de Baixo

FLORES

Praia da Vitória

Costa Nordeste Santa Cruz das Flores Lajes das Flores

Ponta das contendas Angra do Heroísmo Ilheu das Cabras

SAN JORGE

FAIAL

Costa Sul e Sudoeste

PICO

Madalena

SAN MIGUEL

Horta

Riberia Grande Lajes do Pico

Ponta da Ilha

Nordeste Pico da Vara/ Ribeira do Guilherme Povoação

Lagoa Ponta Delgada

Vila Franca do Campo

SANTA MARÍA Vila do Porto

Azores

Archipiélago de Madeira MADEIRA Porto Moniz

Madeira

PORTO SANTO

Sao Jorge

Ponta do Pargo

Canarias

Porto da Cruz

Arieiro

Ponta do Sol Funchal

LA PALMA Los Llanos de Aridane

Archipiélago Canario

LA GOMERA

Frontera Sabinosa

Haría

TENERIFE

Fuencaliente

EL HIERRO

LANZAROTE

Santa Cruz de La Palma Puerto de La Cruz La Orotava

Valle Gran Rey San Sebastián

Tamaduste Valverde La Restinga

El Médano

Arrecife Yaiza

Santa Cruz de Tenerife

FUERTEVENTURA

Puerto del Rosario

GRAN CANARIA Agaete San Bartolomé Arguineguín

Las Palmas

Betancuria

Telde Maspalomas

Corralejo

Morrojable

Gran Tarajal

Madeira PORTO SANTO MADEIRA

Madeira

Caminando sobre el agua

Las islas de Madeira y Porto Santo son las únicas habitadas de este archipiélago, en el que se incluyen también los despoblados grupos de Salvagens y Desertas. Cuatro de cada diez residentes viven en Funchal, la capital administrativa, que se encuentra ubicada al sur de la isla de mayor tamaño. Porto Santo es considerablemente más pequeña, está ubicada en el extremo norte del archipiélago y cuenta con una población algo inferior a las 5.000 personas. El nombre de Madeira alude a sus grandes extensiones de laurisilva, una formación boscosa caracterizada por la presencia de especies de hoja perenne. De hecho, hasta que en el siglo XV comienza la colonización humana, este tipo de bosque cubría la práctica totalidad de la isla capitalina. A pesar de que la actividad humana ha reducido considerablemente su extensión, Madeira sigue albergando la mejor muestra de laurisilva del planeta, declarada en 1999 por la UNESCO como Patrimonio de la Humanidad. Buena parte de su mitad norte sigue disfrutando de bosques casi intactos, que debido a las transformaciones climáticas se extinguieron de la Europa continental hace unos 10.000 años. El peculiar desarrollo agrícola de Madeira ha dejado profundas huellas en su paisaje. La necesidad de transportar el agua desde las zonas más húmedas a las más secas obligó a sus habitantes a levantar una tupida red de canales, conocidos como levadas. Se calcula que hay más de 2.000 kilómetros de estas infraestructuras, que siguieron siendo edificadas hasta mediados del siglo XX. Y es en su entorno a ellas donde ubicamos algunos de sus senderos más espectaculares.

O arquipélago da Madeira é formado pelas ilhas da Madeira e Porto Santo e pelo grupo de ilhas desabitadas das Desertas e Selvagens. Quatro em cada dez habitantes vivem na capital administrativa, o Funchal, que se encontra localizada no sul da Ilha da Madeira. A ilha do Porto Santo é consideravelmente mais pequena, contando com uma pequena população de aproximadamente 5000 pessoas e localizando-se a nordeste do arquipélago. O nome de Madeira advém da grande densidade de coberto vegetal que cobria toda a ilha aquando do seu descobrimento, uma floresta de folha perene sempre verde, chamada de Laurissilva. De facto, até ao início da colonização humana, no século XV, este tipo de floresta ocupava praticamente toda a ilha e embora a actividade humana ter reduzido consideravelmente a sua extensão, a Madeira ainda conserva a maior e melhor mancha de Laurissilva do planeta, declarada em 1999 pela UNESCO de Património da Mundial da Humanidade. Esta floresta constitui um legado do terciário, que se mantém nas ilhas mesmo após a última grande era glaciar. O peculiar desenvolvimento agrícola da Madeira tem marcado profundamente a sua paisagem. A necessidade de transportar a água das zonas com maior abundância (costa Norte) para as áreas de maior necessidade (costa Sul), obrigou os seus habitantes a construir uma rede de canais de irrigação que percorrem toda a ilha, conhecida pelo nome de levadas. Calcula-se que há mais de 2000 quilómetros destas infraestruturas, que foram construídas até meados do século XX. E é ao longo destas admiráveis levadas que se localizam os mais surpreendentes percursos pedestres.

PR 1.1 FICHA TÉCNICA

Distancia: 8,2 km Tiempo estimado: 3,00 h Dificultad: Media

Madeira Vereda da Ilha

Pico Ruivo Achada do Teixeira

Encumeada

Lombo dos bodes Vale da Lapa Poças Louro Ermida Ilha Lombo Grande

Se trata de una ruta abiertamente descendente (o ascendente), en la que han de salvarse casi 1.400 metros de cota. Comenzamos no obstante subiendo las faldas de Pico Ruivo, junto a una rehabilitada casa forestal. Las vistas desde la cumbre merecen mucho la pena, porque a sus 1.861 metros es la cima más alta del archipiélago. La primera parte del camino se ve acompañada de la vegetación típica de las cumbres madeirenses, caracterizada por arbustos y plantas herbáceas. Por debajo de los 1.200 metros, las temperaturas se suavizan y comienza a aparecer la laurisilva. Los imponentes árboles de este bosque, retorcidos como esculturas abstractas, justifican su declaración como Patrimonio de la Humanidad. En las proximidades del paso de Caldeira observamos la abundancia de la palha carga, una gramínea autóctona usada como techumbre en las viviendas tradicionales. En la ermita de Ilha, cuya proximidad anuncian las primeras parcelas agrícolas, concluye nuestra ruta.

Trata-se de um trilho caracteristicamente descendente (ou ascendente) localizado na serra mais alta da Madeira com mais de 1400 metros de altitude. O início do percurso faz-se a partir da Casa de Abrigo do Pico Ruivo junto ao sopé do Pico mais alto do arquipélago. Com os seus 1861 metros de altitude, o Pico Ruivo oferece magníficos cenários idílicos. O primeiro lanço do caminho é ladeado pela vegetação típica das montanhas madeirenses, caracterizada por arbustos e plantas herbáceas. Por baixo de 1.200 metros, as temperaturas são mais suaves e começa a aparecer a laurissilva. As imponentes árvores desta floresta, encurvadas como esculturas abstractas, justificam a declaração de Património da Humanidade. Com a proximidade dos terrenos agrícolas, e do casario da freguesia da Ilha conclui-se o nosso passeio. No entanto não se deve perder a oportunidade de descobrir as casas tradicionais madeirenses, típicas pela sua geometria e pelo telhado coberto de colmo, localizadas no concelho de Santana.

La geología de Madeira, como la del resto de islas de la Macaronesia, es de origen fundamentalmente volcánico. A geologia da Madeira, como a do resto das ilhas da Macaronésia, é de origem fundamentalmente vulcânica.

PR1 PS FICHA TÉCNICA

Distancia: 5,4 km Tiempo estimado: 1,30 h Dificultad: Media

Porto Santo Vereda do Pico Branco e Terra Chã

Furado E.R.111

Terra Chã Pico Branco Lom bo Pico das Urzes Bra nco Serra de Fora La senda se inicia atravesando la llamada Rocha Quebrada, una colección de prismas pétreos ubicados en las proximidades de la carretera ER 111. Tras una breve subida cruza una plantación de cipreses de comienzos del siglo XX, cuya presencia demuestra que en Porto Santo la lucha contra la erosión se transmite de padres a hijos. Hemos superado ya la mitad del camino cuando se nos ofrece la subida de Pico Branco a nuestra izquierda. Podemos desviarnos y luego retomar el camino, pero la vista es casi equivalente desde el vecino Pico das Urzes, en plena ruta. El tramo final está comprendido en un Sitio de Interés Comunitario, por ser el único refugio para los árboles que se salvaron de las grandes deforestaciones del pasado. Sin embargo, el vivero de plantas autóctonas que marca el final de nuestro c a m i n o ejemplifica que hoy la tendencia es justamente la contraria.

O trilho inicia-se na estrada ER 111 e seguindo o caminho que dá acesso ao topo do Pico Branco, encontramos uma enorme formação geológica prismática na qual a vereda foi talhada, é chamada de Rocha Quebrada. Após uma curta subida, a vereda segue por entre uma paisagem com predominância arbórea de cupressos, plantados no início do século XX e cuja presença demonstra que a luta contra a erosão é transmitida de pais para filhos. Tendo calcorreado já metade do caminho, encontramos uma bifurcação que nos leva à esquerda ao Pico Branco e cuja vista magnífica permite-nos vislumbrar grande parte da ilha. Retomando o caminho passamos por grande parte da área que integra a Rede Europeia de Sítios de Interesse Comunitário, por ser o único refúgio com a vegetação indígena salva das grandes desflorestações do passado.

A Terra Chã marca o final do nosso passeio, onde podemos ainda encontrar uma casa em pedra e um viveiro de plantas indígenas, reflectindo o bom sinal de que hoje, a tendência é a de conservação, precisamente ao contrário de outros tempos. Utilizado durante siglos como animal de carga, hoy el Burro de Puerto Santo es una atracción turística. Utilizado durante séculos como animal de carga, hoje o Burro do Porto Santo é uma atracção turística da Ilha.

Madeira

PR 06 FICHA TÉCNICA

Distancia: 9,2 km Tiempo estimado: 3,00 h Dificultad: Media

Levada das 25 Fontes

25 Fontes Rabaçal Risco Camara de Carga

Hay pocos recorridos en Madeira que expliquen con más precisión el descomunal trabajo de las levadas. La que acompaña nuestros pasos tardó 20 años en construirse y permitió irrigar los campos de Vila da Calheta a partir de la segunda mitad del XIX. El trazado, no apto para personas con vértigo, comienza en la carretera ER110. Tras rebasar la casa forestal de Rabaçal alcanza la bifurcación con el PR 6.1, que nos conduciría hasta la grandiosa cascada de la Levada do Risco. Para llegar hasta las 25 fuentes debemos, por el contrario, tomar el ramal izquierdo. A poca distancia nos espera el lugar que le da nombre: una laguna alimentada por otros tantos manantiales, que parecen brotar mágicamente de una pared de piedra. En realidad se filtran desde Paúl da Serra, aunque cuenta la leyenda local que los pocos que se han atrevido a sumergirse en sus aguas nunca han regresado para confirmarlo.

Poucos são os percursos na Madeira que expliquem melhor o colossal trabalho das levadas. Este que vamos percorrer, demorou 20 anos a ser construído e permitiu o transporte de água para a rega dos terrenos agrícolas do concelho da Calheta, a partir da segunda metade do século XIX. O caminho não apto a pessoas com vertigens, começa na estrada ER110 e após chegar à Casa de Abrigo do Rabaçal deparamo-nos com o entroncamento para o PR 6.1, que nos conduzirá até à admirável queda de água do Risco. No entanto, para chegar até às 25 Fontes devemos enveredar pelo caminho da esquerda. A escassa distância está à nossa espera uma paisagem exuberante que lhe dá o nome: uma lagoa alimentada por 25 nascentes, que emergem magicamente por detrás de uma parede de pedra, desde o Paul da Serra. Conta a lenda que as poucas pessoas que se atreveram a mergulhar na água, nunca voltaram e muito menos puderam contar o que viram.

La elevada humedad natural de los bosques madeirenses permite el mantenimiento de una notable biodiversidad de musgos y líquenes. A elevada humidade natural das florestas madeirenses permite manter uma notável biodiversida de musgos e líquenes.

Red de senderos de Madeira y Porto Santo Temáticas principales de los senderos Temáticas principais dos trilhos Madeira PR1 PR1.1 PR1.2 PR1.3 PR5 PR6 PR6.1 PR7 PR8 PR9 PR10 PR11 PR12 PR13 PR14 PR15 PR16 PR17 PR18 PR19

Vereda do Areeiro Vereda da Ilha Vereda do Pico Ruivo Verada da Encumeada Vereda das Funduras Levada das 25 Fontes Levada do Risco Levada do Moinho Vereda da Ponta de Sao Lourenço Levada do Caldeirão Verde Levada do Furado Vereda dos Balcões Caminho do Norte Vereda do Fanal Levada dos Cedros Vereda da Ribeira da Janela Levada Fajã do Rodrigues Caminho do Pináculo e Folhadal Levada do Rei Caminho Real do Paul do Mar

PBTT1 PBTT2

Casais da Serra/São Lourenço Lombada dos Cedros

JOËLETTE JOËLETTE Porto Santo PR01PS PR02PS PR03PS

3,30 h 3,00 h 1,30 h 6,00 h 3,00 h 3,00 h 1,30 h 3,30 h 2,30 h 5,30 h 5,00 h 1,30 h 8,00 h 3,30 h 3,00 h 1,30 h 3,30 h 6,30 h 3,30 h 1,20 h

7,0 km 8,2 km 2,8 km 11,2 km 8,7 km 9,2 km 6,0 km 10,3 km 8,0 km 13,0 km 11,0 km 3,0 km 16,0 km 8,2 km 5,8 km 2,7 km 7,8 km 14,0 km 10,2 km 1,8 km 9,9 km 4,1 km

Funduras Queimadas - Pico das Pedras

5,00 h 0,30 h

12,6 km 1,9 km

Vereda da Pico Branco e Terra Chã Vereda do Pico do Castelo Vereda do Calhau

1,30 h 3,45 h 0,30 h

5,4 km 7,8 km 1,0 km

Todos los senderos de Madeira y Porto Santo son del tipo PR (Pequeño Recorrido) lo que indican que pueden recorrerse en menos de una jornada y que tienen una longitud inferior a los 50 kilómetros.

Todos os trilhos da Madeira e Porto Santo são do tipo PR (Pequena Rota) e, portanto, podem ser percorridos em menos de uma jornada e têm uma distância inferior a 50 quilómetros.

CÓDIGO DE COLORES Y FORMAS DE BALIZA Continuidad de sendero

P.R.

Mala Dirección

Cambio de Dirección

Azores

Azores

Mil y un tonos de verde

Este archipiélago se compone de nueve islas, que se extien den a lo largo de más de 2.000 kilómetros sobre el Océano Atlántico. De este a oeste, encontramos el Grupo Oriental (San Miguel, Santa María y las deshabitadas Formigas), el Grupo Central (Terceira, Graciosa, San Jorge, Faial y Pico) y el Grupo Occidental (Flores y Corvo). La población total de esta Región Autónoma ronda los 250.000 habitantes, de los cuales el 90% viven en alguna de las cuatro islas más pobladas (San Miguel, Terceira, Faial y Pico).

Este arquipélago é constituído por nove ilhas, espalhadas por uma área de mais 2.000 quilómetros sobre o Oceano Atlântico. De leste a oeste, encontramos o Grupo Oriental (São Miguel, Santa Maria e as desabitadas Formigas), o Grupo Central (Terceira, Graciosa, São Jorge, Faial e Pico) e o Grupo Ocidental (Flores e Corvo). A população total desta Região Autónoma é de 250.000 habitantes aproximadamente, dos quais 90% vivem nalguma das quatro ilhas mais povoadas (São Miguel, Terceira, Faial e Pico).

La diversidad paisajística, lógico por la notable dispersión geográfica, es uno de los principales atractivos turísticos del archipiélago. La mayor parte de la actividad urbana y comercial corresponde al núcleo de Ponta Delgada, en San Miguel, que concentra a más de la mitad de los azorianos. El núcleo histórico de Angra do Heroísmo, en Terceira, mantiene el trazado urbano original de los siglos XV y XVI, que le ha valido la declaración como Patrimonio de la Humanidad. En Faial, Horta es la ciudad portuaria por excelencia, como punto de escala irrenunciable para las embarcaciones de recreo que cruzan el Atlántico. En Pico resalta la silueta del estratovolcán que le da nombre, cumbre de Portugal a sus 2.351 metros. Santa María es conocida por sus hermosas playas. Los extensos pastizales enmarcados por impresionantes acantilados costeros son el sello inconfundible de San Jorge. El verano estalla en una explosión de colores y fragancias en la isla de Flores. Y la coqueta mezcla de lagunas y cráteres salpica de rincones fotogénicos los rincones de los dos territorios insulares de menor tamaño (Graciosa y Corvo).

A diversidade paisagística, lógica pela notável dispersão geográfica, é um dos principais encantos turísticos do arquipélago. A maior parte da actividade urbana e comercial corresponde à cidade de Ponta Delgada, em São Miguel, que concentra mais de metade dos açorianos. O centro histórico de Angra do Heroísmo, na Terceira, mantém o traçado urbano original dos séculos XV e XVI, que lhe valeu ser declarada Património da Humanidade. No Faial, Horta é uma cidade portuária importante, local de escala inevitável para as embarcações de recreio que cruzam o Atlântico. No Pico sobressai a silhueta do cone do vulcão que lhe dá o nome, cume mais elevada de Portugal, com 2.351 metros. Santa Maria é conhecida pelas suas maravilhosas praias. As extensas áreas de pastos, delimitadas pelas impressionantes falésias do litoral são o cunho inconfundível de São Jorge. O Verão traz consigo uma explosão de cores e cheiros na ilha das Flores. E a fascinante mistura de lagoas e crateras salpica de recantos pitorescos os dois territórios insulares de menor tamanho (Graciosa e Corvo).

PR1 SJO FICHA TÉCNICA

Distancia: 10,00 km Tiempo estimado: 2,30 h Dificultad: Media

San Jorge Serra do Topo – Fajã dos Cubres

Fajã dos Cubres Fajã do Sto. Cristo

Terreirão

Serra do Topo El sendero recorre la costa norte de la isla de São Jorge, a través de su llamativo paisaje de fajas, caldeiras y lagoas. Estas curiosas estructuras geológicas son el resultado del antagonismo entre las coladas volcánicas que construyeron la isla y el Océano Atlántico del que surgieron. El recorrido comienza sin embargo a casi 700 metros de cota, junto a una pequeña presa al pie del Parque Eólico de la Serra do Topo. Desciende con premura hacia una primera bifurcación que nos llevará hacia la derecha. En breve llegamos a la Caldeira de Cima, delimitada por un puente y una cascada. En Caldeira de Santo Cristo, que marca la mitad del sendero, encontraremos un tentador restaurante. Y en el último tramo del recorrido, dos reliquias de notable interés histórico: las ruinas de Fãja do Belo y los cables de acero por los que bajaba la madera recolectada en la Serra.

Las fajas o llanuras litorales de origen volcánico, son uno de los rasgos más característicos del paisaje azoriano. As fajãs ou planícies litorais de origem vulcânica, são um dos aspectos mais característicos da paisagem açoriana.

O Trilho percorre a costa norte da ilha de São Jorge, através de uma impressionante paisagem de fajas, caldeiras e lagoas. Estas curiosas estruturas geológicas são o resultado do antagonismo do fogo e da água, das massas de lava solidificada, que construíram a ilha e o Oceano Atlântico do qual surgiram. O percurso começa a quase 700 metros de altitude, junto a uma pequena barragem ao pé do Parque Eólico da Serra do Topo. A descida é rápida, até o primeiro desvio onde seguimos pela direita. Em breve chegamos à Caldeira de Cima, delimitada por uma ponte e uma cascata. Na Caldeira do Santo Cristo, que marca a metade do trilho, encontraremos um convidativo restaurante. E no último troço do percurso, duas relíquias de notável interesse histórico: as ruínas de Fajã do Belo e os cabos de aço por onde era transportada a madeira cortada na Serra.

PR5 PIC FICHA TÉCNICA

Distancia: 8,00 km Tiempo estimado: 2,00 h Dificultad: Baja

Pico

Vinhas da Criação Velha

Criação Velha Lajidos Verdelho

Este sencillo sendero litoral recorre la costa occidental de la isla de Pico, en el extremo más próximo a la cima que le da nombre. Sin apenas desnivel, es un recorrido ideal para caminantes poco entrenados, que sin embargo no quieran renunciar a conocer un área de gran interés etnográfico. El primer kilómetro discurre pegado al mar, hasta alcanzar una pequeña elevación que rodeamos por la derecha para regresar a la costa. Un fotogénico molino de viento se convierte en mirador ideal para contemplar el paisaje, que como sugiere el propio título del sendero está empapado de la cultura vitivinícola. Los cuidados pero sencillos muros de piedra volcánica sirven para proteger viñedos centenarios, de los que se siguen obteniendo caldos de extraordinaria calidad. Mientras contemplamos en el horizonte los islotes de Madalena, nuestros pasos acompañan las cicatrices que en el suelo volcánico han ido dejando los rilheiros (carruajes que transportaban las barricas).

Este molino de viento tradicional constituye el referente paisajístico más importante de esta agradable ruta costera.

Este aprazível caminho litoral percorre a costa ocidental da ilha do Pico, no sopé da serra que lhe dá o nome. Quase sem desníveis, constitui um fascinante passeio para os caminhantes pouco habituados, mas que, no entanto, não querem deixar de conhecer uma área de grande interesse etnográfico. O primeiro quilómetro é um passeio à beira-mar, até chegar a uma pequena elevação que contornamos pela direita para regressar à costa. Um curioso moinho de vento é o ponto ideal para contemplar a paisagem que, como sugere o próprio nome do trilho, está repleta de plantações vitivinícolas. Os cuidados, embora simples, muros de pedra vulcânica (curraletas) servem para proteger as vides centenárias, das quais são obtidos vinhos de extraordinária qualidade. Enquanto contemplamos no horizonte os ilhéus da Madalena, os nossos passos acompanham as marcas que no solo vulcânico deixaram os rilheiros (carruagens que transportavam os pipos).

Este moinho de vento tradicional constitui a referência paisagística mais importante desta agradável rota litoral.

PRC9 SMI FICHA TÉCNICA

Distancia: 4,7 km Tiempo estimado: 1,50 h Dificultad: Media

San Miguel Faial da Terra Salto do Prego - Sanguinho

Salto do Prego Baldes Sanguinho Outeiro

Outeiro Faial da Terra

El recorrido empieza y termina en Faial da Terra, localidad ubicada en el extremo occidental de São Miguel. Discurre siempre por los alrededores de un discreto pero permanente arroyo, rodeado por un denso bosque en el que abundan los inciensos y las acacias.

O percurso começa e termina em Faial da Terra, localidade situada no limite ocidental de São Miguel. Transcorre sempre pelos arredores de um discreto mas permanente ribeiro, rodeado por uma mata compacta onde abundam as árvores de incenso e as acácias.

El trazado aprovecha una bifurcación que durante el tramo de ida se aleja de la corriente por la izquierda. Es un segmento de pendiente apreciable, aunque aliviada en cierta medida por escalones de piedra tallada. Sin abandonar el bosque llegamos a la hermosa cascada de Salto do Prego, en el punto más alejado desde el inicio. No es aconsejable bañarse en ella, ya que mientras lo hacemos podrían desprenderse troncos o piedras desde la parte superior. Regresamos por el mismo camino hasta la bifurcación, que de nuevo volvemos a tomar por la izquierda para alcanzar la abandonada aldea de Sanguinho, cuyas veinte viviendas se encuentran en proceso de restauración.

O trilho aproveita uma bifurcação que, durante o trajecto de ida, se desvia do curso de água pela esquerda. É um troço em encosta, embora mitigada em boa parte pelos degraus em pedra esculpida. Sem abandonar a floresta chegamos à grandiosa cascata do Salto do Prego, o ponto mais distante do nosso passeio. Não é aconselhável dar um mergulho na água porque às vezes desprendem-se troncos ou pedras desde o cimo. Regressamos pelo mesmo caminho até à bifurcação, que novamente seguimos pela esquerda para visitar uma aldeia abandonada, Sanguinho, cujas vinte casas se encontram em processo de restauro.

El abandono de las aldeas rurales, símbolo de la transformación de los modos de vida, deja tras de sí un hermoso paisaje teñido de melancolía. O abandono das aldeias rurais, símbolo da transformação dos modos de vida, deixa atrás de si uma encantadora paisagem com pinceladas de melancolia.

Red de senderos de Azores

Temáticas principales de los senderos Temáticas principais dos trilhos

Corvo PR1COR PR2COR Faial PR1FAI PRC2FAI PRC4FAI PRC5FAI Flores PR1FLO PR2FLO PR3FLO PR4FLO Graciosa PR1GRA PRC2GRA PR3GRA Pico PR1PIC PR2PIC PR3PIC PR4PIC PR5PIC San Jorge PR1SJO PR2SJO PR3SJO PR4SJO PRC5SJO San Miguel PRC2SMI PR3SMI PR4SMI PRC5SMI PRC6SMI PR7SMI PR8SMI PRC9SMI PR10SMI PR11SMI PR12SMI PR13SMI PR14SMI PR15SMI PR16SMI PRC17SMI PR18SMI PR19SMI PR20SMI PR22SMI PR23SMI PR27SMI PR31SMI PR32SMI PRL1SMI Terceira PR1TER PRC3TER PRC4TER PRC8TER Santa María PR2SMA PR3SMA PR4SMA

Cara do Índio Caldeirão

1,00 h 4,00 h

3,5 km 5,3 km

Capelo - Capelinhos Rocha da Fajã Caldeira Rumo ao Morro de Castelo Branco 4,0 90 Fácil

2,30 h 2,30 h 2,30 h 1,30 h

7,0 km 5,5 km 8,0 km 4,0 km

Ponta Delgada - Fajá Grande Lajedo - Fajá Grande Miradouro das Lagoas - Poça do Bacalhau Fajá de Lopo Vaz

2,30 h 2,30 h 2,30 h 2,00 h

9,0 km 9,0 km 7,0 km 4,0 km

Serra Branca - Praia Volta à Caldeira Furna do Enxofre Baía da Folga

2,30 h 3,00 h 1,30 h

7,0 km 9,0 km 4,0 km

Caminhos de Sta.Luzia Caminho dos Burros Ponta da ilha Montanha Vinhas da Criaçáo Velha

3,00 h 8,00 h 3,00 h 5,30 h 2,00 h

10,5 km 24,0 km 10,0 km 8,0 km 8,0 km

Serra do Topo - Caldeira do Sto Cristo – Polegadas Serra Topo Fajá dos Vimes Fajã dos Vimes - Lourais Pico das Caldeirinhas -Pico da Esperança -Fajã do Ouvidor Fajã de Além

2,30 h 2,30 h 3,30 h 4,00 h 3,00 h

10,0 km 5,0 km 10,0 km 16,8 km 6,0 km

Praia - Lagoa do Fogo - Praia Nascentes Vista do Rei - Sete Cidades Mata do Canário - Sete Cidades Serra Devassa Lagoa das Furnas Algarvia - Pico Redondo - Pico da Vara Lomba da Fazenda - Pico da Vara Faial da Terra - Salto do Prego Lobeira -Praia da Amora Trilho da Ribeira do Faial da Terra Trilho do Agrião Trilho do Lombo Gordo Trilho do Pico da Água Retorta Trilho do Pico da Areia Trilho do Redondo Nascentes da Rocha de Santo António Trilho da Vigia da Baleia Ribeira Chã Rocha da Relva Pico do Ferro – Caldeiras da Lagoa das Furnas Povoação – Pico da Vara Praia da Viola Lomba da Fazenda Monte Escuro – Pico da Vela – Vila Franca do Campo Praia da Amora – Ilhéu de Vila Franca

4,00 h 2,00 h 3,00 h 2,00 h 3,30 h 3,30 h 5,00 h 1,30 h 2,30 h 2,00 h 3,00 h 1,00 h 2,00 h 2,00 h 1,00 h 1,30 h 3,00 h 3,00 h 2,30 h 0,75 h 5,00 h 2,30 h 2,00 h 4,00 h 4,00 h

12,0 km 7,0 Km 11,0 km 4,4 km 10,7 km 5,0 km 8,0 km 4,7 km 7,0 km 6,5 km 8,4 km 4,0 km 6,7 km 6,0 km 3,2 km 4,0 km 8,0 km 8,4 km 4,5 km 2,0 km 15,2 km 5,0 km 7,5 km 13,0 km 17,2 km

Mistérios Negros Serreta -Lagoínha -Serreta Monte Brasil São Brás

2,30 h 2,30 h 2,30 h 2,00 h

5,00 km 7,00 km 7,5 km 5,00 km

Pico Alto – Anjos Entre a Serra e o Mar (Sta. Bárbara) Santo Espírito – Maia

4,00 h 2,30 h 3,00 h

14,0 km 9,5 km 6,8 km

CÓDIGO DE COLORES Y FORMAS DE BALIZA Todos los senderos de las Azores son del tipo PR (Pequeño Recorrido) lo que indican que pueden recorrerse en menos de una jornada y que tienen una longitud inferior a los 50 kilómetros.

Todos os trilhos dos Açores são do tipo PR (Pequena Rota) e, portanto, podem ser percorridos em menos de uma jornada e têm uma longitude inferior a 50 quilómetros.

Continuidad de sendero

P.R.

Mala Dirección

Cambio de Dirección

Canarias

La Palma Corazón verde de Canarias

La más noroccidental de las islas Canarias tiene la forma aproximada de un corazón y una superficie algo superior a los 700 kilómetros cuadrados. La mayor parte de sus 85.000 habitantes se concentra en su eje central, en torno a la comarca oriental capitalina y al occidental Valle de Aridane. Su mitad norte está dominada por el enorme circo erosivo de la Caldera de Taburiente, de 8 kilómetros de diámetro, declarado como Parque Nacional en 1954. Dos imponentes cadenas montañosas, Cumbre Nueva y Cumbre Vieja, la dividen la por su eje longitudinal. Y el techo de la isla se encuentra en el Roque de los Muchachos, a 2.426 metros sobre el nivel del mar.

É a ilha mais a noroeste das Canárias com uma forma parecida a um coração e uma superfície algo superior a 700 quilómetros quadrados. A maior parte dos seus 85.000 habitantes concentra-se no eixo central, em torno da área oriental da capital e da parte ocidental do Valle de Aridane. A metade norte é dominada pela enorme cratera denominada Caldeira de Taburiente, de 8 quilómetros de diâmetro, declarada Parque Nacional em 1954. Duas imponentes cadeias de montanhas, a Cumbre Nueva e a Cumbre Vieja, dividem a ilha longitudinalmente. E o tecto da ilha é o pico chamado Roque de los Muchachos, a 2.426 metros sobre o nível do mar.

Más de una tercera parte de su superficie tiene algún tipo de protección legal, lo que ha permitido que La Palma disfrute de un desarrollo equilibrado y respetuoso con la naturaleza. La declaración de Reserva de la Biosfera por parte de la UNESCO, que se otorgó a una pequeña parte de su territorio hace más de 20 años, ha sufrido sucesivas ampliaciones hasta extenderse a la totalidad del territorio insular en 2002.

Mais de uma terceira parte da superfície possui algum tipo de protecção legal, facto que tem permitido que La Palma beneficie de um desenvolvimento equilibrado e respeitoso para com a natureza. A declaração de Reserva da Biosfera por parte da UNESCO, que foi outorgada para uma pequena parte do seu território há mais de 20 anos, tem possibilitado sucessivas ampliações, até alcançar a totalida de do território insular em 2002.

La Red Oficial de Senderos de La Palma es una de las más completas de la región. La isla ofrece casi 1.000 kilómetros de rutas, homologadas y señalizadas según los estándares europeos. Dos Grandes Recorridos (el Camino Real de la Costa y Medianías y la Ruta del Bastón) la atraviesan de punta a punta y se entrecruzan con numerosos senderos de menor rango (PR y SL), que combinados ofrecen al senderista una cantidad casi infinita de opciones.

A Rede Oficial de Percursos de La Palma é uma das mais completas da Região. A ilha oferece quase 1.000 quilómetros de rotas e trilhos, autorizados e sinalizados segundo os padrões europeus. Dois Grandes Itinerários (o Caminho Real da Costa e Medianías e a Rota do Bastón) atravessam a ilha de uma ponta à outra, aos quais se juntam numerosos trilhos complementares (PR e SL) que, combinados, oferecem ao pedestrianista uma quantidade quase infinita de possibilidades.

PR LP 9 FICHA TÉCNICA

Distancia: 11,74km Tiempo estimado: 5,50 h Dificultad: Media Las Mimbreras

La Palma Marcos y Cordero

Los Sauces Laguna de Barlovento

Los Tilos

Las Lomadas

Naciente de Cordero

Los Galguitos Casa del Monte La Galga Naciente de Marcos

El sendero que nos ocupa acompaña el cauce del Barranco del Agua, que alberga una de las muestras mejor conservadas de la laurisilva en Canarias.

O trilho que nos ocupa acompanha o curso do Barranco da Água, que alberga uma das áreas melhor conservadas de laurissilva nas Canárias.

El trazado propiamente dicho se inicia en el casco urbano de Los Sauces, aunque lo más habitual es recorrer sus primeros kilómetros en un vehículo todo terreno. Para la mayor parte de los senderistas, el camino comienza en la Casa del Monte, junto al canal de agua que aprovecha para la agricultura los nacientes (manantiales) de Marcos y Cordero. La discreta infraestructura data de principios del siglo XX y se acompaña de una docena de túneles, a menudo ocultos tras una cortina de agua. Una linterna resistente y un buen chubasquero son por tanto imprescindibles durante los primeros cuatro kilómetros. A partir de aquí el sendero desciende bruscamente y se interna en el majestuoso bosque, que nos acompaña hasta el Centro de Visitantes de Los Tilos.

O itinerário propriamente dito começa na área urbana da localidade de Los Sauces, embora o mais habitual seja percorrer os primeiros quilómetros numa viatura todoo-terreno. Para a maior parte dos pedestrianistas, o caminho começa na Casa do Monte, junto do canal de água (levada) que aproveita as nascentes denominadas Marcos y Cordero para a agricultura. A discreta infra-estrutura é de princípios do século XX e, além do eixo principal, possui uma dúzia de túneis, por vezes ocultos por trás de uma queda de água. Por isso, durante os primeiros quatro quilómetros, é imprescindível utilizar impermeável e uma lanterna resistente. A partir de aqui o trilho desce bruscamente e envereda pela imponente floresta, que nos vai acompanhar até o Centro de Visitantes de Los Tilos.

El inquieto pinzón de La Palma (Fringilla coelebs palmae) es un acompañante habitual de los senderistas que eligen la isla. O inquieto Tentilhão de La Palma (Fringilla coelebs palmae) é um companheiro habitual dos pedestrianistas que visitam a ilha.

GR - 131 FICHA TÉCNICA

Distancia: 24,16 km Tiempo estimado: 7,00 h Dificultad: Media El Pilar Hoyo Negro Los Charcos

La Palma Ruta de Los Volcanes

Villa de Birigoyo Mazo Nambroque Martín Montes de Luna

Los Canarios Teneguía

S. Antonio

Faro de Fuencaliente El Bastón es el nombre popular para el recorrido completo de este sendero, que se inicia en el Puerto de Tazacorte y acaba en el Faro de Fuencaliente. La denominación alude a la figura que su trazado dibuja sobre el mapa de La Palma, con la supuesta empuñadura en el perímetro del Parque Nacional de La Caldera de Taburiente.

O Bastón (Bengala) é o nome popular para o percurso completo deste trilho, que começa no Puerto de Tazacorte e acaba no Farol de Fuencaliente. O nome foi-lhe dado pela forma que tem o caminho quando plasmado num mapa de La Palma, cujo punho é o perímetro do Parque Nacional da Caldeira de Taburiente.

El tramo aquí descrito, probablemente el más popular de la Red Insular de Senderos, es el que se inicia en el Refugio de El Pilar y recorre la dorsal volcánica bautizada como Cumbre Vieja. Sobre su arista han brotado media docena de erupciones en los últimos quinientos años, lo que la convierte en una de las más activas del planeta. El San Juan (1949) y el Teneguía (1975) son sólo los más recientes acontecimientos en una historia geológica breve pero intensa, que ha dejado en herencia un paisaje sobrecogedor.

O troço aqui referido, provavelmente o mais popular da Rede Insular de Itinerários Pedestres, é o que começa no Refúgio de El Pilar e percorre a dorsal vulcânica baptizada com o nome de Cumbre Vieja (Cume Velha). No topo do cone têm-se registado meia dúzia de erupções nos últimos quinhentos anos, o que o torna um dos mais activos do planeta. O San Juan (1949) e o Teneguía (1975) são dois dos exemplos mais recentes de uma história geológica breve mas intensa, que deixaram marcas impressionantes na paisagem.

Cráteres, arenales y campos de lava dan carácter al paisaje de esta ruta, que culmina en el Faro de Fuencaliente. Crateras, areia e campos de lava imprimem carácter à paisagem desta rota, que termina no Farol de Fuencaliente.

GR 130 FICHA TÉCNICA

Distancia: 10,19km Tiempo estimado: 4,30h Dificultad: Media

La Palma Camino Real de La Costa

Juan Adalíd Don Pedro

El Tablado La Fajana Franceses

La Mata

Roque del Faro

El GR 130 o Camino Real de la Costa es la gran ruta de senderismo que circunvala la isla de La Palma. El tramo analizado es uno de los más pintorescos y también uno de los más populares de su recorrido. Aunque la distancia en horizontal es corta, la abrupta geografía de la comarca juega en nuestra contra, ya que en el norte de la isla los barrancos son bastante profundos. En esta ocasión nos toca superar dos grandes brechas: el Barranco de Los Hombres y el Barranco de Fagundo, contundentes fronteras entre los núcleos de Franceses, El Tablado y Don Pedro. Por donde quiera que se mire, es una ruta redonda. La arquitectura tradicional (vinculada a la extinta agricultura de subsistencia) subraya sus sobresalientes valores culturales y etnográficos. Y la monumentalidad del paisaje, caracterizado por imponentes acantilados costeros puntuados de dragos, tabaibas y cardones, hace lo propio con los naturales.

O GR 130 ou Caminho Real da Costa é a grande rota de pedestrianismo que contorna a ilha de La Palma. O trilho aqui apresentado é um dos mais pitorescos e também um dos mais populares para quem aprecia a natureza. Embora a distância em horizontal seja curta, a íngreme geografia dificulta o passeio, porque no norte da ilha os barrancos são bastante profundos. Nesta ocasião toca superar dois grandes precipícios: o Barranco de Los Hombres e o Barranco de Fagundo, imponentes fronteiras entre as localidades dos Franceses, El Tablado e Don Pedro. Sem dúvida, é uma rota completa. A arquitectura tradicional (vinculada à extinta agricultura de subsistência) salienta os admiráveis valores culturais e etnográficos. E a monumentalidade da paisagem, caracterizada por imponentes falésias sobre o mar, com uma grande diversidade de árvores característicos como são os dragos, as tabaibas e os cardones.

El pastor garafiano, una raza canina autóctona de la comarca, se deja ver a menudo acompañando a los rebaños de cabras. O pastor garafiano, uma raça canina autóctone da zona, costuma acompanhar os rebanhos de cabras.

Red de senderos de La Palma

Temáticas principales de los senderos Temáticas principais dos trilhos

GR 130 GR 130 GR 130 GR 130 GR 130 GR 130 GR 130 GR 130 GR 131 GR 131 GR 131 PR LP 1 PR LP 2 PR LP 2.1 PR LP 2.2 PR LP 2.3 PR LP 3 PR LP 3.1 PR LP 3.2 PR LP 4 PR LP 4.1 PR LP 5 PR LP 5.1 PR LP 6 PR LP 7 PR LP 7.1 PR LP 8 PR LP 9 PR LP 9.1 PR LP 9.2 PR LP 10 PR LP 11 PR LP 12 PR LP 12.1 PR LP 12.2 PR LP 13 PR LP 13.1 PR LP 13.3 PR LP 14 PR LP 14.1 PR LP 15 PR LP 16 PR LP 16.1 PR LP 17 PR LP 18 PR LP 18.1 PR LP 18.2 PR LP 19 PR LP 20

Etapa 1. S/C de La Palma - Puntallana Etapa 2. Puntallana - Barlovento Etapa 3. Barlovento - Garafía Etapa 4. Garafía - Puntagorda - Tijarafe Etapa 5. Tijarafe - Los Llanos de Aridane Etapa 6. Los Llanos de Aridane - Fuencaliente Etapa 7. Fuencaliente - Villa de Mazo Etapa 8. Villa de Mazo - San Pedro - S. C. de La Palma Etapa 1. Puerto de Tazacorte - Roque de Los Muchachos Etapa 2. Roque de Los Muchachos - Refugio de El Pilar Etapa 3. Refugio de El Pilar - Faro de Fuencaliente Santa Cruz de La Palma - Puerto de Tazacorte La Tabladita - S. C. de La Palma Pico de Las Ovejas - La Crucillada Ruta de Los Molinos: Santa Cruz de La Palma Barranco de La Madera - Santuario de N. S. de Las Nieves Pico de La Nieve - S. C. de La Palma Montaña de Tagoja - Mirca Fuente Olén - Casa del Monte Pico de La Nieve - San Juan de Puntallana Tenagua - PR LP 4 Fuente Vizcaína - La Galga Sendero del Cubo de La Galga: La Galga Sendero de la Reserva de la Biosfera: Marcos y Cordero Pico de La Cruz - Los Sauces Las Cabezadas - Centro de Visitantes de Los Tilos Pico de La Cruz - Barlovento Roque de Los Muchachos - Sto. Domingo de Garafía Roque del Faro - El tablado - Roque del Faro Caldera del agua - La Zarza - Don Pedro - La Zarza La Traviesa: La Mata - Mirador de Hoya Grande Roque de Los Muchachos - Puntagorda Roque de Los Muchachos - Tijarafe Lomo de Las Piedras Altas - Tinizara Tijarafe - Playa del Jurado - Tijarafe Los Llanos de Aridane - Taburiente - Los Llanos de Aridane Mirador de La Cumbrecita - Zona de acampada de Taburiente Centro de Visitantes del Parque Nacional - Pico Bejenado El Paso - Refugio de El Pilar San Nicolás - Lavas de San Juan - San Nicolás Tigalate - Jedey Refugio de El Pilar - Playa del Hoyo PR LP 16 - La Salemera Camino de La Faya: Refugio del Pilar - Playa del Hoyo Refugio de El Pilar - Los Guinchos - Santa Cruz de La Palma Los Cancajos - Cruz de La Pavona La Calafata - Pista del Carbonero Las Fuentes de Las Breñas: San Pedro - La Calafata La Traviesa del Norte: Briesta - Barlovento

3,30 h 6,30 h 8,45 h 7,00 h 4,10 h 6,00 h 5,00 h 3,30 h 10,45 h 11,15 h 8,15 h 8,00 h 3,00 h 3,15 h 2,00 h 3,45 h 5,30 h 2,00 h 2,45 h 4,15 h 2,15 h 4,00 h 3,45 h 7,15 h 4,45 h 2,30 h 4,45 h 6,45 h 5,00 h 4,00 h 8,00 h 4,45 h 4,45 h 2,15 h 3,15 h 9,30 h 6,00 h 6,30 h 2,45 h 3,00 h 5,30 h 4,30 h 2,45 h 4,15 h 5,15 h 3,00 h 2,15 h 2,30 h 7,45 h

25,8 km 21,4 km 28,6 km 24,6 km 15,4 km 21,6 km 18,1 km 13,9 km 23,6 km 32,4 km 30,9 km 31,4 km 12,0 km 8,5 km 7,0 km 11,0 km 17,0 Km 6,6 km 9,7 km 15,8 km 8,1 km 13,2 km 12,4 km 24,5 km 16,3 km 28,0 km 17,3 km 27,5 km 18,4 km 15,4 km 31,3 km 17,1 km 16,8 km 8,2 km 10,3 km 27,1 km 13,5 km 16, 0 Km 9,4 km 10,1 km 20,3 km 14,5 km 9,1 km 14,4 km 14,5 km 9,7 km 7,5 km 9,0 km 36,1 km

JOËLETTE JOËLETTE JOËLETTE JOËLETTE JOËLETTE JOËLETTE JOËLETTE JOËLETTE

Entorno a La Laguna de Barlovento I Entorno a La Laguna de Barlovento II Cercanías del Llano del Jable. (El Paso) Centro de visitantes Caldera - Pino de La Virgen. (El Paso) Autoguiado Fayal de Puntagorda. (Puntagorda) Montaña de Las Varas. (Garafía) Montaña El Caldero. (El Paso, Villa de Mazo y Breña Baja) Volcán de Teneguía. (Fuencaliente)

1,30 h 4,00 h 2,00 h 1,30 h 2,50 h 2,30 h 3,30 h 3,30 h

2,9 km 9,0 km 5,0 km 4,5 km 2,5 km 6,0 km 9,0 km 6,5 km

CÓDIGO DE COLORES Y FORMAS DE BALIZA

Hay tres tipos principales de senderos: GR o Gran Recorrido (señalizados con el color rojo y de más de 50 kilómetros de longitud), PR o Pequeño Recorrido (señalizados con el color amarillo y de menos de 50 kilómetros de longitud) y SL o Senderos Locales (señalizados con el color verde y de menos de 10 kilómetros de longitud). São três os principais tipos de trilhos: GR ou Grande Rota (sinalizados em vermelho e com mais de 50 quilómetros de longitude), PR ou Pequena Rota (sinalizados em amarelo e de menos de 50 quilómetros de longitude) e SL ou Sendas Locais (sinalizados em verde e de menos de 10 quilómetros de longitude).

Continuidad de sendero

G.R. P.R. S.L.

Mala Dirección

Cambio de Dirección

Canarias

El Hierro

La isla del centro del mundo

Hasta el descubrimiento de América, esta isla canaria representaba el fin del mundo conocido. El meridiano 0, que señalaba este hito, se fijó hasta mediados del XIX en la Punta de Orchilla, en su extremo occidental. La isla tiene una superficie algo inferior a los 300 km2 y alberga a una población residente de unos 10.000 habitantes.

Até o descobrimento de América, esta ilha canária representava o fim do mundo conhecido. O meridiano 0, que assinalava este facto, foi estabelecido, até meados do século XIX na Ponta de Orchilla, no limite ocidental. A ilha tem uma superfície aproximada de 300 km2 e alberga uma população residente à volta de 10.000 habitantes.

Geológicamente, El Hierro tiene tres comarcas, separadas por una barrera montañosa con forma de media luna y abierta hacia el noroeste. En su interior se despliega el Valle de El Golfo, creado por un monumental deslizamiento del terreno hace 50.000 años. Sus límites coinci den con los del municipio de La Frontera, mientras que la capital insular (Valverde, 5.000 habitantes) se ubica al nordeste. Al suroeste hallamos El Pinar, el municipio más joven de Canarias, fundado en septiembre de 2007.

Geologicamente, El Hierro possui três áreas diferençadas, separadas por uma barreira montanhosa com forma de meia-lua que abre a noroeste. No interior localiza-se o Vale de El Golfo, constituído por um monumental deslizamento do terreno há 50.000 anos. Os limites coincidem com os da localidade de La Frontera, e a capital insular (Valverde, 5.000 habitantes) fica situada a nordeste. A sudoeste localiza-se El Pinar, a localidade mais jovem das Canárias, fundada em Setembro de 2007.

Buena parte de los senderos homologados de El Hierro tienen profundas raíces históricas. Su columna vertebral es el GR 131, que sigue la tradicional peregrinación religiosa de la Virgen de los Reyes, desde su Ermita en La Dehesa hasta la capital insular.

Uma boa parte dos percursos estabelecidos em El Hierro têm profundas raízes históricas. A coluna vertebral é a GR 131, que segue a tradicional peregrinação religiosa da Virgem dos Reis, desde a sua Ermida em La Dehesa hasta a capital insular.

El Hierro

GR 131 FICHA TÉCNICA

Distancia: 37,37 km Tiempo estimado: 10,30 h Dificultad: Media

Ermita Nuestra Señora de Los Reyes

Camino de la Virgen

El Tamaduste Valverde Puerto de La Estaca

Malpaso Embarcadero de Orchilla La Restinga

Para los herreños 1614 fue un año terrible. Una tremenda sequía amenazaba la vida de la cabaña ganadera, de la que dependía una considerable parte de la población. Para pedir la intercesión divina, los pastores decidieron sacar a la Virgen de los Reyes en procesión, desde su ermita en La Dehesa hasta Valverde, la capital insular. Y en ello estaban cuando un milagroso chaparrón vino a saciar la sed de los campos.

Para os naturais de El Hierro, 1614 foi um ano terrível. Um pavoroso período sem chover ameaçava a vida do gado, do qual dependia grande parte da população. Para pedir a mediação divina, os pastores decidiram levar em procissão a Virgem dos Reis, desde a sua ermida na Dehesa até Valverde, a capital da ilha. E durante o cortejo um miraculoso aguaceiro acalmou a sede dos campos.

Desde entonces la costumbre se repite fielmente de cuatro en cuatro años, ahora en la compañía de miles de fieles. El recorrido homologado aprovecha el centenario trayecto y lo extiende un poco más, desde el Puerto de la Estaca o desde el “Río” de El Tamaduste hasta el Faro de Orchilla. Viendo su trazado sobre el mapa de la isla, le quedarán pocas dudas al visitante: si sólo puede andar un sendero en El Hierro, que sea éste.

Desde essa altura, a tradição repete-se fielmente de quatro em quatro anos, agora na companhia de milhares de fiéis. O percurso aproveita o centenário caminho prolongando-o mais um pouco, desde o Porto da Estaca ou desde o “Río” de Tamaduste até o Farol de Orchilla. Ao observar o trajecto num mapa da ilha, o visitante não terá dúvidas à hora de escolher a rota: se só puder calcorrear um trilho em El Hierro, que seja este.

La fiesta más importante de El Hierro es la Bajada de la Virgen de los Reyes. Durante los 28.6 km de recorrido la imagen de la Virgen siempre está acompañada por los bailarines que realizan el tradicional baile de la Virgen ataviados con trajes blancos y rojos con gorros de colores llamativos y usando chácaras y pitos (una especie de flauta). A festa mais importante de El Hierro é a Bajada de la Virgen de los Reyes (descida da Virgem dos Reis). Durante os 28,6 km. do trajecto sempre é acompanhada por dançarinos que executam a tradicional dança da Virgem, ataviados com trajes brancos e vermelhos, com gorros de cores vivas e tocando chácaras (castanholas) e pitos (uma espécie de flauta).

PR EH 8 FICHA TÉCNICA

Distancia: 13,1 km Tiempo estimado: 8,30 h Dificultad: Media

El Hierro Camino de Jinama

Guarazoca

lfo Go El Punta Grande La Maceta Lagartario y Guinea Frontera

San Andrés Mirador de Jinama

Este sendero es el más conocido de los cinco que pertenecen al grupo de las tradicionales rutas de mudada. El nombre se deriva de la arraigada costumbre herreña, de probables raíces prehispánicas, de cambiar de residencia según la época del año. Durante el verano convenía aprovechar la frescura y la humedad de los pastos en San Andrés (el pueblo más alto de la isla). En invierno, por el contrario, resultaban más oportunas las suaves temperaturas del Valle del Golfo.

Este percurso é o mais conhecido dos cinco que pertencem ao grupo das rotas tradicionais de mudada. O nome provém do antigo hábito dos habitantes, talvez de épocas pré-hispânicas, de mudarem de residência conforme a época do ano. Durante o Verão convinha aproveitar a frescura e a humidade dos pastos em San Andrés (a aldeia mais alta da ilha). No Inverno, ao contrário, resultavam mais oportunas as suaves temperaturas do Vale do Golfo.

Una pequeña ermita dedicada a la Virgen de la Caridad del Cobre señala el inicio del descenso, que casi siempre avanza sobre el impecable empedrado original de piedras basálticas. En nuestro recorrido por el Parque Rural de Frontera pasaremos junto a algunos interesantes restos de laurisilva, con gigantescos ejemplares de mocán y palo blanco. Y a la llegada es buena idea alargar el camino hasta el Ecomuseo de Guinea, que reconstruye un tradicional poblado de mudada.

Uma pequena ermida dedicada à Virgem da Caridade do Cobre assinala o início da descida, que quase sempre avança sobre por uma calçada original de pedra basáltica. Na nossa caminhada pelo Parque Rural de Frontera vamos passar junto a alguns interessantes restos de matas de laurissilva, com gigantescos exemplares de mocano e pau-branco. E no final é uma boa ideia alargar o caminho até o Ecomuseu de Guinea, que reconstrói uma aldeia tradicional de mudada.

El lagarto gigante de El Hierro es una especie autóctona en peligro de extinción, que puede alcanzar 75 centímetros. Actualmente se recupera de forma natural en los riscos, Roques de Salmor y en el centro de cría, conocido como Lagartario. O lagarto gigante da ilha de El Hierro, é uma espécie autóctone que pode atingir 75 centímetros de comprimento. Outrora povoavam toda a superfície insular, mas a actividade humana quase o levou à extinção. Actualmente, está a recuperar-se de forma natural nas áreas de penhascos como os Roques de Salmor, e no centro de criação, conhecido por Lagartário.

PR EH 7 FICHA TÉCNICA

Distancia: 9,49 km Tiempo estimado: 3,00 h Dificultad: Media

El Hierro San Andrés – Pozo de las Calcosas

Pozo de Las Calcosas El Tamaduste El Mocanal

San Andrés

El Garoé Puerto de Puerto de La Estaca La Estaca

La lluvia horizontal es uno de los fenómenos fundamentales para el mantenimiento de los bosques canarios. Se produce cuando los vientos alisios chocan contra las islas de mayor relieve y descargan su humedad. En el proceso los árboles de la laurisilva resultan determinantes, puesto que cuentan con hojas anchas que multiplican todavía más la condensación.

A chuva horizontal é um dos fenómenos atmosféricos fundamentais para a preservação das florestas canárias. Acontece quando os ventos alísios embatem contra as ilhas com maiores elevações e descarregam a humidade. Durante este processo, as árvores de laurissilva resultam imprescindíveis, porque possuem folhas largas, que aumentam ainda mais a condensação.

A la vera de este sendero crecía un til tan grande y frondoso que, según las crónicas, era capaz de recoger "más de 20 botas de agua por día". Los habitantes prehispánicos de la isla lo llamaron Garoé y su mágica presencia aún se siente en los primeros kilómetros de esta ruta. Precisamente uno de sus atractivos es comprobar cómo va evolucionando la vegetación según descendemos, desde el frondoso fayalbrezal del inicio hasta las dispersas tabaibas y calcosas del final. Los últimos pasos del recorrido se dan junto una llamativa lengua de lava petrificada que se adentra en el mar.

Na berma deste trilho crescia um til tão grande e frondoso que, segundo a lenda, era capaz de recolher "mais de 20 botas de água por dia". Os habitantes préhispânicos da ilha puseram-lhe o nome de Garoé e a sua presença mágica ainda se faz sentir nos primeiros quilómetros desta rota. Precisamente um dos atractivos é observar a evolução e transformação da flora conforme descendemos, desde a frondosa mata de faias e torgas do início até as dispersas tabaibas e calcosas (rumex lunaria) do final. Os últimos metros do trilho permitem observar uma impressionante língua de lava petrificada que entra no mar.

El agua que traen los vientos alisios era sabiamente aprovechada por los bimbaches al pie del legendario Árbol Santo. A água trazida pelos ventos alísios, era sabiamente aproveitada pelos bimbaches (habitantes originários das Ilhas Canárias) ao pé da lendária Árvore Santa.

Red de senderos de El Hierro Temáticas principales de los senderos Temáticas principais dos trilhos Camino de la Virgen La Restinga- Pozo de la Salud El Pinar - Tacorón Pasado Castillo Jaranita - Aparcamiento de Fuente Mencáfete Zona Aparcamiento Fuente Mencáfete - Fuente Mencáfete Pozo de la Salud - La Laja Plaza del Mentidero (El Pinar) - Canal de El Golfo A 800 m de El Salvador - Los Llanillos - Charco Azul Las Lapas - Sabinosa (por el canal) Isora - Tajace - Las Casas - Las Playas - Isora Las Casas - Hoya del Morcillo Las Casas - Taibique Mirador de Isora - Los Llanos - La Cuesta Tiñor - Las Rosas - Puerto de la Estaca - La Cumbrecita - Tiñor La Cuesta - San Andrés Valverde - Barranco de Tiñor - Puerto de la Estaca -Valverde Valverde - Barranco Tejeleita - La Caleta La Caleta - Montaña Guardavacas - Valverde Valverde - El Mocanal - Guarazoca - La Peña Cruz del Calvario - Echedo - Charco Manso El Mocanal - Echedo - El Tamaduste San Andrés - El Garoé - El Mocanal - Pozo de las Calcosas San Andrés - El Golfo PR EH 8 San Andrés - La Peña PR EH 8.1 Ecomuseo Guinea - Puntagrande - Pozo de los Padrones PR EH 8.1 a La Maceta - Los Sargos PR EH 8.1 b Puntagrande - Las Salinas Piedra del Regidor - El Sabinal - Piedra del Regidor PR EH 9 PR EH 9 a Derivación al Mirador de Bascos PR EH 9.1 Mirador de Sabinosa - Descansadero de la Gorona PR EH 9.2 Mirador de Sabinosa - Las Casillas - Sabinosa PR EH 10 Taibique - Hoya del Gallego - El Tomillar - Piedra del Regidor PR EH 10.1 Hoya del Gallego - Hoya del Morcillo GR 131 PR EH 1 PR EH 1.1 PR EH 1.2 PR EH 1.2 a PR EH 1.3 PR EH 2 PR EH 2.1 PR EH 2.3 PR EH 3 PR EH 3.1 PR EH 3.2 PR EH 3.3 PR EH 4 PR EH 4.1 PR EH 5 PR EH 5.1 PR EH 5.2 PR EH 6 PR EH 6.1 PR EH 6.2 PR EH 7

10,30 h 8,30 h 2,45 h 0,20 h 0,10 h 0,10 h 3,30 h 2,30 h 3,00 h 7,00 h 0,45 h 0,15 h 1,00 h 7,00 h 0,45 h 5,30 h 1,45 h 1,45 h 2,30 h 2,00 h 2,30 h 3,00 h 3,30 h 3,00 h 0,45 h 0,5 h 0,10 h 3,30 h 0,10 h 0,20 h 1,30 h 4,30 h 0,45 h

37,37 Km 22,2 Km 7,1 Km 1,1 Km 0,2 Km 1,3 Km 9,1 Km 5,7 Km 11,0 Km 13,5 Km 2,9 Km 1,3 Km 2,1 Km 13,0 Km 1,5 Km 7,4 Km 4,1 Km 4,0 Km 9,6 Km 3,5 Km 6,6 Km 9,4 Km 7,5 Km 6,5 Km 4,8 Km 0,64 Km 0,79 Km 7,2 Km 0,34 Km 1,02 Km 2,6 Km 16,4 Km 1,9 Km

Hay tres tipos principales de senderos: GR o Gran Recorrido (señalizados con el color rojo y de más de 50 kilómetros de longitud), PR o Pequeño Recorrido (señalizados con el color amarillo y de menos de 50 kilómetros de longitud) y SL o Senderos Locales (señalizados con el color verde y de menos de 10 kilómetros de longitud). São três os principais tipos de trilhos: GR ou Grande Rota (sinalizados em vermelho e com mais de 50 quilómetros de longitude), PR ou Pequena Rota (sinalizados em amarelo e de menos de 50 quilómetros de longitude) e SL ou Sendas Locais (sinalizados em verde e de menos de 10 quilómetros de longitude).

CÓDIGO DE COLORES Y FORMAS DE BALIZA Continuidad de sendero

G.R. P.R. S.L.

Mala Dirección

Cambio de Dirección

Canarias

Gran Canaria Territorio de contrastes

En sus casi 1.600 kilómetros cuadrados de superficie, Gran Canaria tiene sitio para todo. Su capital (Las Palmas de Gran Canaria, 380.000 habitantes) es también la mayor ciudad de Canarias y reúne a la mitad de la población insular. Tiene una notable actividad comercial e industrial articulada en torno a su zona portuaria, una de las más potentes de la encrucijada atlántica entre Europa, África y América. La economía insular se apoya también en el sector turístico, muy desarrollado en los dos grandes municipios meridionales (Mogán y San Bartolomé de Tirajana). Y en cuanto a la agricultura de exportación, destacan las importantes producciones de plátanos (en el norte) y tomates (en el sur).

Com quase 1.600 quilómetros quadrados de superfície, Gran Canaria tem sítio para tudo. A capital (Las Palmas de Gran Canaria, 380.000 habitantes) também é a maior cidade das Canárias e reúne metade da população insular. Possui uma notável actividade comercial e industrial articulada nos arredores da zona portuária, uma das mais activas da encruzilhada atlântica entre Europa, África e América. A economia insular também assenta no sector turístico, muito desenvolvido nas duas grandes localidades do sul (Mogán e San Bartolomé de Tirajana). E relativamente à agricultura para exportação, destacam as importantes produções de banana (no norte) e de tomate (no sul).

Sin embargo, existe otra Gran Canaria a menudo desconocida en el exterior, que gira en torno a su macizo montañoso central. El Pico de las Nieves (1.949 metros) y el Roque Nublo (1.813 metros) son las dos grandes referencias paisajísticas de una zona que ha conservado la mayor parte de su legado etnográfico, así como una economía tradicional basada en actividades como la artesanía, la agricultura y la ganadería. En junio de 2005, la UNESCO reconoció el logrado equilibrio entre el hombre y la naturaleza con su declaración como Reserva de la Biosfera. La zona núcleo pivota en torno a las Reservas Naturales de Inagua y Güi-Güi, pero la protección se extiende a toda la franja marítimo-terrestre entre Agaete y Maspalomas, lo que supone casi la mitad de la isla. No por casualidad, la mayor parte de los senderos homologados de Gran Canaria se encuentran en su interior.

No entanto, existe outra Gran Canaria, por vezes desconhecida, a do interior, constituída pela grande área de montanhas centrais. O Pico das Neves (1.949 metros) e o Roque Nublo (1.813 metros) são as duas grandes referências paisagísticas de uma zona que tem sabido conservar a maior parte da herança etnográfica, assim como uma economia tradicional baseada em actividades de artesanato, agricultura e criação de gado. Em Junho de 2005, a UNESCO reconheceu este equilíbrio entre o Homem e a Natureza e declarou o território Reserva da Biosfera. A zona central é constituída pelas Reservas Naturais de Inagua e Güi-Güi, mas a protecção alarga-se por toda a faixa marítima e terrestre entre Agaete e Maspalomas, que abrange quase que metade da ilha. Não é por acaso que a maior parte dos percursos regularizadas de Gran Canaria localizam-se no interior.

PR GC 60 FICHA TÉCNICA

Distancia: 7,3 km Tiempo estimado: 5,45 h Dificultad: Media - Baja

Gran Canaria Encrucijada del Nublo

La Culata Roque Nublo

Llanos de la Pez y Pargana

Ayacata

Por sus caprichosas formas, ya los aborígenes prehispánicos adoraban al Roque Nublo. Pero además de su innegable interés geológico, la zona es una valiosa reserva de flora endémica (hasta 70 especies, algunas de las cuales ni siquiera viven en otras partes de la isla).

Pelas suas formas caprichosas, os habitantes pré-hispânicos já adoravam o Roque Nublo. Mas além do inegável interesse geológico, a zona é uma valiosa reserva de flora endémica (até 70 espécies, algumas das quais nem sequer vivem noutras partes da ilha).

El trazado tiene la forma aproximada de un triángulo y ocupa el nudo central en el que confluyen las grandes rutas transinsulares, entre el citado Roque Nublo y el Pico de Las Nieves. Comienza en el paraje conocido como Llanos del Garañón, desde donde parte también la Ruta de la Plata. Al llegar a La Goleta se nos ofrecen tres opciones. El ramal sur termina en la cabecera del Barranco de Ayacata. El ramal norte alcanza el caserío de La Culata, con posible continuación hacia la Caldera de Tejeda. Y el occidental nos permite rodear el Roque Nublo para, opcionalmente, proseguir hacia la costa de Mogán.

O percurso tem uma forma aproximada a um triângulo e ocupa o nó central onde convergem as grandes rotas transinsulares, entre o referido Roque Nublo e o Pico das Neves. Começa no lugar conhecido como Llanos do Garañón, início também da Ruta de la Plata. Ao chegar a La Goleta temos três possibilidades de escolha. O ramal sul termina na ponta do Barranco de Ayacata. O ramal norte dirige-se até o casario de La Culata, com hipótese de continuar até a Caldeira de Tejeda. E o ocidental permite contornar o Roque Nublo para, se se desejar, prosseguir até costa de Mogán.

Los roques y pitones que coronan las partes más altas de Gran Canaria son el resultado de la llamada erosión diferencial. Os penedos e picos que coroam as partes mais altas de Gran Canaria são o resultado da denominada erosão diferencial.

PR GC 30 FICHA TÉCNICA

Distancia: 10,2 km Tiempo estimado: 3,00 h Dificultad: Media

Gran Canaria La Calderilla Santa Lucía de Tirajana

Llano del Marrubio Cruz del Socorro Mesa de Las Vacas Rompeserones El Tablero Taidia Santa Lucía de Tirajana

Mucho antes de la llegada del asfalto, la actividad comercial entre los pueblos de Gran Canaria discurría por caminos como este. El descrito en esta página era uno de los más relevantes de la comarca suroriental, puesto que servía para comunicar a los municipios del interior (Vega de San Mateo, Teror o Valsequillo) con los de la costa (Santa Lucía de Tirajana, Agüimes, Ingenio o Telde).

Muito antes de começar a ser empregue o alcatrão, a actividade comercial entre as localidades de Gran Canaria girava à volta de caminhos como este. O descrito nesta página era um dos mais importantes da zona sul oriental, uma vez que servia para comunicar as localidades do interior (Vega de San Mateo, Teror ou Valsequillo) com as da costa (Santa Lucía de Tirajana, Agüimes, Ingenio ou Telde).

Aunque comienza rodeado por la típica vegetación de cumbre (pinares, codesos, escobones y retamas), la mayor parte del trayecto transcurre por ambientes xéricos, dominados por plantas tolerantes a la sequía (marrubios, balillos y vinagreras). Muy interesante son también los palmerales de Taidía y Santa Lucía, cabecera municipal que ha conservado sugerentes muestras de arquitectura tradicional. Además, la ruta está llena de elementos de gran atractivo geológico, como la propia Calderilla, la Caldera de Tirajana o el imponente pitón fonolítico de Risco Blanco.

Embora o início do caminho tenha por envolvente a típica vegetação de montanha (pinheiros, codessos, palmas e giestas), a maior parte do trilho percorre áreas pouco húmidas, dominadas por plantas que suportam a falta de água (Ervavirgem (marrubium vulgare), Serralhas (Sonchus leptocephalus) e azedas). São também muito interessantes os palmeirais de Taidía e Santa Lucía, a sede do concelho, que conserva exemplos fascinantes de arquitectura tradicional. Além disso, o percurso está repleto de elementos de grande interesse geológico, como a própria Calderilla, a Caldeira de Tirajana ou o imponente pico de feldspato alcalino conhecido pelo nome de Risco Blanco.

El camino comienza en la base del volcán de La Calderilla y la Caldera de los Marteles. O caminho começa na base do vulcão da Calderilla e a Caldeira dos Marteles.

PR GC 40 FICHA TÉCNICA

Distancia: 49,00 km Tiempo estimado: 14,00 h Dificultad: Media Llanos del Garañón Degollada de Cruz Grande

Gran Canaria Camino de La Plata

Pico de La Nieve La Culata

San Bartolomé de Tirajana

El Tablero Maspalomas Este sensacional sendero es tan largo que, si tuviera tan sólo uno más, habría que cambiarlo de categoría (pasaría a ser de Gran Recorrido). Con semejante longitud, no resulta extraño que su final no tenga nada que ver con su principio. De hecho, arranca en una zona cercana a los 2.000 metros, candidata a las nevadas en invierno y prácticamente despoblada. Y termina al nivel del mar, entre dunas y junto a uno de los principales núcleos turísticos de Canarias. A medida que avanzamos, observaremos como el paisaje vegetal que nos acompaña se va adaptando al cambio de cota. Al pinar de repoblación en Ayagaures, acompañado de retamas y codesos, suceden los tajinastes, las tabaibas y las palmeras, mezcladas en ocasiones con antiguas parcelas de cultivo. Sin embargo, lo más llamativo del sendero no está a ras de suelo. Porque si algo destaca en la Ruta de la Plata son sus espléndidas vistas panorámicas.

Junto a este sendero encontraremos monumentales ejemplares de pino canario (Pinus canariensis). Nos arredores deste percurso encontraremos monumentais exemplares de pinheiro. canário (Pinus canariensis).

Este espectacular trilho é tão longo que, se tivesse outro mais, teria de mudar de categoria (passaria a ser de Grande Rota). Com essa extensão, não resulta estranho que o final não tenha nada a ver com o princípio. De facto, começa em uma zona com perto de 2.000 metros de altura, nevada no Inverno e praticamente despovoada. E acaba a nível do mar, entre dunas e junto a um dos principais pontos turísticos das Canárias. À medida que avançamos, vamos observar que a paisagem vegetal que nos a co m p a n h a va i - s e a d a p t a n d o à s diferenças de altitude. Após a repovoação de pinheiros em Ayagaures, acompanhados de giestas e codessos, seguem-se os massarocos (gén. Echium), as tabaibas (gén. Euphorbia) e as palmeiras, espalhadas, por vezes, pelos antigos terrenos agrícolas. No entanto, o grande atractivo do percurso não está à altura do solo. Porque se algo se destaca na Rota de La Plata são as magníficas vistas panorâmicas.

Red de senderos de Gran Canaria Temáticas principales de los senderos Temáticas principais dos trilhos PR GC 01 PR GC 10 PR GC 30 PR GC 40 PR GC 60 PR GC 80

Cruz de Tejeda - Teror Siete fuentes - Vega de San Mateo La Calderilla - Santa Lucía Llanos del Garanón - Maspalomas Encrucijada del Nublo La Caldera de Tejeda

6,00 h 3,30 h 2,45 h 14,00 h 5,45 h 11,40 h

11,6 Km 8,4 Km 10,2 Km 49,0 Km 7,3 Km 24,1 Km

Senderos en proceso de homologación San Mateo - Utiaca - Cruz del Piquillo - Arbejales - Teror Agaete - Lomo del Manco - Cruz de Tejeda Marteles - Agüimes Artenara - Las Moyas Temisas - Agüimes Caldera de los Marteles - Tenteniguada - Valsequillo Caldereta Valleseco - Valsendero - Firgas - Azuaje - San Andres Cascajales - Cruz del Socorro - Rompeserones Taidia - Santa Lucía Circuito Caldera de Tejeda Circuito en Las Dunas de Maspalomas Cortijo La Data - Presa de Las Niñas - Tauro - Mogán Cruz de María - Mña. Altavista - La Aldea Cruz de San Antonio - Aula en la Naturaleza Cruz Grande - Cercados de Araña Dgda. Del Dinero - Presa de Chira - Lomo de La Palma - Soria Dgda. La Cumbre - Llano de Ana López La Siberia - San Mateo El Aserrador - Pajonales - Presa de Las Niñas La Pasadilla - El Toscal - Ingenio Fataga - Los Sitios - Molino Cho Cabello Ingenio - Santa Lucía Fontanales - El Tablero - Bco. La Virgen Troyanas - Valleseco La Aldea - El Blanquizal - Lomo del Viso - Cruz del Viso La Aldea - Güigüi - Tasartico

9,6 Km 66,0 Km 4,8 Km 7,6 Km 7,8 Km 20,5 Km 9,6 Km 22,9 Km 8,6 Km 16,5 Km 16,6 Km 12,4 Km 3,5 Km 21,0 Km 7,8 Km 9,6 Km 5,0 Km 5,5 Km 8,0 Km 5,8 Km 14,5 Km

Las Lagunetas - Bco. La Mina - Bco. Alonso - Santa Brígida Lomo del Manco - Guayedra Los Marteles - Alfaques - Tenteniguada Mña. Artenara - Bco. Hondo - Galeotes - Pavón Fontanales - Valleseco Molino del Viento - Cruz de Mogán - Casas de Veneguera Dgda. Tasarte Morro Yerbahuerto - Lomo Las Helechas Mña. Del Rey - Palmitos Moya - Montaña Alta de Guia Osorio - Altabacales - Firgas Recorrido en Los Tilos de Moya Recorrido en Osorio Santa Lucía - Temisas Santa Brígida - El Gamonal - El Helechal - Valsequillo Subida al Almogarén del Roque Bentayga Temisas - Lomo de La Cruz - Lomo de Lucas - Sardina del Sur Teror - El Faro - Pino Santo - Santa Brígida Tunte - Rosiana - Santa Lucía Firgas - Matos - Carretería - Moya Bajada Caldera Bandama Cruz de Tejeda - Tejeda Circunvalación Exterior Caldera Bandama Circuito Interior Caldera Bandama Santa Lucía - Guriete - Sardina del Sur

Hay tres tipos principales de senderos: GR o Gran Recorrido (señalizados con el color rojo y de más de 50 kilómetros de longitud), PR o Pequeño Recorrido (señalizados con el color amarillo y de menos de 50 kilómetros de longitud) y SL o Senderos Locales (señalizados con el color verde y de menos de 10 kilómetros de longitud). São três os principais tipos de trilhos: GR ou Grande Rota (sinalizados em vermelho e com mais de 50 quilómetros de longitude), PR ou Pequena Rota (sinalizados em amarelo e de menos de 50 quilómetros de longitude) e SL ou Sendas Locais (sinalizados em verde e de menos de 10 quilómetros de longitude).

8,7 Km 2,5 Km 5,0 Km 21,0 Km 9,0 Km 13,0 Km 8,5 Km 6,5 Km 1,5 Km 13,0 Km 7,0 Km 9,5 Km 1,0 Km 11,5 Km 10,10 Km 6,5 Km 5,5 Km 1,3 Km 8,0 Km 3,7 Km 1,0 Km 13,5 Km

CÓDIGO DE COLORES Y FORMAS DE BALIZA Continuidad de sendero

G.R. P.R. S.L.

Mala Dirección

Cambio de Dirección

Un sendero para todos Las regiones participantes en el proyecto TOURMAC han impulsado una iniciativa denominada “Un Sendero para Todos” para que las personas con discapacidad física tanto locales como visitantes puedan disfrutar del senderismo y los paseos por la naturaleza. La Joëlette es un vehículo elaborado en Francia que permite a las personas que no pueden caminar, moverse por casi todos los tipos de senderos. Para que funcione la Joëlette, y así permitir el acceso de las personas con discapacidad a la naturaleza, es necesaria la colaboración de acompañantes “de pie” dispuestos a dar un poco de tiempo y de energía. Lo que se propone es realmente una nueva modalidad de practicar el senderismo tanto para personas con o sin discapacidad. Gracias a TOURMAC, se ha gestionado coordinadamente la adquisición de once unidades, que hoy están a disposición de cualquier persona o grupo que las necesite en Azores, Madeira y Canarias. Su uso es totalmente gratuito, con el único requisito de que los solicitantes se hagan acompañar, como forma de garantizar su propia seguridad, por personas formadas en el manejo de las Joëlette. Complementariamente, el proyecto ha amparado la realización de otras acciones en la misma línea, como la selección de senderos adaptados y la edición de guías especializadas.

La Palma (Canarias) Joëlettes disponibles: 5 Solicitudes: Unidad Insular de Medio Ambiente. Avenida de los Indianos, 20 - 2ª Planta. 38700 Santa Cruz de La Palma (La Palma – Canarias). Tel: (+34) 922 41 15 83. E-mail: florenzo@aderlapalma.org El Hierro (Canarias) Joëlettes disponibles: 2 Solicitudes: Cabildo Insular de El Hierro. Doctor Quintero Magadaleno, 11. 38900 Valverde (El Hierro – Canarias). Tel: (+34) 922 55 34 01. E-mail: mesuarez@el–hierro.org Faial (Azores) Joëlettes disponibles: 2 Solicitudes: Direcção Regional do Turismo da Região Autónoma dos Açores. Rua Comendador Ernesto Rebelo, 14 9900–112 Horta. (Faial – Açores). Tel: (+351) 292 200 500. E-mail: promocao@drtacores.pt Madeira (Madeira) Joëlettes disponibles: 4 Solicitudes: Direcção Regional de Florestas da Região Autónoma da Madeira. Edifício Golden Avenida Arriaga, 21 9004-528 (Funchal – Madeira). Tel: (+351) 291 740 060. E-mail: anase.sra@gov–madeira.pt

Um percurso para todos As Regiões participantes no projecto TOURMAC desenvolveram uma iniciativa denominada “Um Percurso para Todos” para que as pessoas com dificuldades físicas, tanto os habitantes locais como os visitantes, possam usufruir do pedestrianismo e dos passeios pela natureza. A Joëlette é um meio de transporte fabricado em França e permite às pessoas que não podem caminhar, deslocar-se por quase todos os tipos de trilhos. Para fazer funcionar a Joëlette, e assim permitir que as pessoas com alguma deficiência possam usufruir da natureza, é necessária a colaboração de acompanhantes “a pé” dispostos a oferecer um pouco de tempo e de energia. Trata-se realmente de um novo desporto e de outra modalidade de praticar o pedestrianismo, para as pessoas com ou sem dificuldades físicas. Graças à TOURMAC, decidiu-se adquirir onze unidades, que neste momento estão ao dispor de qualquer pessoa ou grupo que as solicitar, nos Açores, na Madeira e nas Canárias. São emprestadas gratuitamente, e o único requisito é que quem desejar utilizar este meio de transporte tem de levar por companhia, para garantir a própria segurança, pessoas que saibam conduzir as Joëlette. Como complemento, o projecto tenciona implementar outras actividades dirigidas a seleccionar percursos adaptados e editar guias especializados.

Senderos del Atlántico

Divulgar el patrimonio natural y cultural vinculado a los senderos es uno de los principales objetivos del proyecto TOURMAC. Y cuando se trata de alcanzar a la mayor audiencia posible, ningún otro medio puede sustituir a la televisión. “Aulaga” es una serie documental concebida para llevar las imágenes de los caminos de la Macaronesia a los cinco continentes. Realizada por el Centro de Producción de Televisión Española en Canarias, consta de quince capítulos de media hora de duración, con el canal de audio disponible en dos idiomas (español y portugués). La serie está recibiendo difusión a través de las coberturas regionales, nacionales e internacionales de Radio Televisión Española (RTVE) y la Radio Televisión Portuguesa (RTP), así como en cadenas temáticas y vía satélite de Europa y América.

Capítulos ? Ruta de los Volcanes (La Palma, Islas Canarias) ? Serra do Topo - Caldeira de Santo Cristo (São Jorge, Açores) ? Encrucijada del Nublo (Gran Canaria, Islas Canarias) ? Pico Ruivo - Verada da Ilha (Madeira) ? Camino de la Virgen (El Hierro, Islas Canarias) ? Marcos y Cordero (La Palma, Islas Canarias) ? Ruta de la Plata (Gran Canaria, Islas Canarias) ? Faial da Terra - Salto do Prego - Sanguinho (São Miguel, Açores) ? Camino de Jinama (El Hierro, Islas Canarias) ? Vereda do Pico Branco e Terra Chã (Porto Santo, Madeira) ? Criaçao Velha (Pico, Açores) ? Camino Real de la Costa (La Palma, Islas Canarias) ? Levada das 25 Fontes (Madeira) ? La Calderilla - Santa Lucía de Tirajana (Gran Canaria, Islas Canarias) ? San Andrés - Pozo de las Calcosas (El Hierro, Islas Canarias)

Percursos do Atlântico

Divulgar o património natural e cultural vinculado aos percursos pedestres é um dos principais objectivos do projecto TOURMAC. E quando se trata de conseguir a maior divulgação possível, nenhum outro meio pode substituir a televisão. “Aulaga – Percursos do Atlântico” é uma série de documentários pensada para apresentar as imagens dos caminhos da Macaronésia nos cinco continentes. Realizada pelo Centro de Produção da Televisão Espanhola nas Canárias, consta de quinze capítulos de meia hora de duração, disponível em dois idiomas (espanhol e português). A série está a ser difundida a nível regional, nacional e internacional com o apoio da Rádio Televisão Espanhola (RTVE) e da Rádio Televisão Portuguesa (RTP), assim como de outras emissoras temáticas e via satélite da Europa e da América.

www.tourmac.info

Los contenidos de esta publicación se encuentran totalmente disponibles en Internet, a través de la página oficial del proyecto TOURMAC. Además de las quince rutas reseñadas aquí, los usuarios de la página web pueden acceder a otras 150 fichas de senderos de fácil consulta. La distancia, el tiempo estimado, el grado de dificultad, la época idónea o las temáticas incluidas en cada ruta se encuentran adecuadamente valoradas, junto a una descripción de los espacios naturales protegidos que atraviesan, las sugerencias de transporte hasta el lugar de inicio y las recomendaciones básicas relacionadas con cada itinerario. En una buena parte de las ocasiones también es posible descargar un folleto imprimible en formato PDF o consultar el perfil gráfico de los recorridos. Cada una de las regiones representadas en TOURMAC (Azores, Madeira y Canarias) tiene un rincón propio en el sitio web. En él se describen las características de cada Archipiélago, la oferta de senderismo disponible y una completa guía práctica, con recomendaciones, mapas e información sobre alojamientos o empresas de servicios. El sitio web puede consultarse en cinco idiomas (español, portugués, inglés, francés y alemán).

Os conteúdos desta publicação estão disponíveis na Internet, através do site oficial do projecto TOURMAC. Além das quinze rotas aqui apresentadas, quem consultar a página Web pode aceder a outras 150 fichas de percursos de fácil consulta. A distância, o tempo previsto, o grau de dificuldade, a época idónea ou as informações complementares incluídas em cada rota podem ser consultadas de uma forma simples, juntamente com uma descrição dos espaços naturais protegidos, as sugestões relativamente ao transporte e ao lugar de início, e as recomendações básicas relativas a cada percurso. Também é possível descarregar ou imprimir muitas das informações e folhetos em formato PDF ou consultar o perfil gráfico dos percursos. Cada uma das Regiões representadas na TOURMAC (Açores, Madeira e Canárias) tem um espaço próprio no website, onde se descrevem as características de cada Arquipélago, a oferta de rotas de pedestrianismo e um completo guia prático, com recomendações, mapas e informação relativa a alojamentos ou empresas de serviços. O website pode ser consultado em cinco idiomas (espanhol, português, inglês, francês e alemão).

Madeira

Canarias MEDIO AMBIENTE

COORDINACIÓN TÉCNICA TOURMAC ADER - LA PALMA C/ Trasera Dr. Morera Bravo, 1 - 38730 Villa de Mazo, La Palma Teléfonos: 922 428 252 - 922 428 465 Fax: 922 428 476 www.tourmac.info E-mail: info@tourmac.info


15 RUTAS AFORTUNADAS. MADEIRA, AZORES Y CANARIAS